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Do pequeno ao grande ecrã, o que está em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas

Dez grandes monstros extraterrestres do cinema
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Dez grandes monstros extraterrestres do cinema

Os marcianos de Tim Burton e de Steven Spielberg, o Alien de Ridley Scott, a Coisa de Howard Hawks e John Carpenter, e até palhaços carnívoros do espaço sideral, todos têm lugar nesta selecção de perigosos extraterrestres.

Séries de televisão: acabou-se a vida social em 2017
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Séries de televisão: acabou-se a vida social em 2017

2017 vai ser um grande ano para os viciados em séries de televisão. Estas são as séries de televisão que nos vão tirar horas de sono, e de vida social, em 2017.

Seis papéis de Carrie Fisher fora de 'Guerra das Estrelas'
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Seis papéis de Carrie Fisher fora de 'Guerra das Estrelas'

Woody Allen, John Landis, Rob Reiner ou Joe Dante foram alguns dos realizadores de primeiro plano que dirigiram a falecida Carrie Fisher nos melhores filmes que ela fez fora do universo de Guerra das Estrelas.

Os melhores e os piores filmes da Disney
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Os melhores e os piores filmes da Disney

Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças?

Os dez melhores filmes de 2016
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Os dez melhores filmes de 2016

Animações, documentários e ficções vindas da Argentina, Japão, França, EUA, Irlanda ou de Portugal, formam a lista dos "dez mais" da Time Out deste ano. Eis a lista dos dez melhores filmes de 2016.

As últimas críticas de cinema

O Estado das Coisas
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O Estado das Coisas

Sem Hammett e as chatices que o produtor Francis Ford Coppola deu a Wim Wenders durante a rodagem, o mais certo era O Estado das Coisas não existir, ou, a existir, ser muito diferente. Contudo, como diria o outro, ele vive. E não é só por ser a preto e branco, ou a direcção de fotografia ser de Henri Alekan, que é um petisco para cinéfilos. Há mais de 30 anos, as coisas não corriam nada bem entre o realizador alemão e os seus produtores em Hollywood. Aproveitando um intervalo nas filmagens, Wenders vem para Portugal, instala-se na Praia Grande e (com uma passagem narrativa fundamental e conclusiva por Los Angeles) cria uma obra em que uma equipa de filmagens é forçada a parar tudo quando o dinheiro acaba e o fornecimento de película estanca no meio de uma disputa, digamos, conceptual, entre os produtores americano (Allen Goowitz) e europeu (Patrick Bauchau). O pretexto é como fazer uma versão de O Dia do Fim do Mundo, dirigido por Roger Corman em 1955 (que, para grande salivação cinéfila, terá o seu papel neste filme, assim como os realizadores Samuel Fuller e Artur Semedo, ou o argumentista Robert Kramer), mas em causa estão dois conceitos de cinema. Sem Os Sobreviventes para filmar, a equipa fala. Fala de cinema, no momento em que, quer o papel do autor, quer o da arte estavam definitivamente a ser postos em causa – ideológica e comercialmente – pelo desenvolvimento dos blockbusters e pela cada vez maior hegemonia de películas americanas na Europa. É, a esta distância, cla

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
A Morte de Luís XIV
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A Morte de Luís XIV

No dia 1 de setembro de 1715, o rei Luís XIV Morreu, em Versalhes, com 76 anos, das consequências de gangrena numa perna, e após uma semana de agonia. Ao longo de quase duas horas, o realizador catalão Albert Serra recria, num cerrado, pictórico e claustrofóbico ambiente de câmara (nunca se sai do quarto do monarca – um impressionante Jean-Pierre Léaud –, onde todos acorrem, dos médicos aos membros do seu círculo íntimo e ao neto, o futuro Luís XV) os últimos dias do Rei-Sol, apoiando-se na narrativa de uma testemunha, o marquês de Dangeau. É a morte do homem e também a do símbolo supremo de poder que Serra recorda, embora esta última dimensão seja escassamente vincada. Afinal, uma das frases proferidas pelo rei no seu leito de morte, foi: “Vou-me, mas o Estado ficará sempre”.

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Homenzinhos
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Homenzinhos

As querelas sobre imobiliário dão bom material quer para comédias, quer para dramas, e é sobre uma dessas que Ira Sachs lança as fundações do enredo do seu novo filme, Homenzinhos, como aliás já havia feito no anterior, O Amor é uma Coisa Estranha. Brian Jardine, um actor (Greg Kinnear) herda do seu falecido pai um prédio de dois andares em Brooklyn e muda-se para lá com a mulher (Jennifer Ehle) e o filho adolescente, Jake (Theo Taplitz). A locatária da loja de costura que dá para a rua, uma latina chamada Leonor (Paulina Garcia) sempre beneficiou de um regime de favor do pai de Brian em termos de renda. Só que este e a irmã acham que o que ela paga é muito pouco e decidem aumentar a renda consideravelmente, o que põe as duas famílias em rota de colisão. Entretanto, o sensível Jake travou-se de amizade com Tony (Michael Barbieri), o expansivo filho de Leonor, e o confronto entre os familiares de ambos vai ser um desafio e um teste a essa amizade. Não há lados com e sem razão nesta história, já que Sachs, no seu estilo discreto, encontra justificações aceitáveis das duas partes para se comportar como comportam (a grande culpada acaba por ser a negregada “gentrificação”), se bem que o filme tivesse beneficiado com mais conflito, e a resolução da história seja previsível na sua aparente não-convencionalidade “realista”. Taplitz e Barbieri são ambos óptimos nos miúdos com feitios diferentes e que dão o exemplo aos seus maiores.

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Miss Sloane - Uma Mulher de Armas
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Miss Sloane - Uma Mulher de Armas

A interpretação de Jessica Chastain como Elizabeth Sloane, uma temível lobista profissional, é mesmo a única razão para perdermos tempo com este filme de John Madden, que aborda o tema do controlo de armas nos EUA de forma moralista, previsível e tendenciosa.

A Time Out diz
  • 2 /5 estrelas
Manchester by the Sea
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Manchester by the Sea

O naturalismo bisonho e infeliz de ‘Manchester by the Sea’, de Kenneth Lonergan, fez delirar a crítica americana. Eurico de Barros encontrou um bom, sério e comovente filme que há 20 ou 30 anos faria parte da produção média de Hollywood, mas hoje faz figura de fenómeno.  O cinema americano está de tal forma dominado pelo fantástico e pela ficção científica, sobretudo sob a forma dos filmes de super-heróis, que o aparecimento de uma fita como Manchester by the Sea, de Kenneth Lonergan (You Can Count on Me, Margaret) com o seu realismo plúmbeo e ao alcance da mão, a sua história de infelicidade vivida e dirimida em família e as suas personagens reconhecivel e falivelmente humanas, e ainda a sua oposição aos clichés “positivos” e “inspiradores” de Hollywood, fez a crítica dos EUA embandeirar em arco e proclamar que tínhamos obra-prima. Isto diz muito sobre o enorme défice do chamado cinema de produção média da indústria cinematográfica americana. Há 20 ou 30 anos, quando essa produção média existia e prosperava, Manchester by the Sea seria mais um (bom) filme representativo dela. Hoje, num cenário em que, entre os blockbusters de super-heróis, de fantasia e ficção científica produzidos em série(s) pelos grandes estúdios com os olhos no mercado global, e as produções mais modestas e em geral independentes, há um enorme vazio.  Vazio esse que é muito esporadicamente povoado por filmes como este, transformados em fenómenos pela comunidade crítica, e com a respectiva expressão em

A Time Out diz
  • 4 /5 estrelas

Óscares 2017

Os filmes que ganharam mais Óscares
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Os filmes que ganharam mais Óscares

Titanic, Ben-Hur, a terceira parte da trilogia O Senhor dos Anéis ou West Side Story-Amor sem Barreiras estão entre os filmes recordistas de Óscares na história do cinema.   Recomendado: Os filmes mais esperados até aos Óscares

Óscares: Sete filmes que não deviam ter ganho
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Óscares: Sete filmes que não deviam ter ganho

Como o cinema é uma arte, a sua interpretação é sempre subjectiva. A obra-prima de uns é lixo estético para outros e vice-versa. Não há volta a dar. Mesmo quando O Touro Enraivecido perde para Gente Vulgar, ou o preconceito rouba o prémio a O Segredo de Brokeback Mountain. Mas que há injustiças, há. Lá vão, subjectivamente, sete.   Recomendado: Os filmes que ganharam mais Óscares

Óscares: sete bandas sonoras invulgares
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Óscares: sete bandas sonoras invulgares

Alguns, como John Williams, alinham Óscares uns atrás dos outros com grandiloquência. Outros, como Nino Rota ou Henri Mancini, são mais discretos. E Ryuchi Sakamoto, então, cria ambientes como poucos, ou talvez só como Max Steiner outrora o fez. Sete exemplos excepcionais e bastante distintos seguem já a seguir. São bandas sonoras inesquecíveis – e premiadas pela Academia de Hollywood com o Óscar. 

Sete grandes realizadores que nunca ganharam Óscares
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Sete grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

Nem sempre os melhores realizadores são aqueles que ganham Óscares, e já por muitas vezes as estatuetas de Hollywood desta categoria foram parar às mãos erradas, deixando de mãos a abanar quem as merecia.

A caminho dos Óscares 2017

Filmes em cartaz

Assassin's Creed
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Assassin's Creed

Há cada vez mais filmes que se confundem com jogos de vídeo, e cada vez mais os jogos de vídeo são feitos como se fossem filmes, nos meios técnicos, nos orçamentos, na sofisticação visual e até no recurso a actores famosos para captação de movimentos e uso das vozes. E alguns desses jogos até já dão mais lucro que muitos filmes. Este Assassin’s Creed transporta para a tela o célebre jogo homónimo, e é uma mixorofada primária, maçadora, interminável, risível, visual e sonoramente agressiva e ultra-violenta, onde os Templários (pobres deles!) são os vilões e os Assassinos do título os heróis, disputando a posse da Maçã do Éden. Enquanto isso, vários actores que estimamos (Michael Fassbender, Jeremy Irons, Marion Cottilard, etc.) tentam não perder a dignidade no meio da confusão, do ridículo e de diálogos atrozes. No final, fica a ameaça de uma continuação. Fujamos!

A Time Out diz
  • 1 /5 estrelas
Poesia sem Fim
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Poesia sem Fim

Ainda nem chegaram os dez minutos e, tumba, um livro de Garcia Lorca já voou pela janela, o atirador já chamou maricas ao poeta e ao leitor, seu filho, que há-de ser médico, quer queira quer não queira, mesmo com uma mãe que fala cantando e uns amigos dados à excentricidade. O realismo do último (e segundo, em uma série de cinco previstos) filme descaradamente autobiográfico de Alejandro Jodorowsky, nestas breves cenas já titubeante, acaba definitivamente aqui. E recomeça a viagem pelo surrealismo (facção psicanalítica) do realizador chileno através da sua vida. Ter visto A Dança da Realidade (2013) ou não é indiferente para a compreensão deste novo tomo da história do autor de El Topo e A Montanha Sagrada, obras que na longínqua década de 1970 lhe deram a fama e o proveito de um estilo próprio e peculiar que sistematicamente vem repetindo desde então. Escrevi compreensão, mas a palavra-chave para usufruir a película é mais decifração, ou talvez aceitação. A aceitação de participar num jogo onde, quando pensamos ter compreendido as regras, verificamos que elas mudaram sem acrescentar qualquer mais-valia dramática ou desportiva (facção psico). O que na verdade nem importa, pois estamos de facto perante o egocentrismo de um autor a tentar mostrar aos incréus como chegou a uma, digamos, filosofia de vida única e independente lutando contra a resignação e o preconceito. O que não deixa de ser, pronto, assim, estilo, sei lá… giro.

A Time Out diz
  • 2 /5 estrelas
Na Via Láctea
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Na Via Láctea

Ora, como é costume no cinema de Emir Kusturica, este regressa ao território e ao tempo da Guerra da Bósnia para encenar, no meio de grande fogo de artifício, a história de amor entre um leiteiro sérvio comprometido e uma misteriosa refugiada ítalo-sérvia ainda mais comprometida. Entre um cenário de caos e destruição e nonsense, com as forças conflituosas, as tropas das Nações Unidas, mais um senhor de guerra em missão militar-sentimental e seus comandos, uma cobra com gosto por leite e mau feitio e um falcão pouco leal; um sortido de bandidos, ciumeira, muito álcool e tiroteio e inevitável pop balcânica... Enfim, a cacofonia cinematográfica habitual. Pois se há alguma coisa de novo em Na Via Láctea é o realizador fazer no seu filme o que tem feito no de outros: representar. Ainda estará longe o dia em que “ver um Kusturica” ao domingo em televisão de canal aberto será um entretenimento tão normal, saudável e alienatório como hoje é passar a tarde a ver (não há maneira de dizer isto sem incomodar alguém) Virgem aos 40 Anos ou o Batman de Tim Burton. Exagero? Admito. A verdade, contudo, é que a última película com valor no portefólio do director sérvio, Gato Preto, Gato Branco, já tem quase 20 anos. E longe está a época em que No Tempo dos Ciganos (1988) confirmava um cineasta prometedor e estimulante, ou Era Uma Vez um País (o título português de Underground, de 1995) parecia mostrar um génio em acção. Kusturica passou a ser uma marca, prolongada por outros filmes e documen

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Autobiografia
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Autobiografia

“Amei muito o Mário, o que não dizer que fôssemos amantes, não fomos”. As palavras de Cruzeiro Seixas marcam o documentário de Cláudia Rita Oliveira. Filme destinado a mostrar a obra de um representante do surrealismo praticamente esquecido, tomada pelo amor nascido da longa amizade com Mário Cesariny. O que explica a sua exibição em conjunto com Autografia, versão restaurada do documentário realizado por Miguel Gonçalves Mendes, em 2004 – onde a realizadora de As Cartas do Rei Artur foi operadora de câmara. É, pode-se dizer, a história de um desencontro amoroso. Não era necessariamente para ser assim, mas são estranhos os caminhos do cinema e nem com a previsibilidade do documentário se pode contar. Aconteceu na película de Cláudia Rita Oliveira. Cruzeiro Seixas – As Cartas do Rei Artur é arrebatada pelo protagonista, melhor, pela sua paixão pelo amigo de infância revelada como uma espécie de fluxo de consciência e ilustrada por extractos de poemas e cartas, muitas cartas trocadas e dispostas entre memórias outras e das mais variadas. É uma relação com altos e baixos. Baixos muito baixos e muito tardiamente resolvidos; baixos de uma intensidade que transborda para a obra – controversa, como, aliás, a de todos os mal-amados surrealistas portugueses – como um prolongamento da vida. E é uma história de alguém magoado pelo abandono, pelo desaparecimento dos amigos, pelo que podia ter sido e não foi. Dirigido de maneira um pouco mais convencional, mas nem por isso menos substan

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Mais filmes nos cinemas

Notícias de cinema

“The Crown”: cada vez mais provável contar com mais quatro temporadas
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“The Crown”: cada vez mais provável contar com mais quatro temporadas

Nos Globos de Ouro, The Crown recebeu dois grandes prémios – melhor actriz, para Claire Foy, e melhor série na categoria Drama. Por isso, não é de estranhar que quando a Time Out falou com o produtor da série, Stephen Daldry estivesse a prever um longo futuro para a série da Netflix sobre a família real britânica. “Estamos a meio das negociações neste momento,”, garantiu Daldry quando questionado sobre se o mundo podia esperar mais episódios de The Crown. Já sabemos que vai existir uma segunda temporada este ano – está agora a ser gravada – mas Daldry já está a olhar mais à frente, para as três temporadas que se seguirão. “Estamos a negociar as temporadas três, quatro e cinco com a Netflix. Estou muito entusiasmado com a ideia de chegar com a história a Harold Wilson (Primeiro Ministro inglês) e aos anos 60. Esta série é um grande presente para marrões de História como eu.” Pelos nossos cálculos, The Crown poderá estar entre nós até 2020 – assumindo que fazem uma temporada por ano – e possivelmente até depois disso. A primeira temporada só conseguiu cobrir cerca de cinco anos da vida da rainha, e a série foi proposta à Netflix num conjunto de dez temporadas. Até pode parecer de mau gosto, mas existe uma dúvida inevitável: será que a Isabel II, agora com 90 anos, estará viva quando a série terminar? E será que “The Crown” terá o final mais natural possível: o seu funeral? Estamos cá para ver.   Mais notícias de entretenimento + Séries de televisão: acabou-se a vida soci

Princesa Leia não vai ser digitalmente recriada nos próximos filmes de Star Wars
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Princesa Leia não vai ser digitalmente recriada nos próximos filmes de Star Wars

A Princesa Leia, personagem icónica de Star Wars interpretada por Carrie Fisher, não vai ser recriada digitalmente para os próximos filmes, confirmou a Lucasfilm. Os rumores diziam que uma Leia em CGI ia aparecer nos próximos episódios do franchise, depois do anúncio da morte de Fisher, aos 60 anos, em Dezembro do ano passado. Não seria a primeira vez. Uma jovem Princesa Leia foi digitalmente recriada para uma das cenas finais do recente Rogue One: A Star Wars Story, que também trouxe de volta Grand Moff Tarkin, o comandante da Death Star, interpretado pelo falecido Peter Crushing em Star Wars: A New Hope. Mas a Lucasfilm respondeu aos boatos dizendo que não tem planos de trazer Leia de volta. "Queremos garantir aos fãs que a Lucasfilm não tem planos de recriar digitalmente a performance de Carrie Fisher como a Princesa ou a General Leia Organa", lê-se numa declaração da produtora. "Carrie Fisher era, é, e sempre será parte da família Lucasfilm. Era a nossa princesa, a nossa general, e mais importante, nossa amiga. Ainda estamos a sofrer com a sua perda. Estimamos a sua memória e legado como Princesa Leia e vamos sempre lutar para honrar tudo o que deu a Star Wars." Carrie Fisher vai aparecer em ‘Star Wars: Episode VIII’, que vai estrear em Portugal a 14 de Dezembro deste ano.

Twin Peaks regressa em Maio. Veja o primeiro teaser
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Twin Peaks regressa em Maio. Veja o primeiro teaser

A espera está quase a chegar ao fim. Mais de 25 anos depois do último episódio de Twin Peaks, menos de 25 anos anos depois do filme que se lhe seguiu, e pouco mais de dois anos após o anúncio do regresso da série, foram finalmente reveladas as primeiras imagens da nova série. Com estreia marcada para 21 de Maio, nos Estados Unidos, a nova temporada de Twin Peaks terá 18 episódios, realizados por David Lynch e escritos por ele e pelo co-criador Mark Frost. O compositor Angelo Badalamenti, cuja banda sonora foi e é uma peça fulcral deste puzzle, também está de regresso. O elenco original está quase todo de volta, desde o protagonista Kyle MacLachlan (Dale Cooper), a Sheryl Lee (Laura Palmer e a prima Maddy Ferguson), passando pelo próprio Lynch (Gordon Cole). Ao vasto leque de repetentes, juntam-se dezenas de actores, de Michael Cera a Monica Bellucci, e uns quantos músicos, como Eddie Vedder, Sky Ferreira ou Trent Reznor. Ainda não se conhecem muitos mais detalhes, mas sabe-se que a acção decorre 25 anos depois dos acontecimentos do original. David Nevins, o presidente do canal de televisão americano Showtime, referiu-se à nova série como “pura heroína” e garantiu que, tal como o icónico original, “recompensa um visionamento atento”. Já está a salivar? É compreensível, mas ainda faltam mais de quatro meses para a estreia do primeiro episódio. Dá tempo para rever as duas temporadas anteriores e o filme. Ou para ler o recente livro A História Secreta de Twin Peaks (The Secre

Os vencedores dos Globos de Ouro 2017
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Os vencedores dos Globos de Ouro 2017

La La Land foi o grande protagonista da noite, a bater o recorde de filme com mais prémios de sempre na história dos Globos de Ouro: sete. Já no pequeno ecrã, o galardão de melhor série dramática foi para The Crown, da Netflix. Veja aqui a lista dos principais premiados na 74ª edição dos Globos de Ouro, os prémios de cinema e televisão atribuídos pela Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood:   Melhor filme dramático - Moonlight Melhor comédia/musical - La La Land: Melodia de Amor Melhor actriz em drama -Isabelle Huppert, por Ela Melhor actor em drama- Casey Affleck, por Manchester by the Sea Melhor actriz em comédia/musical - Emma Stone, por La La Land: Melodia de Amor Melhor actor em comédia/musical - Ryan Gosling, por La La Land: Melodia de Amor Melhor actriz secundária - Viola Davis, por Fences Melhor actor secundário - Aaron-Taylor Johnson, por Animais Nocturnos Melhor realizador - Damien Chazelle, por La La Land: Melodia de Amor Melhor argumento - Damien Chazelle, por La La Land: Melodia de Amor Melhor filme de animação -Zootópia Melhor filme estrangeiro - Elle Melhor banda sonora -  Justin Hurwitz, para La La Land: Melodia de Amor Melhor canção original - "City of Stars", de Justin Hurwitz, para La La Land: Melodia de Amor Melhor série de televisão dramática - The Crown   Melhor série de televisão comédia/musical - Atlanta Melhor actriz em série de televisão dramática - Claire Foy, por The Crown Melhor actor série de televisão dramática -

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Cinquenta filmes clássicos imprescindíveis
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Cinquenta filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

Sete grandes filmes futuristas
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Sete grandes filmes futuristas

No cinema o lugar do futuro é geralmente na ficção científica. Uma espécie de albergue capaz de acolher tudo que, nos melhores casos, nasce da observação do presente para depois fantasiar e projectar uma ideia e apresentar uma visão – quase sempre má sobre como vai ser a vidinha, é certo, mas com o futuro nunca se sabe. Estes sete filmes futuristas tentaram isso mesmo, e são sete que vale mesmo a pena ver.  Recomendado: Sete filmes épicos de ficção científica

As dez melhores comédias românticas de sempre
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As dez melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

Seis filmes românticos de Outono
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Seis filmes românticos de Outono

Woody Allen, Robert Aldrich ou Rob Reiner, entre outros, realizaram filmes passados no Outono, protagonizados por intérpretes como Joan Crawford, Cliff Robertson, Michael Caine, Mia Farrow, Susan Sarandon, Julia Roberts, Richard Gere ou Winona Ryder.

Sete filmes épicos de ficção científica
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Sete filmes épicos de ficção científica

David Lynch, Roger Corman, Peter Yates e até Mel Brooks são alguns dos realizadores que rodaram estes filmes épicos de ficção científica nas décadas de 70 e de 80, alguns deles contendo também ingredientes de fantasia.

Sete filmes sobre manipulação mediática
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Sete filmes sobre manipulação mediática

A manipulação pelos meios de comunicação é tão antiga como os media propriamente ditos. É uma perversão da verdade que, com o acesso facilitado pela tecnologia a qualquer fanático, se tornou, pela repetição, em legitimação da mentira. É coisa velha, como estes filmes mostram. E perigosa, como estes realizadores mostram também.

As melhores séries de televisão

Sete séries de televisão juvenis clássicas
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Sete séries de televisão juvenis clássicas

Cães inteligentes, cavalos nobres, heróis com estatuto lendário ou crianças e adolescentes corajosos e cheios de força de vontade ou de talento são os protagonistas destas séries de fama mundial e bem-amadas por sucessivas gerações.

As melhores séries de comédia sobre política
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As melhores séries de comédia sobre política

Entre 'Sim, Senhor Ministro', ambientado nos corredores do poder de Inglaterra, e 'The Veep', passado na Casa Branca, sem esquecer uma raridade portuguesa, 'A Mulher do Senhor Ministro', eis seis séries para rirmos do mundo da política e dos seus actores.

Sete séries de televisão clássicas com super-heróis
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Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

O Super-Homem apareceu na televisão nos anos 50, e nas décadas seguintes foi imitado por outros super-heróis, que também ganharam as suas séries próprias, tendo algumas delas atingido estatuto de culto. Caso do Batman com Adam West no papel do Homem-Morcego.

Sete séries fantásticas e de FC clássicas que gostávamos de rever
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Sete séries fantásticas e de FC clássicas que gostávamos de rever

Desde muito cedo que começaram a ser feitas na televisão séries de ficção científica, terror e fantástico, várias das quais se tornaram títulos de referência dentro destes géneros, onde se destacaram as produções americanas e inglesas

Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver
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Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver

Não foi só nos últimos anos que se começaram a fazer boas séries de televisão. Eis sete clássicos, feitos entre as décadas de 60 e 80 e com enorme sucesso em todo o mundo, que mereciam repetição entre nós

O Natal, em 10 episódios hilariantes de séries de televisão
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O Natal, em 10 episódios hilariantes de séries de televisão

Nas séries The Simpsons, Friends, Seinfeld, The Office ou 30 Rock, o Natal não é propriamente paz e amor. Há peripécias, piadas politicamente incorrectas e muitos disparates no sapatinho. Juntámos 10 episódios especiais de Natal de 10 séries de comédia para entrar no espírito. Ou então não. 

Filmes para todas as ocasiões

Sete filmes sobre músicos
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Sete filmes sobre músicos

Filmar a vida dos músicos é vulgar. Fazê-lo bem (há um longo rol de películas medíocres) é outra conversa. Com as injustiças próprias de uma lista, esta orienta-se pela qualidade cinematográfica propriamente dita, isto é, por esse raro saber de equilibrar a obra e a vida de um músico com a sétima arte. 

A II Guerra Mundial em dez filmes
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A II Guerra Mundial em dez filmes

Uma selecção de filmes americanos, mas também ingleses, alemães, russos, japoneses e até um brasileiro ambientados em várias fases e cenários da II Guerra Mundial, assinados por realizadores como Andrzej Wajda, René Clément, Andrei Tarkovsky, Richard Attenborough ou Wolfgang Petersen.

Os melhores filmes gay
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Os melhores filmes gay

Pedro Almodóvar, Gus van Sant, Wong Kar-wai, Kimberly Peirce e Ang Lee: a história dos filmes gay é feita de alguns dos grandes nomes do cinema. Descubra os melhores entre os melhores do género queer na Sétima Arte e repare como um mundo nos separa hoje do que era o cinema homossexual nos anos 90 do século passado.

Os melhores filmes para o Halloween
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Os melhores filmes para o Halloween

Quem diz Halloween diz cinema de terror, e quem diz cinema de terror diz John Carpenter, Tobe Hooper e Dario Argento, entre outros. Estes são os cinco melhores filmes para se arrepiar no dia das bruxas e não só. Porque não há Halloween sem uma boa sessão de cinema de nos fazer tapar os olhos de susto.

Os cinco melhores filmes de tubarões de sempre
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Os cinco melhores filmes de tubarões de sempre

Desde os anos 70 e o clássico de Steven Spielberg que os filmes de tubarões se tornaram um subgénero importante do cinema americano, sobretudo dentro do cinema de terror. Fomos à procura dos cinco melhores filmes com estas magníficas criaturas no papel principal.

Dez filmes em viagem de carro e de comboio
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Dez filmes em viagem de carro e de comboio

Dino Risi, David Lynch, Sidney Lumet, Giuseppe Tornatore e Rob Reiner são alguns dos realizadores que assinam estes filmes onde as personagens rumam a destinos muito diferentes, felizes ou trágicos, quer vão de automóvel, quer de comboio