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A swimwear da Kalimera tem cheiro a Verão, etiqueta portuguesa e sustentável

A marca está à venda online e permite que o cliente conjugue cores e tamanhos diferentes das partes de cima e de baixo do biquíni.

Kalimera Collection
Kalimera Collection
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Viagens, areia, mar, sal e muitos biquínis: podia ser assim o início de mais uma aventura de Sara Arrais pelo mundo. E foi a partir dessas aventuras que nasceu a Kalimera Collection, uma marca 100% portuguesa de swimwear que dá uma mão à sustentabilidade e a outra ao minimalismo.  

Cresceu em Aveiro, mas é a partir de Paris, onde exerce medicina dentária, que comanda agora as operações da sua marca recém-nascida. A ciência e a exactidão da sua profissão não deixam margem para a veia criativa que Sara sempre quis explorar. Foi o blogue Kalimera Concept, que criou em 2015, que lhe serviu de escape e “meio de expressão” até aos dias de hoje, onde partilhava imagens e escrevia sobre as suas aventuras pelo mundo. 

Aventuras essas cuja mala era feita quase sempre a pensar no calor e com espaço valente para guardar biquínis e memórias soalheiras. Mas encontrar a peça de swimwear perfeita não era tarefa fácil.

Kalimera Collection
Kalimera Collection

“Comecei a perceber que sempre que queria comprar um biquíni acabava por haver entraves, ou eram as cores, os tamanhos, os padrões, os designs que eram pouco funcionais e iam deixar marcas, tudo isso me chateava um bocadinho”, conta Sara. “Foi nessa onda que pensei ‘porque é que não crio eu essas peças?’”. A pesquisa começou ainda em 2019, com todos os pesos na balança a equilibrarem-se para fazer nascer a Kalimera Collection. 

O nome não é casual: vem já do nome do blogue de Sara, sendo que “Kalimera” é uma palavra que significa “bom dia” em grego, usada também para desejar ânimo e boa disposição. Sara queria, precisamente, que a sua marca transmitisse sensações positivas como conforto, segurança e confiança à mulher que a veste.

Começar uma marca não é fácil, menos ainda se a ideia de a produzir em Portugal estiver em cima da mesa. “Bati à porta de muitas fábricas em Portugal, quase todas me diziam que não iam produzir as minhas quantidades”, conta Sara. “O tecido industrial têxtil em Portugal é muito difícil, é preciso ser resiliente e continuar à procura, não desistir de produzir no nosso país, esse é o objectivo.”

Para criar os modelos da marca, Sara “ouviu a dor das pessoas” à sua volta – e quem diz dor, diz queixas na hora de comprar um biquíni. “Estive atenta a todo o feedback que me chegava e percebi que havia algumas questões que impediam as pessoas de comprar nesta ou naquela marca. Tentei colmatar essas lacunas”, diz. A Kalimera começa com Breeze, a primeira colecção que representa uma “autêntica lufada de ar fresco para os tempos que vivemos” e que traz um fato de banho, três modelos de soutien e outros três de cueca.

Kalimera Collection
Kalimera Collection

As peças estão à venda no site, e é possível comprar separadamente as partes de cima e de baixo, podendo o cliente escolher um tamanho ou cor e padrão diferentes para cada uma delas. “Nenhum corpo é perfeito e por isso decidi ter esta opção na Kalimera, porque faz sentido que invistas numa peça de swimwear que te assente bem tanto em cima, como em baixo”, diz. 

As partes de cima variam entre os modelos scopello (55€), kleftiko (50€) e o es moli (50€), todas disponíveis em terracota, branco, azul e em dois padrões florais. Já as partes de baixo, com as mesmas cores, dividem-se entre a cueca ipanema (45€), a barra (45€) e a la digue (50€). Tanto as partes de cima como de baixo vão do XS ao L, enquanto o fato de banho está disponível do S ao L em terracota, branco e um padrão floral.

Também a sustentabilidade foi ponto assente desde o início. As peças são feitas de à base de ECONYL®, um fio de nylon desenvolvido a partir da recuperação de redes de pesca, retalhos de tecido e plástico industrial. “Dizer que uma marca é sustentável já nem devia ser motivo de exibição, já tem de ser um dado adquirido hoje em dia. As preocupações ambientais pesam em casa uma das nossas decisões, é importante que todos percebamos isso”, explica Sara, que ao produzir em Portugal acaba por produzir de forma ética e com a menos pegada possível. Além disso, as embalagens têm dimensões reduzidas para minimizar o impacto, sendo também plastic-free, e o papel utilizado tem certificação ambiental FSC. 

“Produzir com todas estas condições tem custos, e acho importante que as pessoas percebam os valores das peças como resultado de uma produção consciente e que ajuda a indústria do nosso país. Tem um valor acrescentado tudo isso”, remata.

Como ainda está a decorrer a pre-order, todas as encomendas feitas até às 23.59 deste domingo, dia 21, gozam de 15% de desconto em todas as peças.

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