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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Monstra – Festival de Animação de Lisboa: um filme para ver todos os dias
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Monstra – Festival de Animação de Lisboa: um filme para ver todos os dias

Assim, à primeira vista, o Canadá é quem manda na nova edição da Monstra, entre esta quarta-feira e dia 31, nos cinemas S. Jorge, Ideal e City Alvalade, mas também na Cinemateca e no Museu Nacional de Etnologia. É só à primeira vista. Olhámos para cada item da programação, encontrámos pérolas por todo o lado, e escolhemos uma por dia. Entre mais de 550 filmes, pode dizer-se, está o mundo do cinema de animação. Este ano o destaque vai para o Canadá, o que quer dizer principalmente para a obra do visionário experimentalista Norman McClaren. Mas também, entre as secções competitivas, realce é dado ao cinema do Japão, que aí está, em retrospectiva dedicada ao realizador Satoshi Kon. Mais, na secção A BD no Cinema de Animação encontra-se longas-metragens dedicadas a Corto Maltese e Tintim, e, um pouco à parte, uma sessão dedicada aos 90 anos do Rato Mickey. E falta o quê? Ora, falta enumerar os filmes Históricos, a DokAnim, destinada a documentários; mais o cinema de terror, na secção TerrorAnim, e, entre várias homenagens, o Cinema Experimental; ou, para apimentar a coisa, a Monstra Triple X, dizem eles: “uma selecção de filmes sensuais.”

Os filmes de super-heróis que vamos ver até ao Verão
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Os filmes de super-heróis que vamos ver até ao Verão

A Marvel está em maioria no lote de fitas de super-heróis que têm estreia marcada até ao Verão nas salas nacionais. Grande parte deles são "repetentes", como é o caso de Os Vingadores, do Homem-Aranha, dos X-Men (que até se vão manifestar em duas declinações) ou de Hellboy (este já sem Ron Perlman no papel do título nem Guillermo del Toro na realização). Mas há também lugar para novidades, com duas estreias de super-heróis: o Capitão Marvel no feminino de Carol Danvers, interpretada por Brie Larson, e o Shazam de Asher Angel e Zachary Levi. Recomendado: Os piores e os melhores filmes da Marvel

O que não falta nestes filmes é álcool e bebedeiras
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O que não falta nestes filmes é álcool e bebedeiras

Visto como um flagelo que arruina vidas, relações e casamentos, ou como um precioso combustível para o riso, o álcool e aqueles que o consomem têm sido tema de muitos filmes ao longo da história do cinema, alguns mais realistas ou moralizadores do que outros. Há ainda outros apenas mais interessados em observar e descrever os efeitos da bebida sobre as pessoas, do que em julgá-las. Nesta selecção de fitas sobre bebida e bebedores, encontramos títulos tão díspares como Farrapo Humano, de Billy Wilder, O Segredo de Santa Vitória, de Stanley Kramer, ou Barfly-Amor Marginal, de Barbet Schroeder. Recomendado: Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Dez filmes sobre Marte e sobre os marcianos
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Dez filmes sobre Marte e sobre os marcianos

O planeta Marte e os marcianos chegaram ao cinema ainda este não tinha voz e era acompanhado por música, e nunca mais se foram embora. Nesta selecção de dez filmes sobre Marte, de forma alguma exaustiva, mostra-se a forma diversa como o cinema de ficção científica tem representado Marte e os marcianos, e se tem até servido deles para falar de situações e de problemas bem do nosso mundo, encontramos títulos que vão do tempo do mudo até aos nossos dias. Eles vão do dinamarquês Himmelskibet e do russo Aelita até superproduções de Hollywood como John Carter ou Perdido em Marte.  Recomendado: “The First”: quanto vale uma ida a Marte?

As estreias de cinema que não pode perder até Maio
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As estreias de cinema que não pode perder até Maio

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas.Uma comédia satírica e surreal portuguesa que se mete com Cristiano Ronaldo, um documentário sobre o génio de John McEnroe tal como se expressava nos courts de ténis de todo o mundo, duas adaptações para imagem real de longas-metragens de animação clássicas da Disney, um thriller dramático sul-coreano, uma fita de espionagem inglesa, e os inevitáveis blockbusters de super-heróis: eis alguns dos filmes mais destacados que vão chegar aos cinemas portugueses nos próximos três meses, assinados por realizadores como Tim Burton, Guy Ritchie, Trevor Nunn, Lee Chang-dong ou Gabriel Abrantes, e que seleccionámos nesta antevisão.   Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Últimas críticas

Nós
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Nós

Foge, a primeira longa-metragem
 de Jordan Peele, recompensava os espectadores mais atentos. É natural, 
por isso, que se preste atenção a todas
 as pequenas pistas e pormenores do
 seu novo filme, Nós. Quando é dito que 
há milhares de quilómetros de túneis por baixo dos Estados Unidos, “sem um propósito aparente”, uma pessoa retém essa informação, na esperança de que venha a ser importante. Acontece o mesmo quando aparecem uma data de coelhos enjaulados ou se lê uma passagem da Bíblia num cartaz. No entanto, o argumento fica muito aquém do prometido, e a sua crítica feroz ao sonho americano é demasiado oblíqua. O que não deixa de ser uma desilusão, mesmo que o realizador seja magnífico a combinar comédia e terror, e os actores sejam óptimos. Depois de um breve prólogo em meados dos 80s, em que uma miúda encontra algo de horrível na casa assombrada de uma feira popular, vemo-la já crescida, com 
dois filhos e um marido, a viver na mesma zona. Uma noite, o filho diz-lhe que está uma família no quintal, quando vê quatro sósias deles vestidos de vermelho, e a acção começa a desenvolver-se. Peele dá a cada membro da família um segundo papel, e eles contorcem-se como ginastas assustadores. Lupita Nyong’o destaca-se a este nível, com a sua gémea malvada a falar numa espécie de rosnar abafado. E tudo isto é suficientemente estranho para nos distrair de uma certa falta de coesão interna, notável sobretudo quando a película se assume como o thriller de invasão em casa que realment

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Uma Nação, Um Rei
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Uma Nação, Um Rei

O último filme de grande espectáculo sobre a Revolução Francesa data de há 30 anos. Foi
uma superprodução europeia com esse mesmo título e cinco horas e meia de duração, realizada a meias pelo francês Robert Enrico e pelo americano Richard T. Heffron. No elenco, apareciam nomes como Klaus Maria Brandauer, François Cluzet, Peter Ustinov, Jean-François Balmer, Claudia Cardinale, Michael Galabru, Jane Seymour, Christopher Lee ou Sam Neill. Este Uma Nação, Um Rei, de Pierre Schoeller, é também uma produção de algum aparato, agora apenas franco-belga, e com um elenco menos vistoso que o do filme de 1989, e todo ele francófono. Mas que em termos narrativos, cobre exactamente o mesmo espaço de tempo e os mesmos acontecimentos de A Revolução Francesa, indo desde a tomada da Bastilha até ao Terror e à execução do rei Luís XVI. Schoeller mostra-se muito ambicioso ao pretender condensar, em duas horas, a miríade de eventos e a quantidade de personagens dos vários estratos sociais, entre reais e fictícias, desses tempos conturbados, dramáticos e sangrentos. O filme tanto toma o ponto de vista do povo anónimo, através da família de um vidreiro (Olivier Gourmet) que vive (literalmente) à sombra da Bastilha, e outras personagens populares soltas, como de alguns dos principais protagonistas da revolução (o rei, Marat, Danton, Robespierre, etc). De tal forma, que Uma Nação, Um Rei por vezes assemelha-se em demasia a um A Revolução Francesa para Totós em forma cinematográfica, e Schoeller

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Uma Criança Como Jake
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Uma Criança Como Jake

Um casal de Brooklyn teme pelo filho de quatro anos, o Jake do título, que só gosta 
de coisas de meninas e de se disfarçar de princesa da Disney. Uma Criança como Jake adapta uma peça de teatro (e sente-se) e é tão politicamente correcto como escasso em senso comum. Claire Danes faz a mãe aflita e Jim Parsons, para sempre prisioneiro do seu Sheldon Cooper de A Teoria do Big Bang, é o pai choninhas. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Miss XL
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Miss XL

Uma comédia ‘Feel Good’ e inofensiva, sob o signo das canções de Dolly Parton. Willodeen (Danielle Macdonald), é a filha gordinha de uma antiga rainha de beleza do Texas (Jennifer Aniston), que decide entrar num concurso juvenil do género, com uma amiga rechonchuda como ela e outra “rebelde”, para combaterem os estereótipos. Miss XL vê-se com um sorriso e esquece-se cinco minutos depois de acabar. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
O Poder da Palavra
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O Poder da Palavra

A jovem Neilah Salah (Camélia Jordana) chega visivelmente atrasada à sua primeira aula de Direito no anfiteatro cheio como um ovo da sua faculdade. E logo se transforma no alvo do sarcasmo do professor catedrático Pierre Mazard (Daniel Auteil), que junta à sua vasta cultura e ao seu consumado domínio da retórica o gosto da provocação politicamente incorrecta – que lhe valeu entre os alunos a reputação de perigoso e incorrigível reaccionário. Neilah responde ao mestre com alguma insolência, e a situação é salva pelo presidente da escola, que vem anunciar um concurso de eloquência inter-universidades. Para apaziguar a fúria do corpo discente nas redes sociais, acesa pelo incidente com a aluna, e evitar uma sanção disciplinar, Mazard aceita a sugestão do presidente, de treinar a rapariga para se apresentar ao concurso. Realizado pelo também actor Yvan Attal, O Poder da Palavra é um filme que glosa a ancestral história de Pigmalião, situando-a na melindrosa arena contemporânea das agendas político-ideológicas, através das personagens da aluna étnica e vinda dos subúrbios “problemáticos” de Paris, e do professor branco, elitista e provocador todo-terreno. Attal, no entanto, não quer fazer um filme de “revolta” ou “anti”, mas deixar uma mensagem de moderação, entendimento e melhoramento pessoal. Assim, e entre várias peripécias, Neilah aprende a expressar-se com eloquência e a compreender o valor e a importância do domínio da linguagem, na sua futura profissão e na vida de todos

A Time Out diz
3 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

Gabriel
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Gabriel

Experimentado produtor, argumentista e realizador de audiovisual, Nuno Bernardo regressa à longa-metragem com este filme sobre um jovem pugilista cabo-verdiano. Com Igor Regalla, José Condessa e Ana Marta Ferreira no elenco, o enredo acompanha Gabriel na sua viagem para Portugal em busca do pai, antigo campeão de boxe com um passado capaz de estragar o presente e o futuro do protagonista, por isso levado a participar num perigoso combate. Por Rui Monteiro

Bem-vindos a Acapulco
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Bem-vindos a Acapulco

O homem tem uma oportunidade de salvar a sua carreira. Nem mais nem menos. Uma oportunidade que tem de ser usada e coberta de glória com a apresentação do seu maior e mais ambicioso projecto durante os prémios de videojogos do Novo México. Difícil é a vida de Matt Booth, criador de jogos neste filme de Guillermo Ivan, com William Baldwin, Michael Madsen e Bradley Gregg. E mais difícil se torna quando se cruza com um amigo, bebe uns copos e... vai parar ao verdadeiro México, iniciando uma aventura que preferia não ter. Por Rui Monteiro

Marnie e os Amigos
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Marnie e os Amigos

Dirigidos por uma gata caseira e sem experiência de vida no exterior a não ser pelo que vê na televisão, Marnie, o filme de Christoph Lauenstein e Wolfgang Lauenstein, junta quatro amalucados e improváveis heróis nesta história de aventuras e boa vontade e amizade a toda a prova livremente baseado em conto dos irmãos Grimm. Por Rui Monteiro

Rosie - Uma Família sem Teto
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Rosie - Uma Família sem Teto

O nome do argumentista, o dramaturgo irlandês Roddy Doyle, é como um selo de garantia para o realizador, também irlandês e com obra realista e dada ao social, que, agora, na sua nona longa metragem, com Sarah Greene, Moe Dunford e Ellie O'Halloran conta a história de uma mãe tentando proteger a sua família depois do senhorio da sua casa arrendada vender a propriedade e deixar Rosie sem abrigo. Por Rui Monteiro

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os piores e os melhores filmes da Marvel
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Os piores e os melhores filmes da Marvel

Por muito que a gente adore o Homem-Aranha de Sam Raimi (e até ache graça a O Incrível Hulk de Ang Lee), o universo cinematográfico da Marvel só começou a ganhar forma em 2008, com o Homem de Ferro de Jon Favreau. E passados dez anos encontra-se em grande, com filmes como Black Panther, de Ryan Coogler, e Vingadores: Guerra do Infinito, dos irmãos Russo. Mas não foi fácil chegar aqui. Sabendo que nos estamos a pôr a jeito das caixas de comentários, elencámos os 19 filmes até à data. Dos piores aos melhores filmes da Marvel. Recomendado: Filmes 'Star Wars': dos melhores aos piores

Os piores e os melhores filmes da Disney
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Os piores e os melhores filmes da Disney

Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças? Todas a gente tem uma opinião sobre os mais de 50 filmes de animação que foram lançados ao longo dos anos pela empresa fundada por Walt Disney, a começar pela Branca de Neve, em 1937, até à galinha dos ovos de ouro que foi Frozen: O Reino do Gelo. Mas quais são afinal os que merecem um lugar de destaque na prateleira? E quais os que mais valia serem esquecidos? Elencámos os piores e os melhores filmes de animação da Disney. Recomendado: Filmes de animação que ganharam um Óscar

As melhores comédias românticas de sempre
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As melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

As melhores séries de televisão

A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa
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A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa

Não tivesse Sara outras qualidades, bastar-lhe-ia, para entrar na história da televisão em Portugal, a certeira, desopilante e arrasadora sátira ao mundo das telenovelas que contém na sua narrativa. Mas Sara, realizada por Marco Martins em estreia no pequeno ecrã, escrita por este, Ricardo Adolfo e Bruno Nogueira (que teve a ideia original), e com Beatriz Batarda no papel do título e a fazer televisão em Portugal pela primeira vez, tem muitas outras qualidades. 

Sete razões para ligar a televisão esta semana
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Sete razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder.

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Bradley Cooper
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Bradley Cooper

Um dos nomes mais activos e notados de uma nova geração de intérpretes do cinema americanos, Bradley Cooper já trabalhou sob a direcção de cineastas como Clint Eastwood, Cameron Crowe e David O. Russell, e é um actor capaz de se mexer entre os grandes estúdios e o cinema independente Ei-lo em sete filmes fundamentais para o entendimento da sua ascensão em Hollywood, agora coroada pela realização e interpretação de Assim Nasce Uma Estrela, ao lado de Lady Gaga. A que se seguirá Bernstein, que vai também realizar e onde personificará o maestro e compositor Leonard Bernstein.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.

Burt Reynolds
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Burt Reynolds

Foi dos actores de Hollywood mais populares durante duas décadas, e um símbolo sexual do cinema. Depois passou de moda, regressou em finais dos anos 90 com Jogos de Prazer, de Paul Thomas Anderson, que lhe deu uma nomeação ao Óscar de Melhor Actor Secundário, e não parou de fazer filmes até morrer, há alguns dias, aos 82 anos. Burt Reynolds marcou, à sua maneira, o cinema norte-americano, realizou alguns filmes e fez-se ainda notar na televisão, no início da sua carreira e também lá para a frente. Eis uma dezena de títulos em que brilhou.

Diane Keaton
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Diane Keaton

Woody Allen trouxe-a do palco para o cinema em 1972, na comédia O Grande Conquistador, e fez dela a sua primeira musa, dirigindo-a numa série de filmes onde se destaca, obviamente, Annie Hall, que deu a Diane Keaton o Óscar de Melhor Actriz em 1978. Mas se Keaton é uma consumada actriz cómica, não se limita nem se contenta com esse registo, tendo-se mostrado também uma soberba actriz dramática, como se pode ver, por exemplo, na trilogia O Padrinho, de Francis Ford Coppola, ou num dos filmes mais singulares da sua carreira, À Procura de um Homem. Relembramos os melhores filmes de Diane Keaton.