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Sete projectos e movimentos no Porto que ajudam o planeta
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As 16 melhores lojas no Porto
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Se acha que já viu tudo, desengane-se. A partir desta terça-feira, às 16.00, vai encontrar uma pá eólica gigante, com 41 metros de comprimento e 8,2...

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Tudo começou há três anos, em Lisboa, quando Mário Batista, da The Bottle Affair, e Paulo Amado, director da Edições do Gosto, decidiram criar uma semana...

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Rui Veloso sobe ao palco do renovado Super Bock Arena-Pavilhão Rosa Mota no dia 14 de Dezembro, às 22.00, para um concerto especial de Natal. O cantor...

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Sem ter de cultivar as nossas próprias uvas. Por outras palavras, inventar um vinho como se faz nas Les Caves du Louvre, em Paris. Consta que em tempos houve...

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Se é guloso, leia o que se segue: há uma nova marca de salames de chocolate artesanais que o vai deixar viciado. A ideia surgiu por acaso, quando Catarina...

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O restaurante Sagardi Cozinheiros Bascos, que acaba de abrir a dois passos da Ribeira, pertence ao grupo Sagardi (que também dirige o Vinum, em Vila Nova de...

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Adoptar um troço de um rio pode, à primeira vista, parecer uma ideia estranha, mas, em Lousada, já se tornou familiar. Pelo menos para cerca de 300 pessoas...

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Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Se o leitor não vai ao Japão, o Japão vem até si. Nos dias 12 e 13 de Outubro, o país do sol...

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O Flamenco Atlântico, projecto que assume a missão cultural de criar, produzir e promover a música e a dança andaluza de origem cigana, surgiu em 2008 em...

Aquaporto regressa para sensibilizar miúdos e graúdos para a preservação da água
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O “Planeta Água” é o foco de mais uma edição do Aquaporto 2019, que está de volta à cidade entre os dias 11 e 13 de Outubro. Ciência, animação e cultura são...

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Coisas para fazer no Porto

Os melhores miradouros no Porto
Coisas para fazer Os melhores miradouros no Porto

O Porto está cheio de paisagens deslumbrantes e de lugares onde ficar deslumbrado elas. Vá em passeio pela cidade e alimente o olhar, a alma e o seu feed do Instagram com esta lista dos melhores miradouros no Porto. É um plano infalível para aproveitar o bom tempo. 

Prince como nunca visto
Música Prince como nunca visto

Pela altura em que se conheceram, em 1988, Prince estava a lançar Lovesexy, álbum em que posava nu para a capa. Um exibicionismo que, como o ilustrador e fotógrafo Steve Parke rapidamente terá percebido, foi uma espécie de mise en scène que não podia ser separada do todo da sua arte e da complexa persona que criou para si. Durante os 13 anos seguintes, até à alvorada dos anos 2000, Parke trabalhou como director de arte do músico, cuidou de grande parte dessa imagem pública que Prince controlava milimetricamente. Assinou várias outras capas de álbuns (Graffiti Bridge, The Gold Experience, Rave Un2 the Joy Fantastic), decorou até Paisley Park, a sua mítica casa/estúdio no Minnesota, e sobretudo teve oportunidade de o fotografar numa intimidade a que poucos tiveram acesso. É essa experiência que nos é revelada na notável exposição Prince: As Never Seen Before, patente até Novembro no ArrábidaShopping.

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16 espaços dois em um no Porto
Coisas para fazer 16 espaços dois em um no Porto

Uma garagem onde se vai comprar um capacete e se acaba a cortar o cabelo, uma gelataria onde além de se comerem gelados também é possível praticar ioga, ou um café onde se lancha e faz festinhas a gatos. Estes são apenas três dos 13 espaços dois em um no Porto que vai encontrar nesta lista. Falamos-lhe de verdadeiros troca-tintas, mas sempre no melhor dos sentidos, já que lhe apresentam o melhor de dois mundos. E pelo que parece, a proliferação destes sítios multifacetados é uma tendência que veio para ficar. Recomendado: As melhores lojas alternativas no Porto

Um imenso "Amor Minhoto" no Estação Viana
Arte Um imenso "Amor Minhoto" no Estação Viana

A cidade tem mar, rio e montanha, boa gastronomia, património histórico e lojas singulares, muita cultura e tradição. Tem dezenas de motivos que nos levam a voltar uma e outra vez, da Romaria da Senhora da Agonia às bolas de Berlim da Confeitaria Natário. Há muito coração em Viana do Castelo e é isso mesmo que o Pulsar Viana pretende celebrar. Ao longo de quatro meses, o evento organizado pelo Estação Viana Shopping promove manifestações culturais e artísticas que são expressão da identidade cultural regional, com um vasto programa que inclui exposições, instalações, oficinas e workshops. “Amor Minhoto”, a maior peça de arte pública em impressão 3D alguma vez produzida em Portugal, é a mais recente produção nascida desta iniciativa.  O lema “Viana é amor” serviu de inspiração à instalação da autoria de Pedro Amaral Ribeiro. Uma criação que interliga escultura, pintura, arquitectura e música, e integra ainda trabalho com luz e a tecnologia. O resultado está em exibição até dia 30 de Outubro no Estação Viana Shopping e é impressionante. Para perceber a dimensão da obra saiba que, para a erguer, foram necessárias 2500 horas de impressão 3D, 4648 LED e 350 metros de cabos eléctricos.  A instalação tem como figura central o símbolo da capital minhota - um coração - onde se vê um homem e uma mulher, vestidos a rigor com o traje regional. O cenário fica completo com um painel de 356 cubos 3D retro iluminados e coloridos com fotografias icónicas da cidade, dos fotógrafos Rui Carval

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Os melhores sítios pet-friendly no Porto
Coisas para fazer Os melhores sítios pet-friendly no Porto

Sair de casa com o seu animal de estimação não tem de ser uma dor de cabeça. Espaços abertos como parques e jardins ou esplanadas são uma boa opção, mas desde que entrou em vigor a lei que permite a entrada dos nossos melhores amigos em restaurantes, os sítios pet-friendly têm vindo a aumentar. Passar a noite num hotel, abastecer a despensa ou o armário, almoçar e jantar num restaurante, passear no centro comercial ou estender a toalha na praia. Não sabe o que fazer quando estiver com o seu animal de estimação? Espreite esta lista com os melhores sítios pet-friendly no Porto. Recomendado: Os melhores parques e jardins no Porto

Dez coisas para fazer no Porto até 5€
Coisas para fazer Dez coisas para fazer no Porto até 5€

A vida está cara, bem sabemos, mas com um pouco de astúcia e curiosidade é fácil contornar os obstáculos monetários e descobrir coisas baratas para fazer no Porto. Aqui tem uma lista com dez coisas para fazer no Porto até 5€. Algumas nem custam tanto e outras até são de graça. E temos de tudo um pouco, desde sugestões de passeios, museus, sítios para comer, mercados e livrarias. A felicidade não tem preço, como se costuma dizer, mas neste caso é uma pechincha. Não diga que vai daqui mal servido.  Recomendado: Coisas para fazer no Porto em Agosto

31 coisas incríveis para fazer no Porto
Coisas para fazer 31 coisas incríveis para fazer no Porto

Somos absolutamente apaixonados por esta cidade. Pelas suas ruas estreitas e casas coloridas, pelos seus miradouros com vistas de cortar a respiração, pelas suas galerias cheias de arte antiga e contemporânea, pelos seus jardins e museus, e pelos seus restaurantes com comida tradicional ou do mundo. A Invicta é uma caixinha de surpresas, mas estas nem sempre se revelam ao primeiro olhar. É preciso descobri-las. Para que nada lhe escape, aqui tem uma lista com 31 coisas incríveis para fazer no Porto. Leia-a com atenção e partilhe-a com quem mais gosta. Fez alguma coisa desta lista que tenha adorado? Pode partilhá-la no hashtag #TimeOutDoList e taggar @TimeOutEverywhere. Sabe como é que a Time Out selecciona as melhores coisas para fazer no mundo inteiro? Espreite aqui.

Os melhores museus no Porto
Coisas para fazer Os melhores museus no Porto

A oferta cultural portuense é vasta, apesar de, por vezes, escapar ao radar dos mais distraídos. E no que diz respeito a museus, não podíamos estar melhor servidos, já que a quantidade e a qualidade falam por si só. Estão espalhados por todos os recantos da Invicta e há para todos os gostos e épocas, da escultura à imprensa, e do futebol à pintura, pelo que visitá-los devia ser instituído como uma disciplina obrigatória nas escolas do país ou como programa não-facultativo aos fins-de-semana. Para lhe facilitar a vida, preparámos-lhe o roteiro dos melhores museus do Porto, para (re)descobrir a História e as estórias que conservam. Recomendado: As melhores livrarias no Porto

Por um dia, o melhor do Porto vai estar em promoção
Notícias Por um dia, o melhor do Porto vai estar em promoção

8 de outubro é Dia do Negócio Próprio da Makro. Nesta data, com o apoio da empresa grossista, alguns dos melhores cafés e restaurantes da cidade vão ter ofertas especiais à sua espera. Traçamos-lhes um roteiro para sair à rua e desfrutar do Porto.   É uma espécie de efeito dominó. Quando a melhor empresa grossista oferece uma grande oportunidade aos seus clientes, quem ganha são os clientes deles. O mesmo é dizer, você. No Dia do Negócio próprio, a Makro tem condições especiais para os melhores cafés e restaurantes do Porto, que por sua vez aproveitam para criar promoções especiais para si. Para ter uma ideia, eis um roteiro possível com algumas das ofertas que vão estar à sua espera um pouco por toda a cidade. Cortesia da Makro. Comecemos lá em cima, por Paranhos, onde terá surpresas à sua espera n’O Pombeiro, (Rua Capitão Pombeiro, 218), um clássico da gastronomia portuense onde não deve deixar escapar a francesinha em massa folhada. Um pouco adiante, junto ao Dragão, no emblemático Café Velasquez, também se aconselham as francesinhas e o famoso prego do lombo. (Praça Doutor Francisco Sá Carneiro, 30).     Cervejaria Safra   Sigamos para a Baixa. Na rua com mais movida, aponte caminho à Cervejaria Safra, paragem obrigatória para as moelas, polvo à galega ou sandes de pernil (Rua Galerias de Paris, 67). Mais abaixo ainda (Rua de Miragaia, 54), tem ofertas à espera na Backson's Fine Burgers and Mussel - o nome fala por si. Mas há mais. Siga à descoberta do Cozzza

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Os workshops no Porto para marcar na agenda
Coisas para fazer Os workshops no Porto para marcar na agenda

Para quem tem bichos-carpinteiros e gosta de aprender coisas novas, nada melhor do que pôr as mãos à obra. Aqui tem uma lista com três workshops no Porto para marcar na agenda onde pode, por exemplo, aprender a pintar com tinta-da-china. Se quiser tornar-se um cozinheiro de mão cheia, aventure-se no mundo das pizzas e aprenda a fazê-las como um verdadeiro pizzaiolo. Se quiser uma opção mais saudável, pode sempre optar por aprender a preparar um menu completo de brunch. Está tudo nesta lista, agora é só escolher. Recomendado: Coisas para fazer no Porto em Março

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Comer & Beber

As melhores cervejarias no Porto
Restaurantes As melhores cervejarias no Porto

Com mais ou menos história, ao almoço, ao jantar ou fora de horas, nas melhores cervejarias no Porto estão garantidas refeições de alto nível. Francesinhas, como as que são servidas na clássica Cervejaria Galiza e na Cervejaria Diu; marisco, muito fresco que encontra tanto na casa mãe da Brasão Cervejaria como no novo espaço, perto do Coliseu; e uma infinidade de pregos e petiscos acompanhados de finos bem tirados são só algumas das coisas que lhe servem por estas bandas. Se já não se recorda da última vez que entrou em alguns destes espaços, então está na hora de reunir a família e os amigos. Bom apetite. Recomendado: Os melhores bares de cerveja no Porto

Os 20 melhores restaurantes com esplanada no Porto
Restaurantes Os 20 melhores restaurantes com esplanada no Porto

Quando está bom tempo ninguém gosta de estar fechado entre quatro paredes, seja em casa ou no escritório, por isso, sugerimos que aproveite os dias de sol e vá almoçar aos melhores restaurantes com esplanada no Porto. Enquanto desfruta de boa comida, pode fazer a fotossíntese necessária depois de tanta espera pelo Verão. E, em alguns casos, ainda pode ter como bónus uma vista privilegiada para a azáfama do centro da cidade ou para postais vivos, como a zona ribeirinha. Nesta lista apresentamos-lhe restaurantes com menus diferentes e para todos os gostos, que vão dos petiscos à cozinha internacional. Aproveite. Recomendado: Os melhores parques e jardins no Porto 

Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco no Porto
Restaurantes Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco no Porto

Não há nada como prato farto, comida genuína e boa bebida a acompanhar uma refeição que sai por meia dúzia de tostões. No Porto há vários restaurantes onde pode encher a barriga sem esvaziar a carteira. Se tem amor à comida, mas também tem ao dinheiro, passe os olhos pela lista que preparámos para si com o melhor dos dois mundos. Depois, junte um grupo de amigos ou reúna a família em torno da mesa e encha a barriga com comida de verdade. Um fartote que lhe vai ficar por uma pechincha. Bom proveito. Recomendado: Coisas grátis para fazer no Porto

As melhores panquecas no Porto
Restaurantes As melhores panquecas no Porto

Tornaram-se moda nos brunches, mas não podem nem devem ficar confinadas a uma só refeição. Ao pequeno-almoço, almoço (sim, há panquecas salgadas), num brunch ou ao lanche, há panquecas incríveis para provar por toda a cidade, seja em locais já consagrados como O Diplomata, na Baixa, ou outros mais recentes, como o Nicolau, que acaba de chegar à cidade. À mesa, chegam-lhe em doses que variam de acordo com o sítio e a sua fome. Para as completar, há toppings para todos os gostos, desde fruta da época, a mel, M&M's, leite condensado, caramelo e granola. Recomendado: Três sítios para comer pavlova no Porto

10 bons restaurantes até 40€ no Porto
Restaurantes 10 bons restaurantes até 40€ no Porto

Um dia não são dias. Se quer comer bem e está disposto a pagar, então aposte seguro num destes 10 restaurantes até 40€ no Porto. Como é sempre bom partilhar, o melhor é levar companhia para provar pratos que são tão bonitos quanto saborosos. Pode viajar à mesa para países longínquos com comida do mundo ou, se preferir, deliciar-se com belos pratos de carne, mais tradicionais ou com novas interpretações dos chefs. A escolha é sua. A lista é farta, por isso, não a perca de vista. Bom apetite. Recomendado: 10 restaurantes no Porto até 20€

Os melhores pratos de caril no Porto
Restaurantes Os melhores pratos de caril no Porto

Se está cansado dos temperos habituais e quer apimentar um pouco mais a sua vida, pegue nesta lista com os melhores pratos de caril no Porto. Há opções para todos os gostos. Mais ou menos picantes, com ingredientes como barriga de porco, camarão Black Tiger, lentilhas, caranguejo, ananás, beringela, curgete ou couve-flor. Saiba que também reunimos muitas versões dos vários cantos do mundo — do caril japonês ao caril da Malásia, passando, claro, pelo caril indiano e pelo moçambicano. Leia este artigo de uma ponta a outra e embarque numa viagem de sabores.  Recomendado: Os 15 melhores restaurantes do mundo no Porto

Três sítios para comer cozido à portuguesa no Porto
Restaurantes Três sítios para comer cozido à portuguesa no Porto

Apetece-lhe um prato farto, cheio de sabor e com ingredientes de alta qualidade? E qual é que preenche todos estes requisitos, qual é? O cozido à portuguesa, obviamente, um dos maiores clássicos da nossa gastronomia. Como encontrar um bom cozido pode ser uma tarefa difícil, nós decidimos dar-lhe uma ajudinha e fizemos-lhe esta lista com três sítios para comer cozido à portuguesa no Porto. Todos eles restaurantes bem tradicionais, cada um com a sua versão do prato, onde se vai poder deliciar com uma variedade de carnes, legumes, mas também de enchidos. Dica: vá com apetite e leve companhia. Recomendados: Os melhores restaurantes de comida tradicional no Porto

As 12 melhores tascas no Porto
Restaurantes As 12 melhores tascas no Porto

Há dias em que apetece abusar do sal e da gordura e deixar os vegetais na gaveta do frigorífico. Quando isto acontece, o melhor é não contrariar a sua vontade e dirigir-se até uma das 12 melhores tascas no Porto. Nestes espaços a tradição mantém-se e come-se bem e barato. Seja ao almoço, a meio da tarde ou no fim de um dia de trabalho, peça um fino e deixe que os petiscos se acomodem no estômago. Só mais uma coisa: se a sua dieta não aguentar este artigo, a culpa não é nossa.  Recomendado: Dez restaurantes com menus de almoço no Porto a menos de 10€

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Hotéis e escapadinhas no Porto

Escapadinhas: 37 razões para visitar o Gerês
Viagens Escapadinhas: 37 razões para visitar o Gerês

Férias grandes, escapadinhas para aproveitar feriados ou um fim-de-semana prolongado. Qualquer uma destas hipóteses é uma boa desculpa para fazer as malas e partir à descoberta do Gerês, um dos paraísos no Norte de Portugal, que lhe garante uma limpeza à alma. O que há por lá? Além de paisagens naturais, conte com termas para relaxar e muitos desportos radicais. A equipa da Time Out explorou aldeias e serras, provou a gastronomia local e preencheu este artigo com boas histórias. No fim ficámos com muita vontade de voltar. Siga-nos o rasto, aqui tem37 razões para visitar o Gerês.  Recomendado: Seis escapadinhas para o interior do país

Viagens: Herdade do Sobroso, um oásis de tranquilidade no Alqueva
Viagens Viagens: Herdade do Sobroso, um oásis de tranquilidade no Alqueva

Há quanto tempo não vê um pirilampo? Pense por uns segundos. Há anos? Décadas? Os vaga-lumes desapareceram do nosso quotidiano e qualquer dia estamos a explicar aos nossos filhos que existe uma espécie de insectos com uma espécie de lâmpada na cauda e eles vão achar que estamos a gozar com eles. Mas os pirilampos existem e podem ser encontrados em sítios onde a natureza permanece imperturbada. São insectos frágeis que desaparecem às menores alterações no seu ecossistema – poluição, ruído e outros excessos praticados pela espécie humana. Se nos deparamos com uma destas criaturas quase-míticas, é porque estamos num lugar onde o ar é mais puro e a natureza consegue encontrar algum equilíbrio. Na Herdade do Sobroso, naquele Alentejo plano e de céus altos, é possível avistar pirilampos. O que quer dizer que o ar que está a entrar nos nossos pulmões possui um elevado grau de pureza. Que alegria. A herdade fica no centro de um triângulo formado por Vidigueira, Alqueva e Moura. Tem o Guadiana ali mesmo ao lado, umas sobras da barragem que mudou para sempre a paisagem  daquela zona do país a partir de 2002. A estrada para este retiro vinícola (é hotel, adega e restaurante) é uma das mais bonitas do Alentejo oriental – no caminho estreito para a Vidigueira há olivais, vinhas e outros tipos de exploração agrícola associadas àquela parte do país. Em resumo, um acompanhamento visual  às nossas aulas de Meio Físico e Social. Mas também se avistam cavalos, corsas e veados, o que transform

O Lago Azul: a albufeira de Castelo de Bode
Viagens O Lago Azul: a albufeira de Castelo de Bode

Este texto podia contar a história da barragem que mudou para sempre a paisagem e o curso do rio Zêzere, mas quem não conhece a Albufeira de Castelo do Bode só vai acreditar na existência de um lago paradisíaco mais azul do que o céu quando lá for confirmar. E é exactamente isso que queremos, que suba até ao distrito de Santarém para ter uma das melhores revelações da vida: o imenso Lago Azul e as suas magníficas praias fluviais. Estamos em Ferreira do Zêzere, numa localização central, entre Lisboa e Coimbra, mas pouco conhecida por quem não é de lá. Nos últimos anos passou a fazer parte do mapa estival não só graças ao wakeboard (já vamos explicar tudo direitinho) mas também pelo aumento da procura por uma minoria saudável de pessoas que prefere a calma do rio à agitação do mar.

Viagens: sete ideias para viajar e aprender
Viagens Viagens: sete ideias para viajar e aprender

O Booking lançou recentemente as tendências de viagem para 2019. Surpreendentemente, numa altura em que parece que cada vez mais se viaja só para alimentar as redes sociais, a maioria dos viajantes globais manifestaram preferência por destinos com hotéis onde possam desenvolver uma nova competência. Com isso em mente, elegemos os melhores workshops e aulas de hotéis, turismos rurais e casas de campo, para que possa entrar na onda do turismo em 2019 e aproveitar que vai dar uma volta para aprender qualquer coisinha. Junte os amigos e vá à descoberta. Recomendado: Roma alternativa: Garbatella, o bairro favorito de Nani Moretti

Cinco alojamentos com lareira no quarto
Hotéis Cinco alojamentos com lareira no quarto

O calor tórrido do Verão já lá vai e, como decidimos assumir uma atitude positiva, estamos a tentar tirar o melhor partido do frio. E há lá coisa melhor do que um bom livro e uma lareira acesa? Vai daí, corremos os hotéis, guesthouses e alojamentos de todo o país à procura dos mais acolhedores e quentinhos para criar esta lista. São ideais para passar um fim-de-semana em boa companhia e fugir à agitação da cidade e ao frio lá de fora, ao mesmo tempo que recarrega baterias para o ano que se avizinha. Depois desta escapadinha, vai sentir-se como novo. Recomendado: Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto

Os melhores hotéis com vista para o rio Douro
Hotéis Os melhores hotéis com vista para o rio Douro

Um dos bónus de uma cidade com rio é a paisagem que nos é dada sem a pedirmos. Por isso, um hotel plantado nas margens ou com vista privilegiada sobre ele é sempre uma boa aposta. Sim, porque a vista é um parâmetro de escolha bem importante no momento de reservar hotel. Vai daí, fizemos-lhe uma lista com os melhores hotéis com vista para o rio Douro. As opções não são muitas, mas prometemos que têm qualidade. Não precisa de agradecer, agora não se esqueça de convidar alguém especial para desfrutar consigo.  Recomendado: As caves de vinho do Porto que tem de conhecer

Os melhores motéis no Porto
Hotéis Os melhores motéis no Porto

Há tantas razões para reservar uma noite num motel... Seja para celebrar uma data especial ou para fugir da rotina debaixo dos lençóis, faça-se ao varão, mergulhe de cabeça nas piscinas privadas e aventure-se nos melhores motéis no Porto. Aqui vai poder passar bons momentos a dois longe da confusão do dia-a-dia sem incómodos, com todo o conforto, romance e mistério que os motéis proporcionam. Espelhos no tecto, jacuzzis ao lado da cama, diferentes cores de luzes para criar ambiente, baloiços, varões ou banheiras de hidromassagem. Eis algumas das características que o esperam nestes motéis. Passe os olhos nesta lista e comece já a fazer planos. Recomendado: Os melhores hotéis com vista para o rio Douro

Os melhores hotéis na Boavista
Hotéis Os melhores hotéis na Boavista

Maiores, mais pequenos, com quatro ou com cinco estrelas, hostels ou guesthouses. Não faltam opções de alojamento nesta zona da cidade. Se quer ficar suficientemente longe da Baixa para fugir da confusão, mas igualmente perto de tudo graças aos transportes, aposte num dos melhores hotéis na Boavista. Para um fim-de-semana relaxado, só tem que escolher um com spa, ou, se quiser, também pode apostar num hotel com um bom restaurante. A parte difícil é escolher. Não se esqueça é de aproveitar o que a cidade tem para lhe oferecer como a Casa da Música e o Mercado do Bom Sucesso.  Recomendado: Os melhores hotéis no Porto

Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto
Hotéis Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto

Adoramos a nossa cidade do fundo do coração mas, às vezes, quando a rotina começa a incomodar, sabe mesmo bem mudar de ares, apenas para recuperar energias e voltar pronto a vivê-la novamente como merece. Com isto em mente, seleccionámos 14 hotéis a uma hora e meia do Porto. Braga, Aveiro, Viseu, Coimbra e Guimarães são alguns dos nossos destinos, onde a palavra de ordem é descansar. Em quartos com vista para o Douro, em casas nas árvores ou em tendas de luxo, a escolha é sua. Uma vez feita, faça-se à estrada. Recomendado: Os melhores hotéis vínicos do país

Os melhores hotéis com spa no Porto
Hotéis Os melhores hotéis com spa no Porto

Não é por acaso que a maioria dos melhores hotéis da cidade têm um spa incluído nos seus serviços. A verdade é que, por muito que o Porto seja lindo de morrer e tenha muito para conhecer, subir e descer as ruas da cidade faz com que uma massagem no final do dia seja, não só uma necessidade, como uma obrigatoriedade. Por isso, espreite esta lista com os melhores hotéis com spa no Porto, vista o roupão branco e cure todos os males do corpo e da alma com massagens, esfoliações, mergulhos na piscina e muito mais. Recomendado: Os melhores hotéis boutique no Porto

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Bilheteira Time Out

The Psychedelic Furs
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The Psychedelic Furs

Banda britânica de culto de pós-punk e new wave.

OMD
icon-location-pin Boavista
OMD

A icónica banda de synth pop britânica está a festejar 40 anos com clássicos como "Enola Gay".

Carne Doce
icon-location-pin Santa Catarina
Carne Doce

Sentimentos safados, almas angustiadas e desejos descarados. Assim 
são as canções desta banda brasileira de rock independente. A...

César Lacerda
icon-location-pin Boavista
César Lacerda

O músico brasileiro traz Tudo Tudo Tudo Tudo, um tributo à gentileza e intimidade.


Karol Conka
icon-location-pin Flores
Karol Conka

Ela é uma mulher livre 
e poderosa. Não depende da aprovação dos outros, sente prazer sem pudor. A rapper curitibana 
é...

Mark Lanegan
icon-location-pin Flores
Mark Lanegan

O arrepio sepulcral que a voz de Mark Lanegan provoca é motivo suficiente para o querer ouvir em carne e osso. A sua voz tem o peso
 do mundo, desce...

Amar Amália
icon-location-pin Massarelos
Amar Amália

Para celebrar os 20º aniversário da morte de Amália Rodrigues o espectáculo Amar Amália vai passar por várias salas...

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Entrevistas

Carolina Marcello: "Podemos fazer tudo sozinhas, mas fazemos com medo"
Coisas para fazer Carolina Marcello: "Podemos fazer tudo sozinhas, mas fazemos com medo"

“Quanto é o broche?”Poderíamos recorrer a um eufemismo,
 mas não nos apetece. E não vamos pedir desculpa. Fotografávamos a Carolina numa rua do Porto, à hora de almoço, depois de uma conversa que resultou nesta entrevista – onde a violência sexual e a violência doméstica, a objectificação do corpo da mulher, a proibição da lei aborto e o medo foram alguns dos assuntos discutidos – quando um homem, na casa dos 50 anos, lançou a pergunta abjecta. Poderíamos também dizer que desconhecemos
 a razão de tal acto, mas estaríamos a mentir. Sabemos que a resposta é uma
 e, infelizmente, fácil. Tanto eu como a Carolina somos putas, obviamente, porque somos mulheres, como fez questão de frisar este indivíduo que alegou a liberdade de expressão para dizer o que 
lhe apetecia. Foi um acto deliberado e gratuito que passou impune, porque na sociedade em que vivemos é desvalorizado. “Ó meninas, deixem lá. Ele não sabe o 
que diz”, ouvimos. Ele sabe muito bem o que diz e só o disse porque sabia que não sofreria consequências. E a prova disso é que na sequência de mais insultos ligámos para fazer queixa e perguntar se algum agente se poderia dirigir ao local. Mandaram-nos procurar a esquadra 
mais próxima, que estava fechada. Ninguém quis saber. Podia ter sido mais grave? Claro. E é por isso que marchas
 e entrevistas como estas são precisas. Cada vez mais. Em prol das conquistas do passado, do presente, mas, sobretudo, do futuro. O que é a Slutwalk, também conhecida como Marcha das Galdéria

Wandson Lisboa: “Sou o ídolo mais acessível de Portugal"
Coisas para fazer Wandson Lisboa: “Sou o ídolo mais acessível de Portugal"

Aceitaste fazer a capa da revista deste mês, vestido de São João. Podemos afirmar que és um ídolo acessível, tal como fazes nas tuas stories do Instagram quando encontras um famoso simpático? Exactamente, sou o ídolo mais acessível de Portugal [risos]. Acho isto engraçado, porque eu nunca busquei fama. Eu só queria fazer o que eu gostava realmente de fazer, sabe. E as pessoas ficam um bocado assustadas quando eu falo directamente com elas. Eu sou tranquilo, eu brinco com isso do ídolo acessível porque uma vez estive numa festa grande e uma pessoa, que era um grande ídolo para mim, não me tratou assim tão bem. E depois encontrei-me com o Rodrigo Santoro e muita outra gente de fora e foram superacessíveis e eu falei: “Meu Deus, um ídolo acessível.” É isso. Se não estavas à procura de fama, como é que isso aconteceu? Cheguei ao Porto em 2010 — pode parecer um bocado pedante dizer isto, mas eu sempre quis que as pessoas olhassem para algum material meu, para alguma coisa minha, consistente visualmente, e percebessem logo que me pertencia, a nível gráfico, digital, de paleta de cores ou de ideias. Ser reconhecido por aí – e depois aconteceu aquela cena do The Huffington Post [que em 2015 o considerou um dos instagrammers mais criativos do mundo] que toda a gente já está cansada de saber e não vale a pena sequer ir por aí. Eu brincava com o que fazia e quando menos esperava, as pessoas começaram a reconhecer-me pelo meu trabalho. Foi uma fase muito

Clara Não: “É preciso criar os filhos de uma forma feminista”
Arte Clara Não: “É preciso criar os filhos de uma forma feminista”

Por que razão Clara Não e não Sim? Primeiro porque não [risos] e depois porque eu sou Silva, e Silva é o apelido mais comum em Portugal e no Brasil, segundo a Wikipédia – acho que nisto posso acreditar [risos] – e quando comecei a pensar em criar uma página e em fazer alguma coisa com o meu nome, redigi uma lista apenas com apelidos, porque Clara eu queria manter. Só que não gostava de nenhum. E cortei uns a seguir aos outros enquanto dizia: não, não, não. E de repente: ‘Por que não Não?’. E ficou Não. Esta é mesmo a história verdadeira. Com o tempo, comecei a reparar nas coisas à minha volta e a ficar mais indignada e, então, o Não fez ainda mais sentido. Gostas de confundir as pessoas, portanto? Eu faço de propósito. Há dois anos fiz uma exposição nos Maus Hábitos chamada Clara Não Está Online e as pessoas vinham ter comigo e perguntavam-me se eu não tinha wi-fi [risos]. A minha próxima exposição em Lisboa, na Apaixonarte, até 25 de Maio de Maio, chama-se Não é Hoje. A malta continua a ficar confusa. E, volta e meia, alguém me diz que é muito esquisito receber uma notificação no telemóvel a dizer: ‘Clara Não gosta da tua foto’. O teu poema “O meu coração é esquerdino” vale a pena ser lido e aparece com frequência nas tuas exposições. Que ligação é esta com a palavra? És mais escrita ou mais ilustração? Essa questão de “O meu coração é esquerdino” partiu da minha vontade de ler histórias a crianças no Hospital de São João. Enquanto resolvia burocracias para levar o proj

Nuno Cardoso: “Os autocarros STCP são melhor do que o cinema”
Coisas para fazer Nuno Cardoso: “Os autocarros STCP são melhor do que o cinema”

Qual foi o primeiro espectáculo que viu no Teatro Nacional São João [TNSJ]? Era miúdo, foi A Tempestade do [encenador Silviu] Purcarete. Lembro-me também de ter ido ver o Dom Duardos [de Gil Vicente]. Pouco tempo depois, fiz lá um espectáculo chamado Porto Monocromático. Que idade tinha? Já estava a viver cá nessa altura? Sim. Tinha 25. Nasci em Canas de Senhorim e fui estudar Direito para Coimbra. Lá, com 17 anos, descobri que não tinha jeito nenhum para ser um causídico ou um jurista e andei perdido durante uns tempos, armado em poeta e boémio, como muita gente fazia em Coimbra naquela altura. Até que entrei para o CITAC [Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra]. Lá encontrei pessoas que sentiam o mesmo. Criámos um grupo, chamado Visões Úteis, e mudámo-nos para o Porto. E como é que em Coimbra foi parar ao teatro? Na Sé Velha havia um café chamado Oásis que tinha colada numa parede uma fotocópia a dizer: “Estão abertas as inscrições para o curso de iniciação do CITAC”. E tinha uma fotografia extraordinária do Kazuo Ohno, mestre do Butoh. Eu não sei muito bem porquê (talvez porque em 1992 Coimbra era a capital do teatro), mas decidi experimentar. Fui o último a ser seleccionado na audição. Depois, contaram-me que só fui escolhido porque era muito alto e podia subir ao escadote e chegar à teia [estrutura com os projectores] [risos]. Chegou ao Porto no final de 1994. Como era o panorama artístico da cidade? Fui viver para a Senhora da Hora, para um quarto nu

Márcia: "A música é o meu divã"
Música Márcia: "A música é o meu divã"

Márcia a olhar para o cd: Isto ainda faz sentido?Faz. Qual?Sem isto, para mim, era como se o disco não existisse. É importante o suporte físico. Sem isto não há noção de obra, de todo?Fica disperso. É como a quantidade de fotografias que tens no iphone, a quantidade de conversas que tens no email, no whatsapp. Consegues ter dez conversas ao mesmo tempo em janelinhas. Acontece-me, reconheço, não consigo não responder… isto é mais saudável. Os objectos são saudáveis?Não os objectos, não… sou desprendida dos objectos. Mas como artista - não só como cantora, eu vim das Belas Artes, fiz Pintura, fiz Desenho - o material físico é importante… O analógico.Sim. Senão, às tantas, é tudo muito virtual. Como é que as Belas Artes e o Cinema, que também estudaste, te influenciaram?Fiz um documentário muito pessoal, que se chamava Mana, precisamente sobre a minha irmã. As pessoas desconfiaram: que disparate isto não vai ter piada nenhuma. No final acabou por ser uma surpresa, toda a gente acabou por adorar o documentário. E aí percebi que talvez o meu caminho era falar do meu universo íntimo. E as artes plásticas?Eu habituei-me muito a evadir-me dos sítios onde me sentia aborrecida. Foi assim que comecei a fazer pintura e foi assim que comecei a fazer música. Em ambos os casos a mesma matriz... Imaginar cenários.Isso, imaginar que estou noutro cenário. Um prazer no outro sítio onde não estou. Neste disco há uma sensação transversal d

José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"
Música José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"

A comemoração dos 50 anos de carreira já valeu um álbum de inéditos, a reedição integral da sua discografia e uma nova colectânea. Aqui, pouco se fala disso. Nesta tarde em sua casa, fala-se de música e política, porque uma sempre levou à outra. Fala-se do fado que não mais foi o mesmo, depois que o músico que lhe tinha aversão se apaixonou por uma mulher apaixonada pela canção. Fala-se de um mundo que não se recomenda e que o deixa sem saber o que dizer, mesmo que não se cale quando começa a falar disso. Fala-se sobretudo da inquietação que não passa. Eis José Mário Branco, 76 anos, do Porto, muito mais vivo que morto. Contai com isto dele, para cantar e para o resto. Estava aqui a refazer a frase final do “FMI”. José Mário Branco, 76 anos, do Porto… Precisamente. Freguesia de Santo Ildefonso, Ordem da Trindade, atrás da Câmara Municipal. Número 4, segundo andar. Nascido em 1942, Maio, mês das flores. Comemorar 50 anos de carreira. Se tivesse que adivinhar, diria que tiveram de o convencer... O motivo passa-me completamente ao lado, confesso. Havia um tipo que tinha um grupo em Oeiras… como é que ele se chamava?... Bem, um grupo de teatro semiprofissional lá no auditório em Oeiras. De repente telefonava-me e dizia: “ó Zé Mário, no dia tal, gostava de fazer aqui uma homenagem a propósito dos 17 anos e seis meses da publicação da tua música tal. Depois telefonava ao Carlos Paulo a convidar para uma homenagem dos 23 anos de carreira. Fazia isso com actores, músicos, etc. É

Luis Lobianco: “Todos os dias morrem Gisbertas no Brasil, sem qualquer tipo de comoção”
Teatro Luis Lobianco: “Todos os dias morrem Gisbertas no Brasil, sem qualquer tipo de comoção”

Depois da estreia no Rio de Janeiro em 2017, Luis Lobianco traz o monólogo Gisberta, sobre Gisberta Salce Junior - mulher transgénero brasileira que foi agredida, violada e assassinada no Porto em 2006 por um grupo de adolescentes -, ao Teatro Sá da Bandeira, terça 27 e quarta 28, seguindo depois para Lisboa. Num Brasil onde políticos como Jair Bolsonaro (na altura desta entrevista ainda não se sabia que Bolsonaro ganhara as eleições), legitimam as agressões e o ódio contra pessoas LGBTI, Lobianco acredita que “o teatro funciona como um espaço de urgência, um pedido de socorro”. Lá e cá, a transfobia precisa de ser um assunto sempre em cima da mesa. Quando e como soube da história de Gisberta? Foi através da música “Balada de Gisberta”, de Pedro Abrunhosa, na interpretação de Maria Bethânia. Eu já buscava uma história para contar num projecto a solo de teatro. Num momento de férias pude escutar a música com mais atenção e fui pesquisar a história. Naquele exacto dia o assassinato da Gisberta fazia 10 anos. Comecei a aprofundar a pesquisa imediatamente e a mobilizar pessoas. Isso foi em Fevereiro de 2016. Em Março de 2017 estreámos. O assassinato dela foi falado no Brasil? O crime ainda é muito pouco falado por aqui. Mesmo nos círculos LGBTI [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans, Intersexuais], a história de Gisberta é mais conhecida entre a militância. A peça, junto com a música de Abrunhosa e a interpretação de Bethânia, tem a função de consciencializar fora da nossa bolha

Ricardo Rodrigues: "Para ser igual aos outros, abria uma casa de francesinhas"
Coisas para fazer Ricardo Rodrigues: "Para ser igual aos outros, abria uma casa de francesinhas"

Ninguém te arranca de Leça da Palmeira. Eu só não nasci cá porque não havia hospital. A minha vida foi toda feita em Leça, muito perto dos meus restaurantes. A casa da minha mãe, por exemplo, fica nas traseiras da Esquina do Avesso e do Fava Tonka, e o meu primeiro emprego foi mesmo ao lado, num bar chamado Giz é de Borla. Comecei lá aos 16 anos como bartender. Não tinha formação nenhuma, era uma espécie de moço de recados. Mas a noite deu-me um traquejo interessante. Aprendi sobre gestão humana, isto é, sobre a forma como geres as pessoas e as emoções. As pessoas são diferentes à noite? Muito diferentes. As amizades vão-se construindo ao longo da vida. Na noite, no espaço de uma hora, fazes um amigo que te parece para sempre. As pessoas relaxam ao ponto de te contarem a vida toda. Tu, como barman, acabas por ser um psicólogo. Aprendeste a ser barman sozinho? Fui muito autodidacta, sim. Aos 20 anos comecei a trabalhar no BitBar e, como fui pai muito novo, agarrei a oportunidade. Era um bar carismático, já com 20 anos, que estava a decair. Eu agarrei-o e transformei-o num sucesso. Passou a ser um bar que, de repente, à sexta-feira tinha 300 pessoas e ao sábado 500. Percebi, nessa altura, que tinha jeito para organizar festas temáticas e isso reflectiu-se nos números, que começaram a subir. Como é que passas da noite para a restauração? O Francisco [o filho] chegou, a noite era muito pesada e os horários eram incompatíveis. Senti a necessidade de ter alguma coisa mais sa

Groove Ball: “Quando fizemos o primeiro concurso de vogue as pessoas não sabiam o que isso era"
Gay Groove Ball: “Quando fizemos o primeiro concurso de vogue as pessoas não sabiam o que isso era"

O lema na vossa página no Facebook é: “New Way, Old Way, Vogue Femme, Dramatics, Comedians!!!!” Porquê? Inês Pando – Antes de começarmos a Groove Ball tínhamos um projecto chamado Jungle Cabaret. Era um cabaré louco. Daí vêm o “Dramatics” e o “Comedians”. E o resto? IP – O “New Way, Old Way, Vogue Femme” tem a ver com as correntes do voguing. O Igor [Ribeiro, aliás Ghetthoven, músico, ausente em digressão com Moullinex à data desta entrevista] seria a melhor pessoa para explicar isso. Arranjámos alguma coisa com que nos identificávamos para fazer uma festa queer, livre e segura. Simone Francisco – Já foi há algum tempo [as festas Groove Ball começaram em 2011]. A noite do Porto não era o que é. Agora há muito mais diversidade. O Igor era superligado ao movimento [voguing], cresceu a tentar trazer para cá um bocado dessa cultura americana que nasceu nos anos 1970, 80. Além disso, também gostávamos daquela cena dos Club Kids dos anos 80, e tudo se misturava um bocado, num nicho de pessoas que queriam ser ouvidas, ou ter um sítio para se expressar. E surge a Groove Ball. SF – Também se deve falar do Paris Is Burning [documentário de 1991 sobre a cultura das ballrooms nova-iorquinas]. Havia várias houses de vogue feitas por pessoas que eram postas de lado: queer, da comunidade afro-americana, latina. Ou seja, todos os que eram vistos como weirdos. As ballrooms eram casas de acolhimento dessas pessoas, uma forma de elas se sentirem integradas em qualquer coisa. Uma es

Nuno Baltazar: "Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê?"
Compras Nuno Baltazar: "Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê?"

2018 é um ano de mudanças... É. Há dois anos fiz 40 anos e este ano faço 20 de carreira. Acho que quando chegamos a determinadas etapas na vida é impossível não olhar para trás e não fazer um balanço.Percebi que as coisas me aconteceram muito cedo. Comecei a apresentar colecções na Moda Lisboa com apenas 22 anos e abri uma loja e um ateliê também muito novo. E, claro, as coisas foram ganhando uma estabilidade que, apesar de ter coisas boas, se não estivermos alerta nos faz estagnar. Por isso, há dois anos comecei a perceber que precisava de sair da zona de conforto. Qual foi o primeiro o passo? Sair desta loja [até Março, a loja de Nuno Baltazar ocupava o número 856 da Avenida da Boavista]. A avenida mudou e à medida que a Baixa se foi desenvolvendo, perdeu-se muito comércio aqui. Dificilmente as pessoas vêm à Boavista fazer compras. E eu também precisava de sair do ateliê, ir beber um copo de vinho, ver pessoas a passar. Há muito tempo que andava à procura de um espaço e quando o encontrei coincidiu com a abertura  da nova loja do Luís Buchinho. Vamos estar muito próximos [a próxima loja vai ser no número 37, da Rua do Bolhão]. Achas que a zona junto ao Bolhão poderia ser um novo quarteirão criativo? Sem dúvida. Acho que deveria haver uma estratégia municipal para agregar projectos criativos. É importante que as marcas internacionais vejam o que aqui temos. Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê? Quer é encontrar outras coisas, especiais e únicas. E, por i

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