Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
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As novas esplanadas em Lisboa para aproveitar o sol
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As peças de teatro em Lisboa a não perder
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Há quanto tempo não vai ao cinema? Se demorou mais do que dez segundos a tentar lembrar-se da última vez é porque precisa mesmo de voltar a entrar numa sala...

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Se o mercado não vai ao Douro, vem o Douro ao Time Out Market, onde a Taylor’s acaba de abrir um quiosque dedicado ao vinho do Porto. Toda a gente conhece...

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Já é difícil pensar na Avenida da Índia sem este mural, o rosto que Vhils que deixou à cidade em 2014. Um rosto envelhecido, anónimo, na parede da antiga...

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Depois de várias queixas e muitos pedidos por parte dos promotores e agentes culturais, o IVA aplicado aos espectáculos culturais vai descer de 13% para 6%...

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O Palácio Chiado fechou durante o mês de Setembro para abrir agora com novos conceitos de restauração mas a visão de um único chef, Manuel Bóia. O pé...

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A primeira emissão do programa de rádio Indiegente, feito por Nuno Calado na Antena 3, foi para o ar há aproximadamente 21 anos. Para assinalar a data –...

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Quase dois anos depois, as escadas rolantes que ligam o Martim Moniz à Rua Marquês de Ponte de Lima vão finalmente ser abertas ao público. Fernando Medina...

Le Cuivré: uma pastelaria francesa para conhecer os cannelé
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Chamam-se cannelé e é nome para ler com sotaque. A nova pastelaria de Belém, Le Cuivré, não vende os pastéis mais famosos da zona, até porque é bem francesa:...

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A Rabbit Hole está de volta e convoca toda a gente para uma reunião pouco secreta na Rua das Gaivotas 6. São três dias de programação, com performances,...

Ó freguês, olhe aqui: fomos conhecer o novo Mercado Jardim de Alvalade
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Nasceu de uma proposta do Orçamento Participativo e inaugura oficialmente este sábado, com animação marcada a partir das 10.00 e durante toda a manhã. Nós...

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Coisas para fazer em Lisboa

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Os novos livros que nos vão fazer esquecer o Verão
Coisas para fazer Os novos livros que nos vão fazer esquecer o Verão

Setembro é o mês do regresso à cidade, às aulas, aos livros. Não estamos a falar de manuais escolares ou sebentas: há romances, contos, crónicas, poesia, teatro, ensaios e BD. É à escolha do freguês. E as editoras fazem de tudo para nos dar novos mundos, para nos aproximar ainda mais do Brasil ou para nos dar a conhecer a mais próxima Hungria. Ou para nos recordar os antigos, reeditando clássicos esgotadíssimos. Literatura portuguesa a cheirar a fresco, Nobel incluído, também não falta. Passámos em revista as novidades e apresentamo-las com o bónus – com sugestão dos locais, renovados ou em risco, onde os pode ler. Para não sentir falta do Verão. Recomendado: Os melhores cafés para trabalhar em Lisboa

As peças de teatro para ver esta semana
Teatro As peças de teatro para ver esta semana

Como dizer? É mais ou menos aquela coisa do, vá lá, não seja forreta, vá lá, não seja preguiçoso. Se vemos tantos filmes no cinema, se vamos a tantos bares e restaurantes, mercados e exposições, qual a justificação para não irmos mais vezes ao teatro? Esta é a nossa forma, delicada, de lhe dizer para se fazer à cena, para se fazer ao palco. Sim, que mostrar-se solidário perante a comunidade artística fica bem, mas sabe a pouco. A agenda cultural de Lisboa está ao rubro, com muitas peças boas para ver. Estas são as que pode ver já esta semana.    Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder  

Última oportunidade: três exposições em Lisboa que estão mesmo a acabar
Arte Última oportunidade: três exposições em Lisboa que estão mesmo a acabar

Há tantas exposições em Lisboa que admitimos que se possa baralhar com datas e afins. Bem sabemos que há sempre aquela tendência de deixar tudo para a última e o mais provável é acabar a lamentar-se por não ter visitado a exposição X ou Y. É para evitar esse desgosto que cá estamos também, sempre a fazer-lhe a papinha toda. Não queremos que fique de fora de tudo o que se vai passando em Lisboa. Aqui tem três paragens obrigatórias para os próximos dias. Esta é a sua úlitma chamada, a derradeira chance, a postimeira ocasião de ver estas exposições e a nossa rara oportunidade de usar a expressão "postimeira ocasião". Estas três exposições estão mesmo a acabar.  Recomendado: Rentrée: 14 eventos em Lisboa que não vai querer perder

As melhores festas em Lisboa esta semana
Noite As melhores festas em Lisboa esta semana

A noite lisboeta está cada vez mais composta, não faltam festas para todas as noites da semana. Seja pop, rock, house, música indepentente ou o que mais quiser. Há todas as sonoridades e ambientes, literalmente para todos os gostos — e às vezes para quase todos os dias. Esta semana damos-lhe cinco sugestões de festas, de diferentes estilos, que não pode perder. Sendo que, imaginamos, não vai conseguir ir a todas. Se conseguir, damos-lhe uma taça. Ou uma bicicleta, ou um refrigerante para a ressaca. Seja como for, para o ajudar a decidir onde vai dançar, deixamos-lhe uma selecção das melhores festas em Lisboa. Recomendado: Os 50 melhores bares em Lisboa

Sair do armário – o melhor da agenda LGBT em Lisboa
Gay Sair do armário – o melhor da agenda LGBT em Lisboa

Ainda não tem planos para esta semana? Nós ajudamos com três sugestões que prometem animar a agenda LGBT em Lisboa.

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana
Música Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Em igrejas barrocas profusamente decoradas com talha dourada e no espaço despido de antigas fábricas. Em grandes auditórios e em bares tão pequenos que os músicos ocupam metade do espaço disponível. Por um saxofonista solitário e pelos cem músicos de uma orquestra sinfónica. Por músicos que há mais de meio século pisam os mais prestigiados palcos do mundo e miúdos que ainda andam na escola. Visando recriar com máxima fidelidade as sonoridades de tempos passados ou apostando na miscigenação, desfazendo barreiras, sobrepondo épocas e baralhando geografias. Com música minuciosamente ensaiada ou criada no momento por músicos que se encontram pela primeira vez. Há concertos de jazz e música clássica em Lisboa para todos os gostos e circunstâncias e esta selecção reflecte essa variedade. Recomendado: Os melhores concertos em Lisboa esta semana

18 coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa
Miúdos 18 coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa

Acabou-se a papa doce. Sete dias por semana entre mergulhos na praia e na piscina? Já chega. É tempo de regresso às aulas e à rotina, de voltar a ir para a cama cedinho e de limitar o número de horas à frente da televisão. Mas se pensa que agora é a vez da agenda infantil na cidade tirar férias, desengane-se. A coisa está animadíssima, com workshops de cozinha, festivais, peças de teatro, ateliers e oficinas, passeios, espectáculos e exposições para preencher todos os fins-de-semana. Em Outubro, estamos de volta com mais dicas para toda a família.   Recomendado: Os melhores passeios com crianças em Lisboa

Cinco passeios em Lisboa para fazer esta semana
Coisas para fazer Cinco passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade ou nos belos arredores, que conduzem os alfacinhas até paragens lá para os lados de Sintra, todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). Quanto ao kit de sobrevivência, calçado e roupa confortável são recomendação da praxe. Combine o melhor dos cenários com a história e o exercício físico e desfrute dos melhores passeios e caminhadas. Recomendado: Os melhores passeios para fazer em Lisboa

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Comer & Beber

Zomato Gold: nestes restaurantes e bares em Lisboa o seu telemóvel vale ouro
Restaurantes Zomato Gold: nestes restaurantes e bares em Lisboa o seu telemóvel vale ouro

Nem tudo o que brilha é ouro, mas vale a pena explorar este tesourinho que é o Zomato Gold. Ainda não conhece? Trata-se de um plano de subscrição (tipo Netflix ou Spotify, mas de restaurantes e bares – e não de filmes, séries e música) perfeito para quem acredita que todas as desculpas são óptimas desculpas para comer fora e beber um copo. Os subscritores podem usufruir de promoções únicas: nos restaurantes parceiros, nunca pagam o segundo prato mais caro da refeição; nos bares, ao pedir duas bebidas, têm sempre duas iguais de oferta.   E como é que se pode aderir? Fácil: basta clicar aqui e escolher entre os planos de duas semanas, três meses ou um ano. Durante esse período, os meninos d'ouro podem usar e abusar do Zomato Gold – todos os dias, a toda a hora, sem precisar de reservar antes. O Zomato explica.    Ouro, senhores, ouro. E para melhorar, os leitores da Time Out têm um desconto de 25% no acto da subscrição (aqui) com o código TIMEOUT. Fique já a conhecer 25 dos restaurantes e bares em Lisboa onde pode aproveitar o Zomato Gold. 

Restaurantes abertos até tarde em Lisboa
Restaurantes Restaurantes abertos até tarde em Lisboa

Se já lhe aconteceu ter a barriga a dar horas já tarde, este guia é para si. A fome é coisa que nem sempre dá para controlar e, pelos mais variados motivos, pode dar por si fora de horas a procurar um sítio onde comer um bom bife a cavalo com batatas fritas, enfardar uma paella, devorar uma pizza com todo o queijo a que tem direito ou entrar em ritmos mais tropicais e comer um pão de queijo. Ainda que Lisboa tenha umas quantas panificadoras abertas fora de horas, como a do Bairro Alto ou a da Praça do Chile, às vezes o estômago precisa mesmo de mais aconchego. Não é fácil: ora a cozinha fecha cedo, ora começa a chegar aquela hora perigosa em que empregados de cozinha e de sala o rondam, fecham as luzes e dizem educadamente que é hora de sair. Corremos a cidade e encontrámos 12 bons restaurantes abertos até tarde. Recomendado: 15 restaurantes e bares para jantar e beber um copo sem sair de lá

Os melhores balcões em Lisboa
Restaurantes Os melhores balcões em Lisboa

O balcão foi durante muito tempo o gueto da sala de restaurante. “Só temos lugar ao balcão” era, aliás, um lamento clássico do empregado de mesa. Ora, o estigma está a acabar, como estão a acabar os bancos altos e instáveis e o mobiliário formatado de snack bar. Há cada vez mais balcões lindíssimos onde se come muito bem e onde ainda se consegue assistir a um showcooking de borla. Dos clássicos às novidades, das marisqueiras aos japoneses, são mais de 250 metros de balcão onde os únicos levantamentos que tem de fazer são para erguer o copo ou levar o petisco à boca. Recomendado: Os 148 melhores restaurantes em Lisboa

A L’Éclair vai abrir uma nova loja no Campo das Cebolas
Notícias A L’Éclair vai abrir uma nova loja no Campo das Cebolas

Os clientes de Matthieu Croiger pediram uma pâtisserie come il faut na Baixa e o dono da L’Eclair deu. A casa dos éclaires que abriu na Duque D’Ávila, no Saldanha, em 2014 vai ter uma nova loja no Campo das Cebolas, na Rua dos Bacalhoeiros, em Novembro. Os éclairs mantêm-se os que Lisboa já conhece, com as criações de João Henriques renovadas no Outono-Inverno e na Primavera-Verão; o espaço a abrir em Novembro vai ser mais pequeno e com maior ligação à rua. “Seja no Saldanha, aqui ou noutra loja, vamos ter sempre tudo igual”, explica Mathieu à Time Out, à entrada da sua futura loja no número 113. Lá dentro o espaço tem uma disposição meio esquisita feita de compartimentos pequenos, ainda tem paredes de tijolo e numa ou outra parede branca uns números de telefone anotados ao jeito de bloco de notas de quem está a fazer a obra. O resultado vai ser luminoso, promete Matthieu.   Agora rodeado de tijolos, em breve este espaço estará rodeado de éclairs Fotografia: Arlindo Camacho     Se a loja da Duque d’Ávila pede para entrar, sentar, pedir éclairs uns atrás dos outros e ficar por ali uma tarde toda, a loja da Baixa convida as pessoas a uma passeio pela cidade: vai ter poucos lugares lá dentro e uma esplanada no exterior, já que o projecto da Câmara Municipal de Lisboa para o Campo das Cebolas prevê que a Rua dos Bacalhoeiros se torne pedonal, embora ainda não haja data para a obra estar concluída. Aos éclairs vão juntar-se duas peças de pastelaria diferentes a cada mê

La Manita: um novo sítio para comer empanadas e alfajores artesanais
Notícias La Manita: um novo sítio para comer empanadas e alfajores artesanais

Empanadas e alfajores. O novo restaurante do food court do Tivoli Fórum, na Avenida da Liberdade, La Manita, dedica-se à produção artesanal destes pastéis e bolachas sul-americanos com três tipos de massas diferentes e muitos recheios à escolha. Con las manos se hacen, con las manos se comen. José Maria Trigoso, responsável da marca, afiança que são muito fiéis ao slogan do La Manita, e depois de muitas formações com argentinos e peruanos para aperfeiçoar ao máximo a base das empanadas, começaram a extrapolar e a ir além do tradicional: todos os pastéis têm a farinha de trigo na base mas à massa dos de peixe e marisco acrescentaram uma percentagem de farinha de algas “para lhe dar um sabor mais característico” e aos pastéis com recheios vegetarianos e vegan, juntaram farinha de quinoa biológica.   O La Manita fica no food court do Tivoli Fórum, ao lado da Madpizza Fotografia: Manuel Manso       Há oito empanadas diferentes todas muito bem recheadas: as mais tradicionais são a de lomito, carne de vaca com cebola roxa, tomate e molho de soja e a de ají de galinha, com frango, ají amarillo (uma pimenta peruana), batata cozida, ovo, nozes e azeitonas pretas. Na lista estão ainda a de cebola e queijo, batata doce e queijo de cabra, camarão, cogumelos, carne e queijo e a de polvo e batata doce, feita com wakame e cenoura cozida com água do polvo para lhe dar um sabor mais a mar.   As empanadas e os chifles (ou banana-pão) Fotografia: Manuel Manso     A acompan

Bairrista: a nova churrasqueira moderna do Lumiar
Notícias Bairrista: a nova churrasqueira moderna do Lumiar

No Bairrista, a nova churrasqueira do Lumiar, pode escolher só peito, só perna e um sem fim de molhos diferentes. E vai querer fotografar o packaging que tem tanto de moderno como de bonitinho. Já todos resolvemos jantares com uma ida rápida ao take-away de frango assado mas não é por se tratar de uma refeição de última hora que deixamos de ser menos exigentes com a qualidade do frango. Queremos saber se está suculento, mais ou menos chamuscado. Ricardo Teixeira, empresário do mundo digital, andava a dizer aos amigos que o melhor frango era o de Sobralinho, perto de Arruda dos Vinhos, e começou a pensar à séria sobre o que é preciso para um bom frango assado. Juntou-se a um amigo, que ficou entusiasmado com o “potencial gigante” da ideia e com a possibilidade de fazer algo diferente com algo tão tradicional, e abriram o Bairrista, uma churrasqueira no Lumiar com take-away e entregas ao domicílio. Fotografia: Duarte Drago   “Fui estudar frangos, grelhadores, batatas”, conta Ricardo, com o objectivo de abrir “a churrasqueira mais luxuosa”, brinca sobre o espaço no Lumiar que tem néons, um balcão revestido a mármore e com troncos de madeira freixo e uns quantos lugares sentados. Os frangos que saltam para a grelha – que está de “pernas para o ar”, com o calor em cima e o frango por baixo, com a gordura a cair num tabuleiro de água, para controlar melhor o processo e serem menos poluentes – vêm de Portel, no Alentejo, de um produtor que assegura as entregas diárias.  

Dez cervejas artesanais portuguesas que tem de provar
Restaurantes Dez cervejas artesanais portuguesas que tem de provar

Abra horizontes, abandone o conforto refrigerante das marcas com que cresceu e aventure-se no (cada vez mais percorrido) mundo da cerveja artesanal. Há cada vez mais e melhores cervejas em Portugal, bem como sítios onde bebê-las em Lisboa. Escolhemos dez garrafas portuguesas, ordenadas por teor alcoólico, que não se vai arrepender de provar. Desde referências alfacinhas como a Urraca Vendaval da Oitava Colina ou a Finisterra da Dois Corvos, a cervejas com pronúncia do norte como a Rebendita da Letra ou a Imperial Stout da Lupum, passando pelo centro do país e a Brett Aged da Luzia.  Recomendado: Os melhores bares de cerveja em Lisboa

Sumaya: é uma mesa libanesa, com certeza
Notícias Sumaya: é uma mesa libanesa, com certeza

O novo restaurante do Príncipe Real é uma selecção do melhor que se come no Líbano: há mezze frios e quentes para partilhar mas também assados e grelhados, e 18 referências de vinho deste país. Uma mesa libanesa quer-se cheia e colorida. Lisboa não é estranha aos sabores libaneses e já vai perdendo o preconceito de pegar no pão achatado para comer os pratos condimentados, de partilhar mezze, do hummus ao falafel, ou de se atirar a um bom kebab. Tarek Mabsout quis que o seu Sumaya, o novo restaurante do grupo Atalho no Príncipe Real, tivesse um menu muito grande, muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados.   Hummus, baba ghanouj e mhamara Fotografia: Duarte Drago     Esta cozinha, aparentemente simples, é “uma das mais complicadas do mundo”, diz Tarek, enquanto nos guia pelas várias salas do restaurante, no lugar do antigo Prego da Peixaria, agora muito mais luminoso, com muito branco e pormenores em verde – por enquanto senta 36 pessoas, mas o número vai aumentar com uma sala privada e uma esplanada. A culpa desta complexidade, continua, é das receitas, que levam muitos ingredientes, muitos condimentos e muitas especiarias. “A sorte é que os países são similares no clima, o que faz com que a agricultura seja parecida. Por exemplo, há alfarroba, azeitonas, laranja, romã...”, enumera. O mais difícil foi mesmo arranjar especiarias e condimentos de qualidade, que acabaram a vir do país de origem, depois de o chef

Dez pastelarias com fabrico próprio em Lisboa
Restaurantes Dez pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

São das melhores coisas da cultura urbana e gastronómica portuguesa. E Lisboa está recheada a pastelarias, só que nem todas são as autoras das delícias que apresentam nas montras e ao balcão. A arte do fabrico próprio deixa a salivar muitos locais e visitantes e entrámos em algumas das casas que representam uma verdadeira tentação para os mais gulosos. Portanto, não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou  qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas dez pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia. Recomendado: Os melhores pequenos-almoços em Lisboa

No novo restaurante do Bairro Alto há Má-Sá e dim sums
Notícias No novo restaurante do Bairro Alto há Má-Sá e dim sums

A primeira sensação de quem entra no novo restaurante do Bairro Alto é a de que acabou de entrar numa casinha de bonecas. As mesas são pequeninas, a decoração eclética com gaiolas e bonecos, e o tecto forrado com plantas dá-lhe um certo aconchego. O próprio nome parece brincadeira de criança: Má-Sá. Mas é um restaurante a sério, onde não se come apenas massa. Miguel Mouzinho tinha neste número quatro da Rua da Atalaia um outro restaurante, o Food&Booze, com cocktails e petiscos portugueses e música ao vivo. Mas as obras e tapumes do prédio ao lado levaram-no a fechar temporariamente o espaço e a pensar, em conjunto com a namorada Débora Monteiro, que se calhar estava na hora de mudar o conceito e voltar às suas raízes macaenses. “Vivi 16 anos em Macau e lá comíamos dim sums e noodles todos os dias. As casas de sopa de fitas, como são chamadas lá, são um género de McDrive, sais dos barzinhos e passas lá”, conta. Por isso desenharam um menu asiático e desempoeiraram a máquina de dim sums que Miguel já tinha tido em bom uso num restaurante dessa especialidade na Lx Factory, em 2009.   O "clep de camalão" Fotografia: Duarte Drago     Têm agora uma ementa curta mas focada – e com nomes com poucos r’s e muitos l’s, sem querer puxar ao preconceito mas sim à brincadeira. Há “clepes” de camarão (4,90€) ou vegetarianos (4,50€), uma tempura de feijão verde (5,20€) ou uma linguiça picante do norte da Tailândia, à qual chamaram Bang Cock (5,80€), para começar. No capítulo dim s

Os 149 melhores restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os 149 melhores restaurantes em Lisboa

Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições – o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciarem. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Há 10 anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz. Mais que isso, há 10 anos que os jornalistas e críticos que foram construindo esta casa fazem questão de respeitar essa cartilha sem cedências. O que é que isso vale? Cabe-lhe a si dizer. O que lhe podemos garantir é que todos os 149 restaurantes que encontra nesta lista foram visitados pela nossa equipa pelo menos uma vez e que resulta de uma escolha, subjectiva como se espera, mas criteriosa como se exige. Como de costume, a coisa valeu discussões e zangas. Mas lá chegámos a um consenso e estes são os restaurantes em Lisboa que tem mesmo de conhecer.   Recomendado: Os melhores bares em Lisboa

O novo Erva serve cozinha portuguesa contemporânea
Notícias O novo Erva serve cozinha portuguesa contemporânea

O Hotel Corinthia, em Sete Rios, remodelou completamente o seu restaurante de cozinha tradicional portuguesa. Chama-se agora Erva e aposta na sazonalidade. Um hotel cujo restaurante está no piso térreo e tem acesso para a rua tem meio caminho andado para não ser só mais um restaurante de hotel. O Corinthia, em Sete Rios, aproveitou isso mesmo para criar um novo restaurante, de cozinha portuguesa contemporânea. Percebe-se o novo nome assim que entramos: Erva porque há jardins verticais aqui e ali, biombos e colunas carregadinhos de plantas no meio da sala ampla, dividida entre bar (que funciona também de forma independente) e restaurante, com uma cozinha aberta chefiada por Carlos Gonçalves, responsável também pelo Soul Garden, o outro restaurante-esplanada-bar do hotel. Aqui há uma cozinha cuidada, assente nos sabores dos ingredientes sazonais, sem grandes transformações.   Vaca da cabeça aos pés Fotografia: Manuel Manso     O prato que melhor representa o Erva é o de vaca da cabeça aos pés, cherovia e cogumelos (16€), explica o chef, porque aproveita carnes menos nobres, como a língua de vaca, bochecha e chambão – carnes com muito colagénio, mais gelatinosas, mas com muito sabor e muito tenras. Mas o bestseller, adianta, é já a pá de cordeiro de leite assada a baixa temperatura com puré de batata aligot, com queijos (24€).   Tempura de bacalhau fresco Fotografia: Manuel Manso     Mas nem só de carne se faz o Erva, naturalmente. Nas entradas há uma rein

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Para celebrar os 50 anos da marca Time Out, vale a pena olhar para o tecto do mercado. É lá que vai encontrar 50 das capas mais icónicas deste meio século de história de revistas.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com um workshop de risotto e outro de comida tailandesa. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail de Verão no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Outubro
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Outubro

Chegou o Outono mas o ambiente na Academia Time Out não arrefece. Em Outubro, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. Para dar a volta ao mundo, não precisa de fazer as malas: basta vestir o avental e embarcar nos workshops de cozinhas como a da Coreia, a de Itália ou a do Japão. Se antes de viajar para longe, prefere aprender as bases nacionais, vai encontrar aulas sobre  pratos tradicionais portugueses incontornáveis, como os pastéis de nata ou de bacalhau. Os miúdos não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer raviolis ou brownies? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Outubro em Lisboa

Quatro saladas para experimentar
Restaurantes Quatro saladas para experimentar

Há quem considere um crime obsceno pedir uma salada num lugar recheado de tentações gastronómicas. Mas no food hall do Mercado da Ribeira, entre dezenas de restaurantes, há comida para todos (incluindo quem sofre de intolerâncias alimentares ou alergias), pelo que não podiam faltar opções verdes – que obviamente não se resumem a pratos de alface. Se está a fazer uma dieta, ou se simplesmente tem desejos de algo mais fresco e leve, escolha uma destas quatro saladas do Time Out Market, de restaurantes tão surpreendentes como a Manteigaria Silva ou o Ground Burger. Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias

Refresque-se com os melhores gelados
Restaurantes Refresque-se com os melhores gelados

Em dez mil metros quadrados de Mercado há muita coisa para fazer, comer e beber. Mas com a temperatura a aumentar lá fora, o que é que sabe mesmo bem? Um gelado, pois claro. Neste campeonato, entre os mais de 30 restaurantes no food hall do Time Out Market destaca-se obviamente o Santini, uma das melhores gelatarias da cidade (e também uma das mais antigas!). Mas há outros refrescos para experimentar, escondidos nas cartas dos chefs.  Esqueça a dieta e resfresque-se com os três melhores gelados do Time Out Market.  Recomendado: Cocktails de Verão no Time Out Market

Cocktails de Verão
Bares Cocktails de Verão

Diz a tradição que no Inverno os cocktails devem aquecer e no Verão arrefecer, mas já nada é que como era (nem sequer o tempo), por isso em qualquer estação do ano o que interessa é estar a par das tendências. Para este Verão, o Time Out Bar, no food hall do Time Out Market, apresenta a sua colecção de cocktails: vai encontrar copos picantes, tradicionais, frescos ou até com vegetais. Celebre a estação quente e faça tchim tchim no Time Out Market, no Cais do Sodré.  Recomendado: Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Agosto  

Comida para todos
Restaurantes Comida para todos

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

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Bilheteira Time Out

Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits
icon-location-pin Avenida da Liberdade
Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits

Ao contrário da maior parte das bandas de rock dos anos 70, não são muitos os humoristas com suficiente material para uma digressão de greatest hits. Mas Jimmy Carr tem um catálogo tão vasto e recheado de piadas arriscadas e bem afiadas que se pode dar ao luxo de escolher as melhores para as datas de "The Best Of, Gold, Ultimate, Greatest Hits Tour".  É uma presença regular na televisão britânica e um dos comediantes (de stand-up e não só) mais atarefados do país: sempre em digressão, sempre a escrever e ainda assim com tempo para apresentar uma série de programas na televisão, como 8 Out of 10 Cats ou The Big Fat Quiz of the Year. Além disso, o seu riso de cano entupido reconhece-se a um quilómetro de distância.

Rodrigo Leão
icon-location-pin Santa Maria Maior
Rodrigo Leão

O compositor português Rodrigo Leão continua a celebrar os seus 25 de carreira a solo. Ao Casino Estoril leva uma versão revista e actualizada do espectáculo de Os Portugueses, que junta algumas das suas mais populares canções em português e temas instrumentais.

Mallu Magalhães
icon-location-pin Santa Maria Maior
Mallu Magalhães

Um pote de doce caseiro para barrar nas torradas. A música de Mallu Magalhães sempre foi isto, doses de açúcar amoroso dissolvido em ânsias privadas, em ginásticas interinas. E bom, diga-se que em Vem, disco do ano passado (e)levado agora ao Coliseu, não perde a ternura narrativa. Isso nem um milímetro, está lá tudo, como sempre esteve. O que está e não estava é um confronto com a realidade, um entendimento menos sonhador do que é a vida. Estão lá os tropeções, as festas a que não foi, as fraldas que mudou a horas de televendas. Se o imaginário de Mallu perdeu fantasia (e isso não tem que ser mau, nem bom, é apenas isso), o leque sonoro é maior do que nunca: é samba cheio de confiança, é jazz de chinelos flip-flop, é rock coqueiro, é fado com sotaque. Mallu, como todos, cresceu. O seu toque de midas foi o facto de perceber que a vida não são só contos de fadas e chicletes e ainda assim continuar a achar-lhe piada. Isso sim, é heróico.

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

O que quer afinal dizer cool? É um anglicismo, uma daquelas palavras certeiras dos camones para a qual não temos equivalente imediato. Ou então temos demais. Cool é incrível, invejável, desejável, pode ser espectacular, óptimo, bom, maneiro, porreiro, giro, divertido, bacano, yo!, fixe, bestial. Cool é o novo que nunca saiu de moda, que tem pinta e é supimpa. Cool é uma atitude sem pose, uma tendência que tende a não querer saber disso. Cool é uma unidade de medida relativamente rigorosa, vagamente objectiva, usada genericamente para avaliar o grau de estilo de alguma coisa. Ora, a Time Out é cool – ou pelo menos leva cinquenta anos a acreditar que sim. Para comemorar a data, os editores da marca em todo o mundo elegeram os 50 bairros mais cool do momento. De Tóquio a Medelin, de Melbourne a Estocolmo, esta gente avaliou bairros em mais de 300 cidades, dando especial atenção aos níveis de novidade, inovação e criatividade em áreas como gastronomia, entretenimento, arte, moda e vida nocturna. O resultado coloca o Príncipe Real em 5 .º lugar, numa lista sem ponta de validade científica, mas com toda a autoridade de quem leva meio século nisto. Regressamos por isso ao bairro onde as novidades se sucedem, as referências se mantêm e as figuras convivem, onde o novo se alicerça no antigo e a cidade não se expulsa a si mesma. E achamos isso realmente cool. Não perca ainda as nossas cinco ofertas 2 por 1. Esta revista vale: um jantar no Crispy Mafya, uma visita da Coolture Tours, um

Praias de Portugal: Guia Verão 2018
Coisas para fazer Praias de Portugal: Guia Verão 2018

De alto a baixo, são 850 quilómetros de areal. Não o corremos todo de uma vez. Fomos correndo. Bem vistas as coisas, levou anos, mais de uma década. As revistas que lhe dizem tudo sobre a sua cidade sempre fizeram questão de lhe dizer também como fugir dela. E todos os anos lhe foram oferecendo centenas de páginas avulsas sobre as grandes zonas de praia do país. Minho, Douro Litoral, Aveiro, Oeste, Sintra, Cascais, Caparica, Arrábida, Costa Alentejana, Algarve: mal o tempo fica de feição, mergulhamos a fundo em todos estes lugares com alguma edição especial da Time Out Lisboa ou da Time Out Porto. Desta vez, a equipa reuniu todos esses quilómetros de areia, sol e sal num livrinho pensado para o guiar à beira-mar, de norte a sul de Portugal. Nele apontamos o caminho e damos apontamentos sobre as 170 melhores praias que fomos correndo. São dez anos de Verão no porta-luvas do seu carro. À venda numa banca perto de si em qualquer parte do país por 4,90€.

Estrada Nacional 2: Guia 2018/2019
Coisas para fazer Estrada Nacional 2: Guia 2018/2019

Quando pensamos em férias, pensamos em praia. Quando pensamos em road trips, pensamos numa viagem longa pela costa Alentejana. Ou, os mais ambiciosos, numa ida aos EUA para fazer a route 66. Em Portugal, quando pegamos no carro é para ir de A a B - não é para percorrer o alfabeto todo. Podemos dizer, armados em chatos, que não há cultura de fruição rodoviária em Portugal. Podemos. Mas não podemos dizer que nos faltam oportunidades para percorrer grandes extenções de alcatrão. Sobretudo quando temos entre nós uma das maiores e mais antigas estradas do mundo: a Estrada Nacional 2. São 738 quilómetros que fatiam o país ao meio, mas que ainda não existem enquanto roteiro turístico - é só alcatrão, uns marcos quilométricos à beira da estrada, umas faixas a promover este itinerário e nada mais. Este guia da Time Out quer convidar toda a gente a fazer-se à estrada, a conhecer a EN2 e a explorar Portugal. É, também, uma forma de promover o interior do país e fazer com que a expressão "interior do país" deixe de significar apenas desertificação, esquecimento e pobreza. Há muitos "portugais" dentro de Portugal e estão todos unidos por uma linha de setecentros e tal quilómetros que vai de Chaves a Faro. Da próxima vez que pensar em férias, pense na EN2.  À venda em todo o país.PVP:3,90€.

O Melhor dos Açores: Guia 2018-2019
Coisas para fazer O Melhor dos Açores: Guia 2018-2019

Os Açores são certificados pela natureza. Esta ideia feliz serve de mote à promoção de um destino que durante muito tempo escapou à mira do turismo de grande porte. Ainda há dois anos, quando lançámos a primeira edição deste guia, era um pouco assim. Os turistas viam-se menos, os guias nem vê-los. Tudo isso foi mudando rapidamente e hoje as ilhas recebem já muito mais gente do que exportam. Mas os açorianos insistem em manter um licenciamento que levou milhares de anos a garantir e os Açores continuam certificados pela natureza. Na expedição deste ano, certificámo-nos disso. Impressiona o cuidado com que aqui se abraça um turismo que se agiganta, a forma extremosa como toda a gente cuida ainda e sempre de cada pedaço desta terra como se fosse o seu quintal. Num tempo em que o turismo precisa de repensar caminhos, talvez valha a pena fazer um desvio de 1500 km em busca de ideias. Nós trazemos de lá mais umas quantas que guardamos para si nesta terceira edição da Time Out mais ocidental da Europa. Garantimos-lhe que nada do que pode encontrar nestas 80 páginas é menos do que inesquecível. Mas o melhor é mesmo ir lá certificar-se disso. À venda em todo o país.PVP: 3,90€.

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Cinema e televisão

"Sara" estreia na RTP2: será esta a melhor série portuguesa de sempre?
Filmes "Sara" estreia na RTP2: será esta a melhor série portuguesa de sempre?

Ela bem tenta, mas não consegue. Sara Moreno (Beatriz Batarda) tem os sacos lacrimais sequinhos, dali já não pinga mais uma gota. O que é problemático para uma grande actriz trágica como ela, e logo em cheio numa cena fundamental do filme que está a rodar. Incapaz de chorar, fartinha de chorar, Sara toma uma decisão drástica: manda às malvas o filme, o realizador, toda a gente, e vai para casa repensar a sua vida. E por pressão do seu possessivo agente, Sara, a actriz “séria” do cinema de “autor” e do teatro “intelectual”, acaba por fazer o impensável: entrar numa telenovela. E mal sabe o que a espera. Este é o ponto de partida de Sara, a série em oito episódios que a RTP 2 estreia no domingo, às 22.15. Escrita por Marco Martins, Bruno Nogueira (a partir de uma ideia deste) e Ricardo Adolfo, Sara é a estreia do realizador de Alice e São Jorge na ficção televisiva, e de Beatriz Batarda a fazer televisão em Portugal. E mescla de forma brilhante vários registos, da comédia à tragédia, passando pela sátira ao meio artístico (e em especial às telenovelas), e faz o retrato ora hilariante, ora dilacerante, de uma mulher que vai passar por uma série de provações profissionais, pessoais e familiares. E tudo com qualidade de cinema. “Como venho do cinema e nunca tinha feito televisão, fiz uma série como se fizesse cinema. No fundo, foi como fazer três longas-metragens num tempo mais contido mas tentando manter todo o meu processo de rigor”, conta-nos Marco Martins. “A própria monta

Dez filmes para perceber o Brasil – do fim da ditadura à democracia
Filmes Dez filmes para perceber o Brasil – do fim da ditadura à democracia

Cineastas como Hector Babenco, Guel Arrais ou Walter Salles estão representados nesta segunda lista de dez filmes brasileiros fundamentais, que abrange um período que vai da década de 80 até aos nossos dias. Um espaço de tempo em que quer a sociedade brasileira, quer o seu cinema, passaram por várias alterações, a mais importante das quais foi o final do regime militar e a subsequente entrada numa era de democracia e de liberdades civis, que os filmes documentaram. Mas a baixa política, a violência e a corrupção endémicas à vida brasileira também mereceram a devida atenção dos realizadores. Recomendado: Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro

Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro
Filmes Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro

Cineastas como Humberto Mauro, Lima Barreto, José Pedro de Andrade, Glauber Rocha, Ruy Guerra ou Anselmo Duarte estão representados nesta lista de dez filmes brasileiros fundamentais. A cinematografia do Brasil tem passado por várias vicissitudes ao longo da sua existência, reflectindo a própria situação do país ao longo dos séculos XX e XXI. Tem também a respectiva repercussão na vida política, social e cultural nacional deste imenso país, como o testemunham fitas como Rio, 40 Graus, O Assalto ao Trem Pagador, Deus e o Diabo na Terra do Sol ou Toda Nudez Será Castigada. Recomendado: 25 filmes portugueses obrigatórios

Sete filmes sobre internet e redes sociais que o vão fazer ter medo do Google
Filmes Sete filmes sobre internet e redes sociais que o vão fazer ter medo do Google

Realizadores como Irwin Winkler, David Fincher ou os japoneses Kiyoshi Kurosawa e Hideo Nakata surgem entre os nomes que assinam os setes filmes escolhidos para ilustrar a forma como o cinema tem vindo a abordar, nas últimas três décadas, os efeitos transformadores da internet e de redes sociais como o Facebook, na vida quotidiana e nos comportamentos das pessoas. E não é para admirar que a maioria destes títulos sejam policiais ou filmes de terror, já que o meio digital se mostra propício a enredos que contemplem conspirações criminosas ou de controlo da sociedade, ou então ligados ao mundo sobrenatural. Aproveitando a estreia de "Pesquisa Obsessiva", recordamos sete filmes sobre internet e redes sociais que o vão fazer ter medo do Google. Recomendado: As estreias de cinema para ver nos próximos meses

Sete maus filmes portugueses
Filmes Sete maus filmes portugueses

Os anglo-saxónicos chamam-lhes "turkeys", os franceses apelidaram-nos de "nanars". São os grandes maus filmes, tão maus que ganharam estatuto de culto perverso, títulos gloriosamente falhados. Poucos dias depois da estreia de Linhas de Sangue, de Sérgio Graciano e Manuel Pureza, fomos buscar sete exemplos ao cinema português, curiosamente quase todos comédias, um género em que o cinema nacional outrora foi exímio, tendo perdido o dom entretanto. Assinadas por nomes como Constantino Esteves, Henrique Campos, Luís Galvão Teles ou Artur Semedo, antes e após o 25 de Abril, algumas destas fitas não têm imagens disponíveis para reproduzir. Mas não é por isso que não continuam a ser tão más que até fazem doer.   Recomendado: 25 filmes portugueses obrigatórios 

18 estreias de cinema para ver nos próximos meses
Filmes 18 estreias de cinema para ver nos próximos meses

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe 18 bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas. Desde blockbusters como Venom, de Ruben Fleischer, Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, de David Yates, ou O Regresso de Mary Poppins, de Rob Marshall, a filmes mais ao gosto da crítica, como Guerra Fria, do polaco Paweł Pawlikowski, Shoplifters, do japonês Hirokazu Kore-eda, ou O Amante Duplo, do francês François Ozon – aqui encontra-se de tudo. Como num hipermercado. Recomendado: Os melhores filmes de 2018 (até agora)

Dez séries que tem de ver até ao final do ano
Filmes Dez séries que tem de ver até ao final do ano

Apesar de ainda existirem muitos canais e produtoras com o trabalho de casa por fazer no que toca à rentrée, já é possível perceber o que vamos poder ver na televisão (ou no telefone, no tablet ou no computador) nos próximos meses. Há regressos esperados há muito tempo, despedidas difíceis e novidades que prometem ser boas. Por agora, deixamos-lhe dez títulos com estreias anunciadas até ao final de 2018 que não pode mesmo perder. O mais provável é que nas próximas semanas se anunciem mais novidades, tendo em conta as estreias internacionais ainda sem data em Portugal. Seja como for, não vão faltar motivos para não sair do sofá. Recomendado: 18 estreias de cinema para ver nos próximos meses

'Maniac', com Emma Stone e Jonah Hill, já está na Netflix
Notícias 'Maniac', com Emma Stone e Jonah Hill, já está na Netflix

Maniac é uma das apostas da Netflix para os próximos meses. Estreia-se esta sexta-feira e tem tudo para ser um sucesso, pelo menos a julgar pela ficha técnica. A oscarizada Emma Stone é a protagonista desta minissérie de dez episódios, ao lado de Jonah Hill, que também já foi nomeado para um Óscar. O elenco inclui ainda Sally Field (mais um Óscar), Justin Theroux, que esteve magnífico em The Leftovers, Jemima Kirke, de Girls, e mais outros valores seguros. Além disso, o realizador é Cary Fukunaga, que filmou a primeira temporada de True Detective, e Patrick Somerville, outro veterano de The Leftovers e não só, é o argumentista. O ponto de partida do entrecho é um ensaio clínico que promete curar todos os problemas (mentais e emocionais) dos pacientes, supostamente sem riscos nem efeitos secundários. Mas as coisas não são tão simples como parecem, e os personagens dão por si a ser transportados para outros mundos e situações. Ainda que tudo esteja a acontecer apenas na cabeça deles. E o que começa por ser uma meditação sobre as formas como lidamos ou evitamos lidar com as doenças psicológicas, num contexto próximo da ficção científica, não tarda em tornar-se numa análise dos limites dos géneros e formatos narrativos audiovisuais. Sempre com o coração no sítio certo. Maniac adapta uma série norueguesa do mesmo nome, criada por Hakon Bast Mossige e Espen PA Lervaag, que é também o protagonista. As semelhanças entre as duas parecem, porém, resumir-se ao facto de um ho

Há mar e mar, há MEO e sereias a matar
Filmes Há mar e mar, há MEO e sereias a matar

Uma sereia assassina que ataca fora de água. Parece piada, mas não é. Do MEO, que gosta de tratar os clientes como convidados especiais, e do canal que nos dá A Guerra dos Tronos chega uma app exclusiva que lhe dará acesso à mais recente aposta do SYFY: Siren, a série sobre uma cidade obcecada pelos mitos antigos que envolvem sereias e que fica de pantanas quando um destes seres aparece em terra. Esqueça tudo o que acha que sabe sobre sereias – e tenha medo, tenha muito medo. A série, criada por Dean White (The 100 e Era Uma Vez), só estreia no dia 25 às 22.15, mas no MEO vai poder ver o primeiro episódio já esta quinta-feira, qual antestreia onde o convidado VIP é você – basta para isso premir o botão azul do comando MEO. Mas há mais: à medida que os episódios vão para o ar, chegam depois a esta aplicação. No final, os dez episódios vão estar disponíveis durante várias semanas (de 23 de Outubro a 23 de Novembro), o que significa que se quiser até pode esperar para fazer uma maratona (num fim-desemana resolve isso!). Em Siren não há lugar para o imaginário que a Disney nos deixou. Aqui não mora a Ariel rodeada de peixinhos coloridos e o oceano está longe de ser um reino encantado. O melhor conselho que lhe conseguimos dar é para esperar o inesperado – onde é que já vimos isto? Ryn, interpretada por Eline Powell, actriz que curiosamente também teve um pequeno papel em A Guerra dos Tronos, dá à costa de Bristol Cove, uma terra piscatória conhecida pelas s

"A Guerra dos Tronos" regressa triunfante aos Emmys de "The Marvelous Mrs. Maisel"
Notícias "A Guerra dos Tronos" regressa triunfante aos Emmys de "The Marvelous Mrs. Maisel"

Depois de ter estado ausente da cerimónia do ano passado por se ter estreado mais tarde do que é habitual, A Guerra dos Tronos regressou aos Emmys e levou para casa o prémio mais cobiçado da noite: melhor série dramática. Do lado da comédia, The Marvelous Mrs. Maisel foi o grande destaque ao conquistar cinco estatuetas. No ano em que a festa começou com uma ode à diversidade, os prémios foram, na verdade, bem distribuídos com a Netflix e a HBO a empatarem na soma final: as duas produtoras venceram 23 Emmys cada. O destaque vai para a série fenómeno da HBO, adaptada dos livros de fantasia de George R.R. Martin, que valeu ainda a Peter Dinklage (Tyrion Lannister) o prémio de Melhor Actor Secundário numa Série Dramática. Dinklage estava nomeado pela sétima vez e já tinha conquistado esta distinção em 2011 e 2015, sempre com o mesmo papel. No total, contando com as categorias técnicas, A Guerra dos Tronos conquistou nove estatuetas. Logo atrás ficou o programa de variedades Saturday Night Live com oito prémios, seguido então de The Marvelous Mrs Maisel, que além de Melhor Série de Comédia deu à sua protagonista, Rachel Brosnaha, o Emmy de melhor actriz, e a Alex Borstein o Emmy de melhor actriz secundária. A série venceu ainda nas categorias de argumento e realização num ano em que Veep ficou de fora por não ser elegível, à semelhança do que aconteceu no ano passado com A Guerra dos Tronos. Outro dos grandes destaques da noite foi para American Crime St

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Arte e Cultura

Youth: esta peça de teatro é um jogo e você decide o final
Notícias Youth: esta peça de teatro é um jogo e você decide o final

Youth, nova peça da [In]quietArte com encenação de Leonardo Garibaldi, está no CAL – Primeiros Sintomas. Fizemos parte deste jogo-espectáculo passado numa casa onde o público tem um papel decisivo. Primeiro o público escolhe o moderador de entre um lote de seis actores. Depois, aquele a quem saiu a fava dá letras (A, B, C, D, E) enquanto anuncia – assim entre o tom de voz de videojogo e uma gravação de apoio ao cliente, se quer que este actor seja a personagem A prima a tecla zero – que neste espectáculo não há tempo. Há um grupo de amigos, que também são letras/personagens, que vem passar uns dias de Verão à casa de família de um deles a 300 quilómetros de Lisboa. Isso sabemos. O resto, o que vai acontecer, saberemos depois. Mais: escolheremos mais tarde. Sim, que Youth, espectáculo da estrutura [In]quietArte de Leonardo Garibaldi e Filipe Abreu, é mais uma experiência do que uma narrativa. A encenação é precisamente de Leonardo Garibaldi e o texto, bom, o texto não existe. O moderador dá a ordem para que se faça a primeira cena. Os amigos entram na tal casa e o anfitrião sugere as regras de utilização, normalmente todos se descalçam, conhecem a casa de banho, o quarto, a varanda, a cozinha, a sala. Montam-se as camas – aquela coisa improvisada com colchões tripartidos e sacos-cama – e vai-se comprar o jantar. Ora estas são algumas das marcações definidas, mas tudo o que é dito pelo elenco é dito de improviso e a cada récita a coisa pode ir de “há wi-fi?” a “estou a ten

Teatro: é só rir com estas cinco comédias em Lisboa
Teatro Teatro: é só rir com estas cinco comédias em Lisboa

Uma boa comédia, daquelas com observações actuais e inteligentes, mas sem pretensões pedagógicas, nem mensagem, nem nada dessas coisas, uma coisa mesmo só para entreter sem ser totalmente parva, é difícil de encontrar. Mas que há teatro assim, isso há. Estas cinco comédias em Lisboa têm textos e actores com montes de graça. E o melhor é que não se deixe dormir porque as salas costumam encher – é provável até que algumas datas já estejam esgotadas. Aproveite porque algumas já estão nas suas últimas apresentações. Já sabe onde se vai rir? Recomendado: As peças de teatro que tem de ver nos proximos meses

As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses
Teatro As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses

Assim como as férias dos políticos e as compras do regresso às aulas, há tradições que são para manter. Setembro já cruzou a porta do quintal e com ele voltam os teatros e as suas programações. Por aqui, esticamos isto até ao final do ano, porque a rentrée teatral vai sempre mais longe. Sim, nas próximas linhas dizemos o que não pode perder nos palcos da cidade até Dezembro, para se organizar com tempo suficiente para não utilizar a falta de tempo como desculpa para falhar. Que venha de lá esse teatro. Do Teatro Nacional D. Maria II à Culturgest, são sete as casas de teatro (e dança) que analisamos para levantar o pano para os próximos meses em cena. Espreite e aponte o que mais lhe entusiasma. Estas são as peças de teatro que tem de ver nos próximos meses. Como perceberá, os palcos estão em grande. E as cadeiras chamam por nós. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana
Arte Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Temos mais de duas mãos cheias de exposições para provar que está bem enganado. Queremos ajudar a tornar os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly). Com tantos museus e galerias na cidade, não há como não ter o que ver. Não queremos que se perca e por isso dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa, ainda por cima o calor está aí, não há desculpas para não sair de casa.  Recomendado: Exposições que tem de ver até ao fim do ano em Lisboa

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Música

Os discos para ouvir até ao final do ano
Música Os discos para ouvir até ao final do ano

Há vários grandes lançamentos nacionais agendados para os próximos meses, ainda que sem títulos nem datas finais. Em Outubro, o popular fadista/cantor de música popular António Zambujo vai lançar o primeiro álbum de originais desde Rua da Emenda, de 2014. Boss AC, que este ano já nos deu o EP Patrão, também deve editar um novo disco pela Universal, tal como Luísa Sobral. E em Novembro é a vez de Pedro Abrunhosa partilhar com o público o sucessor de Contramão, de 2013. O mais aguardado, porém, é mesmo o primeiro álbum em nome próprio de Manel Cruz, ex-Ornatos Violeta, que também deve sair este ano. Na colheita estrangeira destacam-se os novos discos dos Mudhoney, Cat Power, Elvis Costello & The Imposters e mais gente boa.

Sete obras clássicas perdidas e achadas
Música Sete obras clássicas perdidas e achadas

A História da Música contabiliza uma formidável quantidade de música que se perdeu, em resultado de incêndios, terramotos, guerras e pilhagens, mas também de inimigos mais discretos, como peixinhos-de-prata e fungos. A incúria desempenhou um grande papel nestas perdas. Certamente que houve partituras vendidas a peso para serem convertidas em pasta de papel, e outras que serviram para embrulhar manteiga nas mercearias. E a partir do período Romântico, também os próprios compositores, atormentados pela ideia de deixar atrás de si obras que não os mostrassem no seu melhor, destruíram muita da sua produção, sobretudo obras de juventude. Ainda hoje há pelas bibliotecas e arquivos da Europa imensas partituras de óperas, cantatas, sinfonias e concertos dos períodos barroco e clássico – épocas marcadas por uma extraordinária produtividade – de compositores menos conhecidos que aguardam que alguém lhes remova a poeira e as faça ouvir pela primeira vez em dois ou três séculos, mas não será rigoroso classificar todas estas obras como “perdidas”, pois de muitas conhece-se a existência e só aguardam apenas que alguém volte a dar-lhes atenção. É o que faz o pianista russo-americano Kirill Gerstein, que traz à Gulbenkian um programa que inclui uma peça de Debussy que andou desaparecida durante 84 anos.

Adeus Verão, olá festivais de Outono
Música Adeus Verão, olá festivais de Outono

Antigamente, em Portugal, falar em festivais de música ou em festivais de Verão era quase a mesma coisa. Mas há cada vez mais festivais de música durante o resto do ano. Sobretudo no Outono. Do Santa Casa Alfama, anteriormente conhecido como Caixa Alfama, que enche as ruas do bairro de fado e que este ano trocou o final do Verão pelo início do Outono, ao Super Bock em Stock, que se impôs durante anos como Vodafone Mexefest e calha mais uma vez naquela altura em que o Outono começa a virar Inverno, passando pelo OUT.FEST, o Jameson Urban Routes ou o Misty Fest. Eis os festivais de Outono a não perder em Lisboa. Recomendado: Concertos em Lisboa

10 Stabat Mater que precisa de ouvir
Música 10 Stabat Mater que precisa de ouvir

Que relação tinha Jesus com a sua mãe? Hoje, alimentados por alguns séculos de representações artísticas, elucubrações teológicas e outras ficções, podemos ser levados a pensar que eram muito próximos, mas a verdade é que as Sagradas Escrituras são quase completamente omissas sobre o assunto. Se a religião cristã nascera com forte pendor misógino, o século IV assistira à tentativa de “inclusão” das mulheres através da figura da “mãe misericordiosa” (mater misericordia), que ganharia mais consistência na Idade Média com o estabelecimento de um paralelismo entre o sofrimento de Maria perante a cruz e a gratidão e veneração do crente perante o sacrifício de Jesus, associação que atribuiu a Maria o papel de co-redentora dos pecados da humanidade. Esta visão é consubstanciada no hino católico Stabat Mater, datado do século XIII e atribuído ao frade franciscano Jacopone da Todi (ou ao papa Inocêncio II), representando Maria devastada pela dor ao contemplar a crucifixão do filho e apelando ao crente para se comover perante esta lancinante cena. Muitos compositores musicaram o Stabat Mater, apesar de ele pôr alguns desafios, o maior dos quais é sustentar o interesse musical da obra e evitar a monotonia, quando o texto é uma imagem estática de dor, angústia e desolação, com excepção do final, em que o crente fortalecido pelo sacrifício de Cristo e respaldado na intercessão da Virgem, exprime o desejo de que “a minha alma alcance a glória do Paraíso”. Nota: os diferentes compositore

No Age: “Queríamos fazer um disco diferente do que veio antes”
Música No Age: “Queríamos fazer um disco diferente do que veio antes”

Os No Age estão de volta, depois de cinco anos de relativo silêncio editorial. E regressaram com um disco de indie rock vivo e directo, onde ouvimos ecos dos Sonic Youth e dos Fugazi, dos Hüsker Dü e dos Pavement. Falámos com o guitarrista Randy Randall em vésperas da apresentação de Snares Like a Haircut, terça-feira, em mais um Super Ballet da ZDB, com os Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs e os Sun Blossoms na primeira parte.   O disco anterior, An Object, era mais abstracto e não foi tão bem recebido como os vossos primeiros. O som mais directo do Snares Like a Haircut é uma reacção a isso? Não. Queríamos fazer um disco diferente do que veio antes, só isso. Também mudaram de editora. Porquê? Nada de mais. Tínhamos um contrato para lançar três discos pela Sub Pop e lançámos três discos. Entretanto surgiu a oportunidade de assinarmos com a Drag City, uma editora incrível, de que sempre fui fã. Estamos para lá de contentes por estar a trabalhar com eles. Demoraram cinco anos a lançar o novo disco. Porquê tanto tempo? A seguir ao lançamento de An Object passámos dois anos em digressão. Depois acalmámos um bocado, casámos, tivemos filhos e, por fim, passámos um ano a trabalhar neste disco. Junta mais uns meses para a editora meter o trabalho cá fora. Além disso, desenvolvemos alguns projectos paralelos, musicais e não só. Como vês, foram cinco anos muito atarefados. Não lançámos um álbum nesse período, mas passou a correr. Durante uns tempos cheguei a pensar que se tinh

Os concertos mais aguardados até ao final do ano
Música Os concertos mais aguardados até ao final do ano

Desde figurões do samba como Zeca Pagodinho a históricos cantauroes portugueses como Fausto Bordalo Dias (ainda por cima a cantar a sua trilogia sobre a diáspora), passando por nomes cruciais da música anglo-saxónica como os Low, há muita música para ouvir até ao final do ano. Portanto, tem de se organizar. Não faz contas para as suas contas? Não cria tópicos e lembretes telefónicos para bater tudo certo e o orçamento esticar até ao final de cada mês? É encarar os concertos como o IMI ou o IUC e escolher ao que vai. Recomendado: Sete canções indie para a rentrée

Novo vídeo dos Beach House foi filmado em Lisboa
Notícias Novo vídeo dos Beach House foi filmado em Lisboa

O teledisco de "Drunk In LA", o tema que os Beach House escolheram para apresentar o novo disco, 7, foi filmado em Lisboa.  A ideia partiu de Pete Kember, mais conhecido como Sonic Boom, o venerável músico inglês radicado em Portugal que co-produziu o último disco da banda indie de Baltimore. Foi também ele quem agora produziu, dirigiu e editou o vídeo, com o português Nuno Jardim, que filmou. "Quando [o Sonic Boom] nos enviou o vídeo, nós elogiámo-lo e comentámos a sua ambiência janada e onírica, e ele escreveu que aquilo era basicamente um dia na vida dele", pode ler-se num comunicado assinado pelos Beach House. Um dia que pelos vistos inclui, entre outras coisas, uma passagem pelo Pavilhão Chinês, um dos cenários do vídeo, e cavalos em debandada, uma imagem recorrente. "Drunk In LA" é uma das canções de 7, o mais recente álbum dos Beach House, editado em Maio pela Sub Pop. Será apresentado ao vivo em a Lisboa a 25 de Setembro, no Coliseu. Os bilhetes custam 28 euros. + Concertos em Lisboa em Setembro

Bandas de grunge: uma história em 10 canções
Música Bandas de grunge: uma história em 10 canções

Época e local: Seattle, estado de Washington, EUA, finais dos anos 80 até meados dos anos 90 Origem do nome: “Grunge” significa “sujidade, imundície, sebentice”. Consta que foi Mark Arm, que viria a ser vocalista dos Green River e dos Mudhoney, o primeiro a empregar a palavra em contexto musical, em 1981, quando dava os primeiros passos na cena rock de Seattle. O termo colou-se aos Green River e outras bandas afins activas em Seattle no final dos anos 80, mas manteve-se em circulação local durante anos, até o sucesso de Nevermind, dos Nirvana, lhe ter dado curso planetário. O termo tem, à primeira vista, um cunho depreciativo, mas como as bandas de grunge pioneiras se afirmavam em contraposição ao rock polido e tecnicamente imaculado, à música fabricada em série, aos valores burgueses e à sociedade de consumo e comungavam do espírito punk, não é de estranhar a identificação com uma palavra evocativa de desleixo, desordem e desalinhamento. Isto não quer dizer que todas as bandas catalogadas como grunge aceitassem tal designação: por um lado porque, na verdade, o termo é vago e acabou por ser aplicado a bandas com sonoridades muito diversas, por outro porque tendo muitas dessas bandas um posicionamento anti-sistema tenderiam, quanto mais não fosse por pirraça, a rejeitar o rótulo empregue pelos media do sistema para os arrolar colectivamente. Como é usual no mundo do pop-rock o termo inglês acabou por impor-se a nível global e em Portugal não foi excepção, embora seja legítim

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As melhores escapadinhas

Descobrir os Açores: as melhores coisas para fazer no Pico
Viagens Descobrir os Açores: as melhores coisas para fazer no Pico

Um estratovulcão de 2531 metros de altitude, a montanha mais alta de Portugal, o ponto mais elevado da dorsal meso-atlântica. O Pico é imponente, mas por detrás de um perfil duro está uma ilha delicada que vale a pena descobrir com calma. Todas as ilhas são, na verdade, montanhas no meio do Oceano. Mas esta parece representar esse facto da forma mais dramática possível – “estão a ver? É assim que se faz uma ilha.” Para além das lições de geologia, o Pico ensina-nos muita coisa sobre vinhos e baleias. Recomendado: 8 coisas a não perder na Terceira

Oito coisas a não perder na Terceira
Viagens Oito coisas a não perder na Terceira

Ilha número dois em número de habitantes, número um em número de festas, a Terceira é uma ilha tudo-em-um: tem praia, montanha, natureza, uma gastronomia surpreendente e um calendário de festas tão grande que pode servir de lençol. É também, ao que parece, um bom sítio para combinar a invasão do Iraque. Sejam quais forem as suas intenções, eis o que não pode perder, desde um passeio pelas entranhas de um vulcão, a experimentar a típica alcatra (que não designa um corte de carne mas um tipo de confecção), ou espreitar os imensos campos de futebol, perdão, de cultivo, que se avistam da Serra do Cume.  Recomendado: O melhor dos Açores: Guia 2018-2019

Nove sugestões de enoturismo na Península de Setúbal
Viagens Nove sugestões de enoturismo na Península de Setúbal

O que era visto como trabalho é agora motivo de romaria pelo país: as vindimas. Com data incerta (tanto podem começar em meados de Agosto como prolongar-se até Outubro), a técnica de podar as uvas, acartá-las em cestos (ou em recipientes mais modernos), deixá-las no lagar para serem pisadas numa amena cavaqueira que pinta as pernas de roxo — até se separar o vinho do mosto —, armazenar o líquido em barricas ou bacias de inox, esperando que o tempo trabalhe depressa e bem, é um ritual que está ao alcance de todos. São vários os enoturismos, adegas ou produções vinícolas com programas que permitem acompanhar o nascer do vinho desde o cacho até à garrafa. Para quem não quiser ginasticar as pernas, há soluções mais tranquilas como provas de vinho, visitas a adegas ou a tranquilidade da vinoterapia.  Recomendado: Dez filmes que têm o vinho como tema

A tranquilidade da Herdade da Ribeira de Borba
Viagens A tranquilidade da Herdade da Ribeira de Borba

Tivesse uma flauta e era um encantador de rebanhos. Sem a flauta, mas empoleirado numa espécie de trapézio suspenso, Martin O’Connel segurava uma ovelha entre as pernas, sem fazer qualquer força ou pressão, cantando umas palavras imperceptíveis para acalmar (ou seduzir) o animal. Tranquila, a ovelha esperava que a técnica do tosquiador – um apaixonado por isto de tirar a roupa a ovinos e que tem a sorte de o fazer em vários sítios do mundo, da Escócia à Suíça, passando por alguns “championsheeps” australianos – a deixasse mais leve para enfrentar o calor. Em cinco minutos, o neozelandês retirou o pêlo todo numa única peça, como aqueles tapetes sintéticos do IKEA, mas em bom.

Cinco obras de arte pública para ver em Chicago
Viagens Cinco obras de arte pública para ver em Chicago

Pode (e deve!) visitar alguns dos melhores museus de arte em Chicago, mas a sua busca pela oferta cultural da cidade não deve ficar por aqui. Passeie pelas ruas e dará de caras com esculturas de Picasso e Calder no Loop (como é conhecido o centro financeiro), uma colecção de murais em constante mudança em Pilsen e o Flyboy, de Hebru Brantley, a passear-se por cartazes e paredes em todo o lado. Há mais arte pública em Chicago do que aquela que consegue ver num dia, por isso criámos uma lista com os destaques que pode descobrir em qualquer altura do ano — e grátis! Recomendado: Porta de Embarque Time Out: Chicago

Viagens: sugestões de trilhos para fazer na Madeira
Viagens Viagens: sugestões de trilhos para fazer na Madeira

Descoberta por mar em 1419 por Tristão Vaz Teixeira, Bartolomeu Perestrelo e João Gonçalves Zarco, redescoberta por terra em 2018 pela Time Out. Andámos pelas levadas da Madeira a testar o calçado e a resistência em percursos que tanto pode fazer a andar como a correr.  Para os adeptos da marcha, da corrida, do running, do trail, do trekking, da observação de pessoas ou pássaros, sugerimos quatro percursos em vários pontos da ilha para que dê corda aos sapatos. Com maior ou menor acentuação, por baixo ou por cima das nuvens, estes trilhos vão ajudá-lo a conhecer alguns dos lugares mais bonitos da ilha da Madeira. Recomendado: Cinco sítios para comer na Madeira

Cinco sítios para comer na ilha da Madeira
Viagens Cinco sítios para comer na ilha da Madeira

A Madeira, além de ser um jardim à beira-mar plantado, é uma das regiões portuguesas mais ricas no que toca à variedade de coisas que se podem pôr no prato. A lista é longa: milho frito, peixe-espada (ou só espada como chamam os madeirenses), espetadas (em espeto de metal ou pau de louro), lapas, bolo do caco barrado em manteiga e alho, e um sem-fim de frutas a juntar aos ícones da ilha, a banana e o maracujá (não estranhe se encontrar pêra-meloa, banana-pêra ou maracujá-tomate à venda no Mercado dos Lavradores, no centro do Funchal). Siga as nossas sugestões e saiba onde reservar mesa para logo.  Recomendado: Lisboa exótica, nove lugares que parecem o estrangeiro

Hotel dos Templários: (palavras) cruzadas à beira da piscina
Viagens Hotel dos Templários: (palavras) cruzadas à beira da piscina

Não se trata do templo de Salomão, erguido em Jerusalém pelo rei que lhe deu o nome (e mais tarde destruído pelo polissílabo mais divertido que tivemos de decorar nas aulas de História, Nabucodonosor II), mas os antigos cavaleiros da Ordem de Cristo certamente que o iriam defender. O Hotel dos Templários, mesmo no centro de Tomar, tem quatro estrelas e uma valiosa cruz, a da ordem militar que foi criada para proteger os peregrinos cristãos na sua caminhada até Jerusalém – e que, actualmente em Portugal, é uma ordem honorífica presidida por Marcelo Rebelo de Sousa.

Guia de Praias de Portugal
Coisas para fazer Guia de Praias de Portugal

Estas são as melhores praias de Portugal. De alto a baixo, são 850 quilómetros de areal. Não o corremos todo de uma vez. Fomos correndo. Mas reunimos todos esses quilómetros de areia, sol e sal num guia pensado para o orientar à beira-mar. Pelo meio, descubra ainda os restaurantes e bares de praia para se pôr à sombra a petiscar e a beber um copo. Encontre-nos também nas bancas e guarde-nos no porta-luvas. Recomendado: Guia de Viagens

O melhor da Costa Alentejana
Viagens O melhor da Costa Alentejana

Fomos descendo, com vagar. Andando, parando, descobrindo, ouvindo quem sabe e assentando tudo. Sempre assim, no gerúndio, num presente distendido sem pressa nem prazo de validade, como tudo deve ser vivido na Costa Alentejana. De Melides à Azenha do Mar, com paragens em Vila Nova de Santo André, Sines, Porto Covo, Vila Nova de Milfontes, Almograve e Zambujeira do Mar, resiste ainda um paraíso manso feito de pequenos segredos para partilhar. E até para nós, que nos gabamos de conhecer cada palmo desta linha de mar, foi uma surpresa encontrar tanta coisa boa a dar à costa. Eis o melhor da Costa Alentejana. E com um bónus: os melhores hotéis onde ficar.   Recomendado: Guia de praias de Portugal

O melhor do Algarve
Viagens O melhor do Algarve

Restaurantes (novos, clássicos, premiados ou de hotel), esplanadas, bares, discotecas, lojas, hotéis e – claro – praias, muitos e muitos quilómetros de areia para estender a toalha e mergulhar, sem olhar para o relógio, como convém em tempo de férias. O nosso posto avançado de observação no Algarve juntou um conjunto de coisas que não pode perder a sul este Verão. De Barlavento a Sotavento, há muitas novidades para explorar na estação quente, além dos clássicos onde vale sempre a pena voltar para comer bem, dançar ou dormir entre idas à praia. Recomendado: Ficou por Lisboa? Descubra já o melhor do Verão na cidade. 

As melhores praias na Zambujeira do Mar
Viagens As melhores praias na Zambujeira do Mar

São (só) 212 quilómetros que separam Lisboa de um paraíso de águas cristalinas, areias soltas e formações rochosas imponentes. A Zambujeira do Mar tem uma costa rasgada e vincada, perfeita para quem gosta de explorar segredos. Acabaram-se as desculpas: faça a mala, vista o fato de banho, calce as sandálias e faça-se à estrada. Aqui não faltam areais selvagens e secretos onde pode estender a toalha. E para aproveitar o melhor que a zona tem para oferecer, nada como se deixar ficar por ali durante uns bons dias. Nestes hotéis, o difícil vai ser querer vir embora. Recomendado: Os melhores restaurantes na Zambujeira do Mar

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Os melhores hotéis em Lisboa

Os 18 melhores hotéis com spa em Lisboa
Hotéis Os 18 melhores hotéis com spa em Lisboa

Férias nem sempre são sinónimo de apanhar um avião e estender a toalha num areal qualquer por este mundo fora ou calcorrear uma grande capital europeia de manhã à noite, com medo de voltar para casa sem se ter visitado todos os highlights do momento. Por vezes convém aproveitar aqueles dias fora do escritório para simplesmente relaxar. Encoste-se para trás, coloque o pepino nos olhos, vista um confortável roupão e aprecie a música zen nos melhores hotéis com spa em Lisboa. Não se vai arrepender: afinal, são várias as razões para trocar o vale dos lençóis por estes hotéis. Recomendado: Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa

Lembra-se de quando a sua avó dizia que ia à boutique? Na altura, em tempos que a fast-fashion não dominava o mundo, uma ida a uma loja de roupa era um evento com direito a um francesismo. Algumas décadas depois, o requinte do termo alargou-se à hotelaria, passando a nomear pequenos hotéis de luxo, quase sempre discretos e com uma arquitectura de autor ou de matriz histórica. Os hotéis boutique distinguem-se também pelo ambiente acolhedor e pela descontracção que leva os hóspedes a sentirem-se em casa (mesmo estando a dividir um T15 com pessoas que não conhecem). Espreite a nossa lista com os 20 melhores boutique-hotéis de Lisboa.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

Os novos hotéis em Lisboa
Hotéis Os novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um emprego das 9 às 5 – o saudosismo por estes dias vai além das lojas de produtos tradicionais portugueses, o elogio do vintage ou a dieta da avó: há quem queira recuperar a tradição de outros tempos, em que o horário era para cumprir e os emails não chegavam fora de horas. Utopias laborais à parte, dormir num hotel pode cumprir o objectivo inicial de não ter de fazer a cama, nem de preparar uma refeição ou engomar a roupa. E Lisboa está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

Os 13 melhores hotéis com piscina em Lisboa
Hotéis Os 13 melhores hotéis com piscina em Lisboa

Meter água é das expressões mais cobiçadas durante as semanas e meses que se seguem. No fundo, sempre que o sol aparece e o tempo aquece. A cidade está cheia de fabulosos tanques, para se banhar em grande estilo e espreguiçar à vontade. Há muito para aproveitar nos hotéis de Lisboa sem precisar para isso de fazer check-in. Um mergulho nas piscinas, é só uma delas. Estes são os melhores hotéis com piscina em Lisboa. Seja para um, dois ou três mergulhos. Tudo o que quiser. Nem se vai lembrar que a praia existe. Recomendado: Os melhores hotéis em Lisboa

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis para beber um copo e lavar a vista
Hotéis Os melhores hotéis para beber um copo e lavar a vista

É um desperdício se sofrer de vertigens, porque vale a pena escalar alguns andares para aproveitar o cenário em frente. 

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Eurostars Museum: o hotel das descobertas
Hotéis Eurostars Museum: o hotel das descobertas

O acesso aos quartos é com cartão, mas a localização é a chave. O passado da cidade ribeirinha ecoa na estrutura do novo Eurostars Museum, um hotel de cinco estrelas plantado junto à margem do rio de onde Vasco da Gama e seus companheiros partiram à conquista do mundo. + Já pode visitar os achados arqueológicos deste hotel que também é um museu

Os melhores hotéis com spa em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis com spa em Lisboa

Seja para um apontamento particular ou para passar um fim-de-semana completo, estes hotéis têm a receita ideal para esquecer a loucura da cidade. Encoste-se para trás, coloque o pepino nos olhos e aprecie a música zen nos melhores hotéis com spa em Lisboa. Não se vai arrepender. Afinal são várias as razões para trocar o vale dos lençóis por estes hotéis.

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

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