Fantasporto

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'X-The Exploited', do húngaro Károly Ujj Mészáros
© DR 'X-The Exploited', do húngaro Károly Ujj Mészáros no Fantasporto

A Time Out diz

Foi à mesa do Café Luso, na Praça Carlos Alberto, que nasceu aquele que se viria a tornar num dos mais importantes e prestigiados festivais de cinema: o Fantasporto. Corria o ano de 1980 e sentados frente a frente estavam Beatriz Pacheco Pereira, Mário Dorminsky e o pintor José Manuel Pereira. Os primeiros com vontade de mostrar filmes e o terceiro com o desejo de expor os seus quadros. O festival, ao qual se juntou depois António Reis, estreou em 1981.

Desse ano até aos dias de hoje passaram-se quatro décadas que ficaram marcadas pelo acesso imediato às maiores produções europeias e a muitos filmes norte-americanos; pela introdução dos filmes da Nova Zelândia e da Coreia do Sul na Europa; e pelo facto de, “sem rejeitar o cinema de baixos orçamentos, de produção independente ou experimental”, ter servido sempre de montra a “técnicas de vanguarda e do melhor que se faz em cada país”, lê-se no site do festival. Para o 40º aniversário, a iniciativa planeou 13 dias de festa, ao longo dos quais serão prestadas homenagens e recordados “os grandes nomes do cinema que o Fantas catapultou para o estrelato”, assim como as grandes personalidades da sétima arte que têm passado pelo festival. Este ano, a iniciativa realizar-se-á no Teatro Rivoli, de 25 de Fevereiro a 8 de Março, e, apesar de funcionar como momento de transição para uma nova equipa, que ainda incluirá os seus fundadores, mantém a estrutura competitiva, exibe grandes clássicos e as mais recentes novidades.

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