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Críticas de restaurantes, as últimas notícias, novos restaurantes e os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes de peixe em Lisboa
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Os melhores restaurantes de peixe em Lisboa

Se já deu por si no Oceanário a olhar para um tanque e a pensar “este aqui ia bem com umas batatinhas cozidas”, então se calhar está na altura de marcar mesa num restaurante de peixe e antecipar, ou prolongar, a sensação de Verão e maresia o ano inteiro (na época delas, é sentar-se na esplanada e aumentar os níveis de vitamina D). A Time Out juntou-se ao cardume dos piscívoros e diz-lhe quais são os melhores restaurantes de peixe em Lisboa. Garantimos que aqui é tudo fixe e fresco, sem espinhas.  Recomendado: As melhores cervejarias em Lisboa

Ladurée: um salão de chá que tem mais do que macarons
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Ladurée: um salão de chá que tem mais do que macarons

Os macarons, delicados e coloridos, são a imagem de marca da Ladurée mas quem entra neste salão no Tivoli Fórum percebe rapidamente que é muito mais do que isso. À montra de sobremesas perfeitamente alinhadas, dos clássicos Saint Honoré ou éclairs e ispahans, bestsellers produzidos no piso de baixo com a mão delicada do chef pasteleiro Joaquim de Sousa, junta-se um menu muito completo com opções de refeições e pratos com base na cozinha francesa. Aos fins-de-semana e feriados, entre as 10.00 e as 16.00, há um brunch que pede para se ir deixando ficar na mesa até à última migalha: inclui um cesto com mini viennoiseries, pequenas baguetes e outros pães, manteiga, mel e compota, uma selecção de queijos e enchidos, iogurte natural com granola da casa e salada de frutas e ainda um ovo mexido cuidadosamente empratado que esconde tiras de abacate fresco no interior e pode ter salmão fumado ou bacon. A acompanhar há ainda o pain perdu, uma espécie de fatia dourada, servida com maple syrup, chantilly ou compota. Para beber pode escolher um sumo natural (laranja, laranja e frutos vermelhos, limonada, multivitaminas ou de tomate) e uma bebida quente, acompanhada por dois macarons (tudo a 35€).

Os melhores restaurantes para comer comida coreana em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes para comer comida coreana em Lisboa

Não é fácil encontrar restaurantes de apenas comida coreana autêntica no centro de Lisboa – mas a riquíssima gastronomia da Coreia está a ganhar seguidores e importância na cena gastronómica da cidade e já há várias opções para arriscar e provar. Neste roteiro, identificámos dois restaurantes coreanos, um em Odivelas, outro no food court do Mercado Oriental, no Martim Moniz. Mas se é fã destes sabores, há maneira de comer alguns pratos típicos nos bons pan-asiáticos que proliferam em Lisboa. Junte ao seu vocabulário gastronómico os nomes kimchi, bibimbap, japchae ou gojuchang, coma novos caldinhos, massas ou pratos de conforto.  Recomendado: Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Os melhores cafés em Lisboa
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Os melhores cafés em Lisboa

Ir ao café é um hábito bem português, ainda que ao longo dos anos os cafés se tenham transformado, acompanharam os tempos, vestiram outras modas e até ritmos de além-fronteiras. Até já há cafés que se chamam café sem servir o dito, mas mantendo a tradição do encontro. Seja para tomar o pequeno-almoço, lanchar com a família, fazer uma refeição ligeira, trabalhar, para se iniciar no universo dos baristas, encontrar amigos ou mostrar tudo isto nas redes sociais (para isso também vale a pena espreitar a nossa selecção dos cafés mais instagramáveis). Corremos os bairros e encontrámos os lugares que não dispensamos na hora da bica. Estes são os melhores cafés em Lisboa.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa 

Os 148 melhores restaurantes em Lisboa
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Os 148 melhores restaurantes em Lisboa

Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições – o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciarem. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Há 10 anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz. Mais que isso, há 10 anos que os jornalistas e críticos que foram construindo esta casa fazem questão de respeitar essa cartilha sem cedências. O que é que isso vale? Cabe-lhe a si dizer. O que lhe podemos garantir é que todos os 148 restaurantes que encontra nesta lista foram visitados pela nossa equipa pelo menos uma vez e que resulta de uma escolha, subjectiva como se espera, mas criteriosa como se exige. Como de costume, a coisa valeu discussões e zangas. Mas lá chegámos a um consenso e estes são os restaurantes em Lisboa que tem mesmo de conhecer. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

O melhor do Time Out Market

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto
Notícias

O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Se o mercado não vai ao Douro, vem o Douro ao Time Out Market, onde a Taylor’s acaba de abrir um quiosque dedicado ao vinho do Porto. Toda a gente conhece o vinho do Porto, mas quantas pessoas já provaram um bom copo de vinho do Porto? Foi com esta pergunta em mente que fomos buscar a Taylor’s, uma das mais antigas marcas de vinho do Porto, com 325 anos de experiência. O novo quiosque da marca, situado junto à ala dos chefs no Time Out Market, quer mostrar a todos os portugueses e estrangeiros que visitam o mercado que existe uma enorme variedade de vinhos do Porto, cada qual com as suas características. Vai daí trouxeram na bagagem alguns vinhos raros, Portos mais secos ou frutados, mais recentes ou mais antigos, que podem ser consumidos a copo, mas também integrados em provas de vinhos. E apesar dos seus 325 anos de idade, a Taylor’s soube renovar-se: a comprová- -lo estão dois cocktails para experimentar no quiosque: um Porto tónico e um Pink Tónico (7€).           Para quem quer fazer uma verdadeira incursão no mundo do vinho do Porto, a Taylor’s propõe seis provas diferentes: a Para começar, a Completa, a Descoberta, a Especialista, a Um Século e a Vintage – com preços que vão dos 9,50€ aos 65€. Todas são servidas numa tábua composta por 3 a 5 variedades de vinho. Tal como o nome indica, a prova Para começar é quase uma introdução ao vinho do Porto e conta com três vinhos distintos – Chip Dry White, Croft Pink e Select Reserve Ruby. Já a Um século de Porto é

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer

Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Para celebrar os 50 anos da marca Time Out, vale a pena olhar para o tecto do mercado. É lá que vai encontrar 50 das capas mais icónicas deste meio século de história de revistas.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com um workshop de risoto e outro de comida tailandesa. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Comida para todos no Time Out Market
Restaurantes

Comida para todos no Time Out Market

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

Três sítios para comer...

Pavlova
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Pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa para comer... tudo e mais alguma coisa

Panquecas salgadas
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Panquecas salgadas

Nunca se diz não a uma torre de panquecas, especialmente se forem altas e fofas. Mas há sempre algum amigo que não alinha nesta história do brunch enquanto refeição séria, portanto  arranjamos-lhe umas panquecas que na verdade são um bom petisco salgado e de deixar água na bora. Ora, as panquecas por norma são docinhas, tudo certo. Mas estas que lhe sugerimos aqui são salgadas e não é só mais uma invenção esquisita: são como mandam a regra (isto é, altas e fofas), mas têm tiras de bacon e ovo estrelado em cima. Há uma que é, até, uma francesinha. Nem por isso menos light, portanto tome cuidado quando for comer panquecas salgadas a um destes sítios em Lisboa. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Falafel
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Falafel

Se não resiste a um salgadinho e já sabe de cor o roteiro para comer os melhores croquetes, os melhores rissóis ou as melhores chamuças da cidade, chegou a hora de se atirar aos mais dignos exemplares de falafel, os croquetes de grão fritos típicos do Médio Oriente. Bem condimentados, sozinhos ou acompanhados de pão pita, húmus, tahine e salada de tomate, pepino e cebola, são o sonho de qualquer vegetariano, mas não só: os carnívoros também são muito bem-vindos nestes três restaurantes do mundo em Lisboa: Muito Bey, Ink Farm Food e Mezze.  Recomendado: Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Francesinhas
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Francesinhas

O tema é controverso e não faltam opiniões sobre boas francesinhas em Lisboa, mesmo que haja quem diga que só no Porto é que se come bem este monumento ao colesterol. Mas que as há, há. E bem boas. Já foi eleita umas das melhores sandes do muito, embora seja muito mais do que uma sandes, ora atente nos ingredientes básicos: bife, lombo assado, salsicha, linguiça, fiambre e queijo (muito queijo!). E depois há o molho – há quem diga que o segredo de uma francesinha está exactamente no molho. Com ou sem ovo, mas sempre em camadas, dizemos-lhe três sítios para comer francesinhas em Lisboa. Recomendado: Os 149 melhores restaurantes em Lisboa

Paella
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Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos.  Recomendado: Os melhores restaurantes latino-americanos em Lisboa

Pizza marinara
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Pizza marinara

Há umas quantas teorias populares que explicam a origem do molho marinara e, portanto, da pizza marinara. Umas dizem que era o prato preparado pelas mulheres dos marinheiros para os receber em terra, outras afirmam que este molho simples e saboroso de tomate e alho foi inventado pelos marinheiro de Nápoles no regresso das Américas e que assim que fez a primeira pizza. Em qualquer dos casos a receita está ligada ao mar como o nome revela desde o início: marinara significa "do marinheiro" em italiano. Por Lisboa, não tarda estamos na época do tomate, a melhor ocasião para comer marinaras nestes três sítios. 

Os melhores restaurantes em Lisboa para comer...

Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes vegan em Lisboa
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Os melhores restaurantes vegan em Lisboa

Quanto mais restaurantes vegan aparecem em Lisboa, mais criativa fica esta dieta restritiva. Não há ovos, leite ou manteigas de origem animal – e naturalmente nem vale a pena falar em carne ou peixe – mas estes menus não são um interminável desfile de saladas. Estes são os melhores restaurantes vegan em Lisboa. Animais enram, mas só pela trela. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

A cozinha peruana é uma das que mais curiosidade desperta na cidade: o Qosqo foi pioneiro desta gastronomia ali para os lados da Sé e o chef Kiko com A Cevicheria criou o buzz máximo em torno dos pratos do Peru. Entretanto o grupo Portugália abriu o Segundo Muelle, o chef peruano Diego Muñoz juntou-se ao império Avillez e abriu uma Cantina dentro do Bairro e até aprendemos o que é a cozinha nikkei. Mas há mais palavras-chave para além do ceviche que deve conhecer quando entrar num restaurante peruano (e esqueça essa ideia de ser tudo comida crua): as causas, ou causitas, são pratos em que o ingrediente principal é a batata; os tiraditos são fatias de peixe, finas, ao estilo carpaccio, mas temperadas com diferentes molhos, ají é uma malagueta com muitas variedades; anticuchos são espetadas na brasa; chicharrón são pedaços de carne ou peixe panados e os tacu tacu pastéis feitos com arroz e feijão e vários recheios possíveis.  Pelo meio, brinda-se com pisco sours, cocktails que juntam aguardente de uva pisco com limão.  Siga o roteiro dos melhores restaurantes peruanos em Lisboa. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os Golden Visa não melhoraram só o panorama do imobiliário da cidade. A procura de comida chinesa autêntica e regional aumentou e já não é tudo arroz chau chau e rebentos de soja. Do Martim Moniz ao Estoril, consegue-se comer de tudo um pouco, mesmo que por vezes tenhamos de ir ao apartamento dos senhores. Estes são os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Saudável não é sinónimo de verde, light, vegetariano ou comida para passarinhos. E também não equivale a passar fome. Corremos a cidade para lhe trazer esta barrigada de restaurantes saudáveis em Lisboa. Bom apetite e muita saudinha. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa
Restaurantes

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Não lhe vamos falar de rodízios de carnes grelhadas em situações all you can eat ou restaurantes onde o buffet se vende ao peso. Nada contra, mas nesta lista, o caminho vai ser outro, pelos quitutes, esses petiscos pequeninos para matar a fome aqui e ali, pela Bahia, com os seus clássicos como o óleo de dendê, o camarão seco, os coentros ou o leite de coco, e pelos ingredientes brasileiros que nos últimos anos ficaram na moda deste lado do Atlântico, como a tapioca ou o açaí. Reunimos uns quantos sítios para comer comida brasileira em Lisboa onde há variedade no receituário e que estão – esperamos – a abrir caminho para mais restaurantes brasileiros em Lisboa. É que samba sem um prato à frente não enche barriga. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Mais dos melhores restaurantes em Lisboa

Críticas de restaurantes

Coyo Taco
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Coyo Taco

A melhor coisa do Coyo Taco é ficar na rua a beber margaritas e a ver as pessoas passar. O mexicano do Príncipe Real 
tem um balcão virado para a calçada, passadeira de turistas de Birkenstock empurrando carrinhos Maclaren, e podemos estar de cotovelo no parapeito da janela-bar a bebericar esta sofisticação enquanto o corpo se abastece de vitamina D. No primeiro almoço, batia um sol de alterações climáticas e o azul eléctrico da casa tornava o sítio ainda mais estival, a pedir chinelos e calções, tequila e playlist de hip-hop hispânico. A refeição abriu assim na rua, com uma coyo margarita, da lavra do mixologista do Pesca, Fernão Gonçalves. Segundo a carta, leva tequila Olmeca, lima
e tajín. O “tajín” deve referir-se
à marca comercial Tajín, à base de chiles, lima desidratada e sal marinho, e era o pó que bordejava o copo. Fresca, equilibrada, com uma acidez cítrica veraneante. Seguiu-se um outro cocktail, desta feita com tequila Jose Cuervo, ananás assado em sumo e hortelã, com um gelado paleta do mesmo no topo – açúcar excessivo para pré-almoço. O preço do primeiro cocktail não ofendeu (6€), o último custou o dobro e ofendeu um bocado. Acompanhados do guacamole coyo (8€, finas e crocantes as chips, o guacamole pecou pelo abacate, verde e insípido), à laia de entradinha para ensopar álcool, foi brincadeira para 26 euricos de entradas e bebidas. Tesos mas felizes. Uma vez lá dentro, o restaurante é uma sala comprida com a cozinha aberta a correr paralela às mesas,
 de uma

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Mercado Oriental
Restaurantes

Mercado Oriental

O Martim Moniz tem desde há algum tempo um desses supermercados Amanhecer transnacionais, onde os cogumelos shitake e as pimentas de Sichuan convivem com a laranja do Algarve e o queijo flamengo. Ora, foi no topo desse supermercado, alojado numa espécie de galeria comercial, que há uns meses nasceu o Mercado Oriental. E o que é o Mercado Oriental? A resposta não é simples. Na verdade, não é um restaurante mas vários restaurantes que partilham as mesmas mesas. O maior promotor e ideólogo do projecto, o chef André Magalhães (da Taberna da Rua das Flores e da Taberna Fina), chama-lhe hawker centre. “Hawker” quer dizer vendedor ambulante. No conceito original, os hawker centres nasceram na Ásia com a função de dar tecto e condições sanitárias às bancas de rua, mantendo o espírito e os preços da chamada street food. Em Singapura, Malásia, Hong Kong, mas também noutras comunidades asiáticas no estrangeiro, como as que existem na Austrália ou em Los Angeles, proliferam estas instalações, frequentemente espaços sem sofisticação mas com boa comida cozinhada por autóctones. Ora, André Magalhães podia até ter esta referência. E percebe-se o distanciamento do imaginário do food court. Mas é forçar a nota. O chef, profissional bem
-sucedido e um gastrónomo culto, tem três bancas no Mercado Oriental, num total de oito (uma
 é de comida portuguesa (?)). E sendo porventura quem mais sabe de gastronomia asiática em Portugal, não é nem um autóctone asiático nem um comerciante de rua. Da mesm

A Time Out diz
4 /5 estrelas
SÁLA
Restaurantes

SÁLA

Já toda a gente entrou num restaurante quando
 os cozinheiros ainda estão debruçados sobre o balcão sem nada para fazer, e os empregados estão a um canto da sala com
 as mãos atrás das costas sem nada para fazer, aguardando
 os primeiros clientes com um sorriso na cara. Pode parecer estranho, por vezes sentimo-nos oprimidos com tanta atenção, mas no
 final da refeição, normalmente, percebemos que foi bom termos ido cedo. Em qualquer restaurante do mundo, seja uma tasca ou um Michelin, o melhor horário é sempre o de abertura, nesse momento em que a sala está vazia e a energia da equipa está no máximo e os protocolos e as fichas técnicas podem ser cumpridos escrupulosamente. Ou seja, de acordo com a experiência de quem já fez todos os turnos e esmiúça estas coisas, se querem ser bem servidos é chegarem at

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Panda Cantina
Restaurantes

Panda Cantina

A empregada está a tirar 
o pedido, caneta em punho. “Temos ramen de porco, vaca ou tofu”. É só isto, mas isto pode ser muito. Não hesito. “Porco”. “E qual o nível de picante que prefere, de um a cinco?” Penso durante dois segundos. “Cinco”. A rapariga interrompe a escrita abruptamente. Levanta os olhos do caderninho e fica boquiaberta. Como se nunca alguém, jamais, tivesse pedido o nível 5. Como se lhe estivessem a pedir que apontasse um lança-chamas às amígdalas de uma criança. “Gosta mesmo de picante, é isso?”, confirma, serena. “É isso”. A ideia não é, simplesmente, ter fogo, embora fogo seja bom: da mesma forma que algumas pessoas gostam que lhes belisquem os mamilos, eu gosto que me incendeiam a boca. E escusam de vir com a lengalenga “do picante que destrói os outros sabores” e blá, blá, blá. Mas aqui há mais. Ainda. Assim que entrei no Panda Cantina, uma porta discreta da Rua da Prata, senti no ar o aroma a uma rua de Chengdu, capital da região de Sichuan, conhecida pelos seus restaurantes de hotpot. O hotpot é um caldo aromático, servido em panelas borbulhantes, onde os chineses mergulham coisas várias, algumas exóticas, como intestinos e miolos de animais. Esse caldo é feito à base de óleo de chiles, com malaguetas desidratadas e as maravilhosas pimentas de Sichuan. E é isso que está no ar. E é isso que procuro. Muito. Nível 5. Espero a tigela sentado ao balcão e vou assistindo à preparação. À minha frente está Yin, o chinês proprietário do espaço. É ele o único a meter a mão no caldo. Vai compondo as taças com noodles feitos na casa, rebentos de soja, tiras de alga, ovo cozido, carne ou tofu. Yin andou por Paris, é designer e isso percebe-se. O espaço do Panda Cantina é uma maravilha, duas dezenas de lugares sentados ao longo de uma mesa corrida e um balcão paralelo, de frente para a cozinha aberta. Ao fundo, caracteres chineses em néon, no tecto uma instalação soberba de dezenas de recipientes de bambu para cozer ao vapor, nas televisões pandas a comer em looping (a maior comunidade da espécie reside em Sichuan). De resto, o ambiente é despojado e arty, sem nunca tocar no posh nem no étnico, azulejos brancos na parede e inox, muito inox: banca, tachos, tigelas, copos, talheres – tudo prateado e reluzente. A clientela segue o registo informal, vislumbrando-se gente viajada, tattoo e rastas, erasmus, curadores, galeristas e pessoas que dizem “iouga”, à procura de tofu. Em poucos minutos, tenho então o ramen fumegante. Se fosse uma pessoa que faz aspas com os dedos, fazia aspas com os dedos. Este ramen (aspas com os dedos) são noodles à moda de Yin. A simpática empregada procura explicar. “É ramen chinês de Sichuan”. Hmmm. Mais ou menos. O ramen é um prato japonês com origem nos noodles chineses, mas mais complexo, com mais camadas e, no caso do ramen de porco (tonkotsu), com um caldo mais denso e gordo (podem prová-lo no Pangzi ou no Mi Dai, ao Martim Moniz); e quando falamos de Sichuan, a tradição em matéria de massa é outra:
 os dan dan noodles, a versão mais popular, normalmente não levam caldo, muito menos este ovo cozido ou os noodles grossos, em forma de udon. 
Yin admite que se trata de uma versão sua. E eu admito que ela é original. E belíssima. Quando inspiro o vapor do caldo, os meus olhos choram como choraram da primeira vez com gás pimenta; e a minha garganta tosse como tossiu da primeira vez com um hotpot. A capsaicina voa e o melhor é bebê-la em colheradas. Na base da tigela está o caldo magro, no topo pequenos círculos ruivos do óleo de chile a boiar e flocos de malagueta. O nível 5 é sério – seria um nível 3 em Chengdu, mas é sério. Passam uns segundos até conseguir ficar confortável. O corpo relaxa por fim, um fervor anestésico começa a alastrar do estômago para o cérebro, para as pernas – e podemos só imaginar como era nessas casas de Chengdu quando se imergia ópio no caldo do hotpot. Muito bons também os noodles, feitos na casa,
firmes e elásticos, cozidos a cronómetro depois de se fazer
o pedido. E muito boa também a carne de porco, fatias finas de entremeada cozinhadas em soja e gengibre. Experimento igualmente o ramen de vaca. Desta feita baixo para o nível 3. Está, ainda assim, picante. Se tem faltado aos treinos, recomendo que fique por aqui, nível 3. Mas se pratica a malagueta semanalmente arrisque o 4 ou, quem sabe,
 até o 5, e acompanhe com o óptimo sumo de soja caseiro (peça morno, só com um 
pouco de açúcar mascavado), das melhores coisas que experimentei para contrapor ao picante. De resto, não sinto grande variação no caldo do ramen de vaca, ao contrário 
do que é apregoado pela casa
 – nem mesmo nas coberturas, embora a vaca esteja saborosa 
e tenra e com a dose certa de gordura, porventura um corte do chambão. A finalizar, Yin tem também assinatura na sobremesa. Numa taça de inox surge uma bola de gelatina vegetal, à primeira vista nem a vemos,
 de tão transparente. Ao lado, são servidos dois copinhos: um traz um xarope à base de açúcar mascavado e gengibre, o outro amendoim triturado. Atira-se lá para dentro o amendoim, depois o líquido e o resultado é um doce suave e fresco, muito agradável. Em síntese: o Panda 
Cantina tem uns noodles
 bem bons, sem molhos nem pós instantâneos, num sítio com personalidade, onde se está bem seja num jantar de amigos ou num almoço rápido. Eu gostaria que Yin deixasse
os caldos com mais gordura, mais cheios – mas isso é um pormenor quando podemos voltar a cheirar o perfume de Sichuan. Há poucas refeições tão boas, por dez euros, no centro de Lisboa. *As críticas da Time Out dizem respeito a uma ou mais visitas feitas pelos críticos da revista, de forma anónima, à data de publicação em papel. Não nos responsabilizamos nem actualizamos informações relativas a alterações de chef, carta ou espaço. Foi assim que aconteceu.

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Mais críticas de restaurantes

Os melhores pratos em Lisboa

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa
Restaurantes

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Através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. 

Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa
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Um restaurante italiano sem uma boa carbonara é como a Fontana di Trevi sem água, a Capela Sistina sem turistas afogueados ou a Praça de São Pedro sem turistas ansiosos para ver o Papa. Mas desengane-se quem pensa que é fácil encontrar um bom exemplar da receita clássica italiana em Lisboa – se lhe apresentarem um prato de massa com natas, fuja logo a sete pés. Para lhe facilitar o trabalho e não ser uma maçada, reunimos os melhores sítios em Lisboa para comer uma carbonara autêntica e conseguir acabar a refeição a dier: Mamma mia! Che buono! 

Os melhores ceviches em Lisboa
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É fresco, baixo em calorias, exótico e sabe bem. O Verão pede ceviches – esse prato ícone da gastronomia peruana – por isso, andámos atrás dos melhores ceviches em Lisboa e dizemos-lhe onde os provar. E temos cá de tudo: ceviches de peixe branco do dia, de salmão, de carapau, de manga, de polvo, de camarão da nossa costa e até de tremoço, veja lá.

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É um prato tão consensual que a cadeia de fast food KFC lançou um protector solar com o seu cheiro. Sem ir tão longe, a equipa da Time Out fez uma prova cega de frangos assados e elegeu o melhor dos melhores.

Doces e sobremesas em Lisboa

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Compras

Os melhores chocolates de Lisboa

As feiras de chocolate tornaram-se eventos gourmet de massas. Apareceram mercados e mercadinhos da especialidade por todo o país e são um sucesso. 

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As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou até qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas seis pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia.

Gelados de rolinho
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Gelados de rolinho

Na Tailândia o mais provável é encontrar um carrinho no meio da rua com uma placa de metal gelada, improvisada, para fazer estes gelados de rolinho. Em Lisboa a tendência pegou (já se sabe que adoramos coisas importadas do outro lado do mundo, como o chá de bolhas) e começou a haver quem se dedicasse a esta arte. Sim, porque de certeza que vai ficar vidrado no processo, que é quase sempre o mesmo: em cima de uma chapa, a cerca de uns 20 graus negativos, coloca-se a base, que pode ser fruta fresca ou bolachas, leite e açúcar e mistura-se tudo. O gelado é depois alisado e, por fim, enrolado com uma espátula. Os rolinhos são depois postos em copos de gelado e, muitas vezes, cobertos com toppings à escolha.  Descubra estes gelados nestes três sítios em Lisboa. 

Brigadeiros
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Brigadeiros

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. Há até uns com nacionalidade luso-portuguesa que mantêm a base de leite condensando mas sabem a arroz doce, pastel de nata ou baba de camelo. Prove os brigadeiros destes três sítios e tire a sua prova dos nove.

Restaurantes em Lisboa: por bairro

Carnide
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Carnide

É uma zona residencial por excelência mas não é só a Feira da Luz e as suas loiças a bom preço que arrasta os lisboetas à freguesia de Carnide. Aqui os restaurantes elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito e de romarias propositadas para comer aquele prato que é, na verdade, a comida conforto que precisamos sempre. São do mais tradicional que há, têm um bom serviço, humilde e simpático, e nunca descuram na qualidade à mesa. Muitos servem bons nacos de carne na pedra, mas também há pratos tradicionais alentejanos ou um polvo à lagareiro tenro.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Bairro Alto
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Bairro Alto

Corremos o Bairro Alto e cruzámo-nos com mais de 100 restaurantes pelo caminho, nem todos merecedores de nota, é certo. Da cozinha de autor ao restaurante israelita, estes são os oito melhores restaurantes no Bairro Alto. Recomendado: Os melhores restaurantes na Lapa e na Madragoa

Alfama
Restaurantes

Alfama

A subida vai ser recompensada, prometemos. E aqui o que interessa é a viagem, já que no caminho vai encontrar tascas, comida de autor, fado que não engana nem turistas nem lisboetas e boa comida portuguesa. Alfama é liiiiiinda.

Saldanha
Restaurantes

Saldanha

Pastelarias para as manhãs, restaurantes onde o prato do dia é a estrela e outros para ocasiões especiais. Para uma viagem ao passado, para o melhor éclair da cidade ou para comer à barra, já depois da meia-noite. Seguindo este roteiro pelos melhores restaurantes no Saldanha consegue isto tudo e nem precisa de se levantar cedo, que há uns quantos brunchs.

Avenida da Liberdade
Restaurantes

Avenida da Liberdade

Avenida da Liberdade é sinónimo de compras de luxo e, durante alguns dias, também equivale a boa música, mas quando a fome aperta, a rua mais cara da cidade também tem restaurantes para todos os gostos (e carteiras). Bom apetite.

Príncipe Real
Restaurantes

Príncipe Real

É o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real.