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Manifestum
© Siora Photography

Este mês há um laboratório de poesia em Valongo

Por Maria Monteiro
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A poesia não é um elemento estático. É certo que se eterniza nas páginas de um livro, mas é na boca de quem a lê, declama ou discute que ganha vida própria. O Manifestum – arte de dizer, evento organizado e produzido pela associação cultural Exemplo Extremo e pela Câmara Municipal de Valongo, surge precisamente para tirar o poema do papel e pô-lo cara a cara com os leitores. 

Depois de ter organizado um encontro de poesia virtual, onde marcaram presença vários escritores, poetas e músicos portugueses, regressa este mês com Para que alguns a possam amar. O laboratório de poesia decorre às segundas e quartas (7, 9, 14, 16, 21, 23, 28, 30 de Setembro), das 19.00 às 21.00, no Museu Municipal e Arquivo Histórico de Valongo. As sessões estão a cargo de Isaque Ferreira, artista plástico e dizedor de poesia que se relaciona com este género literário nas suas obras, na programação cultural em Valongo e Matosinhos e participa em várias sessões de declamação de poesia.

Esta iniciativa quer levar o público numa incursão pela poesia, abordando “aspectos biográficos de realce para a construção da obra que os autores partilham com o leitor”, as suas bibliografias e outros aspectos fulcrais das suas trajectórias literárias. Depois, os poemas escolhidos serão desconstruídos, “abordando pontos referenciais, sejam temáticas, de época, por afinidade com um dado assunto, etc”, segundo comunicado da organização.

Mais do que educar e incentivar para a leitura, pretende-se tornar a poesia acessível e compreensível para todos, de modo a que quem deseje também possa participar na sua criação e debate. Mais informações podem ser dadas através do e-mail biblioteca@cm-valongo.pt ou do telefone 224 219 270.

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