As melhores marcas de chocolate do Minho

Da mais antiga fábrica nacional a novos nomes com sabores inovadores, conheça as melhores marcas de chocolate do Minho
Gana
©DR Chocolates da Gana
Por Ana Patrícia Silva |
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Nos doces laboratórios de Braga, Barcelos ou Caminha não falta quem afine receitas clássicas ou invente combinações surpreendentes a partir de um ingrediente essencial: o chocolate. Conheça seis marcas minhotas que tratam o produto do caco como um rei.

As melhores marcas de chocolate do Minho

Avianense - Barceços
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Avianense

icon-location-pin Grande Porto

A marca de chocolates mais antiga do país nasceu em Viana do Castelo em 1914. Declarou falência em 2004 e, um ano depois, o empresário Luciano Costa comprou a marca, os equipamentos e a frota da empresa. A Avianense mudou de casa, instalou a fábrica e inaugurou um museu em Durrães, Barcelos, e a antiga fábrica vianense foi convertida em hotel em 2014. Os produtos da Avianense estão inscritos na memória colectiva – as sombrinhas, as fantasias de Natal e o bombom Imperador, um mimo de chocolate de leite a abraçar uma amêndoa torrada. Simples, como as melhores coisas são.

Boca Suja - Braga
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Boca Suja

icon-location-pin Grande Porto

Beiços lambuzados de chocolate, um dos melhores prazeres desta vida, foram a inspiração desta marca bracarense. Clara Martins aproveitou os estudos em conservação, restauro e artes e encontrou no chocolate a sua realização profissional. Com matéria-prima da italiana Master Martini, a Boca Suja aposta nas tabletes, caixas de bombons e em produtos de inspiração minhota como Lenços dos Namorados personalizados, um estilizado Galo de Barcelos e ícones bracarenses como os farricocos e cabeçudos.

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Casa Grande Chocolatier
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Casa Grande Chocolatier Famalicão

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Uma das marcas de chocolate artesanal mais conceituadas do país nasceu em Ribeirão, Famalicão. Fernanda Pereira e Luciano Barroso viajaram, aprenderam e recriaram o que viram lá fora por este país dentro. A Casa Grande surgiu em 2009 e não mais parou de inovar nos produtos e embalagens que lança para o mercado. Com cacau de origem predominantemente crioula, há bombons com sabores como flor de laranjeira, aroma de rosa e mirtilo, pimentão e açafrão; há tabletes de diferentes percentagens, recheadas e de frutos; há produtos festivos, boiões de chocolate, chupa-chupas, trufas e até pipocas. Ideias não faltam.

Chocolate com Pimenta
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Chocolate com Pimenta

icon-location-pin Grande Porto

Pedro Sousa tem dois amores: o chocolate e Pimenta (Cristina Pimenta, 
a sua mulher). Uniu-os em 2013, numa marca de chocolate artesanal sediada em Vila Verde que aposta nos sabores genuínos portugueses. Os produtos mais vendidos são o bombom de chocolate negro com creme de queijo da Serra e o bombom com azeite aromatizado, mas todos os anos lançam novos produtos.

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Fava do Cacau
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Fava do Cacau

icon-location-pin Grande Porto

Em frente ao Museu dos Biscainhos, em Braga, há uma porta 
que abre para o maravilhoso mundo 
do chocolate artesanal. Durante a
 manhã, Adélia Azevedo está lá fechada
 a preparar poções mágicas de chocolate.
 À tarde, a porta abre-se para mostrar as
 trufas, bombons, barras, brigadeiros e brownies, acompanhadas de chá, café e chocolate quente. A Fava do Cacau procura produzir de forma sustentável,
 com matérias-primas que respeitem as plantações e culturas onde o cacau é explorado. Quando alguém o mandar à fava, já sabe onde ir.

Gana
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Gana

icon-location-pin Grande Porto

No meio rural de Caminha, a oficina da Gana viaja pelos sabores do cacau do Equador, Tanzânia, Venezuela, São Tomé, México, Madagáscar, Brasil, República Dominicana e Gana. Na horta que a rodeia crescem amoras, mirtilos, framboesas e ervas aromáticas que inspiram os sabores dos chocolates. A Gana foi criada pela ceramista Elizabete Fernandes, que trocou o barro pelo chocolate e começou a moldar a sua criatividade em trufas e tabletes de diferentes origens, com diversas percentagens de cacau e variados sabores.

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Casa Grande Chocolatier
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