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Coisas para fazer no Porto em Fevereiro
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Os 20 melhores restaurantes saudáveis no Porto
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Os melhores bares no Porto
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O Aeroporto Francisco Sá Carneiro que foi, recentemente, considerado o aeroporto que mais cresceu em Portugal, vai receber duas novas rotas. A Easyjet...

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Espinho vai receber, entre os dias 10 e 31 de Março, o Festival Internacional de Marionetas de Espinho. Além dos espectáculos de marionetas, conte ainda com...

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A Fábrica Nortada vai lançar para o mercado a Bob Barley, uma cerveja aromatizada com flores de cânhamo e produzida em Portugal. Para além das quatro...

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O Museu da História da Cidade está, a partir de hoje, aberto ao público com uma exposição sobre a região do Douro. Até 20 de Abril pode ver Douro [DWR] - 3...

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Quem dança seus males espanta, por isso, durante todas as sextas-feiras e sábados de Março, das 22.00 às 02.00, o Vogue Café vai contar com DJ's convidados. ...

A partir de Julho vai poder apanhar um avião no Porto para o Dubai
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Porto e Dubai encurtam distâncias a partir de 2 de Julho, data que assinala a inauguração de uma ligação aérea entre as duas cidades. A Emirates é a...

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Com a Primavera à espreita, a camélia volta a protagonizar um dos mais aguardados eventos da cidade. A XXIV Exposição de Camélias do Porto acontece entre 2 e...

Já abriu o Elemento, o primeiro restaurante de firedining do país
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Não, não é engano nosso. O Elemento é mesmo o primeiro (e até agora único) restaurante de fine dining do país onde se cozinha exclusivamente com o fogo. À...

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Coisas para fazer no Porto

31 coisas incríveis para fazer no Porto
Coisas para fazer 31 coisas incríveis para fazer no Porto

Somos absolutamente apaixonados por esta cidade. Pelas suas ruas estreitas e casas coloridas, pelos seus miradouros com vistas de cortar a respiração, pelas suas galerias cheias de arte antiga e contemporânea, pelos seus jardins e museus, e pelos seus restaurantes com comida tradicional ou do mundo. A Invicta é uma caixinha de surpresas, mas estas nem sempre se revelam ao primeiro olhar. É preciso descobri-las. Para que nada lhe escape, aqui tem uma lista com 31 coisas incríveis para fazer no Porto. Leia-a com atenção e partilhe-a com quem mais gosta. Fez alguma coisa desta lista que tenha adorado? Pode partilhá-la no hashtag #TimeOutDoList e taggar @TimeOutEverywhere. Sabe como é que a Time Out selecciona as melhores coisas para fazer no mundo inteiro? Espreite aqui.

Quatro workshops no Porto para marcar na agenda
Coisas para fazer Quatro workshops no Porto para marcar na agenda

Para quem tem bicho-carpinteiro e gosta de aprender coisas novas, nada melhor do que pôr as mãos à obra. Aqui tem uma lista de quatro workshops para marcar na agenda onde pode, por exemplo, aprender a criar o seu próprio padrão e a estampá-lo em tecido. Se quiser tornar-se um cozinheiro de mão cheia, aventure-se a fazer macarons de vários sabores e recheios. E se tem um lado mais criativo, então melhore as suas capacidades de pintura a aguarela. Está tudo nesta lista, agora é só escolher.  Recomendado: Coisas para fazer no Porto em Fevereiro

Coisas para fazer com os miúdos em Fevereiro
Coisas para fazer Coisas para fazer com os miúdos em Fevereiro

Avós, pais, tios e irmãos mais velhos que nos lêem, sabemos que nem sempre é fácil arranjar programas para ocupar as crianças, irrequietas que só elas. Se anda sempre a queixar-se de falta de ideias, leia o que se segue e escolha uma ou mais actividades divertidas para convencer os pequenos da casa a sair da frente dos tabletes, telemóveis e televisões. Aqui, encontra três coisas para fazer com os miúdos em Fevereiro, que o vão ajudar a criar um programa que os pequenotes dificilmente vão esquecer. Não precisa de agradecer, estamos cá para ajudar. Recomendado: Coisas para fazer com os miúdos no Porto

Os melhores museus no Porto
Coisas para fazer Os melhores museus no Porto

A oferta cultural portuense é vasta, apesar de, por vezes, escapar ao radar dos mais distraídos. E no que diz respeito a museus, não podíamos estar melhor servidos, já que a quantidade e a qualidade falam por si só. Estão espalhados por todos os recantos da Invicta e há para todos os gostos e épocas, da escultura à imprensa, e do futebol à pintura, pelo que visitá-los devia ser instituído como uma disciplina obrigatória nas escolas do país ou como programa não-facultativo aos fins-de-semana. Para lhe facilitar a vida, preparámos-lhe o roteiro dos melhores museus do Porto, para (re)descobrir a História e as estórias que conservam. Recomendado: As melhores livrarias no Porto

26 sítios para se abrigar do frio no Porto
Coisas para fazer 26 sítios para se abrigar do frio no Porto

O Inverno chegou em força e os dias frios parecem não ter pressa de ir embora, pelo que se recomenda o uso de várias camadas de roupa a quem quiser evitar hipotermias e outras chatices. E se trancar-se em casa não é programa que lhe agrade, saiba que há sítios na Invicta que o ajudam a aquecer-se nesta época, enquanto põe a leitura em dia, devora uma pavlova ou observa o mar. Não sabe onde encontrá-los? Então consulte este roteiro com 26 sítios para se abrigar do frio no Porto, para que possa curtir esta estação feliz da vida. Recomendado: Seis sítios para beber chocolate quente no Porto

Três sítios com noites de quiz no Porto
Coisas para fazer Três sítios com noites de quiz no Porto

Impulsionar a sua cultura geral é uma actividade que vale sempre a pena. E se a puder realizar em boa companhia, enquanto bebe uns copos, melhor ainda, não? Então, que tal na próxima saída de grupo aproveitar as noites de quiz que alguns espaços da Invicta organizam? Tudo o que terá de fazer é preparar-se para ficar estupefacto com as coisas que os seus amigos sabem e rir das que não sabem. Aqui tem três sítios com noites de quiz no Porto, onde se pode divertir à grande e aprender alguma coisa. Recomendado: Três sítios para jogar matraquilhos no Porto

As melhores coisas para fazer sozinho no Porto
Coisas para fazer As melhores coisas para fazer sozinho no Porto

Já diz o ditado: mais vale só que mal acompanhado. De facto, às vezes não há como uma tarde, ou mesmo um dia inteiro, sem ninguém por perto. É para esses dias que esta lista das melhores coisas para fazer sozinho no Porto dá jeito. E acredite: com tanta coisa para ocupar o tempo e a mente não vai sentir falta de companhia nenhuma. Calçar as sapatilhas e tratar da saúde com uma boa caminhada, entregar-se aos mistérios dos livros sobre uma bonita paisagem, visitar uma galeria com novas exposições ou sentar-se numa mesa comunitária. Estas são algumas das ideias. Mas há mais.  Recomendado: 31 coisas incríveis para fazer no Porto

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Comer & Beber

Três sítios para beber sumos detox no Porto
Restaurantes Três sítios para beber sumos detox no Porto

Empanturrou-se de peru e rabanadas? Brindou (e bebeu) vezes sem conta na noite de passagem de ano? Se faz parte deste grupo, também deve fazer parte do que agora quer receitas milagrosas para recuperar de todos estes excessos. Más notícias: não as temos. Mas temos esta lista com três sítios para beber sumos detox no Porto. Não resolve, mas ajuda. Coloridos e cheios de bons nutrientes, estes sumos com muitas frutas e legumes são uma das melhores formas de começar a andar outra vez na linha. Não fazemos milagres, mas andamos lá perto. Bom ano. Recomendado: Os 17 melhores restaurantes saudáveis no Porto

As 12 melhores tascas no Porto
Restaurantes As 12 melhores tascas no Porto

Há dias em que apetece abusar do sal e da gordura e deixar os vegetais na gaveta do frigorífico. Quando isto acontece, o melhor é não contrariar a sua vontade e dirigir-se até uma das 12 melhores tascas no Porto. Nestes espaços a tradição mantém-se e come-se bem e barato. Seja ao almoço, a meio da tarde ou no fim de um dia de trabalho, peça um fino e deixe que os petiscos se acomodem no estômago. Só mais uma coisa: se a sua dieta não aguentar este artigo, a culpa não é nossa.  Recomendado: Dez restaurantes com menus de almoço no Porto a menos de 10€

As melhores francesinhas no Porto
Restaurantes As melhores francesinhas no Porto

A francesinha merece todas as homenagens possíveis. Este prato típico da Invicta, criado nos anos 50, conquista os corações e as barrigas dos portuenses todos os dias, e nem os turistas lhe resistem. Espalhadas pela cidade, há exemplares para todos os gostos e até variações menos tradicionais, como as vegetarianas ou as que levam frango em vez de carne vermelha. Gulosos como somos, assumimos a tarefa árdua de descobrir as melhores francesinhas no Porto. Experimentar todas as que se encontram nesta lista pode ser a sua resolução para 2019. Bom ano e bom apetite. Recomendado: Três sítios para comer francesinha vegetariana no Porto

Os 15 melhores restaurantes do mundo no Porto
Restaurantes Os 15 melhores restaurantes do mundo no Porto

Cada vez mais, a gastronomia do mundo está bem representada na cidade. Argentina, Israel, China, França, Brasil, México, EUA e Índia são alguns dos países nesta lista. Se está sempre pronto para experimentar novos pratos, provar novas bebidas e viajar sem sair do sítio, este artigo é para si. Só precisa de juntar os amigos, fazer check-in nestas mesas e mudar de ares nos 15 melhores restaurantes do mundo no Porto. Bifes, falafel, pato com laranja, foie gras, moqueca, guacamole, hambúrgueres e caril são alguns dos pratos que vai poder provar por aqui. Recomendado: Oito lugares no Porto que parecem o estrangeiro

Os melhores restaurantes em Gaia
Restaurantes Os melhores restaurantes em Gaia

Da comida tradicional portuguesa aos restaurantes de autor, do peixe fresco às especialidades regionais, não falta o que provar do outro lado da ponte, quase sempre enquanto aprecia uma vista difícil de esquecer, capaz de melhorar a disposição de qualquer um. Se não sabe onde se dirigir para uma boa refeição com um cenário deste calibre, guarde esta lista com os melhores restaurantes em Gaia sempre bem junto a si. De resto já sabe, temos de tudo e para todos os gostos e carteiras. O difícil vai ser escolher só um restaurante. Bom apetite. Recomendado: Os melhores restaurantes na Ribeira

Os 12 melhores restaurantes asiáticos no Porto
Restaurantes Os 12 melhores restaurantes asiáticos no Porto

Há muito que a gastronomia asiática se instalou na cidade, mas desengane-se quem pensa que esta se resume a sushi e a sashimi. Do ramen ao okonomiyaki, duas especialidades japonesas, passando pelo o caril e pelas chamuças indianas, picantes q.b., até à comida típica da China ou de Taiwan, aqui tem uma lista com os 12 melhores restaurantes asiáticos no Porto, onde vai encontrar estes pratos e muitos outros. Agora que já sabe onde moram, aperte o cinto e viaje até outras latitudes. Bom apetite. Recomendado: As melhores mercearias e supermercados do mundo no Porto

Seis sandes no Porto que tem mesmo de provar
Restaurantes Seis sandes no Porto que tem mesmo de provar

As sanduíches são uma parte tão importante da nossa alimentação que até há um dia mundial para as celebrar (3 de Novembro). Desta feita, decidimos fazer-lhe uma lista com seis sandes no Porto que tem mesmo de provar. Pernil de porco, leitão, presunto ou queijo da Serra são apenas alguns dos ingredientes principais que recheiam estas belas sanduíches. Seja em pão de mistura, chapata ou focaccia, servidas em tascas ou em restaurantes, há sempre uma sandes para todos os gostos e para todas as carteiras. Reúna os amigos e parta à descoberta. Bom apetite.  Recomendado: As 12 melhores tascas no Porto

Os melhores restaurantes na Baixa
Restaurantes Os melhores restaurantes na Baixa

Nesta lista encontra os melhores restaurantes da Baixa portuense que prestam culto à comida boa e bem feita. Por aqui vai encontrar comida tradicional portuguesa representada por bons cozidos e pratos de bacalhau no forno; comida do mundo, como ramens, pizzas napolitanas e baos bem recheados, mas não só. Também temos comida saudável, representada por tábuas, tostas, saladas e wraps cheios de legumes e frutas; e ainda espaços que se dedicam ao fine dinning, com pratos de autor, feitos por chefs a pensar em si. Guarde esta lista consigo e bom apetite.  Recomendado: 31 coisas incríveis para fazer no Porto 

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Hotéis e escapadinhas no Porto

Os 50 melhores destinos para 2019
Viagens Os 50 melhores destinos para 2019

Dificilmente encontrará melhor guia para os seus planos de fuga. Porque para onde quer que esteja virado, há uma
Time Out lá por perto. Para fazer esta edição, chateámos gente em todos os fusos horários e pusemos a família toda a trabalhar. O resultado é um roteiro de 50 experiências, espalhadas por todo o mundo, que vale a pena ter agora. Sempre lhe dissemos que o que faz em casa é consigo, mas que o que faz na rua é connosco – seja aqui ou nos antípodas. A verdade é que dificilmente encontrará melhor parceiro para engendrar um plano de fuga do que nós. Aqui tem uma lista de 50 destinos ancorados em outras tantas experiências que vale mesmo a pena viver hoje, um pouco por todo o globo. Recomendado: Os dez bairros mais cool no mundo

Cinco alojamentos com lareira no quarto
Hotéis Cinco alojamentos com lareira no quarto

O calor tórrido do Verão já lá vai e, como decidimos assumir uma atitude positiva, estamos a tentar tirar o melhor partido do frio. E há lá coisa melhor do que um bom livro e uma lareira acesa? Vai daí, corremos os hotéis, guesthouses e alojamentos de todo o país à procura dos mais acolhedores e quentinhos para criar esta lista. São ideais para passar um fim-de-semana em boa companhia e fugir à agitação da cidade e ao frio lá de fora, ao mesmo tempo que recarrega baterias para o ano que se avizinha. Depois desta escapadinha, vai sentir-se como novo. Recomendado: Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto

Os melhores hotéis com vista para o rio Douro
Hotéis Os melhores hotéis com vista para o rio Douro

Um dos bónus de uma cidade com rio é a paisagem que nos é dada sem a pedirmos. Por isso, um hotel plantado nas margens ou com vista privilegiada sobre ele é sempre uma boa aposta. Sim, porque a vista é um parâmetro de escolha bem importante no momento de reservar hotel. Vai daí, fizemos-lhe uma lista com os melhores hotéis com vista para o rio Douro. As opções não são muitas, mas prometemos que têm qualidade. Não precisa de agradecer, agora não se esqueça de convidar alguém especial para desfrutar consigo.  Recomendado: As caves de vinho do Porto que tem de conhecer

Os melhores motéis no Porto
Hotéis Os melhores motéis no Porto

Há tantas razões para reservar uma noite num motel... Seja para celebrar uma data especial ou para fugir da rotina debaixo dos lençóis, faça-se ao varão, mergulhe de cabeça nas piscinas privadas e aventure-se nos melhores motéis no Porto. Aqui vai poder passar bons momentos a dois longe da confusão do dia-a-dia sem incómodos, com todo o conforto, romance e mistério que os motéis proporcionam. Espelhos no tecto, jacuzzis ao lado da cama, diferentes cores de luzes para criar ambiente, baloiços, varões ou banheiras de hidromassagem. Eis algumas das características que o esperam nestes motéis. Passe os olhos nesta lista e comece já a fazer planos. Recomendado: Os melhores hotéis com vista para o rio Douro

Os melhores hotéis na Boavista
Hotéis Os melhores hotéis na Boavista

Maiores, mais pequenos, com quatro ou com cinco estrelas, hostels ou guesthouses. Não faltam opções de alojamento nesta zona da cidade. Se quer ficar suficientemente longe da Baixa para fugir da confusão, mas igualmente perto de tudo graças aos transportes, aposte num dos melhores hotéis na Boavista. Para um fim-de-semana relaxado, só tem que escolher um com spa, ou, se quiser, também pode apostar num hotel com um bom restaurante. A parte difícil é escolher. Não se esqueça é de aproveitar o que a cidade tem para lhe oferecer como a Casa da Música e o Mercado do Bom Sucesso.  Recomendado: Os melhores hotéis no Porto

Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto
Hotéis Escapadinhas: os melhores hotéis a hora e meia do Porto

Adoramos a nossa cidade do fundo do coração mas, às vezes, quando a rotina começa a incomodar, sabe mesmo bem mudar de ares, apenas para recuperar energias e voltar pronto a vivê-la novamente como merece. Com isto em mente, seleccionámos 14 hotéis a uma hora e meia do Porto. Braga, Aveiro, Viseu, Coimbra e Guimarães são alguns dos nossos destinos, onde a palavra de ordem é descansar. Em quartos com vista para o Douro, em casas nas árvores ou em tendas de luxo, a escolha é sua. Uma vez feita, faça-se à estrada. Recomendado: Os melhores hotéis vínicos do país

Os melhores hotéis com spa no Porto
Hotéis Os melhores hotéis com spa no Porto

Não é por acaso que a maioria dos melhores hotéis da cidade têm um spa incluído nos seus serviços. A verdade é que, por muito que o Porto seja lindo de morrer e tenha muito para conhecer, subir e descer as ruas da cidade faz com que uma massagem no final do dia seja, não só uma necessidade, como uma obrigatoriedade. Por isso, espreite esta lista com os melhores hotéis com spa no Porto, vista o roupão branco e cure todos os males do corpo e da alma com massagens, esfoliações, mergulhos na piscina e muito mais. Recomendado: Os melhores hotéis boutique no Porto

Os sete melhores hotéis românticos no Porto
Hotéis Os sete melhores hotéis românticos no Porto

Está a precisar de reavivar a chama da paixão? Ou então de fugir à rotina dos dias? Pegue na sua cara-metade e faça-lhe uma surpresa: leve-a conhecer os sete melhores hotéis românticos no Porto, onde há muito para fazer a dois. Relaxem, por exemplo, com uma massagem nos spas, nadem nas piscinas panorâmicas, bebam cocktails nos bares, admirem (abraçados) as bonitas vistas sobre a Invicta, e peçam ao serviço de quartos que lhes levem o pequeno-almoço à cama. Ninguém resiste a isto. Bom romance. Recomendado: Os melhores hotéis na Boavista

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Bilheteira Time Out

Mariza
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Mariza

A fadista mostra o álbum homónimo durante três noites no Coliseu.

António Zambujo
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António Zambujo

Uma voz única, mais uma volta a Portugal com melodias ao pé do ouvido.

Ólafur Arnalds
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Ólafur Arnalds

O músico islandês é um compositor de paisagens de beleza intimista. Edita este mês um novo álbum, Re:Member.

Roberta Miranda
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Roberta Miranda

A última vez que esteve em Portugal foi há 20 anos mas, nem por isso, caiu em esquecimento. Aclamada pelo público português...

Toy
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Toy

Banda Britânica de indie rock Toy (não confundir como o artista português) vem a Portugal apresentar o seu 4º album Happy In The...

Glenn Miller Orchestra
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Glenn Miller Orchestra

Fundada em 1937 por Glenn Miller, músico de jazz norte-americano, esta big band leva os espectadores para os anos 30 americanos. Os grandes...

Carolina Deslandes
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Carolina Deslandes

Carolina Deslandes estreia-se em nome próprio ao vivo no Coliseu Porto Ageas, a 29 de Março de 2019. Espécie de corolário da...

Miguel Araújo
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Miguel Araújo

Casca de Noz serei eu sozinho no palco, à deriva, por entre guitarras, ukeleles, um piano e as minhas canções. As que sou eu que canto...

Roberto Carlos
icon-location-pin Grande Porto
Roberto Carlos

O nome maior da música brasileira de regresso a Portugal Data Extra: 26 de maio no Multiusos de Gondomar  A legião de fãs de...

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Entrevistas

José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"
Música José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"

A comemoração dos 50 anos de carreira já valeu um álbum de inéditos, a reedição integral da sua discografia e uma nova colectânea. Aqui, pouco se fala disso. Nesta tarde em sua casa, fala-se de música e política, porque uma sempre levou à outra. Fala-se do fado que não mais foi o mesmo, depois que o músico que lhe tinha aversão se apaixonou por uma mulher apaixonada pela canção. Fala-se de um mundo que não se recomenda e que o deixa sem saber o que dizer, mesmo que não se cale quando começa a falar disso. Fala-se sobretudo da inquietação que não passa. Eis José Mário Branco, 76 anos, do Porto, muito mais vivo que morto. Contai com isto dele, para cantar e para o resto. Estava aqui a refazer a frase final do “FMI”. José Mário Branco, 76 anos, do Porto… Precisamente. Freguesia de Santo Ildefonso, Ordem da Trindade, atrás da Câmara Municipal. Número 4, segundo andar. Nascido em 1942, Maio, mês das flores. Comemorar 50 anos de carreira. Se tivesse que adivinhar, diria que tiveram de o convencer... O motivo passa-me completamente ao lado, confesso. Havia um tipo que tinha um grupo em Oeiras… como é que ele se chamava?... Bem, um grupo de teatro semiprofissional lá no auditório em Oeiras. De repente telefonava-me e dizia: “ó Zé Mário, no dia tal, gostava de fazer aqui uma homenagem a propósito dos 17 anos e seis meses da publicação da tua música tal. Depois telefonava ao Carlos Paulo a convidar para uma homenagem dos 23 anos de carreira. Fazia isso com actores, músicos, etc. É

Luis Lobianco: “Todos os dias morrem Gisbertas no Brasil, sem qualquer tipo de comoção”
Teatro Luis Lobianco: “Todos os dias morrem Gisbertas no Brasil, sem qualquer tipo de comoção”

Depois da estreia no Rio de Janeiro em 2017, Luis Lobianco traz o monólogo Gisberta, sobre Gisberta Salce Junior - mulher transgénero brasileira que foi agredida, violada e assassinada no Porto em 2006 por um grupo de adolescentes -, ao Teatro Sá da Bandeira, terça 27 e quarta 28, seguindo depois para Lisboa. Num Brasil onde políticos como Jair Bolsonaro (na altura desta entrevista ainda não se sabia que Bolsonaro ganhara as eleições), legitimam as agressões e o ódio contra pessoas LGBTI, Lobianco acredita que “o teatro funciona como um espaço de urgência, um pedido de socorro”. Lá e cá, a transfobia precisa de ser um assunto sempre em cima da mesa. Quando e como soube da história de Gisberta? Foi através da música “Balada de Gisberta”, de Pedro Abrunhosa, na interpretação de Maria Bethânia. Eu já buscava uma história para contar num projecto a solo de teatro. Num momento de férias pude escutar a música com mais atenção e fui pesquisar a história. Naquele exacto dia o assassinato da Gisberta fazia 10 anos. Comecei a aprofundar a pesquisa imediatamente e a mobilizar pessoas. Isso foi em Fevereiro de 2016. Em Março de 2017 estreámos. O assassinato dela foi falado no Brasil? O crime ainda é muito pouco falado por aqui. Mesmo nos círculos LGBTI [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans, Intersexuais], a história de Gisberta é mais conhecida entre a militância. A peça, junto com a música de Abrunhosa e a interpretação de Bethânia, tem a função de consciencializar fora da nossa bolha

Ricardo Rodrigues: "Para ser igual aos outros, abria uma casa de francesinhas"
Coisas para fazer Ricardo Rodrigues: "Para ser igual aos outros, abria uma casa de francesinhas"

Ninguém te arranca de Leça da Palmeira. Eu só não nasci cá porque não havia hospital. A minha vida foi toda feita em Leça, muito perto dos meus restaurantes. A casa da minha mãe, por exemplo, fica nas traseiras da Esquina do Avesso e do Fava Tonka, e o meu primeiro emprego foi mesmo ao lado, num bar chamado Giz é de Borla. Comecei lá aos 16 anos como bartender. Não tinha formação nenhuma, era uma espécie de moço de recados. Mas a noite deu-me um traquejo interessante. Aprendi sobre gestão humana, isto é, sobre a forma como geres as pessoas e as emoções. As pessoas são diferentes à noite? Muito diferentes. As amizades vão-se construindo ao longo da vida. Na noite, no espaço de uma hora, fazes um amigo que te parece para sempre. As pessoas relaxam ao ponto de te contarem a vida toda. Tu, como barman, acabas por ser um psicólogo. Aprendeste a ser barman sozinho? Fui muito autodidacta, sim. Aos 20 anos comecei a trabalhar no BitBar e, como fui pai muito novo, agarrei a oportunidade. Era um bar carismático, já com 20 anos, que estava a decair. Eu agarrei-o e transformei-o num sucesso. Passou a ser um bar que, de repente, à sexta-feira tinha 300 pessoas e ao sábado 500. Percebi, nessa altura, que tinha jeito para organizar festas temáticas e isso reflectiu-se nos números, que começaram a subir. Como é que passas da noite para a restauração? O Francisco [o filho] chegou, a noite era muito pesada e os horários eram incompatíveis. Senti a necessidade de ter alguma coisa mais sa

Groove Ball: “Quando fizemos o primeiro concurso de vogue as pessoas não sabiam o que isso era"
Gay Groove Ball: “Quando fizemos o primeiro concurso de vogue as pessoas não sabiam o que isso era"

O lema na vossa página no Facebook é: “New Way, Old Way, Vogue Femme, Dramatics, Comedians!!!!” Porquê? Inês Pando – Antes de começarmos a Groove Ball tínhamos um projecto chamado Jungle Cabaret. Era um cabaré louco. Daí vêm o “Dramatics” e o “Comedians”. E o resto? IP – O “New Way, Old Way, Vogue Femme” tem a ver com as correntes do voguing. O Igor [Ribeiro, aliás Ghetthoven, músico, ausente em digressão com Moullinex à data desta entrevista] seria a melhor pessoa para explicar isso. Arranjámos alguma coisa com que nos identificávamos para fazer uma festa queer, livre e segura. Simone Francisco – Já foi há algum tempo [as festas Groove Ball começaram em 2011]. A noite do Porto não era o que é. Agora há muito mais diversidade. O Igor era superligado ao movimento [voguing], cresceu a tentar trazer para cá um bocado dessa cultura americana que nasceu nos anos 1970, 80. Além disso, também gostávamos daquela cena dos Club Kids dos anos 80, e tudo se misturava um bocado, num nicho de pessoas que queriam ser ouvidas, ou ter um sítio para se expressar. E surge a Groove Ball. SF – Também se deve falar do Paris Is Burning [documentário de 1991 sobre a cultura das ballrooms nova-iorquinas]. Havia várias houses de vogue feitas por pessoas que eram postas de lado: queer, da comunidade afro-americana, latina. Ou seja, todos os que eram vistos como weirdos. As ballrooms eram casas de acolhimento dessas pessoas, uma forma de elas se sentirem integradas em qualquer coisa. Uma es

Nuno Baltazar: "Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê?"
Compras Nuno Baltazar: "Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê?"

2018 é um ano de mudanças... É. Há dois anos fiz 40 anos e este ano faço 20 de carreira. Acho que quando chegamos a determinadas etapas na vida é impossível não olhar para trás e não fazer um balanço.Percebi que as coisas me aconteceram muito cedo. Comecei a apresentar colecções na Moda Lisboa com apenas 22 anos e abri uma loja e um ateliê também muito novo. E, claro, as coisas foram ganhando uma estabilidade que, apesar de ter coisas boas, se não estivermos alerta nos faz estagnar. Por isso, há dois anos comecei a perceber que precisava de sair da zona de conforto. Qual foi o primeiro o passo? Sair desta loja [até Março, a loja de Nuno Baltazar ocupava o número 856 da Avenida da Boavista]. A avenida mudou e à medida que a Baixa se foi desenvolvendo, perdeu-se muito comércio aqui. Dificilmente as pessoas vêm à Boavista fazer compras. E eu também precisava de sair do ateliê, ir beber um copo de vinho, ver pessoas a passar. Há muito tempo que andava à procura de um espaço e quando o encontrei coincidiu com a abertura  da nova loja do Luís Buchinho. Vamos estar muito próximos [a próxima loja vai ser no número 37, da Rua do Bolhão]. Achas que a zona junto ao Bolhão poderia ser um novo quarteirão criativo? Sem dúvida. Acho que deveria haver uma estratégia municipal para agregar projectos criativos. É importante que as marcas internacionais vejam o que aqui temos. Um francês não vem ao Porto comprar Chanel. Para quê? Quer é encontrar outras coisas, especiais e únicas. E, por i

Rui Poças: “Gosto de usar a luz como uma gramática, uma língua”
Filmes Rui Poças: “Gosto de usar a luz como uma gramática, uma língua”

(Entrevista originalmente publicada na Time Out Porto 91, de Outubro de 2017.) Trocaste o Porto por Lisboa quando foste tirar o curso de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema. Fui no final dos anos 80. Já tinha a noção de que ia ser muito difícil fazer carreira no cinema no Porto. E agora? As coisas mudaram bastante, mesmo a forma de produzir. Para alguém que tenha vontade de fazer um filme hoje em dia não é absolutamente obrigatório, do ponto de vista técnico, que tenhas que estar numa capital. Mas é verdade que, em termos de carreira profissional, é igual em todos os países: tem de ser feita nos centros de decisão, que estão nas grandes cidades, normalmente nas capitais. Para mim, a troca do Porto por Lisboa foi um casamento por conveniência. O que é que o Porto te diz em 2017? Ainda me diz bastante. Não vou tão frequentemente como gostaria mas quando vou fico muito contente e admirado com a forma como a cidade se tem desenvolvido nos últimos anos. Não falo só do que é geral (o urbanismo, a forma de viver a cidade) mas também do que se faz, sobretudo do ponto vista cultural. No final dos anos 80 deixei um Porto um pouco provinciano, para o bem e para o mal, com um olhar atravessado em relação a Lisboa e às outras cidades. Hoje verifico que as pessoas do Porto continuam a ter orgulho em si mesmas mas já não olham desconfiadas para a capital. Foi fácil afeiçoares-te a Lisboa? Foi. Afeiçoo-me facilmente a qualquer lugar, o que dá jeito porque viajo bastante [ri

Nina Gruntkowski: "O prazer é o mais importante. O saudável vem logo depois"
Coisas para fazer Nina Gruntkowski: "O prazer é o mais importante. O saudável vem logo depois"

Aterrou em Portugal como jornalista, apaixonou-se por Dirk Niepoort e pelas camélias do Norte. Daí à dedicação ao chá verde biológico e à cultura japonesa do chá foi um passo. Li que a plantação de chá que possui em Fornelo [freguesia de Vila do Conde], e onde em 2017 se fez a primeira colheita, experimental, é caso único na Europa continental. Há várias iniciativas na Europa de miniplantações de chá mas, até agora, sem produção comercial. Há, por exemplo, uma no Sul da Suíça, na fronteira com Itália, mas é uma plantação de um museu [Casa del Tè Monte Verità], muito lindo e que faz um grande esforço para informar sobre a cultura do chá. Em geral, não é assim tão fácil encontrar o clima certo para plantar camélias [Camellia sinensis, a planta do chá]. Ela é muito adequada ao clima da zona costeira do norte de Portugal por raramente haver temperaturas abaixo de zero. Ou seja, a terra não gela. E há imensa humidade.  O clima, só por si, explica esta raridade europeia? Há outra razão: a produção é muito, muito exigente. Primeiro, a planta demora cinco anos a crescer até à primeira colheita, o que é um investimento imenso. Na Ásia, até dizem que uma plantação só começa a render a partir dos dez anos. Por outro lado, o investimento em máquinas e mão-de-obra não é fácil. Depois, a produção do chá em si é complicada, porque não é só secar a folha – implica quebrá-la, saber manipulá-la em termos de reacção enzimática e secá-la durante um certo período para criar os diferentes sabo

Helder Pacheco: "Está tudo por fazer no Porto. Reabilitação urbana. Repovoamento. Novas linhas de metro. O Salgueiros voltar à Primeira Divisão."
Notícias Helder Pacheco: "Está tudo por fazer no Porto. Reabilitação urbana. Repovoamento. Novas linhas de metro. O Salgueiros voltar à Primeira Divisão."

Aos olhos de um dos maiores pensadores e documentadores da cidade, o futuro do Porto é um campo aberto e pode ser radioso. Jorge Lopes foi ao encontro de Helder Pacheco em Lordelo do Ouro. Marco Duarte captou-o entre papéis.   As crónicas reunidas no Porto nos Dias do Meu Tempo vão de 2014 a meados deste ano. Começam assombradas pela troika e seguem por uma, digamos, tentativa de reerguer dos escombros. Foi dos períodos mais conturbados que viu o Porto e o país atravessarem? Do ponto de vista das pessoas, sim. Primeiro, porque eu próprio sentia na pele a questão da chamada austeridade. Depois, como ando muito de transportes públicos, ouvia as queixas das pessoas e apercebia-me das dificuldades. Além disso, tinha amigos que ficavam insolventes, amigos com graves problemas por causa dos filhos desempregados, etc. Do ponto de vista da cidade, a verdade é que assistimos ao início da reabilitação urbana, que já vinha de trás mas que nos últimos cinco, seis anos avançou contra a corrente dos acontecimentos. É das tais contradições: nem todas as crises são negativas para todos os sectores.   A cidade foi, durante um período, como que um amortecedor para o ambiente de crise? É. E a verdade é que este boom começa a desenhar-se nesse período.   Com o correr dos acontecimentos, as crónicas vão reflectindo a mudança da paisagem desde 2014 até 2017. Reflecte. A partir de certa sinto que as pessoas começam a viver melhor. E a respirar melhor. E a pensar melhor. E a serem mais opt

Beatriz Machado: "Quem vem para o Yeatman quer conhecer os vinhos portugueses"
Hotéis Beatriz Machado: "Quem vem para o Yeatman quer conhecer os vinhos portugueses"

A fiel depositária da vasta e preciosa colecção de vinhos do Yeatman anda por estes dias ocupada com o World of Wine, um centro de visitas gigantesco que ocupará 30.000 m2 no centro histórico de Vila Nova de Gaia e com abertura prevista para o Verão de 2020. Apesar de concentrada no futuro bê-á-bá do néctar, encontrou algum tempo para conversar com a Time Out... Tem uma rotina de trabalho específica para esta época das vindimas? É a altura em que recebemos mais pessoas mais direccionadas para esta área [do vinho]. Não há propriamente uma rotina, mas Setembro é um momento muito importante porque visitam-nos imensos grupos, jornalistas e opinion makers de vinhos e gastronomia.  No site do Yeatman deixou de ser apresentada como directora de vinhos do hotel. Agora é directora de vinhos da Fladgate Partnership. Desde Julho do ano passado que não estou só no Yeatman. Também me dedicado ao World of Wine, um projecto que há-de nascer daqui a uns anos, e isso implica que me discipline para criar os conteúdos para a Wine Experience, que terá 30.000 m2: criar a experiência, desenhar a experiência. O que vai ser a Wine Experience? Vai ser quase como um complexo cultural para um segmento acima de 21 anos. Será “o” sítio em Portugal para aprender sobre vinho. Quem vem para o Porto e quer conhecer vinho do Porto vai às caves. Quem quer conhecer vinho de todo o país irá ao World of Wine, à Wine Experience. Algum dia se imaginou a dar corpo a algo como o World of Wine? Não, nunca! Mas

Sérgio Cambas: “O que faz a cozinha portuguesa é o receituário”
Restaurantes Sérgio Cambas: “O que faz a cozinha portuguesa é o receituário”

Somando a Póvoa de Varzim da infância à experiência internacional, Sérgio Cambas, responsável por O Paparico e pelas cervejarias Brasão concluiu que o caminho estava em abanar a cozinha e os conceitos portugueses datados, resgatando-os para um presente arrojado. Por sorte, fá-lo a partir do Porto. Antes da idade adulta querias ser biólogo. O que liga a biologia à cozinha? Tudo. Tudo é biologia. Estamos sempre a falar de matérias-primas, do entendimento da matéria. Eu vivo para a matéria, de alguma forma. Acabei o 12º ano na área de Científico-Natural. Claro que [nessa altura] já tinha uma paixão enorme pela hotelaria graças ao background dos meus pais. Quando temos alguma noção de como as reacções acontecem, como a matéria se desenvolve… Quando a restauração passou a ser a tua profissão, não tiveste receio de perder a paixão? Desenvolvi alguns interesses desde pequeno. Um pela biologia, pelos animais, pelas plantas, pela natureza, pelos ritmos das coisas. Outro pelas belas artes – um dos grandes mentores e influências que tive era um artista chamado Fernando [Gonçalves], dos melhores da Póvoa [de Varzim, de onde Sérgio Cambas é natural], e o ateliê dele era ao lado do meu restaurante. Pintava azulejos, fazia escultura, e sempre me deu muito barro para brincar, para estragar. Até determinada idade queria seguir belas artes, mais tarde foi biologia, mas houve algo sempre presente nestes processos entre a infância e a adolescência. A hotelaria. Cresci dentro de um resta

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