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Descubra o melhor da noite de Lisboa, incluindo bares, discotecas e concertos

Matinés em Lisboa: o domingo à tarde é o novo sábado à noite
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Matinés em Lisboa: o domingo à tarde é o novo sábado à noite

Dançar ao domingo é uma tendência que topámos há algum tempo, mas que agora parece a febre de sábado à noite. As matinés no Lux – a primeira dedicada a David Bowie (vencedora do Corvo de Ouro da Time Out 2016 na categoria de Evento do ano), a segunda a Grace Jones – elevaram a moda a um novo patamar. Se quer apimentar o próximo domingo, troque o sofá e o comando da televisão por uma destas festas em Lisboa. 

5 razões para conhecer o Capitão Leitão, o novo bar de Marvila
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5 razões para conhecer o Capitão Leitão, o novo bar de Marvila

Já se sabe que Marvila está na moda, mas por enquanto ainda não se tornou um local de peregrinação nocturna. Tudo a seu tempo. Aos poucos, as capelinhas alcoólicas começam a abrir portas, como este novo Capitão Leitão (tem este nome por causa da rua), um dos primeiros bares da nova vida (e movida) de Marvila.

36 coisas que precisa de saber sobre o Trumps
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36 coisas que precisa de saber sobre o Trumps

A abertura foi adiada por causa da morte de Sá Carneiro e desde Dezembro de 1981, quando o Trumps foi inaugurado, histórias não faltam para contar. Algumas foram compiladas num livro, que chega agora às lojas. Outras ainda são segredo. 

Lisboa Dance Festival deu baile nos Iberian Festival Awards
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Lisboa Dance Festival deu baile nos Iberian Festival Awards

Enquanto ainda sentimos as batidas da segunda edição do Lisboa Dance Festival, que decorreu a 10 e 11 de Março na Lx Factory, a primeira edição deste festival de música electrónica limpou não um, mas dois prémios no último Iberian Festival Awards. Ontem, o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona foi o palco destes prémios que acontecem no âmbito do Talkfest - Fórum Internacional de Festivais de Música. O público e um painel de jurados foram chamados a votar nas mais diversas áreas da produção de festivais da Península Ibérica. O Lisboa Dance Festival foi o vencedor nacional na categoria Best New Festival e o vencedor ibérico na categoria Best Indoor Festival. O festival lisboeta chegou à cerimónia com quatro nomeações, ficando pelo caminho os prémios Best Medium-Sized Festival e Best Line-Up. Para o ano há mais. + Lisboa Dance Festival: Quem tudo quer, tudo dança

Noite em Lisboa: cinco festas até ao fim de Março
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Noite em Lisboa: cinco festas até ao fim de Março

Lux Frágil, Ministerium Club, Musicbox Lisboa. Há lugares que são – e parecem querer insistir nisso – de confiança. Estes três são referência quando toca de dançar pela noite dentro. Os programadores estão cada vez mais atentos, os DJs gostam cada vez mais de Lisboa. Estamos todos felizes. E assim continuaremos até ao fim de Março.

Onde ir beber um copo

Os melhores bares de hotel em Lisboa
Hotéis

Os melhores bares de hotel em Lisboa

De Alfama a Belém, há boas razões para explorar os hotéis que se seguem. E já sabe que se beber um copo a mais, tem sempre a opção de fazer check in. Estes são os melhores bares de hotel em Lisboa.

Os melhores terraços de Lisboa
Coisas para fazer

Os melhores terraços de Lisboa

A redacção da Time Out subiu aos melhores terraços de Lisboa e, entre ver as vistas, beber um copo, dar mergulhos e dançar, ainda teve tempo para escrever este artigo, com 25 destinos para os dias de Verão na cidade.

Os melhores bares de Lisboa
Bares

Os melhores bares de Lisboa

Este é o nosso guia para explorar as melhores esplanadas, os bares novos e aquela discoteca de que toda a gente anda a falar. 

Os melhores sítios para tomar um copo no Príncipe Real
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Os melhores sítios para tomar um copo no Príncipe Real

Do Quiosque do Oliveira ao Café Colonial, do final da tarde às noites longas. Se não se conseguir decidir pelo registo, guarde este link nos seus favoritos e regresse ao assunto sempre que lhe apetecer beber um copo no Príncipe Real. Entre happy hours e elaborados cocktails, vamos a isso, com moderação. 

As melhores happy hours de Lisboa
Coisas para fazer

As melhores happy hours de Lisboa

A felicidade tem um preço – e está mais barata. Pelo menos durante algumas horas por dia. Eis um roteiro dos melhores bares, rooftops e esplanadas para beber um copo em Lisboa a preço de saldo

As nossas escolhas

As cervejas artesanais que tem mesmo de provar
Restaurantes

As cervejas artesanais que tem mesmo de provar

Sugerimos que abra horizontes, abandone o conforto refrigerante das marcas com que cresceu e aproveite para se aventurar no mundo da cerveja artesanal.

10 coisas que precisa de saber sobre o Europa
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10 coisas que precisa de saber sobre o Europa

A discoteca do Cais do Sodré comemora no sábado 10 anos com uma festa com 10 horas de música (da meia-noite às 10 da manhã) no Europa Sunrise, o espaço para after-hours mais conhecido da cidade. Jiggy, Kaesar, Stereo Addiction, Diana Oliveira, Trigger e Vanhell tratam da música. Damos-lhe dez curiosidades que podem servir para impressionar ou desbloquear a conversa com alguém a meio da festa.  1. O Europa comemora 10 anos com esta gerência e este conceito de discoteca de electrónica, mas foi inaugurado em 1947. Na altura, quando o Cais do Sodré era o red light district alfacinha, era um “bar dançante”, diz-nos um dos actuais responsáveis, voltado para marinheiros, os principais frequentadores da zona. Também tinha um serviço de barbeiro. 2. É dos poucos espaços em Lisboa onde se consegue ouvir todo o tipo de electrónica. Às quartas, a discoteca recebe as sessões Freaky Fiction (23.00-04.00), com trance. Às quintas orgulha-se de ter a residência semanal mais antiga de drum n’ bass da cidade, organizada pela Kalimodjo (23.00-04.00). 3. O Europa do Cais do Sodré tornou-se conhecido pelos after-hours, no início com o nome Breakfast@Europa, das seis às dez da manhã. Com as novas leis da zona, foram “forçados” a abrir outro espaço, o Europa Sunrise, a funcionar desde 2013 no antigo Konvento, em Santos. A discoteca funciona aos fins-de-semana entre as cinco e as dez da manhã. 4. Este ano, e no andar por cima do Europa Sunrise, inauguraram outro espaço, mais exclusivo, o Vinylium

Os melhores bares gay de Lisboa
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Os melhores bares gay de Lisboa

Os primeiros bares gays em Lisboa começaram a espreitar pela fresta do armário nos anos 60. Hoje, os dedos de duas mãos não chegam para os contar. Este é só um sinal de que a cidade está cada vez mais arejada e pronta para acolher toda a gente. 

O Topo do Cais do Sodré
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O Topo do Cais do Sodré

Desta vez só tem de subir até ao primeiro andar “Hoje a partir das 22:00h abrimos o TOPO | CLUBE no Cais do Sodré.” Foi com apenas um aviso na página de Facebook no próprio dia que os donos do Topo, no Martim Moniz e no Chiado, abriram na quinta-feira à noite mais um espaço, agora no Cais do Sodré. Desta vez não estamos a falar de um terraço, mas sim de um primeiro andar com seis janelas por cima da discoteca Viking, e com vista para o movimento da Rua Cor de Rosa. Para entrar é preciso subir as escadas no número 29 da Travessa do Corpo Santo e tocar à campainha, como se fosse visitar alguém. O Topo Clube é bar e discoteca e vai funcionar até às duas da manhã – três da manhã aos fins-de-semana. Conte com petiscos como hambúrgueres, tacos e chicken wings para se lhe der a fome a meio da noite, uma longa carta de cocktails e DJs para animar a pista. Se está a pensar ir lá beber um copo, não adie muito a visita. O novo Topo é uma espécie de pop-up bar e deverá funcionar apenas durante seis meses, até o prédio entrar em obras. Topo Clube, Travessa do Corpo Santo, 29 (Cais do Sodré). Ter-Qui e Dom 19.00-02.00, Sex-Sáb 19.00-03.00. Entrada livre

Últimas notícias da noite em Lisboa

Matinés no Roterdão a pedido de muitas famílias
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Matinés no Roterdão a pedido de muitas famílias

A ressaca já não vai ser desculpa para faltar ao almoço de família. Poupe-se para domingo, porque a noite agora começa às seis da tarde. A partir de 9 de Abril, a discoteca Roterdão, no Cais do Sodré vai passar a abrir portas ao domingo à tarde para matinés, uma ideia da actual gerente, Ana Afonso, como resposta aos pedidos de várias famílias. “Em 2016, no início do ano, perguntámos aos nossos clientes e amigos se valeria a pena abrir ao domingo. Referíamo-nos à noite e a resposta foi positiva. No entanto, muitas pessoas sugeriram e pediram a matiné”, explica.  A ideia é começar a dançar a partir das seis da tarde (como tem acontecido noutras matinés, por exemplo nas promovidas pelo Lux, a última com uma festa de homenagem a Grace Jones) e ir para casa por volta das dez da noite, até porque no dia seguinte há que trabalhar.  E não há pausa para jantar? Pelos vistos a discoteca vai servir petiscos: “Tábuas de queijos e enchidos, tostas e sopas frias, etc”, adianta Ana. Para já não há nenhuma festa temática programada (em Janeiro o Roterdão homenageou David Bowie com uma festa de aniversário), a não ser na altura do Festival da Canção. “Na noite da final, esperamos transmitir em directo o concurso televisivo e fazer uma brincadeira tipo quiz do festival”, continua.   Uma boa maneira de passar “o dia seguinte sem olheiras nem cansaço”, diz Ana, depois de uma noitada – que na verdade é uma tardada. Se a coisa correr bem, é provável que as matinés se repitam também às quartas,

Terraço do Rio Maravilha reabre no sábado
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Terraço do Rio Maravilha reabre no sábado

Tudo está bem quando acaba bem. Os dias estão mais longos e vamos voltar a ter terraço no Rio Maravilha O terraço do Rio Maravilha, na Lx Factory, vai reabrir ao público no próximo fim-de-semana. Para celebrar a chegada do bom tempo – que se espera que venha para ficar – o Rio Maravilha preparou "várias surpresas", dizem eles. A começar pela mudança de carta, com pratos como o ceviche de peixe branco (10,90€), o rosbife de vitela, couve chinesa fermentada e rábanos desidratados (15,60€) ou as amêijoas com tostas e maionese de aipo (12,50€). Na esplanada, pode contar com petiscos como os tremoços marinados em wasabi (1,50€), corndogs de alheira ao molho de coentros e alho doce (8,20€), o crocante de arroz com chutney de tomate (4,90€) ou as chips de mandioca com torresmo (5,20€). Tal como no ano passado, ao fim de tarde vai haver sempre música. No domingo, às 17.00, a banda Meu Samba anima o pôr-do-sol com ritmos brasileiros e boa-disposição e o fecho vai passar a ser mais tardio, às 20.00, até porque os dias também estão mais longos.   + Horário de Verão: seis ideias para aproveitar os 60 minutos extra

Uma instalação secreta na estação do Cais do Sodré
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Uma instalação secreta na estação do Cais do Sodré

No sábado, entre as 18.00 e as 22.00, a Red Bull inaugura The Club, uma instalação sonora na estação de metro do Cais do Sodré. A entrada é só para alguns. Desde o início da semana que a Red Bull montou um bar/estúdio de rádio em plena Rua do Alecrim, uma forma de divulgar o Ginga Beat, o programa de rádio lisboeta da Red Bull Radio, com música “do kuduro ao afro-luso hip-hop, passando pelos sons techno mediterrânicos”, explicam. Entre os convidados que até à próxima terça-feira, 28, vão passar pelo pop-up bar (aberto entre as 15.00 e as 21.00) estão, por exemplo, os Celeste Mariposa, Slow J, Batida, Beatbombers, Branko, Carlão, Mundo Segundo & Sam The Kid, Tó Trips & Hélio Morais, Norberto Lobo ou Tomás Wallenstein. No sábado, entre as 18.00 e as 22.00, acontece também um side-act num “local secreto” da estação de metro do Cais do Sodré. The Club, assim se chama, é uma instalação de vídeo e som que, ao mesmo tempo que “explora a relação entre música e arquitectura”, faz uma retrospectiva da música techno em Portugal nos últimos 20 anos. O acesso é gratuito mas limitado e as credenciais podem ser levantadas no estúdio de rádio da Red Bull (no número 30 D da Rua do Alecrim).

Lisboa Dance Festival: Quem tudo quer, tudo dança
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Lisboa Dance Festival: Quem tudo quer, tudo dança

Quem disse que Março não é mês de festivais? O Lisboa Dance Festival foram dois dias de electrónica e batidas diversas na LX Factory. Dekmantel, Conjunto Corona e Hunee foram alguns dos melhores cartões de visita Não há dia mais dúbio que a sexta-feira: o-só-me-sento-quando-a-música-acabar não está assim tão longe do sofá-amigo-hoje-ninguém-nos-separa. Comigo, por norma, não há muitas variações, o corpo é que manda. E se era dançar que as pernas queriam, foi precisamente isso que tiveram. O Lisboa Dance Festival chegou em tempo primaveril, como que a dizer que Março é mentira. A LX Factory abriu alas para a electrónica, que cada vez mais tem dedo na programação cultural lisboeta.   Outra coisa que sexta-feira também traz é a tradição do jantar tardio. O resultado foi a californiana TOKiMONSTA a tocar num armazém quase desabitado. A produtora traz uma finta mais urbana a um festival onde o techno domina. Ainda que a combine com uma abordagem meio tropical, entre o hip-hop de balanço mais vagaroso e o moombahton, estilo já quase extinto por estes dias mas que me caiu como um senhor aperitivo tem que cair. Estou como a maior parte aqui presente: em festival, se nos derem a unha vamos pedir o ombro.   Mas começam a sobressair rostos de alguma estranheza, aos quais me vejo forçado a juntar: o set de TOKiMONSTA começa a soar apenas a um vale tudo, sobretudo no que as transições de estilo dizem respeito. Se continuar assim talvez fique apenas pelo cotovelo, à espera que Dekmantel