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O seu guia para os melhores concertos em Lisboa, festivais e últimas notícias de música

Os melhores concertos em Lisboa até ao final do ano
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Os melhores concertos em Lisboa até ao final do ano

Há sempre música entre nós, como dizia a outra. O que, neste caso, quer dizer que há sempre concertos em Lisboa que vale a pena ver e ouvir. E entre os mais aguardados até ao final do ano contam-se os regressos de grandes bandas indie americanas como Pixies, Vampire Weekend e The National ou a apresentação em nome próprio do rapper português Sam The Kid, no Coliseu. Algumas destas datas já estão esgotadas e os outras para lá caminham, por isso sugerimos que não espere muito mais para comprar os bilhetes para estes espectáculos. Recomendado: Os melhores bares com música ao vivo em Lisboa

Dez discos para ouvir até ao final do ano
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Dez discos para ouvir até ao final do ano

Lover, de Taylor Swift, inaugurou oficialmente a rentrée discográfica no passado dia 23 de Agosto. E entre agora e Novembro vamos ouvir alguns dos discos mais aguardados do ano. De Norman Fucking Rockwell, o novo álbum da cantora e compositora pop Lana Del Rey, com edição marcada para 30 de Agosto, a War Music, dos suecos Refused, que sai a 18 de Outubro, passando pelos novos trabalhos de Iggy Pop, dos Pixies ou das recentemente reunidas Vivian Girls, todos em Setembro, estes são alguns dos discos que mal podemos esperar para ouvir. Recomendado: Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Guia completo dos festivais de Verão
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Guia completo dos festivais de Verão

Os festivais de música estão para o Verão como a chuva está para o Inverno: sabe bem de vez em quando, e mesmo quem não gosta reconhece que faz falta. Ao contrário da chuva, no entanto, há cada vez mais e maiores festivais. E há para todos os gostos. Desde megaproduções, como o NOS Alive, a festivais um pouco mais pequenos mas ainda assim grandes, como o Super Bock Super Rock e o Vodafone Paredes de Coura, e eventos mais especializados como o Jazz em Agosto, o Festival Forte ou o FMM Sines. É só escolher. Recomendado: Concertos em Lisboa

Concertos em Lisboa em Setembro
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Concertos em Lisboa em Setembro

Setembro é um mês muito peculiar. Por um lado, queimam-se os últimos cartuchos do Verão. Por outro, é a altura da rentrée, do regresso à rotina que é também o regresso dos concertos em Lisboa. Ao nível dos festivais, em princípio, vamos poder contar pelo menos com o VillaMix, a Festa do Avante! e o Lisb-On. Em termos de concertos, destacam-se o canadiano Michael Bublé na Altice Arena, o brasileiro Tim Bernardes no Centro Cultural de Belém e o espanhol Patxi Andión na Aula Magna da Universidade de Lisboa. Recomendado: Concertos em Lisboa – Os melhores concertos mês a mês

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
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Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Há bandas de rock e suas derivações, artistas populares de diferentes proveniências, metais leves e pesados, música portuguesa e estrangeira, inevitavelmente americana mas não só. Há concertos para todos os gostos e carteiras, é o que queremos dizer. Só que nem todos são iguais. Alguns valem mais a pena do que o resto, uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, e por isso toda a informação ajuda. Siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana. Recomendado: Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Bilheteira Time Out

Pixies

Pixies

Black Francis, David Lovering, Joey Santiago e Kim Deal precisaram de apenas cinco anos (de 87 a 91) e outros tantos discos para deixar uma marca indelével no indie rock americano. Pouco depois, separaram-se. A história parecia ter terminado assim, mas regressaram em 2004. Nesse ano, vimo-los no festival Super Bock Super Rock, no Parque Tejo. Foi glorioso. Desde então nunca mais nos deixaram, e as visitas a Portugal têm sido regulares. Vão voltar a 25 de Outubro para um concerto no Campo Pequeno, armados com um novo álbum.

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Mark Lanegan Band

Mark Lanegan Band

As capas, os títulos, as letras, quase tudo na música e postura do veterano Mark Lanegan tresanda a morte, negrume, morbidez. É certo que com alguns toques de humor, negro evidentemente. E com cada vez maior variedade de soluções musicais, que tornam a sua música altamente (e cada vez mais) recomendável. Regressa a Lisboa a 30 de Outubro, acompanhado pela sua banda, para apresentar o disco Somebody's Knocking, que também sai em Outubro.

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Belle and Sebastian

Belle and Sebastian

Os escoceses Belle and Sebastian começaram a tocar em 1996 e, no mesmo ano, editaram os seus dois melhores discos, Tigermilk e If You’re Feeling Sinister. Estão juntos desde essa altura, e hoje são uma verdadeira instituição indie-pop. Regressam a Lisboa a 6 de Novembro, para um concerto na Aula Magna.

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Vampire Weekend

Vampire Weekend

Os Vampire Weekend estiveram em Portugal em Julho, no NOS Alive. E a mais betinha das bandas (meio) indie nova-iorquinas vai regressar cá a 26 de Novembro, para um concerto no Coliseu dos Recreios. A desculpa para mais esta visita volta a ser o disco Father of the Bride, editado em Maio e o primeiro sem o multi-instrumentista e produtor Rostam Batmanglij, que se separou do grupo em 2016.

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The National

The National

Uma fatia significativa do público português tem um fraquinho por cantores e bandas de rock melancólicos, sobretudo se charmosos e bem-falantes. Como o vocalista Matt Berninger e os norte-americanos The National, que regressam a Lisboa a 12 de Dezembro, para apresentar o novo álbum I Am Easy To Find no Campo Pequeno.

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Mais concertos na bilheteira

Jazz & Clássica

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Setembro
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Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Setembro

A maioria da música instrumental barroca foi concebida para ambientes íntimos, mas também há peças exuberantes, destinadas a ocasiões festivas ao ar livre – é o caso da Música Aquática de Handel, que faz parte do programa que a Orquestra Barroca Casa da Música apresenta em Mafra. Outro grande evento de música clássica ao ar livre terá lugar em Lisboa, no Vale do Silêncio, com um programa de árias de ópera célebres com o título “Amor no Vale”. Quase todo o jazz gratuito em Setembro é também para ser ouvido al fresco, como dizem os italianos, através do Festival Sommersby OutJazz, do ciclo Jazz na Praça – com um programa de bandas femininas que desafia a tradição patriarcal do jazz – e dos Encontros de Jazz Júnior – só com rapazes e raparigas sem idade legal para comprar cerveja. Recomendado: 12 pianistas de jazz portugueses que precisa de ouvir

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana
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Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Há concertos de jazz e música clássica em Lisboa para todos os gostos e circunstâncias e esta selecção reflecte essa variedade. 

Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa
Bares

Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Todas as cidades têm o seu culto de bares de jazz, lugares calmos, onde se querem bebidas longas.

13 discos indispensáveis de jazz português
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13 discos indispensáveis de jazz português

O jazz em português está bem e recomenda-se. A prova disto são estes 13 discos que lhe trazemos para que não perca fio à meada. Não sabe por onde começar? Da famosa dupla Maria João e Mário Laginha, a Carlos Bica e Azul, passando por L.U.M.E. ou Júlio Resende, estes são alguns dos nomes que constam desta lista de discos indispensáveis de jazz português. Porque nunca é demais lembrar que o nacional é bom e precisa de ser ouvido, como estes discos o confirmam. Já sabe por onde começar? Recomendado: 12 pianistas de jazz portugueses que precisa de ouvir

As nossas escolhas

10 melhores salas de concertos de Lisboa
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10 melhores salas de concertos de Lisboa

Rock, jazz, metal, hip-hop, música indie, electrónica... Há muita música para ouvir na capital e muitos sítios onde ouvi-la. É só escolher.

Oito videoclips que fizeram história
Música

Oito videoclips que fizeram história

Só com a MTV, nos anos 80, emergiu uma nova cultura visual e o videoclip ganhou a sofisticação que hoje conhecemos. Até lá o percurso foi longo.

Uma história do grunge em 10 canções
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Uma história do grunge em 10 canções

Nos finais da década de 70, nasceu na Grã-Bretanha uma corrente musical que substituiu a revolta do punk por melancolia.

Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha
Música

Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha

Os tabus ficam à porta. Como a gravata suspensa na maçaneta, por exemplo. Mas faça o favor de deixar as canções entrar.

As melhores músicas de Tyler, the Creator
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As melhores músicas de Tyler, the Creator

Desde o primeiro disco de Tyler, the Creator que percebemos que este homem era um daqueles talentos que vinha para ficar.

Entrevistas Time Out

Maria Reis: “A música era a constante a que eu conseguia agarrar-me”
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Maria Reis: “A música era a constante a que eu conseguia agarrar-me”

Maria Reis, a vocalista e guitarrista das Pega Monstro, vai lançar em breve o primeiro álbum a solo, Chove Na Sala, Água Nos Olhos. Mas antes, a 9 de Agosto, toca nas Noites de Verão do Museu do Chiado. Fomos beber um copo e trocar dois dedos de conversa antes do concerto. Diz-me lá: Pega Monstro ainda existe? Isso é para responder sim ou não? É para responderes como quiseres. A banda não está a tocar. Mas há qualquer coisa que persiste. Nem que seja a nossa relação, somos irmãs. Mas não te vês a fazer um disco de Pega num futuro próximo. Acho que não. Mas não é um break-up. Isso é impossível. Sei que o teu primeiro álbum a solo já está pronto. Quando é que o vais editar? Entre Setembro ou Outubro. Quando é que começaste a trabalhar nisso? No ano em que editámos o Casa de Cima [em 2017], já havia a ideia de a Júlia [Reis, a baterista de Pega Monstro] se afastar e de ir viver para outro sítio. Tive de começar a pensar noutras maneiras de viver, e comecei a fazer o meu EP que saiu no Verão de 2017. E, depois de finalmente resolvermos as coisas de Pega Monstro, decidi continuar a fazer música. O que é que mudou entre o teu primeiro EP a solo e este disco? Na verdade aquilo que é mais diferente para mim é o tempo no qual eu os fiz. Em Agosto de 2017 era uma pessoa completamente diferente. A minha vida neste ano foi só cenas. Imagina, o disco chama-se Chove Na Sala, Água Nos Olhos, porque literalmente o tecto da minha casa caiu. E mais coisas. No meio disto tudo, a mús

Afonso Cabral: "Queria fugir aos velhos hábitos"
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Afonso Cabral: "Queria fugir aos velhos hábitos"

Durante dez anos ouvimos Afonso Cabral a cantar em inglês nos discos da sua banda, os You Can’t Win, Charlie Brown. Mas há um mês que o escutamos também a cantar sozinho, com o nome que os pais lhe deram. Antes de rumar a Cem Soldos, terra do festival Bons Sons, onde apresenta o álbum Morada na sexta-feira, encontrámo-nos para falar desta nova fase da sua carreira. Muitos membros de You Can’t Win, Charlie Brown têm outros projectos. O Noiserv, o Vitorino Voador... O Salvador [Menezes] tem Tipo. Não consideraste usar um nome que não fosse Afonso Cabral, como eles? Considerei, mas foi por pouco tempo. Até porque sabia que me ia fartar do nome, e daqui a dois discos tinha de mudar. Há um escritor com o mesmo nome. Não tens medo de ser confundido com ele? Não. E ele assina Afonso Reis Cabral, portanto há essa ligeira diferença. Se bem que já fui confundido com o Afonso Cruz. Como assim? Porque são os dois carecas e têm barbas? E somos os dois Afonso, temos apelidos começados por C... Já me aconteceu dar um concerto num sítio onde o Afonso Cruz também ia fazer qualquer coisa no dia a seguir, e passei o dia todo com uma credencial a dizer Afonso Cruz. O que te levou a fazer um disco solo? Porquê agora? Já tinha vontade de fazer um disco meu desde antes dos You Can't Win, Charlie Brown, só que nunca soube que disco queria fazer. Experimentei várias coisas e das duas uma, ou não gostava do que estava a fazer, ou achava que não fazia sentido não o fazer com o resto da band

Thurston Moore: “O rock'n'roll é profundamente espiritual”
Música

Thurston Moore: “O rock'n'roll é profundamente espiritual”

Com os Sonic Youth, Thurston Moore revolucionou a arte do ruído. Alterou o curso do rock entre fúrias experimentais e epifanias espirituais, torturou guitarras e estraçalhou cordas.

Milton Nascimento: “Nos dias de hoje, só a música salva”
Música

Milton Nascimento: “Nos dias de hoje, só a música salva”

Nos anos 60, o Clube da Esquina reuniu músicos jovens e talentosos num momento mágico. Um deles era Milton Nascimento.

Lena d’Água: “Não podia morrer sem fazer novas canções”
Música

Lena d’Água: “Não podia morrer sem fazer novas canções”

A voz meiga é quase Património Imaterial do nosso país. Sentámo-nos à conversa com a cantora que está de regresso.