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O homónimo disco de estreia dos Tigrala é já um dos discos portugueses do ano. E é-o sem barulho, sem pressas. Apenas com a convicção serena da música, de uma música onde cabe (quase) o mundo todo: os Exuma, os Tortoise, Pharaoh Sanders, os Andes, Lisboa, Martin Denny, Cuba, o dub, Ry Cooder. Mas – repetimos – sem alaridos.
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