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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

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15 filmes e séries sobre racismo para combater a indiferença
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15 filmes e séries sobre racismo para combater a indiferença

A morte do norte-americano George Floyd trouxe à luz uma América de preconceito e brutalidade policial, de intolerância e divisão. Mas trouxe, também, uma discussão que nunca deixou de estar em cima da mesa: a história do país e a forma como este esteve sempre embebido no racismo e na discriminação. A realidade é que, apesar da abolição da escravatura, implementada nos Estados Unidos pela 13.ª Emenda (que é também um documentário e que pode ver de forma gratuita no YouTube), em 1865, a sociedade continua dividida e a braços com essa herança. A literatura retratou-o muitas vezes, e há recursos que nos ajudam a compreender a problemática em vários meios, mas o audiovisual é talvez o mais forte. Como se percebe por estes 15 filmes e séries sobre racismo. Recomendado: O melhor da Netflix: filmes e séries para maratonas sem fim

Se 'White Lines' fosse cocaína, era 95% pó de talco
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Se 'White Lines' fosse cocaína, era 95% pó de talco

★☆☆☆☆ Uma rapariga inglesa deixa a sua Manchester natal para ir resolver o mistério do assassínio do irmão, cujo cadáver foi encontrado 20 anos depois do seu desaparecimento. Esta é a premissa da série hispano-inglesa White Lines (Netflix). E se eu disser que o irmão da dita rapariga era DJ e se tinha instalado em Ibiza nos anos 90, o que nos vem logo à cabeça é música techno, raves a todo o pé de passada, sexo em várias declinações, drogas, traficantes das ditas vindos do Leste e muito tatuados, hippies velhos convertidos ao espiritualismo New Age, ou ricaços espanhóis donos de discotecas, metidos em negócios escuros e associados a chungas ingleses. É de tudo isto, e ainda mais algumas coisas, que é feita White Lines, o que a torna num enorme cliché, composto por uma miríade de clichés mais pequenos. É como uma construção da Lego em que cada peça é um lugar comum, uma personagem-tipo, uma situação feita, um estereótipo narrativo, um diálogo já ouvido mil vezes, um bordão, uma inverosimilhança chapada. E custa vermos Nuno Lopes metido nesta série, grande candidata a pior da quarentena, no papel ingratamente limitado de um director de segurança de discotecas engatatão e pau para toda a obra criminosa. Se White Lines fosse cocaína, era 95% pó de talco.

Dez séries novas que vão estrear nos próximos tempos
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Dez séries novas que vão estrear nos próximos tempos

Não param de se estrear séries nos canais tradicionais, nos pagos e em streaming, para ficarmos entretidos enquanto a pandemia durar e tivermos que estar fechados e em segurança em casa. Fomos examinar a nova leva de títulos propostos até ao final deste mês pelos vários canais, sobretudo os especializados, e pelos serviços de streaming, e fizemos uma selecção o mais aberta e variada possível, nos géneros, registos e na proveniência. As novidades escolhidas incluem séries como Mrs. America, The Big C, Dispatches From Elsewhere , Penny Dreadful: City of Angels e até uma produção da Coreia do Sul, Extracurricular.  Recomendado: Guia TV: filmes para ver em tempo de ficar em casa

O melhor da Netflix: filmes e séries para maratonas sem fim
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O melhor da Netflix: filmes e séries para maratonas sem fim

Às vezes o mais difícil é escolher. Por onde começar ou o que ver a seguir. Os amigos não são unânimes nas sugestões: todos têm a sua série ou filme favorito e o complicado é acompanhar o andamento da carruagem. Depois, há aquele filme de que todos estão a falar. E para complicar as contas, novos títulos a serem adicionados todas as semanas. Parece uma canseira, mas não desespere nem se desoriente. Estamos cá para o ajudar. Diga-nos como se sente e o que procura e diremos o que ver a seguir na Netflix. Recomendado: As melhores séries do momento

As melhores séries de televisão

Cinco séries para ver em Agosto
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Cinco séries para ver em Agosto

Ao contrário do que havia acontecido em 2019, este ano o calendário de estreias é menos abastado. Faz sentido, tendo em conta a estranheza do ano, os adiamentos, cancelamentos e toda a incerteza que paira sobre a indústria neste momento. Ainda assim – para bem da nossa existência –, continuam a chegar algumas apostas: das mais frescas, como Lovecraft Country, a original HBO, e Hoops, série animada e muito pouco correcta que chega pela Netflix, à estreia da terceira temporada de The Handmaid's Tale no TVCine Emotion, vai conseguir arranjar motivos para não querer sair de casa. A menos que o calor aperte consigo. De qualquer forma, se assim não for, ponha os olhos nestas cinco séries para ver em Agosto. Recomendado: As melhores séries do momento

As melhores séries do momento
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As melhores séries do momento

Não param de se estrear novas e boas séries. Com a chegada da Netflix, HBO, Amazon Prime e outras tantas ao radar nacional, a vida ficou bastante mais complicada. No bom sentido, claro; é que o que não falta são produções muito bem conseguidas para ver, da segunda temporada de Narcos: Mexico à chegada de Feud: Bette and Joan, a série que nos conta a rivalidade entre as actrizes Bette Davis e Joan Crawford. Tente evitar as maratonas nocturnas – ou não –, tenha atenção aos spoilers que aqui vai ver e siga as nossas sugestões das melhores séries do momento. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

As 23 séries da HBO que tem de ver
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As 23 séries da HBO que tem de ver

Desde que chegou a HBO (para não falar nos outros serviços de streaming que apareceram entretanto) ficou ainda mais complicado gerir a agenda – e não falamos apenas da vida social, mas do calendário de estreias de séries. A pensar nisso, fizemos-lhe uma selecção das séries na HBO que vale a pena ver e que nunca o farão perder tempo. Recuperamos os clássicos que não pode perder e as novidades que têm dado que falar. De Os Sopranos e A Guerra dos Tronos até à aclamada Zero Zero Zero, de Roberto Saviano, estas são as 23 séries na HBO que tem de ver. Recomendado: O melhor da Netflix   

Dez séries na Amazon Prime Video que valem a pena
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Dez séries na Amazon Prime Video que valem a pena

Hoje, o difícil é escolher. As plataformas de streaming revolucionaram o mercado dos filmes e séries e é lá que se encontra o melhor da ficção e não-ficção. A Amazon de Jeff Bezos não quis ficar de fora da corrida e criou a sua plataforma, o Prime Video. Em 2016, o serviço ficou disponível em Portugal para gáudio dos amantes da arte de fazer streaming e elaborou um catálogo com conteúdos para todos os gostos. Fazem parte do cardápio clássicos como Seinfeld ou A Teoria do Big Bang e séries aclamadas pela crítica nos últimos anos como Mr. Robot, The Walking Dead ou The Good Wife. Recomendado: As séries originais que tem de ver na Amazon Prime

Oito séries originais que tem de ver na Amazon Prime
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Oito séries originais que tem de ver na Amazon Prime

No mundo das plataformas de streaming e da criação de conteúdos originais, há um rol significativo de opções por onde escolher. A Amazon de Jeff Bezos lançou, em 2016, o seu serviço pago de streaming de séries e filmes em Portugal, que continua a conquistar novos assinantes, e a apostar na criação de conteúdos originais feitos e protagonizados por nomes sonantes. A adaptação da obra de Philip K. Dick, The Man in The High Castle foi uma das primeiras apostas bem-sucedidas. Seguiram-se Transparent, The Marvelous Mrs. Maisel, Fleabag e muitas outras. Recoste-se e desfrute das melhores séries que este serviço online tem para lhe dar. Recomendado: As melhores séries de comédia de sempre

11 novas séries da Netflix que vale a pena ver
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11 novas séries da Netflix que vale a pena ver

Não é possível falar de séries sem falar do serviço de streaming. É muito graças à forte aposta da Netflix na produção audiovisual que o panorama televisivo melhorou nos últimos anos. É a nova era dourada da televisão. Todas as semanas se estreiam no popular serviço de streaming séries e filmes que não se encontram em mais lado nenhum. O difícil muitas vezes é, na verdade, acompanhar o ritmo. Como escolher o que ver quando a opção é tanta? Damos-lhe uma ajuda, apontando as séries novas da Netflix que vale a pena ver.  Recomendado: Dez séries originais Netflix que tem de ver

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Os melhores filmes musicais deste século
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Os melhores filmes musicais deste século

A exemplo do western, o filme musical é um género clássico cuja morte é regularmente anunciada. Mas a verdade é que continuam a ser feitos musicais nos Estados Unidos e também, a espaços, na Europa. Certo é que a força não é a mesma que fez de títulos como O Feiticeiro de Oz ou Serenata à Chuva pedaços inesquecíveis de cinema, mas se as grandes produções dentro do género continuam a levar gente às salas de cinema e, mais tarde, aos sofás de casa, é um claro sinal de que alguma coisa continua a ser bem feita. Na lista que se segue encontra alguns desses exemplos; cinema bem feito, com um toque fresco, com uma visão diferente, com uma prestação memorável. São os melhores filmes musicais deste século. Recomendado: Os melhores filmes de luta no cinema

Os melhores filmes gay
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Os melhores filmes gay

Nas últimas décadas, o preconceito parece ter-se esbatido. Não é que a posição da indústria em relação ao assunto seja unânime, mas há cada vez mais espaço para grandes histórias que, numa outra altura, teriam ficado arquivadas na gaveta. Ainda bem que assim o é, caso contrário, títulos como Felizes Juntos, de Wong Kar-Wai, Os Rapazes Não Choram, de Kimberly Pierce ou Moonlight, de Barry Jenkins nunca teriam chegado à tela. Na lista abaixo estão 13 filmes gay essenciais a qualquer cinéfilo, mas há sempre espaço a mais. Arranje tempo e não lhes tire os olhos de cima. Recomendado: Os melhores filmes italianos sobre amor e traição

Dez filmes de adolescentes para ver na Netflix
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Dez filmes de adolescentes para ver na Netflix

Vamos à parte honesta: a adolescência é um interminável conjunto de situações estranhas, experiências novas, inesperadas, castigos sociais, dores de crescimento, paixões não correspondidas (ou sim). É também um poço sem fundo para todo o tipo de urgências, porque tudo é hoje, porque crescer é a única coisa que interessa, porque a idade adulta parece incrível. E como é que se retrata tudo o que cabe na psique de um teenager? Não há uma resposta empírica. O que há, são tentativas infindáveis, ao longo de décadas, em traduzi-las no ecrã para que tudo pareça um bocadinho mais simples. E a Netflix tem no seu catálogo alguns dos títulos que vão resumindo – mal ou bem – aqueles anos. Eis dez filmes de adolescentes para ver na Netflix. Recomendado: 13 filmes românticos para ver na Netflix

Ir de viagem com o cinema: Sete filmes para ver o mundo sem sair de casa
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Ir de viagem com o cinema: Sete filmes para ver o mundo sem sair de casa

Graças ao cinema, podemos viajar para todo o mundo sem sair de casa. Numa altura tão crítica como aquela que estamos a viver, em que não podemos sequer deixar os nossos lares, eis um conjunto de filmes em que podemos ir livremente, e sem gastar um cêntimo, até ao Tibete com Brad Pitt, ao principado do Mónaco de iate de luxo com Adam Sandler e Jennifer Aniston, ao Mali de carro com Jean Reno, surfar na Califórnia na companhia de Helen Hunt, ou ir à Tanzânia com John Wayne, entre outros. Recomendado: Guia TV: filmes para ver em tempo de ficar em casa

Os piores e os melhores filmes da Marvel
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Os piores e os melhores filmes da Marvel

Por muito que a gente adore o Homem-Aranha de Sam Raimi (e até ache alguma piada a O Incrível Hulk de Ang Lee), o universo cinematográfico da Marvel só começou a ganhar forma em 2008, com o Homem de Ferro de Jon Favreau. E passados mais de dez anos encontra-se em grande, com filmes como Black Panther, de Ryan Coogler, a ganharem Óscares. Mas não foi fácil chegar até aqui. Sabendo que nos estamos a pôr a jeito das caixas de comentários, elencámos os 23 capítulos desta narrativa épica estreados até à data. Eis os piores e os melhores filmes da Marvel. Recomendado: Filmes 'Star Wars': dos melhores aos piores

Os piores e os melhores filmes de ‘Star Wars’
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Os piores e os melhores filmes de ‘Star Wars’

Será O Império Contra-Ataca, realizado por Irvin Kershner em 1980, o melhor de todos os filmes de Star Wars? E será mesmo A Ameaça Fantasma (1999), de George Lucas, o pior? Mas onde se encaixam aventuras paralelas como Rogue One (2016), de Gareth Edwards, ou Han Solo (2018), creditado a Ron Howard, no meio disto tudo? Agora que parece ter chegado ao fim a saga dos Skywalker, iniciada há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante, respondemos a estas e outras perguntas com uma lista em que cabem todos os filmes da série. Recomendado: As melhores personagens de Star Wars

Últimas críticas

O Jardim Secreto
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O Jardim Secreto

O clássico da literatura infantil O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett, publicado em 1911, teve já milhentas adaptações ao cinema e à televisão. Marc Munden, o realizador desta nova, não conhece o significado da velha frase “Em equipa que ganha não se mexe”. Ele e o argumentista Jack Thorne mexeram de tal forma na história original de Hodgson que borraram a pintura toda. Aceita-se que o enredo tenha sido mudado do início do século XX para o pós-guerra. O que já não se percebe é que uma personagem tão fundamental como Ben Weatherstaff, o jardineiro dos Craven, tenha sido eliminada, que se tenha inventado um incêndio no final e que, sobretudo, o jardim secreto que dá o título ao livro seja absurdamente descomunal, feérico e irreal, desenraizando o filme do seu quadro de realismo bucólico e transportando-o de forma despropositada e desastrada para uma dimensão fantástica. Colin Firth e Julie Walters andam a apanhar bonés e Dixie Egerickx faz uma aceitável Mary Lennox. A versão de 1993 produzida por Francis Ford Coppola e realizada por Agnieszka Holland continua imbatível.

A Time Out diz
1 /5 estrelas
Posto de Combate
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Posto de Combate

É uma situação clássica do cinema de acção e aventura. Um pequeno grupo de soldados, destacado para um forte bem dentro de território inimigo, vê-se atacado por forças numericamente superiores e mais bem equipadas, e tem que se defender com unhas e dentes até o socorro chegar. No cinema americano, já a vimos muitas vezes em westerns e em filmes bélicos, passados na II Guerra Mundial, na da Coreia ou no Vietname, com cenários ficcionais ou reais. É precisamente essa a situação de Posto de Combate, de Rod Lurie, situado no Afeganistão, num posto avançado do exército americano, onde, em Outubro de 2009, 53 soldados aguentaram o ataque de centenas de talibãs, travando a Batalha de Kamdesh, a mais sangrenta de toda a presença dos EUA naquele país e que originou um grande número de condecorações, oito das quais a título póstumo. O filme baseia-se no livro The Outpost: An Untold Story of American Valor, do jornalista Jake Tapper. O Posto Avançado Keating era conhecido como “Posto Custer”, porque se dizia que não haveria sobreviventes no caso de ataque inimigo. Contra as mais básicas regras militares, estava instalado na base de três montes, ao invés de no topo de um destes, deixando as tropas totalmente expostas. Isto porque na altura o general Stanley McChrystal, com o assentimento do presidente Barack Obama, tinha posto em prática no Afeganistão um programa de contra-insurgência assente no contacto o mais facilitado possível dos militares no terreno com os afegãos, que recebiam ap

A Time Out diz
3 /5 estrelas
O Adeus à Noite
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O Adeus à Noite

Muriel (Catherine Deneuve) tem uma quinta e um centro equestre no Sudoeste de França. Um dia, o seu neto Alex (Kacey Mottet Klein) vem visitá-la, antes de partir para o Canadá com a namorada muçulmana, onde vão trabalhar. Mas Muriel descobre que não só Alex se converteu ao Islão, como o seu verdadeiro destino é a Turquia, de onde vai alcançar a Síria para combater com os jihadistas. A conversão do neto pela namorada foi acompanhada pela sua radicalização. Em desespero, Muriel recorre a tudo para convencer o rapaz a desistir. Em O Adeus à Noite, André Téchiné trata o tema da radicalização dos jovens franceses não em tom de thriller ou de história de fundo político-social, mas num quadro de drama familiar, mostrando o seu efeito numa família já de si desamparada (a mãe de Alex morreu e o pai voltou a casar-se e mudou-se para longe). Tirando uma ou outra facilidade, este é um filme de grande justeza narrativa e emocional sobre uma avó que não quer perder o neto para as forças do fanatismo e da barbárie. No seu oitavo filme com Téchiné, Deneuve é discretamente imponente.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
A Flor da Felicidade
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A Flor da Felicidade

E se me vez de antidepressivos sob a forma de comprimidos, houvesse uma planta de casa que tivesse exactamente o mesmo efeito destes? Essa planta está no centro de A Flor da Felecidade, que a austríaca Jessica Hausner (Lourdes) rodou em Inglaterra. Alice (Emily Beecham, eleita Melhor Actriz no Festival de Cannes) é uma botânica e mãe divorciada que desenvolveu geneticamente, num moderno laboratório, com o seu colega Chris (Ben Whishaw), que está secretamente apaixonado por ela, uma flor vermelha que exige muita atenção para a sua conservação – convém até que lhe falem todos os dias –, mas que recompensa todo este desvelo com um perfume que não só é agradável como também deixa as pessoas a sentirem-se mais felizes. Alice baptizou a flor com o nome do filho, Little Joe, e alguns colegas não deixaram de a criticar por ela a ter feito estéril, já que isso não é natural. Mas Alice não lhes presta atenção, e agindo contra as normas do laboratório, leva uma flor para casa, para mostrar ao filho adolescente. Entretanto, começam a acontecer coisas estranhas. Todas as plantas que estavam ao pé das Little Joe de Alice começam a definhar de súbito e morrem. O cão de uma outra botânica, que por ter estado de baixa com problemas psicológicos, foi autorizada a levar o animal para o laboratório, começa a comportar-se de forma anormal e vira-se à dona. E o filho de Alice, que não era nada chegado ao pai, comunica de repente à mão que tem vontade de ir viver com ele. Pouco a pouco, as pessoas

A Time Out diz
2 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

Zé Pedro Rock 'n' Roll
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Zé Pedro Rock 'n' Roll

A música não é coisa alheia a Diogo Varela Silva, o realizador de Zé Pedro Rock’n’Roll, que tem na filmografia títulos como Fernando Maurício – O Rei Sem Coroa, ou Celeste, este sobre Celeste Rodrigues, irmã de Amália. Varela Silva era amigo do falecido guitarrista dos Xutos & Pontapés e este documentário biográfico é feito com a emoção e o entusiasmo de quem quer homenagear o seu amigo e músico carismático, e mostrar a pessoa extraordinária, fixe, inspiradora, despretensiosa e amiga do seu amigo que Zé Pedro era. O filme poderia também chamar-se Zé Pedro, o Rocker Porreiro. É um trabalho organizado, arrumado, bem explicado, com muitas fotos, imagens de arquivo e depoimentos de familiares e amigos de Zé Pedro, críticos e músicos, que não omite a referência, embora com um certo pudor, aos excessos de copos e drogas do biografado. Essa proximidade do realizador com Zé Pedro tira alguma distância crítica ao filme, apontado certeiramente aos seus fãs e à tribo de incondicionais dos Xutos.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Patrick
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Patrick

Na primeira longa-metragem do actor Gonçalo Waddington, um rapaz de 21 anos, Patrick, é detido pela polícia em Paris, na casa do namorado, na sequência de uma festa barulhenta. Este delito menor transforma-se em algo muito mais grave. No computador de Patrick, a polícia descobre vídeos dele a exercer violência sexual em raparigas e, ainda menor, envolvido com um homem muito mais velho. É que Patrick chama-se na realidade Mário e foi raptado em Portugal por um pedófilo quando era criança. Após esta abertura promissora, Patrick auto-destrói-se, por causa de uma descomunal e inacreditável inverosimilhança no argumento. Não só o rapaz não fica detido para a polícia investigar quem o raptou e apurar os detalhes da sua arrepiante história de vítima de pedofilia, como é libertado e recambiado para casa da mãe, em Portugal, sem pulseira electrónica ou vigilância das autoridades, e com direito a boleia de um inspector da PJ. O filme implode por défice de plausibilidade e deixa-nos a contar os minutos que faltam até acabar, porque deixámos simplesmente de acreditar no que se passa na tela.

A Time Out diz
1 /5 estrelas
The Operative - Agente Infiltrada
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The Operative - Agente Infiltrada

Yiftach Atir, o autor do livro The English Teacher em que The Operative – Agente Infiltrada se baseia, é um ex-membro dos serviços secretos israelitas, o que se reflecte logo na caracterização das personagens, na verosimilhança da descrição do funcionamento dos mecanismos internos e no modo de actuação dos seus agentes, e na quase ausência de espectacularidade desta fita do seu compatriota Yuval Adler. Diane Kruger é Rachel, uma mulher desenraizada e solitária recrutada pela Mossad para se instalar em Teerão como professora de Inglês e infiltrar-se numa firma que faz componentes electrónicos, o que implica envolver-se com o dono, Farhad (Cas Anvar), um jovem empresário ocidentalizado e de boas famílias. Escorado na sóbria interpretação de Kruger, Adler filma em detalhe e sem espalhafato o dia-a-dia de Rachel numa sociedade estranha e vigiada em que não pode dar nas vistas, e o seu trabalho secreto, até ao momento em que consciência, coração e lealdades entram em conflito. Este é um bom, parcimonioso e portátil filme de espionagem, onde o intimismo substitui a acção.

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Ofélia
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Ofélia

Clive Owen, Naomi Watts, Daisy Ridley e George MacKay encabeçam o elenco deste filme que vira do avesso o Hamlet de William Shakespeare, para contar a história da peça do ponto de vista da personagem da jovem Ofélia.

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Os melhores filmes de...

Brad Pitt
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Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

Leonardo DiCaprio
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Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Robert Rodriguez
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Robert Rodriguez

Filho de mexicanos, mas nascido e criado no Texas, Robert Rodriguez é uma figura de culto de um certo cinema americano. O mundo descobriu-o no início dos anos 90, quando filmou El Mariachi por apenas sete mil e poucos dólares e fez dois milhões de dólares de bilheteira só nos Estados Unidos. De então para cá, dividiu o seu tempo entre violentas homenagens ao cinema de série B com aspirações hollywoodescas (de Aberto Até de Madrugada a Machete), adaptações de banda desenhada (como Sin City – A Cidade do Pecado ou o novo Alita: Anjo de Combate) e até aventuras para toda a família (a série Spy Kids). Alguns dos seus filmes deixam um pouco a desejar, mas outros valem muito a pena. Estes são os melhores filmes de Robert Rodriguez.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.