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Filme, Cinema, Drama, Romance, Western, O Poder do Cão (2021)
©DRO Poder do Cão de Jane Campion

Óscares: os filmes nomeados que tem mesmo de ver em streaming

O streaming lidera na corrida às estatuetas douradas. Estes são os filmes nomeados para os Óscares que tem de ver em casa.

Raquel Dias da Silva
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Raquel Dias da Silva
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Os nomeados para os Óscares, que serão entregues a 28 de Março em Los Angeles, já foram anunciados. A Netflix parte, mais uma vez, em vantagem na corrida às estatuetas douradas. Disponível para ver na gigante do streaming, O Poder do Cão, realizado pela premiada cineasta neozelandesa Jane Campion, lidera com 12 nomeações, nas quais se incluem a de Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Actor e Melhor Fotografia. Mas, de West Side Story (Netflix) até Coda (Apple TV+), há muitas outras produções bem lançadas para ver. E pelo menos o Óscar de Melhor Filme de Animação deve ir para Encanto (Disney+). Damos conta dos filmes nomeados para os Óscares que pode ver nos serviços de streaming.

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Óscares: os filmes que tem de ver em streaming

O Poder do Cão

Depois de ter sido indicada pela primeira vez em 1994, com O Piano, que lhe valeu o Óscar de Melhor Argumento Original, Jane Campion volta a estar nomeada, desta vez para Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado, com O Poder do Cão (que já esteve nos cinemas e arrecadou dois prémios nos BAFTA, o de Melhor Realização e o de Melhor Filme). Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee interpretam este falso western rodado na Nova Zelândia, que passa pelo Montana dos anos 20 do século passado e explora questões como homossexualidade reprimida, masculinidade tóxica e vingança.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Actor, Melhor Actor Secundário, Melhor Actriz Secundária, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direcção de Arte, Melhor Banda Sonora Original e Melhor Som

Em streaming na Netflix

Duna

Editado em 1965, Duna, de Frank Herbert, primeiro livro de uma saga de seis, é um daqueles clássicos absolutos da ficção científica ao qual, pela sua densidade narrativa e pormenorização na construção de um mundo futuro uno e internamente coerente, nenhum filme conseguirá alguma vez fazer inteira justiça. David Lynch conseguiu uma aproximação na sua adaptação barroca e brutalista de 1984. Esta segunda versão para cinema de Duna, realizada por Denis Villeneuve, que também escreveu o argumento com Eric Roth e Jon Spaihts, está dividida em dois filmes (o primeiro só abrange o primeiro terço da obra), e tal como a de David Lynch, procura sintetizar de forma legível o intrincado enredo do livro.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direcção de Arte, Melhor Guarda-Roupa, Melhor Caracterização, Melhor Banda Sonora Original, Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais

Em streaming na HBO Max

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West Side Story

Desde os anos 80 que Steven Spielberg queria fazer um musical. Em 2014, decidiu-se a rodar uma nova versão de West Side Story – Amor Sem Barreiras, em grande parte por questões afectivas. O disco da produção original da Broadway foi o primeiro do género a ser ouvido em casa da família Spielberg nos anos 50, e deixou-lhe uma recordação inesquecível. Este novo West Side Story, com argumento de Tony Kushner, não é nem uma nova versão reverencialmente fiel ao filme de 1961 de Robert Wise e Jerome Robbins, nem uma releitura ou uma actualização deste para os nossos tempos. É, sim, segundo o próprio Spielberg, um filme que se refere directamente ao musical da Broadway original, estreado em 1957, conservando intactos todos os números musicais.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Actriz Secundária, Melhor Fotografia, Melhor Direcção de Arte, Melhor Guarda-Roupa e Melhor Som

Em streaming na Netflix

King Richard – Para Além do Jogo

Neste drama biográfico sobre sacrifício e superação, Will Smith (que também assina a produção) encarna o papel de Richard Williams, pai e treinador das tenistas norte-americanas Serena e Venus Williams (interpretadas por Saniyya Sidney e Demi Singleton), duas das atletas mais dotadas da modalidade. Usando métodos pouco convencionais e consciente das dificuldades que enfrentou ao longo da sua vida, Richard está determinado a contrariar o destino das filhas e ajudá-las a tornar-se lendas do ténis.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Actor, Melhor Actriz Secundária, Melhor Argumento Original, Melhor Montagem e Melhor Canção Original

Em streaming na HBO Max

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Being the Ricardos

Protagonizado por Lucille Ball e Desi Arnaz, I Love Lucy foi, nos anos 50, uma das sitcoms mais populares nos Estados Unidos. Neste filme escrito e realizado por Aaron Sorkin, Nicole Kidman e Javier Bardem encarnam o carismático casal de actores, que viveu uma complexa relação romântica e profissional. O enredo acompanha os bastidores durante uma semana de gravações especialmente atribulada, durante a qual Ball teve de se defender das acusações de pertencer ao Partido Comunista e, ao mesmo tempo, lidar com as infidelidades do marido, Arnaz.

Nomeado para: Melhor Actor, Melhor Actor Secundário, Melhor Actriz e Melhor Actriz Secundária

Em streaming na Prime Video

Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas

Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas é o primeiro filme realizado por Guillermo del Toro em que não há elementos de fantástico, terror ou de ficção científica, embora paire sobre ele uma dimensão fantasmagórica. Rodada ao estilo profissional, directo, despretensioso e prático do film noir de Hollywood dos distantes anos 40, Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas adapta Nightmare Alley, um policial de William Lindsay Gresham escrito em 1946. Interpretado por Bradley Cooper, o protagonista é Stanton, um charlatão sem eira nem beira que arranja emprego numa feira itinerante manhosa, daquelas que percorriam os EUA com atracções várias.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Fotografia, Melhor Guarda-Roupa e Melhor Direcção de Arte

Em streaming na Disney+

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Não Olhem para Cima

Um professor de astronomia e a sua doutoranda descobrem que há um cometa do tamanho do Evereste a caminho da Terra. O impacto acontecerá daí a seis meses, provocando o fim do mundo. Só que ninguém, do governo dos EUA aos media, passando pela redes sociais, parece querer ouvi-los ou acreditar neles. Nesta tragicomédia apocalíptica, Adam McKay dispõe de um elenco de platina: Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence nos papéis principais, Meryl Streep como Presidente dos EUA, Cate Blanchett como jornalista.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Argumento Original, Melhor Banda Sonora Original e Melhor Montagem

Em streaming de Netflix

CODA

Escrito e realizado por Sian Heder, trata-se do primeiro filme original da plataforma de streaming da Apple nomeado para Melhor Filme numa edição dos Óscares. CODA – acrónimo para child of deaf adults (filho de adultos surdos, em português) – conta a história de Ruby (Emilia Jones), que dá por si entre o desejo de sair de Gloucester, Massachusetts, para seguir o seu amor pela música ou ficar para ajudar no negócio de pesca familiar como a única pessoa sem deficiência auditiva na sua família. Entre os prémios para os quais está nomeado, destaca-se o de Melhor Actor Secundário para Troy Kotsur, o primeiro actor surdo a ser nomeado para um Óscar.

Nomeado para: Melhor Filme, Melhor Actor Secundário e Melhor Argumento Adaptado

Em streaming na Apple TV+

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A Tragédia de Macbeth

Realizado por Joel Coen, este filme, baseado na obra de William Shakespeare, junta pela primeira vez os vencedores do Óscar Denzel Washington e Frances McDormand. Ele no papel do militar escocês, ela da cruel Lady Macbeth, que se tornam rei e rainha da Escócia depois de orquestrarem o assassinato do rei Duncan. Bertie Carvel, Alex Hassell, Corey Hawkins, Harry Melling e Brendan Gleeson completam o elenco.

Nomeado para: Melhor Actor, Melhor Fotografia e Melhor Direcção de Arte

Em streaming na Apple TV+

Encanto

A viver numa casita encantada escondida nas montanhas da Colômbia, todos os descendentes de Alma Madrigal foram abençoados com dons únicos – todos menos Mirabel, uma adolescente prestes a descobrir o quão extraordinária é, mesmo sem nenhum poder em especial. Antes, terá de vencer uma força misteriosa, capaz de destruir a magia em seu redor. Com canções inéditas do multi-premiado Lin-Manuel Miranda, Encanto fala-nos, por um lado, da pressão das expectativas irrealistas e dos ideais familiares e, por outro, da importância de contarmos uns com os outros para ultrapassar as malfadadas dores de crescimento.

Nomeado para: Melhor Animação, Melhor Banda Sonora Original e Melhor Canção Original

Em streaming na Disney+

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Tick, Tick…Boom!

Realizado pelo actor, compositor, dramaturgo e cantor Lin-Manuel Miranda, este filme é uma homenagem a Jonathan Larson, escritor do musical Rent e um prodígio da Broadway. Baseado no monólogo rock autobiográfico levado à cena em 1992, é protagonizado por Andrew Garfield, que interpreta um promissor compositor teatral que, ao aproximar-se dos 30 anos, vive sob a pressão para criar uma obra-prima antes que seja demasiado tarde.

Nomeado para: Melhor Actor e Melhor Montagem

Em streaming na Netflix

Cruella

Em Cruella, a terrífica vilã dos 101 Dálmatas é interpretada por Emma Stone, cuja personagem é a inteligente e criativa Estelle, que quer ser estilista desde miúda e acaba por ir trabalhar para a verdadeira vilã, a riquíssima, sobranceira e tirânica Baronesa (Emma Thompson), que domina a cena da moda. Realizado por Craig Gillespie, tem como cenário a cidade de Londres na década de 1970, no meio da revolução punk rock. 

Nomeado para: Melhor Guarda-Roupa e Melhor Caracterização

Em streaming na Disney+

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A Mão de Deus

Paolo Sorrentino assume a herança felliniana neste novo filme autobiográfico, que não chegou a passar pelas salas de cinema mas já venceu o Grande Prémio do Júri em Cannes. Filmado em Nápoles, remete para os anos 80 do século XX, segue o adolescente Fabietto (o actor Filippo Scotti, no papel do jovem Sorrentino), que está a aprender a lidar com as dores do crescimento e, sobretudo, com a tragédia que se abate sobre a sua família. 

Nomeado para: Melhor Filme Internacional

Em streaming na Netflix

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Mais um filme do Universo Cinematográfico Marvel, este realizado por Destin Daniel Cretton e protagonizado por Shang-Chi (Simi Liu), um mestre das artes marciais que tem de confrontar o seu passado ao ser atraído para a misteriosa organização dos Dez Anéis. Também com Awkwafina, Michelle Yeoh, Tony Leung e Tim Roth.

Nomeado para: Melhores Efeitos Visuais

Em streaming na Disney+

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Os Mitchell Contra as Máquinas

A jovem Katie é aceite na escola de cinema dos seus sonhos, mas os seus planos, de se juntar rapidamente aos colegas de universidade, vão por água a baixo quando o seu pai decide que está na hora de fazer uma viagem de carro em família. Após um apocalipse robótico interromper a dita aventura, cabe à família Mitchell – a mais estranha do mundo – salvar a humanidade.

Nomeado para: Melhor Animação

Em streaming na Netflix

Raya e o Último Dragão

O filme animado por computador de Don Hall e Carlos López Estrada viaja até ao mundo fantástico de Kumandra para contar a história de uma guerreira solitária, Raya (Kelly Marie Tran, na versão original), que parte em busca do último dragão do título para restaurar a paz e salvar o seu mundo. A interpretação vocal de Awkwafina, a fazer de dragão, é uma das melhores que ouvimos em muito tempo.

Nomeado para: Melhor Animação

Em streaming na Disney+

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Luca

Realizado por Enrico Casarosa, Luca decorre numa vila pitoresca da Riviera italiana e segue a aventura de dois melhores amigos num Verão inesquecível, que escondem aos moradores da cidade um segredo que pode pôr em risco as suas vidas. Abaixo da superfície da água, Luca e Alberto têm uma outra vida, enquanto monstros marinhos.

Nomeado para: Melhor Animação

Em streaming na Disney+

Quem és tu Robin?

Da colaboração entre os Estúdios Aardman e a Netflix nasceu este filme de animação musical, realizado por Dan Ojari e Mikey Please. A história acompanha Robin, uma cria de pisco-de-peito-ruivo, que cai acidentalmente do ninho e vai parar a uma lixeira. Adoptada e criada por uma família amorosa de ratos, Robin acaba por crescer e perceber as óbvias diferenças. 

Nomeado para: Melhor Curta-Metragem de Animação

Em streaming na Netflix

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Três Canções Para Benazir

Realizado por Elizabeth Mirzaei e Gulistan Mirzaei, estes 22 minutos retratam a tragédia afegã através da história de vida de Shaista, um jovem a viver num campo de refugiados com a sua esposa grávida, que sonha em juntar-se ao exército e servir o Afeganistão numa tentativa de conseguir dar uma vida decente à sua família.  

Nomeado para: Melhor Curta-Metragem Documental

Em streaming na Netflix

Audible: Vidas em Jogo

Realizada por Matt Ogens, esta curta-metragem documental de 38 minutos acompanha a equipa de futebol americano da Maryland School for the Deaf (Escola para Surdos de Maryland) e a jornada de Amaree McKenstry, bem como dos seus colegas, pela vitória, ao mesmo tempo que lidam com a perda de um amigo próximo.

Nomeado para: Melhor Curta-Metragem Documental

Em streaming na Netlifx

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Levem-me para casa

Esta curta documental dos realizadores Pedro Kos e Jon Shenk expõe as histórias verídicas e emocionantes de oito pessoas que vivem na rua, em carros, tendas e parques, na costa Oeste dos Estados Unidos.

Nomeado para: Melhor Curta-Metragem Documental

Em streaming na Netflix

The Queen of Basketball

Conhecida por muitos como Lucy, Luisa Harris (que morreu este ano) foi uma das grandes estrelas do basquetebol feminino universitário na década de 70, tendo representado a Delta State University entre 1975 e 1977, equipa pela qual venceu três títulos e detém ainda alguns recordes, como o de pontos (2,891) e ressaltos (1,662). Foi também a primeira mulher a pontuar no primeiro jogo da competição de basquetebol como modalidade olímpica e a primeira e única mulher a ser escolhida oficialmente num draft da NBA, pelos New Orleans Jazz, a quem disse não para seguir o sonho de criar uma família. É sobre si que se debruça esta curta documental.

Nomeado para: Melhor Curta-Metragem Documental

Em streaming no Vimeo e no Youtube

Mais filmes para ver

  • Filmes

Essa ideia de o cinema português ser uma seca… Enfim, só em parte é verdade. Aliás, existindo desde 1896, com milhares de realizações, alguém se havia de safar. E safou-se. Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, incluindo alguns, até mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. É natural por isso que, quando se fala nos filmes portugueses obrigatórios, haja nomes de realizadores que se repetem. Porque, como em tudo o resto na vida, alguns cineastas são pura e simplesmente melhores do que outros.

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Este terá sido, provavelmente, um dos anos mais estranhos da história do cinema, assim como da humanidade, no geral. A pandemia veio baralhar as contas a todos, e a indústria cinematográfica atravessou um ano atípico, com rodagens e estreias canceladas ou adiadas.  As salas de cinema permanecem abertas (por agora), apesar do crescimento de novas infecções em todo o mundo. Num ano vivido a meio-gás, não vimos nenhum filme que merecesse mais de quatro estrelas. Mesmo assim, e tendo em conta que 2021 está aí, elaborámos uma lista com os melhores filmes que se estrearam em Portugal em 2020.

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Primeira conclusão: há menos polícias – e os que há nem sempre são dos bons ou têm um papel importante – do que bandidos no cinema policial. Segunda conclusão: há muitos figurões, movendo-se na zona cinzenta da sociedade, manipulando o mal, mostrando as muitas formas do crime. Mais coisa menos coisa é assim neste género tão apreciado por Hollywood, por produtores de outras paragens, e principalmente pelo público, que tantas vezes simpatiza com o malfeitor, ou pelo menos com os seus motivos, como acontece em boa parte dos 20 filmes que seguem e que ao longo do tempo marcaram o cinema.

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Vamos à parte honesta: a adolescência é um interminável conjunto de situações estranhas, experiências novas, inesperadas, castigos sociais, dores de crescimento, paixões não correspondidas (ou sim). É também um poço sem fundo para todo o tipo de urgências, porque tudo é hoje, porque crescer é a única coisa que interessa, porque a idade adulta parece incrível. E como é que se retrata tudo o que cabe na psique de um teenager? Não há uma resposta empírica. O que há, são tentativas infindáveis, ao longo de décadas, em traduzi-las no ecrã para que tudo pareça um bocadinho mais simples. E a Netflix tem no seu catálogo alguns dos títulos que vão resumindo – mal ou bem – aqueles anos. Eis dez filmes de adolescentes para ver na Netflix.

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A exemplo do western, o filme musical é um género clássico cuja morte é regularmente anunciada. Mas a verdade é que continuam a ser feitos musicais nos Estados Unidos e também, a espaços, na Europa. Certo é que a força não é a mesma que fez de títulos como O Feiticeiro de Oz ou Serenata à Chuva pedaços inesquecíveis de cinema, mas se as grandes produções dentro do género continuam a levar gente às salas de cinema e, mais tarde, aos sofás de casa, é um claro sinal de que alguma coisa continua a ser bem feita. Na lista que se segue encontra alguns desses exemplos; cinema bem feito, com um toque fresco, com uma visão diferente, com uma prestação memorável. São os melhores filmes musicais deste século. Recomendado: Os melhores e os piores filmes da Marvel

  • Filmes

Definir aquilo que podemos considerar como "filmes de luta" não é fácil. Há filmes que o são em parte, há filmes que o são num todo, há filmes com cenas de luta memoráveis, sequências inesquecíveis e filmes que, de argumento e execução tão fracos, acabamos por descartar. Aqui, o assunto luta serve de muitas formas. Há artes marciais, wrestling, boxe, luta de rua, há histórias que se constroem em torno dos punhos, há veracidade e ficção e ambas. A premissa foi combinar argumento e execução para chegar a uma obra digna, seja ela de produção megalómana Hollywoodesca ou independente, na lista que se segue tem opções para todos os gostos. Fique a conhecer os melhores filmes de luta no cinema. Recomendado: As 25 melhores séries de comédia

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  • Arte

Se sempre quis conhecer melhor a história daquele artista que admira ou perceber o contexto em que determinada obra foi concretizada (ou se, simplesmente, aprecia mergulhar em mentes e vidas alheias), a solução pode passar por uma sessão de cinema dedicada a nomes mais ou menos conhecidos da arte nacional ou internacional. Entre documentários que resgatam escultores ou fotógrafos do anonimato, biopics que funcionam como autênticas cápsulas do tempo e nos conduzem a certos episódios da vida dos artistas ou, até mesmo filmes que nos levam aos bastidores de trabalho de reputadas figuras da arte contemporânea portuguesa, há de tudo na Netflix ou no Filmin (uma espécie de Netflix para produções independentes). Escolha um (ou vários), prepare as pipocas e aproveite. Recomendado: 10 obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

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