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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Os melhores filmes de Bong Joon-Ho
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Os melhores filmes de Bong Joon-Ho

Bong Joon-Ho é um dos mais celebrados realizadores sul-coreanos dos últimos anos. E em 2020 fez história nos Óscares. Menos de um ano depois de vencer a Palma de ouro em Cannes, Parasitas tornou-se a primeira longa-metragem falada numa língua que não o inglês a conquistar o Óscar de melhor filme – e arrecadou três outros troféus, incluindo o de melhor realizador. Foi a consagração de um cineasta que se vem a destacar desde o início do século, graças a uma série de filmes politizados e progressistas. O primeiro, Flandersui gae, estreou-se em 2000, e desde então rodou mais seis películas. Recomendado: Oito filmes coreanos imprescindíveis

Estreia onde estiver
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Estreia onde estiver

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O tráfico e o combate à droga vistos pelo cinema
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O tráfico e o combate à droga vistos pelo cinema

O tráfico de droga e a luta contra ele levada a cabo pelos governos de todo o mundo continuam a alimentar filmes e séries de televisão. A HBO acaba de estrear Zero Zero Zero, adaptada do livro homónimo do escritor e jornalista italiano Roberto Saviano, e fomos seleccionar, de um vasto acervo existente no cinema de títulos sobre este tema, oito filmes de referência, rodados entre os anos 70 e 2018. E são tão diversos como os dois clássicos Os Incorruptíveis Contra a Droga, Traffic – Ninguém Sai Ileso, Maria Cheia de Graça ou o mais recente Pássaros de Verão. Recomendado: Os 12 melhores filmes de Martin Scorsese

Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”
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Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”

A Despedida marca a estreia de Awkwafina no drama. A cantora e actriz interpreta Billi, americana de origem chinesa, que viaja para a China quando sabe que a avó está a morrer. O desempenho valeu-lhe o primeiro Globo de Ouro alguma vez entregue a uma asiática, na categoria de actriz principal de comédia ou musical (embora o filme não seja nada disso). Antes, já tinha roubado a cena em Asiáticos Doidos e Ricos. Consegue desligar a persona Awkwafina? Há quem a trate pelo seu nome – Nora? Os meus amigos. Awkwafina é o que mostro ao mundo, Nora o que fica em casa. É um mecanismo de defesa? Sim. No meu primeiro vídeo, queria ser anónima. Foi estúpido porque acabei por ser despedida do meu emprego de qualquer forma. Awkwafina surgiu quando tinha 15, 16 anos. É parte de mim. Foi estranho começar a ver o seu nome artístico em cartazes? A primeira vez que foi usado em algo louco foi com o Ocean's 8. Estamos a ver os créditos e lá aparece o meu: que raio é aquilo? O Reddit ficou em chamas. O rap que faz é sobre autenticidade? É sempre sobre o que sei. Aposto que está a falar de “NYC Bitche$”, que escrevi em 20 minutos. Nova Iorque estava a mudar para mim. Estava a passar de ser uma adolescente que ia de comboio para o LaGuardia High School [escola de artes] todas as manhãs para ser uma jovem adulta que queria viver a sua vida mas sentia que a cidade não era dela. Como é que era na escola? Eu era a melhor trompetista da minha preparatória. Mas quando chegu

Os melhores filmes com Mark Ruffalo
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Os melhores filmes com Mark Ruffalo

Mark Ruffalo estreou-se no pequeno ecrã em 1989, teve pequenos papéis em filmes e fez teatro, antes do seu desempenho em Podes Contar Comigo (2000), de Kenneth Lonergan, lhe ter valido comparações a Marlon Brando e começado a abrir portas em Hollywood. De então para cá, trabalhou com grandes realizadores e nos últimos dez anos foi nomeado para três Óscares (pelos seus papéis em Os Miúdos Estão Bem, de Lisa Cholodenko; Foxcatcher, de Bennet Miller; e O Caso Spotlight, de Tom McCarthy), apesar de nunca ter sido o vencedor. Agora que se estreia Dark Waters – Verdade Envenenada, realizado por Todd Haynes e protagonizado pelo actor norte-americano, recordamos alguns dos melhores filmes com Mark Ruffalo. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao final do ano

Últimas críticas

Retrato da Rapariga em Chamas
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Retrato da Rapariga em Chamas

Não era fácil ser mulher e pintora, pelo menos na França de finais do século XVIII, ainda antes da revolução. Uma das restrições académicas impedia as mulheres de desenharem modelos masculinos nus, como conta Marianne (Noémie Merlant), pintora e filha de pintor, a certa altura de Retrato de Uma Rapariga Em Chamas. Neste filme de Céline Sciamma (Maria-Rapaz, Bando de Raparigas), Marianne foi contratada por uma nobre (Valeria Golino) para pintar o retrato da filha, Héloïse (Adèle Haenel). Esta acabou de sair de um convento e vai casar-se com um aristocrata que não a conhece. O retrato vai servir para que o noivo veja como a noiva é. Mas há um problema. Assim como Marianne tinha de desenhar os modelos masculinos nus às escondidas quando estava a ter aulas de pintura, também terá de pintar Noémie sem que esta saiba. É que a irmã da jovem matou-se atirando-se de uma falésia, e Noémie foi tirada do convento para ocupar o seu lugar no casamento combinado. E está relutantíssima em ser pintada (“Já esgotou um pintor antes de si”, revela a mãe à pintora). Assim, Marianne vai ter que fingir ser uma dama de companhia temporária. E terá que pintar o quadro baseada em apontamentos tirados quando Noémie não está a ver, ou à socapa. Com a condessa fora por algum tempo, fica apenas com elas uma jovem criada (Luàna Bajrami), o que dá mais liberdade de movimentos à artista. A primeira parte do filme assemelha-se ao primeiro retrato que Marianne faz da sua m

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Family Romance, LLC
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Family Romance, LLC

Existe no Japão uma empresa chamada Family Romance, LLC, cujos empregados são actores que interpretam, em diversas situações, parentes, amigos ou pessoas próximas dos clientes. Por exemplo: um alcoólico vai casar a filha e a mulher contrata um funcionário da Family Romance, LLC, para ele passar pelo marido na cerimónia e evitar assim um possível embaraço social face à sua família e à do noivo, e aos restantes convidados. Em vez de rodar um documentário convencional sobre esta empresa nipónica, Werner Herzog foi mais longe em Family Romance, LLC, elaborando uma ficção tão contígua da realidade que se pode confundir com esta. O realizador alemão convenceu Ishii Yuchii, o dono e director da Family Romance, LLC, a interpretar-se a si mesmo (ou uma “personagem” muito próxima dele), numa sucessão de sketches encenados que exemplificam várias das situações que os seus empregados protagonizam, da mais inofensiva (uma vencedora da lotaria que quer reviver a emoção do momento em que lhe foi anunciado que tinha ganho) à mais surreal (um funcionário dos caminhos de ferro contrata Yuchii para ele o personificar perante o seu director, arcar com as culpas de um erro profissional e pedir-lhe perdão). O fio condutor do filme, e a sua componente mais complexamente ficcionada, tem Yuchii a fingir ser o pai de uma adolescente, que ela nunca conheceu por ser bebé quando este abandonou a mãe, com a qual nunca casou. Só que Yuchii se apega à rapariga, ela a ele, e

A Time Out diz
4 /5 estrelas
O Caminho de Volta
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O Caminho de Volta

Já vimos este filme muitas vezes. Um homem com um talento especial fica com a vida destroçada por uma tragédia, perde o norte, começa a beber e aliena os que lhe são mais próximos. Até que lhe é dada uma oportunidade para conseguir a redenção pessoal, através de uma actividade que, além de o ajudar a recuperar confiança e dignidade, ajuda outras pessoas a serem melhores. O Caminho de Volta, de Gavin O’Connor, é mais um filme a contar esta história. Só que o faz com uma sobriedade e um domínio da elipse que o desvia dos lugares comuns melodramáticos e das expectativas de resolução confortável. E nisto é muito ajudado por Ben Affleck no papel do ás do basquetebol que uma tragédia familiar atirou para a bebida e uma existência amorfa e turva. Affleck fez o filme após ter andado a tratar o seu alcoolismo, e parece que estudou Clint Eastwood para conseguir esta interpretação em soberbo underacting, em que menos é sempre mais, e é construída, tal como o filme e a equipa liceal que a personagem treina, pela acumulação de pequenas coisas.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Os Melhores Anos da Nossa Vida
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Os Melhores Anos da Nossa Vida

Passaram mais de 50 anos sobre Um Homem e uma Mulher (1966). Após o infeliz Um Homem e uma Mulher: 20 Anos Depois (1986), o francês Claude Lelouch volta a juntar Jean-Louis e Anne (Jean-Louis Trintignant e Anouk Aimée, quase nonagenários e serenamente imperiais). Ele está numa casa de repouso e muito esquecido, mas ainda continua a amar Anne, mesmo que não a conheça quando ela o vai visitar. Lelouch vai buscar imagens do original e joga com a memória, o sonho, o espaço e o tempo neste filme crepuscular mas nunca pesaroso, sugerindo que os filhos de Jean-Louis e Anne vão dar continuidade à sua paixão.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Bora Lá
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Bora Lá

Diga-se logo a abrir que este ‘Bora Lá não está ao nível de animações mais recentes da Pixar, como Coco, The Incredibles 2: Os Super-Heróis ou Toy Story 4. Mas tal como um grande clube de futebol não é capaz de ganhar todos os jogos que disputa, ou um campeão de Fórmula 1 não consegue triunfar em todos os grandes prémios em que corre, também um estúdio com os pergaminhos da Pixar não está obrigado a produzir uma obra-prima em cada filme. E não sendo uma dessas, ‘Bora Lá é, mesmo assim, uma fita bastante agradável, técnica e narrativamente superior à maior parte da concorrência e com várias coisas que se recomendam. Uma delas, e a principal, é ter uma história que remete para uma época em que os jogos de vídeo ainda não estavam tão vulgarizados nem eram tão numerosos e sofisticados como hoje, e um dos jogos mais populares do mundo, com um tema de fantasia, era jogado não num computador, mas sim num tabuleiro: o Dungeons & Dragons. ‘Bora Lá passa-se num mundo em muitas coisas semelhante ao nosso, só que habitado por criaturas dos universos da mitologia, da fantasia e da espada e feitiçaria. Esse mundo onde outrora a magia e as grandes demandas aventurosas eram a norma, começou a ser invadido pela inovação tecnológica. Em pouco tempo, a magia foi esquecida e a aventura posta de parte ou desvirtuada e comercializada, dando lugar aos electrodomésticos, aos telemóveis, aos aviões, aos carros e à fast food. Basta dizer, e como exemplo sign

A Time Out diz
3 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

Liberté
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Liberté

O novo filme do catalão Albert Serra tem Helmut Berger à frente do elenco, passa-se no século XVIII e centra-se em três aristocratas franceses dissolutos, expulsos de França por Luís XVI, que entram em contacto na Alemanha com um nobre libertino e livre pensador, para ali continuarem com as suas práticas perversas.

A Minha Vida Como JT Leroy
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A Minha Vida Como JT Leroy

Uma jovem chamada Savannah Knoop (Kristen Stewart) passa seis anos a fingir ser quem não é: uma escritora transgénero chamada JT Leroy, o pseudónimo literário da sua cunhada (Laura Dern). Justin Kelly assina esta fita baseada em factos reais.

Bloodshot
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Bloodshot

Vin Diesel personifica o herói do comic homónimo, um soldado de elite morto em combate que é trazido de volta à vida com superpoderes, nesta adaptação ao cinema assinada por Dave Wilson, um técnico de efeitos especiais que tem aqui a sua primeira realização.

Galveston - Vingança e Redenção
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Galveston - Vingança e Redenção

Ben Foster, Elle Fanning e Beau Bridges são os principais intérpretes deste thriller de acção realizado por Mélanie Laurent. Um criminoso alcoólico e uma jovem prostituta resgatam a irmã desta das mãos do padrasto, e enfrentam o patrão mafioso daquele.

Golpada Final
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Golpada Final

Este policial de acção conta uma história verdadeira. Em 1975, um grupo de marginais de terceira categoria tentou dar, em Rhode Island, a maior golpada da história do crime nos EUA: roubar mais de 30 milhões de dólares à Máfia. Com Don Johnson e Chazz Palminteri.

Inner Ghosts - Fantasmas Interiores
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Inner Ghosts - Fantasmas Interiores

O português Paulo Leite estreia-se na realização com este filme de terror de produção luso-brasileira. Uma antiga médium recebe uma visita do Além, que lhe dá um aparelho com o qual ela pode fazer coisas maravilhosas. Mas a sua utilização tem um preço.

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
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Os 100 melhores filmes de terror de sempre

Escolher os melhores filmes de terror de todos os tempos é assustador, a todos os níveis. Especialmente tendo em conta a atenção que o género tem recebido em anos recentes, à custa de filmes como Foge ou Hereditário. Parece que, depois de anos nas margens, o cinema de terror está a passar por um momento de adulação crítica. Ainda assim, quando chegou a altura de escolher os filmes mais assustadores de sempre, além dos críticos da Time Out, consultámos aqueles que nunca tiveram medo do terror. Desde o mestre Stephen King a um autor como Guillermo del Toro, passando por amantes do género como Simon Pegg ou o músico Alice Cooper. O resultado é uma lista variada e que inclui, inevitavelmente, algumas escolhas polémicas. Será Alien, o Oitavo Passageiro, o clássico de ficção científica de Ridley Scott, um filme de terror? Faz sentido colocar O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme, na mesma lista que As Noites de Halloween ou O Exorcista? Os críticos e especialistas consultados acharam que sim. Eis os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre
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Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre
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Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre

O potencial cinematográfico (e não só) da ficção científica é quase infinito. É nestes filmes que os nossos maiores pesadelos podem tornar-se realidade e os nossos sonhos concretizar-se, ao mesmo tempo que é dito e posto em causa algo sobre o nosso presente. E o género sempre fez as delícias do público, desde o tempo dos efeitos especiais básicos e rudimentares dos filmes mudos ao excesso digital dos blockbusters contemporâneos. Hoje, no entanto, é a própria crítica quem aplaude e celebra muitos destes filmes, tal como acontece com os super-heróis e o terror. A pensar nisso, elegemos os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre. Recomendado: Cinema alternativo em Lisboa

As melhores séries de televisão

As melhores séries para ver na Netflix
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As melhores séries para ver na Netflix

O catálogo da Netflix, em Portugal, tem algumas falhas. Isso é notório sobretudo nos filmes, mas também nas séries. Só é possível colmatar esse problema devido a umas quantas parcerias estratégicas e ao facto de algumas das melhores produções do momento serem originais do serviço de streaming. O que é inegável é que, com uma ou outra excepção de peso, como Os Malucos do Circo dos Monty Python, a maior parte das séries disponíveis na Netflix foi feita neste século. Fique a conhecer o que de melhor temos disponível por cá, com esta lista das melhores séries para ver na Netflix. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

Seis razões para ligar a televisão esta semana
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Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder. Recomendado: Os filmes em cartaz esta semana

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Brad Pitt
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Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

Leonardo DiCaprio
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Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Robert Rodriguez
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Robert Rodriguez

Filho de mexicanos, mas nascido e criado no Texas, Robert Rodriguez é uma figura de culto de um certo cinema americano. O mundo descobriu-o no início dos anos 90, quando filmou El Mariachi por apenas sete mil e poucos dólares e fez dois milhões de dólares de bilheteira só nos Estados Unidos. De então para cá, dividiu o seu tempo entre violentas homenagens ao cinema de série B com aspirações hollywoodescas (de Aberto Até de Madrugada a Machete), adaptações de banda desenhada (como Sin City – A Cidade do Pecado ou o novo Alita: Anjo de Combate) e até aventuras para toda a família (a série Spy Kids). Alguns dos seus filmes deixam um pouco a desejar, mas outros valem muito a pena. Estes são os melhores filmes de Robert Rodriguez.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.