O melhor guia de Lisboa

Festivais, restaurantes, concertos, filmes e exposições que estão a agitar a cidade

Os novos restaurantes vegan em Lisboa
Restaurantes

Os novos restaurantes vegan em Lisboa

Carne, peixe, lacticínios, ovos... Nos melhores restaurantes vegan em Lisboa, alimentos de origem animal não entram. Descubra o que comer nestes espaços, mesmo que continue a ser um carnívoro inveterado.    

As melhores festas em Lisboa esta semana
Noite

As melhores festas em Lisboa esta semana

A noite lisboeta é uma coisa cada vez mais composta, com tanto de pop como de independente. Dá para todos e para as sonoridades e ambientes que mais se adequam ao seu gosto. Esta semana sugerimos 10 festas que não pode perder. Sendo que, claro, não vai conseguir ir a todas. Se conseguir damos-lhe uma taça. 

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
Música

Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Alguns valem mais a pena do que outros, por isso siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana. Recomendado: Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Grátis em Lisboa esta semana
Coisas para fazer

Grátis em Lisboa esta semana

Trazemos-lhe cinco sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que a cidade tem para oferecer esta semana.

A Time Out desta semana
Coisas para fazer

A Time Out desta semana

O que há de mais estimulante no café é o encontro. O café é mais que a bebida cultivada, que a arte da torrefacção ou a geografia dos lotes, é mais que a ciência do C8H10N4O2 que lhe dá a força e a que mais vale simplesmente chamar cafeína. Café é o lugar que se ergueu simbolicamente em redor da chávena, que se fez cultura de um país e instituição de uma cidade. Os cafés transformaram-se, acompanharam os tempos, vestiram outras modas – até já há cafés que se chamam café sem servir o dito. Mas mantém-se a tradição do encontro nesses lugares onde o serviço nos trata pelo nome. Nesta revista desta semana reunimos uma lista dos 40 melhores cafés de Lisboa para algum fim: trabalhar um pouco, levar os miúdos, fazer uma refeição ligeira, fugir do frio ou correr atrás do sol. Mas a verdadeira lista será sempre a de cada um. Porque a escolha que mais importa é afectiva e é sua. E pode ser que um destes dias nos encontremos por lá. Não perca ainda as ofertas Dois por Um desta semana: um conjunto de 10 cafés para descobrir a dois mas pagar apenas por um.

Últimas notícias

Raquel Tavares dá concerto gratuito nos Armazéns do Chiado
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Raquel Tavares dá concerto gratuito nos Armazéns do Chiado

Os concertos de artistas portugueses na entrada dos Armazéns do Chiado já não são estranhos a ninguém. Pelo contrário, são um sucesso garantido. Desta vez é Raquel Tavares, que vai apresentar o novo disco Raquel Tavares por Roberto Carlos - Do Fundo do Meu Coração. O concerto que vai trazer para a Rua Garrett alguns dos icónicos êxitos do brasileiro Roberto Carlos como “Fera Ferida”, “Como É Grande O Meu Amor Por Vocês” ou “Detalhes” está marcado para quarta-feira, dia 28, às 18.30. Esta não é a primeira vez que a fadista portuguesa se apresenta nos Armazéns do Chiado: já em 2016 encheu as ruas para apresentar Raquel. Depois do concerto, rume à Fnac para conseguir um autógrafo de Raquel Tavares – há uma sessão de autógrafos prevista no fórum da loja. + Entrevista a Sérgio Godinho: "Ninguém é valente a vida inteira" + Coisas grátis para fazer em Lisboa

Markl promove concerto solidário na Altice Arena com músicas de ‘1986’
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Markl promove concerto solidário na Altice Arena com músicas de ‘1986’

A pouco mais de duas semanas da estreia de 1986 na RTP1, Nuno Markl anunciou um concerto na Altice Arena onde vamos poder ouvir a banda-sonora da série da autoria de nomes como Ana Bacalhau, Samuel Úria, David Fonseca ou Lena d'Água. O concerto, que tem como fim apoiar a Associação Novo Futuro, está marcado para 17 de Maio. “A banda sonora de #1986asérie vai transformar-se num concerto solidário para a Associação Novo Futuro e o seu trabalho em prol de crianças privadas de meio familiar seguro”, escreveu Nuno Markl no Instagram ao anunciar a novidade. “Os artistas irão cantar não só as canções da série, mas também canções favoritas da época da série”, acrescenta ainda. Espera-se então uma grande viagem ao passado, mais precisamente à década de 1980. Como o título da série indica, 1986 é passada nesse ano em Lisboa quando o país se dividiu entre Mário Soares e Freitas do Amaral. A estreia da série acontece finalmente a 13 de Março na RTP1, depois de ter estado inicialmente prevista para Novembro do ano passado. Filmada no último Verão, 1986 tem gerado muita curiosidade nas redes sociais, em parte porque Nuno Markl tem partilhado várias imagens e detalhes da produção da série que é uma das grandes apostas para este ano da RTP.   O primeiro episódio já foi visto até na Comic Con, que aconteceu em Dezembro em Matosinhos. Se quer saber o que vai poder ouvir neste concerto, chegou ao YouTube na semana passada a primeira canção da banda-sonora, assinada por Ana Bac

Cineteatro Capitólio revela programação para os próximos meses
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Cineteatro Capitólio revela programação para os próximos meses

O Cineteatro Capitólio – Teatro Raúl Solnado, concessionado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) à Sons Em Trânsito, vai ter uma espécie de nova vida, que arranca já esta sexta-feira com um concerto de Sérgio Godinho. Já havia sido palco de algumas iniciativas da EGEAC, já tinha recebido concertos e festivais de música. Mas, convenhamos, a coisa era estranha, meio parada. Agora, ao que parece, a Sons Em Trânsito decidiu apresentar uma programação mais constante para os próximos cinco anos. O espaço cedido pela CML, que tanto serve espectáculos para plateia em pé (com capacidade para mil pessoas) ou sentada (400 pessoas), mistura concertos, eventos dedicados à moda, festivais, festas de electrónica. Aliás, foi precisamente esse o foco do discurso de Vasco Sacramento na conferência de imprensa que aconteceu esta quarta-feira: “É uma sala que nos abre várias possibilidades, com lotações em pé, sentadas e outras configurações, preenchendo uma lacuna que Lisboa tinha em espectáculos de média dimensão, de que muitas cidades cosmopolitas dispõem e que a nossa capital oferece, a partir de agora”. Uma data tripla de Sérgio Godinho (sexta a domingo) para apresentar Nação Valente marca o início das festividades. No campo musical há ainda nomes como Liniker e os Caramelows (7 de Abril), PAUS (13 de Abril), Erlend Oye (17 de Maio), Beth Ditto (7 de Junho), Cícero (20 de Junho) e ainda o Vodafone Mexefest, que já em 2017 passou por ali, volta em Novembro. Sobra ainda o The Famous Hum

Depois do Campo das Cebolas, a Doca da Marinha
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Depois do Campo das Cebolas, a Doca da Marinha

O projecto do arquitecto João Carrilho da Graça para a frente ribeirinha não se esgotou no Campo das Cebolas. A Doca da Marinha será a próxima coqueluche desta zona de Lisboa. Câmara Municipal de Lisboa, Porto de Lisboa e a Marinha Portuguesa assinaram esta quarta-feira um protocolo de requalificação da frente ribeirinha entre a Estação Sul e Sueste e o novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Este protocolo vai permitir a criação de um percurso pedonal arborizado ao longo da marginal ligando finalmente o Cais do Sodré a Santa Apolónia, um passeio à beira rio que hoje não é possível devido ao facto das instalações da Doca da Marinha, mesmo ao lado da estação, estarem delimitadas com um muro que agora será demolido.   Imagem 3D apresentada hoje pela CML ©DMC | CML   Para Fernando Medina, este protocolo tem um "impacto profundo" na continuidade estratégia de devolução do rio à cidade e também espera que lisboetas e visitantes fiquem a ver navios: o presidente da Câmara Municipal de Lisboa expressou a vontade de ter na Doca da Marinha os famosos NRP (Navio da República Portuguesa) Sagres e o NTM (Navio de Treino de Mar) Creoula.   NTM Creoula ©DR       NRP Sagres ©DR      + As melhores coisas para fazer à beira-rio  

Este fim-de-semana há festival do chocolate em Sintra
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Este fim-de-semana há festival do chocolate em Sintra

Chocolate quente, tabletes, bombons, bombocas e tudo o que possa imaginar. Sintra vai ficar mais doce nos próximos dias 23, 24 e 25 de Fevereiro com a terceira edição do Festival do Chocolate de Agualva e Mira Sintra. No fim-de-semana esqueça a dieta e abra uma excepção para provar algumas das iguarias deste Festival do Chocolate que acontece pelo terceiro ano. No Largo da República, vão estar várias bancas de doçaria tradicional portuguesa, bem como algum artesanato português à venda. Estão ainda prometidos vários workshops, actuações musicais e animação, em especial para os mais pequenos. Este paraíso para os amantes de chocolate abre ao público às 18.00 e prolonga-se até à meia noite. Já no fim-de-semana, o horário é alargado: pode adoçar a boca a partir das 12.00 (no sábado até à meia-noite e no domingo até às 21.00). + Os melhores restaurantes em Sintra + 33 coisas para fazer em Sintra

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Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem ofertas do melhor da cidade a preço de saldo.  + A Time Out desta semana

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Esta semana, as coordenadas do jazz e da música clássica passam pelo Teatro Thalia, pela Gulbenkian, pelo Teatro Municipal Joaquim Benite, pela Culturgest e pelo Hot Clube. Recomendado: Os melhores concertos em Lisboa esta semana

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Inspirámos e expirámos para saber quais são as modalidades alternativas para combater o stress e entrar em modo zen. Relaxe e alinhe o corpo com a mente, do yoga ao tai chi. 

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Em Fevereiro, Shakespeare dá lugar aos gregos na costumeira passagem pelos clássicos. Em versão de agora e daqui, diferentes interpretações de velhas histórias, mas como as contemporâneas, todas, a bem dizer, peças à procura de uma resposta, na falta dela insistindo nas perguntas. Uma dúzia de exemplos segue já. Recomendado: Coisas para fazer este mês em Lisboa

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Ainda não sabe o que fazer no Dia dos Namorados? Temos várias ideias românticas para fazer às prestações, ou então abraçar a lamechice e fazer tudo de uma assentada só.

Roteiro vintage em Lisboa
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Já lá vai o tempo em que os lisboetas ficavam de pé atrás com a segunda mão. A moda do vintage chegou, viu e venceu — e não quer arredar pé da cidade. No armário, em todas as divisões da casa, no cabelo, no prato e na ponta do pé, o vintage tem sido adoptado de forma mais ou menos radical e pode aparecer sob a forma de bagatela ou de artigo de luxo — veja-se os carros. Escolha a década do século passado que faz mais o seu género e procure-a neste roteiro vintage em Lisboa. Vai encontrar muitos tesourinhos (e nada deprimentes).   

Mais coisas para fazer na cidade

Bilheteira Time Out

Super Bock Super Rock

Super Bock Super Rock

Pelo menos agora não se passam horas a fio no trânsito para chegar ao Meco. Pelo menos agora o terreno do recinto é em calçada portuguesa. Agora só podemos queixar-nos da tontura do entra-e-sai na Altice Arena, espaço que costuma ser de um só concerto.  Vá-se mais ou menos à bola com esta última versão do Super Bock Super Rock, há que reconhecer que é um festival com sete vidas. Já se deu em estádios, em quintas e parques, e o facto é que continua a atrair um batalhão de gente. Por enquanto, Slow J é o único nome confirmado para esta edição.

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Rock in Rio Lisboa 2018

Rock in Rio Lisboa 2018

Está por cá desde 2004, sempre de dois em dois anos. A partir de 2018 passa a realizar-se em Junho. De 23 a 30, no Parque da Bela Vista.

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Roger Waters

Roger Waters

Um dos maiores nomes do rock progressivo vai revisitar o passado, mas de olhos postos no futuro, na Altice Arena. Além de canções de discos icónicos dos Pink Floyd como Wish You Were Here, The Wall ou Dark Side of the Moon, traz os temas do recente álbum a solo, Is this the life we really want?.

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Velocidade Furiosa ao vivo
Coisas para fazer Comprar bilhetes

Velocidade Furiosa ao vivo

Maluquinhos da saga Velocidade Furiosa, este evento é para vocês. São duas datas e três espectáculos para viver a emoção dos filmes ao vivo e a cores. Acrobatas, pilotos, e duplos prometem um evento recheado de adrenalina no Meo Arena, por onde passarão alguns dos carros e réplicas mais famosos do franchisado. 

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Comer e beber em Lisboa

Comida Independente: merceeiros indie reunem grandes produtos de todo o país
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Comida Independente: merceeiros indie reunem grandes produtos de todo o país

Do pacote de sal grosso da Salmarim ao único vinho português com certificação biodinâmica, o verde tinto Palmeirinha, Rita sabe contar a história de tudo o que tem na sua loja em Santos. Passou um ano a viajar pelo país, a conhecer produtores, os seus métodos e os seus produtos, a ser encaminhada de uma produtor de azeite para um queijeiro e deste para o criador de gado de cada zona, acabando por conhecer os clusters onde a produção artesanal de qualidade continua no país. O resultado deste trabalho de investigação com ar de grande reportagem ou de tese de mestrado não foi para ficar no papel, mas para erguer a Comida Independente, uma mercearia com produtos de pequenos produtores de todo o país, onde tanto se vendem iguarias muito específicas, dignas de gastrónomos, como os legumes (Vasco Correia, da Moita) e o pão fresco (de Adolfo Henriques, da Maçussa) do dia.   A mesa junto à garrafeira vai usar-se para provar de tábuas e vinho a copo Fotografia: Manuel Manso     Uma data de circunstâncias da vida levaram Rita Santos a deixar o trabalho numa multinacional ligada à tecnologia e a ver-se de avental no papel de merceeira. A altura em que voltou a ligar-se à cozinha foi também o momento em que sentiu o ímpeto de deixar a sua marca. “Havia um lado filosófico de fazer uma coisa com expressão e autoria, que eu acho que é uma coisa que precisamos de encontrar a algum momento da vida. A uma dada altura senti a necessidade de devolver alguma coisa ao mundo, algo ligado à

A Marisqueira Azul cresceu. Aproveite o bom tempo para uma mariscada
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A Marisqueira Azul cresceu. Aproveite o bom tempo para uma mariscada

Há agora mais lugares para desfrutar na Marisqueira Azul. É favor sentar-se. Depois de uns dias encerrada para renovação, a Marisqueira Azul voltou a abrir com uma novidade: uma nova disposição e mais lugares ao balcão, que é como quem diz, mais lugares com vista para o melhor marisco da cidade.   As alterações foram apenas no espaço, porque tudo o resto continua igual. Em equipa vencedora não se mexe. O aquário da Azul, com 3,20 metros de largura, mais famoso do que um ecrã de televisão em dias de bola, continua a albergar lagostas, sapateiras e santolas, que daqui saem directas para a panela.   “O melhor marisco é aquele que está vivo”, diz Manuel Aguiar, responsável pela Azul, que há quase 30 anos trabalha com marisco. Sabe distinguir um peixe do mar de um de aquacultura, só de olhar para ele. Tudo o que se serve nesta marisqueira passa pelo crivo de Manuel Aguiar e vem directamente do mar português. Os percebes são das Berlengas, o camarão e o lingueirão vêm do Algarve, as ostras são de Setúbal e as amêijoas são cozinhadas à Bulhão Pato.   Para uma refeição geograficamente justa no que toca ao marisco, o ideal é optar pela mariscada Azul, que é uma espécie de best of. Tem amêijoas, sapateira recheada, percebes, lingueirão, ostras, camarões e mexilhão e custa 79€. Na Azul, as novidades não vêm todas ao mesmo tempo. A juntar a esta montra de marisco fresquinho, a gerência promete que muito brevemente vai trazer também o peixe português para alegrar as suas r

You Cake it: um faça você mesmo de bolos de aniversário na hora
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You Cake it: um faça você mesmo de bolos de aniversário na hora

A ideia é nova mas não tem nada que saber. É pensar naqueles balcões de centro comercial em que se fazem saladas ou massas juntando uma base, uns quantos ingredientes e um molho. Agora transporte-se o conceito para bolos (e para aqueles momentos de desespero em que se esqueceu de encomendar o bolo de aniversário com muita antecedência). O You Cake It abriu há menos de um mês para fazer bolos personalizados na hora do tamanho de um bolo de arroz encorpado ou de tamanho familiar – para não dar festas de aniversário com bolos de supermercado.   Rosa recheia e decora os bolos à frente dos clientes Fotografia: Manuel Manso   Depois de assistir ao trabalho dos pais na organização de eventos, de viver em Londres e de criar um negócio de seguros de saúde, Frederico Zezola chamou a mãe para fazer bolos numa pastelaria no Saldanha. Há pequenos bolos prontos a comer, uma selecção de chás misturados na casa — a mãe Rosa fez formação nesta mixologia — e tostas e saladas para o almoço, mas a casa foi baptizada a pensar na vitrine onde se alinha uma data de bolos individuais (tamanho S, 3€) e outros para uma mesa cheia (tamanho M, L e XL, entre 22€ e 50€). Primeiro escolhe-se o sabor da massa — há limão com sementes de papoila, caramelo, mel e canela, noz, chocolate ou red velvet. Depois Rosa corta os bolos ao meio, mesmo à frente do cliente, para os rechear e cobrir à vontade do freguês, por mais alucinantes que sejam as misturas (é que sem restrições de sabores a usar, a varied

Davvero abriu em Santos com pastelaria própria e novos sabores
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Davvero abriu em Santos com pastelaria própria e novos sabores

Bem-vindo ao quartel-geral da Gelato Davvero: a geladaria fechou a sua loja no Cais do Sodré, a primeira do império Davvero em Lisboa, e abriu uma nova, de grandes dimensões, em Santos. São 260 metros quadrados, onde funcionará a fábrica de gelados da marca e onde começaram a produção própria de pastelaria, conta o mestre geladeiro Ricardo Farabegoli, que começou esta aventura em 2015. Há panacotta de chocolate e de framboesa, cheesecake de lima ou de caramelo e brownie de avelã. Todos os dias haverão 40 sabores de gelado artesanal italiano disponíveis, uns fixos outros rotativos – ou não tivessem já mais de 140 receitas. Entre os novos estão os sabores equivalentes às opções de pastelaria, como o cheesecake de lima. Para celebrar a abertura, há também os novos gelados de chocolate salgado ou de chocolate branco com limão. No final de Março, a mezzanine que agora tem lugares sentados, será um bar de gelados alcoólicos, com sabores de espirituosas como tequila, vodka ou rum, que podem também ser servidos em copos de shot – atenção ao brainfreeze.  Este novo espaço em Santos – o quarto espaço próprio da Davvero em Lisboa, que existe também em Aveiro, na Praia da Barra e em Olhão (a gelataria de Cacilhas fechou temporariamente) – tem ainda uma máquina de pinball de 1992, para jogar e relembrar os clássicos. Só não deixe pingar o gelado. Avenida D. Carlos I, 39 (Santos). 21 605 3054. Dom-Seg 12.00-20.00, Ter-Qua 12.00-21.00, Qui-Sáb 12.00-00.00. + As melhores gelatarias em

Comparámos cinco serviços de entrega de refeições ao domicílio
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Comparámos cinco serviços de entrega de refeições ao domicílio

Foi difícil encontrar um restaurante que trabalhasse com todos os serviços de entrega de refeições ao domicílio e quando achávamos impossível apareceu-nos o Tamarind. Não lhe vamos dar conta das condições de embalamento da comida, já que isso é da responsabilidade dos restaurantes. Queríamos um caril de camarão com arroz branco lá para as 13.00. Podia ter sido pior: acabámos por comer às 13.30. Obrigada, motoboys. 1. NoMENU PEDIDO: Difícil  TAXA DE ENTREGA: 3,90€ TEMPO: 36 minutos A noMENU já existe desde 1998 e é uma das pioneiras no serviço de entregas de refeições ao domicílio e dá para encomendar através do site ou por telefone – nós encomendámos online e tivemos de passar pelo fastidioso registo. Há 16 categorias no site, algumas confusas e repetitivas, como os Sabores Urbanos, e outras vazias, como a Africana. O Tamarind está na categoria Oriental e tinha o desejado caril, bem como o arroz. A previsão dizia-nos que chegava às 13.15 – na verdade, o motoboy chegou com o saquinho azul e branco do Tamarind às 13.07, mas veio sem o troco que pedimos no momento da encomenda. Voltou atrás e trouxe-nos as moedas às 13.15. A factura chegou ao e-mail logo a seguir, depois de uma chamada para o apoio ao cliente. 2. UberEats PEDIDO: Muito fácil TAXA DE ENTREGA: 2,90€ TEMPO: 17 minutos Primeiro há que descarregar a aplicação, gratuita para iOS e Android. Depois, se já tiver uma conta de Uber, o processo é muito mais rápido. Se for a sua primeira vez, tem de se registar

Pasta Non Basta: há um novo italiano em Alvalade
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Pasta Non Basta: há um novo italiano em Alvalade

Um Pasta Non Basta não bastava aos lisboetas. E que o digam todos aqueles que aos fins-de-semana faziam fila à espera de lugar ou telefonavam tentar reservar mesa, muitas vezes sem sucesso. Por isso, os sócios do restaurante italiano da Elias Garcia lançaram-se num segundo espaço, bem maior e com uma óptima esplanada na Rua Marquesa de Alorna, em Alvalade.   A esplanada do novo Pasta Non Basta, em Alvalade Fotografia: Manuel Manso     Caso ainda não tenha descoberto este vero restaurante italiano aberto desde os primeiros meses de 2017, cá vai. É um misto de osteria, o equivalente a uma casa de petiscos italiana com pratos para dividir, com pizzeria, onde o modelo seguido é o das pizzas de massa fina, feitas com farinha 00 em forno de lenha, e restaurante de pastas, risotos e pratos de carne. “No novo restaurante replicámos o conceito do Pasta Non Basta, com uma cozinha caseira e comida de conforto”, explica Frederico Seixas, um dos sócios do restaurante. Apesar de o novo espaço trazer a hipótese de servir mais pratos ao balcão e puxar mais pelo bar. “Estivemos agora em Bolonha, em vários aperitivi [hábito italiano de beber um copo ao fim do dia, acompanhado de uma série de pequenas doses ao balcão para petiscar], e temos essa ideia em cima da mesa para este restaurante”, acrescenta. Fotografia: Manuel Manso   Por enquanto a ementa é tal e qual a mesma que têm no primeiro espaço e que mudou recentemente para a colecção de Inverno, diga-se. Entre as novas esp

Saiba de outros sítios onde comer e beber na cidade

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“Covilhã, cidade neve, fiandeira, alegre e contente.” As palavras saíram, em tempos, da boca de Amália Rodrigues num fado que imortalizou a Covilhã com base nos seus artifícios mais puros. Hoje, ainda que noutros modos, passa-se o mesmo com o Puralã Wool Valley & Spa, o hotel que não quer deixar morrer o passado da cidade dos lanifícios e que quer ser mais do que uma porta de entrada para a Serra da Estrela.

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A diferença está nos detalhes e depressa percebemos porque é que o Aqua Village Health Resort & SPA, a poucos quilómetros de Oliveira do Hospital, foi considerado este ano o melhor hotel de luxo para famílias pelos Luxury Travel Awards, entregues pelo guia de luxo britânico Luxury Travel Guide.

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O chão em madeira tem mais de cem anos, os azulejos terão mais de 200, as cantarias do portal já contam uns 400, as fundações da casa têm séculos e há vestígios milenares de uma coluna dórica a suportar o átrio de entrada e de uma muralha romana que atravessa os quartos. O mais recente hotel de Évora ocupou o lugar do mais antigo que a cidade tinha e herdou toda a sua história.

Críticas de restaurantes

Vela Latina
Restaurantes

Vela Latina

Uma das coisas que mais me fez salivar desde que a Rita me beijou de língua, já lá vão 30 anos, foi o arroz de alcachofras que comi num jantar recente no Vela Latina. À primeira garfada soltei um impropério (mental) seguido 
de uma hipérbole (vocal): “Isto 
é das melhores coisas que comi na vida”. A acidez da alcachofra laminada — muita — e o caldo suave e protéico deixaram-me extasiado e meditativo. O arroz, que acompanhava um magnífico filete de pescada, não tinha o fim lácteo e gordo do risoto; 
mas também não era o típico malandrinho. Havia ali truque. E eu havia de o descobrir. Dias depois, domingo de manhã, liguei para o restaurante e pedi para falar com o chef. Benjamim Vilaça, desde os
anos 80 à frente do restaurante junto à Torre de Belém (resistiu à renovação recente do espaço), contou tudo. “As alcachofras são das enlatadas, melhores para isto”, confessou. A declaração poderia ter chocado um gourmet ignorante, mas um gourmand experiente sabe que há várias coisas processadas boas e que os corações de alcachofras, conservados em ácido cítrico, estão entre as melhores. E mais? “A maneira de confeccionar o arroz é um misto entre à portuguesa e à italiana. Usamos arroz arborio mas depois a técnica é diferente da do risoto. E fazemos com um caldo de peixe, da casa”. E como é que esta ideia lhe surgiu? “Moro no Margem Sul e vinha na Ponte. Aquele cenário inspirou- me”, recorda Vilaça. E com isto esgota-se praticamente uma crónica. Faltou falar do espaço, agora sofist

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Cochinchina
Restaurantes

Cochinchina

Quando li a reportagem sobre a abertura deste Cochinchina achei que tinha tudo para dar certo. Falava-se em comida vietnamita sem atalhos, caldos com oito horas ao lume, uma cozinheira vietnamita apaixonada. O sítio, para mais, tinha a dimensão e a decoração certas para nos transportar da Rua da Escola Politécnica, ao Príncipe Real, para um café de Ho Chi Minh, no sul do Vietname – e havia ainda a ligação com Portugal: Cochinchina foi o nome dado pelos navegadores portugueses quando lá atracaram, no século XVI. De resto, nacionalismos à parte, a cozinha vietnamita é muito interessante. Como em quase todos os países da região, a grande influência veio da China. Mas os vizinhos do Laos, Camboja ou Tailândia, e outros europeus ocupantes, com destaque para
 os franceses, haveriam de
 deixar também a sua herança e contribuir para uma gastronomia original. Derradeiro trunfo. Lisboa ainda não tem um verdadeiro restaurante vietnamita, com verdadeira comida vietnamita. Foi com isto na cabeça que me sentei à mesa, juntamente com um amigo em dieta de hidratos mas disposto a abrir excepções. E como não? Quando falamos de Vietname temos de comer noodles vietnamitas, temos de comer o pho bo. Era esta, pelo menos, a minha ideia, mas o empregado pensava diferente. “Se fosse eu, ia para a massa salteada com bifinhos de vaca”. Massa com bifinhos, porquê? “Porque eu gosto”, prosseguiu. O que é que leva? “Isso é com a cozinheira”. Clássico. Mau.
 Venha o pho.
É preciso dizer que o pho não é

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Cave 23
Restaurantes

Cave 23

A abrir, sugeriram-nos um
 Porto Vieira de Sousa, meio-seco, 10 anos de idade, ligeiramente refrescado, para acompanhar 
os amuse-bouches. Embora
 se trate de um vinho especial, torci o nariz. Pareceu-me uma versão sofisticada do cocktail impingido à entrada, tão comum na restauração lisboeta, e pareceu-me potência a mais no arranque da refeição. Mas o chefe de
sala insistiu, educadamente, e quando um chefe de sala insiste, educadamente, devemos segui- -lo. Como se haveria de constatar, “potência a mais” é um conceito que não existe no Cave 23. O restaurante – pequeno mas bonito, luzes baixas, garrafas de vinho, madeiras – não tem carta e só nos foi dada a opção de uma degustação às cegas, sem se saber de quantos momentos, quantos pratos, quantos euros. Apresentou-se então o chef em pessoa. Fá-lo-ia em todas as mesas, meia dúzia delas apenas, onde entregaria alguns pratos em mão. Este procedimento tornou-se comum em restaurantes de alta-cozinha que não gostam de formalidades e hierarquias – o chef já não está só no passe, não trata só do empratamento, antes vem à sala, fala com o povo, explica. “A minha cozinha é marcada pela cozinha tradicional portuguesa. Esta carne seca foi inspirada no tempo dos Descobrimentos. Não sei agora bem porquê...”. No caso, Bernardo Agrela, com apenas 27 anos, nem sempre é articulado e isso não tem problema. Essa espontaneidade confusa e juvenil parece contaminar a comida, numa dislexia culinária original e pura. Ao longo de um jantar com uma

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Topo Oriental
Restaurantes

Topo Oriental

A nova sala de cozinha asiática 
do bar-restaurante Topo Martim Moniz sofre de um problema que os familiares não têm: a falta de vista. Não há Lisboa iluminada, néons e o castelo a compor o cenário, mas sim o Hospital de São José e respectivas luzes de ambulâncias. No dia que lá jantei, sofreu também de falta de gente. Não a servir e cozinhar, que aqui até estava equilibrado – quatro clientes para quatro pessoas da casa –, mas à mesa. O resultado foi um jantar numa sala fria e vazia, que nem a música brasileira das colunas ajudou a aquecer. A cozinha faz sentido na zona
 e na Lisboa de 2018, com todos
 os hits da Ásia, da sopa tom yum
 ao pad thai, das gyosas aos spring rolls. Há snacks muito bons, como as gyosas de vegetais (5€), feitas ao vapor mas com passagem pela chapa, um recheio delicioso, ligeiramente picante; há snacks assim-assim, como os diminutos spring rolls de camarão (6€), que precisavam de uma massa menos dura e um camarão com mais sabor; e há snacks fraquinhos, como
 os bao com manteiga de wasabi, cebolo e cebola frita (3,50€), o
pão a enrijecer por fora enquanto arrefecia (congelado?) e a manteiga sensaborona. Interessante o pho beef (15€), com um caldo cheio 
de ervas e especiarias; banal o
 nasi goreng (12€), algo seco e comum frango–socorro-medo adjectivo outra vez – sensaborão.
 À sobremesa um bolo esponjoso
de pandan (uma planta), com um gelado de yuzu fortíssimo, também a não convencer. São 30 e picos euros à cabeça com vinhos, num sítio ao qual falt

A Time Out diz
3 /5 estrelas
Mais críticas de restaurantes

Faça check-in nestes hotéis

Lisboa Carmo Hotel: um postal do Carmo
Hotéis

Lisboa Carmo Hotel: um postal do Carmo

O castelo de São Jorge ao fundo, telhados arranjadinhos, uma ou outra grua que já fazem parte da paisagem e o rio, à direita. O grupo Lux Hotels abriu esta unidade em 2012, estreando o conceito be unique, de hotéis com tema.

Jupiter Lisboa Hotel: uma cama menina e moça
Hotéis

Jupiter Lisboa Hotel: uma cama menina e moça

No cruzamento da Avenida da República com a Elias Garcia, ergue-se este hotel num edifício que combina a histórica fachada original de 1906, desenhada pelo arquitecto Miguel Ventura Terra, com um acrescento moderno que alberga o terraço e a piscina exterior com vista panorâmica.

Memmo Príncipe Real: memmo bom
Viagens

Memmo Príncipe Real: memmo bom

Ao passar o beco estreito e escuro, é possível que se pergunte se está no sítio certo. Mas siga sem medos, vai valer a pena: o Memmo Príncipe Real, o primeiro boutique hotel de cinco estrelas no bairro, abriu há um ano, foi eleito em Novembro pela revista Monocle como um dos melhores hotéis urbanos do mundo e fica (bem) escondido, mas tem uma vista incrível sobre a cidade de Lisboa, com o Castelo de São Jorge lá no alto da outra colina.

Le Consulat: dormir artisticamente
Hotéis

Le Consulat: dormir artisticamente

As más línguas dizem que é fácil adormecer em museus e que as galerias de arte contemporânea dão sono. No Largo Camões, o hotel Le Consulat vai mais longe e dá-lhe sofás e camas onde se pode estirar confortavelmente enquanto olha para obras de arte.

Mais hotéis em Lisboa

Especial Óscares 2018

Entrevista a Margot Robbie: "Não deixaria ninguém fazer um filme sobre mim"
Filmes

Entrevista a Margot Robbie: "Não deixaria ninguém fazer um filme sobre mim"

Margot Robbie sobe a parada em Eu, Tonya. A actriz de 27 anos interpreta e faz-nos empatizar com Tonya Harding, a patinadora caída em desgraça que ficará para sempre associada ao ataque a Nancy Kerrigan, a sua colega na equipa olímpica de patinagem artística, a quem partiram uma perna. Realizado por Craig Gillespie e co-produzido pela própria Margot Robbie, Eu, Tonya é uma epopeia desportiva scorsesiana que valeu à australiana a sua primeira nomeação para o Óscar de Melhor Actriz. Recomendado: Especial Óscares 2018 Ouvi dizer que jogaste hóquei no gelo quando eras mais nova. Confirmas? Joguei quando vim para os Estados Unidos [em 2011]. Sou de uma cidade costeira da Austrália, por isso os desportos no gelo não eram sequer uma opção. Mas lembro-me de adorar a trilogia A Hora dos Campeões [The Mighty Ducks, com Emilio Estevez]. Jogavas em que posição? Ala direita, mas não te quero enganar – não tenho lá muito jeito. Ainda assim, a tua experiência em patins deve ter-te ajudado a fazer os triplos axels em Eu, Tonya. [Sarcasticamente] Sim, eu faço um triplo axel. Fácil. Agora a sério: ninguém sabia o quão difícil era. Quando começámos a planear essa cena pensávamos que era só uma questão de contratar um duplo. E o coreógrafo das cenas de patinagem teve de nos explicar que ninguém consegue fazer um triplo axel. Só havia duas mulheres nos Estados Unidos que os conseguiam fazer, e eram ambas asiáticas. Acabámos por fazer a cena no computador. Incrível! Mas d

Óscares 2018: E a Melhor Curta-Metragem é…
Filmes

Óscares 2018: E a Melhor Curta-Metragem é…

Entre a angústia adolescente radical e a perseguição religiosa no Quénia, passando pela alucinação, a surdez e o racismo, encontram-se cinco exemplos que, embora diferentes nas suas escolhas narrativas, representam uma maneira de ver atenta e crítica. Isto é: os nomeados para Melhor Curta-Metragem são um quinteto de modelos ilustrando o desnorteio do mundo.    Já a categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação é, sem dúvida, uma das que passa mais despercebida nos Óscares. Contudo, além do experimentalismo, as curtas-metragens revelam realizadores e produtores, como as cinco duplas presentes na disputa deste ano, com uma excepção, todas na sua primeira nomeação. Recomendado: Especial Óscares 2018  

Óscares 2018: E o Melhor Filme de Animação é…
Filmes

Óscares 2018: E o Melhor Filme de Animação é…

Apesar dos Óscares especiais para Branca de Neve e os Sete Anões, Quem Tramou Roger Rabbit e Toy Story, ou a nomeação para Melhor Filme de A Bela e o Monstro, foram precisas sete décadas para os profissionais de animação verem reconhecido o seu trabalho. E desde Shrek grande foi a evolução, vísivel na lista de nomeados. Recomendado: Especial Óscares 2018

Óscares 2018: E o Melhor Documentário é…
Filmes

Óscares 2018: E o Melhor Documentário é…

A crise económica de 2008, a vida nas pequenas comunidades, a dopagem no desporto russo, a Guerra da Síria, ou o papel da Justiça na discriminação racial são os temas dos cinco filmes nomeados. Obras que, apesar de uma excepção, contrariam a tendência de confundir realidade com ficção, fixando no documentário realista as suas intenções. Recomendado: Tudo sobre os Óscares

Willem Dafoe: “As pessoas agora estão a engatar-se a elas próprias”
Filmes

Willem Dafoe: “As pessoas agora estão a engatar-se a elas próprias”

Willem Dafoe sofre como gente grande. É o seu maior talento, sofrer. Seja à frente da câmara de Lars von Trier, no brutalmente violento Anticristo, ou debaixo da vela de Madonna, a pingar cera para o seu Corpo de Delito, Dafoe aturou muita coisa. O actor de 62 anos tem o talento de parecer sempre vexado; e tanto deixou realizadores aproveitarem-se disso para nos fazerem rir, como Wes Anderson, como para ainda tornarem mais grandiosos filmes de super-heróis – entrou na trilogia de Homem-Aranha de Sam Raini e vai começar a trabalhar em Aquaman. Mas talvez The Florida Project, o novo filme de Sean Baker, seja o seu papel mais puxado. Encarna o gerente de um motel à beira da Disney World e a interpretação é capaz de lhe valer o primeiro Óscar. Mas ele não se deixa afecta por essa conversa e prefere falar sobre aquilo que faz melhor: desaparecer. Recomendado: Óscares 2018   O Bobby, o teu personagem em The Florida Project, é o gerente de um motel, mas também é, de vez em quando, o protector de garotos que têm uma vida complicada. Gosto da posição que ele ocupa. O Bobby está com eles, mas também está de fora – ele está dentro e fora. Não há nada de extraordinário nele enquanto pessoa, mas há algo de belo na forma como é apenas um tipo normal que faz pequenos actos heróicas. Há alturas no filme em que a vida destas crianças parece uma maravilha, mas percebemos que não é o caso quando conhecemos os pais. Tens o mundo das crianças, que roça o caos, que é pura divers

Tudo sobre as estatuetas douradas

Filmes e Séries

Filmes em cartaz esta semana
Cinemas

Filmes em cartaz esta semana

Tanto cinema, tão pouco tempo. Há filmes em cartaz para todos os gostos e feitios. Das estreias da semana aos filmes que, semana após semana, continuam a fazer carreira nas principais salas. Saiba que filmes estão em que cinemas, e quando é que os pode ver. E, se não souber o que escolher, leia as nossas críticas.

Cinema alternativo em Lisboa esta semana
Filmes

Cinema alternativo em Lisboa esta semana

Pode ver aqui os filmes em cartaz esta semana, mas algumas pérolas do cinema escapam às grandes salas. Esta semana, as coordenadas do cinema alternativo em Lisboa passam pela Cinemateca, pela Gulbenkian e pelo Forúm Lisboa, com o já famoso Cinepop.

Razzies 2018: e a Framboesa de Ouro de pior filme vai para…
Filmes

Razzies 2018: e a Framboesa de Ouro de pior filme vai para…

Um dia antes dos Óscares é entregue o Prémio Framboesa de Ouro (isto é: o Golden Raspberry Awards, ou Razzie). É, desde 1981, dia de gozar com a indústria cinematográfica e apontar a pior porcaria que encheu as telas com boa disposição, porque efeito prático, esse, é nenhum. Mas dá para desopilar. E o pior filme é…

Cinco filmes de Saoirse Ronan que tem mesmo de ver
Filmes

Cinco filmes de Saoirse Ronan que tem mesmo de ver

Em Lady Bird (com estreia marcada em Portugal a 15 de Março), Saoirse Ronan é uma jovem-adolescente inconformada, só está bem onde não está, quer ir para Yale embora nunca conseguisse ir para Yale. É o cabelo pintado de rosa, é saltar do carro em andamento com a mãe ao volante, é odiar tudo, também a California onde nada se passa, onde não há cultura. É com esta interpretação que está nomeada para o Óscar de Melhor Actriz. Desculpa perfeita para recuperar a história da actriz irlandesa (e também com nacionalidade norte-americana) em cinco filmes que tem mesmo de ver. Os Óscares estão ao virar da esquina.  Recomendado: Óscares 2018 - conheça os nomeados para Melhor Filme

Sete monstros de culto do cinema fantástico e de ficção científica
Filmes

Sete monstros de culto do cinema fantástico e de ficção científica

O Monstro da Lagoa Negra, o Blob que veio do espaço, o gigantesco Rodan ou o demoníaco Creeper são algumas das atracções desta selecção de horrores cinematográficos inesquecíveis, que lembramos na semana em que chega às salas de cinema portuguesas A Forma da Água, candidato a 13 Óscares.  Descubra sete monstros de culto do cinema fantástico e de ficção científica. Recomendado: Óscares 2018 - conheça os nomeados na categoria a Melhor Filme

Sundance: a república do cinema independente
Filmes

Sundance: a república do cinema independente

Fundado por Robert Redford, na distante Park City, no frio Utah, o Festival de Cinema de Sundance é a Meca do cinema independente e, de facto, o berço gerador e divulgador de boa percentagem do melhor cinema americano nas últimas quatro décadas. Uma dúzia de filmes dá uma pequena ideia do que aí vem.

Mais filmes e séries