Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Porto icon-chevron-right Bem-vindos ao mundo imaginário do balão no GaiaShopping

Bem-vindos ao mundo imaginário do balão no GaiaShopping

De 1 a 30 de Junho, o GaiaShopping acolhe o Balloon Festival. Um evento de cor e animação que acontece em redor de três instalações de arte de grande dimensão assinadas pela artista Maria Imaginário.

Maria Imaginário
© DR
Por Time Out em associação com GaiaShopping |
Publicidade

Junho começa com o Dia Mundial da Criança e termina com o Porto a celebrar o São João. Entre um evento e outro, há um elemento comum que faz sempre a festa: balões, muitos balões. No espírito da época, o GaiaShopping recebe ao longo de todo o mês o Balloon Festival, um festival de cor e momentos instagramáveis, feito de objectos de grande dimensão e impacto visual, inspirados no imaginário dos balões. O grande destaque deste evento pop-up são as três instalações da artista plástica Maria Imaginário, que vão animar diferentes espaços do centro comercial. 

A primeira peça da artista será plantada na Praça Central do GaiaShopping. Chama-se O Três Cabeças e não há como não reparar nela, quer pelas suas dimensões gigantescas, quer pelo impacto visual – são seis personagens incríveis e três cabeças que transmitem diferentes tipos de felicidade e estados de euforia –, quer ainda pela interactividade da instalação: é que mesmo por baixo destas cabeças, nasce uma piscina de bolas coloridas onde os visitantes podem mergulhar todos os dias. Nos corredores, instala-se outra das criações da artista. Chama-se Arco-Íris e é composta por seis arcos insufláveis com várias cores que, tal como o nome indica, procuram recriar a magia deste fenómeno meteorológico.

A meio do mês será adicionada uma terceira instalação, ainda mais interactiva que as restantes. É composta por oito hexágonos de diferentes dimensões dispostos em torno de um só eixo, que embora estáticos nos dão a ideia de um Vortex – precisamente o nome que a artista deu à instalação. Os visitantes serão incentivados a circular à volta da peça, para poderem ver todos os seus ângulos e criar as suas próprias imagens e personagens.

Balloon Festival. GaiaShopping, 1 a 30 de Junho. Seg-Dom 10.00-23.00, Sex-Sab 10.00-00.00. Entrada gratuita.

Três perguntas a…

Maria Imaginário
© DR

Maria Imaginário

Maria Imaginário trabalha com pintura, escultura, instalações e arte urbana. Já marcou presença em várias galerias e feiras de arte internacionais e a sua assinatura é facilmente reconhecível graças ao estilo original colorido, sempre temperado por um toque agridoce. Para o Balloon Festival, criou as suas três peças “mais imponentes” de sempre.

Como é surgiram as ideias para estas três instalações?
Pensei em várias ideias para instalações que ficassem bem enquadradas no centro comercial e que jogassem com a arquitectura do espaço. Também tinha como objectivo que fossem peças interactivas e coloridas. A inspiração vem sempre do meu dia-a-dia, do meu trabalho e sobretudo das cores. Como isto é o Balloon Festival, o mais indicado talvez fosse trabalhar só com balões, mas decidi pensar numa perspectiva mais de instalação de arte. E fazer algo com grandes dimensões que trouxesse diferentes sensações e emoções às pessoas. Queria sobretudo criar algo em que o público possa participar e fazer parte da peça. Tendo em conta as dimensões e as cores, este é sem dúvida o trabalho mais imponente que fiz até hoje. 

Como surgiu a parceria com o GaiaShopping?
Foi a convite do GaiaShopping, em parceria com a Mary, Young Network Group. A ideia que me apresentaram era a de fazer o Balloon Festival, algo relacionado com o Dia Mundial da Criança e com o São João. Fiquei muito feliz porque este é o tipo de trabalho que sempre quis fazer. 

Qual é a sensação de ter trabalho exposto num espaço assim? 
Gosto cada vez mais de fazer arte pública e de interagir com qualquer tipo de pessoas. Este género de trabalho pode ter uma importância social enorme e por isso procuro fazer intervenções em espaços menos convencionais. É alternativo à arte num espaço convencional, como uma galeria ou um museu, e acho que é uma surpresa boa para quem vê. Isto é também uma forma de democratização da arte.

Publicidade