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Críticas de restaurantes, as últimas notícias, novos restaurantes e os melhores restaurantes em Lisboa

Brunch estrelado com vista para Lisboa
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Brunch estrelado com vista para Lisboa

O restaurante em questão é o Eleven, sob o leme do chef Joachim Koerper, e acaba de lançar o primeiro brunch com estrela Michelin de Lisboa. Servido só aos sábados, o preço anda nos 29€ por pessoa com tudo incluído, e o que tem de saber antes de avançar na leitura sobre o infindável número de pratos que vai chegando à mesa ao longo da refeição – afinal isto é um restaurante de alta cozinha e há luxos que não se perdem –, é que convém reservar ou chegar à hora em que começa a ser servido, 12.30 em ponto, para conseguir lugar à janela, nas melhores mesas da sala.  Apesar de ser uma novidade fresquinha no Eleven, não é a primeira vez que servem brunch. "Fizemos uma experiência há oito anos, mas não pegou", conta Miguel Júdice, um dos responsáveis do restaurante. Agora, e pela enchente do último sábado, percebe-se que a situação é 100% inversa.   Ao meio-dia e meia metade da sala do Eleven está pronta para receber o brunch, a outra fica reservada aos almoços convencionais. "É uma forma de dar a conhecer o restaurante de maneira diferente. Mas continuamos a servir almoços ao mesmo tempo." Por mesa posta para receber o brunch entenda-se o seguinte: um cesto com vários pães caseiros, como o de nozes, o de cereais ou o branco, um cesto com croissants, mini bolas de Berlim, mini-madalenas e palmiers, manteiga, uma compota de abóbora caseira e uma de morango.         As festividades começam com um serviço de sumo de laranja natural, café e leite quentes – bom, se for uma pesso

Os melhores restaurantes em Lisboa
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Os melhores restaurantes em Lisboa

Chegarmos a acordo quanto ao primeiríssimo critério para eleger os melhores restaurantes de Lisboa foi simples: todos os lugares onde não nos importaríamos de voltar e voltar e voltar outra vez foram imediatamente admitidos. Claro que as novidades mais frescas da cidade também foram consideradas, mas como em muitas coisas na vida, apenas as mais aptas sobreviveram. Para a criação desta lista provámos tudo e mais alguma coisa, vasculhámos, trocámos opiniões com moradores, tudo com o objectivo de deixarmos apenas o filet mignon. E, após uma selecção criteriosa, chegámos àquele que é o mais fiel guia dos melhores restaurantes em Lisboa.

As melhores carrinhas de street food em Lisboa
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As melhores carrinhas de street food em Lisboa

O astro-rei decidiu dar um ar da sua graça e as melhores carrinhas de street food em Lisboa não desperdiçaram a oportunidade de porem as suas bolas de Berlim, as suas focaccias, os seus cachorros quentes, e até os seus gelados, ao sol e à vista do freguês. Encha-se de comida boa enquanto passeia pelas ruas de Lisboa. 

Três coisas que tem de saber sobre o novo Beco de José Avillez
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Três coisas que tem de saber sobre o novo Beco de José Avillez

O Beco Cabaret Gourmet, o novo restaurante de José Avillez dentro do Bairro do Avillez, já abriu. Fica escondido atrás de uma porta secreta e funciona numa antiga capela do Convento da Trindade. É mais um sítio para provar a veia de alta cozinha do chef e, além de um menu de degustação, tem vários momentos de espectáculo. “Há uma aura de diversão e elegância associada aos clubes e aos cabarets dos anos 20 e dos anos 50. É esse ambiente que encontramos aqui no Beco Cabaret Gourmet. Conjugando a alta cozinha com o bar e com o espectáculo, queremos oferecer momentos de surpresa e de encanto e criar noites memoráveis”, diz o chef em comunicado. Rua Nova da Trindade, 18 (Chiado). 21 093 9234. Sex-Sáb 19.30-21.45; 22.00-00.00; 00.00-02.00 (bar). Dom-Seg e Qui 20.30-22.45; 23-01.00.   Fique a saber mais sobre o Beco Cabaret Gourmet na edição da próxima semana.

O roteiro pelo festival do Skrei
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O roteiro pelo festival do Skrei

Olhe, desculpe, pode-me dizer que é o skrei? Skrei é bacalhau fresco da Noruega. Mas não há muitos outros que são da Noruega? Bom, se quer mais detalhes, aqui vai: é o bacalhau no auge da vida, que faz parte da reserva de bacalhau no mar de Barents, onde vive a maioria dos anos. Quando atinge a maturidade sexual, por volta dos cinco anos, passa os meses de Inverno, entre Janeiro e Abril, em migração até à costa da Noruega para desovar, altura em que é pescado de forma artesanal. Artesanal tipo à linha? Exactamente. A tradição vem desde o século IX, ainda na altura dos vikings, e sempre teve um peso importante na Noruega. Só está disponível entre 1 de Janeiro e 30 de Abril e, para ser considerado Skrei com marca registada, tem de ser embalado até 12 horas depois da pesca e guardado a uma temperatura entre os 0 e os 4º. E é assim tão especial? Sim, graças às águas onde cresce, ricas em nutrientes, à alimentação que tem e à velocidade a que nada, 20 a 40 quilómetros por dia (que o faz desenvolver musculatura superior à do bacalhau convencional), é considerado uma das iguarias da cozinha – também o chamam de rei-bacalhau. É conhecido por ser firme e desfazer-se em lascas brancas. Ok, estou convencido. Quanto ao festival, conte-me tudo. Tal como nos últimos anos, o Skrei invade algumas cozinhas portuguesas durante os primeiros quatro meses do ano. O SkreiFest acontece até Abril em 47 restaurantes de Lisboa e do Porto, que têm receitas especiais feitas com skrei. Algumas m

Últimas notícias sobre restaurantes em Lisboa

Os pastéis do Rive-Rouge para comer na nova esplanada
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Os pastéis do Rive-Rouge para comer na nova esplanada

O Rive-Rouge, filho mais novo de Manuel Reis, abriu no primeiro andar do Time Out Market em Novembro para dar música a partir das 17.00. Agora dá as boas-vindas à Primavera com uma esplanada com vista para a Praça D. Luís, que abre já esta quinta-feira. É para petiscos e bebidas ao final da tarde no piso de baixo e pezinho de dança no andar de cima, quando já tiver o estômago reconfortado. Por isso, tem uma carta própria, assinada pela chef Manuela Brandão do vizinho Pap’Açorda. Fotografia: Arlindo Camacho     Os pastéis Rive-Rouge são o especial da casa. Parecem pequenas empadas com uma capa vermelha e há de vários sabores: sapateira e pickles, peixe com tomate, aves com juliana de alface, vitela e feijão, legumes, cogumelos ou choco frito com aioli. E também há um para a sobremesa: é recheado com mousse de chocolate e salpicado com purpurinas vermelhas. Na carta há ainda gambas panadas com molho picante, amêijoas à bulhão pato com pão torrado, prego de alcatra no pão, costeletas de borrego panadas ou croquetes de pato com mostarda. Praça D. Luís I (Cais do Sodré). Ter-Dom 17.00-21.00.

Antiga Casa Faz Frio vai fechar
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Antiga Casa Faz Frio vai fechar

Se há prato que bem nos caracteriza e apela às origens com uma simples garfada, é um bom bacalhau. Assuma ele a forma de meia-desfeita, de pastéis fritos servidos como petisco, à Brás, à Zé do Pipo, ou com natas – como o que se serve hoje na Antiga Casa faz Frio, no Príncipe Real, a 8,20€/dose (é o prato do dia). O restaurante com 150 anos – um dos espaços de restauração mais antigos de Lisboa – perito na arte de confeccionar bacalhau (e uma bela lampreia, como a que está na fotografia), está prestes a fechar as portas. A razão é capaz de não lhe ser estranha. “Isto é tudo um bocado complicado. Deram-me até ao final do ano para sair daqui. O prédio foi comprado por um indivíduo que fez questão de nos empurrar daqui para fora e nem sequer quis renovar ou renegociar a renda”, conta Mário Gouveia, dono do restaurante há 10 anos, mas há 35 a trabalhar na zona. “Um dos proprietários é o Banco Privado Edmond de Rothschild, aqui ao lado”. Mário recorreu às Lojas com História, um projecto da Câmara Municipal de Lisboa que tem como objectivo promover e salvaguardar o comércio local e tradicional, mas nada feito. “Eles estão de mãos atadas e não podem fazer nada”, argumenta. “O proprietário tem um poder económico muito forte e vai destruir isto tudo. Até podem dizer que não, mas vão abrir um restaurante, igual a tantos outros, com um chef conhecido à frente, como tem vindo a acontecer na zona.” Uma petição contra o fecho do restaurante já foi criada e conta com 72 subscrições.

Miguel Castro e Silva: o chef está imparável
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Miguel Castro e Silva: o chef está imparável

Não é uma nem duas, são três novidades que o chef portuense traz aos lisboetas. A sua atenção, sff. Miguel Castro e Silva acaba de se instalar a sério na Gulbenkian e de fazer um extreme makeover à cafetaria do museu. O mesmo sítio onde dá a provar, pela primeira vez, uma linha de pastéis de assinatura, doces e salgados que vai vender também em Londres. Apesar de ser em Lisboa que vai abrir, já em Maio, dois novos restaurantes, um deles a traçar o caminho da cozinha de autor [termo que detesta, mas que deu autorização para ser usado neste texto]. Sim, tudo isso. Conheça cada um dos projectos.   O chef Miguel Castro e SilvaFotografia: Manuel Manso           A Cafetaria do Museu Calouste Gulbenkian Se já havia boas desculpas para passar algumas vezes pelo museu e jardins da Gulbenkian, a instalação definitiva do chef Castro e Silva, já consultor da Fundação há dois anos, veio dar novas razões para lá ir. Abriu a cozinha, agora totalmente à vista de quem lá vai almoçar, importou um bonito serviço de loiça Costa Nova e dividiu a bancada de self-service em duas partes. De um lado há uma imensidão de salgados, como pastéis de bacalhau, rissóis, quiches, saladinhas frias e a nova linha de pastéis do chef; do outro lado alinham-se bolos à fatia, éclaires caseiros e outros doces que fazem equacionar se não é melhor trocar a ordem da refeição convencional para sobremesa-prato-sopa. Mais: tem sempre pratos do dia e uma ementa fixa onde entram alguns nomes conhecidos, como o

Três pratos que já pode provar no novo Surf & Turf de Kiko Martins
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Três pratos que já pode provar no novo Surf & Turf de Kiko Martins

O Surf & Turf é, como anunciámos há poucas semanas, o mais recente projecto do chef Kiko Martins. Abriu hoje no Mercado da Ribeira, no espaço onde antes funcionava o restaurante Trincas, e em todos os pratos há ingredientes do mar e da terra. “Depois de quatro restaurantes abertos na cidade, senti que já tinha maturidade para vir para o Mercado da Ribeira”, conta o chef, que trouxe alguns dos bestsellers dos seus outros restaurantes para este espaço. D’ O Asiático vieram as ostras com espuma de ostras, tártaro de novilho coreano e pêra nashi (12,70€), d’ O Talho o taco de tártaro de novilho com alga nori e maionese de rábano (6,90€) e d’A Cevicheria o ceviche de peixe branco com pipoca de porco preto, puré de batata doce, algas e leite de tigre (12,60€). Mas há muito mais para experimentar, como por exemplo, o polvo assado, muito tenro, acompanhado de tapioca negra e pato fumado (12,30€)   Polvo assado com tapioca negra e pato fumado           O quinoto do mar mantém-se fiel ao conceito e mistura croquetes de cachaço com camarão, algas e espuma de ostras (14,80€).   Quinoto do mar com croquetes de cachaço, camarão, algas e espuma de ostras         Para terminar, perca-se nesta sobremesa, bem doce, de frutas e algas marinadas acompanhadas por um espuma de goiaba e um creme de yuzu (5,80€).   Frutas e algas, espuma de goiaba e creme de yuzu       Time Out Mercado da Ribeira, Avenida 24 de Julho (Cais do Sodré). Dom-Qua 11.30-00.00. Qui-Sáb

Mais notícias

Os melhores restaurantes em Lisboa para comer:

Focaccias
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Focaccias

Podiam vir sem nada que já não nos queixávamos, mas podem ser recheadas com queijos, enchidos, legumes ou até Nutella. São as melhores focaccias em Lisboa e pode encontrá-las nestes três restaurantes italianos.

Ramen
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Ramen

Esta sopa veio do Japão para aquecer os alfacinhas, que finalmente podem encontrar ramen espalhados pela cidade. Estes são os três melhores sítios para comer ramen em Lisboa

Tapioca
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Tapioca

Se está determinado a ser mais saudável, troque o pão e as panquecas por tapioca. Com recheios salgados ou doces, estes crepes de farinha de mandioca, sem glúten, estão a fazer sucesso em Lisboa. Saiba onde.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Sopa de tomate alentejana
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Sopa de tomate alentejana

Quando vamos atrás de sopas alentejanas já sabemos que temos de ir de barriga vazia. E estas três não são excepção. Tome nota, estes são os três melhores sítios para comer sopa de tomate alentejana, bem no coração da capital.   Recomendado: As melhores sopas de Lisboa

Peixinhos da horta
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Peixinhos da horta

Um feijão verde envolto numa fritura no ponto é capaz de levar um alfacinha ao céu. Como entrada ou prato principal, com ou sem maionese para dar uns mergulhos, estes são os três melhores sítios para comer peixinhos da horta em Lisboa.

Restaurantes em Lisboa: Novidades

Souk
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Souk

É um mercado do mundo e por isso não é de estranhar os frascos de especiarias (ele é sal do Mar Morto, jalapeño vermelho em pó, sementes de mostarda, beterraba em pó...) cuidadosamente empilhados na vitrine, com autocolantes a assinalar o país proveniente. Abriu em Dezembro pela mão de Daniela Azeredo, que inspirada pelas suas viagens à volta do mundo resolveu deixar a carreira de economista para se dedicar a 100% à loja. Ricardo Osório juntou-se à aventura e, como ex-chef de cozinha, é agora responsável pelos chocolates caseiros que há à venda (como o de chocolate negro com flor de sal, o chocolate branco com pistácio ou o de leite com cardamomo e clementina). Além das especiarias e dos chocolates há compotas caseiras, patés, vinhos, azeites e uma montra cheia de queijos. Quem quiser fazer a degustação em loja, também é possível: ao fundo do mercado há um lounge com mesas e cadeiras onde são servidos alguns dos chás ou vinhos em loja com scones ou tábuas de queijos (a pequena custa 12€ e a grande 18€) ou enchidos nacionais e estrangeiros (a pequena custa 12€ e a grande 21€). E há ainda uma mascote a espreitar à janela: o chef Azeitona, imaginado em banda desenhada por Catarina Preto.

Infame
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Infame

As coincidências são inegáveis, quase conspiratórias. O novo restaurante do Intendente fica no recém-inaugurado 1908 Lisboa Hotel, que deve o nome ao ano da construção do edifício, ao ano em que ganhou o prémio Valmor (o mesmo) e ao ano do regicídio. E o que tem isto de especial? Nós explicamos. Uma das figuras principais deste espaço, que deixa entrar o frenesim da Almirante Reis através das grandes vidraças, é a rainha D. Amélia, representada em diversas obras de arte dos Irmãos Marques que decoraram o espaço (ver caixa). Consta também, nos arquivos da cidade, que antes de ser Almirante Reis, esta que era uma das artérias principais da cidade, se chamava Avenida Rainha D. Amélia. Mas os trocadilhos com a história não ficam por aqui, estendem-se também ao restaurante, chefiado por Nuno Bandeira de Lima, ex-The Insólito. “Decidimos baptizá-lo de Infame, porque foi isso que a rainha gritou, agitando o ramo de flores no ar, aos assassinos do marido e do filho”, conta Margarida Almeida, responsável pelo projecto. “E houve ainda uma outra razão”, acrescenta. “Durante muito tempo, esta foi considerada a esquina mais infame do Intendente, por causa da prostituição que aqui havia”. A recuperação foi lenta. O espaço estava compartimentado em pequenas lojas, os pilares de ferro estavam escondidos e a grande escadaria tinha desaparecido. Até os mosaicos hidráulicos no chão tiveram de ser recriados a partir de um azulejo original encontrado entre as ruínas. Agora está luminoso, areja

RIB Beef & Wine
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RIB Beef & Wine

O Norte entrou em força Terreiro do Paço adentro. Onde antes funcionava o Lisboeta, na Pousada Lisboa, existe agora um restaurante que ganhou fama no Porto, que serve carne minhota a quem por lá passa, e tem uma carta pensada por Rui Martins (eleito Chef Cozinheiro do Ano de 2016), nascido e criado em Vizela, perto de Guimarães. Como se não bastasse, esta é posta em prática pelo seu braço direito em Lisboa, o chef Luís Rodrigues, ex-Bastardo, e limiano de gema. A ideia é simples. Há dez cortes de carne, que vão do entrecôte, aos chuletón, passando por vazias maturadas durante 60 dias, RIB eye ou cowboy steaks, algumas das estrelas da casa (os preços variam entre os 16€/150g e os 55€/1kg). As peças vêm para a mesa com manteiga Café de Paris, pimento piquillo de Lodosa, flor de sal e um molho à escolha. Para acompanhar, há legumes asiáticos, travessas com arroz de grelos, saladas de coleslaw ou esmagada de batata doce com coentros (entre os 3€ e os 4,50€). Para quem não vai à bola com carne, há sopas de tomate com ovo escalfado (6€) e vistosos risotos de beterraba (12€). 

Absurdo
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Absurdo

A ideia era causar impacto e como Olivier não faz a coisa por menos, criou sanduíches tão grandes que chegam a ser absurdas. Mas em bom, garante. “Inicialmente pensei abrir um espaço no Palácio Chiado, mas depois olhamos para este lugar, em pleno Cais do Sodré, e eu disse: ‘Fazia aqui umas belas sandes’. E assim foi”, conta o chef, acrescentando que não gosta de replicar conceitos. “Há imensas hamburguerias na cidade e pizzarias também. Faltava um restaurante deste género”. Absurdo é também o formato das sandes que vêm para a mesa embrulhadas em papel craft e que podem ser levadas para casa. “Tivemos imenso cuidado com o pão. É uma espécie de pão de hambúrguer que leva batata doce para aguentar os molhos do interior. Queríamos que tivesse textura e, ao mesmo tempo, não ficasse todo ensopado, nem colado aos dentes”. Partido em pedaços, pode ser partilhado em família ou com os amigos. “É, aliás, esse o conceito do restaurante, ao qual juntamos boa música e muita animação. Vamos inclusivamente ter uma roda da sorte com prémios”, diz Francisco Mira, também sócio, e um dos responsáveis pela Charcutaria Lisboa. Dentro do pão acontece um pouco de tudo. Há frango com molho de leitão da Bairrada, porco, misturas de vegetais, ou atum com ovo cozido e cebola roxa (a 7,80€). No rol das mais rebuscadas, aparece a de bacalhau com ovo estrelado e cebola crocante, a de prego com batatas fritas e, claro, a Absurdo, a rainha da ementa (9,50€). “Esta sandes é uma experiência gastronómica.

La Reserve 8
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La Reserve 8

Brasileira, naturalizada portuguesa, filha de libaneses e com dedo para a cuisine francesa. Monique Assemany, a dona, que também gere à distância um outro restaurante na Venezuela, já viu o mundo, mas preferiu criar raízes e abrir um pequeno espaço ali para os lados de Campo de Ourique. “Quando voltei da Venezuela, onde eu e o meu marido temos duas pousadas, estava com muita vontade de abrir um negócio meu. Encontrei este espaço, ideal para um projecto mais pequeno. Aqui faço uma cozinha franco-brasileira, centrada em três produtos principais: as tartines, as omeletas e as tapiocas”, conta. Monique, que tem formação em cozinha e pastelaria francesa, trabalha essencialmente com três proteínas: coelho confitado, salmão fumado e presunto ibérico”. Este, por exemplo, aparece numa das suas tapiocas, acompanhado de nozes e cebola caramelizada (6,10€ com salada). “Esta tapioca foi hidratada em vinagre balsâmico, mas a que leva salmão e pêra caramelizada é hidratada em vinho”.   Além destas, há tartines de três queijos, que levam romã, pêra e lavanda (5,70€), outras com coelho confitado, cebola caramelizada e microervas (5,90€), ou ainda salmão e fromage blanc (6,40€). No campeonato das omeletas, estas vão das simples com cebola e cogumelos, às de frango com queijo e anchovas (5,95€ e 5,99€).         “Tanto as tartines, como as tapiocas ou as omeletas, são sempre acompanhadas de saladas robustas. E como este espaço é pequeno, só cabem oito pessoas, daí o nome do restaurante, opte

Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes de comfort food em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes de comfort food em Lisboa

Há dias em que não há salada, prato com nome francês ou comidinha da avó que nos valha. Deprimido, ressacado ou só a precisar de repor os níveis de gordura no organismo? Então dispense as grandes redes de restaurntes de fast food e rume a um destes cinco restaurantes de comfort food para devorar hambúrgueres, salsichas e batatas fritas. No final da refeição, o mundo vai parecer-lhe um lugar muito melhor. 

Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco
Restaurantes

Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco

Comer fora é caro, mas restam alguns verdadeiros achados. Apresentamos-lhe cinco dicas de restaurantes em Lisboa ideais para os dias que seguem, bem como sugestões do que comer em cada um.   Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros

Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Comer vegetais cozidos e sensaborões é coisa do passado. Se não acredita, explore esta lista com os dez melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa, capazes de tornar as couves de bruxelas em verdadeiras estrelas de passerelle – que, ainda por cima, lhe vão fazer bem à saudinha.   Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Os restaurantes indianos mais picantes da cidade
Restaurantes

Os restaurantes indianos mais picantes da cidade

Nesta lista não faltam chamuças, caris de camarão, pães naan quentinhos e boa comida indiana. São oito restaurantes, cada um com as suas especialidades e um deles perito em fazer dosas, uns crepes gigantes que se comem na Costa do Malabar, voltada a Ocidente, do lado do Oceano Índico. Será que as suas papilas gustativas aguentam esta viagem pelos melhores restaurantes indianos em Lisboa?   Recomendado: Os dez melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Os melhores restaurantes de cozinha tradicional em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes de cozinha tradicional em Lisboa

Do Minho ao Algarve, do interior ao litoral – não é preciso sair de Lisboa para experimentar os melhores sabores da cozinha portuguesa. Açordas, bacalhaus, rissóis e pataniscas. Entremeadas, croquetes, cozidos e empadões – o que não faltam nestes restaurantes de cozinha tradicional em Lisboa são especialidades do país inteiro.      Recomendado:Os melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros
Restaurantes

Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros

Comer fora não tem de ser de caro e na cidade existem verdadeiros achados entre alguns dos restaurantes baratos em Lisboa. Na nossa lista dos melhores restaurantes até 10 euros, há espaço para restaurantes tradicionais, asiáticos, argentinos e até vegetarianos. Para enchar a barriga sem esvaziar a carteira.

Mais dos melhores restaurantes em Lisboa

Críticas de restaurantes

Alma
Restaurantes

Alma

O pintor francês Paul Cézanne escreveu: “O dia virá em que uma simples cenoura, alvo de um olhar fresco, dará origem a uma revolução”. O dia não veio ainda. Mas esteve quase. Uma hora à mesa no Alma e chegavam as célebres cenouras assadas de Henrique Sá Pessoa. A acompanhar, bulgur (trigo durum), amendoins, azeite de cominhos e uma rodela de queijo de cabra (belíssimo). De repente, silêncio. Depois, o primeiro “hmmmmm” da noite. E o segundo. E o terceiro. Lembro que as cenouras nos castigam há décadas: no peixe cozido; em purés que nunca fizeram os olhos bonitos; na sopa de cantina; ralada, a acompanhar saladas de snack bar; na infame jardineira. Não é fácil ultrapassar isto. O que Sá Pessoa conseguia, aqui, era a prova derradeira do seu maior talento: extrair o melhor dos produtos (sim, cenoura pode ser uma coisa boa) e acertar sempre nas combinações. Não há uma invenção estapafúrdia, tudo sabe bem. O sabor acima de tudo. Foi, aliás, assim até ao fim. O menu Alma, espécie de best of do chef (90€), inclui quatro snacks, duas entradas, dois pratos principais, mais dois doces e mignardises. Destes, seis eram obras-primas, os outros só muito bons. A abrir o jantar – um sábado, casa cheia – bolachas de tapioca e maionese de ostra rematadas com um shot de gaspacho filtrado, intenso de pepino. Seguiu-se a esferificação de amêijoa à Bulhão Pato, assente numa almofadinha de puré de coentros; ao lado, tempura de pimentos (o polme de tinta de choco fino, crocante, sequíssimo)

A Time Out diz
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A vossa opinião
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Hansi
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Hansi

No outro dia estava num churrasco de rodízio: vaca, porco, peças certificadas (arouquesa, mirandesa...), vários condimentos, gente de muito e bom alimento. A meio da refeição aparecem na mesa umas quantas dessas salsichas de supermercado pré-embaladas. A marabunta entrou em delírio. As pessoas adoram salsichas manhosas. Eu gosto de salsichas manhosas. E isso pode ser dramático para as salsichas de qualidade. Ou seja, isso pode ser dramático para este Hansi. Acontece o seguinte. Se uma salsicha com 80 por cento de gordura e 15 por cento de sal é boa, uma salsicha vienense é ainda melhor. Sei isto desde que me tornei cliente do Kaffeehaus, o café do Chiado com mais jornais e intelectuais de referência. Mas foi no Hansi, irmão mais novo e mais hipster, que tirei o mestrado. Neste pequeno restaurante junto ao jardim D. Luís, ao lado do Mercado da Ribeira, há uma dúzia de variedades de bratwursts, todas importadas do talho do senhor Hubmayer, situado nos arredores de Viena. A salsicha do senhor Hubmayer merece a total confiança dos donos do restaurante, não fosse um deles, Christoph Hubmayer, seu filho. As minhas preferidas são as Lammbratwurst, de borrego, as clássicas Kasekreiner picantes, fumadas e com queijo Emmental infiltrado na carne, e as Berber, estas de tipo Frankfurter, também com Emmental e ainda com umas maravilhosas tiras crocantes de speck, o bacon austríaco (todas a 6,90€). Seja qual for vem dourada e com uma mostarda excelente de estragão, um pouco mais amarg

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In Bocca al Lupo
Restaurantes

In Bocca al Lupo

As crianças nem sempre são o melhor que há no mundo, mas resultam muito úteis para a crítica de restaurantes. As crianças mesmo crianças não vão em tendências nem em tops. Não lhes interessa se o restaurante é do chef A ou do chef K. Se a carne é maturada durante 12 dias ou 12 meses. Se o peixe é de aquacultura ou vivia numa gruta das Berlengas. A gente pergunta às crianças: Gostas? E as crianças respondem: “É óptimo”. “É horrível”. Às crianças só interessa o sabor e o prazer. Dito isto, muitas não descartam má comida. Os meus filhos, por exemplo. Quando se trata de pizzas entusiasmam-se com o Mr. Pizza. Eu como uma fatia do Mr. Pizza e meia hora depois acho que aquilo não é uma pizza mas um bocado de óleo com farinha. Por vezes, regurgito. Elas não. O estômago das crianças é uma ETAR. Diferente é achar que lhes sabe tudo ao mesmo. Não sabe. Muitas crianças são, inclusive, provadoras experientes. Sobretudo no que respeita a rodelas de pão assadas. Algumas fizeram o circuito todo das melhores pizzas lisboetas: Mercantina, Casanova, ZeroZero, Lucca, La Finestra, Forno d’Oro. E quase todas têm bem claro o seu Top 10. No currículo dos meus filhos faltava este In Bocca al Lupo, uma espécie de parente afastado das modernas pizzarias lisboetas – porventura a mais italiana de todas, com a particularidade de ser biológica. De início, a rapaziada demonstrou apenas um entusiasmo comedido: o sítio falha em opulência e design, duas coisas que impressionam as pessoas miúdas e graúdas

A Time Out diz
  • 5 /5 estrelas
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  • 4 /5 estrelas
Nova Ásia
Restaurantes

Nova Ásia

É o chinês mais português da cidade. A dona, filha do fundador, Dihuan Lin, fez cá a escola e responde sem sotaque às questões mais técnicas. Acresce que, em vez do mobiliário de plástico, há madeiras escuras, prateleiras com boas garrafas de vinho e atoalhados de pano – um ambiente confortável e sofisticado mais próximo do bistrô do que da sala-fonte-luminosa-brilhante-fluorescente. De notar, contudo, que a mesa grande redonda, com placa giratória ao centro – uma das grandes invenções gastronómicas que os chineses nos deram – não foi descartada e proporciona bons momentos a famílias alargadas. A fama do restaurante, no entanto, vem do pato – e com inteira justiça. Tem as versões lacado à Pequim (médio 18€), assado à Pequim (pequeno 9€) e o especial à Pequim (para três ou quatro pessoas, 45€). A maior parte das vezes que lá comi, o pato assado vinha suculento por dentro e crocante por fora, com os acompanhamentos do costume: panquecas, alho francês em fiapos e molho Hoisin (feito de pasta de feijão, vinagre e cinco especiarias, mistura anisada que os iniciados acham de sabor farmacêutico mas que se torna num exotismo essencial). O especial à Pequim inclui um caldo excelente com óleo de sésamo e bróculos, febras, a pele (maravilhosa, a lembrar leitão) – tudo de pato, claro – e legumes. Embora não seja uma casa conhecida pelos dim sum, outro prato interessante são os raviolis de porco preto, um aportuguesamento dos guo tai chineses, com recheio de carne moída, alho e cebolo

A Time Out diz
  • 4 /5 estrelas

Os melhores pratos em Lisboa

As melhores sopas de Lisboa
Restaurantes

As melhores sopas de Lisboa

Ou sim, ou sim. Acabe-se com o preconceito. Sopa é bom, sobretudo no Inverno. E a selecção que lhe fizemos garante prazer e alimento. Daqui ninguém sai com fome

Grão a grão se enche o papo
Restaurantes

Grão a grão se enche o papo

Portugal é o maior consumidor de arroz da Europa, e a abertura de três restaurantes em Lisboa onde ele é rei, só em 2016, é sinal disso mesmo. 

Os melhores pratos de massa de Lisboa
Restaurantes

Os melhores pratos de massa de Lisboa

Auspiciaram-lhes o fim, mas elas voltaram com mais força ainda. 

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa
Restaurantes

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa

Através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. 

Doces e sobremesas em Lisboa

As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa
Restaurantes

As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou até qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas seis pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia.

Os três melhores sítios para comer sobremesas com doce de leite
Restaurantes

Os três melhores sítios para comer sobremesas com doce de leite

Uma tentação pronta para nos fazer quebrar as amarras da dieta, o doce de leite conquistou Lisboa e os lisboetas.

As sobremesas mais gulosas para enfrentar o frio
Restaurantes

As sobremesas mais gulosas para enfrentar o frio

Há brownies com bolas de gelado por cima, cheesecakes com coberturas a pingar de açúcar, pavlovas feitas a partir de suspiros gigantes e mousses de chocolate tão espessas que são capazes de resistir a qualquer intempérie. 

Os melhores chocolates de Lisboa
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Os melhores chocolates de Lisboa

As feiras de chocolate tornaram-se eventos gourmet de massas. Apareceram mercados e mercadinhos da especialidade por todo o país e são um sucesso. 

Restaurantes em Lisboa: por bairro

Príncipe Real
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Príncipe Real

É o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real.

Cais do Sodré
Restaurantes

Cais do Sodré

No bairro mais animado da noite lisboeta também se come muito bem. Este é o nosso roteiro gastronómico pelos melhores restaurantes no Cais do Sodré  

Baixa
Restaurantes

Baixa

Bairro mal-amado pelos lisboetas, idolatrado pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção. Quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres da cidade ou de alguns clássicos que se mantêm com muita qualidade há vários anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa. 

Avenidas Novas
Restaurantes

Avenidas Novas

Italianos, nepaleses, japoneses e, como não podia deixar de ser, portugueses, numa linha muito tradicional. As Avenidas Novas têm oferta para todos os gostos e carteiras. Esta é a nossa escolha dos melhores restaurantes nas Avenidas Novas para comer bem quando andar de passeio pela zona.

Campo de Ourique
Restaurantes

Campo de Ourique

Do pequeno-almoço ao jantar, da cozinha tradicional aos pratos do mundo, come-se bem no campo. Eis o roteiro perfeito pelos melhores restaurantes em Campo de Ourique

Mouraria
Restaurantes

Mouraria

É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Um roteiro perfeito pelos melhores restaurantes na Mouraria.