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Bar, Noite, Damas, Graça
©Inês Calado RosaDamas

Os melhores bares na Graça

O ex-bairro operário mudou nos últimos anos e a oferta também passa pela noite. Estes são os melhores bares na Graça.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lá de cima, vê-se a cidade como de nenhum outro lugar. Mas nem só de miradouros (onde abundam turistas, com uma insaciável fome de sunsets, atropelando a vista aos que de nós só querem mesmo existir), vive a Graça. Há restaurantes que vale a pena visitar e muita coisa a dar nas vistas, mesmo depois do sol se pôr. A lista que se segue apresenta alguns clássicos do bairro, como o Botequim, e coisas mais recentes e com queda para a cerveja, como o Onda Cocktail Room ou o Taproom da Oitava Colina, cervejeira nascida e desenvolvida por aqui. Uma coisa é certa: só não bebe um copo na Graça se não quiser.

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Os melhores bares na Graça

  • Bares
  • Bares
  • Lisboa

Há dois anos que Peter O’Connor eleva a fasquia da mixologia lisboeta. Afinal, experiência no ramo é o que não falta a este irlandês especialista em whisky. Mas dentro do pequeno Onda Cocktail Room, a estrela é mesmo o menu Flavour Discovery, um alinhamento de 16 receitas com o dedo de Daniel Zamith, outrora bartender do Bistrô 100 Maneiras.

  • Bares
  • Gastropubs
  • São Vicente 

A Oitava Colina já tinha uma fábrica e um quiosque na Graça quando, a 20 de Julho de 2018, inaugurou este taproom e gastrobar. Entretanto, a fábrica mudou-se para outra freguesia e o quiosque fechou, mas continua aberto o taproom, a lembrar onde tudo começou. O espaço não é muito grande, mas também não é pequeno, e tem óptimo aspecto. Para lá das garrafas da Oitava Colina, há dez torneiras de onde pingam as cervejas da marca (e não só), assim como algumas coisas rápidas para comer.

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  • Restaurantes
  • Cafés
  • São Vicente 

O quiosque pousa agora num canto do adro da igreja e deixou de haver trânsito à porta. São dois contentores forrados com ripas de madeira. E nem os tapumes que lá andam estragam as fotografias do pôr-do-sol, isso é responsabilidade do turista. Mas a boa notícia da esplanada que já conta com mais de um quarto de século é que por esta altura tem horário alargado, ideal para aquele copo depois de jantar e antes de sair.

  • Coisas para fazer
  • São Vicente 

Diz-se que o chão do salão de festas desta sociedade (com capacidade para mil pessoas e disponível para alugar para eventos privados) é o melhor para dançar tango na cidade e não é por acaso que é aqui que já se organizou o Festival Internacional de Tango. A esplanada no topo do edifício, com vista para o Tejo, é um dos melhores segredos
 da zona. A isto juntem-se programas de karoake ou os míticos arraiais.

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  • Noite
  • Bares abertos de madrugada
  • São Vicente 

Há uma noite da Graça a.D. (antes das Damas) e d.D. (depois das Damas). O bar, que também funciona como restaurante e sala de concertos, foi inaugurado por Alexandra Vidal e Clara Alice em Abril de 2015 e não tardou a impor-se como uma paragem obrigatória para muitos lisboetas e não só. O segredo deste sucesso está na boa onda do espaço e, sobretudo,
numa programação alternativa e ecléctica no melhor sentido destas palavras, onde tanto há espaço para todo o tipo de electrónica e música experimental, como rap crioulo, rock garageiro ou canções folk. Depende da noite. Às vezes, há de tudo na mesma noite. (Quase) sempre com entrada livre. 

  • Restaurantes
  • São Vicente 

É um dos bares históricos 
da Graça. Inaugurado pela poetisa Natália Correia, em 1968, foi palco de tertúlias e boémia. Até que a escritora morreu e, pouco depois,
 o Botequim fechou as portas. Regressou em 2010, com nova direcção, mas conservando elementos 
e algum do espírito do antigamente. É um bom sítio para beber um copo
 de vinho, ou uma cerveja artesanal, ao final da tarde. E tem petiscos, sandes e tostas para matar a fome.

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  • Noite
  • Cafés/bares
  • São Vicente 

Na porta 4B da Rua Josefa Maria já funcionou um clube recreativo, um casino ilegal e, mais recentemente, o Estrela, que durante algum tempo foi a última paragem da noite da Graça. No entanto, em 2018, o espaço voltou a reinventar-se,
desta vez como um cinebar onde há frequentemente concertos e open mics. Também há comes – tostas 
e outros pratos para picar – e bebes – vinho, cerveja artesanal, etc.

  • Bares
  • Bares de tapas
  • São Vicente 

Neste bar com decoração vintage, inaugurado em 2013, bebe-se vinho. Seja a copo, em garrafa, ou mesmo nos cocktails. Mas não só. Há bebidas espirituosas, cervejas, sumos, chás e cafés. Para aconchegar o estômago, há pão, azeitonas, enchidos, queijos e outros petiscos.

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  • Noite
  • Lisboa

O violoncelista Hugo Fernandes é o pharmacêutico de serviço. Há um ano que tomou conta desta antiga lavandaria na Rua Damasceno Monteiro, a meio caminho entre a Graça e Arroios, e a recheou com os móveis e outros elementos decorativos de uma antiga farmácia. Como o nome indica, aqui é a música (ao vivo) que cura todos os males.

  • Bares
  • Cafés/bares
  • São Vicente 

De portas abertas há mais de dois anos, na Rua da Senhora do Monte, a Má Língua é uma casa de petiscos e um bar acolhedor, com dois andares, quase
 20 vinhos na carta, além
de cervejas (incluindo opções artesanais) e outras bebidas. Para comer, há tostas, tibornas, saladas e alguns petiscos – provem o hummus de tremoço.


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  • Bares
  • Gastropubs
  • Beato

Neste brewpub próximo
 de Sapadores, a funcionar desde 2018, encontram-se 15 cervejas diferentes à pressão, muitas delas produzidas na casa, e mais de uma centena de garrafas e latas, principalmente de marcas estrangeiras. Quando a fome aperta, há hambúrgueres e outros pitéus para ensopar o álcool.

Mapa da noite de Lisboa

  • Noite

Marvila, Marvila, maravilhosa Marvila. Longe vão os tempos em que este bairro era um deserto, uma zona deixada ao abandono, armazéns com tectos a cair por ocupar. Marvila já tem vida própria, graças a algumas pessoas que quiseram afastar-se do centro da cidade, procurar rendas mais justas, juntarem-se a pessoas honestas. Há até o Lisbon Beer District, ou seja, o sítio onde tem de estar para beber boa cerveja. Descubra-a connosco. 

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  • Noite

Não estamos aqui para enganar ninguém: se tem dificuldades em lidar com turistas e os seus paus-de-selfie, o Chiado pode ser um desafio. Mas não se deixe assustar e muito menos deixe de visitar esta zona da cidade. Afinal, o Chiado é muito mais do que isso e há tanto para ser descoberto e aproveitado. Há lojas vistosas que valem a pena e restaurantes que merecem uma visita. 

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