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Igreja do Mosteiro de São Bento da Vitória
© AMPortoIgreja do Mosteiro de São Bento da Vitória

Mosteiro de São Bento da Vitória vai ser restaurado

Está prevista a reabilitação da Igreja de S. Bento da Vitória, bem como trabalhos de conservação e restauro da máquina do histórico órgão de tubos da Igreja.

Escrito por
Ana Patrícia Silva
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A Direcção Regional de Cultura do Norte viu aprovadas as candidaturas a obras de conservação e restauro de sete monumentos: Paço dos Duques de Bragança (Guimarães), Museu dos Biscainhos (Braga), Museu da Terra de Miranda (Miranda do Douro), Mosteiro de Tibães (Braga), Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto), Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e Igreja Matriz de Vila do Conde. 

As candidaturas foram apresentadas ao Aviso Património Cultural-Infraestrutural do Programa Operacional Norte 2020, num investimento superior a três milhões de euros. Com um prazo de execução de dois anos, as intervenções têm como prioridade a conservação, protecção, promoção e desenvolvimento destes monumentos.

O Mosteiro de São Bento da Vitória representa um investimento total de 144.878,19€. A presente candidatura prevê a reabilitação da Igreja de São Bento da Vitória, bem como trabalhos de conservação e restauro da máquina do órgão centenário da Igreja.

Localizado no coração do Porto, o Mosteiro de São Bento da Vitória é um dos mais importantes edifícios religiosos da cidade, classificado como Monumento Nacional desde 1977. Foi o primeiro mosteiro beneditino masculino do Porto, instalado junto à porta do Olival da muralha gótica, após autorização régia concedida em 1598. Entre as inúmeras ocupações e transformações ao longo da sua história, foi convertido em Hospital Militar em 1808, durante a Guerra Peninsular, e foi tornado Tribunal Militar e Casa de Reclusão, em 1835.

Depois de ter servido de quartel, a administração da igreja e parte do mosteiro foram confiadas aos beneditinos do Mosteiro de Singeverga, sendo lá instalado o Arquivo Distrital, assim como a Orquestra do Porto. Em 2007, o Estado atribuiu ao Teatro Nacional São João parte significativa do edifício – a ala nascente, uma parte da ala sul e o Claustro Nobre, espaço que acolhe espectáculos teatrais, concertos e eventos especiais da sua programação, entre outras iniciativas exteriores de natureza diversa.

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