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"Injustiça", de Cynthia Wade e Sasha Friedlander
© Michael Crook / IMDBA exibição de "Injustiça" assinala o arranque da iniciativa

O cinema ambiental toma conta de Serralves de 6 a 9 de Fevereiro

Por Patrícia Santos
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Todos os anos, desde 1995, Seia serve de palco ao único festival de cinema em Portugal dedicado à temática ambiental. Falamos-lhe do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela que chega ao Porto através de uma parceria entre a Fundação de Serralves e a Lipor.

As duas entidades vão apresentar, entre quinta-feira 6 e domingo 9, uma extensão da 25ª edição do evento. O objectivo é “a aproximação às causas ambientais emergentes, através do processo criativo que o cinema comunica”, segundo informações no site da instituição portuense.

Injustiça (dia 6 às 21.15), de Cynthia Wade e Sasha Friedlander, que venceu o Grande Prémio Ambiente CineEco, foi o filme escolhido para a sessão de abertura desta iniciativa. O documentário narra o activismo de Dian, uma jovem que sobreviveu a um tsunami de lama tóxica — responsável por enterrar 16 aldeias em Java Oriental, na Indonésia, e deslocar 60.000 pessoas —, contra a multinacional que desencadeou a catástrofe.

Genesis 2.0, película vencedora do Prémio Educação Ambiental, será exibida no dia 7, às 21.30. A longa-metragem de Christian Frei e Maxim Arbugaev tem como pano de fundo as ilhas do Oceano Árctico, onde caçadores encontraram, surpreendentemente conservada, a carcaça inteira de um mamute. Genesis 2.0 mostra como cientistas querem “fazer renascer o extinto mamute lanoso”.

Dia 8, às 21.30, conte com a projecção de Amazônia, o Despertar da Florestania, de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski. O filme, que venceu o Prémio Juventude Longas de Língua Portuguesa, trata a “forma como a floresta amazónica e a própria natureza têm sido tratadas no Brasil desde o início do século XX, resgatando personagens históricas como o Marechal Rondon, Orlando Villas-Bôas e o Prof. Darcy Ribeiro. Reúne ainda testemunhos de diversas personalidades da sociedade brasileira como lideranças indígenas, ambientalistas, representantes do sector terciário, jornalistas, artistas, intelectuais, cientistas e muitos outros que, de alguma forma, lutam para preservar este precioso legado brasileiro”.

Os interessados podem consultar o programa completo da iniciativa aqui. É de entrada livre mas obriga a inscrição prévia através de email (m.tavares@serralves.pt) e do levantamento de bilhete. A entrada está sujeita à lotação do espaço.

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