Filmes

Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Filmes em cartaz esta semana
Cinemas

Filmes em cartaz esta semana

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
Filmes

Os 100 melhores filmes de terror de sempre

O cinema de terror é monstruoso. Destratado, incompreendido e alvo de virulentos ataques críticos, consegue ainda assim andar para a frente, deixado um rasto de destruição no seu caminho. Para alguns, os filmes de terror são pouco melhores do que pornografia, preocupando-se apenas em gerar uma reacção no público – seja horror, desassossego ou repugnância – e sem tempo a perder com aspirações mais elevadas. Para outros, são filmes que se vêem bem, engraçados até: uma oportunidade de gritar e/ou rir dos pesadelos alheios. Mas quem presta atenção reconhece que a história do terror é uma história de inovação e inconformismo cinematográfico, um lugar onde ideias perigosas podem ser exprimidas, técnicas radicais exploradas, e onde realizadores afastados da corrente dominante conseguem ter impacto cultural. Se o cinema tiver um inconsciente, um lugar escuro de onde emergem novas ideias, trémulas e deformadas, tem de ser o terror. A verdadeira questão é: quais são os melhores filmes de terror? Depois de consultarem um painel de actores, realizadores, argumentistas e fãs do género, os críticos da Time Out elegeram os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

Entrevista a Paul Rudd, o Homem-Formiga do novo filme da Marvel
Filmes

Entrevista a Paul Rudd, o Homem-Formiga do novo filme da Marvel

Paul Rudd é um tipo hilariante e com um ar e postura eternamente jovens – tem 49 anos, mas ninguém o diria. Falámos com o herói da Marvel a propósito da estreia de Homem-Formiga e a Vespa. Recomendado: Cabe muito cinema nos filmes de Verão

Entrevista a Evangeline Lilly, a Vespa do novo filme da Marvel
Filmes

Entrevista a Evangeline Lilly, a Vespa do novo filme da Marvel

Depois de ser descoberta por um agente de modelos quando passeava na rua e uns quantos pequenos papéis depois, Evangeline Lilly deu-se a conhecer como a Kate de Perdidos. Hoje, é a Vespa da Marvel. Fizemos-lhe meia dúzia de perguntas. Recomendado: Cabe muito cinema nos filmes de Verão

Os 15 melhores filmes de 2018 (até agora)
Filmes

Os 15 melhores filmes de 2018 (até agora)

É bom fazer balanços. Olhar para trás e pensar no melhor e no pior seja do que for. Neste caso, do cinema. 2018 ainda vai a meio (mais mês, menos mês), mas como todos os anos, já nos deu filmes maus, assim-assim, bons, muito bons e uns quantos que merecem um lugar nos livros, como é o caso de The Incredibles 2 – Os Super-Heróis, a mais recente animação da Pixar, de Brad Bird, O Lamento, do sul-coreano Na Hong-jin, ou Linha Fantasma, de Paul Thomas Anderson. Estes são por agora os melhores filmes que passaram pelos ecrãs portugueses este ano. Recomendado: Os melhores filmes de 2017

As últimas críticas de cinema

Homem-Formiga e a Vespa
Filmes

Homem-Formiga e a Vespa

Ninguém gosta de ter formigas em casa nem de apanhar com vespas quando vai fazer um piquenique no campo, mas há sempre excepções. É o caso do Homem-Formiga (Paul Rudd) e da Vespa (Evangeline Lilly) do filme homónimo de Peyton Reed, continuação de Homem-Formiga (2015), do mesmo realizador, que abre também mais outra excepção: é um óptimo filme de super--heróis (da Marvel), que consegue ser ainda melhor que o primeiro. Apresentando uma história bem ancorada no tema da união e da protecção da família – Scott Lang, o Homem-Formiga, tem que proteger a filha de um grupo de criminosos, enquanto que Hope Van Dyne, a Vespa, precisa de resguardar o pai, o Dr. Hank Pym (Michael Douglas), do mesmo grupo, enquanto o ajuda na tarefa de resgatar a mãe (Michelle Pfeiffer) do mundo quântico onde está perdida há muitos anos –, Homem-Formiga e a Vespa investe na comédia, em efeitos especiais sempre serviçais das necessidades do enredo e numa constante jigajoga entre o micro e o macro, o muito pequeno e o muito grande, a miniaturização e a amplificação de pessoas e objectos. Resultado: o melhor, mais bem executado, mais divertido e mais vertiginoso filme de super-heróis do Verão, e deste ano. Solidamente escrito por um grupo de argumentistas que inclui o próprio Paul Rudd, Homem-Formiga e a Vespa tem super-heróis dinâmicos, simpáticos e que de vez em quando também metem a pata na poça, comparsas desopilantes, sejam aliados ou inimigos daqueles, uma vilã com superpoderes que sofre de tremedeira

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Sibéria
Filmes

Sibéria

Outrora uma das grandes esperanças do cinema indie americano, Keanu Reeves tem agora uma carreira híbrida, que dispara em todas as direcções, combinando o cinema de acção de bilheteira farta (a série John Wick, que já tem um terceiro título em pós-produção), as produções de artes marciais e de fantasia para o mercado asiático (O Homem do Tai Chi, 47 Ronin – A Grande Batalha Samurai), a ocasional comédia romântica (Destination Wedding) ou fitas inenarráveis como O Demónio de Néon ou Terra Sem Lei. Até uma terceira aventura de Bill & Ted vem aí, Bill & Ted Face the Music, quase 30 anos depois do filme original. Além de principal intérprete, ele é também um dos produtores de Sibéria, de Matthew Ross, argumentista da série Nashville, uma daquelas fitas independentes que se financia, produz e vende à custa de um cabeça de cartaz com peso na indústria (ou seja, o próprio Keanu Reeves). Rodado entre a Rússia e o Canadá, Sibéria é um thriller que pretende cultivar uma melancolia desencantada que caracteriza um certo tipo de policiais ditos de autor, caso de O Americano, de Anton Corbijn. Keanu dá corpo a Lucas Hill, um negociante internacional de diamantes que tem um importante negócio aprazado com um mafioso de São Petersburgo. Mas o seu sócio russo desaparece com os diamantes, e Lucas tem que pedir ao mafioso que lhe dê um prazo, para que o possa encontrar, e às pedras preciosas, e concretizar a transacção. Para isso, ruma a uma cidade mineira da Sibéria, onde o irmão do sócio

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Querida Mãezinha
Filmes

Querida Mãezinha

Mandam os insondáveis desígnios da distribuição nacional que um filme como A Ghost Story, de David Lowery, premiado nos festivais de Deauville ou Sitges, e pela National Board Review americana, seja lançado em DVD sem passar pelas salas e vá depois aparecer nos canais de cinema codificados. E que uma aberração como este Querida Mãezinha se estreie nos cinemas, quando devia era ser ocultada dos olhos dos espectadores. Versão para cinema de uma peça de teatro adaptada pelo seu autor, Sébastien Thiery, que também realiza com Vincent Lobelle e interpreta um dos papéis principais, Querida Mãezinha é uma infame, incompetente e embaraçosa mistura de baixa comédia e drama sentimentalão, que pretende fazer gargalhar e lacrimejar à custa de personagens deficientes. Em especial a interpretada por Thiery, o Momo do título original, que um belo dia se intromete na vida de um casal sem filhos (Christian Clavier e Catherine Front, lamentavelmente subaproveitados) e os trata por pai e mãe. Vá lá que a agonia que é Querida Mãezinha só dura 85 minutos. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
1 /5 estrelas
Vendeta
Filmes

Vendeta

O que não falta por aí são revenge movies femininos, desde séries B de culto como Vingança de Uma Mulher, de Abel Ferrara, até ao invulgarmente reflexivo A Estranha em Mim, de Neil Jordan, com Jodie Foster, passando pelo típico trash dos anos 70 de Mulher Violada, de Meir Zarchi, ou ainda Vingança Planeada, do sul-coreano Chan wook-Park, um dos melhores deste subgénero de acção e parte de uma trilogia vingativa no masculino e no feminino. Vendeta, a primeira longa-metragem da francesa Coralie Fargeat, viu ser-lhe logo colada a etiqueta de revenge movie “feminista”, mas trata-se mais de um sinal dos tempos (a utilização fácil, parola e abusiva, até ao esvaziar de todo e qualquer significado, da expressão “feminista”) do que outra coisa mais séria e pertinente. A fita não só não adianta nada ao formato, como fica muito aquém de outras da mesma cepa. E não é por ser mulher que Coralie Fargeat não olha e filma Matilda Lutz, a sua actriz, exactamente como o faria um homem, nem se abstém de carregar a fundo no pedal da exploitation. Lutz interpreta Jen, uma rapariga que tem um amante mais velho, casado e com filhos, que a leva num fim-de-semana para uma casa no deserto, onde vai caçar com dois amigos. As coisas dão para o torto e Jen é violada por um destes. E depois de recusar um suborno do amante para ficar caladinha, é atirada por uma ravina abaixo, ficando espetada num ramo de uma árvore e dada por morta. Tudo é excessivo e berrante em Vendeta: a boçalidade cruel dos homens

A Time Out diz
1 /5 estrelas
Mais críticas de cinema

Em cartaz

Ana, Meu Amor
Filmes

Ana, Meu Amor

Rapaz conhece rapariga em aula de literatura na universidade. Apaixonam-se. O romance vai correndo. Mas ela tem ataques de pânico. Ele percorre com ela os obscuros caminhos de uma mente transtornada. Vira-se contra os pais quando estes a rejeitam. Aceita ser pai e casa com ela e torna-se ama dela e motorista dela e tudo dela. Pensa ele que tem a relação sob controlo neste filme do realizador romeno Cãlin Peter Netzer com Diana Cavallioti, Mircea Postelnicu e Carmen Tanase, contado a partir de uma consulta de psiquiatria.

Corredor Assombrado
Filmes

Corredor Assombrado

O filme de Rodrigo Cortés, criado a partir do romance de Lois Duncan, com AnnaSophia Robb, Uma Thurman e Isabelle Fuhrman, tem produção de Stephenie Meyer (a autora da saga Crepúsculo) – o que diz alguma coisa sobre o que se pode esperar. Que é exactamente o que se encontra, com a variante de a história desta rapariga que vai parar a um colégio decrépito notável pelas ocorrências sobrenaturais e a inclinação da sua directora pelas artes do oculto, e os poderes que vêm com a sua prática, ser realizada sob a influência classicista do cinema de terror e no respeito dos cânones académicos correspondentes.

Maryline
Filmes

Maryline

A história exemplar contada na película de Guillaume Gallienne, com Adeline D’Hermy, Vanessa Paradis e Alice Pol, é a de Maryline, que cresceu na aldeia, com pais dados à misantropia, nunca recebendo ninguém ou sequer abrindo as janelas. Aos 20 anos farta-se. E vai para Paris, seguindo o sonho de tornar-se actriz. Sem qualquer aptidão para o relacionamento social, a vida vai proporcionar-lhe todas as chatices e humilhações reservadas por um regime profissional fartamente concorrencial e uma sociedade exaustivamente individualista. Porém…

Quando Menos Esperas
Filmes

Quando Menos Esperas

Sarah ainda é uma mulher jovem e já tem a vida feita em cacos. Portanto, alguém de quem tenha de tomar conta é mesmo o que mais lhe faltava. E não é que é mesmo o que acontece na comédia de Mandie Fletcher, com Ed Skrein, Jennifer Saunders e Emilia Jones? Quis a morte da avó que os bens fossem divididos, embora seja um mistério só revelado no final por que razão resolveu a senhora deixar em herança a Sarah nada menos do que Patrick, o seu mimado cão de estimação.

Traições (Con)sentidas
Filmes

Traições (Con)sentidas

Temos então Anna (Rebecca Hall) e Will (Dan Stevens), namorados desde o tempo de liceu, que, ao fim de uma década a viverem juntos, durante um jantar, são provocados por Hale (David Joseph Craig), irmão da rapariga, e o seu namorado Reece (Morgan Spector), por nunca terem feito sexo com mais ninguém e, por isso, não saberem o que podem andar a perder. A coisa passa, mas só aparentemente, pois o casal dá em matutar no assunto, aproveita a deixa e, a bem dizer, nesta realização de Brian Crano, põe o amor à prova. Por Rui Monteiro

Mais filmes em cartaz

Notícias de filmes e séries

'Desencantamento', de Matt Groening, chega sexta à Netflix
Notícias

'Desencantamento', de Matt Groening, chega sexta à Netflix

Desencantamento é a nova série de desenhos animados de Matt Groening, o criador de Os Simpsons. Isto não é tudo o que é preciso de saber sobre a sitcom de animação que se estreia esta sexta-feira na Netflix, mas é o mais importante. Criada por Groening, e desenvolvida pelo próprio com Josh Weinstein, que durante alguns anos também foi um dos responsáveis máximos por Os Simpsons, Desencantamento é uma sátira pop passada numa versão efabulada da Idade Média. Um conto de fadas com dose reforçada de cinismo e ironia, que vem completar um tríptico animado em que Os Simpsons, no ar desde 1989, satiriza o presente e Futurama, a outra série animada do ilustrador americano, criticava o presente a partir do futuro. E, sobretudo ao nível das dinâmicas e relações entre as personagens e da estrutura dos episódios, lembra um bocado Futurama. Todavia, a julgar pelos primeiros capítulos desta história, a época em que decorre a acção não é usada para criticar e espelhar o presente, ao contrário do que acontecia na anterior série de Matt Groening. Que, de resto, parece menos à vontade no passado do que no futuro e não domina tão bem este universo referencial. Isto não quer dizer que o resultado final seja terrível. Desencamento tem a sua piada e vê-se bem, só não se encontra ao mesmo nível que outras séries animadas para adultos da Netflix, como Bojack Horseman, que é sublime, ou at

"Better Call Saul" de volta à Netflix

"Better Call Saul" de volta à Netflix

O Saul Goodman de Breaking Bad não foi sempre Saul Goodman (Bob Odenkirk), antes disso o advogado foi Jimmy McGill e é essa vida que conhecemos em Better Call Saul. O primeiro episódio da quarta temporada estreia-se hoje na Netflix. À quarta temporada, o universo de Breaking Bad e Better Call Saul confunde-se cada vez mais, para gáudio dos fãs, mas a verdade é que Better Call Saul vale por si. Ou seja, se é daqueles que vê a série à procura de um vislumbre de Walter White, está a fazê-lo com a intenção errada. É verdade que a série de Vince Gilligan é o ideal para matar saudades de Breaking Bad, mas não é apenas pelas personagens, mas pelo simples facto de se tratar de televisão de qualidade. Nos novos episódios que chegam agora à Netflix (ao ritmo de um por semana), Jimmy entra cada vez mais no mundo do crime, afastando-se da carreira de sucesso que ambicionou ter na advocacia – ou pelo menos da ideia de se tornar num advogado sério como o irmão, Chuck McGill (Michael McKean). Foi, aliás, a relação com o irmão que moldou toda a série até aqui. Jimmy sempre fez tudo para agradar, acabando sempre menosprezado. Agora que Chuck morreu, Jimmy importa-se menos em sujar as mãos, entra no mundo do crime e aproxima-se cada vez mais daquilo que será Saul Goodman. Não é o advogado dos pobres, mas dos criminosos, sempre com um esquema em mente. As semelhanças com Breaking Bad não vão estar apenas nas personagens – Better Call Saul já nem seria a mesma série se não tivesse Mike (Jo

'Castle Rock' de Stephen King chega sábado ao TVSéries

'Castle Rock' de Stephen King chega sábado ao TVSéries

Castle Rock, a vila imaginária do Maine onde se passam muitas das histórias de Stephen King, é agora também uma série de televisão, que se estreia este sábado no TVSéries.  Se querem fazer salivar um fã de Stephen King, digam-lhe só duas palavras: “Castle Rock”. É uma parte essencial da topografia imaginária do universo literário do escritor, uma vila do estado do Maine onde, desde 1979, este tem situado vários dos seus romances, contos e novelas, caso de Cujo, O Corpo (filmado por Rob Reiner como Conta Comigo), Needful Things, Zona Morta, The Dark Half ou Elevation, este a publicar em breve.  Castle Rock surge também de forma tangencial em muitas outras obras de King, como Doutor Sono, Pet Sematary ou It. E passa agora a ser o nome de uma série de televisão produzida por J.J. Abrams e pelo próprio King, ambientada nesta vila e nos seus arredores, entrelaçando locais, temas e personagens do mundo ficcional do autor de Carrie. Castle Rock começa a ser exibida no TVSéries este sábado, e apesar do nome de King aparecer no genérico apenas como um dos produtores (é escrita por Sam Shaw e Dustin Thomason, os seus criadores), torna-se óbvio, logo no primeiro episódio, que o escritor deve ter metido aqui e ali a mão na massa da intriga, de tal modo ela está, em termos de construção narrativa, de gestão das atmosferas de medo e da ambiência geral, geminada com o mundo que construiu no papel. A série oferece ainda aos doentes de Stephen King um brinde extra: detectar a

Filmes de Almodóvar no pátio da Casa Independente
Notícias

Filmes de Almodóvar no pátio da Casa Independente

Pedro Almodóvar é um dos mais importantes cineastas espanhóis. Durante o mês de Agosto, todas as quartas, será possível ver um filme do realizador no pátio da Casa Independente. Sempre às 21.00, sempre a custo zero. O ciclo, apropriadamente chamado Cinema no Pátio, resulta de uma parceria com a Restart. Arranca esta quarta-feira com Kika, estreado em 1993 e protagonizado por Verónica Forqué, que mereceu um prémio Goya pela sua interpretação. Continua para a semana com Fala com Ela, protagonizado por Javier Cámara, Darío Grandinetti, Rosario Flores e mais gente boa em 2002. Foi um sucesso crítico e comercial, premiado com um Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro e o Óscar para Melhor Argumento Original. Na terceira quarta-feira do mês é a vez de mostrar Tudo Sobre a Minha Mãe. Esta fita de 1999 teve direito a um Óscar e a um Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro e assegurou o lugar do realizador espanhol no panorama global. Por fim, a 29 de Agosto, passa Mulheres À Beira de Um Ataque de Nervos, comédia negra de 1988, nomeada para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e premiada com cinco prémios Goya. Com Carmen Maura e Antonio Banderas nos papéis principais. + Dez coisas que não sabe sobre Pedro Almodóvar

What is America?: Sacha escondido com Baron Coen de fora
Notícias

What is America?: Sacha escondido com Baron Coen de fora

What is America?, o novo programa satírico do actor e comediante britânico, ainda não estreou, mas já está a levantar celeuma.  Primeiro, foi um teaser misterioso. A seguir, veio o anúncio. Sacha Baron Coen tinha um novo programa de televisão satírico, chamado Who is America?, no qual ia iludir políticos, constando da lista nomes como Dick Cheney, Bernie Sanders ou Sarah Palin. Esta, mesmo antes da estreia do programa, neste domingo, já se apressou a reagir nas redes sociais, escrevendo no Facebook que foi vítima do “humor diabólico, explorador e doentio” do “comediante” britânico Sacha Baron Coen. Matt Drudge, do famoso Drudge Report, confirmou no Twitter que Coen voltou “a fazer das suas. Muitas partidas pregadas. Quer Republicanos, quer Democratas foram apanhados na loucura”. Também haverá “vítimas” que não pertencem ao mundo político, caso do jornalista e pivô de televisão Ted Koppel. Palin revelou que foi a Washington para participar como convidada num programa de homenagem aos veteranos de guerra americanos. Lá, foi surpreendida por Sacha Baron Coen “disfarçado de  ex-combatente deficiente, numa cadeira de rodas falsa”, submetida a perguntas cheias de “sarcasmo e desrespeito”, e confrontada com gráficos e estatísticas com erros de ortografia – saiu antes de a conversa terminar. Entretanto, e assumindo a personalidade de um tal Dr. Billy Wayne Ruddick Jr., o alegado entrevistador, Coen escreveu-lhe uma carta a exigir, com veemência, uma desculpa. Tudo isto está, c

Os espectros de Mary Shelley e H. P. Lovecraft pairam sobre o MOTELX
Notícias

Os espectros de Mary Shelley e H. P. Lovecraft pairam sobre o MOTELX

Tenham medo (ou não). A 12ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa realiza-se entre os dias 4 e 9 de Setembro no Cinema São Jorge. The Nun – A Freira Maldita, de Corin Hardy, é o filme de abertura. Será também assinalado o bicentenário de Frankenstein, o clássico livro de Mary Shelley. Através de um ciclo de longas-metragens, na esplanada da Cinemateca e na Cinemateca Júnior, ao longo do mês de Setembro, e de uma discussão sobre o legado da autora, com a participação de Maria João Luís, Isabel Abreu e Fernanda Câncio, a quem se devem juntar mais nomes. Sempre mulheres. Mary Shelley não é a única irónica escritora de terror que será homenageada. O espectro de H.P. Lovecraft também vai pairar sobre o festival, que será o palco do lançamento da antologia Os Contos Mais Arrepiantes de H.P. Lovecraft, da editora Saída de Emergência, com prefácio de António Monteiro e desenhos de 22 ilustradores nacionais. A apresentação ficará a cargo do realizador Edgar Pêra e do músico Paulo Furtado, mais conhecido como The Legendary Tigerman. A dupla mostrará excertos do filme-concerto 3D Lovecraftland. De entre os filmes já anunciados, Mandy, realizado por Panos Cosmatos e protagonizado pelo americano Nicolas Cage, é capaz de ser o maior destaque. Mas também vale a pena ter atenção a Morto Não Fala, do brasileiro Dennison Ramalho, Ghost Stories, Jeremy Dyson e Andy Nyman, Ghostland, de Pascal Laugier, The Ranger, de Jenn Wexler, além da surpresa argentina Ter

Mais notícias de cinema

Clássicos de cinema para totós

Clássicos de cinema para totós
Filmes

Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? O “cinema para totós” quer resolver esse problema no melhor espírito de serviço público. Ora atente em cada uma destas 10 lições cheias de clássicos de cinema.

Clássicos de cinema para totós: especial Terror
Filmes

Clássicos de cinema para totós: especial Terror

Do início do século XX até aos dias que correm, muitos foram os realizadores que dedicaram a assustar os espectadores com monstros maquiavélicos, espíritos misteriosos e sangrias desenfreadas. Cinéfilo que se preze já viu todos os clássicos de cinema de terror: os melhores do género na história do cinema.  

Clássicos de cinema para totós: as melhores comédias de sempre
Filmes

Clássicos de cinema para totós: as melhores comédias de sempre

A lista de melhores comédias de sempre é discutível (qual não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. No entanto é garantido serem estes 20 filmes, senão os melhores de sempre, garantidamente uma contínua fonte de gargalhadas, ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir em qualquer época. 

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

50 filmes clássicos imprescindíveis
Filmes

50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

20 filmes sobre feminismo
Filmes

20 filmes sobre feminismo

O movimento #metoo é o responsável por este novo interesse no feminismo. Mas a causa já é antiga. Causa que o cinema tem representado, ou de que pelo menos há muito vem dando sinais, alguns involuntários (até por a maioria dos filmes continuar a ser feito por homens), mas nem por isso menos importantes. Eis 20 filmes sobre feminismo essenciais. 

25 filmes portugueses obrigatórios
Filmes

25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

As dez melhores comédias românticas de sempre
Filmes

As dez melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

Sete filmes sobre músicos
Filmes

Sete filmes sobre músicos

Filmar a vida dos músicos é vulgar. Fazê-lo bem (há um longo rol de películas medíocres) é outra conversa. Com as injustiças próprias de uma lista, esta orienta-se pela qualidade cinematográfica propriamente dita, isto é, por esse raro saber de equilibrar a obra e a vida de um músico com a sétima arte. 

Sete grandes filmes futuristas
Filmes

Sete grandes filmes futuristas

No cinema o lugar do futuro é geralmente na ficção científica. Uma espécie de albergue capaz de acolher tudo que, nos melhores casos, nasce da observação do presente para depois fantasiar e projectar uma ideia e apresentar uma visão – quase sempre má sobre como vai ser a vidinha, é certo, mas com o futuro nunca se sabe. Estes sete filmes futuristas tentaram isso mesmo, e são sete que vale mesmo a pena ver.  Recomendado: Sete filmes épicos de ficção científica

As melhores séries de televisão

As 20 séries que devoramos em 24 horas na Netflix
Filmes

As 20 séries que devoramos em 24 horas na Netflix

O binge racing, depois do binge watching. Sabe do que falamos? Até pode não saber, mas é provável que o faça habitualmente. Falamos de ver um episódio atrás do outro, a nova forma de ver televisão que a Netflix nos proporcionou, mas de forma acelerada: uma temporada em 24 horas. Quantas vezes não começamos a ver uma série e damos por nós a não fazer mais nada que não seja devorar os episódios? Um estudo do serviço de streaming, divulgado nesta terça-feira, revela que 8,4 milhões de subscritores em todo o mundo fizeram já uma maratona acelerada, o binge racing lá está – um comportamento em crescendo: entre 2013 e 2016, o número de maratonistas cresceu em mais de 20 vezes. Ainda assim, Portugal não é o país onde isto mais acontece. É o Canadá o país com maior percentagem de utilizadores a terminar uma temporada em 24 horas, seguido dos Estados Unidos e da Dinamarca. O top 5 fecha-se com a Finlândia e a Noruega. Portugal aparece apenas na 18.ª posição. E quais são as séries mais devoradas? Vão variando conforme o país, mas o estudo aponta um título preferido: Gilmore Girls: A Year in the Life. De referir, no entanto, que a série que marcou o regresso das protagonistas Lauren Graham e Alexis Bledel dez anos depois, tem apenas quatro episódios, facilitando assim a maratona acelerada. Em Portugal, a série mais vista em 24 horas foi aquela que nos deu o encontro dos quatro super-heróis da Marvel, Os Defensores, e que se estreou no Verão. O top português não deixa, no entanto, de

As 20 melhores séries de comédia
Filmes

As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

As séries da juventude sobrenatural
Filmes

As séries da juventude sobrenatural

Buffy, a adolescente que caça vampiros e outras criaturas das trevas, o jovem Super-Homem, um lobisomem "teen" ou uma bruxinha que tem um gato que fala e se mete em trapalhadas, eis alguns dos heróis e heroínas destas séries, que têm culto e ganharam Emmys.

Dez séries originais Netflix que tem de ver
Filmes

Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries históricas inesquecíveis
Filmes

Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver
Filmes

Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver

Não foi só nos últimos anos que se começaram a fazer boas séries de televisão. Eis sete clássicos, feitos entre as décadas de 60 e 80 e com enorme sucesso em todo o mundo, que mereciam repetição entre nós

Os melhores filmes de...

Robert Redford
Filmes

Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras. Recomendado: Quando o cinema entra nas redacções dos jornais

Daniel Day-Lewis
Filmes

Daniel Day-Lewis

De A Minha Bela Lavandaria a Lincoln, passando por O Último dos Moicanos ou O Meu Pé Esquerdo, eis 10 das maiores interpretações do único actor da história a vencer três Óscares de Melhor Actor.

Meryl Streep
Filmes

Meryl Streep

Faça lá as contas: 80 papéis, 19 nomeações aos Óscares, 3 vitórias. Se isto não merece um prémio de carreira, então não sabemos o que merece. A 74ª edição dos Globos de Ouro distinguiu Meryl Streep, de 67 anos, com o prémio Cecil B. DeMille. Enquanto o discurso da actriz norte-americana se tornou viral, nós fomos à procura dos seus 10 melhores filmes.

Jeanne Moreau
Filmes

Jeanne Moreau

Patti Smith comparou-a a “uma vedação de arame farpado em chamas.” E essa pode muito bem ser a melhor definição do trabalho de Jeanne Moreau, a actriz que se tornou ícone da nova vaga do cinema francês, mas não ficou por aí. Além do teatro, entrou em dezenas de filmes. Muitos maus, ou assim-assim. Mas nestes sete que seguem, A Moreau é sempre sublime.  

Mary Tyler Moore
Filmes

Mary Tyler Moore

A série de comédia The Dick Van Dyke Show e filmes como Millie, Rapariga Moderna ou Gente Vulgar (este a estreia de Robert Redford na realização) destacam-se no longo e distinto currículo de Mary Tyler Moore.