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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

Os melhores filmes de Bong Joon-Ho
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Os melhores filmes de Bong Joon-Ho

Bong Joon-Ho é um dos mais celebrados realizadores sul-coreanos dos últimos anos. E em 2020 fez história nos Óscares. Menos de um ano depois de vencer a Palma de ouro em Cannes, Parasitas tornou-se a primeira longa-metragem falada numa língua que não o inglês a conquistar o Óscar de melhor filme – e arrecadou três outros troféus, incluindo o de melhor realizador. Foi a consagração de um cineasta que se vem a destacar desde o início do século, graças a uma série de filmes politizados e progressistas. O primeiro, Flandersui gae, estreou-se em 2000, e desde então rodou mais seis películas. Recomendado: Oito filmes coreanos imprescindíveis

O tráfico e o combate à droga vistos pelo cinema
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O tráfico e o combate à droga vistos pelo cinema

O tráfico de droga e a luta contra ele levada a cabo pelos governos de todo o mundo continuam a alimentar filmes e séries de televisão. A HBO acaba de estrear Zero Zero Zero, adaptada do livro homónimo do escritor e jornalista italiano Roberto Saviano, e fomos seleccionar, de um vasto acervo existente no cinema de títulos sobre este tema, oito filmes de referência, rodados entre os anos 70 e 2018. E são tão diversos como os dois clássicos Os Incorruptíveis Contra a Droga, Traffic – Ninguém Sai Ileso, Maria Cheia de Graça ou o mais recente Pássaros de Verão. Recomendado: Os 12 melhores filmes de Martin Scorsese

Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”
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Awkwafina: “Não imaginamos o poder da representação até o sentirmos”

A Despedida marca a estreia de Awkwafina no drama. A cantora e actriz interpreta Billi, americana de origem chinesa, que viaja para a China quando sabe que a avó está a morrer. O desempenho valeu-lhe o primeiro Globo de Ouro alguma vez entregue a uma asiática, na categoria de actriz principal de comédia ou musical (embora o filme não seja nada disso). Antes, já tinha roubado a cena em Asiáticos Doidos e Ricos. Consegue desligar a persona Awkwafina? Há quem a trate pelo seu nome – Nora? Os meus amigos. Awkwafina é o que mostro ao mundo, Nora o que fica em casa. É um mecanismo de defesa? Sim. No meu primeiro vídeo, queria ser anónima. Foi estúpido porque acabei por ser despedida do meu emprego de qualquer forma. Awkwafina surgiu quando tinha 15, 16 anos. É parte de mim. Foi estranho começar a ver o seu nome artístico em cartazes? A primeira vez que foi usado em algo louco foi com o Ocean's 8. Estamos a ver os créditos e lá aparece o meu: que raio é aquilo? O Reddit ficou em chamas. O rap que faz é sobre autenticidade? É sempre sobre o que sei. Aposto que está a falar de “NYC Bitche$”, que escrevi em 20 minutos. Nova Iorque estava a mudar para mim. Estava a passar de ser uma adolescente que ia de comboio para o LaGuardia High School [escola de artes] todas as manhãs para ser uma jovem adulta que queria viver a sua vida mas sentia que a cidade não era dela. Como é que era na escola? Eu era a melhor trompetista da minha preparatória. Mas quando chegu

Os melhores filmes com Mark Ruffalo
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Os melhores filmes com Mark Ruffalo

Mark Ruffalo estreou-se no pequeno ecrã em 1989, teve pequenos papéis em filmes e fez teatro, antes do seu desempenho em Podes Contar Comigo (2000), de Kenneth Lonergan, lhe ter valido comparações a Marlon Brando e começado a abrir portas em Hollywood. De então para cá, trabalhou com grandes realizadores e nos últimos dez anos foi nomeado para três Óscares (pelos seus papéis em Os Miúdos Estão Bem, de Lisa Cholodenko; Foxcatcher, de Bennet Miller; e O Caso Spotlight, de Tom McCarthy), apesar de nunca ter sido o vencedor. Agora que se estreia Dark Waters – Verdade Envenenada, realizado por Todd Haynes e protagonizado pelo actor norte-americano, recordamos alguns dos melhores filmes com Mark Ruffalo. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao final do ano

As dez melhores séries de 2019
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As dez melhores séries de 2019

Não param de aparecer plataformas de streaming no mercado e de o encher de séries dos mais variados géneros. Algumas delas são muito boas, mesmo brilhantes; outras são para esquecer, mas a média apresenta uma inquestionável qualidade. A Time Out fez a sua selecção das dez melhores séries de ficção vistas este ano, abrangendo produções que vão de maior realismo à fantasia e ao sobrenatural, passando pelo policial. Dela constam títulos como Watchmen, Chernobyl, Unbelievable, O Cristal Encantado: A Era da Resistência, Top Boy ou When They See Us e tanto têm origem nos EUA como na Europa. Recomendado: Os melhores filmes de 2019

Últimas críticas

Os Miseráveis
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Os Miseráveis

Há um breve momento de euforia colectiva e unidade nacional no início de Os Miseráveis, de Ladj Ly (Prémio do Júri em Cannes), quando a França ganha o Mundial de Futebol de 2018 e o filme mostra uma multidão de centenas de milhares de pessoas, de todas as etnias e proveniências sociais, vindas dos vários bairros da cidade, a celebrar em conjunto a vitória dos Bleus. Todo o resto do filme está feito para desmentir esta imagem feliz e esfuziante de união para lá das diferenças e desigualdades étnicas e socio-económicas. E para avisar que há um estado de guerra latente na sociedade francesa, em especial nas grandes cidades; que basta apenas uma faísca para que o rastilho se acenda e se caia na violência cega e na anarquia mais chocante. Os Miseráveis passa-se em Montfermeil, um daqueles bairros periféricos de Paris onde se acumulam os imigrantes, o Estado parece ter abdicado de exercer a sua jurisdição, os bandos de delinquentes e os muçulmanos fundamentalistas disputam os favores dos habitantes (e em especial a atenção e a lealdade dos mais jovens). E onde apenas a polícia, através da Brigada Anticrime (BAC), consegue entrar e manter uma rede de contactos, relações e interesses mútuos que lhe permite exercer minimamente a sua actividade. Embora arriscando serem insultados, troçados ou atacados a qualquer momento. O realizador Ladj Ly nasceu no Mali, cresceu em Montfermeil e tem um passado de delinquência (em 2009, cumpriu três anos de prisão por cumplicidade num caso de rapt

A Time Out diz
4 /5 estrelas
O Apelo Selvagem
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O Apelo Selvagem

O livro de Jack London O Apelo da Floresta, sobre um cão que é roubado aos donos e levado para o Yukon para puxar trenós, durante a corrida ao ouro do final do século XIX, e aí conhece a bondade e a crueldade dos humanos, acabando por se juntar aos lobos, já foi filmado mais vezes do que há dedos das duas mãos para os contar. As melhores adaptações são A Ambição do Ouro, de William Wellman (1935), com Clark Gable, mesmo apesar de enxertar uma intriga romântica na história; O Grito da Floresta, de Ken Annakin (1972), com Charlton Heston; e O Grito da Natureza (1997), de Peter Svatek, com Rutger Hauer. Este novo O Apelo Selvagem é não só a primeira adaptação em que o cão Buck não é um animal treinado, mas sim um cão digital (tal como a maioria dos outros cães e bichos que aparecem no filme); como também (e talvez por ser o primeiro lançamento do recém-rebaptizado 20th Century Studios após a compra da 20th Century Fox pela Walt Disney) em que Buck e companhia são bastante antropomorfizados e “disneyficados”, nas expressões, atitudes e na inteligência, o que retira logo ao filme um grande naco de realismo. Basta vermos como Buck se movimenta para percebermos de imediato que se trata de um cão criado em computador, e fazer-nos pensar se não teria sido melhor fazer uma versão animada em vez desta fita estranha e claramente híbrida. A história de Jack London é tratada num tom bastante ligeiro, de filme juvenil (o início parece uma nova versão de Beethoven, a comédia familiar sobre

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Viveiro
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Viveiro

Vencedor da competição nacional do último DocLisboa, este filme de Pedro Filipe Marques demora-se no quotidiano do Sporting Clube de Arcozelo, em Vila Nova de Gaia, ficando quase todo o tempo junto de São e Cunha, os roupeiros. Em especial da primeira, que é filmada a falar com uma amiga que a visita, a comentar o dia-a-dia de pessoas conhecidas, o tempo, o trabalho e a forma da equipa, ou a assistir aos jogos. Só no final o realizador muda a câmara para os escalões mais jovens da formação do clube, instalando-se num carro onde um dos miúdos vai com os pais e fala com estes sobre os treinos, os jogos e os golos. Percebe-se que Pedro Filipe Marques não está interessado na vida do Arcozelo enquanto pequeno clube regional, mas apenas naquele cantinho específico. O que é insuficiente para preencher um filme de quase hora e meia e prender a atenção do espectador durante todo esse tempo.

A Time Out diz
2 /5 estrelas
A Vida Invisível
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A Vida Invisível

Rio de Janeiro, anos 50. Eurídice e Guida são irmãs, filhas de um casal de emigrantes portugueses. Eurídice quer estudar música em Viena e ser pianista, Guida procura o verdadeiro amor. Um dia, Guida foge para a Europa com um marinheiro grego, mas acaba por regressar grávida e o pai expulsa-a de casa, escondendo a Eurídice que a irmã voltou ao Brasil. Esta acaba por se casar e ser mãe, adiando o sonho da música. Baseado num livro da escritora e jornalista Martha Batalha, e apesar do esforço de realismo feio e triste feito pelo realizador Karim Ainouz (O Céu de Suely, Praia do Futuro), A Vida Invisível tem um fortíssimo sabor telenovelesco, que se manifesta desde a estereotipação das personagens (o pai tirano conservador – e português e padeiro, como se não bastasse! –, a mãe submissa, as filhas oprimidas e frustradas nos seus sonhos) até à sucessão aborrecidamente previsível de clichés de que a história é construída, em que é pendurado um “comentário social” de circunstância (a condição da mulher no Brasil de há meio século). Os actores são inatacáveis e a época está bem recriada, mas a mochila folhetinesca de A Vida Invisível é demasiado óbvia e pesada.

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Birds of Prey (e a Fantabulástica Emancipação De Uma Harley Quinn)
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Birds of Prey (e a Fantabulástica Emancipação De Uma Harley Quinn)

Na sequência do sucesso de Esquadrão Suicida (2016), e seguindo a lógica dos filmes dos universos da Marvel e da DC (aqui, é caso deste), Birds of Prey apresenta uma Harley Quinn (Margot Robbie de novo) autonomizada do Joker e do grupo de anti-heróis que dá título àquela fita (e já há pelo menos mais três filmes, quer da personagem, quer do próprio Esquadrão Suicida, em projecto). Mas Birds of Prey, de seu quilométrico título completo Birds of Prey (e a Fantabulástica Emancipação De Uma Harley Quinn), apresenta-se também como uma fantasia feminista brutalista, em que Harley Quinn e um grupo de personagens femininas de ambos os lados da lei, impõem a sua justiça num mundo cheio de homens que só as querem prejudicar, oprimir, magoar ou mesmo eliminar (o filme é também realizado e escrito por mulheres, respectivamente Cathy Yan e Christina Hodson, e produzido pela própria Margot Robbie). Nenhum mal viria daí ao mundo, se Birds of Prey não fosse tão boçal, piroso, sádico e visual e sonoramente massacrante. E não tivesse o vilão mais choninhas da história do género, pessimamente interpretado por Ewan McGregor.

A Time Out diz
1 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

Bacurau
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Bacurau

Distinguido com o Prémio do Júri em Cannes, esta fita de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles passa-se no interior do Brasil, numa vila (a Bacurau do título) onde se estão a dar uma série de insólitos acontecimentos, presenciados por Teresa, que vive numa cidade grande e voltou a casa para o funeral da avó. Os habitantes de Bacurau acabam por se organizar, para evitarem desaparecer do mapa. Interpretações de Bárbara Colen, Thomas Aquino, Silvero Pereira, Sônia Braga e Udo Kier. Em exibição no Espaço Nimas, entre dias 20 e 26.

Seberg - Contra Todos os Inimigos
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Seberg - Contra Todos os Inimigos

Kristen Stewart interpreta a malograda actriz americana, intérprete de Bom Dia, Tristeza e O Acossado, neste filme que se centra na época em que esteve sob vigilância do FBI, pelo seu envolvimento com um activista negro dos direitos civis. Também com Anthony Mackie, Vince Vaughn e Yvan Attal.

Impacto Mortífero
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Impacto Mortífero

Bruce Willis interpreta este filme de acção inteiramente passado dentro de um hospital que foi encerrado, no papel de um polícia veterano que protege uma rapariga de dois assassinos que a perseguem.

O Tempo Contigo
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O Tempo Contigo

Esta aclamada longa-metragem de animação do japonês Makoto Shinkai conta a história de um adolescente que faz gazeta e vai passear para Tóquio, onde se torna amigo de uma rapariga que tem o poder de manipular a meteorologia a seu bel-prazer.

Gretel & Hansel
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Gretel & Hansel

Uma nova versão do conto de fadas clássico, contada agora em tom de terror muito carregado. Uma rapariga e o seu irmão embrenham-se num bosque em busca de comida, e vão deparar com o mal em estado puro.

Tabaluga e a Princesa do Gelo
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Tabaluga e a Princesa do Gelo

Filme animado co-produzido pela Alemanha e pelo Canadá, que tem como herói um jovem dragão que não consegue voar e anda em busca do seu fogo, e que acaba por ajudar uma princesa a combater um malvado feiticeiro. Realizado por Sven Unterwaldt Jr.

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os 100 melhores filmes de terror de sempre
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Os 100 melhores filmes de terror de sempre

Escolher os melhores filmes de terror de todos os tempos é assustador, a todos os níveis. Especialmente tendo em conta a atenção que o género tem recebido em anos recentes, à custa de filmes como Foge ou Hereditário. Parece que, depois de anos nas margens, o cinema de terror está a passar por um momento de adulação crítica. Ainda assim, quando chegou a altura de escolher os filmes mais assustadores de sempre, além dos críticos da Time Out, consultámos aqueles que nunca tiveram medo do terror. Desde o mestre Stephen King a um autor como Guillermo del Toro, passando por amantes do género como Simon Pegg ou o músico Alice Cooper. O resultado é uma lista variada e que inclui, inevitavelmente, algumas escolhas polémicas. Será Alien, o Oitavo Passageiro, o clássico de ficção científica de Ridley Scott, um filme de terror? Faz sentido colocar O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme, na mesma lista que As Noites de Halloween ou O Exorcista? Os críticos e especialistas consultados acharam que sim. Eis os 100 melhores filmes de terror de sempre. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de comédia de sempre
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Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir. Recomendado: As escolhas dos peritos

Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre
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Os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre

O potencial cinematográfico (e não só) da ficção científica é quase infinito. É nestes filmes que os nossos maiores pesadelos podem tornar-se realidade e os nossos sonhos concretizar-se, ao mesmo tempo que é dito e posto em causa algo sobre o nosso presente. E o género sempre fez as delícias do público, desde o tempo dos efeitos especiais básicos e rudimentares dos filmes mudos ao excesso digital dos blockbusters contemporâneos. Hoje, no entanto, é a própria crítica quem aplaude e celebra muitos destes filmes, tal como acontece com os super-heróis e o terror. A pensar nisso, elegemos os 100 melhores filmes de ficção científica de sempre. Recomendado: Cinema alternativo em Lisboa

As melhores séries de televisão

As melhores séries para ver na Netflix
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As melhores séries para ver na Netflix

O catálogo da Netflix, em Portugal, tem algumas falhas. Isso é notório sobretudo nos filmes, mas também nas séries. Só é possível colmatar esse problema devido a umas quantas parcerias estratégicas e ao facto de algumas das melhores produções do momento serem originais do serviço de streaming. O que é inegável é que, com uma ou outra excepção de peso, como Os Malucos do Circo dos Monty Python, a maior parte das séries disponíveis na Netflix foi feita neste século. Fique a conhecer o que de melhor temos disponível por cá, com esta lista das melhores séries para ver na Netflix. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

Seis razões para ligar a televisão esta semana
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Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder. Recomendado: Os filmes em cartaz esta semana

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Brad Pitt
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Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

Leonardo DiCaprio
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Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Robert Rodriguez
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Robert Rodriguez

Filho de mexicanos, mas nascido e criado no Texas, Robert Rodriguez é uma figura de culto de um certo cinema americano. O mundo descobriu-o no início dos anos 90, quando filmou El Mariachi por apenas sete mil e poucos dólares e fez dois milhões de dólares de bilheteira só nos Estados Unidos. De então para cá, dividiu o seu tempo entre violentas homenagens ao cinema de série B com aspirações hollywoodescas (de Aberto Até de Madrugada a Machete), adaptações de banda desenhada (como Sin City – A Cidade do Pecado ou o novo Alita: Anjo de Combate) e até aventuras para toda a família (a série Spy Kids). Alguns dos seus filmes deixam um pouco a desejar, mas outros valem muito a pena. Estes são os melhores filmes de Robert Rodriguez.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.