In Chains Desde o arranque da digressão, em Maio, que o público é recebido com o tema que também abre o último álbum, Sounds of the Universe. Uma canção longa, cinemática, de progressão lenta mas eficaz.
Wrong
O dramatismo sobe a pique com o single que abriu caminho a ...Universe. O ambiente da canção é suficientemente denso para dispensar o respectivo e aterrador (elogio) vídeo.
Hole to Feed
Prossegue o enfoque no material de ...Universe. Um tema escrito em parceria com Christian Eigner, baterista e, com 12 anos de casa, um Depeche Mode não-oficial.
Walking in My Shoes
Monumento ao negrume vindo de Songs of Faith and Devotion, o disco de 1993 que simboliza o auge do sucesso dos Depeche Mode.
It’s No Good
... E depois do sucesso (e dos excessos) há esse disco de ressaca chamado Ultra. Saiu em 1997 e este é o seu momento mais expansivo.
A Question of Time
Carrega-se no acelerador e mostram-se as raízes rock. Vem lá de trás, de 1986, de Black Celebration.
Precious
Em 2005, esta canção revelou o melhor registo da banda dos últimos 15 anos: Playing the Angel.
Fly on the Windscreen
Outra faixa de Black Celebration, em que o grupo se entusiasmava com o imaginário modernista-industrial. É a escolha menos óbvia da tour. Jezebel Martin Gore é um cantor magnífico mas reservado. Este delicado tema de ...Universe tem sido escolha habitual nesta digressão, a par de “Little Soul”.
Home
Outra outra canção entregue por Martin Gore, outro instante de calmaria, para voz e teclado. Miles Away/The Truth Is
Regressam os decibéis e o material de ...Universe. Além de Gore, David Gahan, Andy Fletcher e Eigner, os Depeche Mode ao vivo contam com Peter Gordeno nos teclados. Anda por aqui desde 1998.
Policy of Truth
Daqui até ao fim só há hits. Uma sequência que arranca com um tema de Violator (1990), o álbum central da carreira do grupo.
In Your Room
Prossegue-se na era dos Depeche-como-estrelas-rock, agora com a densidade dramática-púrpura desta canção de ...Devotion.
I Feel You
A guitarra ferrugenta abre a porta a uma canção quase inoculada pelos blues e quase messiânica. U2 quê?
Enjoy the Silence
De Violator, um monumental exemplo da depuração a que o grupo levou a synth-pop. A melhor canção dos Depeche Mode? Claro.
Never Let Me Down Again
O alinhamento “normal” do espectáculo acaba nesta celebração da vingança servida em ritmo motorizado.
Somebody
Regresso ao palco apenas com piano e a voz de Gore. Depois da vingança, a conciliação em massa.
Stripped
Outro monumento sintético extraído de Music for the Masses. O crescendo da canção continua a impressionar ao cabo de 23 anos.
Behind the Wheel
O irmão gémeo de “Never Let Me Down Again” puxa o encore para a dança.
Personal Jesus
David Gahan abre os braços, Martin Gore agarra-se à guitarra vintage, Andy Fletcher fixa os olhos nos teclados. Evangelização concluída.
Os Depeche Mode ligam os botões no Pavilhão Atlântico às 21.00 de sábado.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009

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