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Fundação de Serralves

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A Time Out diz

O Museu de Serralves foi projectado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira, em 1991. Em 1999 foi inaugurado o novo edifício, que se mistura na perfeição com o Parque e com a Casa de Serralves. Além das exposições itinerantes, há muitas outras permanentes e isso faz com que Serralves seja uma boa ideia em qualquer altura do ano.

Detalhes

Endereço
Rua D. João de Castro, 210
Porto
4150-417
Horário
Todos os dias 10.00-19.00

Novidades

Alice Neel: Beautifully Imperfect

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves acolhe Alice Neel: Beautifully Imperfect, a primeira grande exposição dedicada à artista norte-americana em Portugal e a maior retrospectiva alguma vez feita na Europa. Reúne cerca de 90 obras, acompanhadas por documentação do arquivo da pintora e também uma homenagem especial. Entre as suas obras mais conhecidas encontram-se o retrato de Andy Warhol (1970), onde o artista surge de tronco nu, revelando as cicatrizes deixadas pelo atentado de que foi vítima; e Autorretrato ("Self-Portrait", 1980), em que se pintou nua aos 80 anos, e é considerada um ícone da história da arte feminista.
  • Pintura

Lee Ufan: Fragmentos do Infinito

Na sua primeira grande exposição em Portugal, Lee Ufan, histórico pintor e escultor nascido na Coreia do Sul, traz "Fragmentos do Infinito" à Casa e ao Parque de Serralves. A exposição, que poderá ser visitada até Março de 2027 e que conta com a curadoria de Philippe Vergne, mostra uma abordagem inovadora entre a paisagem natural e o espaço arquitectónico, propondo uma reflexão sobre a arte com tudo o que está à sua volta: as relações entre interior e exterior, objecto e paisagem. Ao longo de todo o parque, e estrategicamente colocadas, estão três esculturas do artista plástico que criam encontros directos entre pedra, aço e o ambiente envolvente. Já dentro da Casa de Serralves há três esculturas e quatro "pinturas meditativas" de Lee Ufan, incluindo uma pintura na parede que o artista concebeu especificamente para este espaço. Nascido em 1936, Lee Ufan tornou-se uma figura central do movimento artístico japonês Mono-ha ("Escola das Coisas"), surgido no Japão nos anos 60 e 70. Este movimento defende que o foco da arte contemporânea não deve ser a representação, mas sim o encontro directo entre materiais, espaço e espectador, utilizando objectos brutos e não transformados, como pedra, madeira, metal e vidro.

O Museu Como Performance

A dança, o som, a poesia e as artes plásticas vão invadir os diversos espaços do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, com uma série de propostas artísticas que utilizam o corpo e o som como ferramentas de transformação e questionamento. O “Museu como Performance”, um dos encontros mais importantes para a performance contemporânea em Portugal, está de regresso no fim-de-semana de 7 e 8 de Novembro, com uma dezena de artistas que vão desafiar as fronteiras dos espaços de Serralves e transformá-los numa paisagem de criação, experimentação e diálogo.
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