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O seu guia para os melhores concertos em Lisboa, festivais e últimas notícias de música

Mallu Magalhães: “Sempre soube que esse mundo de marshmallow não existia”
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Mallu Magalhães: “Sempre soube que esse mundo de marshmallow não existia”

Vem, Mallu. Vem, que é o quarto disco e a convocatória da artista paulista para uma festa de samba e de rock sambado. Mais do que isso, é a certeza de que a vida não é assim tão maravilhosa, nem assim tão dramática. Seis anos após a edição de Pitanga, com a Banda do Mar e a maternidade pelo meio, Mallu Magalhães larga as gomas da fantasia e os contos de fadas acidentados. “[a vida] Vai ser isso aí, não é? Ok. Está bom”, ironiza. Uma conversa informal e honesta, sem gravata nem formalidades.   Passaram seis anos desde que editaste o Pitanga. Entretanto tiveste a Banda do Mar, foste mãe...este disco é um aglomerado desse tempo? Sim, acho que as experiências que passei depois da Banda do Mar e mesmo a maternidade...é uma coisa intensa, muda muito qualquer pessoa. E tem também essa coisa da mudança do país, isso também mexeu comigo. Até à Banda do Mar a minha produção artística até então era maioritariamente calma, então não conseguia colocar para fora esse vigor, esse lado selvagem que sempre tive. Sentia falta de pôr para fora esse impulso mais de ataque. Este disco é também uma resposta ao disco da Banda do Mar, não o teria feito sem isso.  São tudo canções pós-Banda do Mar? Tem coisas de antes, mas a maioria foi feita depois. A “Culpa do Amor” é a única mais antiga.  Foi tudo feito em Portugal? Nem por isso, porque como a gente fazia muita tournée no Brasil, grande parte das músicas foram feitas lá. Foi meio a meio.  Podemos então dizer há um input tuga neste disco

Os concertos mais aguardados até ao final do ano
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Os concertos mais aguardados até ao final do ano

Desde figurões do samba como Zeca Pagodinho a históricos cantauroes portugueses como Fausto Bordalo Dias (ainda por cima a cantar a sua trilogia sobre a diáspora), passando por nomes cruciais da música anglo-saxónica como os Low, há muita música para ouvir até ao final do ano. Portanto, tem de se organizar. Não faz contas para as suas contas? Não cria tópicos e lembretes telefónicos para bater tudo certo e o orçamento esticar até ao final de cada mês? É encarar os concertos como o IMI ou o IUC e escolher ao que vai. Recomendado: Sete canções indie para a rentrée

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
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Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Há bandas de rock e suas derivações, artistas populares de diferentes proveniências, metais leves e pesados, música portuguesa e estrangeira, inevitavelmente americana mas não só. Há concertos para todos os gostos e carteiras, é o que queremos dizer. Só que nem todos são iguais. Alguns valem mais a pena do que o resto, uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, e por isso toda a informação ajuda. Siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana.

Concertos em Lisboa em Outubro
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Concertos em Lisboa em Outubro

As temperaturas começam a baixar, as folhas começam a cair e os concertos sucedem-se. O  Verão que nos perdoe, mas não há nada como ver concertos em Lisboa no Outono. De preferência dentro de uma boa sala.  Além do OUT.FEST, logo no início do mês, destacam-se os concertos do cantor e compositor indie-folk sueco José González com The String Theory, a brasileira Mallu Magalhães ou os Kodaline, todos no Coliseu dos Recreios. Ainda há Xavier Rudd ou Unknown Mortal Orchestra, ambos na Aula Magna. Ou, entre outros, Anna Calvi, Kurt Vile & The Violators e Fausto Bordalo Dias.

As melhores músicas dos anos 90
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As melhores músicas dos anos 90

A nostalgia dos anos 90 está aí em força – não é por acaso que as festas Revenge of the 90’s são tão populares. Mas nesta lista não há lugar para a "Falésia do Amor" dos Santamaria nem a "Macarena" dos Del Rio. Estas são as melhores músicas dos anos 90 e não é preciso desempoeirar o Discman ou o MiniDisc, nem reinstalar o Napster, para as ouvir. Do grunge dos Nirvana ao trip-hop dos Portishead e dos Massive Attack, passando pelo french touch dos Daft Punk ou a britpop dos Pulp e dos Blur. Recomendado: 10 grandes discos com 50 anos

Bilheteira Time Out

Tribalistas

Tribalistas

O trio de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown juntou-se este ano pela primeira vez para uma digressão. Românticos, porventura lamechas, os Tribalistas procuram a frescura pueril de cantigas de amor e de amizade. Mas o segundo álbum, lançado no ano passado, 15 anos depois da sua estreia, traz maturidade e preocupações políticas a uma sintonia natural entre três grandes artistas da música brasileira.

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Kurt Vile & The Violators

Kurt Vile & The Violators

O guitarrista e trovador folk-rock americano regressa a Portugal, acompanhado pela sua banda The Violators. Espera-se material novo de um álbum que deverá sair em breve.

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Rodrigo Leão

Rodrigo Leão

O compositor português Rodrigo Leão continua a celebrar os seus 25 de carreira a solo. Ao Casino Estoril leva uma versão revista e actualizada do espectáculo de Os Portugueses, que junta algumas das suas mais populares canções em português e temas instrumentais.

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Jazz & Clássica

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana
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Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Há concertos de jazz e música clássica em Lisboa para todos os gostos e circunstâncias e esta selecção reflecte essa variedade. 

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Outubro
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Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Outubro

Outubro, em cujo primeiro dia se comemora o Dia Mundial da Música, é fértil em concertos de entrada livre. Esta trintena de sugestões permite-lhe ouvir música ao vivo durante quase todo o mês sem gastar um cêntimo. O Festival de Sintra, o SeixalJazz e o Festival Sons de Almada Velha contribuem para esta longa lista de possibilidades. Rachmaninov, Bach, Schubert, Mozart, Prokofiev ou Brahms são nomes sonantes na clássica. Mas, para começar pela música dos vizinhos, propomos que ponha um ouvido nas canções populares espanholas. Recomendado: Sete obras clássicas perdidas e achadas

O jazz vai ao cinema: 10 versões de bandas sonoras famosas
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O jazz vai ao cinema: 10 versões de bandas sonoras famosas

As bandas sonoras dos clássicos do cinema têm sido fonte de inspiração para os músicos de jazz, com abordagens que vão da relativa fidelidade à completa subversão.

Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa
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Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Encaremos isto como uma espécie de jukebox, mas em vez de chegarmos a um bar e metermos uma moeda no disco que queremos, pomos antes uma moeda no bar que queremos, pedimos uma bebida e esperamos que a nossa aposta corra bem ao nível da escolha musical. Isto partindo do pressuposto que não vamos às cegas, que sabemos o que queremos a invadir-nos os tímpanos e que, por muito que não seja a música que queríamos naquela altura, não andará longe. Os bares de jazz ocupam esse lugar, querer Chet Baker e levar com Miles Davis, querer Duke Ellington e levar com Coltrane. Nada mau. Assim se espera nestes que são os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa. Recomendado: Três sítios para ouvir reggaeton

As nossas escolhas

10 melhores salas de concertos de Lisboa
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10 melhores salas de concertos de Lisboa

Rock, jazz, metal, hip-hop, música indie, electrónica... Há muita música para ouvir na capital e muitos sítios onde ouvi-la. Eis as dez melhores salas de concertos em Lisboa, com música para todos os gostos e públicos. Desde pequenas salas com concertos gratuitos, como o Lounge ou as Damas, a grandes palcos como o Coliseu dos Recreios ou a MEO Arena. É só escolher.

10 canções com cheiro a maresia
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10 canções com cheiro a maresia

O mar tem sido uma inesgotável fonte de inspiração para artistas de todas as épocas e áreas. Agora que o calor convida a que nos aproximemos da praia, eis 10 canções que combinam com o rumor das ondas.

10 momentos electrizantes ao vivo
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10 momentos electrizantes ao vivo

A música gravada em estúdio é polida e imaculada. Os músicos podem repetir as takes as vezes que forem precisas, podem recortar e colar cirurgicamente as melhores partes de cada take para construir uma take virtual irrepreensível, podem gastar semanas a burilar pacientemente uma canção de três minutos até a levarem à perfeição. Mas, apesar de todos estes afãs, nem sempre a emoção passa integralmente para o registo final. E é no concerto ao vivo, com todas as inevitáveis imperfeições, que, muitas vezes, a ligação emocional entre quem toca e canta e quem ouve se estabelece em pleno, criando aqueles momentos que deixam toda a plateia com pele de galinha. Os registos vídeo dos concertos ao vivo permitem reviver, ainda que sob forma parcial e atenuada, esses momentos. Aqui ficam 10 que fazem pensar “o que eu teria dado para lá ter estado”.

10 músicas para fazer sexo
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10 músicas para fazer sexo

Os tabus, por aqui, ficam à porta. Como a gravata suspensa na maçaneta, por exemplo. Mas faça o favor de deixar as canções entrar. É que não tem jeito nenhum a música não ser a ideal num momento que se quer perfeito. Do rap, ao r&b e ao rock, há opções para todos os ritmos. O melhor talvez seja criar uma playlist com todas as músicas para fazer sexo e ver o resultado. Tome nota.

10 grandes discos com 50 anos: 1968
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10 grandes discos com 50 anos: 1968

Há 50 anos, alguns discos mudavam para sempre a história da música. Aqui encontra 10 exemplos. Recomendado: 10 grandes discos com 50 anos: 1967

Entrevistas Time Out

Queen + Adam Lambert: “Isto é quase puro Queen”
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Queen + Adam Lambert: “Isto é quase puro Queen”

Os Queen são um nome histórico do rock britânico. Mas estavam encostados às boxes quando, em 2009, Brian May e Roger Taylor, os dois fundadores da banda que continuam no activo, acompanharam Adam Lambert, um dos finalistas daquela edição do American Idol, na final do programa. Podia ter sido uma vez sem exemplo, mas a coisa correu tão bem que, passados dois anos, estavam a tocar juntos numa cerimónia de entrega de prémios. E desde 2012 que andam em digressão pelo mundo juntos.

Mariza: "Falta-me fazer tudo"
Música

Mariza: "Falta-me fazer tudo"

A fadista Mariza acaba de lançar um novo disco que partilha o nome com ela, onde volta a trabalhar com o produtor Javier Limón e colabora com um par de nomes mais ligados às músicas africanas, Héber Marques e Matias Damásio. Falámos antes dos concertos desta sexta-feira e sábado, no Coliseu dos Recreios. Ao fim de quase 20 anos de carreira vais lançar um disco chamado apenas Mariza. Porquê? O disco esteve para ter vários nomes. Primeiro era para se chamar Amor, porque o amor é tão importante que fazemos tudo à volta disso. E as canções que eu canto falam todas muito de amores, fazem-nos sonhar, pensar melhor. Depois, como eu danço muito em palco, passou para Fado Bailado. Mas não estava convencida, achava que nenhum nome fazia jus ao que tinha feito. E finalmente ficou Mariza. Há muito tempo que a tua música vai além do fado: escutamos a tua herança africana, a tua paixão pelo Brasil. Isso volta a acontecer neste disco. Quão importante é trazer essas outras músicas para dentro do fado? As pessoas acham que isso é um acto consciente, mas não é. Esses ritmos vão aparecendo inconscientemente. Não sei se é porque toda a minha vida ouvi muitos géneros musicais diferentes, se também pela minha vivência dos últimos anos. Como é o Héber Marques e o Matias Damásio surgem aqui? O Matias e eu somos representados pelo mesmo escritório e temos o mesmo manager. Foi uma sugestão dele. Confesso que nunca pensei que o Matias escrevesse para outras pessoas, e foi um processo engraçado po

Cristina Branco: "Passei muitos anos a tentar adaptar-me"
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Cristina Branco: "Passei muitos anos a tentar adaptar-me"

Eterna nómada musical, a fadista Cristina Branco é uma das mais aventureiras exploradoras da canção portuguesa. No álbum Branco continua a descobrir a liberdade de poder ser várias pessoas através da música e das palavras de autores de diferentes gerações como Sérgio Godinho, Mário Laginha, Jorge Cruz, André Henriques, Filipe Sambado e Luís Severo.

David Fonseca: "Não esperava fazer da música profissão"
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David Fonseca: "Não esperava fazer da música profissão"

Foi há 20 anos que ouvimos pela primeira vez a voz de David Fonseca, na altura o líder dos Silence 4. Desde então, não parou de fazer e tocar música, a solo e em colaborações pontuais. Está de volta com um novo álbum, Radio Gemini, feito e pensado como se de um programa de rádio se tratasse. Uma hora em que ouvimos diferentes músicas e influências, sem nunca nos afastarmos de território pop. 

Filipe Sambado: “As questões amorosas não são o centro da vida”
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Filipe Sambado: “As questões amorosas não são o centro da vida”

Filipe Sambado vai fazer correr muita tinta com o novo álbum, Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo, o primeiro com o selo da Valentim de Carvalho, depois de uma série de edições independentes. Encontrámos-nos no Fábulas para uma conversa sobre canções, lábios pintados e andar à porrada em Elvas.