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A Wind e a Lime, duas das operadoras que trouxeram trotinetas partilhadas para Lisboa, desceram os preços nos seus serviços. Por norma, as marcas de...

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O Out Fest regressa a Cascais para um fim-de-semana de festa com a curadoria da Fuse e da Bloop. No sábado e no domingo as toalhas de piquenique estendem-se...

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Coisas para fazer em Lisboa

Cinco segredos sobre o Jardim Botânico da Ajuda
Coisas para fazer Cinco segredos sobre o Jardim Botânico da Ajuda

O Jardim Botânico da Ajuda é o mais antigo jardim de Portugal desenhado com o fim de manter, estudar e coleccionar espécies do mundo vegetal. Hoje, funciona como um pequeno pulmão de Lisboa, com efeito despoluente sobre a cidade. É uma maravilha desconhecida de muitos, que ainda guarda uns poucos segredos.

Cursos de Verão em Lisboa para bronzear as skills
Coisas para fazer Cursos de Verão em Lisboa para bronzear as skills

Quando pensa em Verão é inevitável pensar em banhos de sol – a não ser, claro, que vá de férias para a Antártida. De qualquer das formas, é certo e sabido que nos meses mais quentes a maior parte da população só quer é descanso. Mas relaxar não tem de significar passar os dias a dormir, a mergulhar ou a comer saladas, gelados e marisco. Pode muito bem aproveitar para aprender coisas novas nos famosos cursos estivais. Das línguas às artes e às ferramentas digitais, há muito conhecimento para desbravar. Já para não falar que é sempre uma boa forma de conhecer pessoas novas e alargar o círculo de amigos. Não sabe o que fazer? Inscreva-se nestes cursos de Verão em Lisboa. Recomendado: Cursos e workshops que não pode perder em Lisboa

O maravilhoso mundo dos azulejos em Lisboa
Coisas para fazer O maravilhoso mundo dos azulejos em Lisboa

Os azulejos fazem parte da identidade gráfica da cidade e lá vão contando histórias do passado de Lisboa. Os primeiros azulejos hispano-mouriscos foram importados de Sevilha por volta de 1503, mas o seu uso foi democratizado após o grande terramoto de 1755, quando muitos aproveitaram azulejos dos escombros para decorarem as suas casas, longe de serem palácios. Não demoraram muito tempo a ser produzidos em Lisboa e são hoje (e desde há muito tempo, na verdade) um dos cartões de apresentação da cidade. Os criativos da cidade vão trazendo esta arte para o século XXI, e assim, em Lisboa, podemos saltitar entre quadradinhos de outros tempos e contemporâneos. Recomendado: Os museus mais estranhos de Lisboa

Os melhores mercados em Lisboa este fim-de-semana
Coisas para fazer Os melhores mercados em Lisboa este fim-de-semana

Roupa, calçado, acessórios, livros e decoração. Pode contar com cada uma destas coisas nos mercados deste fim-de-semana. Mercados em Lisboa há muitos e nós dizemos-lhe aqueles que não pode perder. É só organizar a agenda e começar a rechear o armário com as colecções já primaveris ou até mesmo de peças de decoração para a casa (vai certamente encontrar coisas fora da caixa). Afinal, ir ao mercado é sempre uma óptima desculpa para pôr o pé na rua e aproveitar a cidade, já com os raios de sol e as temperaturas simpáticas a dar o ar da sua graça.  Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa
Miúdos As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa

Maio já tem dias grandes e quentes a pedir muitos mergulhos. Os mais novos estão mais do que satisfeitos por andar na rua de pernas ao léu e chapéus nas cabeça, mas também ansiosos por passear por esses mercados fora e de conhecer o que a cidade tem para lhes oferecer. A agenda infantil em Lisboa não dá sinais de arrefecer. Há muitos workshops, peças de teatro, ateliers e oficinas, espectáculos e exposições para levar os miúdos antes que o mês chegue ao fim. Descubra as melhores coisas para fazer com crianças em Maio. Recomendado: O melhor de Monsanto para os miúdos  

Aproveite as vistas nestas piscinas infinitas em Lisboa
Coisas para fazer Aproveite as vistas nestas piscinas infinitas em Lisboa

As piscinas infinitas são um sucesso de Instagram. Construídas de forma a criar a ilusão de óptica de que a água se prolonga até à linha do horizonte, possuem vistas no mínimo deslumbrantes, para o Tejo, para a ponte 25 de Abril ou até para o bairro de Alfama. Se já é maravilhoso mergulhar em piscinas, sem a azáfama da praia, imagine mergulhar em piscinas que parecem não ter fim, em cima de terraços de fazer inveja. Quando a temporada de Verão chegar, esta lista vai ajudá-lo a encontrar as melhores infinitas em Lisboa. Mas, se já lhe apetecer refrescar-se, esteja à vontade. São poucas, mas boas. Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

52 atracções em Lisboa
Coisas para fazer 52 atracções em Lisboa

Nota prévia: esta é uma lista que tem tudo para crescer em tamanho ou não fosse Lisboa uma das melhores cidades do mundo e arredores. Não encare portanto estas paragens como um guia definitivo mas antes como um aperitivo para todas aquelas propostas que ficaram de fora (por agora) deste nosso menu. Opte por calçado e roupa confortável, meta uma garrafinha de água na mochila e venha daí conhecer atracções em Lisboa para todos os gostos, da Torre de Belém à arte urbana, da Brasileira à Vida Portuguesa. Um roteiro para ir fazendo ao sabor do vento. Recomendado: Coisas alternativas para fazer em Lisboa

As melhores piscinas em Lisboa
Coisas para fazer As melhores piscinas em Lisboa

Vamos mostrar-lhe como esquecer filas, pôr-se a salvo das alforrecas, refrescar as ideias e apanhar o tão desejado sol sem fazer ondas ou tempestades de areia. Falamos das melhores piscinas em Lisboa, das exclusivas a hóspedes às que recebem visitantes de braços abertos. Muitas delas são verdadeiros oásis instalados em alguns dos melhores hotéis da cidade, desde o Altis ao Sheraton. Está à espera do quê para vestir o fato de banho, agarrar na toalha e dar um mergulho? Se acabar por se entusiasmar depois de uma tarde de descontracção, não perca o embalo. Aproveite e faça check-in. Recomendado: Aproveite as vistas nestas piscinas infinitas em Lisboa

18 coisas para fazer em Lisboa até 5€
Coisas para fazer 18 coisas para fazer em Lisboa até 5€

É verdade que é cada vez menos fácil respeitar a fasquia da nota de cinco euros, mas se puxar pela cabeça ainda descobre muito para fazer na cidade sem ultrapassar este valor. A vida anda mais cara, bem sabemos, mas felizmente em Lisboa há sempre opções para todos os bolsos e feitios. Se já explorou as nossas sugestões de coisas grátis para fazer em Lisboa, está na altura de abrir os cordões à bolsa, mas sem puxar muito a corda do orçamento mensal. Desde um bom copo de vinho a um bom filme na maior casa dos clássicos do país, há muitas coisas para fazer em Lisboa até 5€. Recomendado: Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa

As melhores corridas em Lisboa para dar corda aos sapatos
Desporto As melhores corridas em Lisboa para dar corda aos sapatos

Cordões bem apertados, dorsais no peito e toca a correr que se faz tarde. Com um ano novo em mãos, porque não pôr já em prática a resolução (tantas vezes adiada) de fazer mais exercício? A melhor maneira de mandar o tédio embora é mesmo dar corda aos sapatos – sozinho, com a sua cara metade ou até com o seu melhor amigo de quatro patas. O que é preciso é vontade. Deite o olho à agenda das melhores corridas do ano, em Lisboa e arredores, e deixe a preguiça em 2018. E, se não tiver fôlego, também há caminhadas, para aproveitar as melhores vistas da cidade. Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa

Coisas alternativas para fazer em Lisboa
Coisas para fazer Coisas alternativas para fazer em Lisboa

Sair do trabalho e beber um copo no mesmo sitio de sempre, ir ao cinema, ver uma exposição ou um concerto, enfim, são coisas que toda a gente faz e nós até ajudamos nessa tarefa todas as semanas por aqui. Mas há quem queira mais, quem queira sair da rotina e aventurar-se noutras práticas – de coisas alternativas, diga-se. O conceito é lato, bem sabemos, e tudo depende do que cada um faz no seu dia-a-dia para uma coisa ser alternativa ou não. Ainda assim, reunimos nesta lista uma série de coisas alternativas para fazer em Lisboa, coisas que fogem da norma e que não fazem, certamente, parte do seu habitual rodopio citadino.  Recomendado: Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Quer ser barista? Espreite estes cursos de café em Lisboa
Coisas para fazer Quer ser barista? Espreite estes cursos de café em Lisboa

Quando se fala em café de especialidade, fala-se também de aromas, de acidez, de notas florais, de triagem dos melhores grãos e por aí fora. Aprender tudo sobre café é também tornar-se um pequeno cientista de laboratório, um conhecedor profundo das melhores características do café, da colheita até à chavena. Sabe distinguir um robusta de um arábica? Sabe qual é o ponto de torra ideal para o café de filtro ou café expresso? É mesmo preciso um curso e em Lisboa começa a ter algumas opções para aprender uma das profissões da moda. Ora, espreite estes cursos de café em Lisboa. Recomendado: E você, sabe qual é a maneira mais complicada de pedir um café?

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Comer & Beber

Sítios para comer caracóis em Lisboa
Restaurantes Sítios para comer caracóis em Lisboa

A época do petisco rastejante começa oficialmente em Maio, o primeiro mês sem R – dizem os especialistas que, apesar de não ser regra absoluta, é nestes meses mais quentes e solarengos que o caracol é melhor, porque com o chuva o bicho começa a meter-se dentro da terra. Ainda assim, a maioria dos caracóis que se servem em Portugal vêm de Marrocos, onde é proibido usar pesticidas e a garantia da qualidade deste petisco é maior. Corremos a cidade à procura de cafés e cervejarias que já estão a servir caracoladas e dizemos-lhe oito sítios onde pode comer caracóis em Lisboa.  Recomendado: Novas esplanadas para esta Primavera

Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, restaurantes com muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os restaurantes em Almada que vale a pena conhecer
Restaurantes Os restaurantes em Almada que vale a pena conhecer

Do outro lado do rio há mesas com cozinhas do mundo para descobrir, da cantina italiana com pratos típicos de Piemonte e as pizzas em forno de lenha aos japoneses com peças de sushi sem confusão e carnes maturadas. Sem nuncar esquecer a nossa boa comida tradicional portuguesa, da tipicamente alentejana à do Minho. Não se deixe intimidar pelas filas e os relatos de trânsito da ponte 25 de Abril, até porque enquanto não há táxis aquáticos tem cacilheiros com percursos rápidos no Tejo para chegar a Cacilhas – daí a Almada é um tirinho. Explore a outra margem e marque mesa nestes restaurantes em Almada. Recomendado: Dez restaurantes em Cacilhas que tem de conhecer

Os melhores bolos de Benfica são de comer e lamber por mais
Restaurantes Os melhores bolos de Benfica são de comer e lamber por mais

Se pesquisar na internet “melhores bolos de Benfica”, o Google sugere “melhores golos do Benfica”. Por isso aqui estamos nós a corrigir o trabalho de um motor de busca. Fomos à procura dos melhores bolos de Benfica, desde deliciosos bolos triangulares aos clássicos pastéis de nata, passando por bombas calóricas americanas e croissants de lamber os dedos e salivar por mais. Está de dieta? Depois compensa com passeios pelo melhor dos bairros de Lisboa ou em treinos ao ar livre, nos parques e jardins da cidade. Agora não se deixe atrapalhar pelas resoluções de ano novo e vá lanchar com a família ou entre amigos. O resto do dia até corre melhor, vai ver. Recomendado: Onze pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

Os melhores brunches saudáveis em Lisboa
Restaurantes Os melhores brunches saudáveis em Lisboa

Com uma mesa farta à frente, é possível que perca a cabeça e se esqueça daquela resolução que fez no início do ano para evitar panquecas com chocolate derretido ou outros doces pecaminosos logo pela manhã. Se a sua refeição preferida é o brunch e anseia por ovos, tostas de abacate e um docinho, nós ajudamos. Nestes restaurantes em Lisboa vai encontrar banquetes e grandes pequenos-almoços garantidos, mas com conta, peso e medida. São brunches saudáveis, sem culpas e com atenção à qualidade do produto e à sua sazonalidade.  Recomendado: Os melhores sítios para comer ovos Benedict em Lisboa

Os melhores sítios para comer cookies em Lisboa
Restaurantes Os melhores sítios para comer cookies em Lisboa

Falam-nos em cookies (bolachas americanas com pepitas de chocolate) e viramos monstro das bolachas. Não dá para comer só uma, nem duas, nem três. Ainda para mais quando a massa ainda está quentinha (cuidado com a barriga) e os pedaços de chocolate são mesmo grandes e estão meio derretidos – mais vale criar uma torre e ir dando cabo dela, uma a uma. Nestes sítios encontra tanto as versões mais tradicionais como umas decadentes, com massa de chocolate e pepitas ou até recheadas. Faça o seu roteiro para lanches gulosos. Depois só tem mesmo de preocupar-se em limpar as migalhas. Recomendado: Os melhores sítios para comer mousse de chocolate em Lisboa   

Os 15 melhores restaurantes vegan em Lisboa
Restaurantes Os 15 melhores restaurantes vegan em Lisboa

Quanto mais restaurantes vegan aparecem em Lisboa, mais criativa fica esta dieta restritiva. Não há ovos, leite ou manteigas de origem animal – e naturalmente nem vale a pena falar em carne ou peixe – mas estes menus não são um interminável desfile de saladas. Estes são os melhores restaurantes vegan em Lisboa. Animais entram, mas só pela trela. Descubra o que comer nestes 15 espaços, mesmo que continue a ser um carnívoro inveterado. Entrada, prato principal e sobremesa. O difícil vai ser resistir a tantos pratos bons e apetecíveis. Carne? Peixe? É que nem se vai lembrar disso. Recomendado: As marcas sustentáveis que tem de conhecer

Os melhores brunches buffet em Lisboa
Restaurantes Os melhores brunches buffet em Lisboa

O brunch deixou de ser refeição única de fins-de-semana, bem sabemos e apoiamos. Mas esta refeição em formato buffet pede que vá sem qualquer limitação horária e que fique almoçado, lanchado e, às tantas, até jantado para o resto do dia. Nestes restaurantes com brunch buffet em Lisboa pode começar com variedades de pães e waffles, panquecas, ovos e depois entrar numa fase mais séria da refeição – e transformá-la realmente num almoço tardio e corpulento. Não estamos a falar só dos salgados e as tábuas de queijos e enchidos já lá foram. Estamos a falar de pratos compostos, dos de peixe aos de carnes, e sobremesas bem completas. Liberte a agenda e marque já mesa num destes brunches buffet. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Os bloggers vegan que deve seguir
Restaurantes Os bloggers vegan que deve seguir

O veganismo é para todos. Se calhar não somos todos vegan, e há quem garanta a pé juntos, de forma intransigente, que jamais vá ser, mas aí entra a máxima nunca digas nunca. A comida vegan nunca foi tão apetitosa, bonita e deliciosa e estes cinco bloggers dão uma ajuda a perceber. Uns partilham receitas tentadoras capazes de deixar com água na boca o maior dos carnívoros, outros dão dicas sobre onde deve comprar determinado ingrediente e há quem já tenha escrito livros sobre o assunto. A verdade é que na Internet não há só selfies e fake news. Siga-os e descubra como seguir um modo de vida vegan. Recomendado: Os melhores restaurantes vegan em Lisboa

Três sítios para comer húngaros
Restaurantes Três sítios para comer húngaros

Em forma de coração, estrela, personagens do universo Disney ou nas versões mais clássicas redonda ou ligeiramente alongado. Certamente já terá comido uma destas bolachas húngaras em algum destes formatos – até porque são um dos clássicos do sortido de miniaturas das festas de anos. À hora do lanche ou simplesmente para acompanhar o café com um doce, não menospreze os húngaros. Quando estão frescos e no ponto são bolachas macia, como se de um bolinho se tratasse, recheadas ora com marmelada ora com doce de fruta, e com cobertura em chocolate negro. Recomendado: Os melhores sítios para comer mousse de chocolate em Lisboa

Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Esqueça as mil e uma noites: aqui o que interessa são os mil e um pratos. É que estamos a falar de comida do Médio Oriente, onde as opções são mais que muitas e a gastronomia é um caso sério. Do hummus ao falafel, da baklava ao moutabal, no mapa temos Turquia, Líbano ou Síria, e claro, muitos pratos para partilhar e o pão como estrela da mesa. A cidade rendeu-se e nem precisa de pegar na bússola para rumar a Oriente, basta pegar nesta lista dos melhores restaurantes do Médio Oriente e seguir caminho por Lisboa. Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes franceses em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes franceses em Lisboa

Esta lista dos melhores restaurantes franceses em Lisboa é uma homenagem à boa gastronomia gaulesa e um guia para encontrar pratos típicos como soup a l’oignon, confit de canard ou uma valente entrecôte. E com jeitinho ainda lhe damos restaurantes de autor onde a técnica francesa nunca se dispensa. Tendo em conta o léxico que decora a carta de cada uma destas casas, optar por um restaurante francês para o almoço ou jantar é também optar pelo enriquecimento do vocabulário daquela que é considerada uma das línguas mais propícias ao romance. Carregue nos erres e bon appétit. Recomendado: Os melhores sítios para comer sopa de cebola em Lisboa

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Já conhece o novo Chef do Time Out Market?
Notícias Já conhece o novo Chef do Time Out Market?

Não é de carne e osso e não está na ala dos chefs. “Chef” é o nome da primeira loja de comida pronta de Lisboa que chegou agora ao mercado com as suas famosas empadas. Quando o Chef abriu em 1977, ainda os chefs rockstars eram uma miragem e contavam-se pelos dedos de uma mão os verdadeiros chefs da cidade (cozinheiros havia muitos). Ainda assim, este “Chef – Comida Pronta” proporcionou muitas boas refeições a Lisboa durante todos estes anos de vida. O Chef, primeira loja de comida pronta para levar para casa, abriu portas na Rua Borges Carneiro (Lapa), dois anos após o 25 de Abril, pelas mãos de várias sócias, entre as quais Helena Corrêa de Barros, fotógrafa reconhecida, mãe e avó das actuais gerentes. Mais tarde, Helena Corrêa de Barros acabou por ficar sozinha à frente do negócio. Quando faleceu, o Chef foi parar às mãos da filha e actual dona, Margarida Vaz Pinto, e hoje são as suas filhas, Sofia Rebelo de Andrade e Marta Ramalho Ortigão, que conduzem os destinos do Chef. E foram elas que aceitaram este convite para virem para o Time Out Market com as empadas do Chef. Inês Félix “O Chef é uma empresa familiar de comida familiar”, diz Sofia Rebelo de Andrade. “Temos os clássicos, como o rosbife, os crepes, as empadas, as pies (empadas grandes), os bacalhaus, e uma vasta pastelaria e doçaria. E os nossos clientes procuram-nos exactamente por esta comida de conforto que dizem fazer lembrar-lhes a infância, a avó, a mãe…”, conclui. Para esta nova aventura no mercado

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Abril
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Abril

O ambiente na Academia Time Out nunca arrefece. Em Abril, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o mês em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas panquecas fofinhas? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Abril em Lisboa

Os novos clássicos no Monte Mar
Notícias Os novos clássicos no Monte Mar

2019 trouxe uma nova vida ao restaurante do Monte Mar no Time Out Market. Primeiro com uma nova decoração, depois com novidades na carta. No Monte Mar do Mercado não há uma esplanada com o rio Tejo ao lado (apesar de este estar muito perto), nem as ondas do mar do Guincho a bater, mas há tudo o resto que tornou este restaurante num clássico de Lisboa, já lá vão mais de 40 anos. A começar pelos famosos filetes de pescada com arroz de berbigão, acompanhados por um molho tártaro. Desde que abriu no Mercado em 2014, que este prato continua a ser um dos mais pedidos. Talvez por culpa de clientes que seguem as recomendações da Time Out: “se só puder experimentar uma coisa neste restaurante, este é o prato”. Depois da renovação do espaço em Janeiro que implicou um corte com a imagem anterior – uma garrafeira em destaque, uma maior transparência que permite ver toda a cozinha e a introdução de alguns elementos náuticos –, e aproximou muito mais este espaço dos outros dois restaurantes do grupo, também a carta foi alvo de novidades, que na verdade, não são mais do que clássicos do restaurante original.    Bacalhau à lagareiro Inês Félix   O bacalhau e o polvo à lagareiro (15€ e 16€) encabeçam a lista das novidades, mas há concorrência para o prato estrela da casa. Os filetes de polvo com arroz de alho (16€) são uma das novidades que promete transformar-se num dos favoritos.   Filetes de polvo Inês Félix   E porque no Monte Mar peixe e marisco devem sempre vir aco

Queridos, mudámos o Mercado
Restaurantes Queridos, mudámos o Mercado

Estão abertos quase 365 dias por ano, de tal forma que até podiam ser chamados de “o mercado que nunca dorme”, mas há alturas em que é preciso mesmo fechar portas para fazer trabalhos de manutenção que vão melhorar a experiência de quem os visita. Foi o que aconteceu em Janeiro quando o Time Out Market fechou dois dias para limpeza e manutenção e, em alguns espaços, parecem ter passado aqueles programas do tipo “extreme makeover”. Ficam os resultados para apreciação. Recomendado: Time Out Market: o melhor dos próximos dias

As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market
Restaurantes As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market

Há quem corra, quem se cole à lareira ou ao aquecedor, ou quem dê saltinhos, tudo em prol de aquecer nos dias mais frios. No Time Out Market temos outras ideias para fazer subir a temperatura corporal. Com ou sem álcool, é como quiser e lhe apetecer. Não é novidade que por aqui não falta nada, seja vinho quente ou chocolate quente ou até mesmo um chá com Licor Beirão (sim, leu bem). Aí vão três bebidas para se aquecer no Time Out Market. Recomendado: Time Out Market – O melhor dos próximos dias

As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market
Restaurantes As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market

Se dúvidas existissem de que o quiosque da Taylor’s, que abriu no Time Out Market, foi um óptimo casamento, aqui ficam as provas de que os vinhos do Porto de uma das mais antigas marcas do mundo casam bem com qualquer produto do Mercado. Recomendado: O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

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Bilheteira Time Out

O Feiticeiro de Oz
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O Feiticeiro de Oz

Dorothy e os seus sapatinhos vermelhos estão de volta, desta vez a Carnide ao Teatro Armando Cortez, pelas mãos do Teatro Infantil de Lisboa....

Julia Holter
icon-location-pin Avenida da Liberdade
Julia Holter

A cantora e compositora americana Julia Holter regressa a Lisboa a 29 de Maio, para um concerto no Cineteatro Capitólio. Vem apresentar o álbum...

Hindi Zahra
icon-location-pin Avenida da Liberdade
Hindi Zahra

A cantora e actriz franco-marroquina Hindi Zahra nasceu em Marrocos, mas vive em Paris desde os 15 anos. E foi lá que desenvolveu uma linguagem...

Festival Microsons
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Festival Microsons

A palavra será o fio condutor, a guitarra o instrumento nuclear. Durante pouco mais de uma semana, com intervalos pelo meio, músicos...

Masterkids: Tacos
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Masterkids: Tacos

São um clássico da cozinha mexicana, tão aromática e colorida, e por isso os tacos prometem ser o jantar preferido de toda a...

Cozinhas do Mundo: Turquia
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Cozinhas do Mundo: Turquia

Este mês a Academia Time Out vai ser invadida pelos sabores e ingredientes da Turquia. Esta região que é um cruzamento entre a Europa e a...

Corpo Futuro
icon-location-pin Princípe Real
Corpo Futuro

Com esta peça, Ricardo Cabaça lança uma interpretação da “História de Arte para perceber a forma como a...

Ed Motta
icon-location-pin Avenida da Liberdade
Ed Motta

Ed Motta é uma figura possante da música brasileira. Sobrinho de Tim Maia, com quem tem algumas parecenças físicas, cresceu...

Romeu e Julieta
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Romeu e Julieta

Isto, mês sem Shakespeare, em Lisboa, não é mês não é nada. Portanto, com versão cénica e...

Festival MED 2019
Música Festival MED 2019

No início do Verão, cabe todo o mundo em Loulé. É assim há 15 anos e o mérito é do Festival...

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

Um prato complexo e sofisticado, com uma descrição de três parágrafos e aquele aspecto moderno de “mas isto come-se?” não consegue competir com uma bela fatia de pão quente com manteiga. Por mais estrelas Michelin que brilhem no nosso firmamento, o pão será sempre o astro à volta do qual gira a nossa alimentação. E Lisboa tem uma constelação perfeita de padarias que justificam este culto. As artesanais, mais recentes, fizeram-nos recuperar o amor pelo pão de trigo e embarcar em aventuras com outros ingredientes e receitas. De repente, os lisboetas começaram a discutir fermentações e massas-mãe e a falar com desenvoltura de diferentes tipos de trigo. Podíamos afirmar que o pão está na moda, mas seria o mesmo que dizer que as estações do ano estão na moda ou que o oxigénio é uma tendência. O pão sempre foi tão importante como o ar que respiramos. Só estamos a aprender a cuidar melhor dele. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. Esta revista vale um bilhete para o Festival Imaginário, um gelado da Quinta dos Açores, um prato do Hottie, uma refeição no El Taco Chingón e uma taça de cereais do Pop Cereal Café.

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

Guia de Hotéis 2019
Guia de Hotéis 2019

A Time Out diz-lhe tudo sobre a sua cidade, incluindo como fugir dela. Desde o final de 2017 que todas as nossas edições em Lisboa e no Porto fecham com um Plano de Fuga e ao fim  de tanta viagem somamos já um bom repertório de evasões e escapadinhas para todos os pontos do país. É dessa experiência que nasce a primeira edição deste guia. São mais de 70 hotéis, turismos rurais e guesthouses para descobrir por todo o país. E estes hotéis são dos melhores. É verdade, confessamos, que a tentação de subtrair uma letrinha à frase anterior é grande. Mas dizer apenas que estes hotéis são os melhores do país não seria justo nem sério. Eles são, isso sim, os melhores de entre os muitos que a equipa da Time Out experimentou ou revisitou ao longo de 2018 e que recomenda vivamente para 2019. Quase todas essas experiências, importa dizer, foram tidas a convite e quase todas as estadias  oferecidas. Mas em nenhuma delas aceitámos reserva para uma boa avaliação ou deixámos a nossa palavra de caução. Aconteceu-nos, aliás, não escrever sobre lugares onde estivemos a convite. O que significa que sempre que escrevemos sobre um hotel, estamos já a recomendá-lo e que, de entre todos eles, estes mereceram distinção. E que, portanto, o que tem em mãos é um roteiro de grandes refúgios, feito por uma equipa de gente séria, embora um tanto vadia e dada a escapadinhas, que apenas escreve sobre o que experimenta, conhece, escolhe e avalia pessoalmente. E isso permite-nos, sem hesitação, colocar todos

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Cinema e televisão

Filmes para jovens ou para quem ainda vive na adolescência
Filmes Filmes para jovens ou para quem ainda vive na adolescência

Encontramos todo o tipo de jovens nos filmes desta lista de estreias estivais, feitos a pensar numa faixa de espectadores entre os 10 e os 20 anos: bem-comportados ou estouvados, sobredotados, aventureiros, ignorantes quanto às suas origens e desejosos de as conhecer, traumatizados por acontecimentos trágicos, ou às voltas com os problemas e as dores característicos desta fase da vida. São produções americanas e europeias, que desmentem a ideia que existe no espírito de muitos segundo a qual os filmes para jovens se resumem às grandes produções de super-heróis e às longas-metragens de animação. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão
Filmes As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas. Há muito tempo que os meses do calor deixaram de ser reservados às reposições. Os filmes continuam a estrear-se pelo Verão adentro e até Setembro estão anunciados vários que prometem. É o caso de Era Uma Vez... Em Hollywood, de Quentin Tarantino, que vai concorrer no Festival de Cannes, Variações, sobre a vida de António Variações, o novo Rei Leão, da Disney, Homem-Aranha: Longe de Casa, onde Spidey vai de férias para a Europa, uma versão contemporânea da história da Branca de Neve, com Isabelle Huppert no papel de madrasta má, ou o filme de Downton Abbey. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Quiz Marvel: Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?
Filmes Quiz Marvel: Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?

Vingadores: Endgame é a continuação directa de Vingadores: Guerra do Infinito, de 2018, e o culminar de uma longa narrativa heróica que se desdobrou por 11 anos e 21 outros filmes. Responda a este quiz para perceber se está pronto para ver o novo blockbuster dos irmãos Anthony e Joe Russo, nos cinemas a partir de 25 de Abril, ou se tem de (re)ver os filmes anteriores. Loading... // (function(i,s,o,g,r,a,m){var ql=document.querySelectorAll('A[quiz],DIV[quiz],A[data-quiz],DIV[data-quiz]'); if(ql){if(ql.length){for(var k=0;k

O adeus a “Into the Badlands”
Notícias O adeus a “Into the Badlands”

Não era o que estava nos planos, mas à terceira temporada Into the Badlands chega ao fim. Falámos com o protagonista Daniel Wu, que ainda acredita que a série possa encontrar uma nova casa. Nasceu como uma série para um nicho e talvez por isso não tenha durado mais. O cancelamento por parte do AMC, no entanto, não retira qualidade a Into the Badlands, uma história de artes marciais passada num futuro pós-apocalíptico que nos chegou pela produtora de Quentin Tarantino e com equipas de O Tigre e o Dragão e Kill Bill. Foi feita por gente que sabe do assunto e com um grande investimento por parte do AMC, que via na série o sucessor de The Walking Dead.  O que podemos esperar desta última temporada? Acho que vamos deixar os fãs com uma série incrível. Sinto que nos excedemos a cada temporada. Esta terceira é ainda maior em escala, em termos de história e lutas. Fomos ficando cada vez maiores e esta temporada é a melhor. É muito interessante porque a história mudou imenso ao longo do tempo. Quando estavam a filmar sabiam que ia ser a última temporada? Não, mas sabíamos que este enredo tinha de acabar. Apesar de termos planeado começar uma nova história na quarta temporada, acho que o público vai ficar satisfeito. Não vão ficar pontas soltas. Mas está satisfeito com o final? Ou tinha imaginado mais? Nunca ficarei feliz por acabar. Mas por outro lado, estou contente por ter acabado desta forma. Acabamos em grande. Esta temporada vai ser de loucos, vai ter batalhas gigantes,

Quem serão os próximos Vingadores?
Filmes Quem serão os próximos Vingadores?

Vingadores: Endgame, que se estreia nesta quarta-feira, marca o fim da linha para alguns dos super-heróis mais poderosos: o elenco liderado por Robert Downey Jr está pronto para dizer adeus, dizem os rumores. Pedimos à directora de casting Shaheen Baig (de filmes como O Impossível e A Juventude, e séries como Black Mirror) para olhar para sua lista de contactos e escolher possíveis substitutos. Não foi fácil: afinal, acompanhamos estas personagens desde 2008. Começámos com Homem de Ferro, passámos por Guardiões da Galáxia e completámos a década Marvel com Black Panther. Mas talvez esteja na hora de dizer adeus. Recomendado: Quiz Marvel – Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?

A beleza da Catedral de Notre-Dame em filmes
Filmes A beleza da Catedral de Notre-Dame em filmes

O romance Nossa Senhora de Paris, de Victor Hugo, tem sido uma grande fonte de inspiração para o cinema, e graças a ele, a Catedral de Notre-Dame tem aparecido nas telas ao longo das décadas, até mesmo numa longa-metragem de animação da Disney, como presença central ou vista apenas brevemente em fundo. Fomos buscar um punhado de filmes em que este monumento é parte essencial das histórias ou aparece em cenas de destaque. Parte deles são, naturalmente, quatro versões do citado livro de Victor Hugo, filmadas entre as décadas de 20 e de 90 do século passado. Recomendado: Clássicos de cinema para totós  

Quatro séries para ver em Maio
Filmes Quatro séries para ver em Maio

Se as estreias na televisão parecem tímidas, a Netflix tem muito para mostrar em Maio, como Dead To Me, que marca o regresso de Christina Applegate à televisão, muitos anos depois. Mas antes há a despedida inesperada de Into the Badlands – à terceira temporada a AMC cancelou esta série original de arte marciais. A terceira temporada chega já no início de Maio. É bem provável, que nos próximos dias sejam anunciadas outras estreias, mas organizamos-lhe a agenda por agora. Se não sabe para que lado se virar, dizemos-lhe as quatro séries para ver em Maio.  Recomendado: Concertos em Lisboa em Maio

Quem vai ganhar A Guerra dos Tronos?
Filmes Quem vai ganhar A Guerra dos Tronos?

Restam cada vez menos pretendentes ao trono de Westeros. Mas alguém vai ter de se sentar nele quando A Guerra dos Tronos chegar ao fim, na madrugada de 18 para 19 de Maio, partindo do princípio que os mortos-vivos não matam toda a gente. Antes do início da oitava e última temporada, que se estreia de 14 para 15 de Abril no Syfy e no serviço de streaming HBO Portugal, especulamos sobre o que aguarda os protagonistas da série (e um par de personagens secundárias). Recomendado: Tudo o que sabemos sobre a última temporada de A Guerra dos Tronos

Acha que sabe tudo sobre A Guerra dos Tronos?
Filmes Acha que sabe tudo sobre A Guerra dos Tronos?

A última temporada de A Guerra dos Tronos estreia-se dia 14 de Abril na HBO e no Syfy, e desde o dia 8 o canal vai transmitir todos os episódios da série numa longa maratona. Faça este quiz para perceber se está pronto para a nova temporada ou precisa de rever a matéria dada.   Loading... // (function(i,s,o,g,r,a,m){var ql=document.querySelectorAll('A[quiz],DIV[quiz],A[data-quiz],DIV[data-quiz]'); if(ql){if(ql.length){for(var k=0;k

Os melhores filmes de Liam Neeson
Filmes Os melhores filmes de Liam Neeson

Liam Neeson é um actor que trabalha. Este ano, tem cinco filmes em várias fases de elaboração, uns já concluídos e outros em pré-produção, e ainda mais um anunciado, onde irá interpretar Philip Marlowe, o lendário detective privado criado por Raymond Chandler. Neeson estreou-se no cinema no início dos anos 80, depois de se ter distinguido no palco e ter experimentado a televisão, e nunca mais parou desde então. Faz uma média de quatro filmes por ano, tudo para mais, nada para menos. Recordamos aqui um punhado dos seus melhores papéis, de Vingança Sem Rosto ao recente Silêncio. São estes os melhores filmes de Liam Neeson. Recomendado: Os filmes de vingança que influenciaram "Vendeta"

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Arte e Cultura

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder
Coisas para fazer A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Pode odiar muitas coisas em Lisboa, até reconhecemos que a nossa cidade tem uma série de defeitos, mas se há coisa de que não se pode queixar é da agenda cultural. É ela que o obriga a sair porta fora quando a vontade de saltar do sofá é igual a zero. Os programadores culturais acabam-lhe com a letargia do corpo para poder aproveitar a cidade ao máximo, sobretudo no que diz respeito às exposições espalhadas por museus e galerias de Lisboa e aos espectáculos de teatro, dança ou comédia.   Aproveite o recheio desta agenda cultural de Lisboa e faça-se ao piso. Recomendado: Os melhores eventos em Lisboa em Maio

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Mas Shakespeare, se já é um habitual, desta vez está indiscutivelmente em vantagem. O panorama no entanto é variado. Portanto, não há crise, porque entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro que não se podem perder em Maio. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Teatro para resistir à loucura e continuar a viver
Notícias Teatro para resistir à loucura e continuar a viver

Ballyturk, de Enda Walsh é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, que estreia esta quarta-feira. Um jogo para não cedermos à insanidade. Estamos num armazém feito casa, com tudo que uma casa requer: micro-ondas, frigorífico, móveis que servem de dispensa para latas de ervilhas, um duche, uma bicicleta de ginásio, um guarda-roupa de tamanho considerável, uma mesa e duas cadeiras. Tem tudo menos porta. Como vieram estes dois homens aqui parar, não sabemos. Sabemos que, se estão aqui, têm que se entreter. Cereais ao pequeno-almoço, exercício físico a seguir e um pezinho de dança. Há isso e há Ballyturk, uma aldeia irlandesa de três ruas, recriada com os seus poucos habitantes e estereótipos – para neles encarnar e prosseguir –, que dá nome à peça. Ballyturk, de Enda Walsh, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, para ver a partir desta quarta-feira no Teatro da Politécnica. A relação com o dramaturgo e encenador irlandês não é nova. Em 2004, Walsh deu um seminário de encenação para a companhia lisboeta, que, desde aí, fez seis espectáculos seus, incluindo Ballyturk, cujo manuscrito enviou para os Artistas Unidos, dizendo-lhes que gostaria que a fizessem. “Adoro Enda Walsh e esta estranha mistura irlandesa entre o cómico de salão rasca com a metafísica”, diz o encenador. “Acho A Farsa da Rua W [que Silva Melo encenou em 2011 na Politécnica] uma das grandes obras-primas destes tempos pós-Beckett. E se já pr

Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama
Notícias Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama

A Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, é agora lugar de passagem obrigatória para os amantes do teatro. Maria do Céu Guerra, Eunice Muñoz, Luís Miguel Cintra, Nicolau Breyner e Ruy de Carvalho são alguns dos 35 nomes já gravados na calçada portuguesa do Jardim Alfredo Keil. No Dia Mundial do Teatro, a Freguesia de Santo António celebra a arte junto das pessoas, com a inauguração de um Passeio da Fama, na Praça da Alegria. A cerimónia está marcada para as 17.30 e contará com a presença de alguns dos artistas homenageados, como Diogo Infante, Fernando Mendes, José Raposo e Marina Mota. “Há nomes incontornáveis, mas quisemos também dar espaço aos que ainda estão entre nós”, diz à Time Out Vasco Morgado, presidente da Junta de Freguesia de Santo António e actual director artístico do Teatro Villaret. Com fortes ligações ao mundo do espectáculo, é ainda filho da actriz Vera Mónica e neto da actriz Laura Alves e do actor Vasco Morgado, já representados nesta calçada portuguesa. Fotografia: Duarte Drago Na freguesia lisboeta com mais teatros por metro quadrado, esta “é uma homenagem a todos os que dedicam a vida aos palcos” e haverá por isso lugar para cenógrafos, produtores e contrarregras. “Queremos iniciar uma tradição na cidade com um projecto permanente, mas que ainda não está fechado”, explica Vasco Morgado. “A ideia é, para o ano, acrescentar mais nomes.” Fotografia: Duarte Drago Com um investimento de cerca de três mil euros, o Passeio da Fama foi fe

Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”
Comédia Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”

Foi preciso esperar até aos 64 anos para subir em nome próprio ao palco do Coliseu de Lisboa. Herman José, referência da cultura popular e ídolo de meio país (será mais?), estreia-se no palco lisboeta a 12 e 13 de Abril. Não há drama nem mágoa por só agora acontecer, “com Amália foi a mesma coisa”. A espera permitiu, na verdade, aprimorar o espectáculo que o tem posto na estrada. Apesar de ainda faltar pouco mais de um mês para Herman de Big Band em Ris-te, o artista tem-se dedicado à imprensa. Quando nos sentámos com Herman José, já o humorista tinha perdido a conta às entrevistas. Mesmo assim, não contou o tempo, nem perdeu a piada ou o charme. Tem sido um dia difícil? Como o espaço é benigno e a causa é muito gira não me chateia nada. Mas ainda tem paciência para dias assim? Ou agora é que tem paciência? Acho que agora dou um bocadinho mais de valor. A pessoa quando é nova é tudo um grande enfado. Ai, que maçada, estão estas pessoas a pedir autógrafos. Às vezes, quando os meus colegas mais novos se vêm queixar, aquelas miúdas das novelas, eu digo: ó filha, vai para Badajoz que já ninguém te conhece. A razão que nos traz aqui é tão simpática. O espectáculo que vou fazer aqui é uma maneira de homenagear os fiéis, aqueles que querem muito estar com o artista. São momentos tão simpáticos que falar neles é uma coisa agradável. Isso é fruto da experiência? Temos obrigação de descobrir quais são os mecanismos de compensação do processo de envelhecimento. Na juventude é tud

Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor
Comédia Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor

Tem uma gargalhada característica, um sentido de humor próprio e piadas rápidas, conhecidas por one liners. Já gozou com crianças com síndrome de Down, soldados feridos no Afeganistão e Reeva Steenkamp, assassinada por Oscar Pistorius – três exemplos do humor negro e desconcertante de Jimmy Carr. O britânico, um dos mais destacados humoristas da actualidade, vem pela primeira vez a Portugal. Tem quatro sessões marcadas em Lisboa (uma das quais é uma entrevista com Ricardo Araújo Pereira), esta sexta-feira e sábado no Cinema São Jorge, mais uma em Braga (17) e outra no Porto (18). Em Lisboa, a primeira data anunciada esgotou em menos de 24 horas, um feito que não é novidade para Carr, que anda há mais de um ano em digressão pelo mundo com o seu The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits. O nome diz tudo: é o melhor daquilo que já fez e que pode ser visto também na Netflix, onde tem ainda o espectáculo de stand-up Funny Business e o programa The Fix. Apanhámo-lo entre voos, a caminho de Nova Iorque, antes de chegar a Lisboa. Nunca pára? Não. Tem sido uma digressão muito ocupada. No ano passado, acho que fui a 30 países, apanhei cerca de 165 voos. Estou sempre a viajar. Acho que é aquela coisa encantadora de as pessoas quererem ouvir as piadas e estarem dispostas a ir ter com elas. Adoro este trabalho. Quando é que tudo começou? Oh, meu deus, foi no virar do século, por volta de 2000. Já foi há 18, 19 anos que comecei na comédia. Tive um bom emprego durante um temp

Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal
Notícias Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal

A nova criação da Companhia de Teatro de Almada é um texto e encenação de Rodrigo Francisco. Fenda, que se estreia esta sexta-feira no Teatro Municipal Joaquim Benite, é o declínio do jornalismo e das relações humanas. Sentada na cama, Catarina come arroz de bacalhau à meia-noite e meia. Imaginamos que não tenha tido tempo para o fazer antes. Leva umavida madrasta, de jornalista prestigiada, de rosto da informação e do comentário, sem horários, praticamente sem privacidade. E Fenda – o novo espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, com texto e encenação de Rodrigo Francisco, que nunca havia levado a palco um texto de sua autoria – joga muito com o binómio privacidade/espaço público. Através de uma cenografia (de Jean-Guy Lecat) rapidamente mutável, as mesmas paredes e diferentes perspectivas dão-nos a sala de Catarina ou o estúdio onde comenta mais um naufrágio ao largo de Lampedusa. Há câmaras de televisão e projecção de vídeo, que servem para nos deixar ver melhor. Pontos de vista para um mundo onde não se está bem, como sublinha Rodrigo Francisco. “Acho que passa por este texto um certo mal-estar, que é mais ou menos comum a nós todos, pessoas que nos preocupamos com estas coisas, a certa altura na conversa entre a jornalista e o patrão ela diz: ‘A sensação que eu tenho é que isto que andamos a fazer já não faz sentido, vem aí outra coisa’. Essa outra coisa que vem aí, que tem que ver com a ascensão dos populismos, é algo que ainda não entendemos mas que nos faz sent

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Março é tanto mês de continuação de carreiras, como de estreias. E não é avaro na diversidade das propostas que apresenta, venham elas dos clássicos ou tenham sido acabadas de escrever – se calhar é a Primavera à espreita. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”
Teatro Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”

A Sala Garrett do Teatro Nacional Dona Maria II recebe Frei Luís de Sousa, obra central do teatro português, escrita por quem dá nome à sala onde agora se apresenta: Almeida Garrett. Fala-nos de ser português, de um fantasma que afinal estava vivo, do casamento de D. Madalena de Vilhena e de Manuel Sousa Coutinho, assombrado por D. João Portugal, que se julgava morto na Batalha de Alcácer Quibir. E fala-nos de política. Ainda que isso não seja aquilo que mais importa a Miguel Loureiro, encenador do espectáculo que estreia esta sexta-feira e fica até dia 7 de Abril."" Lembra-se da primeira vez que leu Frei Luís de Sousa?Foi na escola. Gostei. Não tinha gostado d’Os Lusíadas, da lírica, e deste gostei, não só porque tinha várias personagens, era teatro, mas porque se lia muito bem, tinha essa coisa do romeiro, do fantasma, do “há-de saber-se no mundo que ainda há um português em Portugal”, aquelas coisas que nos habituámos a ouvir e depois encontrei a referência. Gosto do Garrett, ao contrário do Camilo Castelo Branco, que me custou mais. Quando aparece a vontade de fazer isto?Foi o José Luís Ferreira, que me desafiou a fazer, ele tinha um projecto que era desafiar outros encenadores a fazer coisas como O Livro do Desassossego, assim marcos ligados à nacionalidade ou ao pulsar português. Achei um piadão à proposta. E como gosto do lirismo do texto, da acepção que tem, aceitei. Era para ser um coisa mais pequena, com duas ou três personagens, e depois o Tiago Rodrigues inter

“That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância
Notícias “That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância

De uma colecção de telas de arte sacra pode nascer um imaginário, quase infantil, de personagens animadas bem conhecidas – tanto pelos adultos, como pelos mais novos. Foi mais ou menos essa a ideia da artista Filipa Sáragga quando trouxe de volta à vida uma série de telas destruídas e as transformou em obras com personagens da Disney, Warner Bros e do universo de Hergé ou de Elzie Crisler Segar. São 14 no total, entre obras mais pequenas e outras maiores que a estatura média de uma pessoa, que formam “That’s All Folks”, a exposição que inaugura esta quinta, 21, no ateliê e galeria de Filipa, em Belém. A história podia começar com aquela lengalenga de “Professora, o cão comeu os meus trabalhos de casa”. Mudavam apenas as circunstâncias reais da situação, porque a culpa não morreria solteira. Há três anos, a artista tinha acabado a tal colecção de arte sacra, pronta a ser apresentada, mas o seu cão pôs um travão à coisa. Fotografia: Manuel Manso “Na altura, pintava na garagem dos meus pais e nós tínhamos um cão, ainda novinho. Precisamente na semana em que eu acabo as telas, ele fica fechado na garagem e destrói tudo. Panos de três metros todos desfeitos em pedaços”, conta-nos Filipa que, deparando-se com o cenário de guerra, arrumou o assunto e guardou as sobras artísticas para outra altura. Só há um ano e picos, quando se mudou para a Rua da Junqueira para montar o seu ateliê, é que voltou a deitar mãos às obras para virar a arte sacra do avesso. “Quando reencontr

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Música

Concertos em Lisboa em Maio
Música Concertos em Lisboa em Maio

Os antigos diziam que Maio era o mês das trovoadas. Sobre isso não podemos dizer muito mais – recomenda-se uma visita ao Instituto Português do Mar e Atmosfera –, mas faça chuva ou faça sol, vale a pena sair de casa para assistir a uns quantos concertos em Lisboa. Desde Manel Cruz, a apresentar o primeiro disco em nome próprio, e os Metallica, de regressso à capital para um concerto no Estádio do Restelo, a Ed Motta, também de volta para um concerto no Estúdio Time Out, passando pelos Backstreet Boys, Roberto Carlos, Martinho da Vila, Dead Can Dance e mais gente boa. Recomendado: Concertos em Lisboa – Os melhores concertos mês a mês

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Maio
Música Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Maio

“No belo mês de Maio/ Quando todos os botões desabrocham/ No meu coração/ Ascende o amor/ No belo mês de Maio/ Quando todas as aves cantam/ Confessei-lhe/ Os meus anseios e desejos” – assim corre o Lied “No Belo Mês de Maio” (“Im Wunderschönen Monat Mai”), com música de Robert Schumann e texto de Heinrich Heine, que faz parte da colecção Dichterliebe op.48, que é o núcleo central de um recital de canto e piano no Museu da Música. Além desta sublime “música da época”, não falta música de épocas muito variadas, nomeadamente do barroco, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direcção de Alfredo Bernardini, a oferecer uma sumptuosa selecção de música de Vivaldi e de um dos filhos de Bach no Museu do Dinheiro, num concerto que faz uma ponte entre Veneza e Hamburgo e que não deve ser perdido a não ser por motivo de força maior (como ter viagem marcada para Veneza). Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio

Os monstruosos Metallica explicados a miúdos (e a snobes de bigodinho)
Música Os monstruosos Metallica explicados a miúdos (e a snobes de bigodinho)

O mundo era mais simples em 1981. Os países dividiam-se em dois, três blocos; os anos tinham quatro estações; as tribos urbanas topavam-se a léguas. Uma década antes de Seattle e do grunge, São Francisco viu nascer um grupo de bandas que ficaram para a história como “bay area thrashers”: Metallica, Slayer, Testament, Megadeth. Miúdos que ouviam New Wave of British Heavy Metal (Diamond Head, Iron Maiden, Judas Priest) e hardcore (Black Flag, Misfits, Suicidal Tendencies), e queriam tocar, mas mais alto, mais rápido e com mais violência. Os Metallica conquistaram coraçõesao primeiro disco: Kill’em All, 1983. Dave Mustaine, futuro fundador dos Megadeth, fora despedido – e substituído pelo guitarrista Kirk Hammett. Cliff Burton impressionava com “(Anesthesia) – Pulling Teeth”, um solo de baixo que era todo um tema. James Hetfield seduzia com riffs e letras que vinham de um lugar obscuro, furioso e tresloucado. Lars Ulrich puxava tudo a galope, à bateria, sempre vaidoso. Ride The Lightning (1984) e Master of Puppets (1986), o magnum opus desta era, seguiram este caminho. Depois Burton morreu, na estrada, entrou Jason Newsted e ...And Justice For All (1988) tornou-se o último disco por que ficaram a suspirar os fãs da velha guarda. A explosão deu-se em 1991. Os Metallica fizeram concessões com o álbum homónimo (popularizado como The Black Album) e o rock possante e orelhudo de “Enter Sandman” ou “Wherever I May Roam”, mais as power ballads “Nothing Else Matters” e “The Unforgiven

Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco
Notícias Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco

A Tradisom revela as gravações de dois concertos, feitas em 1968 e 1980. A edição, com dois CD e um vinil, é acompanhada por um livro de Adelino Gomes. Há nova música de José Afonso para ouvir, agora que começam a celebrar-se os 90 anos do seu nascimento. Nova, salvo seja. José Afonso Ao Vivo não dá a ouvir nenhuma canção que nunca tivesse sido gravada, mas reúne dois concertos que nunca tinham sido oficialmente editados e documentam diferentes momentos da carreira do mais importante cantor português. A primeira actuação foi gravada no Maio de 1968 em Coimbra, com José Afonso a trovar e Rui Pato na viola, sob o olhar atento da PIDE. A segunda foi registada em 23 de Fevereiro de 1980, em Carreço, anos depois do PREC e com a Aliança Democrática já no governo. Chegam-nos numa edição de coleccionador limitada a 4000 cópias, numeradas, que inclui um livro, escrito pelo jornalista Adelino Gomes, dois CD cada um com o seu concerto, e um disco de vinil, com a sessão de Coimbra. O preço ronda os 60€. Por enquanto, nada disto se encontra nas plataformas de streaming, mas vai estar lá, “para as pessoas que não têm possibilidades de comprar desfrutarem da coisa”, de acordo com José Moças, da Tradisom, que editou e descobriu estas gravações. “Se eu só fizesse esta edição, o Zeca saía da tumba e ia-nos bater. Dizia: ‘Vocês estão só a fazer merdas para ricos ou quê? Como é que que é?’.” Os concertos faziam parte das colecções privadas de dois melómanos. As gravações de Carreço estavam n

Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”
Música Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”

Se houvesse um bolo de aniversário, veríamos Fernando Tordo a soprar as velas, satisfeito, e a distribuir vénias pelos convidados. É o que o cantor faz no seu novo disco, Duetos – Diz-me Com Quem Cantas, em que celebra os 70 anos de vida e os 50 de compositor, e o que volta a fazer nesta entrevista. Tem elogios a distribuir pelos 17 cantores e músicos que o acompanham – mas não é meigo com a indústria, os media e a geração mais nova. Cinquenta anos de carreira é uma marca admirável. Dificilmente se consegue resumir num disco – mesmo que se incluam 17 canções.Cinquenta e quatro. Cinquenta desde que sou compositor. Os outros quatro ficaram nos grupos de rock e pop. Algumas destas canções são muito conhecidas, outras são canções de que eu gosto e que ficaram [perdidas] dentro de discos. No tempo do vinil, a malta da rádio punha a primeira e, se gostava, nunca mais punha outra. Estoiravam-se 11 ou 12 canções. Fui buscar alguns desses estoiros. Mas importante para mim era celebrar o 70.º aniversário e convidar gente de quem gosto muito e gente que nem sequer conhecia. Quem é que não conhecia?Conheci o Héber Marques no estúdio [“Adeus Tristeza”]. E ainda não conheço a Capicua. Faz a "Tourada". Pensei que seria giro pôr alguém a dizer isto. Oriento-me muito com o Francisco Maria [o filho mais novo], que me falou dela. Ela estava muito grávida, mas felizmente estava a gravar no Porto. Mandei o instrumental e ela gravou o que eu queria. Ouvindo esta versão, parece que a “Tourada” f

Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil
Música Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil

Titãs, Marisa Monte, Cássia Eller, Skank, Jorge Ben Jor. Como músico, cantor, compositor ou produtor, Nando Reis está ligado a todos estes notáveis da música brasileira. Vale a pena começar por pôr as cartas na mesa. 

Os Capitão Fausto ensinam-nos a respirar com alegria
Música Os Capitão Fausto ensinam-nos a respirar com alegria

Entre o Minho e Nova Iorque dos trópicos. O quarto disco dos Capitão Fausto, A Invenção do Dia Claro, foi gravado em trânsito. E o resultado são canções tão luminosas quanto possível, focadas no quotidiano e no pouco que podemos fazer para o melhorar. O concerto de apresentação no Capitólio, dia 6, está esgotado. O amanhã chegou – e é bom. O que aconteceu para decidirem gravar em São Paulo? Manuel Palha – Queríamos ir ao Brasil fazer qualquer coisa. E surgiu a oportunidade através da Red Bull, que tem estúdios em muitas cidades. Escolhemos São Paulo. O estúdio fica no meio de betão, numa zona deteriorada e poluída.  Esse ambiente não influenciou um disco que se pretendia mais solar?Coro: Não.MP – O sol estava sempre presente. Aquilo é relativamente central. Íamos a pé. Demorávamos dez minutos. E esse passeio matinal era sempre bonito.Francisco Ferreira – O estúdio é no meio de imensa confusão de cimento, mas o espaço em si, uma antiga central eléctrica, parece um pequeno oásis. Tem um terraço incrível, por cima do trânsito todo. Lá dentro é muito calminho, tem imensos espaços amplos. Entrávamos lá e estávamos noutro sítio. Quanto tempo ficaram? Domingos Coimbra – A gravar, 11 dias. Chegámos três dias antes e ainda fomos para o Rio de férias. MP – No total, para aí 20 dias.  A primeira canção, “Certeza”, termina quase em música de salão. É fruto das colaborações que encontraram no Brasil? Tomás Wallenstein – Na verdade, aconteceu aqui [em Lisboa], na fase de mistura. Houv

Samuel Úria: "Não sonhava viver da música"
Música Samuel Úria: "Não sonhava viver da música"

Samuel Úria foi um dos pioneiros da FlorCaveira e subiu a pulso do underground para o mainstream nacional. Entre quarta-feira e domingo, vai estar no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, a tocar as canções do EP Marcha Atroz, lançado no ano passado. Sempre bem acompanhado pelos amigos Márcia (quarta), Gisela João (quinta), Tiago Guillul (sexta), Benjamim (sábado) e Joana Espadinha (domingo). Antes dos concertos, encontrámo-nos na Graça, onde viveu durante anos. Vais dar cinco concertos em Lisboa nesta semana e ainda conseguias esgotar mais um ou dois dias se quisesses. Estavas à espera disto?Para ser sincero, fomos para uma sala mais pequena mesmo para fazer esta espécie de residência em que conseguíssemos estar vários dias com a casa mais ou menos preenchida. De alguma forma, havia já esse planeamento. Porque é que querias fazer uma coisa mais pequena?Por um lado, queria fazer essa espécie de residência. É muito confortável para um músico fazer concertos seguidos, sem ter de montar os instrumentos todos os dias e sem ter de fazer som. E não conseguia fazer isso numa sala muito grande, porque não sou o André Rieu nem o [António] Zambujo. Por outro lado, tem a ver com o cariz do próprio EP que estamos a apresentar, gravado com o Miguel Ferreira, que vai estar comigo em palco. O Marcha Atroz tem um som muito cru, parece pouco trabalhado. Eram canções que tinhas enfiadas numa gaveta e decidiste gravar só para ter qualquer coisa nova a acompanhar as reedições do ano passa

Dez bandas indie americanas dos anos 80
Música Dez bandas indie americanas dos anos 80

Houve quem nunca conseguisse – ou quisesse – ultrapassar o estatuto de “banda de culto”, conhecida apenas de uma pequena hoste de fãs, e houve outros que foram ascendendo no firmamento e passaram a encher estádios. O público “não-especializado” provavelmente não terá ouvido falar de Tuxedomoon ou de Hüsker Dü, mas não há quem não tenha trauteado canções de R.E.M. e Pixies, e Sonic Youth e Yo La Tengo continuaram a fazer excelentes discos muito para lá dos anos 80. Também rvale a pena recordar Wall of Voodoo, Violent Femmes, Throwing Muses e American Music Club. Recomendado: Uma história do pós-punk britânico em dez canções  

Dez óperas oitocentistas inspiradas em Shakespeare
Música Dez óperas oitocentistas inspiradas em Shakespeare

Poucos dramaturgos forneceram inspiração aos compositores como Shakespeare – estima-se em cerca de 300 o número de óperas baseadas nas suas peças. Nem todos os libretistas recorreram directamente à fonte, preferindo trabalhar a partir de adaptações teatrais, às quais impuseram, por sua vez, cortes, enxertos e distorções, pelo que os conhecedores da obra de Shakespeare se aperceberão de várias discrepâncias. O Roméo et Juliette de Gounod sobe ao palco do Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, retomando o enredo de Romeu e Julieta. É um pretexto para lembrar algumas das muitas óperas inspiradas nas peças do Bardo. Recomendado: Sete peças clássicas inspiradas em Romeu e Julieta

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As melhores escapadinhas

Três passeios na natureza para ir com a família
Viagens Três passeios na natureza para ir com a família

A Primavera anda a brincar às escondidas e agora que chegámos àquela fase transitória em que é perfeitamente aceitável sair de casa de camisola de gola alta e sandálias, é também altura de começar a pensar em programas ao ar livre. Haverá sempre esplanadas para ocupar, pedaços de relva para se sentar e zonas ribeirinhas para ficar a ver as vistas e apanhar um solinho mas para quem, como nós, sofre de bicho-carpinteirite, é preciso muito mais para sentir que se aproveitou bem o tempo. Podíamos sugerir que subisse até ao Gerês para se maravilhar com o Parque Nacional mais bonito de que há memória mas os 405 km que separam Lisboa do destino não são especialmente motivadores para escapadinhas rápidas. Bem mais perto da capital há muito verde para explorar e muitas actividades para o entreter a si e à sua família – pensava que nos tínhamos esquecido dos miúdos, não era? Pois que não. Nestes parques que sugerimos encontra entretém para todas as idades e programação para um dia inteiro de passeio. Há programas de aventura, passeios de bicicleta por paisagens intocadas e até visitas culturais ao ar livre. Agarre na mochila, calce os ténis, prepare as pernas e venha daí.Recomendado: Três quartos de hotel onde tem de dormir uma vez na vida

Três quartos de hotel onde tem que dormir uma vez na vida
Hotéis Três quartos de hotel onde tem que dormir uma vez na vida

Quando se finaliza a reserva para uma escapadinha, o sentimento que predomina é mais ou menos este: ir, estar, fazer o menos possível e aproveitar para pôr o sono em dia. Como boa declaração de intenções que é, muitas vezes acaba por ser só isso mesmo, uma ideia idílica que rapidamente se transforma num plano completamente ao lado. A pessoa vai para não se cansar mas depois há os passeios a cavalo, as provas de vinho, os workshops de pintura de azulejos, as visitas à quinta pedagógica, os almoços e jantares naquela tasca que o cunhado do primo garantiu ser a melhor da região e quando se dá por ela já são horas de voltar a casa e descanso nem vê-lo. Isto não é vida para ninguém. Às vezes é preciso parar. Relaxar. Dormir, sobretudo.  Cumpra finalmente o desejo de tirar uns dias para não sair da cama. Nestes três quartos de hotel encontra a desculpa perfeita para desligar, morrer para a vida e ressuscitar ao terceiro dia.

Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar
Hotéis Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar

O Vilalara Thalassa Resort mudou a paisagem e a oferta turística do Algarve ao estacionar o primeiro resort de luxo numa falésia em cima do mar. Já lá vão 50 anos.  Imaginar o Algarve há 50 anos é um daqueles exercícios de memória que a maior parte de nós não consegue completar. Somos filhos dos anos 70, 80  e 90, conhecemos o sul do país já como estância balnear, epicentro da movida estival e anfitrião dos Verões mais loucos de Portugal. Longe, portanto, da região desertificada e profundamente rural que sobrevivia quase em exclusivo da pesca e da agricultura. Foi só nos anos 60, ainda no rescaldo da ditadura, que o país (e o resto da Europa) começou a despertar para o potencial turístico do Algarve. Praias de areia branca e mar cristalino, temperaturas acima da média todo o ano, gastronomia rica em peixe e marisco frescos e muito, mas mesmo muito, território por explorar. Recomendado: Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho
Hotéis Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

– Vamos aproveitar os feriados da Páscoa para ir dar uma volta?– Não posso, já tenho coisas combinadas. – Vais de férias?– Vou para as termas. – A sério? Esta conversa podia remeter para meados do século passado com interlocutores que seriam, seguramente, pessoas de meia-idade, mas não foi assim que aconteceu. A troca de ideias deu-se entre duas pessoas com menos de 30 anos e deixou, como se percebe, uma delas num misto de espanto/desilusão/preconceito. Termas não é cool, nunca foi, e só agora é que a hotelaria parece estar a despertar para o fenómeno. Quem vai religiosamente todos anos às termas jura a pés juntos que é das melhores coisas de sempre e que não há tratamento de spa que consiga bater um banho de imersão com massagem ou as piscinas com jactos aquecidas a 36°C. Imagine-se sete dias de molho a cuidar de si. De repente não parece assim tão descabido tirar uns dias para ir às termas. Calha bem, já que a época termal acaba de abrir, mesmo a tempo de uma Páscoa alternativa. Na rota das águas milagrosas encontrámos três hotéis termais para onde íamos já outra vez.Recomendado: Spas em Lisboa - é possível relaxar na cidade

Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore
Hotéis Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore

Quem vê de fora não imagina o que esconde o seu interior. A sobriedade do Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, o antigo lagar da Cooperativa dos Olivicultores de Vila Viçosa, é um contraste absoluto daquilo que encontramos para lá das portas: uma ode ao mármore, em tons brancos e pretos com apontamentos dourados aqui e ali. Mas nem por isso o ambiente é frio, desde logo porque somos recebidos de tal forma que nos sentimos imediatamente aconchegados. E começa logo no check-in, onde nem precisamos de perder tempo. Tudo o que temos de fazer é escolher a bebida de boas-vindas que nos vai acompanhar para a sala comum onde virão depois ter connosco com o quarto já atribuído. Se dúvidas existissem, o tom fica estabelecido: a atenção e o conforto do hóspede são a prioridade deste hotel que não parece ter 44 quartos, espalhados por três pisos, tal é a tranquilidade e o sentimento de exclusividade – mesmo num fim-de-semana cheio de famílias e crianças desejosas de mergulharem na piscina interior aquecida (mas lá chegaremos). Não é por acaso que o Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, de portas abertas desde 2013, entrou para a reputada lista dos Small Luxury Hotels of the World. 

Grand House: os loucos anos 20 no Algarve
Hotéis Grand House: os loucos anos 20 no Algarve

Em 1999, o anúncio televisivo do atum Ramirez mandava-nos para a cozinha para testar novas receitas para além de rissóis, saladas e sandes com “a carne do mar”. O século XXI entretanto tornou-se profícuo no desenrascanço culinário e os arrozes e massas tornaram-se o destino óbvio da conserva de atum. Com isto tudo perdemos o rumo deste texto e demos por nós no site da marca a vasculhar o separador de receitas só para percebermos que dá para fazer bacalhau no forno com as postas em conserva, batatas recheadas com sardinhas em azeite ou, o que mais nos impressionou, ervilhas estufadas com carpaccio de polvo – o de lata, entenda-se. Recomendado: Escapadinhas de Lisboa – os melhores novos turismos

Viagem ao centro da Terra no Torel 1884
Hotéis Viagem ao centro da Terra no Torel 1884

Em A Viagem do Elefante, José Saramago conta a história de Salomão, um elefante nascido em Goa a viver em Lisboa, em meados do século XVI, que D. João III decide oferecer ao primo, Maximiliano da Áustria, como presente de casamento. A história é real com uns pozinhos de ficção, que o autor decidiu juntar ao enredo para atacar, entre outras coisas, a necessidade que Portugal tinha, na altura, de parecer bem no contexto europeu, mostrando e ofertando as riquezas usurpadas – perdão, trazidas – das geografias longínquas por onde o império ia passando. Recomendado: Os melhores hotéis no Porto

Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza
Hotéis Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza

Se me dão licença, tomo a liberdade de começar este texto com um relato na primeira pessoa. A tentativa tosca de manter a distância para não corromper a ética que se exige à prática jornalística obrigar-me-ia a ser uma mera espectadora de uma das melhores experiências que tive o privilégio de viver, e isso, sendo perfeitamente possível, não é o que quero fazer.  O Dá Licença, antes de ser o sítio magnífico que é, era para ser só uma casa de férias de Victor Borges e Frank Laigneau, que procuravam um pequeno refúgio no campo para onde pudessem fugir quando a vida em Paris se tornasse demasiado frenética. Acabaram por se mudar definitivamente para a antiga Herdade das Freiras, em Estremoz, depois de assistirem àquele que dizem ter sido o pôr-do-sol mais inspirador que viram na vida. De repente viram-se a braços com uma propriedade de 120 hectares com três edifícios, um olival a perder de vista, muito mato por desbravar e um potencial tremendo para dar vida à ideia acabadinha de surgir: criar uma casa aberta onde se reunissem arte e natureza nas suas formas mais puras e que pudesse ser vivida como uma viagem sensorial pelas artes e ofícios numa perspectiva simultaneamente utilitária e contemplativa.

Cerdeira Village: a criatividade mora aqui
Hotéis Cerdeira Village: a criatividade mora aqui

As previsões apontam para queda de neve na Serra da Estrela, o que significa que as estradas até à Torre vão estar cortadas. Portugal padece deste mal de não saber funcionar com condições climatéricas extremas (chove, há inundações; neva, cortam-se acessos; está calor, deixa de haver água), mas como também é um país que sabe, como nenhum outro, viver em negação permanente, todo o santo ano lá vai disto de mandar as pessoas à Serra da Estrela como se fosse possível lá chegar. Ora não é direito do cidadão comum poder ir à Serra sem ter de pernoitar no carro à beira da estrada? Pois é. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Volta a Coimbra em 24 horas
Viagens Volta a Coimbra em 24 horas

Coimbra demorou a acordar para a modernidade e viveu a última década entretida com a ideia confortável de ser uma cidade de estudantes virada para a movida nocturna. Os bares de shots e bebidas baratas com selecção musical duvidosa, néons e público acabadinho de atingir a maioridade tomaram conta do centro histórico e assim se foi vivendo até a cidade perceber que, sendo maioritariamente da população universitária, também é dos outros todos. A procura turística disparou nos últimos dois anos e com ela apareceram uma série de negócios que, juntamente com os clássicos, deram novo fôlego à vida “coimbrinha”. Traçamos-lhe o roteiro ideal pela cidade dos estudantes, terminando invariavelmente já de manhã. Só lamentamos não termos tido tempo para mais.

Os 50 melhores destinos para 2019
Viagens Os 50 melhores destinos para 2019

Dificilmente encontrará melhor guia para os seus planos de fuga. Porque para onde quer que esteja virado, há uma
Time Out lá por perto. Para fazer esta edição, chateámos gente em todos os fusos horários e pusemos a família toda a trabalhar. O resultado é um roteiro de 50 experiências, espalhadas por todo o mundo, que vale a pena ter agora. Sempre lhe dissemos que o que faz em casa é consigo, mas que o que faz na rua é connosco – seja aqui ou nos antípodas. A verdade é que dificilmente encontrará melhor parceiro para engendrar um plano de fuga do que nós. Aqui tem uma lista de 50 destinos ancorados em outras tantas experiências que vale mesmo a pena viver hoje, um pouco por todo o globo. Recomendado: Os dez bairros mais cool no mundo

Uma Casa na Arriba
Hotéis Uma Casa na Arriba

Esta é uma história que esteve quase para não acontecer. Chris Kraus, alemão, vivia em Londres até ao início do ano passado, onde trabalhava no sector bancário. Entretanto, a história do costume, apaixonou-se pelo país e mudou-se para Lisboa. Um dia decidiu que queria uma casa com um campo de basquetebol e em passeio pelas Azenhas do Mar, Sintra, reparou numa casa abandonada à beira da falésia da Praia da Aguda que lhe pareceu ter um cesto lá atrás. Não era esta de que falamos, era outra que entretanto já não se lembra onde, mas noutra prospecção de terreno, já sem grande esperança de se cruzar com um bom negócio, deu de caras com uma vivenda branca, linda, empoleirada na falésia e meteu na cabeça que havia de a comprar. Assinou o contrato em Outubro de 2017 e em Março do ano passado, num prazo histórico de cinco meses, conseguiu transformá-la no Outpost Casa das Arribas, um conjunto de cinco apartamentos de charme com cozinha e vista directa para o mar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Sintra

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Os melhores hotéis em Lisboa

Os 19 melhores hotéis com spa em Lisboa
Hotéis Os 19 melhores hotéis com spa em Lisboa

Férias nem sempre são sinónimo de apanhar um avião e estender a toalha num areal qualquer por este mundo fora ou calcorrear uma grande capital europeia de manhã à noite, com medo de voltar para casa sem se ter visitado todos os highlights do momento. Por vezes convém aproveitar aqueles dias fora do escritório para simplesmente relaxar. Encoste-se para trás, coloque o pepino nos olhos, vista um confortável roupão e aprecie a música zen nos melhores hotéis com spa em Lisboa. Não se vai arrepender: afinal, são várias as razões para trocar o vale dos lençóis por estes hotéis. Recomendado: Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa
Hotéis Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

Meter água é das expressões mais cobiçadas durante as semanas e meses que se seguem. No fundo, sempre que o sol aparece e o tempo aquece. A cidade está cheia de fabulosos tanques, para se banhar em grande estilo e espreguiçar à vontade. Há muito para aproveitar nos hotéis de Lisboa sem precisar para isso de fazer check-in. Um mergulho nas piscinas, é só uma delas. Estes são os melhores hotéis com piscina em Lisboa. Seja para um, dois ou três mergulhos. Tudo o que quiser. Acredite que nem se vai lembrar que a praia existe. Recomendado: Os melhores hotéis em Lisboa

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

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