Restaurantes

Críticas de restaurantes, as últimas notícias, novos restaurantes e os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores sítios para comer ramen em Lisboa
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Os melhores sítios para comer ramen em Lisboa

Dantes, para comer um bom ramen teria de ser obrigatoriamente durante os meses de tempo frio (verdade seja dita continua a saber quando sabe melhor) e conjugar bem a sua agenda com a do Bonsai, o restaurante no Bairro Alto que continua a fazer a sopa japonesa – e bem – aos sábados. Entretanto os lisboetas começaram a estar mais atentos, e a arriscar mais, no que toca a comidas do mundo, e apareceram alguns sítios com bom ramen em Lisboa. O segredo desta sopa que veio do Japão para aquecer os alfacinhas está no caldo e nestes restaurantes em Lisboa há várias versões, todas boas para nos aquecer a alma. Recomendado: Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

Os melhores restaurantes indianos em Lisboa
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Os melhores restaurantes indianos em Lisboa

Uma das primeiras referências dos portugueses no que respeita à cozinha étnica foram os restaurantes indianos. E não há como os contornar. Nos restaurantes desta lista não faltam chamuças, caris ou pães naan quentinhos. Cada um com as suas especialidades, um mais moderno e perito em fazer dosas (que são uns crepes gigantes); outros mais clássicos e prontos para darem aos comensais o que querem. E, no meio disto tudo, quase numa categoria à parte, um par de goeses que operam uns furos acima da competição, o Jesus é Goês e o Tentações de Goa. Benditos.  Não tenha medo e prepare as papilas gustativas para ver se aguentam esta viagem pelos melhores restaurantes indianos em Lisboa. Recomendado: Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Como comer picante como um indiano
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Como comer picante como um indiano

Se tem um estômago sensível, pare já aqui. Este livro de instruções é para todos aqueles que não se importam (e até têm um certo prazer) com as gotículas de suor na testa quando comem pratos picantes que testam os seus níveis de resistência. Há mais efeitos secundários quando comemos pratos picantes indianos armados em campeões: o couro cabeludo começa a aquecer (e todo o seu interior, vá), e o sentimento de felicidade e euforia é geral.  Ainda não desistiu? Então aceite a malagueta, afinal dá boa energia e aumenta o metabolismo. Mas siga as nossas sugestões e pratique como deve ser. Recomendado: Os melhores restaurantes indianos em Lisboa

#foodporn: a comida mais obscena de Lisboa
Restaurantes

#foodporn: a comida mais obscena de Lisboa

A lista que se segue é uma ementa entre a gula e a luxúria. Dos preliminares das entradas ao êxtase das sobremesas, tudo tem imagens gastronomicamente explícitas e potencialmente excitantes. É essa a génese da hashtag #foodporn, comida pornográfica em bom português, que comemos primeiro com os olhos (e com o telemóvel, para registar tudo para as redes e fazer babar os outros) e, só depois, com faca e garfo. É um repasto absolutamente decadente, temos noção, mas estes pratos são um bocadinho mais do que isso: repetimos a dose mais do que uma vez ao longo de 2018 e garantimos que vai ser uma boa barrigada. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os 148 melhores restaurantes em Lisboa
Restaurantes

Os 148 melhores restaurantes em Lisboa

Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições – o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciarem. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Há 10 anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz. Mais que isso, há 10 anos que os jornalistas e críticos que foram construindo esta casa fazem questão de respeitar essa cartilha sem cedências. O que é que isso vale? Cabe-lhe a si dizer. O que lhe podemos garantir é que todos os 148 restaurantes que encontra nesta lista foram visitados pela nossa equipa pelo menos uma vez e que resulta de uma escolha, subjectiva como se espera, mas criteriosa como se exige. Como de costume, a coisa valeu discussões e zangas. Mas lá chegámos a um consenso e estes são os restaurantes em Lisboa que tem mesmo de conhecer. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

O melhor do Time Out Market

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto
Notícias

O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Se o mercado não vai ao Douro, vem o Douro ao Time Out Market, onde a Taylor’s acaba de abrir um quiosque dedicado ao vinho do Porto. Toda a gente conhece o vinho do Porto, mas quantas pessoas já provaram um bom copo de vinho do Porto? Foi com esta pergunta em mente que fomos buscar a Taylor’s, uma das mais antigas marcas de vinho do Porto, com 325 anos de experiência. O novo quiosque da marca, situado junto à ala dos chefs no Time Out Market, quer mostrar a todos os portugueses e estrangeiros que visitam o mercado que existe uma enorme variedade de vinhos do Porto, cada qual com as suas características. Vai daí trouxeram na bagagem alguns vinhos raros, Portos mais secos ou frutados, mais recentes ou mais antigos, que podem ser consumidos a copo, mas também integrados em provas de vinhos. E apesar dos seus 325 anos de idade, a Taylor’s soube renovar-se: a comprová- -lo estão dois cocktails para experimentar no quiosque: um Porto tónico e um Pink Tónico (7€).           Para quem quer fazer uma verdadeira incursão no mundo do vinho do Porto, a Taylor’s propõe seis provas diferentes: a Para começar, a Completa, a Descoberta, a Especialista, a Um Século e a Vintage – com preços que vão dos 9,50€ aos 65€. Todas são servidas numa tábua composta por 3 a 5 variedades de vinho. Tal como o nome indica, a prova Para começar é quase uma introdução ao vinho do Porto e conta com três vinhos distintos – Chip Dry White, Croft Pink e Select Reserve Ruby. Já a Um século de Porto é

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer

Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Para celebrar os 50 anos da marca Time Out, vale a pena olhar para o tecto do mercado. É lá que vai encontrar 50 das capas mais icónicas deste meio século de história de revistas.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com um workshop de risoto e outro de comida tailandesa. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Comida para todos no Time Out Market
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Comida para todos no Time Out Market

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

Três sítios para comer...

Pavlova
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Pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa para comer... tudo e mais alguma coisa

Panquecas salgadas
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Panquecas salgadas

Nunca se diz não a uma torre de panquecas, especialmente se forem altas e fofas. Mas há sempre algum amigo que não alinha nesta história do brunch enquanto refeição séria, portanto  arranjamos-lhe umas panquecas que na verdade são um bom petisco salgado e de deixar água na bora. Ora, as panquecas por norma são docinhas, tudo certo. Mas estas que lhe sugerimos aqui são salgadas e não é só mais uma invenção esquisita: são como mandam a regra (isto é, altas e fofas), mas têm tiras de bacon e ovo estrelado em cima. Há uma que é, até, uma francesinha. Nem por isso menos light, portanto tome cuidado quando for comer panquecas salgadas a um destes sítios em Lisboa. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Falafel
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Falafel

Se não resiste a um salgadinho e já sabe de cor o roteiro para comer os melhores croquetes, os melhores rissóis ou as melhores chamuças da cidade, chegou a hora de se atirar aos mais dignos exemplares de falafel, os croquetes de grão fritos típicos do Médio Oriente. Bem condimentados, sozinhos ou acompanhados de pão pita, húmus, tahine e salada de tomate, pepino e cebola, são o sonho de qualquer vegetariano, mas não só: os carnívoros também são muito bem-vindos nestes três restaurantes do mundo em Lisboa: Muito Bey, Ink Farm Food e Mezze.  Recomendado: Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Francesinhas
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Francesinhas

O tema é controverso e não faltam opiniões sobre boas francesinhas em Lisboa, mesmo que haja quem diga que só no Porto é que se come bem este monumento ao colesterol. Mas que as há, há. E bem boas. Já foi eleita umas das melhores sandes do muito, embora seja muito mais do que uma sandes, ora atente nos ingredientes básicos: bife, lombo assado, salsicha, linguiça, fiambre e queijo (muito queijo!). E depois há o molho – há quem diga que o segredo de uma francesinha está exactamente no molho. Com ou sem ovo, mas sempre em camadas, dizemos-lhe três sítios para comer francesinhas em Lisboa. Recomendado: Os 149 melhores restaurantes em Lisboa

Paella
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Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos.  Recomendado: Os melhores restaurantes latino-americanos em Lisboa

Pizza marinara
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Pizza marinara

Há umas quantas teorias populares que explicam a origem do molho marinara e, portanto, da pizza marinara. Umas dizem que era o prato preparado pelas mulheres dos marinheiros para os receber em terra, outras afirmam que este molho simples e saboroso de tomate e alho foi inventado pelos marinheiro de Nápoles no regresso das Américas e que assim que fez a primeira pizza. Em qualquer dos casos a receita está ligada ao mar como o nome revela desde o início: marinara significa "do marinheiro" em italiano. Por Lisboa, não tarda estamos na época do tomate, a melhor ocasião para comer marinaras nestes três sítios. 

Os melhores restaurantes em Lisboa para comer...

Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes vegan em Lisboa
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Os melhores restaurantes vegan em Lisboa

Quanto mais restaurantes vegan aparecem em Lisboa, mais criativa fica esta dieta restritiva. Não há ovos, leite ou manteigas de origem animal – e naturalmente nem vale a pena falar em carne ou peixe – mas estes menus não são um interminável desfile de saladas. Estes são os melhores restaurantes vegan em Lisboa. Animais enram, mas só pela trela. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa
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Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

A cozinha peruana é uma das que mais curiosidade desperta na cidade: o Qosqo foi pioneiro desta gastronomia ali para os lados da Sé e o chef Kiko com A Cevicheria criou o buzz máximo em torno dos pratos do Peru. Entretanto o grupo Portugália abriu o Segundo Muelle, o chef peruano Diego Muñoz juntou-se ao império Avillez e abriu uma Cantina dentro do Bairro e até aprendemos o que é a cozinha nikkei. Mas há mais palavras-chave para além do ceviche que deve conhecer quando entrar num restaurante peruano (e esqueça essa ideia de ser tudo comida crua): as causas, ou causitas, são pratos em que o ingrediente principal é a batata; os tiraditos são fatias de peixe, finas, ao estilo carpaccio, mas temperadas com diferentes molhos, ají é uma malagueta com muitas variedades; anticuchos são espetadas na brasa; chicharrón são pedaços de carne ou peixe panados e os tacu tacu pastéis feitos com arroz e feijão e vários recheios possíveis.  Pelo meio, brinda-se com pisco sours, cocktails que juntam aguardente de uva pisco com limão.  Siga o roteiro dos melhores restaurantes peruanos em Lisboa. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa
Restaurantes

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os Golden Visa não melhoraram só o panorama do imobiliário da cidade. A procura de comida chinesa autêntica e regional aumentou e já não é tudo arroz chau chau e rebentos de soja. Do Martim Moniz ao Estoril, consegue-se comer de tudo um pouco, mesmo que por vezes tenhamos de ir ao apartamento dos senhores. Estes são os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa
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Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Saudável não é sinónimo de verde, light, vegetariano ou comida para passarinhos. E também não equivale a passar fome. Corremos a cidade para lhe trazer esta barrigada de restaurantes saudáveis em Lisboa. Bom apetite e muita saudinha. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa
Restaurantes

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Não lhe vamos falar de rodízios de carnes grelhadas em situações all you can eat ou restaurantes onde o buffet se vende ao peso. Nada contra, mas nesta lista, o caminho vai ser outro, pelos quitutes, esses petiscos pequeninos para matar a fome aqui e ali, pela Bahia, com os seus clássicos como o óleo de dendê, o camarão seco, os coentros ou o leite de coco, e pelos ingredientes brasileiros que nos últimos anos ficaram na moda deste lado do Atlântico, como a tapioca ou o açaí. Reunimos uns quantos sítios para comer comida brasileira em Lisboa onde há variedade no receituário e que estão – esperamos – a abrir caminho para mais restaurantes brasileiros em Lisboa. É que samba sem um prato à frente não enche barriga. Recomendado: 32 coisas incríveis para fazer em Lisboa

Mais dos melhores restaurantes em Lisboa

Críticas de restaurantes

A Courense
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A Courense

Encontrar uma boa batata é uma coisa tramada. Enfardamos batatas todos os dias e todos
os dias comemos más batatas. Senão, veja-se. Comemos sopa e a sopa está estranha: em metade das vezes é da batata. No que respeita a batatas fritas, o mesmo drama: moles, partidas, sensaboronas. Comemos e andamos, a fritura disfarça. A batata cozida é mais difícil de mascarar: ou estão aguadas ou farinhentas ou sobrecozidas ou tudo ao mesmo tempo. Tornou-se tão banal comer más batatas que já nem protestamos. Já não reflectimos sobre essa catástrofe diária. A batata, hoje, é só um shot de hidratos. Está no prato para encher, para compor o estômago, para saciar. Não é suposto amá-la ou odiá-la. A batata, hoje, é como um vibrador: serve para preencher a pessoa durante uns minutos. A não ser que seja a batata d’A Courense (não confundir com Os Courenses, em Alvalade). A batata d’A Courense ressuscitou em mim o prazer do tubérculo que salvou o mundo da fome. Foi pela batata que A Courense me levou, primeiro. Apareceu-me nuns chocos grelhados: estavam óptimos os chocos, tamanho médio – como devem ter –, mas a batata é que me encantou. Bem cozida, mas com a consistência de um pudim firme, cheio de sabor. Fiquei tão entusiasmado que inquiri o empregado, no caso o filho do dono – “fale-me da 
sua batata”. “Ui, a nossa batata
 é especial”, disse-me ele, com um sorriso na cara. “Chega aqui ainda cheia de terra”, atirou em andamento, duas travessas nas mãos, e mais não disse, que a casa estava cheia,

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Taberna do Mar
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Taberna do Mar

Um dos pratos mais emblemáticos da Lisboa gastronómica moderna foi inventado pelo dono desta pequeníssima taberna da Graça. Filipe Rodrigues assume-se como autor do famoso niguiri de sardinha braseada, celebrizado no restaurante Sea Me, onde trabalhou. Base de arroz glutinoso, lombo de sardinha no topo, cortes superficiais oblíquos no peixe tostados a maçarico, flor de sal – e temos o melhor do peixe assado com o melhor do sashimi. No seu novo poiso, o tesouro continua a ser exibido com 
gala – “É o nosso prato de assinatura”. E isso nota-se assim que entramos, no ar o cheiro de um assador de rua numa vila do bairro da Graça em plenos santos, mesas corridas e bancos, mais o balcão, ao todo 23 lugares sob o esqueleto de um atum rabilho, pendurado no tecto qual instalação, como agora se usa. O ambiente é descontraído, casa praticamente cheia, a maioria estrangeiros. Curioso ver como os bancos mudam a disposição das pessoas. As cadeiras seguram-nos, mantêm-nos rígidos sobre a mesa, os bancos mudam o foco para o outro, aproximam-nos, fazem-nos girar, como os namorados ao lado alternando a mão no prato com a mão na perna, a boca na muxama e no pescoço, vinho branco, sorrisos, o sítio só deles, também isto é ir a um restaurante. Filipe Rodrigues é quem vai às mesas mas não se impõe. A carta tem uma dezena de hipóteses, com petiscos pequenos entre os 2€ e os 5€, e três pratos mais sérios a partir de 9€, a que se juntam duas sobremesas, ambas a 4€. Vem quase tudo do mar, com duas

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Gambrinus
Restaurantes

Gambrinus

Hora de almoço, semana entalada entre o Natal e o fim 
de ano, o país em suspenso, a capital a meio gás. Devia ser um dia calminho na célebre casa das Portas de Santo Antão. Mas não. Assim que a porta de madeira se abre, eis o balcão completo
 e um burburinho que se eleva ao fundo. Na sala de baixo, marcada pela enorme tapeçaria de Sá Nogueira, os empregados andam num trânsito frenético de mesa em mesa. Há dois ou três almoços grandes de família, outros tantos de negócios, turistas brasileiros, chineses – e no canto, ao fundo, José Maria Ricciardi, banqueiro daquele banco que se afundou, com ar de quem passou pela cantina para trincar qualquer coisa entre um truque financeiro e outro. O cerimonial do serviço é à antiga, património cada vez mais raro que o Gambrinus preserva. A mesa é arrastada para que nos possamos sentar facilmente;
 o casaco escorrega dos braços para as mãos de um empregado que parece que sempre viveu
 nas nossas costas; a água cai
no copo mal nos acomodamos nas cadeiras pesadas e escuras, ainda do tempo da remodelação de Maurício de Vasconcelos, em 1964; e rapidamente soa o pregão com os pratos do dia, no caso empadão de lagosta e eisbein (joelho de porco) com choucroute. São cinco empregados – rácio curto num sítio deste nível, com 80 lugares – mas a velocidade e a experiência cobrem quase tudo. Passam à nossa frente voando, sempre cheios de parafernália e equipamento – travessas, mesas, bules, cadeirão em pele para o bebé. Quando se cruzam
 e estão na

A Time Out diz
4 /5 estrelas
A vossa opinião
5 /5 estrelas
Cacué
Restaurantes

Cacué

Antigamente, quando o restaurante se chamava O Tomás, a nossa mesa costumava ser de oito, tudo colegas. Depois esse número baixou. Alguns foram despedidos da empresa, outros mudaram de empresa. Às tantas, também eu deixei de trabalhar ali perto, mas ia lá de propósito. Aquele almoço
era o descanso do guerreiro,
um intervalo para disparate e exaltação hormonal masculina, livre abardinação incendiada com tinto da casa e uísque novo. A ideia do regresso, muito tempo depois, deixa-me por isso sentimental – um transtorno nostálgico e receoso, como o desses retornados que voltaram a África, vinte anos depois. Não estou, contudo, sozinho na viagem. Comigo vem um companheiro de então. Apesar de reformado, continua dado à reportagem e à observação de costumes. Mal nos sentamos, começa a exercer. “A freguesia não mudou assim tanto, está interessante”, atira, fixando-se numa rapariga com ar de executiva que acaba de chegar. Ah, os tailleurs do Saldanha! Quanto ao espaço, encontramo-lo completamente remodelado. Desapareceu a WC dentro da sala (mínima) de refeições, disposição que fazia com que a pessoa no lugar do canto se sentasse lado a lado com a pessoa no lugar da sanita (quando a algazarra amainava, podia-se ouvir o momento
 da expulsão). E também desapareceram o Fernando (“não escolhas os carapaus, vais comer antes as iscas”), e o Zé (“já comi pior e não me queixei”), duas mobílias carismáticas que despachavam meia centena de comensais em duas horas, tudo a querer pagar pouco e

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Mais críticas de restaurantes

Os melhores pratos em Lisboa

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa
Restaurantes

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa

Através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. 

Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa
Restaurantes

Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa

Um restaurante italiano sem uma boa carbonara é como a Fontana di Trevi sem água, a Capela Sistina sem turistas afogueados ou a Praça de São Pedro sem turistas ansiosos para ver o Papa. Mas desengane-se quem pensa que é fácil encontrar um bom exemplar da receita clássica italiana em Lisboa – se lhe apresentarem um prato de massa com natas, fuja logo a sete pés. Para lhe facilitar o trabalho e não ser uma maçada, reunimos os melhores sítios em Lisboa para comer uma carbonara autêntica e conseguir acabar a refeição a dier: Mamma mia! Che buono! 

Os melhores ceviches em Lisboa
Restaurantes

Os melhores ceviches em Lisboa

É fresco, baixo em calorias, exótico e sabe bem. O Verão pede ceviches – esse prato ícone da gastronomia peruana – por isso, andámos atrás dos melhores ceviches em Lisboa e dizemos-lhe onde os provar. E temos cá de tudo: ceviches de peixe branco do dia, de salmão, de carapau, de manga, de polvo, de camarão da nossa costa e até de tremoço, veja lá.

Os melhores frangos assados de Lisboa
Restaurantes

Os melhores frangos assados de Lisboa

É um prato tão consensual que a cadeia de fast food KFC lançou um protector solar com o seu cheiro. Sem ir tão longe, a equipa da Time Out fez uma prova cega de frangos assados e elegeu o melhor dos melhores.

Doces e sobremesas em Lisboa

Os melhores chocolates de Lisboa
Compras

Os melhores chocolates de Lisboa

As feiras de chocolate tornaram-se eventos gourmet de massas. Apareceram mercados e mercadinhos da especialidade por todo o país e são um sucesso. 

As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa
Restaurantes

As melhores pastelarias com fabrico próprio de Lisboa

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou até qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas seis pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia.

Gelados de rolinho
Restaurantes

Gelados de rolinho

Na Tailândia o mais provável é encontrar um carrinho no meio da rua com uma placa de metal gelada, improvisada, para fazer estes gelados de rolinho. Em Lisboa a tendência pegou (já se sabe que adoramos coisas importadas do outro lado do mundo, como o chá de bolhas) e começou a haver quem se dedicasse a esta arte. Sim, porque de certeza que vai ficar vidrado no processo, que é quase sempre o mesmo: em cima de uma chapa, a cerca de uns 20 graus negativos, coloca-se a base, que pode ser fruta fresca ou bolachas, leite e açúcar e mistura-se tudo. O gelado é depois alisado e, por fim, enrolado com uma espátula. Os rolinhos são depois postos em copos de gelado e, muitas vezes, cobertos com toppings à escolha.  Descubra estes gelados nestes três sítios em Lisboa. 

Brigadeiros
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Brigadeiros

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. Há até uns com nacionalidade luso-portuguesa que mantêm a base de leite condensando mas sabem a arroz doce, pastel de nata ou baba de camelo. Prove os brigadeiros destes três sítios e tire a sua prova dos nove.

Restaurantes em Lisboa: por bairro

Carnide
Restaurantes

Carnide

É uma zona residencial por excelência mas não é só a Feira da Luz e as suas loiças a bom preço que arrasta os lisboetas à freguesia de Carnide. Aqui os restaurantes elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito e de romarias propositadas para comer aquele prato que é, na verdade, a comida conforto que precisamos sempre. São do mais tradicional que há, têm um bom serviço, humilde e simpático, e nunca descuram na qualidade à mesa. Muitos servem bons nacos de carne na pedra, mas também há pratos tradicionais alentejanos ou um polvo à lagareiro tenro.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Bairro Alto
Restaurantes

Bairro Alto

Corremos o Bairro Alto e cruzámo-nos com mais de 100 restaurantes pelo caminho, nem todos merecedores de nota, é certo. Da cozinha de autor ao restaurante israelita, estes são os oito melhores restaurantes no Bairro Alto. Recomendado: Os melhores restaurantes na Lapa e na Madragoa

Alfama
Restaurantes

Alfama

A subida vai ser recompensada, prometemos. E aqui o que interessa é a viagem, já que no caminho vai encontrar tascas, comida de autor, fado que não engana nem turistas nem lisboetas e boa comida portuguesa. Alfama é liiiiiinda.

Saldanha
Restaurantes

Saldanha

Pastelarias para as manhãs, restaurantes onde o prato do dia é a estrela e outros para ocasiões especiais. Para uma viagem ao passado, para o melhor éclair da cidade ou para comer à barra, já depois da meia-noite. Seguindo este roteiro pelos melhores restaurantes no Saldanha consegue isto tudo e nem precisa de se levantar cedo, que há uns quantos brunchs.

Avenida da Liberdade
Restaurantes

Avenida da Liberdade

Avenida da Liberdade é sinónimo de compras de luxo e, durante alguns dias, também equivale a boa música, mas quando a fome aperta, a rua mais cara da cidade também tem restaurantes para todos os gostos (e carteiras). Bom apetite.

Príncipe Real
Restaurantes

Príncipe Real

É o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real.