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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”
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Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”

A Despedida marca a estreia de Awkwafina no drama. A cantora e actriz interpreta Billi, americana de origem chinesa, que viaja para a China quando sabe que a avó está a morrer. O desempenho valeu-lhe o primeiro Globo de Ouro alguma vez entregue a uma asiática, na categoria de actriz principal de comédia ou musical (embora o filme não seja nada disso). Antes, já tinha roubado a cena em Asiáticos Doidos e Ricos. Consegue desligar a persona Awkwafina? Há quem a trate pelo seu nome – Nora? Os meus amigos. Awkwafina é o que mostro ao mundo, Nora o que fica em casa. É um mecanismo de defesa? Sim. No meu primeiro vídeo, queria ser anónima. Foi estúpido porque acabei por ser despedida do meu emprego de qualquer forma. Awkwafina surgiu quando tinha 15, 16 anos. É parte de mim. Foi estranho começar a ver o seu nome artístico em cartazes? A primeira vez que foi usado em algo louco foi com o Ocean's 8. Estamos a ver os créditos e lá aparece o meu: que raio é aquilo? O Reddit ficou em chamas. O rap que faz é sobre autenticidade? É sempre sobre o que sei. Aposto que está a falar de “NYC Bitche$”, que escrevi em 20 minutos. Nova Iorque estava a mudar para mim. Estava a passar de ser uma adolescente que ia de comboio para o LaGuardia High School [escola de artes] todas as manhãs para ser uma jovem adulta que queria viver a sua vida mas sentia que a cidade não era dela. Como é que era na escola? Eu era a melhor trompetista da minha preparatória. Mas quando chegu

Os melhores filmes com Mark Ruffalo
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Os melhores filmes com Mark Ruffalo

Mark Ruffalo estreou-se no pequeno ecrã em 1989, teve pequenos papéis em filmes e fez teatro, antes do seu desempenho em Podes Contar Comigo (2000), de Kenneth Lonergan, lhe ter valido comparações a Marlon Brando e começado a abrir portas em Hollywood. De então para cá, trabalhou com grandes realizadores e nos últimos dez anos foi nomeado para três Óscares (pelos seus papéis em Os Miúdos Estão Bem, de Lisa Cholodenko; Foxcatcher, de Bennet Miller; e O Caso Spotlight, de Tom McCarthy), apesar de nunca ter sido o vencedor. Agora que se estreia Dark Waters – Verdade Envenenada, realizado por Todd Haynes e protagonizado pelo actor norte-americano, recordamos alguns dos melhores filmes com Mark Ruffalo. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao final do ano

As dez melhores séries de 2019
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As dez melhores séries de 2019

Não param de aparecer plataformas de streaming no mercado e de o encher de séries dos mais variados géneros. Algumas delas são muito boas, mesmo brilhantes; outras são para esquecer, mas a média apresenta uma inquestionável qualidade. A Time Out fez a sua selecção das dez melhores séries de ficção vistas este ano, abrangendo produções que vão de maior realismo à fantasia e ao sobrenatural, passando pelo policial. Dela constam títulos como Watchmen, Chernobyl, Unbelievable, O Cristal Encantado: A Era da Resistência, Top Boy ou When They See Us e tanto têm origem nos EUA como na Europa. Recomendado: Os melhores filmes de 2019

The Witcher: fantasia feita à martelada
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The Witcher: fantasia feita à martelada

★☆☆☆☆ Uma pessoa olha para Geralt de Rivia, o herói de The Witcher (Netflix), um matulão que é bruxo e caçador de monstros, personificado com gravidade postiça pelo poderoso canastrão Henry Cavill; e depois repara na colecção de estereótipos ambulantes, de situações feitas, de nomenclaturas arrevesadas e de expedientes narrativos coçados e indolentes que o rodeiam, e percebe logo – sobretudo se for frequentador de longa data desta modalidade da literatura de imaginação – que esta série com que a Netflix quer, por um lado, responder a A Guerra dos Tronos, da HBO, e capitalizar na voga dos filmes e séries passados em universos de fantasia, não passa de sword and sorcery de vão de escada, de pacotilha sub-tolkieniana, de fantasy feita à martelada. No caso, por um trolha polaco chamado Andrzej Sapkoweski, qual George R.R. Martin de trazer por casa, que está para este género como um hambúrguer de uma cadeia de fast food está para um bife do lombo de um restaurante de comida caseira. Venham falar comigo quando a Netflix ou a HBO se dispuserem a adaptar, por exemplo, coisas sérias (e só para referir duas) como The Chronicles of Thomas Covenant, the Unbeliever, de Stephen Donaldson, ou a saga Elric de Melniboné, de Michael Moorcock. Até lá, não enfiem a touca do bruxo.

Cinco séries para ver em Janeiro
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Cinco séries para ver em Janeiro

Há muitas estreias e regressos agendados para o início de 2020. Apostámos nas novidades e destacamos as séries que tem mesmo de conhecer no primeiro mês do novo ano. Desde The Outsider, mais uma adaptação de Stephen King, à continuação do drama papal The Young Pope ou o regresso de Patrick Stewart no papel do capitão Jean-Luc Picard em Star Trek: Picard, a televisão em 2020 começa com o pé direito. Se não consegue acompanhar tudo o que se vai passar no pequeno ecrã, em Janeiro dedique-se a estas cinco séries.  Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao final do ano

Últimas críticas

Uma Vida Escondida
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Uma Vida Escondida

Uma boa notícia para todos os desesperançados do cinema de Terrence Malick: Uma Vida Escondida, o novo filme do realizador americano, é o mais narrativo, o mais ligado à realidade, o mais legível e o menos insuportável e laboriosamente críptico, filosofante e gasoso desde O Novo Mundo (2005). Malick recorda aqui a história de Franz Jägerstätter (interpretado por August Diehl, que vimos recentemente em O Jovem Karl Marx), um camponês austríaco, católico e pacifista que, recrutado para o exército durante a II Guerra Mundial, recusou fazer o juramento de fidelidade a Adolf Hitler e declarou-se objector de consciência. Foi preso e apesar da insistência do advogado nomeado para o defender e do padre da sua paróquia para assinar o juramento, após o que seria libertado e poderia não ter que combater, indo em vez disso para os serviços médicos militares, Jägerstätter sempre recusou fazê-lo. Condenado à morte por um tribunal militar, foi executado no Verão de 1943. Em 2007, a Igreja católica declarou-o como mártir e beatificou-o. Existe já um telefilme sobre ele, The Refusal, rodado em 1971 para a televisão austríaca por Alex Corti. Malick foi buscar as cartas – em especial as que escreveu à mulher, Fani (Valerie Pachner) – e os escritos de prisão de Jägerstätter para rodar Uma Vida Escondida, no qual o realizador de A Árvore da Vida não abdica, no entanto, do seu estilo visual grandiloquente ou das suas pretensões espirituais, nem consegue controlar a sua prolixidade. O filme pro

A Time Out diz
2 /5 estrelas
PJ Harvey: A Dog Called Money
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PJ Harvey: A Dog Called Money

Polly Jean Harvey foi viajar a vários pontos do mundo, acompanhando o seu amigo fotojornalista Seamus Murphy. Dessas passagens por locais tão diversos como o Afeganistão, o Kosovo e Washington, Harvey colheu informações, histórias, impressões e sons para gravar o seu álbum The Hope Six Demolition Project. Murphy, por seu lado, assinou este documentário, P.J. Harvey: A Dog Called Money, com imagens da gravação do disco, numa dependência construída para o efeito na Somerset House, em Londres, com público a assistir, e das andanças da cantora e compositora. O filme é, alternadamente, um caderno de notas visual, um conjunto de esboços das impressões de viagem de Polly Jean, e o registo de uma série de momentos da criação do álbum, que o realizador mantém em quase permanente associação. Como há pessoas que nunca estão contentes, A Dog Called Money foi atacado e depreciado por alguma crítica inglesa por não ser um filme “activista”, ou então ser escassamente “político” e muito impessoal. Houve até quem escrevesse que Harvey, uma artista “privilegiada”, andou a fazer turismo da miséria humana, voltando depois ao seu abastado e confortável país para fazer música, e cinema, com os elementos que tinha recolhido junto de quem vive em condições muito piores do que ela. É passar totalmente ao lado deste filme despretensioso e impressionista de Seamus Murphy, que está muito menos interessado em fazer qualquer tipo de intervenção ideológica ou pregar sermões, e muito mais em mostrar um

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Alva
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Alva

Numa vila do interior de Portugal, Henrique (Henrique Bonacho), um homem de meia idade, comete um crime grave e depois corre a refugiar-se na floresta. Apenas por um par de vezes temos sinais dos seus perseguidores: cães que ladram na distância e algumas figuras humanas, um helicóptero que passa no céu. O realizador Ico Costa segue Henrique na sua fuga pela natureza e cedo se percebe que Alva não vai ser um filme dramático, com acção e suspense, sobre um assassino que foge às forças da ordem num meio que conhece muito bem. Costa está interessado é nas reacções de Henrique ao sucedido e ao que lhe vai na consciência, mas, ou porque o intérprete não é capaz de fazer passar tudo isso para o espectador, ou porque o argumento não o conseguiu expressar com clareza, Alva torna-se num filme à deriva, penoso de seguir, e com um final chapadamente inverosímil. O criminoso volta à vila, toma um banho, faz a barba e vai à tasca beber um Sumol, como se nada tivesse acontecido. E nada de PSP, GNR nem CMTV por perto. Impensável. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
1 /5 estrelas
A Despedida
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A Despedida

A matriarca de uma família chinesa está a morrer de cancro e não sabe. Os parentes – como parece que é costume fazer-se na China – decidem ocultar-lhe o facto e apressam o casamento de um neto, para que toda a família possa estar junta com ela uma última vez. A única pessoa que estranha o facto é a neta Billi (Awkwafina), que vive nos EUA com os pais há 30 anos. Baseada num acontecimento da sua própria família, a sino-americana Lulu Wang assina aqui um melodrama contido e afectuoso, com vários momentos de comédia, sobre as diferenças geracionais, culturais e de identidade, e sobre a força da família, que tudo transcende e une. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
3 /5 estrelas
A Ilha dos Silvos
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A Ilha dos Silvos

“Se precisares de mim, assobia. Sabes assobiar, não sabes, Steve? É só juntar os lábios e soprar”, diz Lauren Bacall a Humphrey Bogart em Ter ou Não Ter, uma frase que ficou para a eternidade cinéfila. Fossem as coisas assim tão simples em A Ilha dos Silvos, do romeno Corneliu Porumboiu (12.08 a Este de Bucareste, Tesouro), onde o enredo depende da capacidade de um dos principais protagonistas, Cristi, um inspector da polícia que se deixou corromper por malfeitores, conseguir dominar o chamado “assobio gomero”, ou “el silbo”, como é conhecido na ilha canária de La Gomera. Trata-se de uma linguagem ancestral por assobios, criada pelos guanches, os habitantes originais das Canárias, e que ali passou de geração em geração. Cristi tem que a aprender para poder comunicar com os mafiosos que vão libertar um cúmplice chamado Szot, que tem 30 milhões de euros escondidos algures e não os quer partilhar, e está internado num hospital de Bucareste. A informação sobre a localização de Szot no hospital e o número de polícias que o vigiam será transmitida, precisamente, através de “el silbo”, entre um prédio e outro próximo. Em A Ilha dos Silvos, Porumboiu pega numa série de situações feitas, personagens tipo e estereótipos do cinema policial (nem falta a mulher fatal, uma morena que responde pela alcunha de Gilda, interpretada com a devida sensualidade por Catrinel Marlon) e acrescenta-lhes o excêntrico elemento da linguagem assobiada, para fazer um filme que é ao mesmo tempo um pastich

A Time Out diz
4 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

Tudo Pela Justiça
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Tudo Pela Justiça

Neste filme de Destin Daniel Cretton passado nos anos 80, Michael B. Jordan interpreta um advogado que, em vez de aceitar lucrativas ofertas de emprego, vai para o Alabama defender um homem (Jamie Foxx) acusado do homicídio de uma adolescente. Por Eurico de Barros

Bad Boys Para Sempre
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Bad Boys Para Sempre

Will Smith e Martin Lawrence estão de regresso aos papéis dos detectives Marcus e Mike, que desta vez se juntam a uma nova equipa de elite da polícia de Miami, ao mesmo tempo que têm que lidar com os problemas da meia idade. Por Eurico de Barros

As Aventuras do Dr. Dolittle
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As Aventuras do Dr. Dolittle

Robert Downey Jr. veste a pele do Dr. Doolitle neste novo filme sobre o médico que fala com os animais. Ralph Fiennes, Emma Thompson e Marion Cotillard estão entre os actores que dão aqui as suas vozes à bicharada. Por Eurico de Barros

O Informador
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O Informador

Joel Kinnaman, Clive Owen, Rosamund Pike e Ana de Armas são os principais intérpretes deste filme policial em que um ex-presidiário tem que voltar à cadeia, com a missão de se infiltrar num grupo de mafiosos que se encontram a cumprir pena numa prisão de alta segurança. Por Eurico de Barros

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
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Os 100 melhores filmes de terror de sempre

Escolher os melhores filmes de terror de todos os tempos é assustador, a todos os níveis. Especialmente tendo em conta a atenção que o género tem recebido em anos recentes, à custa de filmes como Foge ou Hereditário. Parece que, depois de anos nas margens, o cinema de terror está a passar por um momento de adulação crítica. Ainda assim, quando chegou a altura de escolher os filmes mais assustadores de sempre, além dos críticos da Time Out, consultámos aqueles que nunca tiveram medo do terror. Desde o mestre Stephen King a um autor como Guillermo del Toro, passando por amantes do género como Simon Pegg ou o músico Alice Cooper. O resultado é uma lista variada e que inclui, inevitavelmente, algumas escolhas polémicas. Será Alien, o Oitavo Passageiro, o clássico de ficção científica de Ridley Scott, um filme de terror? Faz sentido colocar O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme, na mesma lista que As Noites de Halloween ou O Exorcista? Os críticos e especialistas consultados acharam que sim. Eis os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre
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Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre
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Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre

O potencial cinematográfico (e não só) da ficção científica é quase infinito. É nestes filmes que os nossos maiores pesadelos podem tornar-se realidade e os nossos sonhos concretizar-se, ao mesmo tempo que é dito e posto em causa algo sobre o nosso presente. E o género sempre fez as delícias do público, desde o tempo dos efeitos especiais básicos e rudimentares dos filmes mudos ao excesso digital dos blockbusters contemporâneos. Hoje, no entanto, é a própria crítica quem aplaude e celebra muitos destes filmes, tal como acontece com os super-heróis e o terror. A pensar nisso, elegemos os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre. Recomendado: Cinema alternativo em Lisboa

As melhores séries de televisão

As melhores séries para ver na Netflix
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As melhores séries para ver na Netflix

O catálogo da Netflix, em Portugal, tem algumas falhas. Isso é notório sobretudo nos filmes, mas também nas séries. Só é possível colmatar esse problema devido a umas quantas parcerias estratégicas e ao facto de algumas das melhores produções do momento serem originais do serviço de streaming. O que é inegável é que, com uma ou outra excepção de peso, como Os Malucos do Circo dos Monty Python, a maior parte das séries disponíveis na Netflix foi feita neste século. Fique a conhecer o que de melhor temos disponível por cá, com esta lista das melhores séries para ver na Netflix. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

Seis razões para ligar a televisão esta semana
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Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder. Recomendado: Os filmes em cartaz esta semana

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Brad Pitt
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Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

Leonardo DiCaprio
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Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Robert Rodriguez
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Robert Rodriguez

Filho de mexicanos, mas nascido e criado no Texas, Robert Rodriguez é uma figura de culto de um certo cinema americano. O mundo descobriu-o no início dos anos 90, quando filmou El Mariachi por apenas sete mil e poucos dólares e fez dois milhões de dólares de bilheteira só nos Estados Unidos. De então para cá, dividiu o seu tempo entre violentas homenagens ao cinema de série B com aspirações hollywoodescas (de Aberto Até de Madrugada a Machete), adaptações de banda desenhada (como Sin City – A Cidade do Pecado ou o novo Alita: Anjo de Combate) e até aventuras para toda a família (a série Spy Kids). Alguns dos seus filmes deixam um pouco a desejar, mas outros valem muito a pena. Estes são os melhores filmes de Robert Rodriguez.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.