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Primeira edição do Mês da Arquitectura da Maia vai ser dedicada a João Álvaro Rocha

Fotografia da Casa na Rua do Arco
©Luis Ferreira Alves Fotografia da Casa na Rua do Arco

O Mês da Arquitectura da Maia (MAM) arranca dia 9 de Março e tem como objectivo tornar-se uma iniciativa anual de modo a homenagear vários arquitectos com obra construída na cidade. O evento, organizado pela Câmara Municipal da Maia e pelo Fórum da Maia, pretende fazer o público pensar, discutir e (re)visitar a arquitectura da cidade.

Por isso, ao longo do mês de Março conte com uma exposição, uma conversa e várias visitas guiadas por quem colaborou e trabalhou de perto com o arquitecto homenageado. A primeira edição foca-se em João Álvaro Rocha, uma referência na cultura portuguesa do século XX, e um arquitecto-professor com 30 anos de carreira. Apesar de ter realizado projectos em Espanha e Luxemburgo, a maior parte das suas obras estão em Portugal, com especial incidência na Maia.

Segundo Andreia Garcia, a comissária da exposição, em conversa com a Time Out, fazia sentido começar por Álvaro Rocha “uma vez que é um arquitecto tão querido para a cidade e para os maiatos.” A organizadora acrescentou ainda que como ele faleceu recentemente, era importante “que este primeiro momento fosse uma forma de relembrar a obra, o homem e de o homenagear”.

Com entrada grátis, a exposição é inaugurada a 9 de Março vai estar disponível até dia 31 do mesmo mês. Aqui, o público vai poder ver alguns desenhos técnicos e maquetes de projectos do arquitecto, bem como fotografias, algumas inéditas, tiradas por Luís Ferreira Alves, às suas obras. A exposição, que segue uma ordem cronológica, terá também um lado mais pessoal, revelado através de fotografias próprias e do quadro que o pai de Álvaro pintou no dia em que ele nasceu.

Há ainda uma conferência no dia 24 e as visitas guiadas dividem-se entre obras habitacionais e públicas, como parques, equipamentos e infra-estruturas como estações de metro. A visita passa também pelo antigo ateliê do arquitecto, assinado por Eduardo Souto Moura, que hoje é o Centro de Investigação Documental João Álvaro Rocha.

A participação nas visitas guiadas é gratuita, mas está limitada a 25 pessoas e é necessária a inscrição até 24 horas de antecedência. Apesar de esta iniciativa ser direccionada para estudantes de arquitectura e arquitectos, qualquer interessado será bem-vindo.

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