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Um novo ranking internacional posiciona a Invicta no top 50 europeu, destacando a excelência nos serviços de saúde e a sustentabilidade ambiental.

A cidade do Porto acaba de ser reconhecida como a cidade portuguesa com melhor qualidade de vida, ocupando a 48ª posição num ranking que inclui 113 cidades europeias. Segundo os dados de 2026 da Numbeo, a maior base de dados colaborativa do mundo sobre cidades e países, o Porto destaca-se ainda no 104º lugar da escala global, onde foram analisadas mais de 300 cidades. Lisboa está em 73.ª posição na lista europeia e em 176.º a nível global.
A cidade portuense passou ainda à frente de grandes metrópoles europeias, como Estocolmo, Zurique, Berlim e Bruxelas em indicadores fundamentais para o quotidiano. Na área da saúde, por exemplo, o Porto alcançou um impressionante 20.º lugar na Europa, o seu indicador mais forte, e ficou também na 25.ª posição a nível mundial nesta mesma categoria. Contudo, não se ficou por aí.
Além da assistência à saúde, a cidade afirmou-se também como uma das mais sustentáveis do continente, encontrando-se na 26.ª posição europeia, com baixos níveis de poluição. A nível mundial, instalou-se em 33.º lugar. Quanto ao índice de segurança, ocupa o 54.º lugar na tabela a nível europeu e no 96.º, a nível mundial.
Quer mais dados? Aqui os tem: o Porto está em 30.º lugar entre as cidades europeias com menor custo de vida. Na tabela global, ficou em 120.ª posição. Mas fica a ressalva que o custo de vida analisa preços relativos a bens e serviços de consumo — incluindo alimentos, refeições fora de casa, transporte e serviços públicos —, sem considerar, no entanto, os custos relacionados com a habitação, como avança o site porto.pt.
Quanto ao tráfego – que inclui variáveis como tempo de deslocação, satisfação com o tempo de deslocação ou emissões de CO₂ – a Invicta está na 21.ª posição na escala europeia e na 28.ª posição a nível mundial.
Os resultados apresentados pela Numbeo são calculados através da recolha e análise de dados e contribuições de utilizadores, comparando factores como o poder de compra, o custo de vida, os tempos de deslocação e a qualidade ambiental.
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