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Hoje há doutoramentos e copos no Pinguim Café

Escrito por
Inês Bastos
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Ok, não se vendem doutoramentos no Pinguim Café, mas aprende-se com quem os tem. Na última quinta-feira de cada mês, este clássico da noite portuense transforma-se em PubhD (uma junção de pub com PhD, doutoramento). Ou seja, bebe um copo e ainda pode aprender sobre os mais variados temas com três estudantes de doutoramento.

E não, não há só Ciências. Há também Humanidades, Engenharia, Literatura… E sim, os oradores trocam as questões mais difíceis por miúdos para que toda a gente compreenda.

Ora, hoje é a última quinta-feira de Outubro, o que significa que há doutoramentos e copos no Pinguim Café. Se quiser aprender sobre o uso de processos celulares em novas drogas modeladoras, sobre bactérias resistentes a antibióticos ou sobre poesia orgânica, já sabe onde tem de estar às 21.30.

O movimento é internacional e começou em 2014 em Nottingham. Chegou ao Porto pelas mãos de Filipa Ribeiro, Nuno Francisco e Ricardo Ferraz no início deste ano.

Sobre os três investigadores hoje presentes:

Luísa Ferreira é doutoranda em Biologia Celular, no Instituto de Investigação em Saúde (i3S), e estuda processos celulares que poderão ter implicações no uso de novas drogas modeladoras que visam travar a reprodução de células cancerígenas.

Lucinda Bessa, investigadora no Requimte, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, está envolvida num projeto de caracterização de bactérias resistentes aos antibióticos. A cientista pretende isolar bactérias de várias fontes (água, alimentos, superfícies, pessoas, animais), com o objetivo de encontrar novas soluções para este problema.

O terceiro orador pertence à área dos Estudos Literários. João Paulo Guimarães, investigador na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e da Universidade de Turku, irá falar da forma como a poesia de autores vanguardistas da terceira idade faz repensar as noções de inovação e envelhecimento.

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