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Restaurante, Carne Maturada, Sala de Corte
©Duarte DragoSala de Corte

Os melhores restaurantes de carne em Lisboa

Mal passado ou médio-bem? Encontre os cortes mais suculentos nos melhores restaurantes de carne em Lisboa.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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A salivar por um bom bife? E já sabe como é que o vai querer? Mal passado ou médio-bem? O que não falta em Lisboa são bons nacos de carne, daqueles suculentos e tenrinhos, que até se desfazem na boca. Já tínhamos desmistificado a carne maturada e mostrado os melhores sítios para a comer, mas estava a faltar uma lista essencial dos melhores restaurantes de carne em Lisboa. Carnívoros da cidade: este roteiro é para vocês. Fomos à procura dos cortes mais suculentos da cidade. Esta é a lista essencial dos carnívoros lisboetas. 

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Melhores restaurantes de carne em Lisboa

  • Restaurantes
  • Steakhouse
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

São mais de 100 lugares, entre sala, balcão e uma esplanada interior. O restaurante especializado em carne maturada, que conta com Luís Gaspar nos comandos da cozinha, é uma referência nacional para os apreciadores de carne. Já este ano, conquistou um prémio difícil de bater: ocupa o 50.º lugar no ranking do World's Best Steak Restaurants, sendo o único português na lista mundial. A justificação? “No menu, é possível encontrar diferentes cortes tentadores, oriundos principalmente da Península Ibérica, que são maturados na câmara de maturação do restaurante e depois cozinhados profissionalmente em carvão num forno Josper. Um endereço altamente recomendado." Desde Fevereiro que, além da carta habitual, a steakhouse disponibiliza raças autóctones. A iniciativa quinzenal, e que veio para ficar, tem o objectivo de valorizar o produto nacional.

  • Restaurantes
  • Lisboa

Paragem obrigatória para carnívoros de aquém e além-bairro: há carne de novilho no carvão, mirandesa, wagyu e maturada, além das espetadas, tudo no ponto. O preço depende do corte e do peso. Os acompanhamentos são à parte. Deixe as aves, o porco e o peixe para outra altura. Criado em 1953, o restaurante foi, nos últimos anos, remodelado e ganhou até uma esplanada. Se a fila estiver longa, fique pela porta e acompanhe com uma cerveja.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É um clássico de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo. Foi um dos primeiros restaurantes argentinos (nação especializada em carne) da cidade, sendo a parrillada plata (uma mista de carne de vaca e porco para duas pessoas) uma boa forma de se introduzir.  A espetada mista La Paparrucha (com mista de carne de vaca, cebola e pimentos) também tem muita saída. Não falta também a picanha a que se podem juntar massarocas, legumes grelhados na parrilla ou grelos salteados, entre as necessárias batatas fritas e arroz. Durante a semana ao almoço, há um menu muito em conta (14€).

  • Restaurantes
  • Português
  • Carnide/Colégio Militar

Explicamos já o nome: as gravatas são bibelôs da casa, acumuladas ao longo dos anos graças a amigos e clientes, pelo que se for engravatado pode optar por manter a tradição e sair só de camisa. Esta Adega é um dos restaurantes mais emblemáticos de Carnide, com boa comida portuguesa, especialmente grelhados, e sempre em doses generosas. O bife na pedra (um verdadeiro naco para duas pessoas), é um dos marcos da casa.

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  • Restaurantes
  • Princípe Real

Gente indecisa, este restaurante vai ser uma tormenta para vocês: há várias peças de carne, da entrecôte maturada à maminha Black Angus, duas formas de a comer, no pão ou no prato, e quatro possíveis acompanhamentos. Para complicar, os hambúrgueres são deliciosos (o corte de carne também é escolhido por si), é tolice ignorar as entradas – o queijo provolone e a salsicha grelhada, ui, ui – e até há várias salas do interior para decidir onde ficar. Isto para não falar da esplanada, virada para o Jardim Botânico.

  • Restaurantes
  • Parque das Nações

Faça jejum, aqueça o maxilar, treine os cortes com uma faca imaginária e depois sente-se à mesa deste simpático restaurante de carnes do Parque das Nações. Vai precisar de tudo o que acima se escreveu para atacar devidamente um dos exemplares de carne maturada no restaurante ou de outros nacos ditos mais simples, como os bifes de lombo ou a maminha Black Angus. As peças vão para a grelha em bruto, sem sal e outros temperos, e chegam à mesa com saladas e batata doce frita. Quer algo mais simples? Peça um prego.

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  • Restaurantes
  • Global
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Quando a carne maturada ainda não era presença assídua em muitas cartas de restaurantes, Olivier da Costa abriu o K.O.B. (Knowledge of Beef) com diferentes cortes de carnes de países como Austrália, Japão, Irlanda e Espanha, além de Portugal – todas com uma maturação até 60 dias. Com a pandemia, o restaurante, de ambiente moderno e sofisticado, ganhou uma esplanada acolhedora, que se mantém até agora. Vale a pena espreitar a lista de entradas e sobremesas.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 2 de 4

Especializado em carnes maturadas de raças autóctones portuguesas, esta casa escondida no Rato mudou-se para aqui vinda de Guimarães, onde era já afamada entre carnívoros. Carlos Lopes, o dono, está no negócio das carnes e gaba-se de ser um dos fornecedores do El Capricho, restaurante em León, que a Time também gabou por servir a melhor carne do mundo. No piso térreo, fica o “Santuário da Carne”, toponímia para a montra frigorífica onde jazem lombos inteiros de bovino, com maturações a começar nos 30 dias.

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  • Restaurantes

No COAL, em Cascais, há carne com fartura mas não só. A aposta é, acima de tudo, no carvão (daí o nome). Também há bifes de atum, cogumelos portobello, legumes variados e um peixe fresco do dia, tudo directamente da grelha para o seu prato. Os pratos mais pedidos, mesmo assim, são o tutano grelhado (9€), de entrada, e as carnes maturadas, como o t-bone 600g (53€) ou o chuletón 800g (55€). Com capacidade para 100 pessoas sentadas – 60 nas duas salas interiores e 40 nas esplanadas, uma em plena Rua Amarela e outra menor nas traseiras – o restaurante apresenta uma decoração moderna e arrojada, com elementos que remetem directamente para o carvão.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Já muito se escreveu sobre o bife de lombo à Café de São Bento. Sobre a carne tenra, sobre o molho inspirado no Marrare, mas com a sua receita própria, onde entram as natas Longa Vida, a manteiga, o sal, a pimenta e, importantíssimo, os sucos da carne, sobre as batatas fritas amolecidas depois de nadarem na piscina de molho, sobre o modo simpático como tratam qualquer cliente, dos oito aos oitenta anos, sobre a aura pub do espaço. Mas já lhe falaram da tarte tatin de maçã? E do prego de lombo? E do carpaccio? Ah, pois é.

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  • Restaurantes
  • Restaurantes
  • São Sebastião

O mestre de cerimónias é o chef Kiko, que abriu o restaurante em 2013, depois de ter feito uma viagem à volta do mundo. No menu tem opções que passam pelo novilho, porco, codorniz ou frango, e especialidades no carvão. Aqui, as estrelas são o tomahawk para duas pessoas, a picanha do Uruguai ou o entrecôte maturado.

  • Restaurantes
  • Steakhouse
  • Lisboa

Aqui começa tudo com a escolha das armas para o duelo. Depois de escolher o corte de carne, aparece alguém com um estojo em pele e lá dentro dez facas diferentes. As lâminas têm diferentes tamanhos e diferentes serrilhas e, para o caso de ficar muito confuso, vão aconselhá-lo sobre qual escolher tendo em conta a peça escolhida. Logo à entrada vê-se uma vitrina com a altura de toda a sala com uns quantos pedaços de carne maturada. Estão lá uma aba de novilho, picanha e uma presa de wagyu mas a carta mostra também o rib eye, o entrecôte, a chuleta ou o t-bone – estes três últimos maturados.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Lisboa

“Olá, como está?” Assim se recebem todos os clientes que tocam à campainha do Café do Paço, sejam eles estreantes, sejam eles habitués. Os primeiros vão ficar boquiabertos com esta casa estilo pub inglês, de sofás capitonê encarnados, e com a ementa onde há pratos raros como o balchão de gambas e os bifinhos raspados. Os segundos vão atirar-se de imediato ao croquete com mostarda, ao bife do lombo a nadar em molho de natas e garantir que têm a dose de trouxas de ovos da Caldas no final. Já sabe como agir.

  • Restaurantes
  • Santa Maria Maior
  • preço 4 de 4

Foi a segunda aposta de restauração da Pousada de Lisboa e veio com um conceito que o grupo Pestana já tinha no Porto. Respeitando o nome, o core da ementa são os cortes de carne, como o exímio tomohawk ribeye steak ou o chateaubriand, há vários molhos e guarnições à escolha, mas deixe espaço para as entradas e sobremesas. Só é pena ter tantos turistas.

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  • Restaurantes
  • Lumiar

Já foi um dos grandes restaurantes da cidade (lembra-se da Quinta dos Frades?), muito mediático na altura em que Chakall esteve aos comandos (lembra-se da equipa inteira de turbante?) e há uns anos mudou de nome para Volver de Carne y Alma, onde assumiu de uma vez por todas a veia argentina, as carnes na parilla (a churrascada dos argentinos) e as noites de tango. As empanadas de carne são imperdíveis, as carnes maturadas na casa idem (aconselha-se a dividir) e as sobremesas deliciosas.

Outros restaurantes para abrir o apetite

  • Restaurantes

Já foi mais fácil encontrar restaurantes em Lisboa até dez euros e a culpa não é só do turismo ou dos tempos difíceis que o sector atravessa depois de dois anos intermitentes. Na maior parte das vezes, a qualidade paga-se, mas ainda há excepções. Comer fora não tem de ser uma extravagância e na cidade existem verdadeiros achados. Pense num prato rico, em comida saborosa e atendimento simpático às vezes até familiar. Para encher a barriga sem esvaziar a carteira, este barato não lhe vai sair caro.

  • Restaurantes

Este é o roteiro perfeito para quem não é egoísta à mesa e gosta de partilhar – agora, mais do que nunca, com as devidas cautelas, é claro. Para almoçaradas de amigos, para finais de tarde depois da praia, para melhorar os dias de chuva, para lanches ajantarados ou até para jantares fora de horas. A arte de picar é bem típica portuguesa e calha bem a qualquer hora do dia ou a qualquer refeição. Descubra aqui os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa, ponha de lado o egoísmo do prato principal só para si e peça uma série de pratinhos da próxima vez que se sentar à mesa.

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