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Três curadores para seguir no Instagram
© Annie Spratt

Três curadores de arte para seguir no Instagram

Se quer estar a par do que se passa no mundo da arte, pode começar por acompanhar quem percebe da coisa. Eis três curadores de arte para seguir no Instagram.

Por Maria Monteiro
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Para o público geral, muitas vezes não passam de um nome na folha de sala que acompanha a exposição. Contudo, os curadores são um elemento essencial para pôr a funcionar a elaborada engrenagem que é o museu ou a galeria. Embora os vejamos, sobretudo, nas inaugurações ou outros eventos associados às exposições em que trabalham, desenvolvem um trabalho de continuidade e proximidade com os artistas em todos os outros dias. Alguns oferecem uma janela privilegiada para o seu trabalho no Instagram e antecipam as exposições das instituições em que trabalham, mostram as visitas a estúdios e ateliês durante o processo de criação e divulgam as obras de outros museus e galerias. Quando se trata de arte, o melhor é ouvir quem percebe da coisa, por isso descubra estes curadores no Instagram.

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Três curadores de arte para seguir no Instagram

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@hansulrichobrist

O director das Serpentine Galleries, em Londres, é um dos mais relevantes curadores da cena artística contemporânea. Ao longo de mais de 30 anos de actividade, coleccionou milhares de documentos, livros e edições de artista e entrevistas com os maiores nomes da arte e cultura dos séculos XX e XXI. No seu Instagram, colecciona notas manuscritas com mensagens e desenhos feitos por artistas com quem trabalha, fotografias de visitas aos seus estúdios ou ateliês e imagens que desvendam as exposições que vai comissariando.

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@nespector

Nancy Spector fez correr alguma tinta na imprensa americana quando não só recusou o pedido de empréstimo de um Van Gogh por parte da Casa Branca, mas ofereceu, em alternativa, America, uma sanita em ouro de Maurizio Cattelan. É também assim que a directora executiva e curadora principal do Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque, se mostra online: política e sem filtros. O seu feed inclui obras em exposição no Guggenheim ou noutros museus e galerias da cidade, visitas aos estúdios de artistas para fazer o ponto de situação do trabalho que estão a desenvolver, novas aquisições da instituição ou novidades das outras filiais do museu.

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@curator_on_the_run

Como indica o seu username, Eva Respini é uma curadora em fuga. Normalmente, anda entre a praia, a floresta e o museu, em particular o The Institute for Contemporary Art (ICA), em Boston. O seu Instagram oferece uma visão muito completa da sua relação com a arte através da publicação de imagens de inaugurações do ICA e de outras instituições, bastidores de conferências e painéis em que participa, montagens de exposições com a sua curadoria, flashbacks de trabalhos realizados anteriormente, obras de arte associadas a um tema (por exemplo, o Women’s History Month), ou, mais recentemente, peças que decoram as paredes de sua casa.

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Este quatro jovens portuenses criam, divulgam e vendem as suas obras de forma independente, trabalhando em lojas ou galerias para sustentar a sua produção artística. São, no fundo, artistas self-made que sabem como (sobre)viver da arte. Passam o tempo entre os materiais de desenho que lhes servem de ponto de partida para as criações, mas também entre contactos para dar resposta às encomendas ou para definir sítios onde podem expôr e vender. São criadores, assessores e vendedores das próprias criações. Fique a conhecê-los.  Recomendado: Galerias de arte que deve conhecer no Porto

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É uma técnica milenar, que encontra precedentes nas culturas chinesa e japonesa, mas continua a ser uma das mais usadas na pintura contemporânea. A aguarela permite obter cores mais suaves ou intensas, de acordo com a quantidade de água e de pigmentos misturados, normalmente, sobre um papel de elevada gramagem para absorver a água. A sobreposição das cores é, aliás, uma das características que distingue a aguarela. Apesar de exigir alguma delicadeza no manuseio da água, pode ser explorada por todos. Não é preciso investir em tintas muito caras nem paletas de muitas cores para conseguir bons resultados ou apenas para se divertir. De composições abstractas a paisagens simples, as possibilidades são infinitas assim que pegar nos pincéis. Eis três canais do YouTube que o podem ajudar a iniciar-se na aguarela. Recomendado: MoMA oferece cursos de arte gratuitos online  

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O isolamento social virou-nos o mundo de pernas para o ar: mudou os nossos hábitos e rotinas, tirou a vida da rua para a pôr dentro de casa e tornou os ecrãs em janelas para o exterior. E se em tempo de pandemia não podemos demorar-nos a admirar as obras de arte em museus e galerias, continuamos a poder recorrer a ela como escape do que nos rodeia. Enquanto esperamos que as portas destes espaços reabram, podemos explorar muita e boa arte sem precisar de estar em filas ou tirar bilhete. É só fazer scroll para ver a pintura, escultura, ilustração ou design que lhe cabem na palma da mão. Intrigado? Eis dez contas de Instagram que são autênticas galerias. Recomendado: A ilustração portuense desenhou o novo vírus

Paula Rego no seu ateliê, em Londres
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Se sempre quis conhecer melhor a história daquele artista que admira ou perceber o contexto em que determinada obra foi concretizada (ou se, simplesmente, aprecia mergulhar em mentes e vidas alheias), a solução pode passar por uma sessão de cinema dedicada a nomes mais ou menos conhecidos da arte nacional ou internacional. Entre documentários que resgatam escultores ou fotógrafos do anonimato, biopics que funcionam como autênticas cápsulas do tempo e nos conduzem a certos episódios da vida dos artistas ou, até mesmo filmes que nos levam aos bastidores de trabalho de reputadas figuras da arte contemporânea portuguesa, há de tudo na Netflix ou no Filmin (uma espécie de Netflix para produções independentes). Escolha um (ou vários), prepare as pipocas e aproveite. Recomendado: 10 obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

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My Parents, David Hockney
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10 obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

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Quantos de nós desejam, todos os dias, ter mais tempo para estar em casa? Agora que o temos de sobra devido ao surto de Covid-19, mal podemos esperar para sair à rua de novo. E se nunca foi tão fácil estar entretido dentro de portas, a ausência de rotina pode tornar esta quarentena penosa. Por isso, reunimos dez obras de arte que mostram como o interior pode ser um lugar de conforto e lazer. Nelas, vemos actividades rotineiras como estrelar ovos ou ver o mundo pela janela, passatempos como tocar piano ou trocar cartas ou detalhes preciosos como o raio de sol que preenche uma sala vazia. Aproveite e veja como é bom estar em casa. Recomendado: Galerias de arte que deve conhecer no Porto

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