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'A Viagem à Lua' (1902), de George Méliès
©DR'A Viagem à Lua' (1902), de George Méliès

Sobem as temperaturas e regressam as Noites no Pátio do Museu

Conte com filmes, sessões de poesia, debates, concertos ou peças de teatro ao ar livre e de entrada gratuita.

Escrito por
Mariana Morais Pinheiro
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As noites quentes de Verão pedem para serem aproveitadas ao máximo. Desta feita, de terça-feira a sábado, durante o mês de Julho, está de volta mais uma edição do Noites no Pátio do Museu, que acontece, sempre às 21.30, no Pátio do Museu de História Natural e Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP). Conte com filmes, sessões de poesia, debates, concertos ou peças de teatro ao ar livre e de entrada gratuita.

A programação reúne mais de 20 propostas para ocupar as noites de Julho. Esta quarta-feira, dia 6, vai falar-se da Hemidactylus mabouia, espécie mais conhecida como lagartixa-doméstica-tropical ou lagartixa de parede. “Originária do continente africano, durante os séculos XVI e XVII, à boleia das caravelas e das naus portuguesas, fez viagens transatlânticas e estabeleceu-se no continente americano. É das espécies mais disseminadas do planeta”, dizem em comunicado. A propósito da temática, Luís Ceríaco, curador-chefe do MHNC-UP, vai explicar a importância das colecções dos museus de história natural.  

No dia 7, quinta-feira, actua o Quatuor Brevi, um quarteto de saxofonistas portugueses e franceses. No dia seguinte há cine-concerto onde serão apresentados filmes do cineasta e ilusionista parisiense George Méliès, como A Viagem à Lua (1902). E no sábado, dia 9, fala-se de Burle Marx. “Homem de muitos talentos, foi pintor, escultor, músico e um visionário. Transformou o paisagismo em arte e introduziu a ecologia nos projectos para jardim. De Miami ao Rio de Janeiro, passando por Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, a sua obra está espalhada pelo mundo”, avança a organização. 

“Despertar” na companhia do TUP - Teatro Universitário do Porto é a proposta para o dia 10, onde se fará “emergir assuntos perdidos no sonambulismo dos últimos dois anos”. A entrada é livre e faz-se pelo Jardim da Cordoaria.

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