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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa
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Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

É Verão, os dias já estão mais quentes e as noites tendem a ficar agradáveis demais para serem passadas em frente à televisão. Vá arejar para um cinema ao ar livre em Lisboa, com vista para as estrelas no ecrã e no céu – é um programa perfeito quer esteja sozinho ou acompanhado, mesmo que às vezes seja aconselhável uma manta. Por isso, não hesite: arranje o melhor lugar e vista um casaco se a noite ficar fresquinha. De clássicos do cinema a filmes acabadinhos de sair dos Óscares, em bares com vista ou nos melhores parques e jardins da cidade, este ano volta a valer a pena trocar o escurinho do cinema pelo céu estrelado para assistir a grandes filmes ao ar livre. Recomendado: O melhor do Verão em Lisboa

Cinema alternativo em Lisboa esta semana
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Cinema alternativo em Lisboa esta semana

Se é daqueles que não deixa passar uma estreia, pode espreitar os filmes em cartaz esta semana. Mas, se é um verdadeiro cinéfilo (ou um aspirante a), deve ter em mente que algumas pérolas do cinema escapam às grandes salas. São clássicos para ver e rever – ou apenas filmes fora da rota comercial e por isso fora dos grandes centros comerciais. Para não perder nada, todas as semanas damos-lhe as melhores sugestões de cinema alternativo em Lisboa, habitualmente em salas muito especiais. Não perca a oportunidade de ver (ou rever) alguns filmes obrigatórios, grandes clássicos ou filmes fora da rota comercial. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Os melhores filmes de 2019 (até agora)
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Os melhores filmes de 2019 (até agora)

Sabemos que o ano ainda vai a meio e é muito cedo para fazer balanços. Sabemos que as listas ainda vão mudar e muito, que os filmes vão ser revistos e reavaliados até Dezembro. Sabemos isso tudo. Mas o que é certo é que há pessoas a perguntarem ao Google pelos "melhores filmes de 2019". E a Time Out Lisboa está aqui para responder a essas e outras questões existenciais. De O Cavalheiro com Arma, de David Lowery, estreado logo no início do ano, a Toy Story 4, realizado por Josh Cooley e a mais recente obra-prima da Pixar, estes foram os melhores filmes que vimos nos cinemas portugueses em 2019. Até agora. Recomendado: Os melhores filmes de 2018

Filmes de Verão para refrescar dias de calor
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Filmes de Verão para refrescar dias de calor

Estamos no Verão. O ano varia, as cidades e os protagonistas também, mas o cenário é sempre estival. Há praias e veraneantes, parques de diversão ou parques aquáticos, romances mais ou menos efémeros e muitos rituais de passagem – estes são, no essencial, os ingredientes que encontrará nesta lista de filmes de Verão para refrescar os dias de calor. Desde Escola de Verão (1987) a Chama-me Pelo Teu Nome (2017), há películas para todos os feitios. É mais de comédias ou mais de dramas? Gosta de ambos os géneros? Perfeito, porque tentámos equilibrar as doses de gargalhadas e sentimentalismo. Depois de uma sessão de cinema, pode pensar em ir explorar as melhores praias da Costa da Caparica e criar as suas próprias memórias de Verão. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Filmes em cartaz esta semana
Cinemas

Filmes em cartaz esta semana

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Últimas críticas

Amazing Grace
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Amazing Grace

No início da década de 70 do século passado, a Warner Bros. tinha ganho 
um dinheirão ao adquirir os direitos de distribuição do documentário Woodstock, de Michael Wadleigh, e com a edição do álbum do festival. O estúdio pensava repetir a proeza com o álbum de gospel Amazing Grace, de Aretha Franklin, gravado ao vivo em Janeiro de 1972 numa igreja de Los Angeles, e o respectivo documentário, realizado por Sydney Pollack, que à altura tinha já assinado filmes como A Flor à Beira do Pântano ou Caçadores de Escalpes, e sido nomeado para o Óscar de Melhor Realizador por Os Cavalos Também Se Abatem. Gravado em duas noites na igreja do reverendo James Cleveland, em Watts,
 com a participação de alguns músicos e do Southern California Community Choir, Amazing Grace tornou-se no disco mais vendido de Aretha, e no álbum de gospel mais popular de sempre. Quanto ao filme, só seria visto quase meio século depois. Sydney Pollack nunca tinha filmado um documentário. Depois de capturado, o som é, normalmente, sincronizado a seguir em estúdio. No final de duas noites de gravações, os montadores de Amazing Grace ficaram desesperados. Não havia claquetes, nem quaisquer marcas ou indicações que orientassem a sincronização do som com a imagem. Pollack contratou leitores de lábios e montadores especializados, mas sem sucesso. Perante esta catástrofe técnica, a Warner decidiu arquivar o documentário. Em 2007, o produtor Alan Elliott, depois de falar com Pollack, adquiriu as imagens,
 e graças

A Time Out diz
4 /5 estrelas
O Pintassilgo
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O Pintassilgo

O livro em que se baseia esta fita de John Crowley (Brooklyn) é um calhamaço de quase 800 páginas que ganhou o Pulitzer de Ficção, um bestseller de qualidade, assinado por Donna Tartt, que já foi comparada a Charles Dickens. Ou seja, O Pintassilgo é o tipo de filme que rareia
 no cinema americano, a adaptação de 
uma obra literária consensual entre
 um leque aberto de leitores, com boa crítica e prémios, de fôlego muito 
longo, cerradamente romanesca e intrincadamente elaborada. Por isso, 
fica entalado e sozinho algures entre as superproduções e as fitazinhas indie. E quer por ter uma história muito intrincada, quer porque entrar em muitos detalhes sobre ela implica semear spoilers, é difícil resumi-lo de forma sintética e clara. O protagonista é Theodore Decker (Oakes Fegley na adolescência, Ansel Egort quando adulto), cuja mãe morreu num atentado terrorista no Met de Nova Iorque. Como o pai, alcoólico, se sumiu, Theodore é acolhido pela rica família de um colega de escola. E na confusão após o atentado, o rapaz levou consigo um pequeno e valiosíssimo quadro de um pintor holandês do século XVII, O Pintassilgo. Este quadro, directa ou indirectamente, vai condicionar tudo o que lhe irá acontecer. A história de Theo, convoluta, atarefada e rica em detalhes, peripécias e personagens, é filmada por John Crowley com o maior cuidado e a melhor arrumação possível, embora o último acto, em que tudo se explica e resolve, seja atabalhoado e confuso. O Pintassilgo é como um maratonis

A Time Out diz
3 /5 estrelas
O Terramoto
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O Terramoto

Na Europa também se fazem filmes-catástrofe, com a grande vantagem de não serem interpretados por Dwayne Johnson, como os de Hollywood. O Terramoto é norueguês, e a continuação de Bolgen: Alerta Tsunami (2015). O realizador mudou (John Andreas Andersen substitui Roar Uthaug), mas os argumentistas são os mesmos (John Kåre Raake e Harald Rosenløw-Eeg), 
tal como o protagonista, o geólogo Kristoffer Joner, interpretado de novo por Kristian Eikjord. Dois anos após os acontecimentos do primeiro filme, Kristian
vive metido em casa e separado da mulher e dos filhos. Quando um colega morre num acidente num túnel, o geólogo põe-se a investigar e descobre que um grande tremor de terra vai atingir Oslo (tal como sucedeu na realidade em 1904). É claro que ninguém acredita
 nele, e Kristian vai tentar pôr a família a salvo antes 
da catástrofe. O filme segue todas as convenções deste subgénero com limpeza, suspense e personagens mais interessantes do que o habitual, e as sequências do terramoto não ficam nada a dever às de um blockbuster americano. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Santiago, Italia
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Santiago, Italia

As “geringonças” sinistras não são uma originalidade portuguesa. Em 1970, Salvador Allende congregou quase toda a esquerda chilena na candidatura presidencial que o levou ao poder, com o apoio essencial dos democratas-cristãos. Socialistas, sociais-democratas, comunistas e outros marxistas tomaram La Moneda pela via democrática, um feito extraordinário em tempo de golpes e revoluções, e em plena Guerra Fria, que gerou entusiasmo no país e
 um alarmismo despeitado em Washington. Entendendo que era preciso impedir que a experiência fizesse escola, o nefasto Richard Nixon pôs a CIA em campo para precipitar a queda do governo, o que acabou por acontecer de forma trágica a 11 de Setembro de 1973. Neste regresso ao documentário, Nanni Moretti começa por mostrar o ambiente de festa que se seguiu à eleição, passa às divergências no seio da coligação e, quando damos por nós, já os militares saíram à rua para “restaurar” a democracia, bombardeando a capital, Santiago, e instaurar uma ditadura que durou até 1990. Allende suicida-se. Pinochet, o general que comanda as tropas, ordena a perseguição imediata
 de esquerdistas mais activos, que encontram na diplomacia italiana um refúgio e a possibilidade de uma nova vida, na Europa, ao contrário do que acontece com os migrantes do Mediterrâneo hoje. E é aqui que o realizador italiano quer chegar: a intenção nunca foi abordar aqueles anos de sonho materializado, que até inspiraram o “compromisso histórico” da política italiana nos anos 1970.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Dor e Glória
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Dor e Glória

Se Dor e Glória é o 8 1⁄2 de 
Pedro Almodóvar, então Antonio Banderas é o seu Marcello Mastroianni. Neste filme semi-autobiográfico, de uma enorme gravidade introspectiva e rememorativa, Banderas faz
 um célebre realizador chamado Salvador Mallo, que está à beira dos 70 anos, é afligido por uma série
 de dores físicas e existenciais, não se consegue dispor a escrever um guião ou a rodar um filme e julga ter deixado para trás os seus dias
 de glória. A exibição, em cópia restaurada, na Cinemateca de Madrid, de um filme que rodou nos anos 80, vai fazê-lo reencontrar Alberto (Asier Etxeandia), um actor com o qual se zangou durante as filmagens, e rever Federico, com
o qual viveu uma grande paixão 
30 anos antes, em Madrid, no
 auge da movida. E Salvador irá também recordar-se da infância
 no campo, pobre mas feliz e cheia de esperança, duas coisas a que hoje já não pode aspirar, e da mãe, primeiro quando jovem (Penélope Cruz) e depois já idosa (Julieta Serrano), pouco antes de morrer. Este filme circunspecto mas semeado de lampejos de comédia, sobre a velhice e o agridoce passar em revista das memórias familiares, amorosas e profissionais, está cheio de melancolia mas também de afectuosidade e ternura, e limpo
de narcisismo e condescendência. Banderas, numa interpretação de grande reserva emocional e em meia-luz anímica, é um taciturno e tocante Salvador.

A Time Out diz
4 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

O Quarto dos Desejos
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O Quarto dos Desejos

O francês Christian Volckman assina esta fita sobre um casal que compra uma casa de campo isolada e descobre que esta tem um quarto que lhes satisfaz todos os desejos materiais. Mas o que mais desejam é um filho, porque a mulher já teve dois abortos. Por Eurico de Barros

Os Sete Anões e os Sapatos Mágicos
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Os Sete Anões e os Sapatos Mágicos

O universo dos contos de fadas tradicionais é parodiado nesta animação digital que envolve personagens das histórias da Branca de Neve e do Feiticeiro de Oz, entre outras. Realização do sul-coreano Sung-ho Hong. Por Eurico de Barros

Segredos Oficiais
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Segredos Oficiais

Keira Knightley e Ralph Fiennes são os principais intérpretes deste thriller político baseado em factos reais e realizado por Gavin Hood. Knightley personifica uma agente dos serviços secretos britânicos que, em 2003, logo após a invasão do Iraque, tornou pública na imprensa uma operação secreta de espionagem anglo-americana, que visava chantagear membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Por Eurico de Barros

Killerman – A Lei das Ruas
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Killerman – A Lei das Ruas

Um filme de acção passado 
em Nova Iorque, em que Liam Hemsworth interpreta o papel de um especialista em lavagem de dinheiro do mundo do crime, que certo dia acorda sem memória e com milhões em contado e em droga junto a ele. Enquanto procura perceber o que se passa, vê-se perseguido por polícias corruptos. Por Eurico de Barros

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
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Os 100 melhores filmes de terror de sempre

Escolher os melhores filmes de terror de todos os tempos é assustador, a todos os níveis. Especialmente tendo em conta a atenção que o género tem recebido em anos recentes, à custa de filmes como Foge ou Hereditário. Parece que, depois de anos nas margens, o cinema de terror está a passar por um momento de adulação crítica. Ainda assim, quando chegou a altura de escolher os filmes mais assustadores de sempre, além dos críticos da Time Out, consultámos aqueles que nunca tiveram medo do terror. Desde o mestre Stephen King a um autor como Guillermo del Toro, passando por amantes do género como Simon Pegg ou o músico Alice Cooper. O resultado é uma lista variada e que inclui, inevitavelmente, algumas escolhas polémicas. Será Alien, o Oitavo Passageiro, o clássico de ficção científica de Ridley Scott, um filme de terror? Faz sentido colocar O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme, na mesma lista que As Noites de Halloween ou O Exorcista? Os críticos e especialistas consultados acharam que sim. Eis os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre
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Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre
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Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre

O potencial cinematográfico (e não só) da ficção científica é quase infinito. É nestes filmes que os nossos maiores pesadelos podem tornar-se realidade e os nossos sonhos concretizar-se, ao mesmo tempo que é dito e posto em causa algo sobre o nosso presente. E o género sempre fez as delícias do público, desde o tempo dos efeitos especiais básicos e rudimentares dos filmes mudos ao excesso digital dos blockbusters contemporâneos. Hoje, no entanto, é a própria crítica quem aplaude e celebra muitos destes filmes, tal como acontece com os super-heróis e o terror. A pensar nisso, elegemos os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre. Recomendado: Cinema alternativo em Lisboa

As melhores séries de televisão

As melhores séries para ver na Netflix
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As melhores séries para ver na Netflix

O catálogo da Netflix, em Portugal, tem algumas falhas. Isso é notório sobretudo nos filmes, mas também nas séries. Só é possível colmatar esse problema devido a umas quantas parcerias estratégicas e ao facto de algumas das melhores produções do momento serem originais do serviço de streaming. O que é inegável é que, com uma ou outra excepção de peso, como Os Malucos do Circo dos Monty Python, a maior parte das séries disponíveis na Netflix foi feita neste século. Fique a conhecer o que de melhor temos disponível por cá, com esta lista das melhores séries para ver na Netflix. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

Seis razões para ligar a televisão esta semana
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Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder. Recomendado: Os filmes em cartaz esta semana

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Brad Pitt
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Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

Leonardo DiCaprio
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Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Robert Rodriguez
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Robert Rodriguez

Filho de mexicanos, mas nascido e criado no Texas, Robert Rodriguez é uma figura de culto de um certo cinema americano. O mundo descobriu-o no início dos anos 90, quando filmou El Mariachi por apenas sete mil e poucos dólares e fez dois milhões de dólares de bilheteira só nos Estados Unidos. De então para cá, dividiu o seu tempo entre violentas homenagens ao cinema de série B com aspirações hollywoodescas (de Aberto Até de Madrugada a Machete), adaptações de banda desenhada (como Sin City – A Cidade do Pecado ou o novo Alita: Anjo de Combate) e até aventuras para toda a família (a série Spy Kids). Alguns dos seus filmes deixam um pouco a desejar, mas outros valem muito a pena. Estes são os melhores filmes de Robert Rodriguez.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.