Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Porto icon-chevron-right Os 50 melhores restaurantes no Porto

Os 50 melhores restaurantes no Porto

Comer bem é um dos cartões-de-visita desta cidade. Nos 50 melhores restaurantes no Porto há opções para todos os gostos. Ora espreite

Por Teresa Castro Viana |
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Il Pizzaiolo
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© Marco DuartePizza do Il Pizzaiolo
Traça
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©Cláudia Paiva
Nogueira's Porto
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© Marco Duarte
Moqueca do Mundo
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© DRMoqueca do Mundo

O Porto é para se viver de garfo e faca na mão. Porque não queremos que lhe dê a fraqueza enquanto percorre os quatro cantos da cidade, aqui tem uma lista feita à sua medida. Estes são os 50 melhores restaurantes no Porto, escolhidos a dedo pelos críticos e especialistas em Comer e Beber desta revista. E vai encontrar um pouco de tudo por aqui. Temos restaurantes com comida tradicional e outros com pratos de autor. Uns mais virados para a carne e outros mais orientados para a comida saudável. Em suma, um resumo do melhor que se faz na restauração portuense. Aproveite. Bom apetite.

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Os 50 melhores restaurantes no Porto

1
A Capoeira - Bacalhau à Brás
© João Saramago
Restaurantes, Português

A Capoeira

icon-location-pin Foz

Os anos não passam pel’A Capoeira, na Foz, um restaurante que se mantém igual a si mesmo (isto é um elogio) há mais de 20 anos. Fora da mira da maior parte dos turistas, ou seja, fora da Baixa – mas debaixo de olho de muitos portuenses que, com o tempo, se tornam clientes habituais –, A Capoeira é um daqueles sítios onde sabe sempre bem voltar. Pelo serviço atencioso, pela carta de vinhos, mas especialmente pelos pratos tipicamente portugueses, como o bacalhau à Brás, a língua estufada, os filetes de polvo com arroz do mesmo e os rojões à moda do Minho. Se não conhece, não sabe o que anda a perder. 

A Time Out diz
2
Cozinha do Manel
© João Saramago
Restaurantes, Português

A Cozinha do Manel

icon-location-pin Bonfim

Aviso à navegação: assim que entrar neste restaurante no Heroísmo, na zona oriental
da cidade, prepare-se para perder algum tempo a admirar as paredes, recheadas de fotografias de famosos comensais que por lá se sentaram. À mesa, também 
é necessária preparação, mas, neste caso, para provar pratos incríveis tipicamente portugueses. Vitelinha assada, filetes de polvo com arroz do mesmo, cozido à portuguesa e tripas à moda do Porto são alguns dos mais pedidos. Remate com as rabanadas, o requeijão com doce de abóbora ou a aletria caseira.

A Time Out diz
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3
Adega São Nicolau
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Português

Adega São Nicolau

icon-location-pin Ribeira

Ícone da restauração portuense, o Sr. António Coelho, um homem que percebia tanto de comida portuguesa como o Ronaldo de bola, foi o mentor deste e de outros restaurantes que, agora, estão nas mãos da filha Renata. Mas a comida continua a ser feita com mestria e bons ingredientes. Os filetes de polvo com arroz do mesmo, as sardinhas fritas com arroz de feijão, a língua de vaca estufada e o galo à bordalesa são clássicos incontornáveis desta casa.

A Time Out diz
4
Almeja
© João Saramago
Restaurantes, Português

Almeja

icon-location-pin Baixa

Este “casual fine dining” na Baixa, instalado numa antiga loja de cafés e chás, está a tornar-se um verdadeiro caso de sucesso. Culpa de João Cura, que, na cozinha, trabalha os produtos portugueses consoante as estações do ano, com influências de várias partes do mundo. Tosta de cabeça de xara; alho negro com malte, cebolinhas e alho francês; cogumelos silvestres com tupinambo e limão; arroz negro com peixe, choco e salicórnia; e pombo torcaz com pêra e raiz de aipo são alguns dos pratos que pode provar. Dica: aproveite o maravilhoso jardim nas traseiras para beber um copo de vinho antes do repasto.

A Time Out diz
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5
Antiqvvm
©DR
Restaurantes, Europeu contemporâneo

Antiqvvm

icon-location-pin Massarelos

Instalado no antigo Solar do Vinho do Porto, na Quinta da Macieirinha, o Antiqvvm é um dos poucos restaurantes da cidade distinguido pelo Guia Michelin. Tem uma estrela.
Na cozinha está o chef Vítor Matos, que regressou à Invicta (antes tinha estado no Tiara Park Atlantic Hotel, actual Crowne Plaza), depois de uma temporada na Casa da Calçada, em Amarante. Se está com vontade de ter uma experiência gastronómica, não hesite em marcar mesa. Pode escolher 
à carta ou seguir as nossas recomendações e optar por um dos três menus de degustação: o Orgânico, o Essência ou o Ensaios Sensoriais. Vai ver que vai valer a pena.

A Time Out diz
6
Antonio Mezzero
© Marco Duarte
Restaurantes, Italiano

Antonio Mezzero

icon-location-pin Matosinhos

As pizzas napolitanas ganharam fama no Porto graças a este homem, um napolitano de gema que escolheu a Invicta (Matosinhos, para sermos mais precisos) para dar a provar a sua arte. As pizzas são feitas como manda o regulamento: massa mais fina no centro, bordas grossas e ingredientes vindos directamente de Nápoles, o que eleva muito a qualidade do produto final. Antes de se atirar às pizzas, peça a incrível tábua com charcutaria italiana, focaccia, bruschettas e queijo. Se conseguir comer uma sobremesa no final, o tiramisù e a panacota são boas escolhas. 

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7
Antunes
© João Saramago
Restaurantes, Português

Antunes

icon-location-pin Baixa

Há duas coisas que são obrigatórias no Antunes: comer o pernil de porco assado, com uma textura a fazer lembrar o fiambre no forno, e as rabanadas em pão bijou, feitas a olho (sim, é verdade) pela dona Maria Luísa, a matriarca desta casa, servidas durante todo o ano. Não gosta de pernil? Não é fã de rabanadas? Nada tema. Aqui, tudo o que está na carta vale a pena, quer sejam os filetes de pescada com arroz malandro, o bacalhau de cebolada, as tripas à moda do Porto ou o cozido à portuguesa. Seja qual for a sua escolha, temos a certeza de que vai sair do Antunes com vontade de dormir uma valente sesta. E isso é um óptimo sinal.

A Time Out diz
8
Apego
©DR
Restaurantes, Restaurantes

Apego

icon-location-pin Bonfim

Afastem-se dos turistas, das compras, dos homens-estátua e entrem no bonito espaço que Aurora Goy, a chef de 29 anos, filha de mãe portuguesa e pai francês, decorou para nos receber. As paredes em pedra, as mesas em madeira, o sofá corrido, os tons quentes e o serviço atencioso. É fácil sentirmo-nos bem por lá, especialmente se a isto juntarmos uma carta curta e um menu de degustação de seis pratos, bonitos e bem feitos, muito em conta (30€). Um restaurante que recebeu cinco estrelas dos nossos críticos grastronómicos. Muito merecidas.

A Time Out diz
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9
BAO'S - taiwanese burger
© João Saramago
Restaurantes, Taiwanês

BAO'S – Taiwanese Burger

icon-location-pin Cedofeita

Cá para nós, a comida de rua é sempre bem-vinda. E porquê? Porque, por norma, é barata, rápida e, em muitos casos, bem boa. Como no BAO’S – Taiwanese Burger, um espaço em Cedofeita onde estes pãezinhos recheados e cozinhados a vapor são a especialidade. “Há boa street food a acontecer no Porto”, escreveu o crítico Ricardo Capitão quando avaliou com quatro estrelas, em cinco, este restaurante. O gua bao com barriga de porco, o chicken bao com frango crocante e o crab bao com caranguejo de casca mole são alguns dos nossos preferidos.

A Time Out diz
10
Belos Aires
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Belos Aires

icon-location-pin Baixa

O paraíso das empanadas, da carne e do dulce de leche fica ali entre Miragaia e a Ribeira. Chama-se Belos Aires e é o sítio ideal para fazer uma refeição tipicamente argentina. O mbejú de mandioca e queijo com vinagrete de cebola roxa e coentros, um bolo feito com farinha e sêmola de mandioca, é uma das novas entradas na carta. Nesta linha, também vale a pena provar o chicharrón entrançado com kiveve de abóbora e milho, ou seja, carne de vitela cozinhada na panela e servida com uma espécie de puré. Nos clássicos, é impossível contornar os cortes argentinos, sempre temperados e cozinhados no ponto ideal.

A Time Out diz
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11
Brasão Cervejaria
© João Saramago
Restaurantes, Cervejarias

Brasão Cervejaria Aliados

icon-location-pin Aliados

Há coisas boas na vida, como um pôr-do-sol na praia, uma tarde de domingo no sofá ou uma refeição na cervejaria Brasão. Seja para devorar a francesinha, uma das mais consensuais da cidade, um bife (com cebolada, cogumelos ou queijo da Serra, as alternativas são mais que muitas) ou para fazer uma refeição à volta de petiscos, este restaurante é uma aposta segura. O rissol de carne, cogumelos e trufa, a cebola frita com maionese de alho negro e os croquetes de carne com queijo são ex-líbris da casa aos quais não vai ficar indiferente.

A Time Out diz
12
Tosta de abacate com camarão
© Marco Duarte
Restaurantes, Europeu contemporâneo

Brick Clérigos

icon-location-pin Baixa

Caiu nas graças dos portuenses e dos turistas bem antes de a comida saudável (leia-se tábuas, tostas, saladas e wraps cheios de legumes e frutas) se tornar uma tendência na cidade. E há dois grandes motivos que o explicam. Primeiro, a qualidade do que por lá se serve: tudo é fresco, bonito e saboroso. Depois, o espírito descontraído e caseiro que uma mesa comunitária, “porventura a mais bonita do país”, como escreveu o crítico Alfredo Lacerda, e uma cozinha aberta dão a um restaurante. Se tiver dúvidas na hora de escolher, atire-se à salada de cogumelos, à tosta de abacate e camarão ou à salada de queijo de cabra e nozes.

A Time Out diz
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13
Cafeína
©DR
Restaurantes

Cafeína

icon-location-pin Foz

Instalado numa bonita casa do início do século XX, o Cafeína, do empresário Vasco Mourão, é um dos melhores restaurantes da cidade, mesmo depois de vinte anos de vida. Não é para todos. Na carta brilham pratos internacionais de raiz portuguesa, como o carpaccio com lascas de foie gras e queijo São Jorge DOP, a sopa folhada de peixe e açafrão, o folhado de salmão com espinafres, puré de aipo e molho holandês, o bacalhau com migas de broa e o bife com mostarda. Se anda à procura do sítio perfeito para comemorar aquela data especial, não precisa de ir mais longe.

A Time Out diz
14
Cantina 32 - Prego
Fotografia: João Saramago
Restaurantes

Cantina 32

icon-location-pin Flores

Há restaurantes bonitos, e depois há sítios, como o Cantina 32, onde apetece entrar de máquina fotográfica (ou telemóvel) já em riste. Culpa da decoração industrial e de dezenas de objectos que nos despertam a curiosidade, como os quadros, a máquina de escrever, os candeeiros e as peças em porcelana. À mesa, foque-se no salmão curado em mostarda com laranja, molho de chalota e ovo raspado; nos ovinhos de codorniz com bacon panados e na vitela na brasa à Lafões. Para sobremesa, peça o muito fotogénico cheesecake de banana caramelizada.

A Time Out diz
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15
Casa de Chá da Boa Nova - Lula Gigante com Molho Bordalês
©DR
Restaurantes

Casa de Chá da Boa Nova

icon-location-pin Leça da Palmeira

A Casa de Chá da Boa Nova é um verdadeiro dois-em-um. Não só é uma referência arquitectónica com a assinatura de Siza Vieira, como é também uma meca da gastronomia com a chancela de Rui Paula. Com experiência comprovada no DOC e no DOP, neste restaurante em Leça da Palmeira, o chef tem o mar como inspiração. Há três menus de degustação disponíveis – Mar e Terra, Boa Nova e Atlântico –, onde o peixe e o marisco têm os papéis principais. Corvina, manga e maracujá ou salmonete, mexilhão e tapioca são alguns dos pratos que deve provar.

A Time Out diz
16
Casa D'Oro
© João Saramago
Restaurantes, Italiano

Casa D'Oro

icon-location-pin Porto

A Casa d’Oro, de Maria Paola Purru, é uma instituição na cidade. A localização, em plena marginal e com vista para a Ponte da Arrábida, ajuda, mas a qualidade de tudo o que lá se serve é o factor preponderante. Na carta há pizzas de massa fina que pode pedir às metades, pastas, lasanhas e outros pratos italianos feitos com muita mestria e sem invenções. Por isso, já sabe, sempre que precisar de um spot seguro para levar a família (crianças incluídas) ou para um jantar entre amigos, tenha este em mente. E não se esqueça de acompanhar a refeição com o tè freddo, o chá da casa, par perfeito para todos os pratos da lista. 

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17
Casa Nanda
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Português

Casa Nanda

icon-location-pin Bonfim

Ter a parede de um restaurante repleta de recortes de jornais com notícias e boas críticas é sempre um bom presságio para quem se senta à mesa. É isto que acontece na Casa Nanda, onde reinam os pratos tradicionais. Filetes de pescada com batata e salada, bife de boi com cebolada, bolinhos de bacalhau com arroz de feijão, tripas à moda do Porto ou filetes de polvo com arroz do mesmo são só algumas das opções que vai encontrar por aqui. A Casa Nanda é uma aposta segura quando o que mais nos apetece na vida é comer uma pratada de comida como se estivéssemos em casa da avó. 

18
Cozinha da Amélia - Pão de Ló
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Português

Cozinha da Amélia

icon-location-pin Porto

As mãos da dona Amélia fazem magia. Magia em forma de amêijoas à Bulhão Pato, de rabo de boi estufado, de filetes de polvo e de vários pratos de bacalhau, como o à espanhola, o à Brás ou o assado na brasa. Depois de vários anos ao leme do Redondo da Ramada Alta, que fechou as portas, abriu um restaurante no Campo Alegre com o seu nome (faz sentido, uma vez que é ela que comanda as tropas e os tachos) e com muito mais espaço, dado que tem a casa sempre bem composta, tanto ao almoço como ao jantar. A comida é tradicional, sem truques, e com muito sabor, como se quer. Dica: devore uns bolinhos de bacalhau de entrada.

A Time Out diz
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19
Época
©José Saramago
Restaurantes, Vegetariano

Época

icon-location-pin Cedofeita

O Época é um daqueles sítios onde sabe bem estar – o espaço é airoso, cheio de luz e com dezenas de livros de gastronomia para consultar – e onde é sempre uma alegria comer. A malga de arroz integral com kimchi, cogumelos, ovo frito, coentros e amendoim; a tosta de hummus com estufado de limão, salsa e sementes de abóbora; e os ovos turcos, com iogurte, manteiga noisette, paprika, cominhos e endro são alguns dos ex-líbris deste café/restaurante. Para o pequeno-almoço e lanche há granola com iogurte, papas de aveia e panquecas de trigo sarraceno.

A Time Out diz
20
Esquina do Avesso
© João Saramago
Restaurantes, Petiscos

Esquina do Avesso

icon-location-pin Leça da Palmeira

A cabeça do chef Nuno Castro não pára e a Esquina do Avesso é um dos seus laboratórios de experimentação. Com uma carta cheia de pequenos pratos criativos – como a cavala braseada com ostra e Bulhão Pato, o cozido à portuguesa do avesso e a abóbora assada com Stilton e frutos secos –, uma refeição neste restaurante em Leça é uma viagem por vários sabores e um regalo para os olhos, já que todos os pratos são dignos de uma avalanche de likes no Instagram. Não termine a refeição sem provar as sobremesas. Entre a de Baileys, caramelo e café e a de laranja, líchia e coco, o difícil vai ser mesmo escolher. Acredite.

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21
Euskalduna Studio
© Marco Duarte
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Euskalduna Studio

icon-location-pin Bonfim

Com dois anos de vida, o Euskalduna Studio já se tornou num ponto de paragem obrigatória na cidade para foodies e curiosos da gastronomia. Tudo graças ao chef Vasco Coelho Santos e à sua equipa, que desenvolvem menus de degustação onde o ingrediente é sempre extremamente bem tratado. “Prato após prato, brilhava o produto, sempre bem confeccionado”, escreveu a crítica Dulce Dantas Marinho na visita que a fez dar cinco estrelas a este restaurante. O menu vai mudando consoante a época e a experiência dos clientes, por isso, se já lá tiver ido, dificilmente come a mesma coisa.

A Time Out diz
22
gion
© Marco Duarte
Restaurantes, Japonês

Gion

icon-location-pin Baixa

Quando ficamos com a sensação de que o sushi tradicional anda a desaparecer das cartas dos restaurantes sem deixar rasto, abrem sítios como o Gion, que nos fazem recuperar a fé no mundo. Aqui não entram morangos nem queijo creme e são os peixes que mais brilham. Salmão, atum, peixe branco e cavala são algumas das variedades que não costumam faltar e que chegam frescos todos os dias. Antes do sushi e do sashimi, entretenha-se com a panqueca okonomiyaki, com camarão e polvo, e no final com umas colheradas da tarte de chocolate com caramelo de miso. O espaço é pequeno, por isso não se esqueça de reservar.

A Time Out diz
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23
Ikeda
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Japonês

Ikeda

icon-location-pin Campo Alegre

Há restaurantes bonitos e, depois, há o Ikeda, um espaço no Campo Alegre com uma das salas mais fotogénicas da cidade. Isto porque o tecto está coberto de grous em origami, o pássaro que para a cultura nipónica é sinónimo de felicidade. Mas, aqui entre nós, felicidade é provar a espetada de vieira com ameixa japonesa, a barriga de salmão com molho ponzu, a bowl com fatias de picanha maturada servida sobre uma massa de trufas negras e, claro, o sushi tradicional, com apresentação cuidada. Se quiser uma experiência mais privada, reserve a Minka, uma sala que fica nas traseiras do restaurante.

A Time Out diz
24
Il Pizzaiolo
© Marco Duarte
Restaurantes, Pizza

Il Pizzaiolo

icon-location-pin Galerias

Facto: as pizzas napolitanas não abundam na cidade. Outro facto: há cada vez mais adeptos desta versão, o que faz com que também haja mais restaurantes especializados na estrela da gastronomia de Nápoles. Como o Il Pizzaiolo, que abriu numa das ruas mais movimentadas da Baixa, no lugar do antigo 3C. A Diavolina, com molho de tomate, mozarela e salame picante; a Il Pizzaiolo, com molho de tomate, mozarela, burrata, speck e malagueta; e a Napoli, com anchovas e alcaparras, são boas sugestões se quiser viajar para Itália sem ter que entrar num avião.

A Time Out diz
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25
Mito
© João Saramago
Restaurantes, Fusão

Mito

icon-location-pin Baixa

Pensado para ser um restaurante para amigos, o Mito, do chef Pedro Braga, tornou-se um restaurante para todos. Porquê? Porque todas as alturas e companhias são boas para ir comer os croquetes de boi velho com maionese de chouriço, a beterraba assada com queijo de cabra, tangerina e noz, as bolinhas de Berlim com creme de pata negra e bacon e o arroz de tamboril com caril e sriracha. A comida é óptima, o ambiente é bom e a conta é muito acessível para a qualidade do que aqui se come. Aviso: é um sacrilégio sair sem provar a rabanada de matcha com gelado de bacon e o sticky toffee pudding.

A Time Out diz
26
Mundo
© Marco Duarte
Restaurantes, Global

Mundo

icon-location-pin Baixa

Viajar sem sair do Porto é cada vez mais fácil. No Mundo, recentemente adquirido pelo grupo Fullest, e com a carta desenvolvida pelo chef João Pupo Lameiras, consegue dar a volta ao globo numa refeição. Experimente as finíssimas de vazia de boi com abacate, tortilha crocante, coentros, malagueta e milho cancha; o bibimbap veggie, que leva arroz, ovo, kimchi, gochujang (um condimento picante coreano), cogumelos, rebentos de soja, edamame, pickles, ceboleto e nori; e ainda a tagine de frango do campo com puré de cenoura, azeitona, limão de conserva, alperce e jus de especiarias. Já fez check-in? Não fique em terra.

A Time Out diz
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27
MUU - Steakhouse
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

MUU

icon-location-pin Galerias

O logótipo é uma vaca (pode ver a mascote do restaurante no painel de banda desenhada exposto numa das paredes). E o nome é o que lê. Com estas pistas, fica fácil adivinhar o que se come neste espaço. Carne. Sim, acertou. Cortes como o Tomahawk, peças como o costeletão maturado, e de raças como a Black Angus, são só algumas das escolhas disponíveis, que podem ser servidas com vários acompanhamentos, como o arroz de forno ou a batata rosti. Prove ainda o Johnny’s Scotch, uma versão do ovo escocês, envolto em carnes com um puré de chalotas e couves de Bruxelas, e as sobremesas, boas e bonitas.

A Time Out diz
28
Nogueira's Porto
© Marco Duarte
Restaurantes, Steakhouse

Nogueira's Porto

icon-location-pin Galerias

Filho de peixe sabe nadar. E filhos (neste caso) de empresários da restauração ligados à carne têm as bases necessárias para abrir um espaço onde as estrelas são as picanhas, as maminhas, os New York steaks Black Angus, os Tomahawks e os assados de tira. Estes cortes podem ser acompanhados de palitos de polenta, feijão preto ou puré de brócolos. Mas, antes disso, é obrigatório pedir as costelinhas de porco a baixa temperatura e os tacos de salmão. Se regar a refeição com cocktails de autor, vai ver que lhe vai apetecer voltar lá muito em breve. 

A Time Out diz
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29
O Buraco
© Marco Duarte
Restaurantes, Português

O Buraco

icon-location-pin Baixa

Nem todos os restaurantes se podem dar ao luxo de não abrir as portas a um sábado à noite, como é o caso d’O Buraco. Mas o entra e sai que por lá se vê todos os dias (é difícil não ter de esperar por uma mesa), explica muita coisa. Com um menu bom e barato este restaurante é um clássico da restauração portuense. O empadão de vitela, servido à segunda-feira, e que dificilmente encontra em outros restaurantes, a feijoada à Buraco, à quarta, e o arroz de pato, sempre na carta, são apostas seguras. Os arrozes caldosos, como o de tomate ou feijão, também são imperdíveis.

A Time Out diz
30
O Paparico
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Português

O Paparico

icon-location-pin Constituição

Toda a gente gosta de ser paparicada. E é isso que lhe fazem n’O Paparico, do início ao fim da refeição. Nela vão brilhar sempre os produtos e alguns pratos tipicamente portugueses, ainda que apresentados numa versão mais moderna e criativa. Ostras de Alvor com molho verde de salicórnia, jardineira de rabo de boi, carabineiro com cenoura à algarvia e verduras das dunas, cabidela de borracho e amêndoa transmontana, uma das sobremesas, são algumas das coisas que pode e deve provar neste restaurante. E tudo vale muito a pena. 

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31
O Rápido
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Mediterrâneo

O Rápido

icon-location-pin São Bento

Depressa e bem há pouco quem, mas n’O Rápido é assim mesmo que funciona: os pratos, servidos em doses muito generosas, não demoram a chegar à mesa e sempre com uma qualidade que pode ser comparada à comida feita em casa. À segunda-feira é dia de bacalhau à espanhola, à terça e quinta comem-se tripas à moda do Porto (se é um fã da especialidade portuense, reserve mesa neste dia) e à sexta, costela mendinha assada no forno. Decorou? Então apresse-se a reservar lugar porque o restaurante está sempre cheio. Pudera... 

32
Palco - Vitela à Délia
Fotografia: João Saramago
Restaurantes

Palco

icon-location-pin Baixa

Se é uma daquelas pessoas que não costuma dar oportunidades a restaurantes de hotel, pense duas vezes e marque uma mesa no Palco, o restaurante do hotel Teatro. Com dois cenários de degustação, o Almeida Garrett e o Palco, com seis e oito momentos, respectivamente, este é um daqueles restaurantes onde vale a pena jantar. Se preferir uma interpretação mais livre, opte pelas peças soltas e escolha à carta. Arroz de lavagante e camarão tigre, novilho nacional com puré de batata, acelgas e cogumelos, e cenoura, citrinos e macadâmia são algumas das sugestões. 

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33
Pedro Lemos - Horta do Chef
©DR
Restaurantes

Pedro Lemos

icon-location-pin Foz

O restaurante do chef homónimo dispensava apresentações, mas cá vão: fica numa das ruas mais famosas da Foz Velha, numa casa bonita classificada como património arquitectónico, onde se servem pratos com ingredientes da época. Para comer, pode escolher entre dois menus de degustação, um com oito pratos e outro com dez. Foie gras de pato e pão de especiarias e pêra; atum, wasabi, enoki e dashi; vaca, raiz forte, queijo da Ilha e alcachofra; e banana, alfazema e pérolas de sagu são alguns dos pratos da actual carta. Se esta amostra não foi suficiente para lhe abrir o apetite, então não sabemos o que o fará.

A Time Out diz
34
Pedro Limão
©DR
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Pedro Limão

icon-location-pin Bonfim

Criativa, atrevida e saborosa: assim é a cozinha de Pedro Limão, o chef do restaurante homónimo, que brilha para os lados do Porto Oriental. O menu de degustação, composto por 10 momentos, é preparado com produtos da época e vai mudando conforme as ideias do chef. À data de fecho desta página, constavam no menu pratos como o tártaro de novilho, o cogumelo, o porco bísaro maturado e o papo de anjo, mas não garantimos que os possa comer quando estiver a ler. Quando visitou o restaurante, a crítica Dulce Dantas Marinho gabou o “arrojo da refeição” e o “esforço da equipa em dar algo diferente à cidade”.

A Time Out diz
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35
Portarossa - Pizza
©João Saramago
Restaurantes, Italiano

Portarossa

icon-location-pin Foz

Um restaurante italiano é sempre uma boa ideia. Mas só se a comida valer a pena, como vale no Portarossa, um dos espaços da conhecida dupla Vasco Mourão e Camilo Jaña. Comece a refeição com as lulinhas e gambas panadas com maionese al nero di seppia ou com a burrata com manjericão. Depois, só tem de escolher entre as pizzas em forno a lenha, como a rústica, com linguiça, grelos e ovo; as pastas, como o esparguete negro com frutos do mar; ou os pratos tipicamente italianos, como o escalope à milanesa. E há um espaço para os miúdos, o que faz deste restaurante um óptimo spot para refeições em família. Fica a dica.

A Time Out diz
36
Portucale
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Português

Portucale

icon-location-pin Bonfim

Há uma vaga de novos restaurantes na cidade. Ora têm uma decoração arrojada, um menu fora da caixa, uma extensa lista de cocktails de autor, ou todas as opções anteriores. O Portucale, na Cooperativa dos Pedreiros, é a excepção à regra e continua a ter, ao fim de quase 50 anos, uma carta recheada de grandes clássicos. Entre eles estão o bacalhau à marinheiro com camarão, o cherne grelhado com molho ravigote à base de azeite, vinagre e alcaparras, o bife à Portucale e os crepes Suzette, flamejados à frente do cliente. Um espectáculo que quase já não se vê. Uma pena. 

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Portugandhi
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Indiano

Portugandhi

icon-location-pin Baixa

Há poucos indianos de qualidade no Porto, mas o Portugandhi, de Atul Parbudas, que começou nestas andanças quando ajudava no restaurante do avô, é um deles. O cheiro a especiarias invade a sala mal se entra. Vem da cozinha, de onde saem papadoms com chutneys, chamuças de frango, uns incríveis cheese naans, e o chicken tikka masala, um clássico da casa, com “a carne tenrinha e molho apurado”, como escreveu o crítico Francisco Beltrão, aquando da sua visita ao restaurante. Também há lamb madras, um caril de borrego típico do Sul da Índia, camarão salteado com especiarias e muito mais.

A Time Out diz
38
Puro 4050
© João Saramago
Restaurantes, Italiano

Puro 4050

icon-location-pin Flores

São poucos os restaurantes que arrancam cinco estrelas a um crítico da Time Out, mas o Puro 4050, do chef Luís Américo, conseguiu a proeza. As mozarelas vindas do Sul de Itália, como a bocconcini com mais textura e a affumicata com um sabor fumado, são as estrelas da companhia e podem ser conjugadas com vegetais ou charcutaria italiana. As focaccias de pizza, as carnes na brasa, o ossobuco – com “a carne saborosíssima cozinhada longas horas em vegetais e vinho”, como escreveu o crítico Alfredo Lacerda –, as pastas e os risotos também devem figurar entre os seus pedidos.

A Time Out diz
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39
Reitoria - Cachaço de Porco Preto
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Reitoria

icon-location-pin Baixa

Quando ainda mal se falava de steakhouses, já no Reitoria se punha a carne na brasa (muita dela no Josper, uma espécie de forno-grelha). Falamos de vazia espanhola e entrecôte, mas também de costelinhas de vitela e de secretos de porco. Antes da refeição propriamente dita, pode atacar uma focaccia de pão caseiro no piso de baixo (as de rosbife e as de salame picante são incríveis) ou entreter-se com uns petiscos, como os ovos rotos com txistorra, cogumelos e azeite de trufa; a burrata com tomates confitados e pesto; ou o tártaro de lombo de boi.

A Time Out diz
40
RO
© João Saramago
Restaurantes, Japonês

RO

icon-location-pin Aliados

Okonomiyaki misto, ramen shoyu e domburi de atum. Se não faz ideia do que estamos a falar, então é porque ainda não foi ao RO (leia-se Ramen e Outros), o projecto oriental dos chefs João Pupo Lameiras e Francisco Bonneville. O nome não deixa margem para dúvidas, e o ramen, o famoso caldo com noodles que se popularizou no Japão, é a estrela da companhia. Há alternativas com frango e cachaço de porco, vegetais, rosbife e cogumelos, entre outros. Mas também há petiscos, como a panqueca japonesa, servida com porco e lulas, e taças de arroz com toppings, ideais para aquecer o corpo e a alma nos dias frios.

A Time Out diz
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41
Senhor Zé
© Marco Duarte
Restaurantes, Português

Senhor Zé

icon-location-pin Santa Catarina

Quem sabe, sabe. E José Canelas e Maria da Soledade sabem. Ele sabe receber como quem recebe amigos em casa; ela sabe cozinhar como se cozinha para quem se gosta. Juntos, são a alma do Senhor Zé, um restaurante em que a comida portuguesa é tratada por tu. Bacalhau à lagareiro, bife à Senhor Zé, bolinhos de bacalhau com arroz do mesmo, fígado de vitela com cebolada, arroz de berbigão, tripas à moda do Porto e filetes de peixe-galo com açorda do mesmo são alguns dos pratos que pode encontrar na carta. Há ainda muitos outros que surgem consoante a época do ano. Se sobrar (duvidamos), pode levar o resto para casa.

A Time Out diz
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Shiko - Prato
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Japonês

Shiko

icon-location-pin Batalha

Tal como a comida portuguesa não vive só de bacalhau e polvo, também a japonesa não se limita a sushi e a sashimi. E o chef Ruy Leão foi um dos primeiros na cidade a mostrar que os pratos nipónicos, a maioria pensados para partilhar nas verdadeiras tascas, são um mundo por descobrir. Do croquete japonês de carne e batata doce à mítica cavala marinada, passando pela beringela frita, com molho de miso doce e sésamo preto, e pelo tataki de salmão, vai ser quase impossível não pedir tudo. Mas atenção, o sushi e o sashimi também devem vir para a mesa.

A Time Out diz
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Taberna dos Mercadores
© João Saramago
Restaurantes, Português

Taberna dos Mercadores

icon-location-pin Ribeira

Dos mesmos donos da Adega São Nicolau, a Taberna dos Mercadores, também na Ribeira, é um daqueles restaurantes onde tem mesmo que reservar mesa. Isto porque os 16 lugares disponíveisna sala ficam ocupados à velocidade da luz. Mas, uma coisa é certa, se a comida não fosse tão boa – a açorda de mariscos, as costeletinhas de borrego com batata e o fígado de vitela à portuguesa são alguns dos pratos que lá pode provar – o restaurante não enchia com tanta facilidade. Como é o caso. Dica: se anda à procura de um sítio romântico para levar a sua cara-metade, não precisa de procurar mais.

A Time Out diz
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Taberna Santo António
© João Saramago
Restaurantes, Português

Taberna Santo António

icon-location-pin Baixa

Quem vai, dificilmente deixa passar muito tempo até voltar, como se volta sempre a casa dos pais, com a barriga a dar horas. Muito por culpa da dona Hermínia e do senhor Vítor, as caras deste restaurante. Para começar, delicie-se com os rissóis acabados de fritar (os de carne e os de queijo com orégãos são os mais famosos), enquanto beberica alguma coisa. Depois, peça o que houver. Do empadão de alheira com grelos às tripas à moda do Porto, do arroz de sarrabulho ao cozido à portuguesa, do bacalhau no forno à vitela estufada, tudo vale a pena. E a boa disposição com que se é atendido torna tudo melhor.

A Time Out diz
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Terminal 4450 - Black Angus
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Terminal 4450

icon-location-pin Leça da Palmeira

Leça da Palmeira está a ganhar uma nova vida (gastronomicamente falando), graças aos projectos de Ricardo Rodrigues e do chef Nuno Castro. E um dos mais bem conseguidos é este Terminal 4450, no Porto de Leixões. A entrada faz-se por uma manga que dá acesso a um balcão de check-in e os menus, onde brilham vários cortes de carne, são passaportes. O Tomahawk e o T-Bone são dois dos mais consensuais nesta steakhouse. Para acompanhar há arroz de fumeiro, esparregado, feijão preto e muito mais. Se seguir as nossas recomendações e atacar as salsichas artesanais logo no início, não vai ter de que se queixar.

A Time Out diz
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The Yeatman
©DR
Restaurantes, Restaurantes

The Yeatman

icon-location-pin Vila Nova de Gaia

Com duas estrelas Michelin, o restaurante do hotel homónimo, em Gaia, comandado pelo chef Ricardo Costa, é um daqueles sítios onde deve jantar pelo menos uma vez na vida. E, para ser, que seja em grande, por isso opte pelo menu Experiência Gastronómica, com nove momentos que o vão deixar de boca aberta. E de barriga cheia, pois claro. Entre eles estão o Lavagante, com Bloody Mary, tupinambo, molejas; o Berbigão, com xerém, coentros, ovo, presunto; o Leitão, jalapeño, coentros, chilli; e os Mirtilos, servidos em várias texturas. Vai sair-lhe do bolso mas nunca mais lhe vai sair da cabeça. 

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Traça - Esplanada
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Traça

icon-location-pin Flores

Com queda para os pratos de caça – javali, veado e perdiz são algumas das carnes disponíveis no menu –, o Traça foi o primeiro restaurante a instalar-se no agora concorrido Largo de São Domingos e um dos pioneiros a servir carne e petiscos luso-espanhóis. Entre eles, brilham a sertã de morcela, as mãozinhas de porco com gambas e os traçados com creme aioli, um enrolado de panado de porco com presunto e pimiento del piquillo. À sobremesa, se ainda conseguir comer seja o que for, pode escolher à vontade. Tudo é caseiro, da mousse de queijo com frutos vermelhos ao souflé gelado de chocolate com calda de laranja quente. 

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Typographia Progresso
© João Saramago
Restaurantes, Restaurantes

Typographia Progresso

icon-location-pin Flores

Dar a volta ao mundo pode ser mais rápido do que imagina. Nem que seja só à mesa. Dirija-se, então, ao Typographia Progresso, de Luís Américo, a poucos passos de outros dois restaurantes do chef, a Cantina 32 e o Puro 4050, dos quais já aqui falámos. Há moqueca de camarão com arroz, bife tártaro com batata frita e carbonara. Mas também há, para começar, salada de alga wakame com sésamo, e sisig, um salteado de carne de porco filipino. Como também é sempre bom voltar a casa, os pratos portugueses e portuenses, como a cataplana de garoupa e gambas e o bacalhau à Zé do Pipo, respectivamente, não podiam faltar.

A Time Out diz
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49
Sala principal do Vinum
Restaurantes, Português

Vinum

icon-location-pin Vila Nova de Gaia

Há três coisas que tem de saber sobre o Vinum: 1) a carta é focada nos produtos portugueses; 2) a garrafeira é incrível; e 3) a vista para o Porto é das mais bonitas que por aí se encontram. Se andava à procura de motivos para ir conhecer este restaurante, instalado nas caves Graham’s, ei-los. Para comer, conte com coisas boas para começar, como os boletos salteados com gema de ovo bio ou o creme de castanhas com alheira e queijo Serra da Estrela DOP. Para prato principal, peça o rabo de boi estufado ou a presa de porco preto. Vai bem servido de qualquer uma das formas.

A Time Out diz
50
Wish Restaurant & Sushi
© João Saramago
Restaurantes, Japonês

Wish Restaurant & Sushi

icon-location-pin Foz

Anda sempre à procura de restaurantes que agradem a gregos e a troianos (leia-se crianças, adultos, doidos por sushi e adeptos de pratos mais clássicos)? O Wish Restaurante & Sushi, do chef António Vieira, na Foz, é o sítio certo para marcar mesa. E sim, convém que marque mesmo. O nome não deixa margem para dúvidas e a carta (das grandes) tem alternativas para todos os gostos – do sushi aos pratos de cozinha internacional. Raviólis de pato com foie gras, redução de vinho do Porto e pancetta; presa ibérica com migas de castanha; e tornedó com crosta de pimenta são alguns dos pratos imperdíveis.

A Time Out diz

Mais sítios onde comer no Porto

Adega de São Nicolau
© Cláudia Paiva
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Ribeira

Há quem fuja a sete pés dos restaurantes nas zonas mais turísticas das cidades e nós percebemos porquê. Porque, caro leitor, na maior parte das vezes, o preço que se paga por uma refeição não faz justiça à qualidade do que se come. Mas nesta zona da cidade há lugar para algumas excepções, claro, às quais nem turistas, nem locais, resistem. Pratos típicos portugueses, vários cortes de carne, ostras e bacalhau são alguns dos ingredientes que mais brilham nas cartas dos melhores restaurantes na Ribeira. Arme-se em turista e explore o que de melhor há para comer por estes lados. Recomendado: As maiores atracções no Porto

Cafeína
©Tiago Lessa
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Foz

Ir à Foz é um programa por si só, um mundo de possibilidades. Banhada por rio e por mar, bons restaurantes, e com uma marginal (e eléctricos) que convidam a um passeio, não há como ficar aborrecido nesta bonita zona da cidade. A boa comida que se faz para estes lados atrai muito boa gente, turistas ou portuenses, miúdos ou graúdos. Pratos de peixe ou de carne, mais exóticos ou mais tradicionais, e de chefs mais ou menos conhecidos, nesta lista com os melhores restaurantes na Foz vai encontrar um pouco de tudo. Bom apetite. Recomendado: Os melhores restaurantes na Baixa

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Árvore do Mundo
© Marco Duarte
Restaurantes

Sete restaurantes vegan no Porto

Já lá vão os tempos em que as opções vegan não existiam na cidade e era preciso pedir uma salada para remediar. Hoje em dia, comer uma refeição livre de ingredientes de origem animal na Invicta é cada vez mais fácil. Basta ver, por exemplo, esta lista com sete restaurantes vegan no Porto. Nestes estabelecimentos não entram carne, peixe, ovos, leite ou derivados e tudo é confeccionado com ingredientes da terra, a pensar em quem segue esta filosofia de vida. Sob diferentes conceitos, desde bar a cat café ou loja de discos, todos têm um ponto em comum: o respeito pelos animais. Recomendado: 10 doces vegan que tem de provar no Porto

Brick Clérigos
© João Saramago
Restaurantes

10 restaurantes no Porto até 20€

Quer comer e ficar com a barriga cheia sem ficar com a carteira vazia? Então leia atentamente esta lista onde lhe damos a conhecer 10 restaurantes no Porto até 20€ e certifique-se que a mantém por perto sempre que andar na rua ou lhe der a fome. Temos restaurantes tradicionais, com pratos como bacalhau à Brás, rojões, cabrito assado e cozido à portuguesa, mas também espaços mais modernos com influências de gastronomias de outros cantos do mundo. Nestes poderá comer ramen, por exemplo, baos e pizzas. Junte os amigos e a família à mesa e bom apetite. Recomendado: Os 35 melhores restaurantes no Porto abertos ao domingo

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Taco na Casa Vasco
© João Saramago
Restaurantes, Petiscos

Os melhores restaurantes de petiscos no Porto

Juntar os amigos à volta da mesa, pedir várias coisas ao mesmo tempo, experimentá-las a todas e no fim dividir a conta. Belo negócio, caro leitor. Há restaurantes de petiscos no Porto para todos os gostos, todas as carteiras e em várias zonas da cidade.

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