25 filmes românticos para receber a Primavera

A Primavera chegou e não há melhor maneira de a receber do que com uma braçada de filmes românticos, sejam clássicos antigos ou sucessos recentes, com finais felizes ou tristes
The Bridges of Madison County, best and worst Clint Eastwood movies
Por Eurico de Barros |
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Rodados em Hollywood ou em vários países europeus, na China do pós-guerra ou em Hong Kong, estes 25 filmes têm em comum estar subordinados ao tema do amor e contarem histórias dramáticas, cómicas ou trágicas sobre paixões em diferentes épocas 

25 filmes românticos para receber a Primavera

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‘Cais das Brumas’, de Marcel Carné (1938)

Escrito por Jacques Prévert com base no livro de Pierre McOrlan, este filme de Marcel Carné é um expoente do realismo poético francês. O grande Jean Gabin e a belíssima Michèle Morgan interpretam o casal de apaixonados que o destino junta como que apenas para depois contrariar, entre o frio e o nevoeiro do porto do Havre nesta fita melancólica, atmosférica e, finalmente, trágica.

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‘E Tudo o Vento Levou’, de Victor Fleming (1939) –

O que seria desta epopeia de época se não fosse a complicada, ardente e acidentada história de amor entre a Scarlett O’Hara de Vivien Leigh e o Rhett Butler de Clark Gable que a atravessa? Isto sem falar nos subenredos românticos que percorrem toda a história, envolvendo Scarlett e também várias outras personagens principais. O vento levou muita coisa, mas não o romance.

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'A Loja da Esquina’, de Ernst Lubitsch (1940)

Esta comédia romântica é uma das obras-primas de mestre Lubitsch, ambientada em Budapeste. James Stewart e Margaret Sullavan interpretam dois empregados da mesma loja de artigos em pele que não se podem ver um ao outro, mas não sabem que são correspondentes anónimos cuja amizade e admiração um pelo outro, expressa por via epistolar, se está a transformar em amor.

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‘Breve Encontro’, de David Lean (1945)

Uma mulher casada e insatisfeita, um homem solteiro, uma relação adúltera, uma estação de comboios, um encontro marcado para um discreto e derradeiro adeus. A Inglaterra a preto e branco do pós-guerra imediato é o cenário para este filme púdico, delicado e dolorosamente realista de David Lean, interpretado por Celia Johnson e Trevor Howard e baseado numa peça de Noel Coward.

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‘O Fantasma Apaixonado’, de Joseph L. Mankiewicz (1947)

O amor também pode ser, literalmente, uma coisa do outro mundo. Que o diga Lucy Muir (Gene Tierney), a jovem viúva protagonista desta fantasmagoria romântica passada em Inglaterra. Após a morte do marido, Lucy muda-se para uma casa à beira-mar, constata que ela é assombrada pelo antigo dono, o capitão Gregg (Rex Harrison), e mulher e fantasma apaixonam-se.

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‘Primavera Numa Cidade Pequena’, de Mu Fei (1948)

Realizado pouco depois da vitória do comunismo na China, e fazendo apenas referências de passagem aos acontecimentos da época, este soberbo drama romântico foi classificado de “direitista” e “reaccionário”, mas “reabilitado” nos anos 80. Uma dona de casa que vive numa cidadezinha chinesa com um marido inválido vê a sua rotina alterada quando o seu primeiro amor, um médico que habita em Xangai, volta a casa em férias.

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'Férias em Roma’, de William Wyler (1953)

Roma no Verão, Audrey Hepburn numa princesa europeia enfadada com o seu dia-a-dia de horários rígidos e compromissos oficiais e que foge ao seu séquito, Gregory Peck no repórter americano que a encontra na rua sem saber quem é e a leva a passear. Um clássico absoluto da comédia romântica, assinado por William Wyler e com um par de protagonistas em sintonia mais que perfeita.

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‘Tudo o que o Céu Permite’, de Douglas Sirk (1955)

O amor salta por cima das diferenças sociais e da idade, como demonstra Douglas Sirk neste melodrama com a sua inconfundível assinatura. Cary (Jane Wyman) é uma viúva afluente e sofisticada que vive na Nova Inglaterra, Ron (Rock Hudson) o seu jovem, afável e inteligente jardineiro. O amor surge entre ambos, mas as pressões sociais e dos filhos de Cary são fortes e insistentes.

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‘Um Verão Violento’, de Valerio Zurlini (1959)

Jean-Louis Trintignant e Eleonora Rossi Drago interpretam o casal de amantes deste filme de Valerio Zurlini, passado em Itália, durante a II Guerra Mundial e a remoção de Mussolini do poder. Ele é o filho de um dignitário do regime , ela é a viúva de um oficial da marinha, e mais velha que ele. Encontram-se numa estância balnear e acabam por se apaixonar, mas vivem-se tempos perigosos e imprevisíveis.

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‘Esplendor na Relva’, de Elia Kazan (1961)

Warren Beatty e Natalie Wood protagonizam este agitado, lírico e dilacerante drama romântico, passado na América rural de finais dos anos 20. Elia Kazan mostra que o amor entre jovens pode alcançar os mesmos píncaros de intensidade, perturbação íntima e sofrimento que o amor entre adultos, e Beatty e Wood são inesquecíveis. O título refere-se a um poema de Wordsworth.

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