Beethoven e Turnage

Música, Clássica e ópera
Ryan Wigglesworth
©Benjamin Ealovega Ryan Wigglesworth

A Time Out diz

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Foi há 250 anos que nasceu em Bona um certo Ludwig van Beethoven, num ambiente familiar propício ao desenvolvimento de aptidões musicais – o avô paterno, que também tinha o nome próprio Ludwig, desempenhava na corte do arcebispo de Colónia, em Bona, as funções de mestre-de-capela e cantor (baixo), e o seu pai, Johann, era cantor (tenor). Mas ambos foram figuras musicalmente irrelevantes, enquanto o pequeno Ludwig se converteu num colosso, que em 2020 vai ser alvo de muitas celebrações.

Uma das homenagens a não perder é a apresentação integral dos cinco concertos para piano e das nove sinfonias pela Orquestra Sinfónica do Porto, cuja primeira etapa, Concerto n.º 1 e Sinfonia n.º 1, nos dá a ouvir um Beethoven relativamente jovem e devedor de Mozart. O programa, que terá Ryan Wigglesworth como solista e maestro, inclui a estreia nacional de Frieze, de Mark-Anthony Turnage (n. 1960), obra em que o compositor britânico presta homenagem a Beethoven. Este emparelhamento justifica-se também por Wigglesworth ser um empenhado advogado da música britânica dos séculos XX-XXI.

Por José Carlos Fernandes

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