Quinta São José do Barrilário
DR | Restaurante Panorâmico
DR

Os restaurantes no Douro que valem a viagem

Tão importante quanto os vinhos que aqui se fazem é a comida que os acompanha. Andámos pela região à procura dos melhores restaurantes no Douro.

Publicidade

Cabrito assado no forno a lenha, bochechas de porco bísaro, saladas de tomate coração de boi (quando é tempo dele), arroz de salpicão ou arroz de costela à lavrador, alheiras reinterpretadas à luz das novas tendências, tartes de amêndoa ou tartes de cereja de Resende. Do restaurante mais tradicional, onde se faz o mesmo prato da mesma forma há mais de 30 anos, ao espaço mais vanguardista, comandado por chefs com estrelas Michelin no currículo, a gastronomia duriense é rica e bem tratada. Andámos pela região vinhateira a meter a colher nos pratos dos melhores restaurantes no Douro, porque tão importante quanto os vinhos que aqui se fazem é a comida que os acompanha.

Recomendado: 🍇 As melhores quintas e hotéis com programas de enoturismo no Douro

Os melhores restaurantes do Douro que valem a viagem

  • Porto

A expectativa é acicatada pela pesada cortina de veludo esverdeada que separa a sala da antecâmara onde aguardamos, paredes meias com uma tentadora garrafeira iluminada. A entrada do Schistó, o restaurante fine dining da Quinta da Vacaria, baptizado em homenagem ao xisto, pedra que abunda nos subsolos e socalcos do Douro, foi pensada para nos fazer bater o coração com mais força. Assim que a transpomos, a taquicardia dispara e da penumbra é possível vislumbrar os mármores verdes da Guatemala e as mesas redondas, cobertas por toalhas engomadas e com pequenos candeeiros que emitem uma ténue luz de presença. O chef Vítor Matos está ao leme do projecto e pegou na cozinha tradicional duriense e deu-lhe uma nova roupagem, tendo sempre em atenção a proximidade dos ingredientes. Do menu de 10 momentos (180€) fazem parte pratos como a truta arco-íris com cabeça de porco fumada, enguia, açafroa e acelgas; o lúcio-perca com grão, caldeirada e línguas de bacalhau; e a bochecha de porco bísaro com cuscos, chouriço e ervilhas. Conte ainda com uma perdiz vermelha com cogumelos, tutano e flores do campo; e com um borrego de Resende com arroz carolino, grelos, limão e alecrim. A maçã de Armamar, produto autóctone, o azeite Quinta da Vacaria e alguns citrinos compõem a sobremesa que encerra a refeição.

  • Porto

Na hora da refeição, o restaurante da Quinta São José do Barrilário é uma escolha certeira. A vista para o vale do Douro é o pano de fundo do Restaurante Panorâmico, mas são os pratos com sabor a casa que mais brilham por aqui. O chef Luís Guedes consegue um bonito equilíbrio entre a comida tradicional duriense, a criatividade e as modernas técnicas de gastronomia, num rodopio de texturas e sabores, sempre com produtos locais. Da open kitchen deste restaurante saem entradas como o carpaccio de tomate coração de boi com granizado de gaspacho, emulsão de manjericão e urtigas, e frutos secos caramelizados; e um saboroso tártaro de vitela maronesa, acompanhado de sementes de mostarda, pickles caseiros, azeite de pinho das Meadas e tostas de Valdigem. Nos pratos principais reinam as memórias e a tradição, como o lombo especial de bacalhau à lagareiro ou o cabrito de Armamar assado com batata assada, arroz de forno e legumes salteados. Também a carta de sobremesas tem muito que se lhe diga, especialmente quando se trata do arroz doce com puré de maçã de Armamar assada, granola e sorbet de Granny Smith. 

Publicidade
  • Porto

Depois do sucesso da Casa dos Ecos, a Symington inaugurou, no final de 2022, um outro, o Bomfim 1896 with Pedro Lemos, aberto todo o ano. De um antigo armazém de vinhos fez-se um restaurante amplo e luminoso, com grandes janelões virados para o rio e para os socalcos do Douro. Baptizaram-no com o ano em que a Quinta do Bomfim passou a ser casa do seu famoso Porto Dow’s e não escondem que é uma ode ao convívio, sobretudo em família. A representar o receituário tradicional português, há pão de centeio da região, acompanhado por azeite Quinta do Ataíde Bio e requeijão de ovelha com ervas aromáticas para começar. Depois, sopa fria de tomate coração de boi, gamba da costa na brasa ou bife tártaro são algumas das propostas para entradas. Nos peixes, brilham tachos de arroz cremoso de lavagante e polvo assado em forno a lenha. Dos fornos e fogões da cozinha aberta chegam, também, vistosos pratos de carne, como o saboroso cabrito de leite ou o tenro novilho com puré de batata e legumes braseados. Há ainda várias propostas vegetarianas e tentadoras sobremesas. 

  • Grande Porto

É sob uma cobertura em palhinha, que abriga os clientes do sol duriense (e onde antes eram servidas as refeições aos trabalhadores da quinta), que a Cantina de Ventozelo mostra o que melhor sabe fazer. E isso significa criar um menu com uma arreigada ligação à natureza, às tradições e ao que é local, já que grande parte dos ingredientes com os quais se confeccionam os pratos vêm da horta que cultivam na propriedade e de vizinhos produtores próximos. Têm uma carta informal que está disponível durante todo o dia, onde aparecem petiscos e pequenos snacks, como covilhetes de javali, croquetes de cozido à portuguesa, peixinhos da horta ou sandes de rosbife de carne Mirandesa com mostarda antiga e folhas verdes, por exemplo. Quanto à carta de jantar, é mais composta e vai dos pratos de bacalhau lascado com tomate seco e rúcula às tartes de caça. Dos cuscus de Vinhais com cogumelos e ovo ao porco bísaro com milhos e enchidos. E do bolo borrachão com gelado de vinho do Porto à tarte de amêndoa.

Publicidade
  • Grande Porto

Desde Setembro de 2022 que Vasco Coelho Santos, chef com uma estrela Michelin pelo seu projecto de fine dining Euskalduna Studio, no Porto, e com outros projectos de relevo espalhados pela cidade Invicta, assumiu os comandos da cozinha da Quinta do Seixo numa parceria com a Sogrape. “Uma das coisas que eu queria muito fazer era abrir um restaurante assim, com um estilo mais tradicional, mas com um toque diferente, que apostasse nos produtos autóctones e onde fosse servido um bom cabrito assado, que é um prato que faz muito sentido no Douro. Um espaço onde fosse possível olhar para a cozinha tradicional e dar-lhe o nosso toque”, diz Vasco Coelho Santos. “Percebemos que podíamos fazer tudo isso aqui, com uma cozinha de fogo que dá aquele sabor extra à comida que eu adoro”. Quando Vasco não está, é a chef Teresa Cruz que assume as rédeas da cozinha.

  • Grande Porto

Quis um acaso do destino que Rui Paula chocasse de frente com o espaço onde hoje está instalado o DOC, no Cais da Folgosa. Mesmo em cima do rio, com vista para os socalcos durienses e ocasionalmente bafejado por uma brisa fluvial que acalma o mais impiedoso dos sóis estivais, o espaço era perfeito. O chef procurava um lugar onde pudesse dar asas à sua criatividade gastronómica e pelas redondezas não existiam “restaurantes à altura dos vinhos que o Douro produzia”. Por isso, em 2007, encheu-se de coragem e deu um salto de fé rumo ao desconhecido, abrindo pela primeira vez as portas do DOC, que se revelou um sucesso em pouco tempo. Dezoito anos mais tarde, o DOC volta a encher-se de luz e de gente, depois de cinco meses de obras de remodelação. Também a carta foi reconfigurada para acomodar esta nova etapa da vida do DOC. Além dos pratos que podem ser pedidos à carta, há três menus disponíveis: com seis (110€), com 11 (150€) e com 15 momentos (180€), que podem ser harmonizados com vinhos. Queijo fresco com beterraba e frutos secos; robalo com cevadinha de bivalves e coentros; barriga de leitão com batata soufflé e laranja e, para rematar, uma sobremesa com chocolate, wasabi, framboesa e shoyu, são alguns dos pratos que se servem por aqui, nesta janela virada para o Douro. 

Publicidade
  • Grande Porto

A proposta é arrojada e diferenciadora. A região e o que ela de melhor oferece é servida em muitos e bons restaurantes por estes lados, mas o Raiva, o fine dining do Octant Douro, em Castelo de Paiva, foi mais longe. Para sermos precisos, foi até aos Picos da Serra de Urbión, em Espanha, onde o rio Douro nasce. Depois, desceu até à sua foz, no Porto, numa viagem ao longo de 897 quilómetros. Pelo caminho, ouviu histórias, conheceu produtores e provou os mais diversos ingredientes. Com eles, o chef Dárcio Henriques criou um menu onde figuram pratos como a salada de tomate coração de boi; tortellini de queijo e ervilhas ou lavagante e tomates fermentados, para começar. Nos pratos principais há robalo escalfado e lingueirão; pregado selvagem com arroz de algas ou lombo de novilho com puré de batata e cebolete. E, nas sobremesas, encontra mel e laranja do Douro ou tarte de chocolate e avelã. Pode pedir tudo à carta, mas os menus de degustação custam entre 105€ e os 145€/pessoa. Além do Raiva, o hotel dispõe de um outro restaurante, o À Terra, mais descontraído, com saladas, sanduíches, tábuas e muitas pizzas.

  • Grande Porto

Se é de um bom exemplar de cabrito assado no forno que anda à procura para o seu almoço de domingo, chegou ao sítio certo. Reserve lugar na esplanada, sob a folhagem fresca do arvoredo, e atire-se a um prato que nesta casa é preparado da mesma forma, seguindo a mesma receita, há mais de 30 anos. O anho assado chega à mesa numa travessa de barro, acompanhado de arroz e batata. É tenro e suculento e apesar de bem servido vai parecer-lhe pouco. Não deixe também de experimentar a posta na brasa, o lombo assado no forno, o polvo à lagareiro e o bacalhau à casa. Para rematar, peça para lhe guardarem uma fatia de bolo de bolacha, não vá ele desaparecer ainda antes de terminar a sua refeição. 

Publicidade
  • Grande Porto

Milton Ferreira está ao leme da cozinha do restaurante Rabelo, no Vintage House Hotel. Ingredientes locais, receitas tradicionais e influências do mundo são as bandeiras do chef e espelham-se numa carta onde receitas tradicionais portuguesas com especiarias, inspirações e temperos vindos de outros cantos do mundo ganham grande destaque. Nela vai encontrar pratos como uma reintrepretação dos ovos rotos, com o ovo cozinhado a baixa temperatura, cogumelos em vinho do Porto, puré de cogumelos, óleo de trufa e rabo de porco; a vitela maronesa, acompanhada por cuscos transmontanos e pimentos assados; e a caldeirada à portuguesa, com corvina assada, camarão da costa, puré de pastinaca, legumes da época e caldo de caldeirada. Conte ainda com pratos clássicos como o rabo de boi estufado durante 12 horas, com puré de aipo, pêra cozinhada em açafrão e uma redução de vinho do Porto e bochecha de porco bísaro, também cozinhada a baixa temperatura numa marinada de vinho do Porto tinto, e que é acompanhada de feijocas, batata gratinada, legumes da época e “um suave toque de caril”. 

  • Grande Porto

Se fizer planos de passar por Alijó, faça um favor a si mesmo e planeie a viagem para que tenha de parar por lá à hora das refeições. A simpatia de António e Elisabete Ribeiro, a boa comida que sai da cozinha do restaurante de ambos e a generosa garrafeira, fazem deste espaço uma espécie de lugar de culto gastronómico, conhecido aqui e além redondezas. O menu executivo custa 12,50€ e inclui couvert, sopa, prato, água, sobremesa e café. Para quem preferir pedir à carta, há alheiras grelhadas, moiras e cogumelo gratinado com queijo chevre e compota de cebola, para matar a fome enquanto os pratos principais não chegam. E se de um lado persistem os clássicos que nunca saem da carta, como o bife da casa (um bife da alcatra com molho de mostarda e cerveja acompanhado de batata frita), o medalhão de lombo de vitela ou a bochecha de porco, do outro lado há novas sugestões para experimentar. O filete de robalo e as lentilhas estufadas com ervas aromáticas e ovo escalfado são algumas delas. Para terminar, recomendam a canilha de leite-creme com gelado ou o pudim de azeite com gelado do mesmo.

Publicidade
  • Grande Porto

A vista das janelas para o meandro da foz do rio Tedo não é algo que se veja todos os dias. Por isso, os primeiros minutos de toda a gente que é encaminhada para as mesas são de pasmo, enquanto a equipa de sala aguarda paciente que os clientes se dignem a sentar nas cadeiras periclitantes que seguram entre as mãos. Só depois, então, é que o menu recebe a devida atenção. Um menu – com bons vinhos e uma comida de raiz tradicional mas marcadamente contemporânea – pensado pelos irmãos Geadas, a dupla de proprietários do G Restaurante, em Bragança, que em 2018 recebeu a sua primeira estrela Michelin. Óscar, comanda a cozinha, António é o sommelier e chef de sala. Servem vieiras com puré de maçã, carabineiro com lentilhas e chouriço, pregado com arroz carolino negro e mexilhão, e corvina com jus de assado e legumes de Vilariça. Como pratos de carne, há lombinho de porco bísaro com castanha e maçã, e bochecha de vaca com batata e alho negro, entre outras opções. Para sobremesa, pode escolher entre pudim de amêndoa e caramelo salgado ou merengue, castanha e baunilha.

  • Grande Porto

Não é um, nem dois, são três dentro de um. O restaurante Vale de Abraão, no Six Senses Douro Valley, é possivelmente o mais camaleónico dos espaços de restauração da zona. Se durante o dia a Open Kitchen e o Terraço Aberto apresentam uma cozinha mais descontraída, com menus sazonais onde aparecem pratos feitos com produtos que crescem nas hortas e nos jardins do hotel – também têm um forno a lenha onde fazem pão e focaccias caseiras –, à noite, a sala interior, com uma decoração mais tradicional, proporciona um ambiente mais intimista. A ementa foca-se em receitas regionais feitas com os ingredientes mais frescos. Se quiser apostar as fichas todas junto da sua cara-metade, reserve um jantar num local secreto. Uma mesa, por exemplo, na floresta à beira-rio. 

Publicidade
  • Porto

A fórmula é infalível: comida tradicional caseira e saborosa, um atendimento caloroso e à moda antiga, uma garrafeira generosa e variada e um horário alargado para que se possa almoçar sem pressas. O Toca da Raposa é um daqueles clássicos que nunca falham e é sempre uma boa opção para uma refeição quando se anda por Ervedosa do Douro ou lá perto. Das reconfortantes sopas de legumes aos pratos de forno – como o jarret de porco, a perna de pato, o arroz de cabrito ou o bacalhau na broa –, é tudo bom. São também muito recomendáveis pratos como o ensopado de javali, o arroz de salpicão, o guisado de bochecha e o guisado de legumes. Para sobremesa, não deixe de provar o delicioso e muito típico bolo borrachão caseiro, feito com vinho do Porto, pois claro.

  • Grande Porto

A Quinta da Pacheca tem uma horta biológica junto ao Douro onde são plantadas frutas e leguminosas, mas também ervas aromáticas e flores. A iniciativa faz parte do projecto “Pacheca Nature” onde a sustentabilidade é palavra de ordem e visa fornecer o restaurante da quinta com alguns dos seus produtos. Desta feita, muitos dos pratos servidos no menu pensado pelo chef Carlos Pires são adornados com os produtos saídos da horta, numa carta que convida a uma viagem gastronómica pela tradição portuguesa, misturada com a criatividade contemporânea. E, claro, acompanhada de bom vinho. 

Publicidade
  • Grande Porto

Por esta altura já deve ter percebido que é quase impossível ir ao Douro e não ser bombardeado com enchidos. Portanto, entre na festa e vá provar o arroz de salpicão da Adega Matos, um dos restaurantes típicos de Lamego, mesmo por trás da Sé. Rodelas generosas de salpicão regional, feijão vermelho, arroz malandrinho no ponto e alguns segredos fazem deste o prato mais famoso da casa (antes, como entrada, ataque o pão de milho e o queijo). “Se não comerem bem não pagam e se quiserem comer mais não precisam de pagar mais”, dizem os donos a quem espreita para o restaurante à hora de almoço. A verdade é que dificilmente vai sair descompensado da Adega Matos, seja com o arroz de salpicão ou com o cabrito assado, com os peixinhos do rio ou com o arroz de costela à lavrador.

  • Grande Porto

Despretensioso, familiar e com fila à porta. Não é fácil arranjar lugar neste restaurante no coração da Régua, mas a espera vale a pena. A dois minutos a pé do Museu do Douro, as doses são bem servidas e a comida, cheia de sabor, é feita com carinho. Há uma portentosa posta de vitela marcada na grelha com batatas e legumes à sua espera, assim como costeletas, bitoques, tirinhas de vitela, bifes da vazia e alheiras com batata frita e ovo estrelado, acompanhadas pela mítica salada mista. Nos pratos de peixe, brilha o bacalhau na grelha com batata a murro, ovo cozido e pimentos, regado com azeite transmontano, mas as opções estendem-se a outros exemplares, passando pela perca grelhada, pelo salmão, pela dourada e pelo polvo. Nas sobremesas, peça o dulcíssimo bolo de laranja húmido mas, se preferir, também há pudim francês, mousses de chocolate, de Oreo ou de Bolacha Maria, leite-creme, doce da casa e bolos de noz e de chocolate.  

Publicidade
  • Grande Porto

É dos terraços mais bonitos que o Douro já viu. As mesas e cadeiras em ferro forjado, os cedros imponentes, a calma e a paz circundante. À noite, a meia-luz, o ambiente fica ainda mais acolhedor e especial. O restaurante da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é o primeiro restaurante slow food da região, como gostam de se apresentar. André Carvalho, o chef à frente das criações, prepara pratos tradicionais com um toque contemporâneo, feitos com produtos locais e de proximidade. O creme de abóbora com parmesão, amêndoa e maçã caramelizada; o rodovalho em crosta de shitaki ou a vitela de pasto transmontano são alguns dos pratos que compõem o menu. Nas sobremesas, brilham cheesecakes de cereja, pancottas de tangerina e pudins Abade de Priscos. Se preferir, pode optar pelos menus de degustação, de três e de quatro momentos. 

  • Grande Porto

Delfina Matilde é a timoneira deste restaurante em Figueira de Castelo Rodrigo, local onde toda a gente deve ir pelo menos uma vez na vida (tanto ao restaurante, como à vila, entenda-se). Aqui serve-se borrego à Marofa (receita local), naco de vitela de Trancoso na pedra e um excelente bacalhau à pescador. É obrigatório provar os vinhos de Castelo Rodrigo e devorar a delícia de amêndoa, uma sobremesa com amêndoas apanhadas à porta do estabelecimento. 

Publicidade
  • Grande Porto

Em tempos, Claire Feuerheerd dava, na Quinta de La Rosa, jantares inesquecíveis, belos repastos que perduravam na memória de quem se sentava à sua mesa. Em homenagem a esses momentos, a quinta inaugurou, em 2017, este bonito restaurante com uma esplanada sobre o rio. Ao leme da cozinha está o chef Pedro Cardoso que, desde então, apresenta pratos vencedores, como o gaspacho de beterraba, requeijão e laranja, que nunca saiu da carta. Barriga de leitão confitado durante 24 horas com puré de cenoura assada e canónigos; robalo com puré de couve-flor caramelizada, alho francês e amêndoa; e lasanha de legumes e tofu com queijo Grana Padano são outras das opções disponíveis. Encerre o repasto com um parfait de leite-creme com sopa fria de framboesa e gelado de canela ou com uma tarte de chocolate intenso com frutos vermelhos e gelado. Bom apetite.

Mais Douro para descobrir

  • Coisas para fazer

Se o mar não é a sua praia, o rio pode muito bem ser – e não faltam opções por estas bandas onde ir a banhos. As águas do Douro refrescam e tornam suportáveis os dias quentes de uma das mais belas regiões do mundo, considerada património mundial pela UNESCO, e são muitos os que optam por estender as toalhas e apanhar banhos de sol nas ruas margens. Com vistas de cortar a respiração para as vinhas em socalco e boas infra-estruturas de apoio, como guarda-sóis, casas de banho, bar, parque de merendas e de estacionamento, estas praias fluviais são óptimas escolhas na hora de refrescar o corpo e as ideias.

  • Coisas para fazer
  • Caminhadas e passeios

Que o Douro é a região mais bonita do mundo já toda a gente sabe. Pode é não saber o que fazer quando lá estiver, ofuscado por tanta beleza natural. A pensar nisto, dizemos-lhe quais são as melhores coisas para fazer no Douro que lhe vão ocupar bem o tempo, encher bem o estômago e deixá-lo bem relaxado num hotel com uma bela vista sobre a paisagem. Está curioso? Enquanto vá abrindo a lista, que nós desvendemos um pouco: conte com passeios de barco, visitas a monumentos imponentes e viagens pela linha do Douro.

Recomendado
    Últimas notícias
      Publicidade