Os melhores restaurantes asiáticos no Porto

Do Japão à China, passando pela Índia e por Taiwan, não falta comida oriental para provar na cidade. Estes são os melhores restaurantes asiáticos no Porto

© João SaramagoNo Shiko o universo da comida japonesa vai muito além do sushi

Há muito que o sushi se tornou moda, mas a gastronomia asiática é muito mais que isso. Também é ramen e okonomiyaki, pratos indianos com o picante no sítio e comida típica da China.

Os melhores restaurantes asiáticos no Porto

RO

O RO, projecto dos chefs João Pupo Lameiras e Francisco Bonneville, já é um verdadeiro sucesso. E se havia quem achasse que o Porto ainda não estava preparado para um restaurante assim, a fama que ganhou prova o contrário. O nome (Ramen e Outros) não deixa margem para dúvidas: é o ramen a estrela da casa – há várias versões na carta e uma diferente todos os dias –, mas os “Outros” também têm um lugar ao sol. Aqui pode provar okonomiyaki, uma espécie de panqueca japonesa, e domburis, taças de arroz com toppings.

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Aliados

Shiko

A Ruy Leão devemos a abertura da primeira tasca japonesa da cidade e, a ele e à equipa que o acompanha, o sem número de viagens ao Shiko sempre que a vontade de comer bons pratos japoneses fala mais alto. O sushi é tradicional e o peixe fresco – atum, salmão, corvina, garoupa, carapau, cavala, sardinha e salmonete – brilha mais que qualquer peça com morango e queijo creme. Mas o universo da comida japonesa que sai da cozinha do Shiko vai muito para além do sushi: a cavala marinada com molho de miso e alho e o tataki de salmão flamejado também são pratos obrigatórios.

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Batalha
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Mendi

São muito poucos os restaurantes a funcionar há 20 anos na cidade. Mas o Mendi tem esse mérito. E deve-o a Kamal Rajani, dono, e a Tej Ram, o chef desde a abertura. A carta é longa, por isso siga as nossas dicas: onion bhaji, cebola frita ralada; murg malai kababcubos de frango marinados em queijo fresco caseiro e grelhados no tandoor; murg makhanicaril de frango cozinhado em manteiga, natas e tomate; e dal makhani, um prato vegetariano (um dos pontos fortes da carta), com lentilhas.

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Porto

Ikeda

No Ikeda não há fritos nem combinados de 50 peças mas há espetada de vieiras com ameixa japonesa, tártaros, ramen, sashimi, makis e muito mais. Para acompanhar, não deixe de provar as 37 variedades de sakê da carta, a sangria de vinagre balsâmico (sim, leu bem) e os cocktails como o Wasabi Lover, uma bebida inspirada na caipirinha com pasta de wasabi e coulis de morango, ou o Dark and Quiet, com rum, gengibre, limão e chá verde.

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Campo Alegre
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Portugandhi

O Portugandhi tem poucos anos mas Atul Parbudas, o dono, não é novato nestas andanças. Durante oito anos foi um dos proprietários do Sitar, no Cais de Gaia, e chegou a ajudar no restaurante indiano do avô. Quando abriu este espaço no Marquês quis juntar o melhor das cozinhas indiana e portuguesa mas houve uma levou a melhor: a indiana, claro. Com pratos como os cheese naans, com a dose certa de queijo, o chicken tikka masala, o lamb madras, um caril de borrego típico do Sul da Índia, e o tandoori chicken, era impossível não ser assim.

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Baixa

BAO'S – taiwanese burger

Uma das maiores tendências de street food mundial chegou ao Porto e tem sido um sucesso. No BAO'S – taiwanese burger, a rechear estes pãezinhos cozidos a vapor, pode encontrar o gua bao, com barriga de porco, o crab bao, com tempura de caranguejo de casca mole, entre outros. Para beber peça o chá verde com jasmim e bolinhas explosivas de manga ou maracujá.

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Cedofeita
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Namban Oporto Kitchen Café

O casal Sako Arao e Miguel Cunha já dá que falar no Porto desde 2014: começaram com os jantares guerrilha da Namban Oporto Kitchen e uns meses depois abriram o Namban Oporto Kitchen Kiosk, uma mercearia japonesa nas antigas bilheteiras das Galerias Lumière. Há dois verões, e já depois do fecho da mercearia, voltaram às Lumière com o projecto Namban Oporto Kitchen Café, um espaço onde Sako cozinha pratos japoneses. O menu de almoço inclui sopa, como a potage de leite de soja da foto, prato vegetariano ou de carne/peixe, três acompanhamentos feitos à base de vegetais biológicos, onigiri, uma bola de arroz japonesa, e água aromatizada. Fora do menu, mas igualmente obrigatória, é a sobremesa do dia. Originalidade e sabor vão lá estar. Isso é certo.

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Baixa

Restaurante Chinês

Os restaurantes chineses têm vindo a perder lugar na cena gastronómica da cidade, o que é mau, mas há um que resiste com distinção, o que é bom. É o Restaurante Chinês. Ou Chinês da Ponte, como é conhecido por muitos. O espaço é enorme e o vermelho predomina nos elementos decorativos onde não faltam candeeiros com motivos chineses, jarrões imponentes e armários recheados com pratos e dragões de louça. E se o cenário é bom, a carta é muito melhor. Peça um crepe chinês para começar (aqui são grandes e bem recheados). Depois, e para acompanhar o obrigatório arroz chau-chau, vá para um dos clássicos, como o porco agridoce, a galinha com amêndoas, o chop-suey de vaca ou o pato com laranja. Tudo servido em quantidades muito generosas.

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Japo – Tokyo Flavours

Poucas coisas sabem melhor num dia frio/escuro/chato do que uma malga cheia. No Japo, o espaço do chef Ruy Leão no District, pode pedi-las com noodles (há quatro variedades de ramen) ou com arroz (e outras quatro de domburis, taças com arroz e toppings). Nos dias quentes e felizes, pode-se atirar às malgas mas também há caixas com o sushi tradicional a que o chef já nos habituou.

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Batalha

Grande Palácio Hong Kong

O irmão mais velho, em Lisboa, é um verdadeiro sucesso e tem casa cheia constantemente. Por cá, a afluência é menor mas nem por isso deixa de ser o melhor sítio da cidade para comer dim sum. Experimente os raviólis de gambas, os rolos de farinha de arroz com porco e mel, o inhame frito com recheio de carne, o kung pao e o pão chinês com galinha. Fora deste campeonato há muitas outras especialidades de Cantão, no Sul da China. Exemplos? Cantaril agridoce, lagosta com gengibre, gambas com caju, entremeada no forno, beringela recheada com carne picada e massa de ovo frita com vaca e vegetais.

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Baixa
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