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Os museus como nunca os viu
Sabe o que existia no edifício onde agora é o Museu do Oriente? E como é que as paredes do Museu Paula Rego ficaram vermelhas sem terem sido pintadas? E já agora, onde é que pode ter um almoço magnífico dentro de um museu por apenas seis euros? Esta revista, como já deve ter percebido, dá-lhe todas estas respostas. Estas e dezenas de outras histórias sobre os melhores 15 museus de Lisboa, que voltámos a explorar de fio a pavio. Com uma diferença em relação a outros trabalhos: desta vez não fomos atrás das colecções. Fomos atrás de tudo: as colecções, as lojas, os bares, os restaurantes, as visitas guiadas, a programação para crianças, os jardins, os espaços de descanso e todos os detalhes que fazem de um museu um espaço moderno. O que vai ler nas próximas páginas, passando a imodéstia, é um excelente trabalho jornalístico que tem por objectivo convencê-lo a voltar aos museus com outra atitude.
João Cepeda Director
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Lisboa esta Semana
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É uma das actuais coqueluches da cena britânica. A prová-lo está o êxito de Lungs, o disco de estreia lançado em meados de 2009, que atingiu o topo das tabelas de vendas. Actua na terça-feira na Aula Magna.
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Num dia tudo muda. E pode ser Num Dia Igual aos Outros, título da peça que se estreia esta quinta-feira no Teatro Nacional D. Maria II e que marca o regresso do realizador Marco Martins ao teatro.
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João Figueiredo adoptou como sistema criativo a subversão de quadros de autoria alheia como este “Auto-retrato com amigo”, de Rafael Sanzio (1483-1520), que faz parte da sua exposição na Galeria Câmara dos Azuis.
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Sempre quis ser dono de um pedaço de terra, não no sentido de latifundiário, mas na vertente de enfiar as mãos na terra e plantar couves e batatas para consumo próprio? Então vai adorar este workshop da Ponto de Fuga…
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Os Spandau Ballet não são inflamáveis? Podem ser, já que são humanos e, tal como aprendemos, a combustão espontânea existe. Mas as suas canções, como os cartazes, não se desvanecem. Pavilhão Atlântico. Domingo.
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Lembram-se do Domus Alcântara? Durou apenas alguns meses. Mas, o armazém de Alcântara, que durante meses o acolheu, reabriu quinta-feira, com outro nome (Espaço 2010), novos programadores e até um conceito diferente.
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Quando saímos para a rua à procura de sex shops LGBT já sabíamos qual seria a conclusão: não há nenhuma em Lisboa. As que visitámos dirigem-se a todos os públicos e têm alguma oferta, mas pouca para gays e lésbicas.
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Tiago Rio já estava rendido à comida vegetariana, mas encontrou o lugar ideal para esquecer tudo e voltar ao cepticismo inicial.
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Declaração dos próprios autores: Shoot the Freak é um espectáculo defeituoso. É “uma narrativa surda”, “um musical mudo”, “um bailado coxo”, “um tableau vivant maneta”. É um espectáculo em que os criadores querem que tudo falhe.
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Eles tratam o violino por tu e ainda são menores de idade. Os Violinhos são uma orquestra de gente miúda (têm entre os 3 e os 17 anos) formada por 40 violinistas da Academia de Música de Lisboa.
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Afinal o pós-rock não morreu. Mudou apenas de nome – agora chama-se pós-metal – e ganhou um temperamento mais agitado. De resto, mantém o gosto pelas texturas, pelo “progressivo”. MusicBox Lisboa. Domingo.
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A literatura de Héctor Abad Faciolince tem raízes profundas no universo feminino. Catarina Homem Marques apanhou o escritor em Lisboa e viu que ele sabe do que está a falar: cresceu rodeado por cinco irmãs.
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Elementos essenciais à sobrevivência. É esta a ideia que Alexandra Mesquita explora ao recolher estes “Artigos Procurados”, a exposição que mostra os seus mais recentes sonhos e pensamentos.
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A próxima sessão do Cinalfama, uma espécie de cineclube que junta amantes do cinema num clube recreativo do bairro de Alfama, introduz um conceito novo e muito curioso: o “sweded movies”.
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Primeiro Alice acha que nunca esteve ali, que está a viver um sonho e basta beliscar-se para acordar. É a fase da incredulidade e da rejeição. A seguir, começa a ter uma estranha sensação...
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Grande Alface
Lojas à moda antiga
Roupa igual à nossa
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