Os restaurantes onde comem os chefs

Saiba quais são os restaurantes preferidos de alguns dos chefs mais badalados da cidade e o que gostam de comer em cada um deles
© Marco Duarte A Casa Inês é um dos restaurantes mais recomendados pelos chefs
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Sabemos o que cozinham nos seus restaurantes e os produtos que mais gostam de usar, mas desconhecemos o que comem quando não estão lá. Falámos com alguns dos chefs mais badalados do momento na cidade para saber onde gostam de ir comer. 

Os restaurantes onde comem os chefs

Pedro Braga
© João Saramago

Pedro Braga, Chef do Mito, 35 anos

Adepto da comida tradicional, vai com regularidade ao Chanquinhas, em Leça da Palmeira. Gosta do arroz de cabidela, do polvo assado e dos rojões, mas nunca dispensa os grelos à provinciana, como entrada. “São salteados com alho e servidos com ovo estrelado e lâminas de presunto”. Ainda no campeonato da cozinha portuguesa, gosta do António, também em Leça, onde come o bacalhau à lagareiro e o cabrito assado, e do Restaurante Paraíso, em Perafita, onde pede sempre os filetes de pescada. “Nunca comi outra coisa lá”, confessa. Também é cliente da Casa Inês e da Cozinha da Amélia, onde não passa sem o arroz de vitela com legumes e ovo estrelado e a costela mendinha. Tenta comer francesinha uma vez por mês, no Café Santiago ou na Cervejaria Brasão, mas também é cliente de restaurantes japoneses como a Sushiaria, em Leça, o Shiko, do chef Ruy Leão, e o RO.

Tiago Teixeira
© João Saramago

Tiago Teixeira, Chef do Época Porto, 26 anos

“Gosto muito de comida italiana, da forma como temperam os vegetais, do uso quase excessivo de azeite”, revela Tiago Teixeira. As pastas e risottos, faz em casa, mas não dispensa as pizzas de Antonio Mezzero. “Acho que são as melhores do Porto. Peço sempre uma Margherita e, à sobremesa, um tiramisù”. De resto, anda sempre à procura “do que se faz de novo”. Frequenta o Mito, do chef Pedro Braga, porque gosta do “estilo de comida” e, em particular, de pratos como a cenoura assada e as asas de frango tandoori. Já a Esquina do Avesso, em Leça da Palmeira, é muitas vezes eleita para os almoços de domingo. “Tem qualquer coisa de confortável”, justifica. Mas se tivesse que escolher um prato para comer com mais frequência, seria o sushi. “É limpo, simples e fácil de comer”. Quando se trata de comida asiática, o Ichiban, na Foz, é sempre a escolha.

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João Cura
© João Saramago

João Cura, Chef do Almeja, 29 anos

É fã de sabores fortes, como os do cabrito, do veado, do pombo e da lampreia (principalmente do arroz de lampreia da mãe). E, por isso, adepto da comida de tacho, “reconfortante”, como a que costuma comer na Casa Inês e na Casa Nanda. De vez em quando sabe-lhe bem a francesinha em forno a lenha da Casa Dona Amélia, na Madalena, e os cachorrinhos do Gazela. Mas os projectos que mexem com a cidade também lhe suscitam interesse: na to do list estão o Mito, o Euskalduna Studio e o Restaurante Pedro Limão, onde ainda não conseguiu ir por falta de tempo. “Tenho curiosidade em experimentar esses restaurantes porque os menus me despertam curiosidade”. Garante que as sobremesas não são a sua praia, mas não diz que não “a uma boa rabanada”, dependendo da época, e a um pudim Abade Priscos bem-feito, algo que considera “muito difícil de encontrar”.

Catarina Garcias
© João Saramago

Catarina Garcias, Chef do Mondo Deli, 27 anos

O Ichiban surge no topo da lista. “Costumo ir lá quando quero algo especial”, conta Catarina Garcias. “É dos melhores sítios de sushi, na minha opinião, o espaço é lindíssimo e a qualidade do peixe é incrível”. Ainda dentro da cozinha asiática, mas na Baixa, gosta de ir ao Namban Oporto Kitchen, quando tem tempo, e ao Shiko, especialmente por causa do takai de salmão. “Um dia vou saber aquela receita”, brinca. Por outro lado, também aprecia comida tradicional: o Murça no Porto, na Rua da Alegria, pelo bacalhau na brasa, a Casa Guedes, para “matar saudades da sandes de pernil”, a Cozinha do Manel, pela vitela assada no forno, e o Buraco, onde destaca “o arroz de tomate e o arroz de feijão”. Além disto, não dispensa “um brunch ou pequeno-almoço reforçado” no Época Porto, um “hambúrguer nasty” no BOP e um jantar no Tapabento Trindade. “É algo surpreendente que nos deixa a pensar no final da refeição”.

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Vasco Coelho Santos
© João Saramago

Vasco Coelho Santos, Chef do Euskalduna Studio, 30 anos

“O Mendi e a Casa Inês são os restaurantes onde mais vou”, revela Vasco Coelho Santos, chef do Euskalduna Studio, sem pestanejar. “E o Shiko”, acrescenta. “Costumo fazer uma refeição à base de petiscos, como a cavala marinada e a beringela com miso.” Também é cliente de clássicos como a Adega São Nicolau e a Taberna dos Mercadores e, ao mesmo tempo, de alguns restaurantes fancy como O Paparico e o Pedro Lemos. “Deste género, os próximos onde quero voltar é ao Palco, no Hotel Teatro, e ao The Yeatman.” O cozido à portuguesa é um prato que lhe enche as medidas e que não dispensa na Casa Inês, no tradicional Antunes e no restaurante Maria Rita, na Rua da Alegria. Os almoços de trabalho, pela proximidade do Euskalduna Studio, são nos emblemáticos A Casa Guedes e no Gazela. Localização privilegiada, portanto.

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© Marco Duarte
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© João Saramago
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