Restaurantes
Críticas de restaurantes, as últimas notícias, novos restaurantes e os melhores restaurantes no Porto
Os 21 melhores brunches no Porto e arredores
O Porto é conhecido pela boa comida, mas não se deixa ficar apenas pelos pratos tradicionais. Também somos mestres na arte de dominar ovos, panquecas, tostas e bebidas de café de especialidade. E tudo isto está incluído nesta lista com os 21 melhores brunches no Porto e arredores. Seja num hotel boutique de cinco estrelas ou num espaço cultural, durante a semana ou nos dias de descanso, há duas coisas que estão garantidas: mesas fartas e comida boa e muito fotogénica. Se nunca sabe onde ir, aqui vai encontrar as respostas. De nada. Recomendado: Oito sítios para tomar um pequeno-almoço saudável no Porto
As 10 melhores marisqueiras no Porto e arredores
Qualquer altura é boa para comer marisco, é certo, mas com a aproximação do Verão e com cervejas e praia à mistura, o programa é ainda mais irresistível. Se quer aproveitar o tempo livre para fazer um rally pelas melhores marisqueiras no Porto e arredores, este artigo é para si. Desde ostras, lavagantes, lagostas, percebes, lagostins, mexilhões, amêijoas, gambas e até zamburinas da Galiza, vai poder provar isto tudo à beira mar, em Vila do Conde, Póvoa de Varzim ou Matosinhos, ou até mesmo em terra, no Porto. Marisqueiras, por aqui, não faltam. Relacionados: Os melhores restaurantes de peixe no Porto e arredores
Seis pratos surf and turf que tem de provar no Porto
A barriga de porco, raviólis e amêijoas da Esquina do Avesso, a curva da truta no Pinhão do The George Restaurant & Terrace e a salada de tataki de lombo de boi, gambas e lulas da Casa de Pasto da Palmeira estão entre os seis pratos surf and turf que tem de provar no Porto, cujos preços variam entre os 8€ e os 22€. Se, como nós, também apoia a integração e quer evitar o drama da escolha entre o peixe e a carne, estas especialidades são ideais para si. Recomendado: Dez pratos de bacalhau para provar no Porto
Os melhores restaurantes de comida tradicional no Porto
Hoje em dia não é difícil experimentar pratos de outros cantos do mundo na cidade mas, verdade seja dita, poucas coisas sabem melhor que uma refeição de comida caseira, temperada no ponto e servida em doses generosas. Nesta lista, com os melhores restaurantes de comida tradicional no Porto, há pratos para todos os gostos, do cozido à portuguesa ao galo à bordalesa, passando pelos filetes de pescada e pelas sardinhas fritas com arroz de feijão. Se não troca a comida da avó e da mãe por nada, leia o que se segue. Recomendado: Os melhores sítios para comer cabrito no Porto e arredores
Os 50 melhores restaurantes no Porto
O Porto é para se viver de garfo e faca na mão. Porque não queremos que lhe dê a fraqueza enquanto percorre os quatro cantos da cidade, aqui tem uma lista feita à sua medida. Estes são os 50 melhores restaurantes no Porto, escolhidos a dedo pelos críticos e especialistas em Comer e Beber desta revista. E vai encontrar um pouco de tudo por aqui. Temos restaurantes com comida tradicional e outros com pratos de autor. Uns mais virados para a carne e outros mais orientados para a comida saudável. Em suma, um resumo do melhor que se faz na restauração portuense. Aproveite. Bom apetite. Recomendado: Os melhores bares no Porto
Últimas notícias de restaurantes no Porto
As nossas sugestões: os melhores restaurantes no Porto
Os 12 melhores restaurantes vegetarianos no Porto
Não, no Porto não existe só comida pesada, e os espaços que dão primazia ao reino vegetal têm cada vez clientes mais fiéis. Há pratos única e exclusivamente vegetarianos, opções vegan e menus que respeitam a sazonalidade dos ingredientes, muitas vezes de origem biológica ou de pequenos produtores locais. É isto que temos à mesa nos melhores restaurantes vegetarianos no Porto. Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis no Porto
Os 20 melhores restaurantes com esplanada no Porto
Quando está bom tempo ninguém gosta de estar fechado em casa ou no escritório, por isso, aproveite o sol e vá almoçar aos melhores restaurantes com esplanada no Porto. Enquanto come boa comida, faz a fotossíntese necessária depois de tantos meses de frio. Nesta lista temos restaurantes com menus diferentes e para todos os gostos, que vão dos petiscos à cozinha internacional.
Os melhores restaurantes saudáveis no Porto
Nesta lista há saladas, açaí e tapiocas. Mas também há tostas, pizzas, wraps e generosas taças de arroz. Para beber, não faltam os sumos de fruta, os de detox e as águas aromatizadas. Encha-se de saúde e conheça os melhores restaurantes saudáveis no Porto.
Para os amantes de um bom pequeno-almoço
Os melhores pequenos-almoços no Porto
Desengane-se quem pensa que a primeira refeição do dia se resume a pão com manteiga e café. No Porto há uma imensidão de sugestões, provadas e aprovadas pela equipa da Time Out. Mas por favor, não lamba o ecrã ao ver os melhores pequenos-almoços no Porto.
Oito sítios para tomar um pequeno-almoço saudável no Porto
É a refeição mais importante do dia e, se for recheada de coisas boas, como açaí, smoothie bowls, tapiocas e papas de aveia, melhor ainda. Nesta lista, tem oito sítios para tomar um pequeno-almoço saudável no Porto. Bom apetite.
Os melhores brunches de hotel no Porto
Somos pessoas de acordar tarde e raramente nos apetece um pequeno-almoço banal ao fim-de-semana. Ainda bem que existem bons brunches de hotel no Porto para nos satisfazer as vontades e não contrariar a preguiça. Para qualquer um deles, o conselho é o mesmo: reserve antes. Só para não acabar com os planos furados.
Três sítios para comer...
Três sítios para comer carbonara no Porto
A essência da gastronomia italiana está na simplicidade das confecções e na combinação dos ingredientes mais frescos. Uma pasta à carbonara é feita com ovos (sim, isso mesmo que leu), guanciale, um tipo de bacon usado em Itália retirado das bochecas do porco, pimenta preta e queijo. Apenas isto. Não há natas nem outras invenções na receita original. Infelizmente, na maioria dos restaurantes que há por estas bandas, preferem inventar. Ao contrário destes três sítios para comer carbonara no Porto, onde o prato italiano é feito como manda a sapatilha. Bom apetite, caro leitor. Recomendado: Os melhores restaurantes italianos no Porto
Três sítios para comer salada de polvo no Porto
Fresca, leve e saborosa, esta é uma boa alternativa para começar a refeição. Como é também um bom petisco para comer a meio da tarde (ou a qualquer hora do dia). Sozinho ou para partilhar com os amigos, nesta lista encontra três sítios para comer salada de polvo no Porto. Recomendado: Três sítios para comer gaspacho no Porto
Comer e beber nestas ruas
Críticas de restaurantes
VietView
Gostava de experimentar a comida vietnamita sem ter que sair do Porto? Agora já é possível. Onde? No VietView, o primeiro restaurante vietnamita da cidade, onde é possível experimentar alguns dos mais típicos pratos deste país asiático. Crítica A viagem ao vietname borregou. Era preciso comprar uma máquina de lavar roupa nova e substituir o chão da varanda que ficou destruído depois das obras de revestimento a capoto do prédio. Acabámos, portanto, por ir de férias para o meio do Alentejo (também ele tomado de assalto pelos turistas); a dormir numa rulote cheia de entradas de ar e vespas asiáticas na casa de banho; e a atolar o carro num banco de areia mal chegámos ao alojamento. Se a minha mulher já estava descontente com a mudança de planos, ainda mais ficou. E ninguém quer, a bem da boa convivência planetária, que a Rita se aborreça. Sugeri-lhe, em compensação, sob o incrível céu estrelado alentejano (até saquei uma app com as constelações e tudo), irmos ao novo Viet View, em Cedofeita, o primeiro restaurante no Porto dedicado à gastronomia daquele país. Um gajo tenta. Mas fiquei com a sensação de que a emenda foi pior do que o soneto. Logo a abrir a refeição gastámos 8,50€ em entradas que não me levaram nem a Hanói, nem a Ho Chi Minh, mas sim ao AKI (com esse dinheiro podia ter comprado um suporte novo para o chuveiro, que todos os dias ameaça despenhar-se lá do alto, pensei). O edamame (3€), umas vagens de soja ainda verdes, chegaram numa tacinha. Os feijões tinham
Elemento
O primeiro restaurante de fine dining do país onde se cozinha exclusivamente com o fogo abriu no Porto. À frente do projecto está o chef Ricardo Dias Ferreira, que trabalhou durante vários anos em restaurantes de topo na Austrália. Com produtos quase 100% portugueses e, sempre que possíveis, de pequenos produtores, este restaurante é um daqueles que vale a pena conhecer. Crítica Há muito que os restaurantes deixaram de servir apenas para comer. Tornaram-se experiências gastronómicas onde todos os detalhes contam. Do serviço à decoração. Da garrafeira ao que vem no prato. O Elemento tem tudo isto. E quer tudo isto. Que a refeição perdure, muito depois da digestão, na memória de quem lá vai. A cozinha, aberta sobre um balcão de mármore branco, curvo e convidativo, cheio de turistas, exala um cheiro a madeira queimada que se propaga pelas paredes graníticas e pelo chão de cimento afagado. Ao fundo, um pequeno terraço com uma oliveira e, antes dele, a garrafeira debaixo de uma arcada, compõem o espaço. É de lá que vem o vinho com o qual iniciamos a refeição. Um Beyra, da Beira Interior, muito fresco e com um toque mineral, resultado da uva ter crescido num solo xistoso. Para quem gosta de vinhos salgados, a saber a maresia, é uma boa escolha. O pão de azeitonas do couvert chega à mesa ainda morno, com uma boa crosta, muito ar e uma ligeira acidez da fermentação. Acompanha-o uma manteiga cítrica aromatizada com cebolinho e alecrim. A meio do jantar pedimos uma segunda dose. O
The George Restaurant & Terrace
Há sempre um coração que bate mais forte cá dentro. Que é maior do que todos os outros corações. Que é mais carnudo e suculento, mais doce e cheio de amor. É assim o coração de boi, o meu tomate favorito entre todos os tomates que existem na Terra. Não provei todos os tomates que existem na Terra, como devem imaginar, mas quando se gosta realmente de alguma coisa, assim é: o mundo deixa de existir. E, para mim, não há tomate como aquele. Podia dizer-vos que quando chegava o Verão comia cestos de tomates coração de boi vindos da quinta dos meus avós, mas vou passar essa reminiscência adiante e falar de uma outra coisa mais importante: o tomate coração de boi salva uma salada mista, embeleza-a, eleva-a, e se for regada com um fio de azeite, tanto melhor. Mas não lhe podemos atribuir o ónus da redenção se emparelhado com folhas verdes e tomate cereja sem graça e umas rodelas de queijo de cabra panadas já muito gastas (9€). Digamos que de “uau, que belo começo” pouco teve. O raio do tomate é bom, mas não faz milagres. Felizmente, a segunda entrada pedida neste restaurante da moda, instalado nas Caves Sandeman, em Gaia – que diz fazer uma viagem das montanhas do Douro até à Foz – apresentou-se mais apetitosa. Depois de comida, então, A curva do Peixe no Pinhão (8,50€), como é chamada, revelou-se bastante boa. Um tártaro de peixe branco misturado com barriga de porco seca ao sol e da qual fizeram uma emulsão suave que servia de ligação entre ambos, muito leve no sabor. Era um
Namban Oporto Kitchen Café
A simpatia de Miguel Cunha e a mão para a cozinha de Sako Arao são os melhores trunfos deste bonito recanto na Rua dos Bragas. A dupla maravilha mudou-se para aqui, recentemente, depois de ter conquistado muitas barrigas nas Galerias Lumière, espaço que se tornou pequeno para tanta fama e já só funcionava mediante reserva. Numa ardósia na parede apresentam as sugestões do dia e há muitas opções para o pequeno-almoço. Chamam à atenção, por exemplo, as torradas de pão de arroz de fermentação lenta e as panquecas de trigo sarraceno, ambas servidas com feijão azuki doce e manteiga de coco ou com creme de soja e compota fermentada. Como chegámos pela hora de almoço, coube-nos em sorte um outro panorama. Para começar a refeição, serviram-nos um caldo fino e saboroso, bem aromático, muito leve e muito fresco, apropriado para um dia de Verão (assim pode sempre comer sopa durante o estio sem suar as estopinhas). Na sua composição? Uma receita simples com ingredientes despretensiosos, abrilhantada por curgetes, ervilhas de quebrar, grão de bico, menta e raspas de limão. Estes dois últimos a dar aquele toque fresco e cítrico que muda tudo. Passámos, depois, para o prato principal, em que uma concha de sticky rice, um arroz glutinoso morno, apareceu mergulhado num caril japonês espesso, engrossado por lentilhas e outros legumes. Carregado de especiarias, de onde sobressaía fortemente o aroma a pimenta e a cominhos, era bastante guloso. Ainda dentro do prato – este numa versão vegan
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