Música

O seu guia para os melhores concertos em Lisboa, festivais e últimas notícias de música

Carminho: “O fado é tão pop como  o hip-hop. Ou a pop”
Música

Carminho: “O fado é tão pop como o hip-hop. Ou a pop”

Carminho quis perceber o que era para ela o fado, e até onde é que o que género podia ir sem se afastar muito da sua matriz tradicional. O resultado pode ouvir-se em Maria, o seu novo disco de originais e o ponto de partida para uma conversa sobre o que é, afinal, para ela o fado.  Os títulos dos teus discos com repertório original têm sempre apenas uma palavra: Fado, Alma, Canto. Agora Maria. É premeditado? Não penso muito nisso. De alguma maneira sempre achei que uma palavra era algo mais forte, só que às vezes é difícil perceber como é que uma palavra resume um disco. Neste caso até achei que o título não ia ter só uma palavra, até para contrariar essa tendência. Mas os nomes depois impõem-se. Por acaso, o disco anterior surpreendeu--me por não se chamar apenas Jobim. Bela graça [risos]. E porquê “Maria”? Porque é o meu nome, Maria do Carmo. E é o nome por excelência de todas as mulheres. Também de alguns rapazes. Exacto. É um nome tradicional português, que atravessa a nossa história e continua super-actual e contemporâneo. E este também é um disco de fado onde eu vou buscar a minha tradição, continuando todavia a querer ser contemporânea e actual. Gosto deste título por isso. Porque, apesar de ter o meu nome, não é apenas sobre mim. É um trabalho muito pessoal. Assinaste a letra ou a música de mais de metade das canções, produziste, ajudaste na mistura, até tocaste guitarra. Quiseste controlar todos os aspectos do disco? Aconteceu tudo de forma muito na

José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"
Música

José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"

A comemoração dos 50 anos de carreira já valeu um álbum de inéditos, a reedição integral da sua discografia e uma nova colectânea. Aqui, pouco se fala disso. Nesta tarde em sua casa, fala-se de música e política, porque uma sempre levou à outra. Fala-se do fado que não mais foi o mesmo, depois que o músico que lhe tinha aversão se apaixonou por uma mulher apaixonada pela canção. Fala-se de um mundo que não se recomenda e que o deixa sem saber o que dizer, mesmo que não se cale quando começa a falar disso. Fala-se sobretudo da inquietação que não passa. Eis José Mário Branco, 76 anos, do Porto, muito mais vivo que morto. Contai com isto dele, para cantar e para o resto. José Mário Branco, 76 anos, natural do Porto, muito mais vivo do que morto…Precisamente. Freguesia de Santo ildefonso, Ordem da Trindade, atrás da Câmara Municipal. Número 4, segundo andar. Nascido em 1942, Maio, mês das flores. Comemorar 50 anos de carreira. Se tivesse que adivinhar, diria que tiveram de o convencer...O motivo passa-me completamente ao lado, confesso. Havia um tipo que tinha um grupo em Oeiras… como é que ele se chamava?... Bem, um grupo de teatro semi-profissional lá no auditório em Oeiras. De repente telefonava-me e dizia: “ó Zé Mário, no dia tal, gostava de fazer aqui uma homenagem a propósito dos 17 anos e seis meses da publicação da tua música tal. Depois telefonava ao Carlos Paulo a convidar para uma homenagem dos 23 anos de carreira. Fazia isso com actores, músicos, etc. É um bocado i

Os melhores bares com música ao vivo em Lisboa
Bares

Os melhores bares com música ao vivo em Lisboa

Se há música, e sobretudo se há música ao vivo, a conversa é acessória. Ou, por outro lado, proibida, pelo menos a nosso ver. Isto para não se entrar naquela onda da falta de respeito perante os profissionais em palco. Portanto se veio a esta página à procura de bares com música ambiente bateu à porta errada. Até porque isso, mal ou bem, têm todos. Os sítios que abaixo lhe sugerimos têm o nosso selo de garantia, digamos assim. Ou seja, é certo que vai encontrar uma acentuada programação musical (quase sempre de qualidade). E isso não quer dizer não pode beber uns copos valentes, pelo contrário. Só tem de escolher se se encosta ao bar, se vai para a primeira fila e por isso fica mais longe das bebidas. Aí já não nos metemos. Seja como for, vale a pena descobrir estes bares com música ao vivo em Lisboa. Recomendado: Os melhores bares em rooftops em Lisboa   

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
Música

Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Há bandas de rock e suas derivações, artistas populares de diferentes proveniências, metais leves e pesados, música portuguesa e estrangeira, inevitavelmente americana mas não só. Há concertos para todos os gostos e carteiras, é o que queremos dizer. Só que nem todos são iguais. Alguns valem mais a pena do que o resto, uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, e por isso toda a informação ajuda. Siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana.

Concertos em Lisboa em Dezembro
Música

Concertos em Lisboa em Dezembro

Dezembro é um mês complicado. As depressões, diz-se, aumentam sempre nesta altura; as compras e os jantares de Natal dilapidam a paciência e o orçamento familiar. Mas pelo menos há sempre um ou outro concerto em Lisboa para nos animar. E não nos referimos apenas aos incontornáveis concertos natalinos, em igrejas e não só. Há todo o tipo de música para ver e ouvir ao vivo e este ano não será excepção. Do psicadelismo japonês dos Kikagaku Moyo  à música extrema dos mexicanos Brujeria, passando por Tiago Bettencourt no Coliseu ou Gisela João a interpretar o Songbook americano no CCB.

Bilheteira Time Out

Gisela João

Gisela João

Gisela João é, hoje, uma das melhores fadistas portuguesas, capaz mesmo de cativar gente desligada do fado. Os sentimentos que canta são universais e intemporais, mas a forma como os comunica é só dela. E tem o condão de se superar a si própria, de disco para disco e de concerto para concerto. Nestas datas no Centro Cultural de Belém, porém, não se vai propriamente cantar o fado. Respondendo a um desafio lançado pela organização, vai dar um concerto de Natal inspirado no Songbook americano, com uma envolvência cénica diferente e especial.

Comprar
Steven Wilson

Steven Wilson

O rock progressivo entrou em declínio na segunda metade dos 70s, mas não se extinguiu: alguns dinossauros mantêm-se no activo e o género ganhou novas formas e novos gurus. Nas últimas três décadas, o seu rosto mais emblemático tem sido o britânico Steven Wilson, frontman dos Porcupine Tree, membro de uma mão cheia de projectos e colaborador, como músico e produtor, de inúmeras bandas. Os Porcupine Tree, nascidos em 1987, foram o seu filho favorito, mas, no início de 2010, após a saída do seu décimo álbum, The Incident, Wilson anunciou que iria concentrar-se no seu trabalho a solo, cujo primeiro CD, Insurgentes, surgira em 2008. Desde então lançou mais quatro, sendo o mais recente, To the Bone, de 2017, o tema central deste concerto na Altice Arena. Embora Wilson fosse o compositor e mentor dos Porcupine Tree, os discos em nome próprio registam mudanças apreciáveis de sonoridade, com os laivos metálicos e agressivos a dar lugar a formatos mais pop e mainstream, tendência que se acentuou em To the Bone. Porém, o som de Wilson em concerto tende a ser mais incisivo e musculado, descartando os arrebiques das versões de estúdio. Também é garantido que, sendo Wilson um perfeccionista e estando rodeado de músicos de elite, será um espectáculo irrepreensível.

Comprar
Joan Baez

Joan Baez

Com mais de 60 anos de carreira, marcados pelo activismo por várias e justas causas, Joan Baez é uma referência da música folk e da canção de protesto americana. No primeiro de Fevereiro regressa ao Coliseu dos Recreios, naquela que é anunciada como a sua última digressão. O alinhamento não estará, ainda assim, circunscrito ao seu valoroso passado, que esta mulher ainda tem coisas para dizer e editou em 2018 o primeiro álbum de música nova em dez anos, Whistle Down the Wind.

Comprar
Yo La Tengo

Yo La Tengo

São os maiores. Também são um bom exemplo de longevidade e consistência, de seriedade. Os Yo La Tengo andam nisto desde 1984 e os fundadores Ira Kaplan e Georgia Hubley tocam com James McNew desde 1991. É este trio que vem a Lisboa e que, em 2018, lançou There’s A Riot Going On, que partilha o nome com um discaço de Sly and the Family Stone. Um disco nocturno e vasto, desapressado, onde faixas distorcidas de cinco minutos ou mais coexistem com pequenas canções de dois minutos, mas nem sempre nem por isso mais directas.

Comprar
Snow Patrol

Snow Patrol

Os Snow Patrol são uma banda de pop-rock com uma pegada global, apesar de não venderem tantos discos (nem terem tantos streams) como alguns dos seus correligionários. Regressaram às prateleiras em 2018, com Wildness, sete anos depois do anterior Fallen Empires (2011) e 20 anos depois da estreia com o álbum Songs for Polarbears. Em Julho vieram ao NOS Alive e voltam a Lisboa em Fevereiro do próximo ano.

Comprar

Jazz & Clássica

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Dezembro
Música

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Dezembro

Os tradicionais “concertos de Natal” alargam a oferta de música clássica a custo zero por Lisboa e arredores no mês de Dezembro. Costuma haver uma elevada percentagem de música barroca, o que se compreende por ser uma época em que muitos compositores estavam ao serviço de igrejas e outras instituições religiosas e era necessário providenciar música para as festividades do ano litúrgico. Mas o programa é variado e inclui música do Classicismo, do Romantismo e do século XX. Por outro lado, o jazz, quer seja ele hot ou cool, entra em relativa hibernação.  Recomendado: Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana
Música

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Há concertos de jazz e música clássica em Lisboa para todos os gostos e circunstâncias e esta selecção reflecte essa variedade. 

Concertos de Natal a custo zero
Música

Concertos de Natal a custo zero

As compras e os sucessivos jantares de Natal já começaram a dilapidar o orçamento familiar, mas não quer ficar fechado em casa (ou no centro comercial)? Ora, estes concertos natalícios com entrada livre podem muito bem ser a resposta às suas preces. A maior parte deles faz parte do programa de Natal em Lisboa, da EGEAC, mas há uma ou outra excepção. Quanto à música, é sobretudo clássica, mas também há canções de natal portuguesas e britânicas, bem como um coro gospel. É só escolher.

12 caixas de música clássica para oferecer este Natal
Música

12 caixas de música clássica para oferecer este Natal

A obra completa de um grande compositor como Bach dentro de um paralelepípedo de 13 Kg. Cecilia Bartoli, uma voz inigualável, a cantar Rossini. O maestro Claudio Abbado à frente da Filarmónica de Berlim. As gravações do violinista Henryk Szering para a Philips, Mercury e Deutsche Grammophon. E a lista podia continuar. Há aqui matéria para degustar e reflectir durante muitas horas. A Time Out Lisboa só não sugere é que desculpa poderá dar ao seu patrão para ficar em casa durante semanas a fio a explorar estas arcas do tesouro. Recomendado: Dez bilhetes de concertos para oferecer no Natal

As nossas escolhas

10 melhores salas de concertos de Lisboa
Música

10 melhores salas de concertos de Lisboa

Rock, jazz, metal, hip-hop, música indie, electrónica... Há muita música para ouvir na capital e muitos sítios onde ouvi-la. Eis as dez melhores salas de concertos em Lisboa, com música para todos os gostos e públicos. Desde pequenas salas com concertos gratuitos, como o Lounge ou as Damas, a grandes palcos como o Coliseu dos Recreios ou a MEO Arena. É só escolher.

Sete canções sobre cidades e vida urbana
Música

Sete canções sobre cidades e vida urbana

Poluição, especulação imobiliária, gentrificação, engarrafamentos, violência e desigualdades sociais podem ser assuntos mais estimulantes para compor canções do que a beleza radiosa de um amanhecer nos campos. Ben Gibbard, dos Death Cab For Cutie, lamenta que a especulação imobiliária esteja a desfigurar o seu bairro em Seattle. Ian Curtis sente-se prisioneiro de uma Manchester decadente e mergulhada em sombras. Lou Reed contrasta o glamour e a sordidez de Nova Iorque. Tom Waits evoca uma parte de Minneapolis onde "todos os donuts têm nomes que soam como prostitutas". E David Byrne anda à procura de uma cidade perfeita onde instalar-se. Recomendado: Dez canções com cheiro a maresia

Uma história do grunge em 10 canções
Música

Uma história do grunge em 10 canções

Época e local: Seattle, estado de Washington, EUA, finais dos anos 80 até meados dos anos 90 Origem do nome: “Grunge” significa “sujidade, imundície, sebentice”. Consta que foi Mark Arm, que viria a ser vocalista dos Green River e dos Mudhoney, o primeiro a empregar a palavra em contexto musical, em 1981, quando dava os primeiros passos na cena rock de Seattle. O termo colou-se aos Green River e outras bandas afins activas em Seattle no final dos anos 80, mas manteve-se em circulação local durante anos, até o sucesso de Nevermind, dos Nirvana, lhe ter dado curso planetário. O termo tem, à primeira vista, um cunho depreciativo, mas como as bandas de grunge pioneiras se afirmavam em contraposição ao rock polido e tecnicamente imaculado, à música fabricada em série, aos valores burgueses e à sociedade de consumo e comungavam do espírito punk, não é de estranhar a identificação com uma palavra evocativa de desleixo, desordem e desalinhamento. Isto não quer dizer que todas as bandas catalogadas como grunge aceitassem tal designação: por um lado porque, na verdade, o termo é vago e acabou por ser aplicado a bandas com sonoridades muito diversas, por outro porque tendo muitas dessas bandas um posicionamento anti-sistema tenderiam, quanto mais não fosse por pirraça, a rejeitar o rótulo empregue pelos media do sistema para os arrolar colectivamente. Como é usual no mundo do pop-rock o termo inglês acabou por impor-se a nível global e em Portugal não foi excepção, embora seja legítim

Uma história do trip hop em 10 (+1) canções
Música

Uma história do trip hop em 10 (+1) canções

Época e local: surgiu nos primeiros anos da década de 1990, em Bristol, alastrou vertiginosamente, atingiu o seu cume de popularidade em 1996 e declinou rapidamente no início do novo século. Origem do nome: a partir de “hip hop” e “trip”, no sentido de viagem mental alimentada por substâncias psicotrópicas. Primeira ocorrência registada em 1994. Sinónimos: “downtempo”, “Bristol sound”. Se a associação do grunge a Seattle não reflectia a dispersão geográfica das bandas que o praticavam, os primeiros anos do trip hop tiveram o seu epicentro claramente localizado em Bristol, antes de o género ganhar cultores no resto da Inglaterra e de atravessar o Canal da Mancha (com os belgas Hooverphonic) e o Atlântico (com o primeiro disco das Cibo Matto, um duo de japonesas radicadas em Nova Iorque). Uma prova de que a designação trip hop está longe de ser pacífica é o facto de a banda tida como fundadora do género, os Massive Attack, a rejeitar. Características: Como acontece com qualquer outro género do pop-rock, os requisitos para que uma banda ou uma canção seja catalogada no trip hop são vagos e subjectivos. Entre os ingredientes mais frequentes estão um groove gerado por máquinas de ritmos ou outras programações e aparentado com o hip hop e drum’n’bass, mas desacelerado para um balanço hipnótico (por vezes a roçar a letargia); uma voz (quase sempre feminina) que tanto pode ser etérea e como dar expressão a mágoas profundas e irremediáveis e que está quase sempre envolta numa aura

Uma história do pós-punk britânico em 10 canções
Música

Uma história do pós-punk britânico em 10 canções

Época e local: Grã-Bretanha, de finais dos anos 70 a meados de 80, com principais pólos em Manchester, Liverpool e outras cidades industriais que já tinham conhecido melhores dias. Um dos eventos fundadores do movimento foi um concerto dos Sex Pistols no Lesser Free Trade Hall, em Manchester, em Junho de 1976: não foi muito concorrido, mas muitos dos miúdos que lá foram ficaram tão impressionados que decidiram formar uma banda – entre eles estavam futuros elementos dos Joy Division. Origem do nome: “post-punk” é uma designação vaga e discutível que engloba estéticas muito diversas, a que por vezes também se apõe o não menos nebuloso e controverso rótulo de “new wave”. Nesta selecção deixar-se-ão de fora as facetas industrial/experimental (ex.: Cabaret Voltaire) e dançável (ex.: A Certain Ratio) e privilegiar-se-á o lado mais “urbano-depressivo” e “gótico”. “Música urbano-depressiva” foi o rótulo, não muito feliz, que se cunhou em Portugal para o género; excepcionalmente, não parece ter sido decalcado da língua inglesa, que, por vezes, utilizou “dark wave” em sentido análogo; os francófonos preferem o termo “cold wave” (mas com pronúncia francesa). “Rock gótico” tem algum curso, mas há quem prefira reservá-lo a bandas que, mais tardiamente, se apropriaram do lado tétrico e teatral dos “urbano-depressivos” (como os Sisters of Mercy), embora também aqui as fronteiras sejam indefinidas. Talvez o linguista Malaca Casteleiro pudesse contribuir, com a sua infinita erudição, para pô

Entrevistas Time Out

Animal Collective: "Os corais são quase alienígenas"
Música

Animal Collective: "Os corais são quase alienígenas"

As canções dos Animal Collective e as filmagens subaquáticas dos Coral Morphologic confluem em Tangerine Reef, um álbum audiovisual com preocupações ambientalistas. Falámos com Brian Weitz, ou Geologist, sobre o novo disco, a ausência temporária de Panda Bear, a política (anti)ambiental do actual governo americano. E recifes de coral. 

Anna Calvi: “Estou farta de ver mulheres a serem caçadas”
Música

Anna Calvi: “Estou farta de ver mulheres a serem caçadas”

O novo álbum da cantora britânica Anna Calvi, Hunter, é uma boa surpresa. O registo é assumidamente queer e aborda abertamente questões que, até agora, se encontravam apenas nas entrelinhas do seu trabalho, ou melhor, de algumas canções. É natural, por isso, que a nossa conversa tenha sido dominada por essas questões de género. Tal como, segundo palavras da própria, “foi natural” que as mesmas questões dominassem o disco.

Filipe Sambado: “As questões amorosas não são o centro da vida”
Música

Filipe Sambado: “As questões amorosas não são o centro da vida”

Filipe Sambado vai fazer correr muita tinta com o novo álbum, Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo, o primeiro com o selo da Valentim de Carvalho, depois de uma série de edições independentes. Encontrámos-nos no Fábulas para uma conversa sobre canções, lábios pintados e andar à porrada em Elvas.

David Fonseca: "Não esperava fazer da música profissão"
Música

David Fonseca: "Não esperava fazer da música profissão"

Foi há 20 anos que ouvimos pela primeira vez a voz de David Fonseca, na altura o líder dos Silence 4. Desde então, não parou de fazer e tocar música, a solo e em colaborações pontuais. Está de volta com um novo álbum, Radio Gemini, feito e pensado como se de um programa de rádio se tratasse. Uma hora em que ouvimos diferentes músicas e influências, sem nunca nos afastarmos de território pop. 

Jorge Cruz: “Não me identifico com a vida na cidade”
Música

Jorge Cruz: “Não me identifico com a vida na cidade”

Os Diabo na Cruz passaram dois anos afastados dos palcos, mas não estiveram parados. Aproveitaram para lançar uma caixa de CDs com uma retrospectiva do seu percurso, no ano passado, um disco ao vivo, já este ano, e por fim um novo álbum, Lebre, que acaba de sair. Falámos com Jorge Cruz antes da sua apresentação, esta quinta-feira, no Coliseu de Lisboa.