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Produzida pela equipa da Aquela Kombucha com ingredientes naturais, tem menos açúcar e mais gengibre “verdadeiro”.

Brindemos, porque a primeira ginger beer portuguesa, portuense e biológica já anda por aí. Produzida pela equipa da Aquela Kombucha durante um ano e meio, foi baptizada de Klaaark e vem com uma missão: “devolver gengibre, autenticidade e qualidade a uma bebida com muito por descobrir”, adiantam em comunicado. Produzida sem aromas artificiais ou sabores sintéticos, a Klaaark apresenta-se como uma opção mais saudável, com menos 60% de açúcar quando comparada com outras opções no mercado.
Como se isso não bastasse, esta ginger beer é ainda composta por ingredientes de origem natural e o seu gengibre, “verdadeiro e proveniente de agricultura biológica”, é usado desidratado e em extracto “para um perfil mais aromático”, tirando assim partido de todos os seus benefícios anti-inflamatórios.
Com certificação biológica europeia, a Klaaark foi pensada para ser uma alternativa “às ginger beers dominantes no mercado, quase sempre associadas a cocktails e carregadas de açúcar”, explicam na mesma nota, acrescentando que a marca quer dar resposta a uma crescente procura por bebidas não-alcoólicas. “Destina-se a todos os que procuram alternativas mais saudáveis mas sem abdicar de intensidade e de uma certa funkiness no sabor”.
E por falar em “funkiness”, a Klaaark está rodeada por uma narrativa muito particular. Dando expressão ao “quietly quitting”, a ideia de que o trabalho não deve ser a prioridade nas nossas vidas, mas sim o nosso universo pessoal e um certo abrandamento no ritmo diário, o Klaaark, a mascote impressa nos rótulos, ganha a forma de uma rodela de gengibre que, podendo, vai tentar sempre escapulir-se do local de trabalho ou sabotar a rotina dos colegas.
A Klaaark nasceu no seio da família Aquela Kombucha, marca que Maria Lima criou em 2018 num laboratório improvisado na cozinha da mãe. Dois anos depois, abria o primeiro bar da bebida em Portugal, no Bonfim, e, em 2024, mudava-se com toda a equipa, que entretanto crescera, para uma nova unidade industrial na Maia. Por todas essas razões – e agora com mais uma novidade –, é que Maria Lima é uma das mulheres que todos os dias põem o Porto a mexer.
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