Sete grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

É difícil de acreditar, mas cineastas da estatura de Alfred Hitchcock, Charlie Chaplin, Orson Welles ou Stanley Kubrick nunca ganharam o Óscar de Melhor Realizador
Hitchcock, más allá del suspense
Por Eurico de Barros |
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Nem sempre os melhores realizadores são aqueles que ganham Óscares, e já por muitas vezes as estatuetas de Hollywood desta categoria foram parar às mãos erradas, deixando de mãos a abanar quem as merecia.

Sete grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

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Charlie Chaplin

Charlot tinha três Óscares em casa, mas nenhum era de Melhor Realizador. Recebeu um Honorário por O Circo (1928), outro pela Melhor Banda Sonora de Luzes da Ribalta (1973), partilhado com os outros dois compositores da música do filme (que é de 1952, mas só se estreou em Los Angeles em 1972), e mais um Honorário (1972).


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Buster Keaton

Se é verdade que boa parte da carreira do genial actor e realizador decorreu antes da criação dos Óscares de Hollywood, também é verdade que só em 1960, já Buster Keaton tinha deixado de realizar há alguns anos e apenas aparecia como intérprete em filmes de colegas seus, é que a Academia decidiu atribuir-lhe um Óscar Honorário.

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Orson Welles

Também tinha um Óscar em casa, o de Melhor Argumento, partilhado em 1942 por O Mundo a seus Pés com Herman J. Mankiewicz, e tendo aliás perdido os de Melhor Realizador e Actor para o mesmo filme. Welles, tal como Chaplin, também acabou por ter uma estatueta de consolação, o Óscar Honorário atribuído em 1971.


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Howard Hawks

Outro caso escandaloso na história da Academia de Hollywood. Não só Hawks apenas recebeu o inevitável Óscar Honorário (em 1975) como só foi nomeado para a estatueta de Melhor Realizador apenas uma vez, por Sargento York, em 1942. E se havia tanto filme para o ter nomeado, entre os muitos e magníficos que realizou, de comédias a westerns e policiais.


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Alfred Hitchcock

Não foi por falta de ser indicado que o mestre do suspense nunca ganhou um Óscar. Foi-o por cinco vezes, em 1941 (Rebecca), 1945 (Um Barco e Quatro Destinos), 1946 (A Casa Encantada), 1955 (Janela Indiscreta) e 1961 (Psico). Em 1968, acabaram por dar-lhe o Prémio Irving Thalberg. Fraca compensação.


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Ernst Lubitsch

O homem que criou o “Lubitsch touch” foi nomeado para os Óscares por três vezes ao longo da sua carreira. Em 1930 (Parada do Amor e O Patriota, este um filme de 1928, ano em que não houve indicações oficiais) e 1944 (O Céu Pode Esperar), mas saiu sempre de mãos a abanar. Em 1947, ano da sua morte, lá lhe entregaram um Óscar Honorário. 


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Stanley Kubrick

Tal como Alfred Hitchcock, também Stanley Kubrick foi nomeado várias vezes para Melhor Realizador. Em 1965 (Doutor Estranhoamor), 1969 (2001: Odisseia no Espaço), 1972 (Laranja Mecânica) e 1976 (Barry Lyndon). Mas o único Óscar que ganhou foi o dos Efeitos Visuais, por 2001: Odisseia no Espaço. Não o foi receber.  


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