Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes baratos em Lisboa

Os melhores restaurantes baratos em Lisboa

Os melhores restaurantes baratos em Lisboa não vão decepcionar a barriga nem a carteira de ninguém

Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Comer fora é caro, que o digam as marmitas e o fim do mês. Restam uns quantos achados que cumprem os requisitos quando chega o prato à mesa mas também quando chega a hora da dolorosa. Para rebolar rua fora de barriga cheia em dias de festa, para intervalos de almoço em dias de trabalho e para jantar antes de seguir com a noite, damos-lhe 20 restaurantes baratos em Lisboa. Entre tascas, petiscos, cozinha africana, sul-americana, chinesa, italiana e israelita, calculamos que não vá passar os dez euros. Os 13, vá.

Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros

Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco

Pratos do Mi dai
Fotografia: Ricardo Dias Felner
Restaurantes, Chinês

Mi Dai

icon-location-pin Martim Moniz

Fica no número sete da Calçada da Mouraria, não tem nome à porta e é conhecido entre os frequentadores da zona como a “cantina chinesa”. O modus operandi para fazer o pedido assemelha-se, de facto, ao de um exemplar da espécie. Entra, dirige-se ao balcão do fundo, aponta para os ingredientes que quer e vê-os serem levados dali para o wok, de onde saem perfumados a alho, gengibre e pimentas – peça o arroz branco para acompanhar. Há ainda sopas de noodles para sorver e sair de barriga cheia e quentinha.

A Time Out diz
Mr lu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Chinês

Mr. Lu

icon-location-pin Lisboa

Tudo começou num chinês clandestino na Rua do Benformoso, mas há três anos Zhiaming Lu, o Mr. Lu, ganhou um restaurante a sério. A carta mantém-se intacta e com todos os pratos que lhe deram fama e clientes (tanto chineses como portugueses) – da carne de porco picante e dos camarões com amendoins, às pernas de rã fritas. Também há boas massas de arroz salteadas, espetadas, raviólis chineses fritos e bolinhos de camarão a vapor, entre outras iguarias.

A Time Out diz
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Panda Cantina
©Duarte Drago
Restaurantes, Chinês

Panda Cantina

icon-location-pin Baixa Pombalina

Nesta cantina, com uma mesa corrida e uns quantos lugares ao balcão, serve-se comida de conforto asiática. E é o sítio ideal para uma refeição rápida, barata e descontraída, num espaço decorado com personalidade. No menu há três tipos de ramen (7,90€): o de carne de vaca, o de carne de porco ou o de tofu panado, todos eles com bons noodles
 e sem molhos nem pós instantâneos. Aos almoços há um menu com uma das sopas, bebida e sobremesa por 9,80€.

A Time Out diz
clandestino n12
Fotografia: RDF
Restaurantes, Chinês

Pangzi

icon-location-pin Martim Moniz

Mesmo ao lado do supermercado chinês Hua Ta Li, no Martim Moniz, estão alguns dos melhores tigelões de sopas de noodles chineses da cidade. A massa é feita na casa e o caldo tem um sabor profundo a osso e especiarias. Há várias modalidades, todas entre os 5€ e os 6€, mas nós sugerimos a clássica de porco, com um pedaço de entrecosto assado imerso, a desfazer-se, ou a de noodles de batata doce, bem picante e guarnecida com amendoins. Suba as escadas até ao primeiro andar e quando vir um cabeleireiro, chegou ao seu destino.

A Time Out diz
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A Provinciana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Provinciana

icon-location-pin Santa Maria Maior

Há uns 50 relógios na sala e são todos obra do Sr. Américo Fernandes, à frente desta casa desde 1988, depois de a ter comprado aos galegos que a fundaram em 1930. Repare-se que o tema das pipas domina e a razão é simples: o pai de Américo fazia-as em Castro d’Aire, e Américo, que sempre gostou de trabalhar madeira, aproveita-as para os trabalhos mais complexos. Na sala está a filha Carla, a tornar o serviço rápido e simpático, e na cozinha, a mulher, Judite, com mão para tudo o que aqui se serve em doses individuais certeiras em proporções e tempero. Cabidela à segunda, chanfana à terça e pernil à quarta, tudo em doses que rondam os cinco euros.

A Time Out diz
Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mediterrâneo

Tantura

icon-location-pin Bairro Alto

É o nome de uma pequena aldeia a norte de Telavive e de um restaurante israelita no Bairro Alto. Elad e Itamar são os responsáveis por uma cozinha que junta influências do Norte de África, Médio Oriente e Sul da Europa, mas que não se esgota no hummus. Têm, por exemplo, uma secção da carta dedicada à shakshuka, o típico prato comido pelos israelitas de manhã e que está destinado a fazer o almoço do lisboeta: um molho de tomate de tempero complexo, com ovos escalfados e vegetais por cerca de oito euros. Há ainda uma série de pitas com pão caseiro feito em forno de lenha e vários petiscos. Marque mesa que esta casa, aberta no Verão de 2017, tornou-se muito popular.

A Time Out diz
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Tasca do Gordo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Tasca do Gordo

icon-location-pin Belém

As romarias a esta barateza de Pedrouços entopem o restaurante à hora do almoço, por isso chegue cedo. Assim que se entra – cuidado com o degrau 
– vê-se logo o topo das paredes forradas a cachecóis vermelhos com toques aqui e ali de um branco e verde do Rio Ave ou de um azul do Belenenses. Essa primeira sala é só a entrada para um tasco cheio de potencialidades, com o expoente máximo no terraço das traseiras, com direito a umas quantas árvores e espaço para as corridas dos miúdos. Isto enquanto os pais resolvem uma dose de dobrada com feijão branco bem apurada, a especialidade por que é conhecida esta casa em Pedrouços. Não diga que não ao pernil.

templo hindu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Indiano

Templo Hindu Radha Krishna

icon-location-pin Lumiar

Comer bem por pouco. A cantina do Templo Hindu segue esta máxima com um regime buffet de gastronomia indiana e serve almoços por 8€ e jantares por 10€. Os pratos mudam todos os dias e não há ementa que lhe dê espaço para indecisões. Também não há álcool, nem faca e garfo, coisa sem importância uma vez que o roti (pão indiano) serve de talher. Nesta cozinha, onde não entra carne, peixe nem ovos – alegria para os vegetarianos – há sempre sopa, arroz branco e leguminosas, que acompanham os pratos principais, normalmente um dhal e dois guisados.

A Time Out diz
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Tendinha do Rossio
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Tendinha do Rossio

icon-location-pin Baixa Pombalina

Para petiscos rápidos, variados e alfacinhas, há a Tendinha, que é “como se fosse uma família”, garante Alfredo Gramaça, que trabalha na tasca do Rossio há 20 anos. O espaço é a mesmo “há uns 100 anos”, mas a localização turística fez com que as opções crescessem – além das sandes de panado e das bifanas grelhadas no pão, há agora também sandes de bacalhau. Juntam-se ao leque de opções os rissóis
 de leitão, de camarão, pastéis de bacalhau e croquetes para comer nas mesas junto à parede ou ao balcão com um copinho de vinho a acompanhar. 

A Time Out diz
Restaurante Zé da Mouraria
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Zé da Mouraria

icon-location-pin Martim Moniz

Não há nenhum Zé no Zé da Mouraria. Há um Virgílio, minhoto de origem, que abriu o restaurante mais popular do bairro há quase 20 anos, no mesmo sítio onde um galego teve uma casa de grelhados de nome Zé dos Grelhados. Esclarecimentos feitos, resta dizer que a casa tem um bacalhau assado com fama além-fronteiras, cujo segredo é usar postas altas, tirar as espinhas e juntar-lhes grão do bom, azeite e batata assada. Tem também uns bifinhos de novilho ao alho que são de perder a cabeça, óptimos chocos ao alhinho e iscas com batata no forno como já vai custando encontrar. Como ao jantar está fechado, vá em direcção ao Zé da Mouraria II, junto ao Campo Mártires da Pátria.

A Time Out diz

Outros restaurantes em Lisboa

Boi Cavalo - Cozido de Pato
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes em Alfama

A subida vai ser recompensada, prometemos. E aqui o que interessa é a viagem, já que no caminho vai encontrar tascas, comida de autor, fado que não engana nem turistas nem lisboetas e boa comida portuguesa. Alfama é liiiiiinda.

L'Éclair - Vários Éclair
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores restaurantes no Saldanha para comer de manhã à noite

Pastelarias para as manhãs, restaurantes onde o prato do dia é a estrela e outros para ocasiões especiais. Para uma viagem ao passado, para o melhor éclair da cidade ou para comer à barra, já depois da meia-noite. Seguindo este roteiro pelos melhores restaurantes no Saldanha consegue isto tudo e nem precisa de se levantar cedo, que há uns quantos brunchs.

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