Casa das Máquinas
A.C.P. | A exposição "Amazonia Immersive Art" na Casa das Máquinas
A.C.P.

As melhores exposições para ver no Porto

Da pintura à escultura e da fotografia à ilustração, há muito para ver e admirar na cidade. Descubra as melhores exposições para ver no Porto.

Ana Catarina Peixoto
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A cena artística e cultural do Porto apresenta-se tão vibrante e diversa como sempre a conhecemos. Os museus e galerias da cidade continuam a apostar numa programação forte e multidisciplinar, que promete atrair todo o tipo de públicos. Do trabalho de figuras emblemáticas da arquitectura portuguesa ao de ícones da fotografia internacional, há muito para explorar através das exposições que, actualmente, tomam conta do Porto, em espaços de visita obrigatória como o Museu de Arte Contemporânea de Serralves e a Galeria Municipal do Porto. Com tanta variedade, vão faltar-lhe desculpas para não alinhar numa incursão cultural.

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As melhores exposições para ver no Porto

  • Arte
  • Digital e interactivo
  • Porto
Quando o sol se deita, Serralves transforma os seus jardins numa grande exposição ao ar livre de fruição nocturna. Serralves em Luz traz outra magia ao parque, dando a descobrir novas perspectivas em torno deste património natural e arquitectónico. Com desenho de luz de Nuno Maya, em articulação com a equipa de Serralves e o atelier OCUBO, são criadas experiências visuais e sensoriais que propõem uma reflexão sobre a convivência entre a claridade e a penumbra — no âmbito do tema deste ano, “Light vs Darkness” —, através de 20 instalações. Aproveite, a actividade dura até ao dia 8 de Novembro.
  • Arte
  • Porto
É na Casa de Serralves que as obras do artista Joan Miró entram em diálogo com a arte contemporânea e, dessa conversa, fazem nascer uma exposição. “Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves” pode ser explorada até 10 de Janeiro do próximo ano. Nesta exposição, a colecção Miró depositada em Serralves trabalha com obras de diversos artistas, com nomes tão relevantes e diversos como Helena Almeida, Júlio Pomar, Marcel Broodthaers, Pedro Calapez, Luisa Cunha, Ana Hatherly, Anselm Kiefer, Robert Morris, Julião Sarmento, Thomas Schütte ou Ângelo de Sousa. A exposição teve a curadoria de Robert Lubar Messeri e está dividida em nove capítulos que percorrem as transformações da arte moderna e contemporânea, com 24 trabalhos do artista catalão e 53 obras de artistas contemporâneos de diversas nacionalidades e com várias práticas artísticas. 
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  • Arte
  • Pintura
  • Porto
O Museu de Arte Contemporânea de Serralves acolhe Alice Neel: Beautifully Imperfect, a primeira grande exposição dedicada à artista norte-americana em Portugal e a maior retrospectiva alguma vez feita na Europa. Reúne cerca de 90 obras, acompanhadas por documentação do arquivo da pintora e também uma homenagem especial. Entre as suas obras mais conhecidas encontram-se o retrato de Andy Warhol (1970), onde o artista surge de tronco nu, revelando as cicatrizes deixadas pelo atentado de que foi vítima; e Autorretrato ("Self-Portrait", 1980), em que se pintou nua aos 80 anos, e é considerada um ícone da história da arte feminista.
  • Arte
  • Porto
Na sua primeira grande exposição em Portugal, Lee Ufan, histórico pintor e escultor nascido na Coreia do Sul, traz "Fragmentos do Infinito" à Casa e ao Parque de Serralves. A exposição, que poderá ser visitada até Março de 2027 e que conta com a curadoria de Philippe Vergne, mostra uma abordagem inovadora entre a paisagem natural e o espaço arquitectónico, propondo uma reflexão sobre a arte com tudo o que está à sua volta: as relações entre interior e exterior, objecto e paisagem. Ao longo de todo o parque, e estrategicamente colocadas, estão três esculturas do artista plástico que criam encontros directos entre pedra, aço e o ambiente envolvente. Já dentro da Casa de Serralves há três esculturas e quatro "pinturas meditativas" de Lee Ufan, incluindo uma pintura na parede que o artista concebeu especificamente para este espaço. Nascido em 1936, Lee Ufan tornou-se uma figura central do movimento artístico japonês Mono-ha ("Escola das Coisas"), surgido no Japão nos anos 60 e 70. Este movimento defende que o foco da arte contemporânea não deve ser a representação, mas sim o encontro directo entre materiais, espaço e espectador, utilizando objectos brutos e não transformados, como pedra, madeira, metal e vidro.
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  • Arte
  • São Bento
A Sala de Prova e a praça exterior do Time Out Market recebem, até dia 31 de Dezembro, “Retratos da Passagem Humana”, exposição de Jorge Curval que reúne uma colecção de obras que serve de homenagem às pessoas que atravessam este lugar todos os dias: às que chegam, às que partem e às que permanecem. “Observador atento da realidade que o rodeia, o artista transforma a constante movimentação de pessoas num testemunho visual da diversidade contemporânea. Cada obra procura captar não apenas rostos e silhuetas, mas também emoções, identidades, percursos e momentos efémeros que, apesar da sua brevidade, compõem a essência colectiva deste lugar”, lê-se em comunicado.
  • Arte
  • Miragaia
“Homem Raiz” é uma exposição de Agostinho Santos, com curadoria de Rita Roque, que poderá ser visitada no Museu do Porto, no núcleo da Alfândega, até 10 de Janeiro de 2027. A exposição percorre uma carreira com 40 anos, expondo diferentes trabalhos do artista. Em “Homem Raiz” é apresentada uma “obra marcada pela atenção ao humano e às questões do seu tempo, da violência e da guerra às desigualdades, aos refugiados, à exclusão social, à condição das pessoas sem-abrigo e à fragilidade humana”, lê-se em comunicado. A exposição, que trabalha sobre elementos como a pedra, o bronze, o barro, o plástico, o papel, a tinta e diversos objectos, está aberta ao público de terça-feira a domingo, das 10 às 17h30. A entrada é livre.
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  • Arte
  • Batalha
Até Abril de 2027, as paredes da Casa das Máquinas, que recentemente renasceu como um espaço dedicado à arte imersiva, levam-no a descobrir diferentes formas de olhar e interpretar a Amazónia. A exposição “Amazonia Immersive Art”, com direcção artística da cantora Aíla e da artista visual Roberta Carvalho, reúne obras de 12 reconhecidos artistas contemporâneos da Amazónia e cruza pintura, vídeo, fotografia e projecções a 360 graus, trazendo novas perspectivas sobre a maior floresta tropical do mundo, as comunidades que nela vivem e os desafios que mostram o seu futuro.
  • Arte
  • Fotografia
  • Grande Porto
A World Press Photo, uma das mais prestigiadas exposições internacionais de fotojornalismo e fotografia documental, está de regresso ao Fórum da Maia entre os dias 7 e 29 de Novembro. A exposição reúne as imagens premiadas na edição de 2026 do concurso World Press Photo, escolhidas entre mais de 57 mil fotografias submetidas por mais de 3700 fotógrafos de todo o mundo. A mostra reunirá as melhores imagens que retratam alguns dos principais eventos e acontecimentos da actualidade, “desde conflitos armados e alterações climáticas a histórias de resistência, reconstrução e esperança”, lê-se no comunicado enviado às redacções. A inauguração, no dia 7, às 17.00, inclui uma visita guiada e uma conversa com os fotógrafos Mário Cruz, Maria Abranches e Daniel Rodrigues. E, no dia 17, está agendado o debate “Chama-lhe Liberdade de Imprensa”, promovido pelo Europe Direct Maia, “dedicado à reflexão sobre o papel dos meios de comunicação social e da liberdade de imprensa nas democracias contemporâneas”. A entrada é livre.
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  • Arte
  • Baixa
Depois de transformar o Quartel de Monte Pedral e o Silo Auto em galerias de arte urbana nas edições anteriores, a BALUARTE está de volta de 13 a 15 de Novembro mas, desta vez, muda-se para a zona das Fontainhas, dividindo-se entre a Escola Básica do Sol, o Abrigo dos Pequeninos e o Passeio das Fontainhas. A quarta Exposição de Arte Urbana do Porto vai receber diversas propostas, com intervenções e mostras de trabalhos de vários artistas nacionais, um conjunto de oficinas e diversos encontros. A intervenção da artista Catarina Glam no jardim do Abrigo dos Pequeninos, com uma escultura interactiva em ferro, inspirada na fantasia, na brincadeira e nas memórias de infância, será uma das novidades do evento, que tem entrada livre.
  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Porto
É já um clássico da cidade e está de volta. O ciclo Inaugurações Simultâneas anima o quarteirão Bombarda no sábado, dia 14 de Novembro, entre as 16.00 e as 20.00, numa iniciativa que junta galerias, espaços expositivos, comerciais e alternativos. A cada evento são desenhadas várias actividades de acesso gratuito, que se juntam à apresentação de novas colecções nos espaços de exposição que integram a iniciativa. Há visitas guiadas de arte urbana, oficinas de pintura, artes plásticas e ainda a conversa "A Leitura está na Rua – Caderno de Encargos Sentimentais, de Inês Meneses", às 16.00, que contará com a presença da autora.    

Mais cultura para ver e admirar no Porto

  • Coisas para fazer
  • Exposições

O Porto está cheio de História e isso é sinónimo de muitos e bons museus. Espreite esta lista com os museus que vale mesmo a pena visitar.

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