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Julho traz um mês de jazz (e não só) a Matosinhos

Orquestra de Jazz do Porto
©DR O Matosinhos em Jazz está de regresso, depois de vários anos de interregno

O festival Matosinhos em Jazz está de regresso, depois de vários anos de interregno, e vai voltar a encher a cidade à beira mar de concertos gratuitos. Os artistas são nacionais e internacionais, mas a música portuguesa ocupa a maior parte do cartaz que promete animar todos os sábados e domingos de Julho, a partir das 18.00.

O destaque vai para as actuações de Sérgio Godinho com a Orquestra Jazz de Matosinhos (sexta-feira 27, às 22.00), e de Pedro Abrunhosa com a Orquestra Sinfónica do Porto (sábado 28, às 22.00), na praça Guilhermina Suggia.

Os restantes artistas sobem ao coreto, junto à Câmara Municipal. Estão previstos concertos de Mário Laginha Trio, Cristina Branco, Elas e o Jazz, Songbird (de Luís Figueiredo e João Hasselberg), Lokomotiv, o Coreto Porta-Jazz e os Jazzamboka (Canadá/Congo), premiados em 2017 no Festival Internacional de Jazz de Montreal.

Mas nem só de jazz se faz este festival. Aos concertos, aliam-se ainda as artes visuais. À volta do coreto vai poder também contemplar trabalhos de quatro artistas nacionais: Oficina Arara, AKACorleone, Nash Does Work e a dupla Francisco Queimadela e Mariana Caló. A inspiração? Quatro capas de discos icónicos do jazz. As peças vão estar em exposição até ao final do mês. Para Fernando da Rocha, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos, esta aliança é uma forma de "não deixar de fora aqueles que podem interpretar o jazz com outros olhos. E aí os artistas plásticos são incontornáveis". 

No dia 7, pelas 17.00, acontece um debate com o mote "O Jazz Agora". O painel conta, para já, com a presença do mentor da Orquestra Jazz de Matosinhos, Pedro Guedes, do programador do espaço Maus Hábitos, Luis Salgado, e de Joaquim Mota, locutor da Radio Nova. Na visão do autarca, a intervenção do público é importante porque "quando fazemos este tipo de coisas fazemos para o público e é bom perceber o que é que o público acha", afirma.

Olhando para a evolução do evento, Fernando da Rocha acredita que tem crescido todos os anos, desde a primeira edição: "o jazz era uma área bastante a descoberto, nomeadamente na zona Norte do país (...) entretanto evoluiu muito. O público do jazz hoje é muito maior e nós se calhar também contribuímos um pouco para isso".

O evento, gratuito, resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Matosinhos e a produtora Arruada.

 

O cartaz do Matosinhos em Jazz

 

 

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