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“Fetichismo e sexo, vaticínio e catástrofe, eis o que sempre se nos depara nas peças de Bernardo Santareno.” Assim falava o professor universitário brasileiro Fernando Mendonça, um dos principais estudiosos da obra de Santareno, dramaturgo nascido em Santarém em 1920, lisboeta por adopção, falecido em 29 de Agosto de 1980, faz esta semana 30 anos.
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