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Filmes, Shawshank
©IMDB Morgan Freeman em Os Condenados de Shawshank

Os melhores filmes na Netflix

Comédia, acção, romance, drama. Há de tudo no catálogo. São os melhores filmes na Netflix que precisa de ver

Por Editores da Time Out Lisboa
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Já sabemos que a oscilação de conteúdos faz parte. Isto é, o que hoje temos disponível, amanhã desaparece sem deixar rasto. Por isso, tudo o que lhe pedimos é que mergulhe rapidamente nesta lista. Há drama, há comédia, há acção, histórias para rir desmedidamente, para roer as unhas, para colar ao ecrã horas a fio sem qualquer noção de vida exterior. Compilámos o que de melhor existe actualmente na plataforma de streaming para que não tenha de o fazer e damos-lhe uma boa dose de sugestões abaixo. Prepare os snacks, as pipocas, se as tiver, hidrate-se e ponha os olhos nos melhores filmes na Netflix.

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Os melhores filmes na Netflix para começar a ver hoje

1. 'O Padrinho', Francis Ford Coppola (1972)

Realizado por Francis Ford Coppola, a partir do romance homónimo e campeão de vendas de Mario Puzo, O Padrinho é frequentemente considerado o melhor filme de gangsters de sempre. E um dos melhores filmes de sempre, ponto. É uma história de violência mafiosa e, ao mesmo tempo, um melodrama familiar, acompanhando o poderoso clã Corleone ao longo de uma década, entre 1945 e 1955. Com um elenco de luxo que inclui, entre outros, Marlon Brando, vencedor do Óscar de melhor actor pela interpretação de Vito Corleone, James Caan, Robert Duvall ou Al Pacino, todos eles nomeados para o Óscar de melhor actor secundário. 

2. 'Monty Python e o Cálice Sagrado', Terry Gilliam, Terry Jones (1975)

É difícil encontrar quem não goste da comédia estapafúrdia, revolucionária e absurda dos Monty Python, ou das suas transtornadas criações cinematográficas de que Monty Python e o Cálice Sagrado é o maior expoente. A passagem ao cinema foi feita à maneira daquela trupe, transformando uma antiga lenda remontando à origem de Inglaterra e ao Rei Artur numa comédia anárquica (como as filmagens, aliás) em absoluta contracorrente das convenções e idêntico desprezo pela História. Escrita mais ou menos em conjunto por Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin, e dirigida por Gilliam e Jones, a película falhou de todo entre a crítica e o público, mas o tempo tem-lhe feito justiça.

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3. 'Os Salteadores da Arca Perdida', Steven Spielberg (1981)

Steven Spielberg passou a primeira parte da sua carreira a afinar o modelo do blockbuster. Mas, por perfeito que seja Tubarão, de 1975, é em Salteadores da Arca Perdida que todas as peças se juntam de forma irretocável num clássico de acção ainda hoje sem rival. O património genético do filme vem dos velhinhos e esquecidos filmes de suspense de Hollywood, mas o espírito é aqui totalmente moderno. E que poderíamos descrever assim: vejam lá se conseguem aguentar a pedalada do gajo com o chapéu.

4. 'Gandhi', Richard Attenborough (1982)

A película biográfica de uma das mais marcantes figuras do século XX, Mohandas Karamchand Gandhi, amealhou, entre outros prémios, oito estatuetas douradas da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas. Incluindo os Óscares de Melhor Filme, de Melhor Realizador, para o britânico Richard Attenborough, e de Melhor Actor, para Ben Kingsley e a sua brilhante interpretação daquele que foi o líder do movimento de independência da Índia.

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5. 'Blade Runner – Perigo Iminente', Ridley Scott (1982)

A pergunta no título do romance Philip K. Dick é saber se os andróides sonham com ovelhas electrónicas. Mas o miolo da história é muito mais complexo, pois o autor coloca-nos perante o significado, não, perante descortinar entre o que é vida e o que não é num mundo onde a inteligência artificial se tornou a tecnologia dominante e os andróides servem para tudo. Ridley Scott compreendeu muito bem a substância do original e criou uma película que ultrapassa as limitações do género tornando-se interrogação existencial no interior de um filme de aventuras. Interpretações exemplares de Harrison Ford, Rutger Hauer e Sean Young ajudam, mas o clima cinzento e depressivo, a dúvida persistente e a ambiguidade geral fazem de Blade Runner uma obra rara e, de certo modo, premonitória de uma discussão que estaremos a ter não tarda muito.

6. 'Scarface - A Força do Poder', Brian de Palma (1983)

Scarface rastreia o percurso de Tony Montana (Al Pacino), um emigrante recém-chegado aos Estados Unidos, desde os seus primeiros passos em solo americano até à sua morte numa nuvem de balas de AK-47 e cocaína. O excesso de cocaína é, aliás, o fio condutor do filme. O mais impressionante, contudo, é a relutância de Oliver Stone e De Palma em encobrir o grotesco e voraz "capitalismo à lei da bala" de Tony com qualquer conversa sobre honra e família: Scarface é um estudo sem vergonha da criminalidade egoísta e sádica. E essa foi, talvez, a grande razão para chegar ao estatuto de clássico.

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7. 'Os Caça-Fantasmas', Ivan Reitman (1984)

Quando Nova Iorque é invadida por uns fantasmas viscosos quem é que se há-de chamar? Toda a gente sabe a resposta. Chamam-se os Caça-Fantasmas, quatro cavalheiros capazes de detectar e pulverizar qualquer espírito maligno até ao esquecimento. Boa parte do charme desta comédia de ficção científica, dirigida por Ivan Reitman, deve-se aos seus anti-heróis, esses pés-rapados subitamente debaixo dos projectores graças aos seus excelentes resultados na caça ao mal. O cientista mulherengo interpretado por Bill Murray merece evidente destaque, mas é a tresloucada personagem de Rick Moranis quem mais humor acrescenta, principalmente no ataque ao mais assombrado edifício de Manhattan.

8. 'Os Intocáveis', Brian de Palma (1987)

Durante os anos da Lei Seca, Al Capone (Robert De Niro) controlava quase todos os aspectos da vida de Chicago, a partir das sombras. Até que, neste filme de Brian de Palma com argumento de David Mamet que ficcionaliza e adapta o que realmente se passou, o agente Eliot Ness (Kevin Costner) e os seus Intocáveis se cruzaram com o poderoso chefão do crime de Chicago. Sean Connery, no papel do polícia Jim Malone, venceu o Óscar e o Globo de Ouro para Melhor Actor Secundário pela sua interpretação.

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9. 'Parque Jurássico', Steven Spielberg (1993)

mais célebre, imponente e lucrativo filme de dinossauros de sempre, e o primeiro a representar dinossauros com um máximo de realismo e verosimilhança, graças à utilização de efeitos especiais digitais e modelos com animação electrónica. O caos instala-se num inovador parque temático que tem como atracção dinossauros clonados geneticamente e é situado numa ilha. Adaptado do livro de ficção científica de Michael Crichton, Parque Jurássico teve duas continuações, em 1997 e 2001. Está em curso uma segunda trilogia, iniciada com Mundo Jurássico (2015) , que prosseguiu com Mundo Jurássico: Reino Caído (2018) e será concluída em 2021.

10. 'Os Condenados de Shawshank', Frank Darabont (1994)

Adaptando uma obra do genial Stephen King, Shawshank Redemption conta com as grandes interpretações de Tim Robbins e Morgan Freeman ao serviço do realizador Frank Darabont, nesta história passada na penitenciária do título, entre as décadas de 40 e 60, e que é um elogio da paciência de formiguinha, para além de um estudo do comportamento humano no espaço carcerário.

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11. 'A Máscara', Chuck Russell (1994)

Quando A Máscara estreou a crítica exaltou a modernidade dos efeitos especiais usados para transformar Jim Carrey numa figura viva de banda desenhada. Embora os efeitos não tenham aguentado a passagem do tempo, a elástica interpretação de Carrey, como o tímido gajo porreiro Stanley e o seu alter-ego A Máscara, é quase arrebatadora. No papel da grotesca figura de cara verde com uma paixão por traques e frases rascas, e outra por Cameron Diaz, Carrey definiu-se, para quem ainda duvidava, como um grande comediante. 

12. 'Forrest Gump', Robert Zemeckis (1994)

É provavelmente a personagem com o mais baixo quociente de inteligência na história do cinema, mas é, também, uma das mais populares. No filme de Robert Zemeckis, Tom Hanks cria um Forrest Gump simplório que, ainda assim, conserva muitos e bons atributos, o que o leva a conhecer presidentes e, mesmo, depois de muitos e improváveis feitos e aventuras, encontrar o amor. 

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13. 'Pulp Fiction', Quentin Tarantino (1994)

Depois da auspiciosa recepção a Cães Danados, Quentin Tarantino ultrapassou a difícil prova da segunda longa-metragem realizando o primeiro filme pós-moderno a invadir a corrente dominante e a nela ganhar um lugar de honra. De uma assentada, o realizador criou (com Roger Avary) uma história permanentemente à beira do abismo narrativo, onde humor corrosivo e violência descabelada convivem harmoniosamente, utilizando por tudo e por nada referências à cultura pop, no processo reabilitando a carreira de John Travolta, fazendo a sua personagem brilhar num elenco onde se encontraram Uma Thurman, Samuel L. Jackson, Tim Roth, Bruce Willis e Maria de Medeiros.

14. 'O Resgate do Soldado Ryan', Steven Spielberg (1998)

O Resgate do Soldado Ryan acaba por ser um filme de acção em estado puro. A partir de um argumento de Robert Rodat, Steven Spielberg não descura o conteúdo político e psicológico nem o seu carácter humanista neste retrato das crueldades da guerra. E as cenas de acção são verdadeiramente inesquecíveis, tornando alguns momentos históricos e bem documentados numa viagem hiper-realista pelo melhor e pelo pior dos seres humanos. 

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15. 'Beleza Americana', Sam Mendes (1999)

Se Kevin Spacey se tornou quase um tabu em Hollywood, depois das acusações de assédio sexual, não é possível falar de Beleza Americana sem mencionar o actor, que acabou por levar o Óscar para casa. O filme de Sam Mendes retrata na perfeição o falhanço do sonho americano, representado aqui pela existência confortável, conformada, vazia, da classe média suburbana. Lester Burnham (Kevin Spacey) vive uma crise de meia-idade. Está farto da mulher, do trabalho e até da própria família, mas encontra um novo sentido na vida quando conhece uma amiga da filha.

16. 'A Viagem de Chihiro', Hayao Miyazaki (2001)

Até está disposto a ver desenhos animados com os miúdos, mas recusa-se a assistir a uma história infantilóide? Escolha então o mundo mágico do realizador japonês Hayao Miyazaki e acompanhe a difícil jornada de Chihiro. Distinguido com o Urso de Ouro no Festival de Berlim e com o Óscar na categoria de Melhor Filme de Animação, é uma referência para todas as gerações.  

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17. 'O Senhor dos Anéis - A Irmandade do Anel', Peter Jackson (2001)

Durante décadas, a trilogia de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis, esteve arredada do cinema. Não por falta de vontade, mas, na verdade, por falta de meios e talento para criar uma adaptação aceitável da mais importante obra de literatura fantástica do século XX. Até chegar Peter Jackson e realizar esta adaptação perfeita e quase fiel. O primeiro filme, A Irmandade do Anel, é o mais bem conseguido, mas valem todos a pena.

18. 'O Amor É Um Lugar Estranho', Sofia Coppola (2003)

A cidade de Tóquio e Bob Harris (Bill Murray) estão numa experiência extracorpórea. Mas é aqui que ele conhece Charlotte (Johansson), uma jovem nova-iorquina que tenta passar o tempo da melhor forma possível enquanto que o seu marido, fotógrafo, desaparecia em missão. O filme de Sofia Coppola é um prazer hábil e múltiplo que nos mostra a beleza que é possível encontrar na solidão. E os limites da mesma, até que seja preenchida.

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19. 'O Despertar da Mente', Michel Gondry (2004)

Neste filme de Michel Gondry, o romance apropria-se da ficção científica e com basta sofisticação leva-a para o território da neurose. Movimento a que decerto não é alheio o argumento de Charlie Kaufman, capaz, mais uma vez, de percorrer caminhos nunca antes percorridos pelos interstícios da mente. Além da solidez do argumento e da requintada arquitectura narrativa da realização, a maior revelação, porém, vem da interpretação de Jim Carrey e da forma como o actor assume o retorcido desconforto da sua personagem.

20. 'O Cavaleiro das Trevas', Christopher Nolan (2008)

O Cavaleiro das Trevas tinha sido o filme de super-heróis com mais nomeações na história dos Óscares até que foi destronado pelo Joker de Todd Phillips. Curiosamente, ou não, o Joker também é uma peça fulcral da película de Christopher Nolan – há até quem diga que é ele, e não o Batman, o personagem principal. Das oito nomeações, levou para casa dois prémios, nomeadamente o de Melhor Actor Secundário, dado postumamente a Heath Ledger pelo seu Joker, e o de Melhor Edição de Som.

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21. 'A Ressaca', Todd Phillips (2009)

Quatro amigos (Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis e Justin Bartha) vão para Las Vegas para fazerem uma despedida de solteiro. Quando acordam, horrivelmente ressacados, na manhã seguinte a uma noite de farra, o noivo desapareceu, não se recordam de absolutamente nada do que fizeram e na suite que alugaram, toda virada do avesso, estão um tigre, uma galinha e um bebé, sem contar várias outras anomalias. Decididos a descobrir o que se passou e achar o noivo, os três amigos vão tentar reconstituir os acontecimentos da noite anterior, onde entre outras coisas, apanharam uma bebedeira épica. Esta comédia estroina foi um sucesso estrondoso, e teve duas continuações. 

22. 'Jackass 3', Jeff Tremaine (2010)

Começou como uma série de disparates, feitos por um grupo de amigos, algures na distante MTV de 2000. Mas o fenómeno cresceu e, subitamente, Bam Margera, Johnny Knoxville, Steve-O, Ryan Dunn, Wee Man, Preston Lacy, Chris Pontius ou Dave England tornaram-se celebridades maiores do que a vida. Dor, suor, lágrimas e gargalhadas são a receita dos filmes do bando, sempre com mão de Jeff Termaine (Bad Grandpa, Loiter Squad, Motley Crue: The End) e com uma mãozinha de Spike Jonze aqui e ali. É duro, é cruel, mas de tão mau que chega a ser, é bom.

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23. 'The Revenant: O Renascido', Alejandro Iñárritu (2015)

Após quatro nomeações aos Óscares, Leonardo DiCaprio ganhou finalmente a mais importante estatueta de interpretação masculina com o seu papel neste mastodôntico e excessivo proto-western do mexicano Alejandro González Iñárritu. DiCaprio faz uma personagem real, o caçador de peles Hugh Glass, que nos EUA do princípio do século XIX foi deixado por morto pelos membros do seu grupo de caça, após ter sido atacado por um urso, e conseguiu sobreviver e voltar a casa. Foi, segundo ele, “a interpretação mais dura de toda a minha carreira”.

24. 'Okja', Bong Joon Ho (2017)

Durante dez anos, Mikha (An Seo Hyun) criou um estranho e enorme animal, uma espécie de porca gigante, a quem deu o nome de Okja, na sua casa nas montanhas da Coreia do Sul. As duas viviam pacificamente até ao dia em que uma grande multinacional vê em Okja uma forma de ganhar dinheiro, levando-a para Nova Iorque, onde a CEO Lucy Mirando (Tilda Swinton) tem grandes planos para o animal. É então que a menina empreende uma perigosa missão de resgate. Um filme para todos os amantes dos animais e que levantou algumas questões como o activismo animal, a ganância corporativa e a ética científica.

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25. 'Roma', Alfonso Cuarón (2018)

Foi o primeiro filme da Netflix a conquistar um grande prémio de cinema. Roma, de Alfonso Cuarón, venceu o Leão de Ouro em Veneza. É apontado por muitos como o melhor filme do realizador que conquistou os Óscares em 2014 com Gravidade. É também o mais pessoal: são as memórias de infância de Cuarón numa clara homenagem à empregada doméstica que o ajudou a criar. O filme, a preto e branco, reconstitui a casa onde o realizador nasceu, num bairro burguês, Roma, da Cidade do México. Para os Óscares está nomeado em dez categorias, entre elas melhor filme, melhor filme estrangeiro, realizador, actriz (Yalitza Aparicio), actriz secundária (Marina de Tavira), argumento original e fotografia.

26. 'O Irlandês', Martin Scorcese (2019)

O novo filme de Martin Scorsese, que em Portugal pode ser visto apenas na Netflix, é a longa despedida do realizador a uma geração extinta de mafiosos, e ao próprio género de gangsters tal como ele o definiu e celebrizou. Robert De Niro interpreta Frank Sheeran, o irlandês do título, que serviu a Máfia ao longo de várias décadas, foi muito próximo do desaparecido líder sindical Jimmy Hoffa, e já velho e doente, tendo sobrevivido a toda a gente, recorda esses tempos. Em O Irlandês, o Scorsese de Tudo Bons Rapazes e Casino encontra o Scorsese de A Última Tentação de Cristo e Silêncio. A sobreexcitação visual e a violência espectacular são substituídos pela calma, pela compostura, pela melancolia, pelo peso do tempo, pela agonia moral e pelo sentimento de culpa. Também com Al Pacino num Hoffa espalha-brasas e Joe Pesci surpreendente num chefe mafioso todo ele ponderação, bom senso e discrição. Até quando manda matar alguém, é de forma reservada. 

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27. 'Marriage Story', Noah Baumbach (2019)

Seria difícil imaginar outra forma para Noah Baumbach abrir o jogo do que com doçura. Foi exactamente isso que aconteceu em Marriage Story, o drama agitado e profundo que, arriscamo-nos a dizer, é uma das melhores obras da sua carreira. Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Driver), um casal de Brooklyn, apresentam-se por meio de um diário duplo, co-narrado, à medida que vamos assistindo a trechos das suas vidas: fatias de pizza, histórias contadas à hora de dormir, metros perdidos na estação.

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