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Críticas de restaurantes, as últimas notícias, novos restaurantes e os melhores restaurantes em Lisboa

Onde comprar massa fresca em Lisboa
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Onde comprar massa fresca em Lisboa

Massa fresca não é nenhum bicho de sete cabeças da cozinha e o sabor e a textura da pasta artesanal valem sempre a pena o trabalho de braços a amassar e estender com rolo de madeira (se houver uma máquina a ajudar no processo, não julgamos). São precisos apenas três ingredientes para se iniciar nesta arte: farinha, ovos e sal. E, ao juntar molhos caseiros ou outros ingredientes, notará sempre a diferença. Se ainda não se quis aventurar neste campeonato, há restaurantes e mercearias em Lisboa prontos a melhorar os seus cozinhados. Vendem massa fresca artesanal e a maior parte entrega ao domicílio. Com metade da papinha feita, é só juntar o pesto ou o molho de tomate caseiro (deixe-se de natas). Descubra aqui onde comprar massa fresca em Lisboa. Recomendado: Pão fresco em casa – padarias artesanais com take-away e entregas

Coma bem mas em casa: restaurantes com entregas e take-away especiais
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Coma bem mas em casa: restaurantes com entregas e take-away especiais

Há restaurantes que nunca pensaram fazer em entregas ao domícilio. Ora porque têm sempre filas à porta e não têm mãos a medir, ora porque preferem concentrar a acção nas mesas da casa. O novo coronavírus tramou-nos as voltas a todos e o sector da restauração está a reinventar-se. Pedem-se saídas mínimas, só para o essencial, mas queremos continuar a comer bem. Se ainda não se deu ao trabalho de pôr mãos à obra por si, apoie os restaurantes locais e coma os tacos especiais do Pistola y Corazón, as bifanas do Pigmeu, massa fresca ou hambúrgueres novinhos em folha. Estes restaurantes estão prontos para fazer face à pandemia, seja através das plataformas de entrega (que já tomaram as devidas precauções) ou com entregas próprias. 

Os melhores pequenos-almoços para encomendar
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Os melhores pequenos-almoços para encomendar

Tomar o pequeno-almoço fora de casa é um luxo a que muitos estavam mal (ou bem?) habituados. Durante a semana antes de começar a labuta ou aos fins-de-semana, para pessoas mais madrugadoras do que aquelas que preferem o brunch tardio, é sempre um estímulo para aguentar os desafios diários que o dia trará. Não descure horários nem rotinas agora que a vida mudou um bocadinho – opte por se valorizar e manter o luxo de vez em quando com estes pequenos-almoços para encomendar, do café que era o preferido aos novos cabazes caseirinhos. 

Pão fresco em casa: estas padarias com take-away e delivery não falham
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Pão fresco em casa: estas padarias com take-away e delivery não falham

Pão é um daqueles bens essenciais pelos quais ainda pode e deve sair à rua. Durante a gestão das idas ao supermercado, não se deixe levar pela opção mais fácil dos pães embalados e comerciais, sem grande sabor, e mantenha as rotinas e a escolha do pão artesanal, feito com recurso a massas-mãe. As melhores padarias artesanais lisboetas mantêm as portas abertas, em regime de take-away e com entregas ao domicílio, para que não lhe falte nada e continue a alimentar-se bem. Com mais ou menos variedade, com extras para acrescentar ao carrinho da entrega, e manter o cheirinho a pão quente acabado de fazer, explore a reformulada oferta destas padarias e padeiros em Lisboa. Pão fresco em casa nunca vai faltar. 

Meter as mãos na massa: um guia de como fazer pão caseiro
Coisas para fazer

Meter as mãos na massa: um guia de como fazer pão caseiro

Do que sente mais saudades quando a vida era levada sem medos de um inimigo invisível, que nos entra corpo adentro sem darmos conta? Daquela bica no café da rua logo pela manhã, de ir à padaria buscar o pão quentinho para comer ao pequeno-almoço, ou de uma cervejinha depois de um dia cansativo de trabalho? Apostamos na segunda opção, ainda que todas as outras sejam válidas e de igual importância para o nosso bem-estar. Nada substitui um pão acabado de sair do forno. A satisfação de levar à boca um espécime ainda a fumegar, particularmente inundado em manteiga derretida, ou de o fazer percorrer um prato à procura de um molho saboroso, não tem precedentes. O pão é um alimento que nos deverá acompanhar sempre, seja em tempos de pandemia ou não. A pensar em todos os que anseiam por pão que lhes encha as medidas, ou nos que se têm detido na tentativa de uma experimentação caseira mais arrojada, pedimos ajuda a quem sabe para que, no conforto do lar, possa fazer o seu pão caseiro. Diogo Amorim, da padaria Gleba, e Eduardo Pastor, do Pão do Pastor, responderam ao apelo da Time Out e passaram-nos a sua sabedoria, para que no final disto tudo estejamos mais perto de democratizar o verdadeiro pão. 

Escolhas de Mestre

Escolhas de Mestre: Munich Dunkel
Restaurantes

Escolhas de Mestre: Munich Dunkel

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Escolhas de Mestre: Bavaria Weiss
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Escolhas de Mestre: Bavaria Weiss

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Escolhas de Mestre: Bengal Amber IPA
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Escolhas de Mestre: Bengal Amber IPA

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Escolhas de Mestre: Japanese Rice Lager
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Escolhas de Mestre: Japanese Rice Lager

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O melhor do Time Out Market

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
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Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto
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O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Se o mercado não vai ao Douro, vem o Douro ao Time Out Market, onde a Taylor’s acaba de abrir um quiosque dedicado ao vinho do Porto. Toda a gente conhece o vinho do Porto, mas quantas pessoas já provaram um bom copo de vinho do Porto? Foi com esta pergunta em mente que fomos buscar a Taylor’s, uma das mais antigas marcas de vinho do Porto, com 325 anos de experiência. O novo quiosque da marca, situado junto à ala dos chefs no Time Out Market, quer mostrar a todos os portugueses e estrangeiros que visitam o mercado que existe uma enorme variedade de vinhos do Porto, cada qual com as suas características. Vai daí trouxeram na bagagem alguns vinhos raros, Portos mais secos ou frutados, mais recentes ou mais antigos, que podem ser consumidos a copo, mas também integrados em provas de vinhos. E apesar dos seus 325 anos de idade, a Taylor’s soube renovar-se: a comprová- -lo estão dois cocktails para experimentar no quiosque: um Porto tónico e um Pink Tónico (7€).           Para quem quer fazer uma verdadeira incursão no mundo do vinho do Porto, a Taylor’s propõe seis provas diferentes: a Para começar, a Completa, a Descoberta, a Especialista, a Um Século e a Vintage – com preços que vão dos 9,50€ aos 65€. Todas são servidas numa tábua composta por 3 a 5 variedades de vinho. Tal como o nome indica, a prova Para começar é quase uma introdução ao vinho do Porto e conta com três vinhos distintos – Chip Dry White, Croft Pink e Select Reserve Ruby. Já a Um século de Porto é

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer

Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Para celebrar os 50 anos da marca Time Out, vale a pena olhar para o tecto do mercado. É lá que vai encontrar 50 das capas mais icónicas deste meio século de história de revistas.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com um workshop de risoto e outro de comida tailandesa. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Comida para todos no Time Out Market
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Comida para todos no Time Out Market

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

Três sítios para comer...

Xerém
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Xerém

A receita pode variar consoante a geografia mas nunca se altera de forma dramática, fazendo deste um prato consistente e cremoso. O xerém, ou xarém, habitualmente associado à região algarvia, mas que faz também parte do receituário cabo-verdiano e brasileiro, consiste numa papa de farinha de milho a que são depois acrescentados ingredientes como berbigão, carne de porco, camarão ou amêijoas. Em Lisboa, Alexandre Silva adoptou-o com berbigão no Fogo, onde é feito com caldo de berbigão e de peixe. No Frade, Carlos Afonso trouxe a receita de família e aperfeiçoou-a, juntando-lhe o berbigão e a carne de porco frita. Já na Taberna do Mar, Filipe Rodrigues e Hugo Gouveia apostaram na polenta e é servido com choco, berbigão e cebolo à carta. Escolha a mesa e prepare o palato porque nós damos-lhe os três sítios para comer xerém em Lisboa. Recomendado: Três sítios para comer cachupa

Quindim
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Quindim

Mayra Andrade entoa: "Crescer é saber e amar/ certeza sem fim/ quem me vai dizer se o meu amor/ é jindungo ou quindim", na canção Reserva pra dois, com Branko. Se o seu amor é quindim, a vida pode ficar bem docinha no final da refeição nestes três restaurantes em Lisboa. O doce brasileiro que tem como ingredientes principais a gema de ovo, açúcar e coco ralado, é uma bomba de açúcar que lhe vai dar o boost necessário para dias mais difíceis. Em versões mais tradicionais ou com acompanhamentos diferentes, nestes sítios não sai defraudado. Recomendado: Os melhores sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Sopa de peixe
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Sopa de peixe

Uma sopa de peixe bem feita tanto pode ser uma entrada aconchegante como uma refeição bem rica e completa. Quer-se apuradinha e com bastante peixe – é também uma boa maneira de aproveitar todos os bocadinhos de peixe, tantas vezes deixados de lado, e evitar o desperdício nos restaurantes. É uma opção tradicional mas cada cozinheiro pode dar o seu toque. Pode ser mais caldinho ou mais espessa, ter legumes, mais ou menos peixe e até bivalves e camarão. Quando chega à mesa pode sempre acrescentar picante a gosto e molhar o pão.  Recomendado: Os melhores restaurantes para comer peixe em Lisboa

English Breakfast
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English Breakfast

Os ingleses tratam-se bem logo de manhã – não há cá só torradas e um galão, precisam de uma refeição quase completa. O english breakfast, tradicional em Inglaterra e Irlanda mas importado para todo o lado, não é para estômagos sensíveis. É pequeno-almoço para campeões sem medo de calorias: um prato cheio com salsichas, ovos estrelados, bacon, tomates assados, cogumelos e feijão, acompanhados por fatias de pão e chá ou café. Em Lisboa há variações ao prato tradicional e há quem o prefire para um almoço em vez de começar o dia assim. Prove-o nestes três sítios. Recomendado: Pequenos-almoços e brunches internacionais em Lisboa

Cachupa
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Cachupa

Iguaria gulosa e de prato cheio, a cachupa é um prato típico da gastronomia cabo-verdiana. Não há uma receita única e o mais provável é, em cada restaurante, descobrir uma maneira diferente de o cozinhar – é assim também nas ilhas. Leva sempre vários tipos de feijões e milho e, consoante a proteína, distingue-se entre cachupa rica, feita com diversos tipos de carne, ou pobre, feita com peixe. Há também versões fritas, guisadas ou refogadas. Seja qual for o tachinho, é certo que ficará aconchegado para o resto do dia. Prove-o num destes três restaurantes em Lisboa e se for de picantes, não se faça rogado e peça-o como extra, para condimentar ainda mais o prato. Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Ervilhas com ovos escalfados
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Ervilhas com ovos escalfados

Podemos gostar muito das gastronomias do outro lado do mundo, dos sushis às massas frescas, mas não há nada como a nossa cozinha tradicional portuguesa, especialmente em momentos em que só precisamos de aconchego. Ervilhas com ovos escalfados, petisco rápido e caseirinho, é um prato bem português e bem representativo do nosso receituário. É simples e perfeito para esses dias em que só queremos comida de conforto. Com chouriço, com ovo escalfado de maneira tradicional ou com técnicas mais modernas, apresentações simples ou cuidadas, este prato é boa aposta nestes restaurantes em Lisboa. Recomendado: Os 165 melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes em Lisboa para comer...

Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes vegan em Lisboa
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Os melhores restaurantes vegan em Lisboa

Quanto mais restaurantes vegan aparecem em Lisboa, mais criativa fica esta dieta restritiva. Não há ovos, leite ou manteigas de origem animal – e naturalmente nem vale a pena falar em carne ou peixe – mas estes menus não são um interminável desfile de saladas. Estes são os melhores restaurantes vegan em Lisboa. Animais enram, mas só pela trela. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

A cozinha peruana é uma das que mais curiosidade desperta na cidade: o Qosqo foi pioneiro desta gastronomia ali para os lados da Sé e o chef Kiko com A Cevicheria criou o buzz máximo em torno dos pratos do Peru. Entretanto o grupo Portugália abriu o Segundo Muelle, o chef peruano Diego Muñoz juntou-se ao império Avillez e abriu uma Cantina dentro do Bairro e até aprendemos o que é a cozinha nikkei. Mas há mais palavras-chave para além do ceviche que deve conhecer quando entrar num restaurante peruano (e esqueça essa ideia de ser tudo comida crua): as causas, ou causitas, são pratos em que o ingrediente principal é a batata; os tiraditos são fatias de peixe, finas, ao estilo carpaccio, mas temperadas com diferentes molhos, ají é uma malagueta com muitas variedades; anticuchos são espetadas na brasa; chicharrón são pedaços de carne ou peixe panados e os tacu tacu pastéis feitos com arroz e feijão e vários recheios possíveis.  Pelo meio, brinda-se com pisco sours, cocktails que juntam aguardente de uva pisco com limão.  Siga o roteiro dos melhores restaurantes peruanos em Lisboa. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa
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Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os Golden Visa não melhoraram só o panorama do imobiliário da cidade. A procura de comida chinesa autêntica e regional aumentou e já não é tudo arroz chau chau e rebentos de soja. Do Martim Moniz ao Estoril, consegue-se comer de tudo um pouco, mesmo que por vezes tenhamos de ir ao apartamento dos senhores. Estes são os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa
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Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Saudável não é sinónimo de verde, light, vegetariano ou comida para passarinhos. E também não equivale a passar fome. Corremos a cidade para lhe trazer esta barrigada de restaurantes saudáveis em Lisboa. Bom apetite e muita saudinha. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa
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Sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Não lhe vamos falar de rodízios de carnes grelhadas em situações all you can eat ou restaurantes onde o buffet se vende ao peso. Nada contra, mas nesta lista, o caminho vai ser outro, pelos quitutes, esses petiscos pequeninos para matar a fome aqui e ali, pela Bahia, com os seus clássicos como o óleo de dendê, o camarão seco, os coentros ou o leite de coco, e pelos ingredientes brasileiros que nos últimos anos ficaram na moda deste lado do Atlântico, como a tapioca ou o açaí. Reunimos uns quantos sítios para comer comida brasileira em Lisboa onde há variedade no receituário e que estão – esperamos – a abrir caminho para mais restaurantes brasileiros em Lisboa. É que samba sem um prato à frente não enche barriga. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Mais dos melhores restaurantes em Lisboa

Críticas de restaurantes

Fado ao Carmo
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Fado ao Carmo

Antes do intervalo, a fadista Sofia Ramos deixa os músicos tocarem um tema sozinhos e vai-se sentar. Arranca forte o instrumental e com ele um burburinho, iniciado pela mesa do fundo. Apesar dos "chiuuuu" que soam do balcão, o ruído prossegue e o dono vê-se forçado a intervir: "Assim não dá", atira. Os guitarristas continuam a dedilhar, na esperança de que a conversa acabe. A conversa não acaba. Indiferente ao alerta, o grupo ri e cochicha. O dono eleva a voz, dirige-se aos músicos, interrompe. "Parem de tocar. parem de tocar, por favor!" Faz-se silêncio, a pequena sala expectante e petrificada. "É preciso muita concentração para se tocar o fado. Têm de parar de falar". Quase cai o Carmo e a Trindade. No fado for you. Estava apresentado o sítio. O episódio diz bem dele. As casas de fado são, hoje, espaços para turistas do very typical. Mas o fado não é isso. O fado ouve-se em silêncio. E quem quer, quer, quem não quer avie-se numa dessas armadilhas do Bairro Alto, com néons e empregados a recrutar clientela na rua à caça de gorjetas e avaliações no TripAdvisor. Aqui, vê-se logo que há respeito pelos músicos. Está tudo feito para que não se dividam atenções entre o prato e o concerto. Não se ouve fado com a boca cheia. Mesmo na cozinha - ali ao lado, semi-aberta - parece que um recém-nascido dorme sobre a banca, tudo em pontas, não se ouve um tilintar. Só quando acaba a música, o serviço irrompe nas mesas, poucas, cerca de 25 lugares sentados, todos ocupados por estragueiros,

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Kai
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Kai

A primeira imagem do restaurante é de cima. Entramos e temos um tecto altíssimo, de onde pende um candeeiro majestoso sobre o balcão, que domina todo o espaço, uma vintena de lugares em forma de anel aberto. Lá dentro, a outra atracção do sítio. No centro desse anel, oficia um jovem asiático com uns óculos de massa enormes. Podia ser um estilista de vanguarda ou uma versão

A Time Out diz
4 /5 estrelas
JNcQUOI Asia
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JNcQUOI Asia

O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. O projecto é assinado por Lázaro Rosa Violán, o nome responsável pelo primeira aventura do grupo, o JNcQUOI Avenida, e destaca-se pelos interiores sofisticados e ambientes casuais de funcionalidade eclética. Ao todo são quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. Crítica: Comece-se peloniguiri. O niguiri é, porventura, a peça de sushi mais extraordinária de todas. Aparentemente é só um bocado de arroz do tamanho de um dominó, com uma fatia de peixe por cima. Mas requer muita técnica e, sobretudo, é uma das melhores coisas que podemos levar à boca. Foi nesta expectativa que arrisquei gastar 21€. Por duas unidades. O peixe era otoro, a parte mais gorda da barriga do atum. O otoro, sobretudo se for de atum rabilho, é caro em todo o lado. Mas aqui é mesmo muito caro: de cada vez que levantamos os pauzinhos dizemos adeus a 10,50€. Em trinta segundos, consumimosumbilhetede comboio Lisboa-Coimbra. Estava nesta reflexão, à espera dos ditos, e pus-me a observar. Também se vai ao JNcQUOI para observar. O restaurante é um bicho ainda maior e mais pesado do que o JNcQUOI Avenida. O esqueleto de dragão que marca o ambiente da sala principal bate em tamanho e extravagância o dinossauro do espaço do Tivoli. De resto, toda a decoração da sala principal sugere luxo, c

A Time Out diz
4 /5 estrelas
A vossa opinião
5 /5 estrelas
O Velho Eurico
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O Velho Eurico

É uma história lisboeta. Eurico era um miúdo da província mandado para Lisboa para trabalhar numa carvoaria, quando tinha idade para jogar Fortnite. Essa mesma carvoaria, nas traseiras da Igreja de São Cristóvão, haveria de ser dele e ele haveria de fazer dela uma tasca como deve ser, na carta rojões e peixe frito e bacalhau à minhota. Acontece que Eurico reformou-se em 2018. Nisto, um grupo de miúdos com escola de hotelaria e experiência taberneira tomou conta da casa há meia dúzia de meses. Acabaram com as ementas, as cadeiras de alumínio e as toalhas plastificadas, mas não alteraram o essencial: servir cozinha tradicional portuguesa. Nascia, assim, mais um exemplar da neo-bistronomie tuga, parente próximo da Taberna Sal Grosso, onde aliás o actual dono trabalhou. A visita ao restaurante, ali onde a Mouraria sobe ao Castelo, aconteceu ao jantar, fim-de-semana. Casa cheia, perto de 40 pessoas divididas por duas salas. Por fora, quase tudo na mesma, a dupla portada fechada, como se estivéssemos perante um clube secreto. Não há campainha, nem nada. Para que alguém acorra, é preciso bater na madeira com os nós dos dedos e isso dá uma sensação curiosa de sítio arcaico e misterioso. Lá dentro, todavia, encontra-se um festim de comida e bebida, uma estalagem contente: aromas a vinha d’alhos, pratos de bacalhau à Braz em todas as direcções; jarros de vinho, canecas de barro em brindes vigorosos; um garrafão de misterioso líquido translúcido, designado como “bagaço do avô”, pass

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Mais críticas de restaurantes

Os melhores pratos em Lisboa

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa
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Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa

Através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. 

Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa
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Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa

Um restaurante italiano sem uma boa carbonara é como a Fontana di Trevi sem água, a Capela Sistina sem turistas afogueados ou a Praça de São Pedro sem turistas ansiosos para ver o Papa. Mas desengane-se quem pensa que é fácil encontrar um bom exemplar da receita clássica italiana em Lisboa – se lhe apresentarem um prato de massa com natas, fuja logo a sete pés. Para lhe facilitar o trabalho e não ser uma maçada, reunimos os melhores sítios em Lisboa para comer uma carbonara autêntica e conseguir acabar a refeição a dier: Mamma mia! Che buono! 

Os melhores ceviches em Lisboa
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Os melhores ceviches em Lisboa

É fresco, baixo em calorias, exótico e sabe bem. O Verão pede ceviches – esse prato ícone da gastronomia peruana – por isso, andámos atrás dos melhores ceviches em Lisboa e dizemos-lhe onde os provar. E temos cá de tudo: ceviches de peixe branco do dia, de salmão, de carapau, de manga, de polvo, de camarão da nossa costa e até de tremoço, veja lá.

Os melhores frangos assados de Lisboa
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Os melhores frangos assados de Lisboa

É um prato tão consensual que a cadeia de fast food KFC lançou um protector solar com o seu cheiro. Sem ir tão longe, a equipa da Time Out fez uma prova cega de frangos assados e elegeu o melhor dos melhores.

Doces e sobremesas em Lisboa

Os melhores chocolates de Lisboa
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Os melhores chocolates de Lisboa

As feiras de chocolate tornaram-se eventos gourmet de massas. Apareceram mercados e mercadinhos da especialidade por todo o país e são um sucesso. 

As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa
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As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou até qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas seis pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia.

Gelados de rolinho
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Gelados de rolinho

Na Tailândia o mais provável é encontrar um carrinho no meio da rua com uma placa de metal gelada, improvisada, para fazer estes gelados de rolinho. Em Lisboa a tendência pegou (já se sabe que adoramos coisas importadas do outro lado do mundo, como o chá de bolhas) e começou a haver quem se dedicasse a esta arte. Sim, porque de certeza que vai ficar vidrado no processo, que é quase sempre o mesmo: em cima de uma chapa, a cerca de uns 20 graus negativos, coloca-se a base, que pode ser fruta fresca ou bolachas, leite e açúcar e mistura-se tudo. O gelado é depois alisado e, por fim, enrolado com uma espátula. Os rolinhos são depois postos em copos de gelado e, muitas vezes, cobertos com toppings à escolha.  Descubra estes gelados nestes três sítios em Lisboa. 

Brigadeiros
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Brigadeiros

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. Há até uns com nacionalidade luso-portuguesa que mantêm a base de leite condensando mas sabem a arroz doce, pastel de nata ou baba de camelo. Prove os brigadeiros destes três sítios e tire a sua prova dos nove.

Restaurantes em Lisboa: por bairro

Carnide
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Carnide

É uma zona residencial por excelência mas não é só a Feira da Luz e as suas loiças a bom preço que arrasta os lisboetas à freguesia de Carnide. Aqui os restaurantes elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito e de romarias propositadas para comer aquele prato que é, na verdade, a comida conforto que precisamos sempre. São do mais tradicional que há, têm um bom serviço, humilde e simpático, e nunca descuram na qualidade à mesa. Muitos servem bons nacos de carne na pedra, mas também há pratos tradicionais alentejanos ou um polvo à lagareiro tenro.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Bairro Alto
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Bairro Alto

Corremos o Bairro Alto e cruzámo-nos com mais de 100 restaurantes pelo caminho, nem todos merecedores de nota, é certo. Da cozinha de autor ao restaurante israelita, estes são os oito melhores restaurantes no Bairro Alto. Recomendado: Os melhores restaurantes na Lapa e na Madragoa

Alfama
Restaurantes

Alfama

A subida vai ser recompensada, prometemos. E aqui o que interessa é a viagem, já que no caminho vai encontrar tascas, comida de autor, fado que não engana nem turistas nem lisboetas e boa comida portuguesa. Alfama é liiiiiinda.

Saldanha
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Saldanha

Pastelarias para as manhãs, restaurantes onde o prato do dia é a estrela e outros para ocasiões especiais. Para uma viagem ao passado, para o melhor éclair da cidade ou para comer à barra, já depois da meia-noite. Seguindo este roteiro pelos melhores restaurantes no Saldanha consegue isto tudo e nem precisa de se levantar cedo, que há uns quantos brunchs.

Avenida da Liberdade
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Avenida da Liberdade

Avenida da Liberdade é sinónimo de compras de luxo e, durante alguns dias, também equivale a boa música, mas quando a fome aperta, a rua mais cara da cidade também tem restaurantes para todos os gostos (e carteiras). Bom apetite.

Príncipe Real
Restaurantes

Príncipe Real

É o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real.