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Do pequeno ao grande ecrã, os filmes em cartaz, o que vem a caminho e as nossas críticas, listas de filmes e notícias de cinema

A beleza da Catedral de Notre-Dame em filmes
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A beleza da Catedral de Notre-Dame em filmes

O romance Nossa Senhora de Paris, de Victor Hugo, tem sido uma grande fonte de inspiração para o cinema, e graças a ele, a Catedral de Notre-Dame tem aparecido nas telas ao longo das décadas, até mesmo numa longa-metragem de animação da Disney, como presença central ou vista apenas brevemente em fundo. Fomos buscar um punhado de filmes em que este monumento é parte essencial das histórias ou aparece em cenas de destaque. Parte deles são, naturalmente, quatro versões do citado livro de Victor Hugo, filmadas entre as décadas de 20 e de 90 do século passado. Recomendado: Clássicos de cinema para totós  

Quatro séries para ver em Maio
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Quatro séries para ver em Maio

Se as estreias na televisão parecem tímidas, a Netflix tem muito para mostrar em Maio, como Dead To Me, que marca o regresso de Christina Applegate à televisão, muitos anos depois. Mas antes há a despedida inesperada de Into the Badlands – à terceira temporada a AMC cancelou esta série original de arte marciais. A terceira temporada chega já no início de Maio. É bem provável, que nos próximos dias sejam anunciadas outras estreias, mas organizamos-lhe a agenda por agora. Se não sabe para que lado se virar, dizemos-lhe as quatro séries para ver em Maio.  Recomendado: Concertos em Lisboa em Maio

Quem serão os próximos Vingadores?
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Quem serão os próximos Vingadores?

Vingadores: Endgame, que se estreia nesta quarta-feira, marca o fim da linha para alguns dos super-heróis mais poderosos: o elenco liderado por Robert Downey Jr está pronto para dizer adeus, dizem os rumores. Pedimos à directora de casting Shaheen Baig (de filmes como O Impossível e A Juventude, e séries como Black Mirror) para olhar para sua lista de contactos e escolher possíveis substitutos. Não foi fácil: afinal, acompanhamos estas personagens desde 2008. Começámos com Homem de Ferro, passámos por Guardiões da Galáxia e completámos a década Marvel com Black Panther. Mas talvez esteja na hora de dizer adeus. Recomendado: Quiz Marvel – Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?

Os melhores filmes de terror na Netflix
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Os melhores filmes de terror na Netflix

A história do cinema de terror já vai longa. Desde o início do século XX que dezenas de realizadores, desde grandes mestres como Alfred Hitchcock a heróis de culto como George Romero, expandem e redefinem os limites do género. Esta amplitude referencial e estética está bem patente na nossa lista dos 100 melhores filmes de terror de sempre. Já a oferta de filmes de terror na Netflix é muito limitada, mas encontram-se lá clássicos absolutos como Veio do Outro Mundo, de John Carpenter. E uns quantos filmes mais recentes, com destaque para o premiado Foge (2017), de Jordan Peele. Recomendado: Clássicos de cinema para totós: especial Terror

Programação de Cinema
Cinemas

Programação de Cinema

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Últimas críticas

O Rei Leão
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O Rei Leão

Ainda há não muitos anos, um dos maiores problemas dos animadores que trabalhavam nos filmes de animação digitais eram os cabelos humanos e a pelagem dos animais, muito difíceis de recriar com realismo. Hoje, olhamos para um grande plano do focinho de Mufasa ou do seu filho Simba adulto em O Rei Leão, de Jon Favreau, a versão digital e em realidade virtual da animação da Disney de 1994, e o efeito do vento a agitar a pelagem das jubas dos dois leões, pai e filho, não podia ser mais perfeito e realista. Se estes pormenores são soberbos, o mesmo já não se pode dizer do resto do filme. Comparado com a animação original, da qual é um remake quase plano por plano, este clone feito por e no computador, saiu frio e com pouca alma, quase asséptico, no seu elaboradíssimo híper-realismo. O que
lhe sobra em virtuosismo tecnológico e
em perfeição de acabamento, falta-lhe em arrebatamento emocional, chama dramática e puro entusiasmo, qualidades que O Rei Leão de há 25 anos tinha para dar e vender. Há também o problema de a história já ser conhecida e estar a ser contada de novo, perdendo-se assim o efeito de novidade. Em 2016, o mesmo Jon Favreau realizou o remake digital de O Livro da Selva, sem dúvida o melhor até agora de toda esta série de versões, em imagem real e com efeitos digitais, de longas-metragens animadas clássicas da Disney. Em O Livro da Selva, Favreau gozou da vantagem de ter o livro de Rudyard Kipling a que se referir, e não só o filme animado de 1967, bem como uma per

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Anna - Assassina Profissional
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Anna - Assassina Profissional

De repente, temos uma inflação de filmes sobre agentes secretas sexy a trabalhar para
 os dois blocos em confronto durante a Guerra Fria. Primeiro, foi Charlize Theron em Atomic Blonde – Agente Especial, no lado do Ocidente. Depois, apareceu Jennifer Lawrence em A Agente Vermelha, no lado soviético. Agora, e também no Bloco de Leste, surge Sasha Luss, uma top model russa, em Anna – Assassina Profissional, de Luc Besson, que não é por chegar em último lugar que é
 um filme tão mau como os dois anteriores. Besson tenta aqui reciclar a história do seu Nikita
 – Dura de Matar (1990), mas o enredo dá tantas reviravoltas que cedo perde a verosimilhança,
 as personagens são caricaturais (Helen Mirren numa impassível veterana do KGB, Cillian Murphy num agente da CIA espertalhufo) e a realização é martelada.
Sasha Luss é muito bonita, mas expressiva como um pau e sem pinga de talento. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Ran - Os Senhores da Guerra
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Ran - Os Senhores da Guerra

E no meio da produção de Hollywood que domina tipicamente os verões, eis que surge uma daquelas reposições de estalo em cópia restaurada, vindas de uma outra latitude cinematográfica, e assinada por um mestre do cinema já desaparecido. Desta vez é Ran – Os Senhores da Guerra, realizado por Akira Kurosawa em 1985, o segundo de dois filmes, após Trono
 de Sangue (1957), em que o cineasta se inspirou numa peça de William Shakespeare (Macbeth para aquele, Rei Lear para este). Embora haja quem defenda que The Bad Sleep Well (1960) deve também a Hamlet. “Ran” significa, em japonês, caos, confusão, revolta. E
 é precisamente isso que Kurosawa filma, com uma turbulência épica e uma superior mestria visual, após o velho e poderoso senhor feudal Hidetora (Tatsuya Nakadai, um dos actores de eleição do realizador) haver cometido
 a imprudência de dividir as suas possessões pelos seus três filhos, sob o protesto de um deles. Saburo, o mais novo e sensato, ciente de que a cobiça pelo poder acabaria por os dividir e causar a guerra, acaba banido pelo pai. Tal como já havia feito em Trono de Sangue, Akira Kurosawa volta a combinar a influência do teatro Nô, a tragédia ocidental
 de matriz shakespeariana e a espectacularidade bélica do filme histórico de samurais (ou Jidaigeki) que ele cultivou como nenhum outro. Os momentos mais altos da fita são a batalha
 no sopé do Monte Fuji e o ataque à fortaleza de um Hidetora transfigurado de vergonha por ter falhado o seu harakiri, e de horror por

A Time Out diz
5 /5 estrelas
Na Sombra da Lei
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Na Sombra da Lei

Brett Ridgeman (Mel Gibson) e Anthony Lurasetti (Vince Vaughn), os dois polícias da cidade fictícia de Bulwark de
 Na Sombra da Lei, de S. Craig Zahler, ainda não perceberam que vivem num mundo em acelerada mudança, e não podem continuar a comportar-se em serviço como há 10 ou 20 anos. Quando prendiam um traficante de droga em sua casa, o veterano Brett e o mais jovem Tony recorreram àquilo a que o Departamento de Polícia considera “excesso de força” (um
 pé assente no pescoço do criminoso, que estava deitado no chão e algemado). Foram filmados por um vizinho com um telemóvel 
e as imagens acabaram na televisão. Como
 o traficante era latino, a coisa ficou ainda
 mais feia e o par de polícias foi acusado de “racismo”. Brett e Tony vêem-se assim alvo de uma investigação interna e suspensos sem vencimento por seis semanas. E não podem passar sem o dinheiro, porque Brett precisa urgentemente de tirar a mulher, uma ex-polícia que sofre de esclerose múltipla,
 e a filha adolescente, que é regularmente assaltada, do bairro problemático onde moram; e Tony encomendou um anel caro para pedir a namorada em casamento. Por isso, decidem assaltar um outro traficante de droga. Só que quando o estão a perseguir, descobrem que ele vai roubar um banco, e decidem persegui-lo, e aos cúmplices, até ao seu esconderijo. Há um terceiro protagonista em Na Sombra da Lei, que vai cruzar o seu destino com os de Brett e Tony. Ele é Henry Johns (Tory Kittles), um jovem negro e pequeno delinquente acab

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Coração Aberto
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Coração Aberto

Paris, anos 70. Anne (Vanessa Paradis) produz filmes pornográficos gay e não está em maré de sorte. Acaba de se separar da namorada, Lois, que costuma montar os seus filmes. E os actores destes estão a ser metódica e barbaramente assassinados por um serial killer de que a própria Anne teme poder também vir a tornar-se vítima (a personagem de Paradis inspira-se numa produtora real de filmes deste género dessa época, Anne-Marie Tensi). Ao mesmo tempo que recria o ambiente dos bastidores da produção de um tipo de cinema completamente marginal
 à altura, o realizador Yann Gonzalez usa Coração Aberto para fazer pastiches do policial italiano de cores berrantes contemporâneo da acção, do próprio porno gay tal como
 se fazia então, e para piscar o olho ao cinema experimental. Tudo isto poderia ter alguma pertinência, não fosse o facto de a história ser rebuscada e muito pouco consistente, dos actores estarem mal dirigidos (e vários deles serem muito maus), e de o filme estar seguro quase somente pelas suas referências. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
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Outros filmes em cartaz

O Boneco Diabólico
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O Boneco Diabólico

Um remake do filme de terror de culto Chucky, o Boneco Diabólico, realizado em 1988 por Tom Holland e que teve inúmeras continuações. Mark Hammil substitui Brad Dourif na voz de Chucky, o boneco possuído pelo espírito de um assassino em série. O norueguês Lars Klevberg assina a realização. Por Eurico de Barros

O Perfeito Gigolô
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O Perfeito Gigolô

Versão francesa da comédia americana How to Be a Latin Lover (2017), com Kad Merad no papel de um gigolô já adiantado nos anos, que recruta o seu jovem sobrinho para o ajudar a encontrar um milionária idosa que possa seduzir e garantir-lhe o sustento. Também com Thierry Lhermitte e Anny Duperey. Por Eurico de Barros

Stuber
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Stuber

Comédia de acção sobre um educado e atencioso motorista da Uber, Stu (Kumail Nanjiani) que recebe como cliente um polícia veterano, Vic (Dave Bautista), que os atira numa louca perseguição para apanhar um perigoso assassino. Apesar de aterrorizado, Stu faz tudo para manter Vic satisfeito e não perder a sua boa pontuação. Por Eurico de Barros

Rastejantes
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Rastejantes

Alexandre Aja é o realizador deste filme de terror passado na Florida durante um furacão. Uma rapariga ignora a ordem de evacuação e vai à procura do pai, que desapareceu, encontrando-o preso e ferido na cave de casa da família. Os dois ficam encurralados pelas cheias e percebem que as águas trouxeram muitos crocodilos dos pântanos para o meio da cidade. Com Barry Pepper e Kaya Scodelario. Por Eurico de Barros

Mais filmes em cartaz

Listas de filmes para se perder em frente ao ecrã

Clássicos de cinema para totós
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Clássicos de cinema para totós

Farto de não fazer ideia do que falam os cinéfilos à volta? Cansado de se perder em referências desconhecidas quando se fala de cinema? A Time Out quer resolver esse problema, no melhor espírito de serviço público, e nas próximas páginas (da internet) vai ler tudo o que precisa de saber. São os clássicos de cinema para totós, distribuídos por dez lições que vão dos tempos do cinema mudo e de filmes como Intolerância, de D.W. Griffith, ou Luzes da Cidade, de Charlie Chaplin, entre outros, até ao novo século, nos casos de Mulholland Drive, de David Lynch, e Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson, por exemplo.  Recomendado: 50 filmes clássicos imprescindíveis

50 filmes clássicos imprescindíveis
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50 filmes clássicos imprescindíveis

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.

25 filmes portugueses obrigatórios
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25 filmes portugueses obrigatórios

Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, alguns, e mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. Há nomes que se repetem, claro, porque como o resto na vida há realizadores melhores do que outros. Como estes 25 filmes portugueses.

Os piores e os melhores filmes da Marvel
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Os piores e os melhores filmes da Marvel

Por muito que a gente adore o Homem-Aranha de Sam Raimi (e até ache graça a O Incrível Hulk de Ang Lee), o universo cinematográfico da Marvel só começou a ganhar forma em 2008, com o Homem de Ferro de Jon Favreau. E passados dez anos encontra-se em grande, com filmes como Black Panther, de Ryan Coogler, e Vingadores: Guerra do Infinito, dos irmãos Russo. Mas não foi fácil chegar aqui. Sabendo que nos estamos a pôr a jeito das caixas de comentários, elencámos os 19 filmes até à data. Dos piores aos melhores filmes da Marvel. Recomendado: Filmes 'Star Wars': dos melhores aos piores

Os piores e os melhores filmes da Disney
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Os piores e os melhores filmes da Disney

Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças? Todas a gente tem uma opinião sobre os mais de 50 filmes de animação que foram lançados ao longo dos anos pela empresa fundada por Walt Disney, a começar pela Branca de Neve, em 1937, até à galinha dos ovos de ouro que foi Frozen: O Reino do Gelo. Mas quais são afinal os que merecem um lugar de destaque na prateleira? E quais os que mais valia serem esquecidos? Elencámos os piores e os melhores filmes de animação da Disney. Recomendado: Filmes de animação que ganharam um Óscar

As melhores comédias românticas de sempre
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As melhores comédias românticas de sempre

As comédias românticas podem ser dolorosamente más - pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos por estas divertidíssimas comédias românticas. Hilariantes, com humor negro e amargo-doce por vezes, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida mas também mais detalhada anatomia das relações amorosas.

As melhores séries de televisão

A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa
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A televisão nacional ao mais alto nível: esta é a melhor série portuguesa

Não tivesse Sara outras qualidades, bastar-lhe-ia, para entrar na história da televisão em Portugal, a certeira, desopilante e arrasadora sátira ao mundo das telenovelas que contém na sua narrativa. Mas Sara, realizada por Marco Martins em estreia no pequeno ecrã, escrita por este, Ricardo Adolfo e Bruno Nogueira (que teve a ideia original), e com Beatriz Batarda no papel do título e a fazer televisão em Portugal pela primeira vez, tem muitas outras qualidades. 

Sete razões para ligar a televisão esta semana
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Sete razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder.

As 20 melhores séries de comédia
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As 20 melhores séries de comédia

As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de aministração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 20. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. Podiam ser outras, mas são estas. E pedimos desculpa às que ficaram de fora. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco. 

Dez séries originais Netflix que tem de ver
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Dez séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são dez das melhores, listadas por ordem alfabética. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Dez séries de super-heróis que tem de ver
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Dez séries de super-heróis que tem de ver

Há cada vez mais e melhores séries de super-heróis na televisão. Dos personagens da DC no chamado Arrowverse do canal CW – Arrow, The Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl – à comitiva da Marvel na Netflix – Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores e O Justiceiro –, passando pelos inúmeros vigilantes (e não só) que se desdobram por outros canais e plataformas, sem se inserirem num complexo universo partilhado. Dito isto, não é de agora que há super-heróis na televisão. E há uma ou outra velha série que merece ser revista. A começar pelos desenhados animados de Batman dos anos 90. Recomendado: Sete séries de televisão clássicas com super-heróis

Dez séries históricas inesquecíveis
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Dez séries históricas inesquecíveis

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial, são alguns dos cenários destas dez séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. 

Os melhores filmes de...

Robert Redford
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Robert Redford

Robert Redford já tinha anunciado, em 2016, a vontade de se reformar. Agora confirmou, numa entrevista à Entertainment Weekly, que The Old Man and the Gun, de David Lowery, que se estreia a 8 de Novembro em Portugal, será o último filme em que o vamos ver. A seguir, o actor e realizador de 81 anos não mais aparecerá na tela, mas não descarta a hipótese de continuar a trabalhar como realizador. Em vésperas do fim de uma longa, prestigiada e premiada carreira de actor que começou na televisão, há quase 60 anos, recordamos alguns dos melhores filmes do americano, à frente e atrás das câmaras.

Bradley Cooper
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Bradley Cooper

Um dos nomes mais activos e notados de uma nova geração de intérpretes do cinema americanos, Bradley Cooper já trabalhou sob a direcção de cineastas como Clint Eastwood, Cameron Crowe e David O. Russell, e é um actor capaz de se mexer entre os grandes estúdios e o cinema independente Ei-lo em sete filmes fundamentais para o entendimento da sua ascensão em Hollywood, agora coroada pela realização e interpretação de Assim Nasce Uma Estrela, ao lado de Lady Gaga. A que se seguirá Bernstein, que vai também realizar e onde personificará o maestro e compositor Leonard Bernstein.

Spike Lee
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Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70.

Burt Reynolds
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Burt Reynolds

Foi dos actores de Hollywood mais populares durante duas décadas, e um símbolo sexual do cinema. Depois passou de moda, regressou em finais dos anos 90 com Jogos de Prazer, de Paul Thomas Anderson, que lhe deu uma nomeação ao Óscar de Melhor Actor Secundário, e não parou de fazer filmes até morrer, há alguns dias, aos 82 anos. Burt Reynolds marcou, à sua maneira, o cinema norte-americano, realizou alguns filmes e fez-se ainda notar na televisão, no início da sua carreira e também lá para a frente. Eis uma dezena de títulos em que brilhou.

Diane Keaton
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Diane Keaton

Woody Allen trouxe-a do palco para o cinema em 1972, na comédia O Grande Conquistador, e fez dela a sua primeira musa, dirigindo-a numa série de filmes onde se destaca, obviamente, Annie Hall, que deu a Diane Keaton o Óscar de Melhor Actriz em 1978. Mas se Keaton é uma consumada actriz cómica, não se limita nem se contenta com esse registo, tendo-se mostrado também uma soberba actriz dramática, como se pode ver, por exemplo, na trilogia O Padrinho, de Francis Ford Coppola, ou num dos filmes mais singulares da sua carreira, À Procura de um Homem. Relembramos os melhores filmes de Diane Keaton.