[category]
[title]
A dança contemporânea volta a marcar o programa do GUIdance com estrelas internacionais, entre 5 e 14 de Fevereiro.

Espectáculos, masterclasses, debates, cinema e encontros com a comunidade são as áreas que se juntam para a 15.ª edição do GUIdance – Festival Internacional de Arte Contemporânea, que decorre em vários espaços da cidade de Guimarães, de 5 a 14 de Fevereiro, entre o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), o Teatro Jordão e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Mas é sempre a dança a verdadeira estrela da companhia.
A abertura será marcada, a 5 de Fevereiro, pelo regresso de Olga Roriz a Guimarães, 12 anos depois do seu último solo, A Sagração da Primavera. Desta vez, a coreógrafa e bailarina leva ao CCVF O Salvado, um “confronto íntimo com a memória, o tempo e a reinvenção, interrogando o que permanece depois da perda e da transformação”, descreve o comunicado do festival enviado à imprensa.
Outro regresso é o da companhia da canadiana Marie Chouinard, premiada bailarina e coreógrafa de dança contemporânea e ex-diretora da Biennale de Dança de Veneza. No GUIdance, Chouinard apresenta um programa duplo, para ver a 7 de Fevereiro também no CCVF, composto pelos espectáculos Magnificat e BodyremixRemix, duas obras que exploram “o mistério do corpo, da liberdade e da condição humana”, acompanhadas pela música de Johann Sebastian Bach.
A 12 de Fevereiro, no mesmo local, a multifacetada artista portuguesa Tânia Carvalho estreia os seus dois novos solos: O Gesto do Falcão e O Sono da Montanha, que serão interpretados, respectivamente, por Bruno Senune e Marta Cerqueira. Tânia Carvalho, cujo talento também já tocou a música e o cinema, apresenta em palco a arte que mais tem estado presente na sua carreira, a da coreografia, deixando contaminar o desenho de cada um destes solos pela “bagagem de experiências, emoções e perspectivas” de cada um dos bailarinos, com os quais tem colaborado ao longo dos anos.
O espectáculo de encerramento está marcado para 14 de Fevereiro no CCVF, com a britânica Akram Khan Company, que faz estrear em Portugal Chotto Desh, a partir do solo Desh, que valeu o Prémio Olivier, em 2012, ao bailarino e coreógrafo Akram Khan, de origem bengalesa. Interpretado por Jasper Narvaez, Chotto Desh combina dança contemporânea e dança clássica indiana Kathak e conta a história de um jovem “que procura encontrar o seu lugar no mundo, num percurso intercultural entre a Grã-Bretanha e o Bangladesh”. A programação completa pode ser consultada no site do festival.
+ ‘Guerreiras do K-Pop’. Vêm aí mais três espectáculos a norte
+ Carnaval do Brasil e de Veneza encontram-se no WOW em Fevereiro
Discover Time Out original video