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Em todo o país há chefs a cozinhar para quem mais precisa

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A ideia partiu do chef Rui Silvestre e começou esta segunda-feira, no Algarve, com o apoio da Makro e da Rede de Emergência Alimentar, mas o objectivo é estender-se a outras zonas do país. A iniciativa Alimentar a Saúde pretende fazer chegar refeições a quem mais precisa neste momento, ou seja, "pessoal médico, lares, associações e famílias carenciadas", conforme se lê em comunicado.

"A minha mulher é médica e percebi a dificuldade que os profissionais de saúde têm, neste momento, em aceder a uma refeição mais cuidada", explicou o responsável pelo restaurante Vistas, com uma estrela Michelin, local onde refeições de conforto como caldeiradas, massadas de peixe e arroz de frango estão a ser preparadas.

Também Noélia Jerónimo, do restaurante Noélia & Jerónimo, em Cabanas de Tavira, vai trabalhar com Rui Silvestre, mas já há outros chefs, em várias zonas do país, prontos a ajudar.

A norte, da cozinha do restaurante Oficina, do chef Marco Gomes, têm saído refeições para várias instituições da cidade. Ao seu lado tem tido Tânia Durão, do Atrevo, e Vasco Coelho Santos, do Euskalduna Studio e Semea. "Estamos a tentar utilizar da melhor forma os nossos contactos e a perceber quem é que nos consegue arranjar produto para cozinhar mais", explica Filipa Sousa, directora de comunicação do grupo Euskalduna.

No restaurante Líder, Manuel Moura tem conseguido juntar à comida tradicional portuguesa que é confeccionada no seu restaurante alguns apoios de outras empresas de restauração, para levar comida ao Hospital de São João.

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