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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

As estreias de cinema que não pode perder no início do ano
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As estreias de cinema que não pode perder no início do ano

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas. Robert Redford diz adeus ao cinema em O Cavalheiro com Arma, Clint Eastwood regressa como realizador e actor em Correio de Droga, o francês Jacques Audiard traz-nos um western filmado na Europa com vedetas americanas em Os Irmãos Sisters, a Espanha é o cenário de Todos lo Saben, do oscarizado iraniano Asghar Farhadi, Christian Bale personifica o ex-Vice-Presidente dos EUA Dick Cheney em Vice, Margot Robbie e Saoirse Ronan são rainhas, primas e inimigas em Mary, Rainha dos Escoceses. Estes são apenas alguns dos filmes que vamos poder ver logo nos dois primeiros meses do próximo ano.   Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

TIME IN: 5 Sugestões Para Ficar em Casa
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TIME IN: 5 Sugestões Para Ficar em Casa

Vamos ser sinceros, esta semana é perfeita para um “staycation” – ou, como se diz em português, uma hibernação voluntária. Por isso mesmo, a Time Out vira-se do avesso e transforma-se em Time In. E em vez de sugestões de coisas para fazer na cidade, damos-lhe ideias para aproveitar o dia em casa.  O melhor de tudo é que consegue fazer a lista toda com a app do MEO GO - vá, se calhar encomendar gelado é mais complicado - e em qualquer divisão da casa, sem pagar mais por isso. Prepare o pijama, porque vai ser o look dos próximos dias. 

Filmes em cartaz esta semana
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Filmes em cartaz esta semana

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Os melhores filmes de 2018
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Os melhores filmes de 2018

É bom fazer balanços. Olhar para trás e pensar no melhor e no pior seja do que for. Neste caso, do que vimos no cinema. Houve filmes maus, assim-assim, bons e muitos bons. E, entre estes últimos, destacaram-se estes dez, de diferentes géneros e proveniências. Dos melhores filmes de 2018, metade são americanos – de 15.17 Destino Paris, de Clint Eastwood, a Fahrenheit 11/9, de Michael Moore, passando por Linha Fantasma, de Paul Thomas Anderson – e o resto veio da Europa – como Guerra Fria, de Pawel Pawlikowski, ou Frantz, de François Ozon – e da Ásia – por exemplo, O Lamento, de Nia Hong-jin. Recomendado: Os melhores filmes portugueses de 2018

Os melhores filmes portugueses de 2018
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Os melhores filmes portugueses de 2018

Ao longo dos últimos 12 meses, não se estrearam nem se fizeram em Portugal tantos filmes memoráveis como em 2017 – não houve nada que fosse comparável a Fátima, de João Canijo, São Jorge, de Marco Martins, ou Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, todos do ano passado. Todavia houve uns quantos filmes que se distinguiram na ficção e no documentário. Casos de Colo, de Teresa Villaverde, Ramiro, de Manuel Mozo e Ruth, de António Pinhão Botelho, ou ainda O Espectador Espantado, de Edgar Pêra, e O Labirinto da Saudade, de Miguel Gonçalves Mendes. Recomendado: Os melhores filmes de 2018

Notícias de filmes e séries

Nos Globos de Ouro deste ano os prémios foram para todos
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Nos Globos de Ouro deste ano os prémios foram para todos

Foi uma noite de surpresas. A cerimónia de entrega dos Globos de Ouro, que decorreu domingo à noite em Beverly Hills, não teve um claro vencedor. Talvez Green Book – Um Guia Para a Vida, de Peter Farrelly, que levou para casa três prémios numa noite em que nenhum outro filme ou série recebeu mais do que dois Globos de Ouro e alguns dos favoritos, como Vice, de Adam McKay, ou Assim Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper, conquistaram apenas uma estatueta. Green Book – Um Guia Para a Vida foi considerado o melhor filme cómico ou musical pela Imprensa Estrangeira de Hollywood. Venceu também na categoria de melhor argumento e o co-protagonista Mahershala Ali foi escolhido como o melhor actor secundário. Já o melhor filme dramático foi Bohemian Rhapsody, o biopic de Freddie Mercury e dos Queen realizado por Bryan Singer e Dexter Fletcher. E Rami Malek, que encarnou Freddie Mercury, foi votado o melhor actor num filme dramático. Roma, de Alfonso Cuarón, também levou para casa dois prémios: melhor realizador e melhor filme estrangeiro. Outro dos vencedores da noite foi Christian Bale, eleito melhor actor num filme cómico ou musical pela sua interpretação do político republicano e ex-vice presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, em Vice. No discurso de aceitação, Bale agradeceu "ao Diabo" pela inspiração para interpretar Cheney, que descreveu como "um idiota sem carisma". Glenn Close levou para casa outro dos principais prémios. A veterana intérprete am

“Lei e Ordem: Unidade Especial”: 20 anos a proteger os indefesos

“Lei e Ordem: Unidade Especial”: 20 anos a proteger os indefesos

Lei e Ordem: Unidade Especial estreia a temporada número 20 na FOX Life, na segunda-feira. Vinte temporadas é obra. Raras são as séries que se podem gabar de uma tal longevidade e Lei e Ordem: Unidade Especial é uma delas. Criada por Dick Wolf e estreada em Setembro de 1999, esta produção foi a segunda pertencente à franchise Lei e Ordem, que chegou a somar sete títulos diferentes. A Lei e Ordem original, que lhe deu o nome e começou em 1990, acabou em 2010, mas Lei e Ordem: Unidade Especial continua a singrar. É a série de ficção não-animada há mais tempo em exibição nos EUA em horário nobre, e a quarta de maior duração no ar numa grande estação televisiva (trata-se, originalmente, de uma produção da NBC). Ambientada em Nova Iorque, Lei e Ordem: Unidade Especial, centra-se num departamento ficcional da polícia nova-iorquina, que trata de casos relacionados com crimes de natureza sexual. Muitas vezes, os episódios são baseados em casos da vida real que tiveram cobertura mediática. Mariska Hargitay, que pertence ao elenco original, interpretando a detective Olivia Benson, já ganhou o Globo de Ouro de Melhor Actriz numa Série Dramática em 2005, e o Emmy da mesma categoria, em 2006, tendo Lei e Ordem: Unidade Especial, recebido vários outros prémios ao longo da sua existência. Nesta vigésima temporada, os detectives da Unidade Especial vão investigar novos casos   de delitos sexuais, abuso de menores e violência doméstica. Além de Mariska Hagerty,  o elenco da série incl

Maratona de "Jess e os Rapazes" para passar o ano
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Maratona de "Jess e os Rapazes" para passar o ano

A sétima e última temporada de Jess e os Rapazes será exibida na noite da passagem de ano na FOX Comedy. A noite de passagem de ano é sobrevalorizada. Há uma pressão estúpida para as pessoas se divertirem, os restaurantes são mais caros, é difícil arranjar um táxi, os preços dos Ubers sobem. Dadas as circunstâncias, ficar em casa não é a pior coisa que uma pessoa pode fazer. E, a pensar em quem fica sossegado na noite mais concorrida do ano, a FOX Comedy vai estrear a sétima e última temporada de  Jess e os Rapazes. E não vão ser exibidos apenas um ou dois episódios. Aproveitando que a última temporada foi significativamente mais curta do que as anteriores, a FOX Comedy decidiu passar os sete últimos episódios de seguida, a partir das onze da noite de 31 de Dezembro. São duas horas e meia, mais coisa menos coisa, na companhia de Jess (Zooey Deschanel, o rosto da série) e o resto do grupo. A sétima época, que esteve para não acontecer, começa três anos depois do final da sexta. Jess e Nick (Jake  Johnson) estão juntos há três anos e passaram os últimos meses a viajar pela Europa, enquanto ele promovia um livro. Schmidt (Max Greenfield) despediu-se para ficar em casa a criar a sua filha com Cece  (Hannah Simone), a pequena Ruth Bader. E Winston (Lamorne Morris) e Aly (Nasim Pedrad) estão casados e à espera do primeiro filho. Estão lançadas as bases para uma temporada que, de certa forma, é um derradeiro presente para os fãs que se mantiveram fiéis à série ao longo destes se

Sem aviso, o filme interactivo de "Black Mirror" chegou à Netflix
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Sem aviso, o filme interactivo de "Black Mirror" chegou à Netflix

Antes de estrear a quinta temporada, a Netflix aposta num episódio especial: um filme interactivo onde são os espectadores a decidir o fim da história. Black Mirror: Bandersnatch já está disponível no serviço de streaming. Começou no Channel 4 britânico, mas à terceira temporada passou para a Netflix, que entretanto produziu mais duas séries de seis capítulos. A antologia de ficção científica, já considerada uma das séries mais relevantes dos últimos anos, com actores e enredos diferentes todos os episódios, explora um distorcido futuro onde as maiores inovações tecnológicas da humanidade colidem com os seus instintos mais sombrios. Agora também o espectador poderá viver uma realidade alternativa em Black Mirror: Bandersnatch, um episódio especial onde terá de decidir o fim da trama.  O conteúdo interactivo é uma aposta da Netflix que já antes tinha apresentado quatro títulos de animação dentro do género. Black Mirror: Bandersnatch é realizado pelo britânico David Slade (Hard Candy, 2005). Slade já tinha trabalhado na série de Charlie Brooker, tendo realizado o quinto episódio da última temporada, Metalhead. Embora a longa-metragem não tenha mais de 1h30 de duração, a novidade conta com mais de cinco horas de gravação e referências a outros episódios da série. Na história, ambientada em 1984, Stefan (Fionn Whitehead), um jovem programador, começa a questionar a realidade enquanto tenta adaptar um romance negro a um videojogo. Bandersnatch é, relembre-se, o n

Cinema português toma conta dos canais TVCine em Janeiro
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Cinema português toma conta dos canais TVCine em Janeiro

Já tinha planos para o começo de 2019? Cancele. Os canais TvCine1 e 2 trazem alguns dos melhores títulos do cinema português e há mais estreias para ficar a conhecer. A selecção, com assinatura de nomes como Joaquim Leitão, Sérgio Graciano, António Pinhão Botelho, Manuel Pureza ou Gabriel Abrantes, arranca a 5 de Janeiro e é uma aposta dos canais no cinema português. Todos os sábados, às 21:30, o TVCine1 mostra alguns dos títulos mais concorridos das salas nacionais.  Aqui, em Lisboa – Episódios de Uma Cidade (TVCine2, 14 de Janeiro, 22.00), a primeira obra produzida pelo Indielisboa, onde quatro realizadores foram convidados a mostrar a sua visão sobre a cidade, Ruth (TVCine1, 12 de Janeiro, 21.30), Bad Investigate (TVCine1, 5 de janeiro, às 21.30), O Fim da Inocência (TVCine1, 19 de Janeiro, 21.30) ou Linhas de Sangue (TVCine1, 26 de Janeiro, 21.30) são alguns dos títulos. Mas há também o documentário Cativeiro (TVCine2, 15 de Janeiro, 22.00), de André Gil Mata, inserido no Especial Documentários: Retratos da Humanidade, além de um especial dedicado a João Botelho (TVCine2, 16 de Janeiro, 15.30) num dia que lhe é inteiramente dedicado e que revisita projectos como Conversa Acabada, Um Adeus Português ou Peregrinação. Nas estreias internacionais, o filme A Agente Vermelha (TVCine1, 4 de Janeiro, 21.30), a história de uma talentosa bailarina que, após uma lesão que põe fim à sua carreira, e a morte do pai, se vê envolvida no mundo obscuro da espionagem russa, e Verdade o

"Watership Down" estreia-se na Netflix este domingo
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"Watership Down" estreia-se na Netflix este domingo

Watership Down é um texto clássico da literatura infantil britânica. E a mais recente adaptação do livro de Richard Adams, com um elenco vocal de luxo, estreia-se domingo na Netflix.  Juliet e Rosamond, as filhas de Richard Adams, gostavam tanto das histórias que o pai lhes contava, sobre um conjunto de coelhos (o termo técnico é “coelhada”) , que o convenceram a escrever um livro. Chamou-se Watership Down e foi publicado em 1972. Hoje, é um clássico da literatura infantil britânica, entretanto adaptado para outros meios – cinema, televisão, rádio, teatro. Watership Down conta a história de um coelho que prevê a destruição do local onde vive, e tenta convencer o resto da coelhada a procurar uma nova casa. Poucos o ouvem, mas um pequeno grupo, liderado pelo seu irmão mais velho, decide acompanhá-lo. O que se segue é uma violenta odisseia cunicular, com os pequenos leporídeos a tentarem sobreviver a todo o tipo de ameaças, incluindo humanos, animais e até um outro grupo de coelhos liderado por um pequeno (e fofo) ditador. Há quem veja aqui uma alegoria com contornos religiosos, uma crítica ao estalinismo e à traição dos ideiais revolucionários, ou a enésima iteração da arquetípica jornada do herói. Segundo o autor, no entanto, é só uma história sobre coelhos. O facto de inspirar tantas interpretações, a sua relativa longevidade e penetração cultural e a facilidade com que os adultos se relacionam com esta narrativa são apenas coincidências, ou melhor, consequênc

Mais notícias de cinema

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os piores e os melhores filmes da Marvel
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Os piores e os melhores filmes da Marvel

Por muito que a gente adore o Homem-Aranha de Sam Raimi (e até ache graça a O Incrível Hulk de Ang Lee), o universo cinematográfico da Marvel só começou a ganhar forma em 2008, com o Homem de Ferro de Jon Favreau. E passados dez anos encontra-se em grande, com filmes como Black Panther, de Ryan Coogler, e Vingadores: Guerra do Infinito, dos irmãos Russo. Mas não foi fácil chegar aqui. Sabendo que nos estamos a pôr a jeito das caixas de comentários, elencámos os 19 filmes até à data. Dos piores aos melhores filmes da Marvel. Recomendado: Filmes 'Star Wars': dos melhores aos piores

Os piores e os melhores filmes da Disney
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Os piores e os melhores filmes da Disney

Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças? Todas a gente tem uma opinião sobre os mais de 50 filmes de animação que foram lançados ao longo dos anos pela empresa fundada por Walt Disney, a começar pela Branca de Neve, em 1937, até à galinha dos ovos de ouro que foi Frozen: O Reino do Gelo. Mas quais são afinal os que merecem um lugar de destaque na prateleira? E quais os que mais valia serem esquecidos? Elencámos os piores e os melhores filmes de animação da Disney. Recomendado: Filmes de animação que ganharam um Óscar

As melhores comédias românticas de sempre
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As melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

As melhores séries de televisão

A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa
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A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa

Não tivesse Sara outras qualidades, bastar-lhe-ia, para entrar na história da televisão em Portugal, a certeira, desopilante e arrasadora sátira ao mundo das telenovelas que contém na sua narrativa. Mas Sara, realizada por Marco Martins em estreia no pequeno ecrã, escrita por este, Ricardo Adolfo e Bruno Nogueira (que teve a ideia original), e com Beatriz Batarda no papel do título e a fazer televisão em Portugal pela primeira vez, tem muitas outras qualidades. 

Sete razões para ligar a televisão esta semana
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Sete razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder.

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Bradley Cooper
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Bradley Cooper

Um dos nomes mais activos e notados de uma nova geração de intérpretes do cinema americanos, Bradley Cooper já trabalhou sob a direcção de cineastas como Clint Eastwood, Cameron Crowe e David O. Russell, e é um actor capaz de se mexer entre os grandes estúdios e o cinema independente Ei-lo em sete filmes fundamentais para o entendimento da sua ascensão em Hollywood, agora coroada pela realização e interpretação de Assim Nasce Uma Estrela, ao lado de Lady Gaga. A que se seguirá Bernstein, que vai também realizar e onde personificará o maestro e compositor Leonard Bernstein.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.

Burt Reynolds
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Burt Reynolds

Foi dos actores de Hollywood mais populares durante duas décadas, e um símbolo sexual do cinema. Depois passou de moda, regressou em finais dos anos 90 com Jogos de Prazer, de Paul Thomas Anderson, que lhe deu uma nomeação ao Óscar de Melhor Actor Secundário, e não parou de fazer filmes até morrer, há alguns dias, aos 82 anos. Burt Reynolds marcou, à sua maneira, o cinema norte-americano, realizou alguns filmes e fez-se ainda notar na televisão, no início da sua carreira e também lá para a frente. Eis uma dezena de títulos em que brilhou.

Diane Keaton
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Diane Keaton

Woody Allen trouxe-a do palco para o cinema em 1972, na comédia O Grande Conquistador, e fez dela a sua primeira musa, dirigindo-a numa série de filmes onde se destaca, obviamente, Annie Hall, que deu a Diane Keaton o Óscar de Melhor Actriz em 1978. Mas se Keaton é uma consumada actriz cómica, não se limita nem se contenta com esse registo, tendo-se mostrado também uma soberba actriz dramática, como se pode ver, por exemplo, na trilogia O Padrinho, de Francis Ford Coppola, ou num dos filmes mais singulares da sua carreira, À Procura de um Homem. Relembramos os melhores filmes de Diane Keaton.