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As melhores cervejarias no Porto
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Cinco bares para ouvir música ao vivo no Porto
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Conheça o percurso do Rally de Portugal no Porto
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Dois anos depois, o Porto volta a estar em alta rotação. Após o anúncio de que a Invicta iria receber uma etapa do Rally de Portugal - a Porto Street Stage,...

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Com ou sem cravo na lapela, este é o mês de celebração da liberdade. O Museu Nacional da Imprensa fá-lo com exposições. Serão inaugurados até ao final de...

Há um novo MAR em Vila Nova de Gaia
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A primeira edição do MAR - Mercado Alternativo do RUA começa hoje e vai até domingo, 22 de Abril. O Jardim do Morro foi o local escolhido para estrear o...

Matias Damásio e Blaya na terceira noite de Queima das Fitas
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Matias Damásio e Blaya são as mais recentes confirmações para a Queima das Fitas do Porto 2018. Os artistas actuam dia 7 de Maio, segunda-feira.  Blaya, a...

John Cale e Peter Murphy com David J no EDP Vilar de Mouros
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O EDP Vilar de Mouros, que dá música nos dias 23, 24 e 25 de Agosto, anunciou mais nomes para juntar ao cartaz: Peter Murphy e David J celebram 40 anos de...

Rufem os tambores: o Vogue Café já abriu na Baixa
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Se passou na Rua de Avis nos últimos meses, percebeu que algo — considerando tantos capacetes, tábuas de madeira e andaimes — estava para nascer. Ei-lo: o...

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O sol decidiu aparecer, e com ele as boas notícias sobre eventos à beira-mar também. Foi divulgado o cartaz do Porto & Matosinhos Wave Series, que entre...

Porto vai ter um 'Pallco' para o ensino das artes performativas
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Pallco é o nome do primeiro conservatório de música e dança do Porto que vai ser inaugurado hoje. O conservatório foi construído de raiz no local onde antes...

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O melhor do Porto

As melhores mercearias no Porto
Compras As melhores mercearias no Porto

Queijos, azeites, compotas, charcutaria, bacalhau, frutos secos e conservas. Biológicos, lá da terra, gourmet ou que foram produzidos do outro lado do mundo. Fizemos-lhe uma lista com as melhores mercearias no Porto que lhe vendem tudo isto e muito mais.

As melhores coisas para fazer sozinho no Porto
Coisas para fazer As melhores coisas para fazer sozinho no Porto

Às vezes não há como uma tarde, ou mesmo um dia inteiro, sem ninguém por perto. É para esses dias que esta lista das melhores coisas para fazer sozinho no Porto dá jeito. E acredite: com tanta coisa para ocupar o tempo e a mente não vai sentir falta de companhia nenhuma.

Os melhores restaurantes na Foz
Restaurantes Os melhores restaurantes na Foz

O Porto é uma cidade que conhece como poucas a arte de bem comer. A Foz, uma das zonas mais famosas, não será a excepção que foge à regra. Banhada por rio e mar, recebe para almoçar ou jantar os clientes já conhecidos da cidade, ou aqueles que ainda não conhecem os seus mais distinguidos encantos. Nesta zona come-se bom peixe, boa carne e não só – sempre com o serviço cuidado e exímio que procura não descurar nunca a fama e qualidade que são atribuídas a este cantinho ao pé do mar. 

Os melhores restaurantes do mundo no Porto
Restaurantes Os melhores restaurantes do mundo no Porto

Itália, EUA, Israel, China, México e Índia são alguns dos países representados (e bem) nesta lista. Faça check-in nestas mesas e mude de ares nos melhores restaurantes do mundo no Porto.

Cinco wine bars no Porto que tem de conhecer
Restaurantes Cinco wine bars no Porto que tem de conhecer

Não há ninguém que conjuge o verbo relaxar tão bem quanto nós. A pensar nisto, e porque somos muito adeptos da modalidade de beber um copo ao fim do dia antes de irmos para casa, aqui tem uma lista com cinco wine bars no Porto que tem de conhecer. Com vinhos nacionais e estrangeiros, petiscos e tapas, música ou estantes de livros, estes espaços vão fazer de tudo para o deixar beeeem descontraído.

Oito lugares no Porto que parecem o estrangeiro
Coisas para fazer Oito lugares no Porto que parecem o estrangeiro

Estes lugares no Porto que parecem o estrangeiro são a prova de que a Invicta é um mundo e que não é preciso sair daqui para impressionar nas redes sociais e conhecer outras culturas. Há muitas vantagens em visitar estes sítios, portanto. Troque o avião pelo metro (ou pelas sapatilhas) e beba um copo em Marrocos, durma em Paris ou relaxe na Tailândia. 

10 coisas que os turistas fazem e todos os portuenses deviam experimentar
Coisas para fazer 10 coisas que os turistas fazem e todos os portuenses deviam experimentar

Sim, é difícil andar em linha recta em muitas ruas da cidade graças à avalanche de turistas. Mas também é divertido almoçar ao som de cinco línguas diferentes. Além disso, temos de concordar que, muitas vezes, os estrangeiros tiram melhor partido da cidade do que nós. Por isso, fomos tentar perceber o que os turistas fazem e todos os portuenses deviam experimentar. 

12 coisas que enervam qualquer portuense
Coisas para fazer 12 coisas que enervam qualquer portuense

Que os portuenses são pessoas expansivas já toda a gente sabe. O que muita gente não sabe são as coisas que nos deixam fora de nós. Até porque se soubessem, não o faziam ou diziam. Estas são (algumas das) coisas que enervam qualquer portuense...   1. "Preferias morar em Lisboa?" Não. A resposta para esta pergunta é não. Pelo menos para a maioria dos portuenses, orgulhosos e convictos de morarem na melhor cidade do mundo. Além disso, temos menos trânsito (por enquanto) do que Lisboa, a praia está mais próxima do centro e a nossa comida é bem melhor. Se nos deixarem ficamos por cá, obrigada.   2. Condutores amadores Somos de buzinadela fácil. Basta uma pessoa pôr o pé na estrada fora da passadeira e logo se ouve protesto vindo do carro. E se um veículo se atravessar à nossa frente sem piscas, o que acontece cada vez mais? Isso dá direito a buzinadela, palavrões e todo um repertório de gestos menos dignos.   3. "Olha as asneiras!" Dizerem-nos para termos cuidados com as asneiras costuma bastar para se fazerem ouvir mais. Ao contrário do que se pensa, os nativos do Porto não dizem muitas asneiras conscientemente. Em rigor, muitas delas fazem parte do nosso vocabulário e já nem são consideradas asneiras. E além disso, de certeza que existem estudos que dizem que uma asneira bem dita na altura certa evita muitas dores de alma.    4. A francesinha é o prato típico do Porto Não, não e não. A francesinha é, provavelmente, o prato mais conhecido do Porto, mas isso n

As melhores marcas de mantas à venda no Porto
Compras As melhores marcas de mantas à venda no Porto

É inevitável. As temperaturas vão começar a descer e a vontade de ficar enrolado numa manta a beber chá no sofá, enquanto as noites arrefecem lá fora, cresce exponencialmente. A pensar no seu conforto e bem-estar, reunimos-lhe as melhores marcas de mantas à venda no Porto. Vai precisar delas em breve.

As melhores pastelarias no Minho
Restaurantes As melhores pastelarias no Minho

Umas são relíquias centenárias que souberam preservar a identidade e a qualidade, outras acabam de chegar e trazem vitalidade e imaginação. Umas esmeram-se em bolos tradicionais, outras inventam — e bem. De Braga a Guimarães, de Viana do Castelo a Arcos de Valdevez, de Barcelos a Esposende, conheça algumas das casas que dão bom nome à doçaria no Minho.

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Guia de zonas e ruas

Rua Costa Cabral
Rua Costa Cabral

A rua mais extensa da cidade.

Foz
Foz

As cores, o mar, as avenidas largas e as velhas ruas estreitas. 

Avenida da Boavista
Avenida da Boavista

Nesta artéria com 5,5 quilómetros vai encontrar de tudo.

Baixa
Baixa

15 segredos sobre esta zona da cidade.

Matosinhos
Matosinhos

Quer ir para fora cá dentro? Aqui tem uma sugestão.

Rua de Cedofeita
Rua de Cedofeita

É uma das artérias mais movimentadas da cidade e tem muita coisa boa para devorar. 

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As melhores coisas para fazer este mês

Photo Ark
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Photo Ark

A Photo Ark, na Galeria da Biodiversidade, mostra o trabalho do fotógrafo Joel Sartore durante três décadas com a National Geographic. A ideia é muito simples: fotografar todos os animais em cativeiro e usar as fotografias (lindas, claro) para evitar a extinção de muitas outras espécies. O fotógrafo já registou mais de sete mil espécies mas o céu é o limite. Vá, as 12 mil espécies são o limite, pronto.

“No Tempo Todo”
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“No Tempo Todo”

É uma retrospectiva da obra de Álvaro Lapa (Évora, 1939 - Porto, 2006), uma das mais importantes figuras da arte portuguesa no período pós revolucionário. Em Serralves estarão reunidas, pela primeira vez, mais de 200 obras de vários períodos, entre pintura e escultura, numa exposição que reflecte o grande contributo deste artista para a arte contemporânea.

Rodrigo Leão - “Os Portugueses”
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Rodrigo Leão - “Os Portugueses”

A comemorar 25 anos de carreira, Rodrigo Leão terá uma versão revista e actualizada do concerto “Os Portugueses”, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: “Portugal, um Retrato Social”. A 1ª parte do concerto contará com um artista cujo nome ainda não foi revelado.

Escola do Silêncio
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Escola do Silêncio

Jogar xadrez pode ser mais do que ter uma estratégia vencedora. É isso que defende Daniel Gonçalves Quintã, mentor da Escola do Silêncio, dedicada à divulgação desta modalidade. A Escola do Silêncio está a promover formações na Biblioteca Municipal do Porto. Aprende-se a jogar xadrez, mas também a sua história e pontos de contacto com a filosofia e a arte. Nesse sentido, Daniel Quintã organiza ainda a edição de livros e sessões de cinema.  Inscrições: bmp.cm-porto.pt/contact

Adriana Calcanhotto
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Adriana Calcanhotto

A cantora brasileira estreia o novo espetáculo “A Mulher do Pau-Brasil”. É numa terça-feira à noite, mas pode estar à vontade, é véspera de feriado.

Nilton - Falta de Juízo
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Nilton - Falta de Juízo

Nilton, um homem conhecido por passar muito tempo ao telefone, está de volta ao Coliseu para um espectáculo de stand-up. Esta é uma noite que promete muita diversão e muito falta de juízo. 

Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato + Convidados
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Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato + Convidados

A paixão pelo samba juntou estes músicos luso-brasileiros. Interpretam clássicos da música brasileira desde os anos 30 até hoje, sempre com algumas surpresas pelo caminho. Neste concerto, junta-se Tiago Nacarato, filho de músicos brasileiros e conhecido por ter passado pelo programa "The Voice".

Photo Ark
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Photo Ark

A Photo Ark, na Galeria da Biodiversidade, mostra o trabalho do fotógrafo Joel Sartore durante três décadas com a National Geographic. A ideia é muito simples: fotografar todos os animais em cativeiro e usar as fotografias (lindas, claro) para evitar a extinção de muitas outras espécies. O fotógrafo já registou mais de sete mil espécies mas o céu é o limite. Vá, as 12 mil espécies são o limite, pronto.

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Entrevistas

José Pacheco Pereira: "O Ephemera é um arquivo omnívoro. A gente come tudo e nunca se arrependeu"
Coisas para fazer José Pacheco Pereira: "O Ephemera é um arquivo omnívoro. A gente come tudo e nunca se arrependeu"

José Pacheco Pereira lançou a bola de neve que se transformou no maior arquivo privado do país. O Ephemera, uma epopeia em crescimento exponencial, recolhe a memória particular e pública do país e não só. E tudo começou pela biblioteca da família, no Porto. Quando percebeu que não seria cidadão residente no Porto por muito tempo? Acabei por ir dar aulas para Lisboa, para o ISCTE, e isso fixou-me lá. Nunca pensou em regressar e fixar-se cá? Não pensei em voltar mas também de cá nunca saí. Há uma convenção no teatro japonês que já citei uma vez num artigo sobre o Porto: as personagens que levantam os pés são normalmente os mortos, almas danadas ou demónios; os que não levantam os pés são normalmente aqueles que se mantêm sobre a terra. E eu, de facto, nunca levantei os pés do Porto. A semente para o que veio a transformar-se no Ephemera foi a biblioteca da sua família. Consegue descrever como era essa biblioteca? Vivi sempre no meio de livros. Inclusive fisicamente, em casa dos meus pais – arranjei maneira de me mudar para o sítio onde estava uma grande parte dos livros, uma cave que não era bem uma cave. Isto significa que, além de ter lido muita coisa, conheci desde muito cedo o funcionamento de uma biblioteca. Ou seja, encontrar um critério para arrumar milhares de livros e ajudar a fazer as fichas. Peças cruciais numa biblioteca. As fichas na biblioteca do meu pai [Álvaro Pacheco Pereira] e do meu avô [Gonçalo Pacheco Pereira] compravam-se numa antiga tipografia, M

Nina Gruntkowski: "O prazer é o mais importante. O saudável vem logo depois"
Coisas para fazer Nina Gruntkowski: "O prazer é o mais importante. O saudável vem logo depois"

Aterrou em Portugal como jornalista, apaixonou-se por Dirk Niepoort e pelas camélias do Norte. Daí à dedicação ao chá verde biológico e à cultura japonesa do chá foi um passo. Li que a plantação de chá que possui em Fornelo [freguesia de Vila do Conde], e onde em 2017 se fez a primeira colheita, experimental, é caso único na Europa continental. Há várias iniciativas na Europa de miniplantações de chá mas, até agora, sem produção comercial. Há, por exemplo, uma no Sul da Suíça, na fronteira com Itália, mas é uma plantação de um museu [Casa del Tè Monte Verità], muito lindo e que faz um grande esforço para informar sobre a cultura do chá. Em geral, não é assim tão fácil encontrar o clima certo para plantar camélias [Camellia sinensis, a planta do chá]. Ela é muito adequada ao clima da zona costeira do norte de Portugal por raramente haver temperaturas abaixo de zero. Ou seja, a terra não gela. E há imensa humidade.  O clima, só por si, explica esta raridade europeia? Há outra razão: a produção é muito, muito exigente. Primeiro, a planta demora cinco anos a crescer até à primeira colheita, o que é um investimento imenso. Na Ásia, até dizem que uma plantação só começa a render a partir dos dez anos. Por outro lado, o investimento em máquinas e mão-de-obra não é fácil. Depois, a produção do chá em si é complicada, porque não é só secar a folha – implica quebrá-la, saber manipulá-la em termos de reacção enzimática e secá-la durante um certo período para criar os diferentes sabo

Helder Pacheco: "Está tudo por fazer no Porto. Reabilitação urbana. Repovoamento. Novas linhas de metro. O Salgueiros voltar à Primeira Divisão."
Notícias Helder Pacheco: "Está tudo por fazer no Porto. Reabilitação urbana. Repovoamento. Novas linhas de metro. O Salgueiros voltar à Primeira Divisão."

Aos olhos de um dos maiores pensadores e documentadores da cidade, o futuro do Porto é um campo aberto e pode ser radioso. Jorge Lopes foi ao encontro de Helder Pacheco em Lordelo do Ouro. Marco Duarte captou-o entre papéis.   As crónicas reunidas no Porto nos Dias do Meu Tempo vão de 2014 a meados deste ano. Começam assombradas pela troika e seguem por uma, digamos, tentativa de reerguer dos escombros. Foi dos períodos mais conturbados que viu o Porto e o país atravessarem? Do ponto de vista das pessoas, sim. Primeiro, porque eu próprio sentia na pele a questão da chamada austeridade. Depois, como ando muito de transportes públicos, ouvia as queixas das pessoas e apercebia-me das dificuldades. Além disso, tinha amigos que ficavam insolventes, amigos com graves problemas por causa dos filhos desempregados, etc. Do ponto de vista da cidade, a verdade é que assistimos ao início da reabilitação urbana, que já vinha de trás mas que nos últimos cinco, seis anos avançou contra a corrente dos acontecimentos. É das tais contradições: nem todas as crises são negativas para todos os sectores.   A cidade foi, durante um período, como que um amortecedor para o ambiente de crise? É. E a verdade é que este boom começa a desenhar-se nesse período.   Com o correr dos acontecimentos, as crónicas vão reflectindo a mudança da paisagem desde 2014 até 2017. Reflecte. A partir de certa sinto que as pessoas começam a viver melhor. E a respirar melhor. E a pensar melhor. E a serem mais opt

Beatriz Machado: "Quem vem para o Yeatman quer conhecer os vinhos portugueses"
Hotéis Beatriz Machado: "Quem vem para o Yeatman quer conhecer os vinhos portugueses"

A fiel depositária da vasta e preciosa colecção de vinhos do Yeatman anda por estes dias ocupada com o World of Wine, um centro de visitas gigantesco que ocupará 30.000 m2 no centro histórico de Vila Nova de Gaia e com abertura prevista para o Verão de 2020. Apesar de concentrada no futuro bê-á-bá do néctar, encontrou algum tempo para conversar com a Time Out... Tem uma rotina de trabalho específica para esta época das vindimas? É a altura em que recebemos mais pessoas mais direccionadas para esta área [do vinho]. Não há propriamente uma rotina, mas Setembro é um momento muito importante porque visitam-nos imensos grupos, jornalistas e opinion makers de vinhos e gastronomia.  No site do Yeatman deixou de ser apresentada como directora de vinhos do hotel. Agora é directora de vinhos da Fladgate Partnership. Desde Julho do ano passado que não estou só no Yeatman. Também me dedicado ao World of Wine, um projecto que há-de nascer daqui a uns anos, e isso implica que me discipline para criar os conteúdos para a Wine Experience, que terá 30.000 m2: criar a experiência, desenhar a experiência. O que vai ser a Wine Experience? Vai ser quase como um complexo cultural para um segmento acima de 21 anos. Será “o” sítio em Portugal para aprender sobre vinho. Quem vem para o Porto e quer conhecer vinho do Porto vai às caves. Quem quer conhecer vinho de todo o país irá ao World of Wine, à Wine Experience. Algum dia se imaginou a dar corpo a algo como o World of Wine? Não, nunca! Mas

Sérgio Cambas: “O que faz a cozinha portuguesa é o receituário”
Restaurantes Sérgio Cambas: “O que faz a cozinha portuguesa é o receituário”

Somando a Póvoa de Varzim da infância à experiência internacional, Sérgio Cambas, responsável por O Paparico e pelas cervejarias Brasão concluiu que o caminho estava em abanar a cozinha e os conceitos portugueses datados, resgatando-os para um presente arrojado. Por sorte, fá-lo a partir do Porto. Antes da idade adulta querias ser biólogo. O que liga a biologia à cozinha? Tudo. Tudo é biologia. Estamos sempre a falar de matérias-primas, do entendimento da matéria. Eu vivo para a matéria, de alguma forma. Acabei o 12º ano na área de Científico-Natural. Claro que [nessa altura] já tinha uma paixão enorme pela hotelaria graças ao background dos meus pais. Quando temos alguma noção de como as reacções acontecem, como a matéria se desenvolve… Quando a restauração passou a ser a tua profissão, não tiveste receio de perder a paixão? Desenvolvi alguns interesses desde pequeno. Um pela biologia, pelos animais, pelas plantas, pela natureza, pelos ritmos das coisas. Outro pelas belas artes – um dos grandes mentores e influências que tive era um artista chamado Fernando [Gonçalves], dos melhores da Póvoa [de Varzim, de onde Sérgio Cambas é natural], e o ateliê dele era ao lado do meu restaurante. Pintava azulejos, fazia escultura, e sempre me deu muito barro para brincar, para estragar. Até determinada idade queria seguir belas artes, mais tarde foi biologia, mas houve algo sempre presente nestes processos entre a infância e a adolescência. A hotelaria. Cresci dentro de um resta

Sónia Araújo: "O pessoal do Norte que leva as coisas a peito sentiu-se muito magoado"
Coisas para fazer Sónia Araújo: "O pessoal do Norte que leva as coisas a peito sentiu-se muito magoado"

Há 21 anos que Sónia Araújo trata das manhãs televisivas da RTP a partir do Monte da Virgem. No resto do tempo, dança (e bem) e canta lições para os miúdos. Daqui a nada revelará novos talentos da costura em horário nobre. A licenciatura em Direito serviu como plano de contingência ou era mesmo esse o seu rumo inicial?Era um bocado plano B porque no fundo nunca quis ser advogada. Já trabalhava em televisão [no 1, 2, 3] quando acabei o curso. Em miúda eu queria era dançar e depois, mais lá para a frente, pensaria numa vida mais “séria” [risos]. Não que as bailarinas não sejam sérias, mas sabia que era complicado o percurso na dança em Portugal, algo como o dos músicos e dos actores: um dia tem-se trabalho, no outro dia não. Mas é uma área que sempre me preencheu. Teve alguém em casa a servir de exemplo?Nunca tive ninguém na família ligado às artes, mas desde pequenina que gosto imenso de tudo o que esteja relacionado com o palco. Fazia teatrinhos de fantoches e participava nas festas da escola, mas sempre de forma muito tímida. Tímida?Sempre fui muito tímida, mas estudar dança tornou-me mais comunicativa. Queria ser bailarina, fiz força para que os meus pais me matriculassem numa escola de dança e consegui negociar isso com eles, mas tive de assumir um compromisso: para continuar no ballet tinha de ter notas razoáveis. Se a coisa corresse mal, se não tivesse tempo suficiente para estudar… O que nunca chegou a acontecer.Felizmente. Mas nunca fui aluna brilhante, apenas razo

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