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Sete coisas para fazer sozinho em Lisboa

Está sozinho na cidade? Não entre em pânico, com esta lista não lhe vai faltar coisas para fazer em Lisboa.

Fotografia: Arlindo Camacho
Sugerimos sete coisas para fazer sozinho em Lisboa

Dispa o pijama, saia de casa e aproveite para passar tempo de qualidade com a pessoa mais importante da sua vida: você. Damos-lhe sete motivos para celebrar a cidade de forma ímpar sem nunca se sentir sozinho. Vale tudo menos dar de comer aos pombos (não faça isso, é deprimente).

Sete coisas para fazer em lisboa, sozinho.

umas tacadas no driving range da Academia de Golfe de Lisboa.

Atirar bolas para longe com um taco ajuda a aliviar o stress ou a melhorar o swing. Na  Academia de Golfe de Lisboa, pode fazer isso em qualquer uma das 42 saídas do driving range. Cada cesto de 24 bolas fica a 2€ e o aluguer de um taco custa 4,50€, mas se não sabe bem o que está a fazer convém ter no mínimo uma aula de experiência (10€ por 30 minutos) – a Academia tem várias aulas para quem quer aprender ou aperfeiçoar o seu golfe (o desporto, não o presente do conjuntivo do verbo “golfar”).

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Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Melhore

o seu jogo com aulas particulares de snooker.

Se não consegue ler um parágrafo até ao fim talvez precise de umas aulas particulares no renovado Snooker Club. Porquê? Porque está provado que jogar pool ou snooker melhora a concentração. Uma aula de 1h30 custa 30€ com os treinadores Henrique Correia ou Nélson Baptista, mas pode também comprar um pacote de dez aulas por 275€. As lições são adaptadas ao nível de cada aluno e ajudam também a melhorar o cálculo mental, a coordenação de movimentos e a compreensão de leis elementares da Física. Está provado também que dominar o pano verde é perfeito para causar boa impressão.

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Avenida da Liberdade

Alugue

uma bicicleta e pedale junto ao rio.

Pegue uma bicicleta na Belémbike (2,50€ por meia hora, um dia custa 10€) e das duas uma: ou percorre a ciclovia até ao Cais do Sodré, como um domingueiro clássico, desviando-se de patinadores, corredores, gaivotas e outra fauna da beira-rio: ou faça um plano mais ambicioso e vá até à Costa da Caparica apanhando boleia do cacilheiro até à Trafaria.

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Belém

Relaxe

num spa chinês.

Todo um exército de massagistas chinesas rigorosamente fardadas (e um chinês, aquisição recente) trabalha arduamente para que saia do Yang Yun Xuan, o spa chinês do número 268 da Rua da Palma, relaxado. O caminho pode ser ligeiramente doloroso – não conte com cafunés – mas o resultado é reabilitador. Aqui aplica-se mesmo a técnica tradicional chinesa, e isso significa pressionar energicamente o corpinho todo. Pode apostar apenas em zonas específicas, como os pés (reflexologia, 40 minutos, 30€) ou as costas e ombros (35 minutos, 30 €), optar pelo tratamento completo (a massagem de corpo inteiro dura 60 minutos e custa 50€), ou escolher a terapia Tui-na. A clientela é maioritariamente composta por chineses, mas o senhor Xiang e a sua mulher recebem muito bem os portugueses. Está aberto das 10.30 às 23.00 horas e facilmente se consegue vaga sem marcar com antecedência.

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Intendente

Conheça

amigos de duas e quatro patas no jardim do Campo Grande.

Só funciona se tiver um cão, claro. Vá com o seu mais que tudo para o dog park e prepare-se para conversas entusiasmadas sobre como a marca X de ração influencia a consistência das fezes dos cachorros. Mas fora de brincadeiras, não há melhor desbloqueador de conversa do que um bom canino. Os vampiros que o digam.

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Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Aproveite

a mesa corrida do Pistola Y Corazón.

Se a proximidade com o vizinho do lado não resultar, se a necessidade de meter conversa para pedir o molho não quebrar o gelo, se o convívio na fila de espera não chegar, então as margaritas vão tratar do resto. O difícil mesmo é sair deste restaurante mexicano sem fazer conversa com pelo menos uma pessoa para além dos empregados.

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Cais do Sodré

E insista

com a mesma técnica no La Puttana.

Vai comer essa pizza toda sozinho? Se calhar não. Sobretudo se se sentar nestes bancos e mesas corridas em pleno Cais do Sodré, depois da meia-noite. É que nos dias de maior movimento (de quinta a sábado) a pizzaria do chefe Nuno Bergonse fecha às 02.00 e enche-se de noctívagos famintos que, pelo adiantado da hora e contexto geográfico, estão predispostos a fazer conversa.

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Cais do Sodré

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