Filmes

Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Cinema alternativo em Lisboa esta semana
Filmes

Cinema alternativo em Lisboa esta semana

Se é daqueles que não deixa passar uma estreia, pode espreitar aqui os filmes em cartaz esta semana, mas se é um verdadeiro cinéfilo (ou um aspirante a), deve ter em mente que algumas pérolas do cinema escapam às grandes salas. São clássicos para ver e rever – ou apenas filmes fora da rota comercial – e por isso fora dos grandes centros comerciais.  Todas as semanas damos-lhe três sugestões de cinema alternativo em Lisboa, habitualmente fora das grandes salas. Não perca a oportunidade de ver (ou rever) alguns filmes obrigatórios, grandes clássicos ou filmes fora da rota comercial.

Filmes em cartaz esta semana
Cinemas

Filmes em cartaz esta semana

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre
Filmes

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre
Filmes

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre

O potencial cinematográfico (e não só) da ficção científica é quase infinito. É nestes filmes que os nossos maiores pesadelos podem tornar-se realidade e os nossos sonhos concretizar-se, ao mesmo tempo que é dito e posto em causa algo sobre o nosso presente. E o género sempre fez as delícias do público, desde o tempo dos efeitos especiais básicos e rudimentares dos filmes mudos ao excesso digital dos blockbusters contemporâneos. Hoje, no entanto, é a própria crítica quem aplaude e celebra muitos destes filmes, tal como acontece com os super-heróis e o terror. A pensar nisso, elegemos os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre. Recomendado: Cinema alternativo em Lisboa

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
Filmes

Os 100 melhores filmes de terror de sempre

O cinema de terror é monstruoso. Destratado, incompreendido e alvo de virulentos ataques críticos, consegue ainda assim andar para a frente, deixado um rasto de destruição no seu caminho. Para alguns, os filmes de terror são pouco melhores do que pornografia, preocupando-se apenas em gerar uma reacção no público – seja horror, desassossego ou repugnância – e sem tempo a perder com aspirações mais elevadas. Para outros, são filmes que se vêem bem, engraçados até: uma oportunidade de gritar e/ou rir dos pesadelos alheios. Mas quem presta atenção reconhece que a história do terror é uma história de inovação e inconformismo cinematográfico, um lugar onde ideias perigosas podem ser exprimidas, técnicas radicais exploradas, e onde realizadores afastados da corrente dominante conseguem ter impacto cultural. Se o cinema tiver um inconsciente, um lugar escuro de onde emergem novas ideias, trémulas e deformadas, tem de ser o terror. A verdadeira questão é: quais são os melhores filmes de terror? Depois de consultarem um painel de actores, realizadores, argumentistas e fãs do género, os críticos da Time Out elegeram os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

As últimas críticas de cinema

O Livro de Imagem
Filmes

O Livro de Imagem

Desafiar e confundir, obrigando os espectadores a procurar no seu raciocínio uma explicação para as imagens que organiza quase como um quebra-cabeças semiótico, mas sempre com o traço comum da experimentação. Eis uma constante do cinema de Jean-Luc Godard que esta instalação cinematográfica confirma. Organizada em cinco partes, crivada de citações fílmicas e artísticas e filosóficas, esta nova produção é ainda, na narração do autor, uma espécie de síntese do seu pensamento político, no qual o Médio Oriente ocupa um papel central. Mas, como por exemplo, e para não ir mais longe, em Adeus à Linguagem, que dirigiu em 2014, O Livro de Imagem é mais uma daquelas obras em que o espectador tem duas possibilidades – além de adormecer, desistindo da compreensão em favor de Orfeu, o que sendo incomum não é raro. A primeira é caçar os significados escondidos em cada plano, espevitar o espírito no esforço de decifrar os símbolos que o espectador vê ou que imagina ver. A segunda é simplesmente recostar-se e fruir, por assim dizer limpando os sentidos da vulgaridade cinematográfica quotidiana, a barragem de som e imagem que o artista nos fornece. Por Rui Monteiro

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Silvio e os Outros
Filmes

Silvio e os Outros

Paolo Sorrentino podia ter escolhido a solução mais fácil quando decidiu fazer um filme sobre Silvio Berlusconi: ou reduzi-lo a uma caricatura, ou diabolizá-lo. Em vez disso, em Silvio e os Outros, o realizador de A Grande Beleza preferiu uma abordagem mais original e complexa. Mostrar Berlusconi como o equivalente moderno dos antigos imperadores romanos dissolutos, com muito poder político e mediático, muito dinheiro, muitos sicofantas, muitos inimigos e muitas, muitas mulheres, mas sem qualquer grandeza. Originalmente, Silvio e os Outros são dois filmes. A presente versão é a montada pelo realizador para difusão fora de Itália. Daí que sofra de alguma desarrumação, se repita, tenha problemas de continuidade e a certa altura se esqueça de personagens que pareciam principais, caso de Sergio Morra, que arranjava raparigas para as festas do “Presidente”. Mas quando se centra em Berlusconi, soberbamente interpretado por um Toni Servillo que desaparece na personagem, maquilha do como se tivesse saído de um filme de terror passado num museu de figuras de cera, Silvio e os Outros é um filme subtil e fascinante sobre um bufão genuinamente charmoso, e implacável, que se sabe vender como poucos, e à sua mercadoria. Sejam apartamentos, sejam programas de TV, sejam ideias políticas. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Parque Mayer
Filmes

Parque Mayer

O novo filme de António-Pedro Vasconcelos é uma evocação do Parque Mayer dos anos 30 e uma fita política sobre a repressão nos primeiros anos do Estado Novo, que atingia a revista através da acção da Censura. Como recriação do ambiente do Parque, e da revista nessa era, faltam mais plumas, mais fantasia e mais estaleca, e
o tipo de humor dos quadros de palco soa falso naqueles anos 30, parecendo pertencer muito mais à década de 60. Como filme político, Parque Mayer chove no molhado dos clichés odiosos e das personagens-tipo prontas-a-detestar (em termos da representação do antigo regime, o cinema português parou no tempo do PREC). Daniela Melchior não tem material para mostrar o que vale, Francisco Froes está
um pouco melhor e Miguel Guilherme é muito bom no empresário que tem que manter toda a gente contente e garantir que o espectáculo vai continuar. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Anna e o Apocalipse
Filmes

Anna e o Apocalipse

‘Glee’ com zombies é uma boa maneira de definirmos sinteticamente este filme musical de terror natalício do inglês John McPhall, que se vem juntar ao engarrafamento de fitas e de séries de televisão com mortos-vivos, sejam mais lentos, sejam corredores de fundo. É Natal. Anna (Elle Hunt) vive com o pai na cidadezinha de New Haven e tem os problemas de qualquer outra adolescente como ela, bem como os colegas deliceutípicos, desde o fanfarrão e o seu grupo até ao amigo nerd obcecado pelo seu iPhone. E quer passar um ano a viajar antes de se candidatar à universidade, coisa com que o pai não está mesmo nada de acordo. Uma bela manhã, Anna acorda e descobre que a epidemia de gripe de que ouviu falar na rádio do carro no dia anterior é afinal um vírus desconhecido que está a transformar as pessoas em zombies. Cercada no liceu com o seu pequeno grupo de amigos mais chegados, bem como alguns funcionários e professores, incluindo o execrável tiranete que está para ascender ao cargo de novo director da escola, Anna vai ter que combater para sobreviver. Em Anna e o Apocalipse, John McPhall procura emular o excelente Shaun of the Dead, de Edgar Wright, misturando terror cómico slapstick (cabeças de zombies arrancadas ou esmagadas com os respectivos géiseres de sangue) com momentos dramáticos, acrescentando-lhes uma partitura musical. Canta-se a todo o pé de passada no filme, incluindo quando se enfrentam mortos-vivos com tacos de basebol, melancias e esfregonas de cozinha. Tudo apos

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Mais críticas de cinema

Em cartaz

Engenhos Mortíferos
Filmes

Engenhos Mortíferos

Christian Rivers realiza este filme, com interpretação de Hugo Weaving, Hera Hilmar e Jihae. Uma história de acção e fantasia em que uma mulher misteriosa, por assim dizer, alinha com uma criminosa considerada perigosa e com um mandado de captura na bagagem, para, com outro marginal, chefiar uma rebelião contra um predador gigante. Por Rui Monteiro

Um Desconhecido em Casa
Filmes

Um Desconhecido em Casa

É um cenário clássico: um casal passa o fim-de-semana em casa alugada, tentando salvar a sua relação. E se isso já era difícil, o realizador George Ratliff, com Emily Ratajkowski, Aaron Paul e Riccardo Scamarcio nos principais papéis, torna tudo pior ao torná-los vítimas de um senhorio com planos sinistros. Por Rui Monteiro

Depois de Tudo
Filmes

Depois de Tudo

Elliot (Jeremy Allen White) e Mia 
(Maika Monroe) são jovens, nova-
iorquinos, começaram a namorar
 e estão naquele estado em que
 acreditam ser o amor para a vida.
 O problema, no filme escrito e
dirigido por Hannah Marks e Joey
 Power, é a vida de Elliot poder ser
mais curta, pois mal começou o namoro descobriu ter cancro. Por Rui Monteiro

Our Madness
Filmes

Our Madness

Lucy está hospitalizada na ala psiquiátrica de um hospital, em Moçambique, sonhando com
o filho e o marido, um soldado engajado para a guerra. Mas, no filme de João Viana, com Hanic Corio, Pak Ndjamena e Ernania Rainha, ela manifesta um raro sentido musical, o que chama a atenção de uma rádio e, por portas travessas, lhe dá uma oportunidade de fugir. Por Rui Monteiro

Pai Natal & Co.
Filmes

Pai Natal & Co.

É Natal, todavia, lá pela Lapónia, os 92 mil elfos encarregados
 de fabricar os brinquedos a distribuir pela criançada ficam todos doentes e incapazes para o trabalho. Um problema para o Pai Natal, a quem, no filme de Alain Chabat, com o próprio, Golshifteh Farahani e Pio Marmaï, não resta se não uma solução. Vai daí viaja de urgência para local mais cosmopolita do planeta à procura de uma cura – e encontra alguns aliados para o ajudarem a salvar a quadra. Por Rui Monteiro

Vidas de Cão
Filmes

Vidas de Cão

Com tantos gatos na internet
 já era altura de voltarmos a atenção para os pobres dos
 cães. É o que faz o realizador Ken Marino, a partir de um argumento de Elissa Matsueda e Erica Oyama, com, entre outros, Nina Dobrev, Vanessa Hudgens e Tone Bell no elenco, relacionando num conjunto de histórias personagens a quem a vida não anda a correr lá muito bem. Mas todos eles verão os seus problemas, pelo menos, minimizados, graças às relações que estabelecem entre si através dos respectivos canídeos. Por Rui Monteiro

Mais filmes em cartaz

Notícias de filmes e séries

"Vice" lidera nomeações para os Globos de Ouro
Notícias

"Vice" lidera nomeações para os Globos de Ouro

Vice lidera, isolado, as nomeações para os Globos de Ouro. O novo filme de Adam McKay, sobre o vice-presidente americano Dick Cheney, ainda não estreou, mas está indicado nas categorias de melhor filme cómico ou musical, melhor actor num filme cómico ou musical (Christian Bale), melhor realizador (Adam McKay), melhor argumento (Adam McKay), melhor actriz secundária (Amy Adams) e melhor actor secundário (Sam Rockwell). Entre os nomeados para os prémios atribuídos pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, anunciados esta quinta-feira, destacam-se também The Favourite, de Yorgos Lanthimos, Green Book, de Peter Farrelly, e Assim Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper, candidatos a cinco prémios. Seguem-se, com quatro indicações, BlacKkKlansman: O Infiltrado, de Spike Lee, e O Regresso de Mary Poppins, de Rob Marshall. American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace, exibida em Portugal na FOX Life, é a série que pode amealhar mais Globos de Ouro (quatro, neste caso). Distinguem-se ainda, com três menções cada, The Americans, Barry, Homecoming, O Método Kominsky, The Marvelous Mrs. Maisel, Sharp Objects e A Very English Scandal. Agora resta saber quem ganha. A cerimónia de entrega dos Globos de Ouro realiza-se a 6 de Janeiro. Os actores Andy Samberg e Sandra Oh vão ser os apresentadores. Veja aqui a lista completa de nomeados. Melhor filme dramático Black Panther, de Ryan Coogler BlacKkKlansman: O Infiltrado, de Spike Lee Bohemian Rhapsody, de Bryan Singe

Nada mais do que "A verdade sobre o caso Harry Quebert"
Notícias

Nada mais do que "A verdade sobre o caso Harry Quebert"

A adaptação do best-seller A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, por Jean-Jacques Annaud, estreia-se às 22.10 de domingo no AMC. O cineasta francês andava com vontade de fazer televisão há anos. O mais difícil era encontrar o projecto certo. Até que alguém lhe mostrou o A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, do escritor suíço Joël Dicker. Publicado originalmente em 2012, o policial de Joël Dicker foi distinguido com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa e revelou-se um fenómeno de popularidade nos países francófonos. Desde então, foi traduzido em 32 línguas, incluindo o português, e vendeu milhões de cópias. É a história de um jovem escritor, Marcus Goldman, cujo primeiro livro foi um sucesso junto da crítica e do público, mas se encontra criativamente bloqueado e, sob pressão, não consegue escrever o segundo livro. Eventualmente decide entrar em contacto com o seu mentor e professor universitário, o tal Harry Quebert, um escritor famoso a viver em relativa reclusão numa pequena cidade à beira-mar, que o convida a passar uns dias com ele. Pouco depois, o corpo de uma adolescente morta 30 e tal anos antes é encontrado na propriedade de Quebert, que vai preso. E cabe a Goldman provar a sua inocência.   Esta é a premissa inicial de uma história cheia de reviravoltas e revelações inesperadas, que vai saltando entre o Verão de 1975, quando a jovem Nola Kellergan morreu, os tempos de Marcus na universidade, e o presente. Pelo caminho, são abordados temas

Cinemateca exibe versão sonorizada do clássico ‘Moana’
Notícias

Cinemateca exibe versão sonorizada do clássico ‘Moana’

A Cinemateca passa esta terça-feira, às 21.30, Moana with Sound, a versão sonorizada restaurada de Moana, o documentário clássico rodado por Robert Flaherty em 1926, nos Mares do Sul. Esta versão com som foi produzida em 1980 por Monica Flaherty, filha do realizador, que usou exclusivamente sons captados no mesmo local de filmagem, de acordo com o método que tinha sido utilizado pelo pai para a captação de imagens, na ilha de Sava’i, no arquipélago de Samoa. Monica Flaherty contou, neste trabalho, com a ajuda dos realizadores Jean Renoir e Richard Leacock. O filme é apresentado pelo artista e realizador de found footage Sami van Ingen (também ele descendente de Robert Flaherty), que restaurou a versão sonora em 2014, com Bruce Posner. Moana with Sound terá uma nova projecção na Cinemateca no dia 4 de Dezembro, às 15.30. O filme de Robert Flaherty estreou-se em Portugal há 90 anos, em Janeiro de 1928, com o título Moana, o Homem Perfeito. + Clássicos de cinema para totós 

"Escape at Dannemora": aqui não há heróis
Notícias

"Escape at Dannemora": aqui não há heróis

Nem Hollywood se lembrou de uma fuga da prisão com os contornos desta que aconteceu há três anos. Estivemos ao telefone com os protagonistas de Escape at Dannemora, que se estreia este domingo à noite. 7 de Junho de 2015. O inesperado aconteceu quando dois presos conseguiram fugir da prisão de alta segurança de Clinton, deixando até um post-it com um boneco a desejar um bom dia aos polícias. A fuga, que durou três semanas, fez títulos de jornais em todo o mundo e não faltaram as comparações com a ficção. Três anos passados, a história chega à televisão pelas mãos de Ben Stiller, que se estreia na realização de um drama, com Patricia Arquette, Benicio Del Toro e Paul Dano nos papéis principais. Já tinha havido um filme, mas nada que se compare a Escape at Dannemora, que em sete episódios nos dá um retrato real e cruel não apenas da fuga, mas da vida atrás das grades. Foram horas de directos, capas e páginas de jornais e muitos gráficos que tentavam explicar a fuga épica que tinha acontecido. Como é que dois homens tinham conseguido fugir de uma prisão de segurança máxima? A mesma onde está Renato Seabra, condenado pelo homicídio do cronista social Carlos Castro. Richard Matt, condenado a 23 anos de cadeia, e David Sweat, a cumprir pena de prisão perpétua sem direito a liberdade condicional, tinham sido ajudados por Joyce Mitchell, uma mulher que trabalhava na prisão e com quem se tinham envolvido. Mas se Benicio Del Toro e Paul Dano quiseram falar com David Sweat para

"The River" eleito o melhor filme do LEFFEST
Notícias

"The River" eleito o melhor filme do LEFFEST

O LEFFEST – Lisbon & Sintra Film Festival '18 só termina no domingo, mas a cerimónia de entrega de prémios acontece esta sexta-feira à noite, no Teatro Nacional D. Maria II. The River, do cazaque Emir Baigazin, foi considerado o melhor filme em competição. O júri do festival, composto por Walter Salles, Chrysta Bell, Jonathan Littell, Jorge Queiroz, Martha Argerich e Stephen Kovacevich, premiou três outros filmes: John McEnroe: In The Realm of Perfection, de Julien Faraut, e Sedução da Carne, de Júlio Bressane, partilharam o Grande Prémio do Júri João Bénard da Costa; e o britânico Richard Billingham foi distinguido como o melhor realizador, por Ray & Liz. Os filmes premiados poderão ser todos vistos no domingo. Ray & Liz passa às 13.30 no Monumental e meia-hora mais tarde Sedução da Carne começa a rodar no Espaço Nimas. John McEnroe: In The Realm of Perfection vai ser exibido às 18.30, mais uma vez no Monumental, onde também vai ser mostrado The River, a partir às 21.00. + A realidade vista pelo cinema no Lisbon & Sintra Film Festival

"Narcos: México" é uma nova série com um velho nome
Notícias

"Narcos: México" é uma nova série com um velho nome

Narcos mudou. Para começar, a Colômbia das primeiras três temporadas foi trocada pelo México, o tempo voltou para trás e as personagens principais são diferentes. Foi por isso que a Netflix decidiu alterar o nome para Narcos: México e encarar os episódios que se estreiam na sexta-feira como uma série nova. As mudanças não se ficam por aqui. Há alterações mais subtis, que se prendem com o ritmo da acção, a maneira como as forças da lei são retratadas e até o facto de a droga agora ser outra: pelo menos nos primeiros episódios, o cultivo e tráfico de marijuana assume o protagonismo que dantes pertencia à cocaína. A série acompanha, desta feita, a formação e evolução do cartel de Guadalajara, liderado por Félix Gallardo, na altura um dos maiores barões da droga do México, interpretado por Diego Luna. Do lado da DEA, as atenções centram-se em Kiki Camarena (o co-protagonista Michael Peña), cuja história, dizem-nos os livros e a Wikipédia, vai estar intimamente ligada à de Gallardo. É claro que, à semelhança do que acontecia em primeiras temporadas, estes personagens são apenas a âncora de uma narrativa mais vasta, que cobre todo o espectro do narcotráfico mexicano. Até o mediático Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda) aparece. + Prepare-se para a maratona: estas são as séries na Netflix que tem de devorar

Mais notícias de cinema

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
Filmes

Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
Filmes

50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
Filmes

25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os piores e os melhores filmes da Marvel
Filmes

Os piores e os melhores filmes da Marvel

Por muito que a gente adore o Homem-Aranha de Sam Raimi (e até ache graça a O Incrível Hulk de Ang Lee), o universo cinematográfico da Marvel só começou a ganhar forma em 2008, com o Homem de Ferro de Jon Favreau. E passados dez anos encontra-se em grande, com filmes como Black Panther, de Ryan Coogler, e Vingadores: Guerra do Infinito, dos irmãos Russo. Mas não foi fácil chegar aqui. Sabendo que nos estamos a pôr a jeito das caixas de comentários, elencámos os 19 filmes até à data. Dos piores aos melhores filmes da Marvel. Recomendado: Filmes 'Star Wars': dos melhores aos piores

Os piores e os melhores filmes da Disney
Filmes

Os piores e os melhores filmes da Disney

Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças? Todas a gente tem uma opinião sobre os mais de 50 filmes de animação que foram lançados ao longo dos anos pela empresa fundada por Walt Disney, a começar pela Branca de Neve, em 1937, até à galinha dos ovos de ouro que foi Frozen: O Reino do Gelo. Mas quais são afinal os que merecem um lugar de destaque na prateleira? E quais os que mais valia serem esquecidos? Elencámos os piores e os melhores filmes de animação da Disney. Recomendado: Filmes de animação que ganharam um Óscar

As melhores comédias românticas de sempre
Filmes

As melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

As melhores séries de televisão

A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa
Filmes

A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa

Não tivesse Sara outras qualidades, bastar-lhe-ia, para entrar na história da televisão em Portugal, a certeira, desopilante e arrasadora sátira ao mundo das telenovelas que contém na sua narrativa. Mas Sara, realizada por Marco Martins em estreia no pequeno ecrã, escrita por este, Ricardo Adolfo e Bruno Nogueira (que teve a ideia original), e com Beatriz Batarda no papel do título e a fazer televisão em Portugal pela primeira vez, tem muitas outras qualidades. 

Seis razões para ligar a televisão esta semana
Filmes

Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder.

As 20 melhores séries de comédia
Filmes

As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
Filmes

Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
Filmes

Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
Filmes

Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Robert Redford
Filmes

Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Bradley Cooper
Filmes

Bradley Cooper

Um dos nomes mais activos e notados de uma nova geração de intérpretes do cinema americanos, Bradley Cooper já trabalhou sob a direcção de cineastas como Clint Eastwood, Cameron Crowe e David O. Russell, e é um actor capaz de se mexer entre os grandes estúdios e o cinema independente Ei-lo em sete filmes fundamentais para o entendimento da sua ascensão em Hollywood, agora coroada pela realização e interpretação de Assim Nasce Uma Estrela, ao lado de Lady Gaga. A que se seguirá Bernstein, que vai também realizar e onde personificará o maestro e compositor Leonard Bernstein.

Spike Lee
Filmes

Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.

Burt Reynolds
Filmes

Burt Reynolds

Foi dos actores de Hollywood mais populares durante duas décadas, e um símbolo sexual do cinema. Depois passou de moda, regressou em finais dos anos 90 com Jogos de Prazer, de Paul Thomas Anderson, que lhe deu uma nomeação ao Óscar de Melhor Actor Secundário, e não parou de fazer filmes até morrer, há alguns dias, aos 82 anos. Burt Reynolds marcou, à sua maneira, o cinema norte-americano, realizou alguns filmes e fez-se ainda notar na televisão, no início da sua carreira e também lá para a frente. Eis uma dezena de títulos em que brilhou.

Diane Keaton
Filmes

Diane Keaton

Woody Allen trouxe-a do palco para o cinema em 1972, na comédia O Grande Conquistador, e fez dela a sua primeira musa, dirigindo-a numa série de filmes onde se destaca, obviamente, Annie Hall, que deu a Diane Keaton o Óscar de Melhor Actriz em 1978. Mas se Keaton é uma consumada actriz cómica, não se limita nem se contenta com esse registo, tendo-se mostrado também uma soberba actriz dramática, como se pode ver, por exemplo, na trilogia O Padrinho, de Francis Ford Coppola, ou num dos filmes mais singulares da sua carreira, À Procura de um Homem. Relembramos os melhores filmes de Diane Keaton.