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O Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, alcançou o 84.º lugar na lista, com mais de 900 mil visitantes no ano passado.

É mais uma distinção para Serralves. O Museu de Arte Contemporânea de Serralves está na lista dos 100 museus mais visitados do mundo no ano passado, sendo também o único representante português a fazer parte deste ranking anual elaborado pelo jornal internacional The Art Newspaper. O museu ficou em 84º lugar, com mais de 900 mil visitantes em 2025, numa lista recheada com museus emblemáticos de todo o mundo.
“Este reconhecimento confirma a capacidade de atracção de Serralves junto de públicos nacionais e internacionais, bem como a consistência de uma programação que articula exposições de referência, actividades educativas e iniciativas multidisciplinares”, refere Serralves em nota de imprensa. Acrescentam também que a presença neste ranking “confirma o papel da Fundação de Serralves como um dos principais polos culturais da Europa no campo da arte e cultura contemporâneas, nos domínios das artes plásticas e visuais, artes performativas, arquitectura, paisagem e ambiente”.
Todos os anos, o The Art Newspaper recolhe os dados dos visitantes de centenas de museus espalhados por todo o mundo. Este ano, o primeiro lugar ficou para o Museu do Louvre, em Paris, que contou com nove milhões de visitantes. Em segundo lugar está o Museu do Vaticano, com 6,9 milhões de visitas, e na terceira posição encontra-se o Museu Nacional da Coreia do Sul, com 6,5 milhões de entradas, mais 70% do que no ano anterior. A lista conta ainda com outros museus bem conhecidos, como é o caso do British Museum (6,4 milhões de visitantes) e do Metropolitan Museum of Art (5,9 milhões de entradas).
A publicação afirma que os dados recolhidos “mostram que, de um modo geral, os museus de arte continuam tão populares como sempre, com muitos dos maiores museus a continuarem a acolher milhões de pessoas todos os anos” — foram feitas mais de 200 milhões de visitas aos 100 principais museus da lista. Já na Europa, o The Art Newspaper diz que os dados revelam que “foi um ano relativamente tranquilo para a frequência dos visitantes aos museus da Europa continental”.
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