Os melhores restaurantes em Lisboa até dez euros

Cá vai bom e barato. Nestes 27 restaurantes em Lisboa até dez euros encontra bons almoços, jantares e petiscos.
Zé dos Cornos
Fotografia: Arlindo Camacho Zé dos Cornos
Por Inês Garcia |
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A cidade é cada vez mais dos turistas, dizem, mas ainda há sítios que se mantêm com toda a resiliência como cantinas diárias para o almoço dos lisboetas. Comer fora não tem de ser caro e na cidade existem verdadeiros achados entre alguns dos restaurantes baratos em Lisboa. Pense num prato rico, em comida saborosa e atendimento simpático às vezes até familiar. Fazem-se literalmente negócios da China, da Índia, da Argentina, bem portugueses e outros completamente vegetarianos. Para encher a barriga sem esvaziar a carteira, este barato não lhe vai sair caro. Corremos a cidade em busca de pechinchas gastronómicas e encontramo-las: estes são os melhores restaurantes em Lisboa até dez euros. Ou menos.

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Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros

Piano do Zé dos Cornos
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Zé dos Cornos

icon-location-pin Castelo de São Jorge

O piano é o rei da grelha do Zé dos Cornos, restaurante de mesas corridas e bancos de pau. E é para comer sem preconceitos e sem medo de se agarrar ao osso com as mãos, com umas garfadas pelo meio no saboroso arroz de feijão e na salada de tomate. Se o orçamento for mesmo 10€, nem olhe para os pratos de queijo e presunto e atire-se directamente às doses. 

A Time Out diz
Sé da Guarda
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Sé da Guarda

icon-location-pin Oeiras

Nesta pequena casa em Algés há peixe frito do bom. A garantia é dada pelo nosso crítico Alfredo Lacerda. De jaquinzinhos e cachuchos a pescadinhas de rabo na boca, tudo é fresco e acompanha com arroz de tomate, de feijão ou uma boa açorda. Os pratos de carne não lhes ficam nada atrás, como a entremeada de leitão ou a mão de vaca. Marque na agenda: à segunda há dobrada, ao sábado pato assado no forno. 

A Time Out diz
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O Trevo
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

O Trevo

icon-location-pin Bairro Alto

No Trevo, pequeno snack-bar no Chiado, é tudo díspar, da ementa às figuras que lá entram a cada segundo. Mas vão quase todos ao mesmo – a bifana. É feita à vista de todos, de frente para o Largo Camões, numa gordura controlada e saborosa. Já no pão, é seguir a recomendação do piripíri caseiro. Além desta sanduíche icónica, tem bons pratos do dia e sopas. 

Restaurante Das Flores
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

Das Flores

icon-location-pin Chiado

A iminente construção de um hotel no prédio do restaurante Das Flores, no Chiado, fez anunciar o fecho de uma das tascas mais concorridas e amadas do Chiado. Mas o Sr. José Fernandes por lá continua, forte, a abrir só aos almoços. Às terças, sextas e sábados há croquetes com arroz de tomate (imperdíveis, também estão disponíveis como couvert). As iscas e pastéis de bacalhau são outros pratos obrigatórios. Tudo caseiro e em doses generosas. 

A Time Out diz
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A Provinciana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Provinciana

icon-location-pin Santa Maria Maior

Para almoçar na Provinciana, convém chegar antes das 13.00, ou arrisca-se a ficar na fila à porta. E por mais boa vontade que tenha Carla, a filha do dono – o Sr. Américo, que trata do serviço, rápido e simpático – é coisa para demorar. À segunda-feira há bacalhau à minhota, quarta é dia de pernil e a caldeirada de bacalhau é ao sábado. Depois há sempre os bons clássicos, da alheira com ovo (4,75€) aos choquinhos grelhados (5,95€) ou ao bitoque (5,25€). 

A Time Out diz
Casa do Alentejo
©DR
Restaurantes

Taberna da Casa do Alentejo

icon-location-pin Santa Maria Maior

A Taberna da Casa do Alentejo é um bom sítio para petiscar com os amigos ao final da tarde e não entrar em grandes despesas. Mas à hora de almoço tem os “petiscos do dia”, que ficam entre os 5€ e os 6,50€, com carne de porco à portuguesa, pica-pau de vitela, choco frito, migas de espargos com carne de porco ou codornizes fritas, consoante o dia. A tosta de queijo de ovelha e paio também merece referência – é bem recheada e para um almoço rápido é uma bela aposta.

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A Castiça
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Castiça

icon-location-pin Lumiar

Os pratos do dia andam ali entre os 5,80€ e os 7€. Estamos a falar de pataniscas com arroz de feijão, carne de porco à portuguesa e boa carne e peixe que levam tratamento de grelha, montada à porta, sempre acompanhados por uma saladinha bem temperada. Cumprimente a D. Joaquina, cozinheira de mão cheia, e o Sr. Inocêncio, o dono desta casa forrada a bandeirolas e cachecóis de clubes. 

cantina das freiras
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Cantina das Freiras

icon-location-pin Santa Maria Maior

O self-service da Associação Católica Internacional ao serviço da Juventude Feminina é mais conhecido como Cantina das Freiras – é aberto a todos e, para cantina, tem das melhores vistas da cidade. Fica em pleno Chiado e deixa ver o rio e a outra margem. O melhor de tudo é que come por 7 euros com menus completos, incluindo sobremesa. Há pataniscas, quiches e pratos do dia sempre variados. 

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O Maravilhas
©DR
Restaurantes, Português

O Maravilhas

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

O nome é o adjectivo certo para qualquer refeição que se faça nesta casa em Alcântara. Negócio familiar, com a D. Ermelinda na cozinha há 34 anos e Luísa e Carlos Tavares aos comandos há 10. Todos os dias há uma especialidade diferente e convém ligar a reservar – pelo menos quando falamos do ensopado de cação (à terça), das ervilhas com ovos escalfados (à quarta) ou da língua de vitela com puré de batata (à quinta).

Rui do barrote
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Rui do Barrote

icon-location-pin Beato

O Sr. Rui do Barrote teve de sair do Poço do Bispo, onde geria o restaurante bem conhecido pela picanha e outros grelhados no ponto. Há quatro meses mudou-se para a Penha de França. “O senhorio não nos renovou o contrato. Mas só mudou o espaço físico, o resto continua igual”, afiança. Além dos grelhados há bons pratos do dia, cozido à portuguesa à quinta e volta e meia uma mão de vaca que vale a pena. Se tiver com desejos, ligue a perguntar por ela.

A Time Out diz
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Restaurantes

Tambarina

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Aqui serve-se a comida tradicional cabo-verdiana, com especial destaque para a cachupa de carne, de peixe ou a especial, em meias doses (7€) ou doses completas, para duas pessoas (14€). Há também muamba de galinha, mandioca com carne de vaca e uma sobremesa de coco com leite condensado cozido muito gulosa. Tudo isto com música ao vivo de quarta a domingo.

Sun Tan
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Sun Tan

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Nestes 15 metros quadrados há diferentes sopas asiáticas, caldos que demoram muitas horas a fazer, alimentam bem e dão uma sensação de conforto no estômago, como a coreana de gochujang. O caldo é feito de ossos de vaca e galinha, gochujang (um condimento coreano feito com uma pasta fermentada de malagueta, arroz glutinoso, soja e sal), e servido com frango do campo ou carne de vaca estufada, espinafres, noodles de ramen e ovo (8€). O Sun Tan não tem menu fixo, mas tem sempre uma opção de carne e outra vegetariana.Estas malgas grandes nunca ultrapassam os 7€. 

A Time Out diz
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clandestino n12
Fotografia: RDF
Restaurantes, Chinês

Pangzi

icon-location-pin Martim Moniz

Até há bem pouco tempo este restaurante num primeiro andar no Martim Moniz, ao lado de um cabeleireiro, não tinha nome. Entretanto foi baptizado de Pangzi, mas nada mais mudou. O menu pendurado na parede está em chinês e é provável que fique confuso, mas a ementa em papel dá-lhe mais informações. As sopas são grandes e a nossa escolha vai para a número 40, com noodles de batata doce, bem picante e bem guarnecida de amendoins. 

A Time Out diz
Restaurantes, Chinês

Mr. Lu

icon-location-pin Lisboa

Tudo começou num chinês clandestino na Rua do Benformoso, mas há três anos Zhiaming Lu, o Mr. Lu, ganhou um restaurante a sério. A carta mantém-se intacta e com todos os pratos que lhe deram fama e clientes (tanto chineses como portugueses) – da carne de porco picante (6,80€) e dos camarões com amendoins (7,50€), às pernas de rã fritas (8,50€). Também há boas massas de arroz salteadas, espetadas, raviólis chineses fritos (a partir de 5,50€) e bolinhos de camarão a vapor (3,90€).

A Time Out diz
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templo hindu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Indiano

Templo Hindu Radha Krishna

icon-location-pin Lumiar

Foi em tempos um segredo bem guardado por quem queria comer muito (e bem) e pagar pouco, até porque a entrada não é fácil, entre estacionamento, escadas e muitas portas. A premissa é simples: na Cantina do Templo Hindu há uma cozinha 100% vegetariana onde se almoça por 8€ e se janta por 10€, sempre em regime buffet. Inclui bebidas (lassi e chai), pães indianos (chapatis, rotis, a servir de talheres), arroz branco, salada, pratos principais e molhos. Só gasta mais do que uma nota ao almoço se quiser acrescentar chamuças (1€ a unidade) ou sobremesa (1€ também). No jantar, chamuça e o docinho  estão incluídos. 

A Time Out diz
Pratos do Mi dai
Fotografia: Ricardo Dias Felner
Restaurantes, Chinês

Mi Dai

icon-location-pin Martim Moniz

Não tem nome à porta mas esta cantina chinesa chama-se Mi Dai – corre a ideia de que ficou baptizado assim depois de o crítico da Time Out ter visitado o espaço, há uns anos, e ter visto um pequeno letreiro com este nome. Não fique “lost in translation” quando lá chegar: tem de entrar, dirigir-se ao balcão e apontar para os ingredientes que quer. Depois são levados para o wok e temperados, com alho, gengibre e pimentas. Há ainda sopas de noodles (entre os 5€ e os 8€), gyosas (5€) e crepes chineses (5€).  

A Time Out diz
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Food Temple, cozinha
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Vegetariano

The Food Temple

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Não é tanto uma viagem pelo mundo mas pela cabeça de Alice Ming, uma canadiana de ascendência chinesa, responsável por uma cozinha de base vegetariana mas com influências ora asiáticas, ora portuguesas – e sempre com especial atenção à sazonalidade dos produtos. Não tem uma ementa fixa, portanto passe por lá para espreitar os pratos do dia. Aproveite o Verão tardio para ficar numa das mesas neste largo pitoresco da Mouraria. 

A Time Out diz
Zaafran by Chef Khan
©DR
Restaurantes, Indiano

Zaafran by Chef Khan

icon-location-pin Lisboa

O Zaafran by Chef Khan fica a poucos minutos do irmão mais velho (Zaafran), no largo da Estefânia. É mais descontraído e virado para o take-away mas tem mesas (10 lugares) para ir comendo por ali. Não é só cozinha indiana, embora tenha boas chamuças de vegetais, gambas e carne (a partir de 1€) e tikka massala sem picante, com picante ou com muito picante (entre os 5,20€ e os 6,50€). Tem ainda asinhas de frango picantes (4,50€), moelas (5,50€) e combinados de frango (½ 3,60€, um inteiro, 7€). Sai de barriga cheia por menos que 10€. 

A Time Out diz
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Restaurantes, Pan-africano

Associação Caboverdeana

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Fica no último piso de um prédio ao pé do Marquês de Pombal e é o sítio perfeito para provar uma cachupa ou qualquer um dos pratos que fazem parte da gastronomia cabo-verdiana. O menu varia todos os dias, mas a muamba, o bife de atum, o caril de frango e a cachupa são sempre uma certeza. Às terças e quintas há música ao vivo, para levantar o espírito e ir animado para mais uma tarde de trabalho – sim, isto tudo ao almoço (há menus a partir de 6€); jantares só servem para grupos de 20 pessoas com marcação antecipada. Não saia sem provar a aguardente de cana. 

A Time Out diz
Wurst Salsicharia Austriaca - Cachorro
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Wurst - Salsicharia Austríaca

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Maria Fuchs e Martin começaram a fazer as mais típicas salsichas austríacas na Herdade do Freixo do Meio, no Alentejo, com saudades da comida da sua terra-natal. São 100% biológicas e seguem a tradição à risca para as vender depois no Mercado de São Bento. Tem as frankfurter, de bovino e suino, as debreziner, condimentadas com pimentão doce e piripíri, as bratwurst, brancas, de sabor suave, e as kaskrainer, normais ou picantes, recheadas com queijo. Todas podem ser servidas cozidas ou grelhadas com pão e acompanhamento. O molho também é à escolha, da mostarda doce à de estragão, rábano picante, ketchup e maionese. Os preços dos menus começam nos 4,80€ e o mais caro, com tudo a que tem direito, não passa dos 8,40€. 

A Time Out diz
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Club Life to Go
Manuel Manso
Restaurantes

Club Life to Go

icon-location-pin Avenidas Novas

Este clube saudável na Avenida Elias Garcia é um sucesso em

São Paulo, no Brasil, muito por causa das redes sociais, onde é partilhado o cardápio da semana. Tudo está pensado para pegar e levar, com todas as refeições em caixas, prontas a comer, em enormes vitrines. Mas o espaço é enorme, cheio de mesas, para ficar sossegado a almoçar a sua #comidinhadobem (junte a essa hashtag outras do mundo saudável, como #omeucorpoéomeutemplo). As calorias e os ingredientes estão bem assinalados, para garantir que sabe o que está a comer (os pratos principais andam entre os 3,50€ e os 7,90€). Não se esqueça de pedir uma coxinha fit ou a versão saudável do chocolate snickers.

Go Natural Chiado
©DR
Restaurantes

Go Natural Chiado

icon-location-pin Bairro Alto

O primeiro restaurante de rua da marca Go Natural abriu no Chiado no início de Julho de 2018 com opções de refeições ligeiras e brunch a todas as horas do dia (a 11,95€). O menu divide-se em  bowls (a partir dos 3,45€), tostas de cogumelos e espinafres (4,15€) ou de acabate e ovo (3,15€) e depois as refeições mais compostas, onde estão os pratos de massa como o linguine preto com camarão, abacate e pimentos (7€), os zoodles de camarão com pesto de agrião (7,25€) ou frango salteado com arroz, legumes e leite de coco (6,50€).

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crave
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Crave

icon-location-pin Campolide

O primeiro Crave abriu nas Amoreiras para mostrar que cozinha saudável também é comfort food – entretanto abriram mais dois, sempre com malgas bem recheadas, ali entre os 7 e os 9€. Usam salmão cozinhado a baixa temperatura, frango marinado com tomilho bela-luz e fazem todos os molhos e pastas, como o hummus. Também há wraps, além de uma infinidade de ingredientes para quem gosta de jogar ao d.i.y. e construir a sua própria bowl. 

hamburgaria da parada
©DR
Bares

Hamburgaria da Parada

icon-location-pin Campo de Ourique

Este quiosque é perfeito para esplanadar e aproveitar as happy hours mas se quiser comer algo mais consistente, aqui tem o acréscimo de uma carta recheada de bons hambúrgueres. A Hamburgueria da Parada fica bem no meio do Jardim Teófilo Braga, mais conhecido como Jardim da Parada, e tem desde o mais simples hambúrguer só com alface, tomate e maionese (5,20€) ao de requeijão e pesto (6,20€), com queijo da Ilha e molho de caril (6,20€) ou com bacon e molho agridoce (6,50€). Com uma nota pode ainda pedir as batatas da parada para acompanhar, com molho de alho e ervas. Peça uma imperial, que dizem que são mesmo boas é ao lusco-fusco.

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Restaurantes

B' Perfect Burgers

icon-location-pin Avenidas Novas

É uma hamburgueria simples e sem grandes pretensões, e isso é que faz dela um dos melhores sítios para comer hambúrgueres. O pão é feito especialmente para esta casa – não é tão doce como um brioche, é leve e não se esfarela imediatamente quando o levemos à boca. Antes de ser recheado com um hambúrguer de 150 gramas, uma mistura de carnes, é torrado ligeiramente. Prove o B’Toque, com dois ovos de codorniz, manteiga de alho, alface e tomate (7,50€) ou o B’Spicy, com molho picante, pimentos, cheddar, cebola caramelizada, rúcula e tomate (7€).

Frankie Hot Dogs - Cachorro
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cachorros quentes

Frankie Hot Dogs

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Antes de abrir o Frankie, em 2015, Gonçalo Teixeira, o dono, esteve a fazer uma prospecção de mercado nos Estados Unidos. Foi lá que chegou à fórmula deste restaurante, que vai além da salsicha no meio do pão e o recheia com mais ingredientes e toppings, da cebola crocante aos nachos e até ovos estrelados inteiros. Os preços começam nos 2,90€ por cachorro e não ultrapassam os 4,95€. As batatas Frankie, com queijo cheddar, bacon e cebolinho (2€) são um dos acompanhamentos com mais saída.

A Time Out diz
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Hottie
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cachorros quentes

Hottie

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Hottie há salsichas bratwurst, frankfurter ou vegetarianas, todas servidas no pão, feito de maneira artesanal (4,50€). A acompanhar, para não ir passear o cachorro sozinho, há vegetais da época, macarrão com três queijos ou batatas fritas com alecrim (entre os 2,50€ e os 3,60€).

A Time Out diz
Mais restaurantes em Lisboa

Lisboa em modo poupança

Maria Limão
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores brunches até dez euros em Lisboa

Quando se fala de um brunch, já se sabe que não vai ser a refeição mais barata do fim-de-semana – ou, verdade seja dita, aos dias de semana, que esta refeição deixou de ser exclusiva dos dias de descanso. Mas também não precisa de pagar um balúrdio para comer uns bons ovos mexidos, um cappucino, sumo de laranja e croissant num menu. Corremos a cidade à procura dos menus de brunch mais económicos da cidade e encontrámos sete restaurantes ou pastelarias que os servem com fartura. Siga as nossas sugestões: para pequenos almoços ou lanches, cá vai uma barrigada até 10 euros. 

Pistola y Corazón
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes

Menus de almoço até dez euros em Lisboa

Não há almoços grátis, mas há almoços em conta – e bem completos. Para aqueles dias em que não sobrou nada do jantar para encher a marmita para o dia seguinte e almoçar na copa, corremos a cidade à procura de bons negócios. Dos pratos do dia que vão rodando (e tem de estar atento) aos menus completos com bebida e em alguns casos até com sobremesa. Nestes restaurantes há menus de almoço até dez euros – fique a saber que em alguns destes que lhe sugerumos com uma nota de dez euros ainda consegue receber umas moedinhas de troco.

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