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A chegada da HBO trouxe a nova temporada de True Detective. Um novo crime pede novo elenco. Falámos com Stephen Dorff, o parceiro de Mahershala Ali. A...

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Chama-se Canil e vende-se no bar com o mesmo nome, que abriu há menos de um mês na Baixa. Aqui pode adoptar novas cervejas artesanais na sua vida e há mais...

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A nova taqueria chama-se Paco Bigotes, fica em São Pedro do Estoril, e é fiel à comida mexicana. Tiago Marques, português, e Natasia Ocejo, mexicana,...

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Começou como uma banda desenhada no Instagram, até virar livro. Esta sexta e sábado, a equipa de Cartoon Called Life vem apresentar Bunny, um coelho obcecado...

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Perante uma implacável queda das vendas nos últimos tempos, o proprietário decidiu fechar portas. A loja era lugar de peregrinação, sobretudo para os...

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Projecto de reabilitação assinado pelo arquitecto Samuel Torres de Carvalho prevê a construção de 37 apartamentos no edifício da Praça D. Luís I. O Time Out...

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Pequenina, minimalista e com uma grande janela, para poder espreitar à vontade. É assim a Tigers At Play, a nova loja de São Vicente feita à medida dos mais...

Café Nicola vai ser um imóvel classificado
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A abertura dos procedimentos para a classificação do Café Nicola, um dos mais antigos de Lisboa, foi publicada esta quarta-feira em Diário da República. É o...

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Coisas para fazer em Lisboa

Uma viagem pela arte do Metro de Lisboa
Arte Uma viagem pela arte do Metro de Lisboa

São 56 as estações de toda a rede do Metropolitano de Lisboa. E todas, mas mesmo todas, são verdadeiras galerias de arte urbana, não a céu aberto, mas debaixo de terra. Artistas consagrados da nossa praça deixaram o seu cunho na história dos transportes públicos alfacinhas e, embora difícil, escolhemos sete estações que merecem um olhar especial, entre as obras de Almada Negreiros, Vieira da Silva e Arpad Szénés, Querubim Lapa, Júlio Pomar, Maria Keil, Júlio Resende ou mesmo do célebre cartoonista António Antunes. Uma viagem para apreciar e partilhar. Recomendado: Uma viagem pelo túneis fechados do Metro de Lisboa

Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa
Coisas para fazer Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

Há pessoas que acham que os adultos não devem brincar. Que existe uma data de validade para 
a diversão e, terminado esse prazo, há que viver uma vida séria, empilhando responsabilidades, suportando maus empregos e péssimos casamentos. Felizmente, há cada vez mais adultos a escapar a essa armadilha – e a brincar pela vida fora. A diversão está descentralizada, democratizou-se, e a infância é um estado intermitente que nos visita de vez em quando. Fizemos o roteiro 
da Lisboalândia, um parque de diversões disfarçado de cidade onde há muito mais para fazer para além de tocar às campainhas e fugir. Recomendado: Coisas para fazer sozinho em Lisboa

Lisboa do futuro: os 50 projectos que vão mudar a cidade
Coisas para fazer Lisboa do futuro: os 50 projectos que vão mudar a cidade

Como será Lisboa dentro de uma década? Partimos desta pergunta para reunir os projectos que vão marcar a paisagem da cidade e até a forma como os alfacinhas a vivem. Das intervenções no espaço público e na mobilidade aos investimentos privados que estão a reinventar edifícios históricos e a tornar a cidade mais alta, são 50 as obras que vão levantar muito pó até que tudo fique pronto – e seja tempo de avançar para outras.  Manuel Aires Mateus e Patrícia Barbas, dois arquitectos com obras marcantes em Lisboa, dizem-nos isso mesmo. “A cidade é feita pelo tempo, por camadas, por histórias que se contaminam e complementam”, segundo a co-autora da Torre de Picoas, edifício de 17 andares na Av. Fontes Pereira de Melo, que projectou com Diogo Seixas Lopes. “O património não tem época. Construímos património. Construímos com a convicção de contribuir para uma cidade melhor e mais qualificada.” Aires Mateus, Prémio Pessoa de 2017 e autor da sede da EDP na Av. 24 de Julho (e do controverso hotel conhecido como “mono” do Rato, assinado a meias com Frederico Valsassina), defende que “o nosso tempo precisa de se explanar. É um tempo complicado, porque é tão poderoso que pode destruir os outros. Temos de ter o cuidado de acrescentar respeitando o resto. Mas temos de construir o nosso tempo”. O arquitecto acredita, aliás, que “a Lisboa de 2030 não será muito diferente da de hoje. Terá mais camadas de contemporaneidade, mas a sua identidade vai permanecer”. “Os edifícios levam algum tempo

Lisboa vai ter 200 quilómetros de ciclovia
Coisas para fazer Lisboa vai ter 200 quilómetros de ciclovia

Chegar aos 200 quilómetros pedaláveis em Lisboa – a meta foi traçada no final de 2016 por José Sá Fernandes, vereador das Estruturas Verdes. Na altura, foram definidos seis eixos principais que atravessariam a cidade de uma ponta à outra: o Eixo Marginal, o Eixo BenficaBraço de Prata, o Eixo Alcântara-Luz, o Eixo Circular Exterior, o Eixo Central e o Eixo Olivais-Beato. À volta destes, seriam levantadas ciclovias complementares. Três anos depois, o tema vai voltar a ser o centro das atenções: em Março, a Câmara Municipal de Lisboa vai anunciar o plano de trabalhos da construção de ciclovias, que aumentará a rede de 90 quilómetros para (pelo menos) 200 quilómetros até 2021, divulgando informação relativa aos prazos e às características de cada ciclovia. Destacamos sete entre as dezenas de trajectos que vão mudar a mobilidade (e a vida) de Lisboa. Veja o mapa completo das ciclovias na plataforma da rede ciclável. Recomendado: Lisboa é a “capital da bicicleta” em 2021

Os melhores sítios para jogar bowling em Lisboa
Coisas para fazer Os melhores sítios para jogar bowling em Lisboa

Para jogar bowling, a perícia do jogador é mais importante do que ter força ou resistência física. Entretenimento milenar, contam-se que foram encontrados pinos e bolas em tumbas egípcias. Outra lenda, um tanto macabra, afirma que guerreiros de tribos antigas se divertiam após as batalhas, usando os ossos das coxas dos seus inimigos como alvo de crânios, que eram lançados colocando-se o polegar e outro dedo nas cavidades dos olhos. Felizmente, já não se joga bowling assim e, se é fã da modalidade, esta é a lista certa para si (sobretudo no Inverno, para fugir ao vento e à chuva sem renunciar de umas boas horas de galhofa com os amigos ou a família). Preparado para deitar os pinos abaixo? Eis os melhores sítios para jogar bowling em Lisboa. Brevissímo glossário de Bowling Approach: área anterior à pista até a linha de falta, onde o jogador caminha fazendo os movimentos para o arremesso. All events: total geral da pontuação de todas as partidas disputadas no evento. Back up: jogada de efeito na qual a trajectória da bola lançada com o braço direito faz uma curva à direita ou, quando lançada com o braço esquerdo, faz uma curva à esquerda. Baby split: figura formada quando restam dois pinos para a segunda jogada (podem ser os pinos 2-7 ou 3-10). É "baby" porque a distância entre estes pinos é menor do que o diâmetro da bola, tornando possível derrubá-los fazendo a bola passar entre eles. Blind: pontos do jogador ausente numa rodada de um torneio ou campeonato. Geralment

Uma viagem pelos túneis fechados do Metro de Lisboa
Atracções Uma viagem pelos túneis fechados do Metro de Lisboa

Os últimos comboios a circular nos subterrâneos de Lisboa partem de cada estação terminal por volta da 1.00 da madrugada. Meia hora depois, quando os passageiros já estão todos à superfície, recolhem às oficinas da Pontinha. A corrente eléctrica é desligada nas linhas e entra em circulação uma locomotiva a diesel, que acompanha os trabalhadores que fazem a manutenção da rede nas galerias vazias. Este trabalho no Metro é invisível às centenas de milhares de passageiros que a ele recorrem para percorrer a cidade durante o dia. A Time Out acompanhou estas operações de manutenção da linha, que é feita ao longo da madrugada para garantir o bom funcionamento de carris, sinalizações e sistemas elétricos. Tudo ao som do motor da locomotiva e orquestrado pelo inspector de via, numa obra verdadeiramente sincronizada. No fim, uma composição electrificada percorre todas as linhas para garantir que não existem perturbações – e que a circulação de passageiros pode ser retomada às 6.30, quando as estações voltam a abrir ao público. Os trabalhos de reparação continuam durante o dia, à superfície, no Parque de Material e Oficinas III do Metropolitano de Lisboa, na Estrada da Pontinha. Uma reportagem para ler na revista desta semana, com um tema dedicado à Lisboa subterrânea.

Os melhores eventos em Lisboa em Fevereiro
Coisas para fazer Os melhores eventos em Lisboa em Fevereiro

O frio e a chuva desmotivam qualquer um. E, nesta altura do ano, não é difícil uma pessoa dar por si a pensar que não há nada melhor para fazer do que ficar sossegado em casa, com uma bebida quente nas mãos, uma manta fofinha nas pernas e uma série das boas na televisão (ou computador ou qualquer outro ecrã). Mas o que é certo é que há coisas melhores para fazer em Lisboa: exposições para visitar, peças para ver, concertos para ouvir, tudo e mais alguma coisa para se entreter. É só passar os olhos por esta lista de eventos em Lisboa em Fevereiro e escolher.  Recomendado: O melhor dos bairros em Lisboa

Há mais de 50 anos, os autocarros da Carris eram assim
Coisas para fazer Há mais de 50 anos, os autocarros da Carris eram assim

A Carris anda nestas lides desde 1872, data em foi fundada no Rio de Janeiro pela Companhia Carris de Ferro de Lisboa. Muita coisa mudou desde então – pelo caminho a Carris ganhou um museu próprio, que celebra agora celebra 20 anos. E é a propósito desta comemoração, traduzida também na exposição “Ofícios da Companhia”, que fomos vasculhar os primórdios da empresa – que é como quem diz, fomos descobrir como eram os autocarros de antigamente. Falamos de veículos dos anos 30, 40, 50 e 60 que corriam as principais artérias lisboetas apinhados de gente (não muito longe do que acontece agora nos amarelinhos). Por Lisboa passeavam-se autocarros de dois andares, imponentes e elegantes, com linhas semelhantes às de carros antigos – como aqueles que hoje vêem em desfiles de clássicos. E até a publicidade que lhes ocupava as faixas laterais era pintada à mão. Descubra tudo na fotogaleria acima. Recomendado: A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

O melhor do Brasil em Cascais
Coisas para fazer O melhor do Brasil em Cascais

A história de amor e desamor (todos os bons namorados têm os seus arrufos) entre o Brasil e Portugal tem mais de quatro séculos e as notícias dos últimos dias dão conta de que há cada vez mais brasileiros a mudar-se de lá para cá. No consulado de Portugal em São Paulo, os pedidos de cidadania confirmam a nova tendência. Embora ainda não se saiba quantos já cruzaram o oceano, sabemos que são mais de 35 mil a residir em Lisboa; e a procura de moradias na linha de Cascais também não pára de aumentar. Com a invasão (bem-vinda, se perguntarem a quem vos escreve), celebra-se também a chegada de uma experiência de diversidade que vale a pena celebrar, muito para além das havaianas – a que não resistimos no Verão – ou dos brigadeiros – hoje incorporados em quase todos os cafés lisboetas, para saborear durante o ano inteiro. Sendo assim, o melhor é não tirar um cochilo (tradução: já não tem idade para sestas) e ir ver o que anda a rolar para os lados de Cascais.  Não perca também a edição desta semana para descobrir as festas e os concertos, restaurantes, lojas e tudo o que de bom o Brasil nos trouxe para Lisboa. Recomendado: Três sítios para comer moqueca

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Cinco passeios em Lisboa para fazer esta semana
Coisas para fazer Cinco passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). Quanto ao kit de sobrevivência, calçado e roupa confortável são recomendação da praxe. Combine o melhor dos cenários com a história e o exercício físico e desfrute dos melhores passeios e caminhadas. Recomendado: Os melhores passeios para fazer em Lisboa

As melhores noites africanas da cidade
Noite As melhores noites africanas da cidade

Habitualmente, a temperatura arrefece à noite. Mas estas festas africanas são excepções à regra. Kizomba, kuduro, funaná, mornas, semba, afro-house... Há pistas de dança bem quentes – com música ao vivo ou DJ sets suados – para todos os apetites. Ensaie o seu melhor movimento de anca e prepare-se para viajar de Cabo Verde a São Tomé, de Angola a Moçambique, sem sair da capital portuguesa. Damos-lhe três sugestões de sítios onde pode dançar pela noite dentro em quase todos os dias da semana. Estas são as melhores noites africanas de Lisboa. Divirta-se. Recomendado: Os melhores restaurantes africanos de Lisboa

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Comer & Beber

4 razões pelas quais a cerveja sem álcool é uma das tendências do ano
Bares 4 razões pelas quais a cerveja sem álcool é uma das tendências do ano

É mais saudável. Uma alternativa aos refrigerantes com uma vantagem extra: não tem álcool e preserva exactamente o mesmo sabor de uma cerveja convencional. Podemos até pensar na cerveja sem álcool como uma bebida fresca de cevada e malte – cereais líquidos! A Heineken 0.0, que chegou este ano ao mercado português tem apenas 53 calorias por garrafa.   Serve qualquer ocasião. Uma cerveja sem álcool adapta-se a todos os momentos do nosso dia-a-dia – ok, excepto o pequeno almoço. A Heineken 0.0, por exemplo, pode ser bebida ao almoço, ao jantar ou pela noite fora, sem nunca nos termos de preocupar com a viagem de volta para casa, o teor de álcool no sangue e todos os constrangimentos das bebidas alcoólicas.   Tem um óptimo sabor. Hoje em dia é difícil distinguir uma cerveja sem álcool de uma cerveja normal. A Heineken 0.0 é uma cerveja aromática que não perdeu nenhum do seu sabor -- mesmo depois do processo de desalcoolização.   É uma tendência. Para além da Heineken há outras marcas históricas de cerveja a apresentar as suas versões não alcoólicas. O preconceito para com as cervejas 0,0% começa a desaparecer.

Os melhores restaurantes alentejanos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes alentejanos em Lisboa

Não precisa de pegar no carro e fazer-se à autoestrada para comer à grande e à alentejana. Da Casa do Alentejo ao Zé Varunca, passando por clássicos como O Galito e O Magano, o que não falta em Lisboa são bons restaurantes alentejanos, onde é possível provar os melhores pratos da região – a começar pelos torresmos e queijos da terra, continuando pela açorda e restantes sopas de pão, umas migas com entrecosto frito ou uns ovos com espargos. Para já nem falar na sericaia com ameixas. Há muitos sítios onde pode provar estas e outras iguarias, e estes são os melhores. Recomendado: Os melhores sítios para comer sopa de tomate alentejana

Os melhores restaurantes para comer comida coreana em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes para comer comida coreana em Lisboa

Não é fácil encontrar restaurantes de apenas comida coreana autêntica no centro de Lisboa – mas a riquíssima gastronomia da Coreia está a ganhar seguidores e importância na cena gastronómica da cidade e já há várias opções para arriscar e provar. Neste roteiro, identificámos dois restaurantes coreanos, um em Odivelas, outro no food court do Mercado Oriental, no Martim Moniz. Mas se é fã destes sabores, há maneira de comer alguns pratos típicos nos bons pan-asiáticos que proliferam em Lisboa. Junte ao seu vocabulário gastronómico os nomes kimchi, bibimbap, japchae ou gojuchang, coma novos caldinhos, massas ou pratos de conforto.  Recomendado: Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Os melhores bares de vinho em Lisboa
Bares Os melhores bares de vinho em Lisboa

Lisboa foi eleita um dos melhores destinos vínicos do ano no último número da Wine Enthusiast, revista de referência internacional no sector vitivinícola. Entre elogios à intersecção entre a “preservação do património” e a “bem-vinda mudança”, destaca-se “a posição de Lisboa ao longo do Atlântico” e as vinhas de Colares, com castas como Ramisco para “tintos saborosos” e Malvasia para “brancos salinos”. Não será de estranhar, por isso, que os bares de vinho (ou wine bars), garrafeiras e lojas da especialidade estejam cada vez mais na moda. Nesta lista, para se aconchegar ao fim do dia, reunimos os melhores bares de vinho da cidade, às vezes acompanhados de petiscos igualmente saborosos. Recomendado: Os melhores cursos de vinhos em Lisboa

As melhores tartes de amêndoa em Lisboa
Restaurantes As melhores tartes de amêndoa em Lisboa

Quando se trata de avaliar uma simples tarde de amêndoa, a fasquia sobe, porque nenhuma é tão boa como a da mãe, a da avó ou a que a madrinha fazia. A base tem de ser molhadinha q.b, ter uma cobertura estaladiça mas igualmente húmida, bem caramelizada mas com sabor forte a amêndoa. Bem sabemos que linha entre uma boa tarte e uma com uma base dura ou um nível de amêndoa desadequado é muito ténue, por isso a equipa Time Out foi à prova. Elegemos estas como as melhores tartes de amêndoa em Lisboa. Ala, que se faz tarte. Recomendado: As melhores pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

Os melhores cafés em Lisboa
Restaurantes Os melhores cafés em Lisboa

Ir ao café é um hábito bem português, ainda que ao longo dos anos os cafés se tenham transformado, acompanharam os tempos, vestiram outras modas e até ritmos de além-fronteiras. Até já há cafés que se chamam café sem servir o dito, mas mantendo a tradição do encontro. Seja para tomar o pequeno-almoço, lanchar com a família, fazer uma refeição ligeira, trabalhar, para se iniciar no universo dos baristas, encontrar amigos ou mostrar tudo isto nas redes sociais (para isso também vale a pena espreitar a nossa selecção dos cafés mais instagramáveis). Corremos os bairros e encontrámos os lugares que não dispensamos na hora da bica. Estes são os melhores cafés em Lisboa.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa 

Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Ter de comer as verduras todas até ao fim com sacrifício é coisa da infância e nos melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa é também coisa do passado. Não vai encontrar aqui vegetais cozidos sem sal, tofu grelhado sem graça ou aquela omelete de última hora servida com salada mista para quem não come carne nem peixe. Se não acredita, explore esta lista com os 19 melhores restaurantes vegetarianos da cidade capazes de tornar as couves de bruxelas em verdadeiras estrelas de passerelle – e que, ainda por cima, lhe vão fazer bem à saudinha.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Arkhe: o novo restaurante vegetariano com cozinha de autor
Notícias Arkhe: o novo restaurante vegetariano com cozinha de autor

Comer as verduras todas até ao fim com sacrifício é coisa do passado e o chef João Ricardo Alves quer acabar com preconceitos com a sua cozinha de autor vegetariana. Inês Garcia (texto) e Manuel Manso (fotos) foram conhecer o novo Arkhe, em Santos. João Ricardo Alves não é fundamentalista nem 100% vegetariano, mas acredita que “é preciso quebrar a ideia que precisamos de proteína animal todos os dias. Isso é uma ilusão”. Por isso abriu o Arkhe, um restaurante de cozinha vegetariana de autor, em Santos, no lugar do antigo Pachamama, o restaurante biológico que se especializou em pão. Fotografia: Manuel Manso As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, o espaço está luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. João começou idealizar este restaurante quando voltou de Bali, onde trabalhou no Fivelements, um resort com um restaurante de renome no mundo do vegetarianismo. “Cheguei em Novembro de 2017 e não achei nenhum projecto extraordinário. Havia coisas interessantes, mas tinha de trabalhar o peixe ou a carne. Então comecei a fazer uns pop-up dinners n’A Sociedade [o pólo criativo no Príncipe Real], sem lhes chamar vegan, eram plant-based”, relembra o chef de São Paulo. O primeiro correu tão bem (teve até a presença de Bela Gil, guru da alimentação saudável e natural no Brasil) que repetiu a fórmula 12 vezes, sempre com os lugares esgotados, e já numa espécie de testes para o restaurante que está agora em r

O Elefante Branco mudou-se, mas o bife “está melhor que nunca”
Notícias O Elefante Branco mudou-se, mas o bife “está melhor que nunca”

Depois de dois anos encerrado, o mítico clube nocturno alfacinha mudou de morada mas só andou 50 metros no mesmo bairro. Falámos com um dos sócios do novo espaço, um antigo frequentador que diz que o bife está melhor que nunca. Luís Torres já foi relações públicas do Body Club, já trabalhou no Black Tie, em casas nocturnas como o Pantera e o Déjà-Vu, já foi chefe de sala da pastelaria Colombo e também já trabalhou no antigo restaurante Saraiva’s, “uma referência em Lisboa”. Ao todo são 30 anos de um currículo nocturno que agora ganha um nome com ainda mais peso: o do Elefante Branco. O Trombinhas, como era chamado pelos frequentadores, inaugurado em 1978 (e reinaugurado com outra gerência em 1986), fechou portas na antiga morada na Rua Luciano Cordeiro no fim de 2016. Na altura, Luís Torres e outros dois sócios tinham adquirido um espaço ali bem perto, na Rua do Conde de Redondo, e andavam “à procura de um nome para associar à casa”, conta. “Por divergências entre os sócios, o Elefante Branco entrou em plano de insolvência e a marca era registada”, conta. “Quando surgiu a hipótese, comprámos a marca. Tínhamos consciência de que era um ícone da cidade de Lisboa, uma casa muito conhecida no meio, e quisemos recuperar o nome que já existia na praça há tantos anos.” ©Ruy Coelho Foi assim que o antigo Elefante Branco viajou uns “50,70 metros” para se instalar neste novo espaço que abriu portas na quarta-feira passada 
e onde não falta um elefante branco em mármore no hall

O porco do Ano Novo Chinês é para comer no menu especial do KIN
Notícias O porco do Ano Novo Chinês é para comer no menu especial do KIN

O ano do porco, animal associado à abundância, está a ser celebrado no restaurante asiático do Topo, no Martim Moniz, com sete novos pratos da sorte até 17 de Fevereiro. Como no zodíaco chinês todos os anos são também influenciados por um de cinco elementos, há money bags para satisfazer a necessidade de bem-estar financeiro do Porco de Terra. Segundo uma antiga lenda da mitologia chinesa, o Imperador de Jade, senhor dos céus e da terra, não tendo oportunidade para visitar o rés-do-chão dos seus domínios, convidou todos os animais a visitá-lo no seu palácio celestial. Feliz por terem acedido ao seu pedido, ofereceu a cada um dos presentes um ano do zodíaco chinês, de acordo com a ordem de chegada: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Galo, Macaco, Cão e Porco. No calendário oriental, 2019 representa por isso o fim de um ciclo, que se fecha com o Porco de Terra, favorável ao término de relações – excepto com o prazer de comer, razão por que o KIN celebra o Ano Novo Chinês com um menu especial, sem preço único para que possa provar o que quiser. Não há vista para o castelo, já se sabe, mas ainda bem, porque o que se quer é a experiência imersiva de mergulhar na cozinha condimentada de um outro continente. Depois de se passar a porta adornada a néon vermelho, «Kin» – expressão para comer em tailandês – a letras iluminadas, é o dragão a decorar o tecto, de uma ponta a outra, (não interessa se é a primeira ou a décima quarta vez) a prender a atenção. Há po

Restaurantes para comer lampreia em Lisboa
Restaurantes Restaurantes para comer lampreia em Lisboa

A maioria dos exemplares deste bicho feio vem do Minho. Tem dentes e é esquisito, admite Augusto Porto, presidente da Associação dos Pescadores do Rio Minho e do Mar, mas é simples de manear. "É uma espécie única, do tempo dos dinossauros, e é uma sanguessuga, alimenta-se através da sucção dos outros animais e utiliza o percurso dos outros animais para se transportar a ela própria", explica Augusto.  E o que é essencial para um bom arroz de lampreia? Augusto responde: "Uma boa lampreia também tem a ver com o saber amanhar. Tem várias tripas com fel e o não saber abrir a lampreia e retirar essas tripas vai fazer com que o arroz não tenha a mesma qualidade e pode tornar-se amargo. Mas é uma carne que dá para confeccionar de muitas formas. Até em escabeche e enlatada já existe." Nesta lista encontra onze restaurantes que não tiveram medo do bicho feio e que já o estão a servir, no esperado arroz ou à bordalesa. 

Restaurantes com menu do Dia dos Namorados
Restaurantes Restaurantes com menu do Dia dos Namorados

Os restaurantes em Lisboa não perdem uma oportunidade para criar menus especiais para o dia mais romântico do ano (ou piroso, como queira). Em regra, não são baratos. Mas prometem fazer milagres pela sua vida amorosa. Há de tudo e a maioria são criações exclusivas para esta noite, afinal é quando muitos gostam de puxar pelos galões e pela criatividade dos chefs, no caso do fine dining, mas garantimos que não é só show-off e se não sair de casamento marcado, sai de barriga reconfortada. Reserve já a sua mesa num destes restaurantes com menu do Dia dos Namorados em Lisboa. 

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Queridos, mudámos o Mercado
Restaurantes Queridos, mudámos o Mercado

Estão abertos quase 365 dias por ano, de tal forma que até podiam ser chamados de “o mercado que nunca dorme”, mas há alturas em que é preciso mesmo fechar portas para fazer trabalhos de manutenção que vão melhorar a experiência de quem os visita. Foi o que aconteceu em Janeiro quando o Time Out Market fechou dois dias para limpeza e manutenção e, em alguns espaços, parecem ter passado aqueles programas do tipo “extreme makeover”. Ficam os resultados para apreciação. Recomendado: Time Out Market: o melhor dos próximos dias

As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market
Restaurantes As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market

Há quem corra, quem se cole à lareira ou ao aquecedor, ou quem dê saltinhos, tudo em prol de aquecer nos dias mais frios. No Time Out Market temos outras ideias para fazer subir a temperatura corporal. Com ou sem álcool, é como quiser e lhe apetecer. Não é novidade que por aqui não falta nada, seja vinho quente ou chocolate quente ou até mesmo um chá com Licor Beirão (sim, leu bem). Aí vão três bebidas para se aquecer no Time Out Market. Recomendado: Time Out Market – O melhor dos próximos dias

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Fevereiro
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Fevereiro

O ambiente na Academia Time Out nunca arrefece. Em Fevereiro, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o mês em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas cookies americanas? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Fevereiro em Lisboa

As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market
Restaurantes As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market

Se dúvidas existissem de que o quiosque da Taylor’s, que abriu no Time Out Market, foi um óptimo casamento, aqui ficam as provas de que os vinhos do Porto de uma das mais antigas marcas do mundo casam bem com qualquer produto do Mercado. Recomendado: O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

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Bilheteira Time Out

António Zambujo
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António Zambujo

Em qualquer latitude, a música de António Zambujo prima pela beleza e pelo apuro. Com a melancolia na medida certa, a entoação...

A Verdade/A Mentira
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A Verdade/A Mentira

A nova estreia do Teatro Aberto são duas. Um dois-em-um, no fundo. A Verdade e A Mentira, do francês Florian Zeller, estarão ambas em...

O Feiticeiro de Oz
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O Feiticeiro de Oz

Dorothy e os seus sapatinhos vermelhos estão de volta, desta vez a Carnide ao Teatro Armando Cortez, pelas mãos do Teatro Infantil de Lisboa....

Os Aliens
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Os Aliens

Em Os Aliens – peça de Annie Baker que está no Teatro da Politécnica, com encenação de Pedro Carraca –,...

MGDRV
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MGDRV

Exactamente quatro anos depois do primeiro concerto, a 28 de Fevereiro, os MGDRV (lê-se “Mega Drive”, como a consola da Sega) voltam ao...

Dead Combo
icon-location-pin Santa Maria Maior
Dead Combo

Em Odeon Hotel, editado ano passado, a música dos Dead Combo aponta para as mesmas coordenadas de sempre, lisboeta mas aberta ao mundo. Mas...

À Espera de Beckett ou Quaquaquaqua
icon-location-pin Grande Lisboa
À Espera de Beckett ou Quaquaquaqua

Esta peça, diz o autor, “é antes de mais uma homenagem a Ribeirinho.” Porquê? Porque a obra do actor e encenador Francisco...

A Mentira
icon-location-pin Campolide
A Mentira

Há coisas que parecem simples. Por exemplo: a verdade e a mentira, isto é, o bem e o mal, são princípios universais. A...

Boudoir
icon-location-pin Chiado
Boudoir

Ora aqui está uma celebração da liberdade do corpo e do pensamento na sociedade contemporânea, a partir de A Filosofia na Alcova...

António Chainho
icon-location-pin Benfica/Monsanto
António Chainho

Mestre da guitarra portuguesa, alentejano de gema mas lisboeta de coração, António Chainho é um dos mais celebrados compositores...

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

Volta e meia, ficamos pela zona de conforto. Ali onde se arrisca menos e é mais fácil ser feliz. É aí que voltamos nesta edição, com uma colecção de grandes exemplares de comida de tacho em Lisboa. Uma carta que atravessa tascas e mesas de chef e que, mesmo ousando algum exotismo, se concentra na cozinha tradicional. Olhando este menu, é bem possível que reconheça a sua comida de conforto, que esbarre numa memória perfeita, que se sinta de volta onde já foi feliz. Foi o que nos aconteceu nesta semana de tantas voltas. Para desmoer da tachada, damos a volta a Lisboa em bicicleta. Daqui por dois anos, a cidade terá já 200 km de ciclovias e nós mostramos-lhe até onde vai ser possível pedalar. Depois pomos dois críticos de cinema a adivinhar quem vai ganhar os Óscares e a dizer quem merecia ganhar: não há volta a dar, eles não se põem de acordo. Falamos-lhe também das Noites Príncipe, que celebram dez anos e voltam a animar a cidade, e voltamos ao encontro de Sérgio Godinho, que volta às grandes salas. Ainda visitámos o Manicómio, uma nova galeria e ateliê onde os artistas assumem a loucura diagnosticada e lutam pela inclusão recusada. Voltámos de lá fascinados e com a sensação de que, por mais voltas que a gente dê, esta cidade continuará a surpreender-nos. Boa semana e volte sempre. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. Esta revista vale uma refeição no Ararate, uma experiência Fado Vadio da Lisboa Antiga, uma sessão da Mission to Escape, um circuito Yellow Boat Tour

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

Guia de Hotéis 2019
Guia de Hotéis 2019

A Time Out diz-lhe tudo sobre a sua cidade, incluindo como fugir dela. Desde o final de 2017 que todas as nossas edições em Lisboa e no Porto fecham com um Plano de Fuga e ao fim  de tanta viagem somamos já um bom repertório de evasões e escapadinhas para todos os pontos do país. É dessa experiência que nasce a primeira edição deste guia. São mais de 70 hotéis, turismos rurais e guesthouses para descobrir por todo o país. E estes hotéis são dos melhores. É verdade, confessamos, que a tentação de subtrair uma letrinha à frase anterior é grande. Mas dizer apenas que estes hotéis são os melhores do país não seria justo nem sério. Eles são, isso sim, os melhores de entre os muitos que a equipa da Time Out experimentou ou revisitou ao longo de 2018 e que recomenda vivamente para 2019. Quase todas essas experiências, importa dizer, foram tidas a convite e quase todas as estadias  oferecidas. Mas em nenhuma delas aceitámos reserva para uma boa avaliação ou deixámos a nossa palavra de caução. Aconteceu-nos, aliás, não escrever sobre lugares onde estivemos a convite. O que significa que sempre que escrevemos sobre um hotel, estamos já a recomendá-lo e que, de entre todos eles, estes mereceram distinção. E que, portanto, o que tem em mãos é um roteiro de grandes refúgios, feito por uma equipa de gente séria, embora um tanto vadia e dada a escapadinhas, que apenas escreve sobre o que experimenta, conhece, escolhe e avalia pessoalmente. E isso permite-nos, sem hesitação, colocar todos

Lisbon for Visitors
Notícias Lisbon for Visitors

Em 2010 a Time Out fez uma capa com o título “Tem turistas em casa?”. No mesmo ano do tremor de terra no Haiti, do eclipse solar mais longo do terceiro milénio, da vitória da selecção espanhola no Mundial da África do Sul, e do fenómeno Wikileaks, o turista era, como o amor no filme de Sofia Coppola, um lugar estranho. Nesse número há uma ilustração de uma nave espacial a sobrevoar uma casa, dotando o turista de um passaporte intergaláctico. Em oito anos Lisboa escalou tendências e tornou-se destino obrigatório de quem quer conhecer uma cidade do velho mundo repleta de mundos novos. Passear em toda a terra dos alfacinhas (os "little lettuce" dos anglo-saxónicos), e não apenas na Baixa ou em Alfama transformou-se num encontro de culturas e de linguagens: uma Torre de Babel, como a que está no Museu Nacional de Arte Antiga, pintada por Joos Momper II. É a pensar nesses aliens legais, lá dizia o Sting, que a Time Out voltou a criar uma revista com o melhor de Lisboa para quem a visita. Está escrita em inglês mas destina-se a todos os que queiram descobrir a nossa cidade. Podem começar por entrar em 101 portas lisboetas e desvendar o que escondem, almoçar numa tasca, percorrer as lojas da Avenida, provar um dos 21 pratos que seleccionámos no Time Out Market, beber um copo ao fim do dia e ver até onde a noite os leva. No dia seguinte basta abrir outra vez a revista e seguir pistas novas, podendo, quem sabe, acabar o dia a comer um travesseiro em Sintra ou a brindar com um vinho

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Cinema e televisão

E o Óscar devia ir para...
Filmes E o Óscar devia ir para...

Eurico de Barros e Joshua Rothkopf, crítico da Time Out Nova Iorque, fazem apostas sobre os vencedores desta edição dos Óscares, que acontece já neste domingo em Los Angeles, e discutem sobre quem merecia ganhar cada estatueta. Esquecendo a justiça, os dois críticos apostam ainda nos vencedores – eles nem mereciam, mas quase de certeza que vão ganhar, dizem. Mas como isto tem sempre alguma coisa de aleatório, decidimos criar um jogo do bingo para o entreter nas partes chatas da noite. A Favorita, de Yorgos Lanthimos, e Roma, de Alfonso Cuarón, são os favoritos aos prémios mais importantes de Hollywood com dez nomeações cada. Recomendado: Os injustiçados das nomeações aos Óscares

As estreias de cinema que não pode perder até Maio
Filmes As estreias de cinema que não pode perder até Maio

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas.Uma comédia satírica e surreal portuguesa que se mete com Cristiano Ronaldo, um documentário sobre o génio de John McEnroe tal como se expressava nos courts de ténis de todo o mundo, duas adaptações para imagem real de longas-metragens de animação clássicas da Disney, um thriller dramático sul-coreano, uma fita de espionagem inglesa, e os inevitáveis blockbusters de super-heróis: eis alguns dos filmes mais destacados que vão chegar aos cinemas portugueses nos próximos três meses, assinados por realizadores como Tim Burton, Guy Ritchie, Trevor Nunn, Lee Chang-dong ou Gabriel Abrantes, e que seleccionámos nesta antevisão.   Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

O primeiro mês da HBO Portugal é grátis: as sete séries que tem de ver
Filmes O primeiro mês da HBO Portugal é grátis: as sete séries que tem de ver

A televisão acabou de ficar mais interessante: depois de uma entrada tímida em 2015 através do TV Séries, a HBO chegou finalmente a Portugal com o seu serviço de streaming. Chama-se HBO Portugal e disponibiliza, desde esta segunda-feira, na mesma plataforma todos os títulos da gigante norte-americana, do fenómeno A Guerra dos Tronos a clássicos como Os Sopranos, Sete Palmos de Terra ou O Sexo e a Cidade. O serviço custa 4,99€ por mês e, além de estar online, está também disponível para clientes Vodafone. O primeiro passo para esta estreia foi dado em 2015, quando o TV Séries passou a ser "Home of HBO", uma casa para programação da produtora norte-americana estreando todos os seus títulos. O ensaio ganhou agora forma e dimensão: na plataforma de streaming estão mais de 4500 conteúdos, “incluindo todas as temporadas” das séries originais da HBO, como se lê no comunicado da empresa. “A oferta da HBO Portugal incluirá ainda novos títulos, a estrear em simultâneo com os EUA”, lê-se na mesma nota. Uma das dúvidas que permanecia era se, por exemplo, A Guerra dos Tronos estaria disponível no serviço, uma vez que em Portugal é o SyFy que detém os direitos de transmissão da série. Mas eis que todos os episódios da saga estão online – a oitava temporada chega a 15 de Abril com uma emissão em simultâneo. Ou seja, não vai ter de esperar 24 horas como de costume para ver o novo episódio, basta esperar até às 02.00. Já a nova temporada de Big Little Lies, anunciada este fim-de-semana par

O novo programa de Ricardo Araújo Pereira sabe a pouco
Cinemas O novo programa de Ricardo Araújo Pereira sabe a pouco

Juntos ou avulso, os Gato Fedorento fazem muita falta na televisão, e ao humor português. Gente que Não Sabe Estar (TVI, Dom 21.30) marca o regresso do grupo em formato incompleto (Ricardo Araújo Pereira + dois), reforçado por uma mão-cheia de jovens humoristas.

“Narcos” à galega: um traficante à procura de sucessor
Notícias “Narcos” à galega: um traficante à procura de sucessor

A Netflix estreia Viver Sem Permissão, uma série passada na Galiza e centrada num traficante de droga que procura sucessor. Contamos-lhe o essencial sobre este sucedâneo galego de Narcos. Era inevitável que o enorme sucesso de Narcos estimulasse
 o aparecimento de séries semelhantes, sobretudo no espaço latino-americano. Duas delas surgiram precisamente em Espanha, no ano passado. É o caso de Fariña, uma produção da Antena 3 ambientada na Galiza, nos anos 80, que conta
 a história de um pescador que,
 em plena crise do sector, começa a fazer contrabando de tabaco na sua lancha, acabando a trabalhar para um grande traficante de cocaína galego.   Fariña   A outra intitula-se Viver Sem Permissão e chega à Netflix esta semana, embora tenha sido produzida originalmente para
 a estação Telecinco. Trata-se de uma criação do argumentista e produtor Aitor Gabilondo, que tem um já longo currículo de séries na televisão espanhola, caso de Periodistas, que conheceu uma versão portuguesa na SIC, Jornalistas (1999). O enredo de Viver Sem Permissão passa-se também na Galiza e tem como pivô Nemesio “Nemo” Bandeira (interpretado pelo veterano actor Jose Coronado), um importante empresário do sector das conservas, que fez fortuna paralelamente no tráfico de droga. Nemesio sofre de uma doença degenerativa que quer manter em segredo, e começa a procurar um sucessor de confiança para liderar o cartel da droga que fez a sua fortuna. Há três candidatos possíveis
 no horizonte: a sua fi

As aventuras de Tintin no cinema
Filmes As aventuras de Tintin no cinema

A vida cinematográfica de Tintin não é abundante, apesar de Hergé, o seu criador, ter sido apreciador de cinema, e de muitos realizadores serem leitores dos seus álbuns — Alain Resnais, Roman Polanski, Jean-Pierre Jeunet, etc. — e alguns deles terem-lhe mesmo feito alusões aqui e ali nos filmes. No entanto, o imortal herói da banda desenhada europeia já experimentou de quase tudo nos poucos filmes que protagonizou, entre adaptações dos seus álbuns e histórias originais. Temos filmes artesanais de animação imagem a imagem, animações tradicionais, produções em captura de movimento digital e também de imagem real. Variedade não falta. Recomendado: Mini-roteiro geek de Lisboa

Os injustiçados das nomeações aos Óscares
Filmes Os injustiçados das nomeações aos Óscares

É inevitável. Todos os anos há faltas, omissões e esquecimentos de lamentar, incompreensíveis, ou pura e simplesmente injustos na lista dos indicados aos Óscares da Academia. A lista deste ano não é excepção, muito pelo contrário. Robert Redford e O Cavalheiro com Arma, Clint Eastwood e Correio de Droga, Bradley Cooper (na categoria de Melhor Realizador por Assim Nasce uma Estrela, em vez estar nomeado como Melhor Actor), Emily Blunt, John David Washington (como Melhor Actor em BlaKkKlansman: O Infiltrado) e o aclamadíssimo filme sul-coreano Burning, de Lee Chang-dong (em Melhor Filme Estrangeiro), são ausências verdadeiramente gritantes. Recomendado: Oito grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

Quatro séries a não perder em Fevereiro
Filmes Quatro séries a não perder em Fevereiro

Num ano televisivo que se vive em contagem decrescente para o grande final de A Guerra dos Tronos, Fevereiro não é o mês mais forte ou excitante, com os canais e as produtoras a guardarem algumas das suas apostas para a Primavera. Mesmo assim, há boas promessas. Falamos de três estreias que podem vir a dar que falar como Boneca Russa, da Netflix, e um regresso esperado há meses, Como Defender Um Assassino, cuja quinta temporada está a passar há meses nos Estados Unidos mas por cá só chega no final do mês (AXN). Aí vão quatro séries a não perder em Fevereiro. Recomendado: Vamos querer devorar estas dez séries em 2019

Sete filmes de surf na crista da onda
Filmes Sete filmes de surf na crista da onda

Não é preciso gostar de surfar, nem sequer de molhar os pés, para apreciar estes filmes na crista da onda. Desde documentários de referência como The Endless Summer (1966), de Bruce Brown, ou Five Summer Stories (1972), de Jim Freeman e Greg MacGillivray, a fitas que vão além do surf como Três Amigos (1978), de John Milius, e Ruptura Explosiva (1991), de Kathryn Bigelow, passando por documentários mais singulares, casos de Surfwise (2007), de Doug Pray, ou North of the Sun (2012), dos noruegueses Jørn Ranum e Inge Wegge. Estes são alguns dos melhores filmes de surf de sempre. Recomendado: Sete filmes dentro da piscina

Óscares: "A Favorita" e "Roma" destacam-se com dez nomeações cada
Notícias Óscares: "A Favorita" e "Roma" destacam-se com dez nomeações cada

A Favorita, de Yorgos Lanthimos, e Roma, de Alfonso Cuarón, são os favoritos aos Óscares com dez nomeações cada. Foram ambos seleccionados nas categorias de melhor filme e de melhor realizador. Roma é ainda o principal candidato a vencer o prémio de melhor filme estrangeiro, enquanto A Favorita tem as probabilidades do seu lado na categoria de melhor actriz secundária – duas das cinco nomeações foram para Emma Stone e Rachel Weisz, pelos seus papéis no filme; Marina de Tavira, de Roma, foi outra das escolhidas. A mais recente versão de Assim Nasce Uma Estrela, realizada por Bradley Cooper, que começou a época de prémios na pole position mas tem vindo a perder terreno para outros filmes, teve apenas oito nomeações. Tantas como Vice, a biografia do antigo vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, protagonizada por Christian Bale, nomeado para melhor actor, e realizada por Adam McKay, cujo nome figura entre os melhores realizadores. A maior surpresa, no entanto, foram as sete nomeações de Black Panther, realizado por Ryan Coogler e produzido por Kevin Feige. É verdade que muitas destas nomeações foram em categorias técnicas menores, mas o filme de super-heróis da Marvel também está entre os oito candidatos a melhor filme. Entre as fitas com mais nomeações destacam-se ainda Green Book – Um Guia Para a Vida, de Peter Farrelly, e Bohemian Rhapsody – que foi desancada pela crítica por altura da estreia, mas bem recebida pelo público – duas das grandes surpresas dos Globos

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Arte e Cultura

“That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância
Notícias “That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância

De uma colecção de telas de arte sacra pode nascer um imaginário, quase infantil, de personagens animadas bem conhecidas – tanto pelos adultos, como pelos mais novos. Foi mais ou menos essa a ideia da artista Filipa Sáragga quando trouxe de volta à vida uma série de telas destruídas e as transformou em obras com personagens da Disney, Warner Bros e do universo de Hergé ou de Elzie Crisler Segar. São 14 no total, entre obras mais pequenas e outras maiores que a estatura média de uma pessoa, que formam “That’s All Folks”, a exposição que inaugura esta quinta, 21, no ateliê e galeria de Filipa, em Belém. A história podia começar com aquela lengalenga de “Professora, o cão comeu os meus trabalhos de casa”. Mudavam apenas as circunstâncias reais da situação, porque a culpa não morreria solteira. Há três anos, a artista tinha acabado a tal colecção de arte sacra, pronta a ser apresentada, mas o seu cão pôs um travão à coisa. Fotografia: Manuel Manso “Na altura, pintava na garagem dos meus pais e nós tínhamos um cão, ainda novinho. Precisamente na semana em que eu acabo as telas, ele fica fechado na garagem e destrói tudo. Panos de três metros todos desfeitos em pedaços”, conta-nos Filipa que, deparando-se com o cenário de guerra, arrumou o assunto e guardou as sobras artísticas para outra altura. Só há um ano e picos, quando se mudou para a Rua da Junqueira para montar o seu ateliê, é que voltou a deitar mãos às obras para virar a arte sacra do avesso. “Quando reencontr

As peças de teatro para ver esta semana
Teatro As peças de teatro para ver esta semana

Como dizer? É mais ou menos aquela coisa do, vá lá, não seja forreta, vá lá, não seja preguiçoso. Se vemos tantos filmes no cinema, se vamos a tantos bares e restaurantes, mercados e exposições, qual a justificação para não irmos mais vezes ao teatro? Esta é a nossa forma, delicada, de lhe dizer para se fazer à cena, para se fazer ao palco. Sim, que mostrar-se solidário perante a comunidade artística fica bem, mas sabe a pouco. A agenda cultural de Lisboa está ao rubro, com muitas peças boas para ver. Estas são as que pode ver já esta semana. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder  

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana
Arte Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Temos mais de duas mãos cheias de exposições para provar que está bem enganado. Queremos ajudar a tornar os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly). Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Não queremos que se perca e por isso dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa. Não há desculpas para não sair de casa. Recomendado: Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa

Abaixo o quotidiano! Três actores à procura do vazio
Notícias Abaixo o quotidiano! Três actores à procura do vazio

O que há na escuridão para além do escuro? É a pergunta que faz Umbra – segunda criação da jovem companhia Bestiário, que se estreia na Escola de Mulheres. Tentemos encontrar a resposta.  Um muro imperfeito de caixas de cartão cobrem toda a boca de cena. Tolda-nos a visão. Espreitar, tentar dar descanso à curiosidade, é inútil, pelo menos até três figuras começarem a desconstruir o muro, isto é, a mover as caixas para outras zonas. Escutam-se sussurros, diálogos fragmentados, coisas que parecem pensamentos, angústias, listas de tarefas, dúvidas existenciais, no fundo, desorganização pela oralidade. É uma espécie de coreografia, uma cadência de atropelo, reciclagem do cérebro, balões que expõem o que vai na cabeça daqueles três. Está escuro. Não se vê bem. Como é suposto. Umbra é a segunda criação da jovem companhia Bestiário, para ver de quinta-feira a domingo na Escola de Mulheres com direcção artística de Miguel Ponte.   Oficialmente, o Bestiário nasceu em 2018 pelas mãos de Afonso Viriato, Helena Caldeira, Miguel Ponte e Teresa Vaz. Ainda que a coisa venha de antes, da partilha da sala de aula na ESTC, do gosto pela pesquisa e pela filosofia e pela antropologia. Em Abril de 2018 apresentaram, no Teatro da Garagem, o seu primeiro trabalho: ATMAVICTU, com encenação de Teresa Vaz. Depois disso, receberam um convite do Gerador para fazerem uma performance de meia-hora nas Caves do Liceu Camões. Umbra vem daí: “Achámos que tinha corrido bem, então demos uma volta ao projecto,

O amor é uma revolução – e vai desenterrar as memórias coloniais
Notícias O amor é uma revolução – e vai desenterrar as memórias coloniais

Amores Pós-Coloniais abre um novo ciclo no teatro documental do Hotel Europa, que volta a tirar da sombra as histórias envergonhadas do fim do império. Subimos-lhe o pano para estas relações amorosas em tempo de violência. Um mainato é um subordinado que cuida da roupa – lava, passa – e cozinha. Era uma figura comum na vida doméstica das antigas colónias portuguesas. Quando rebentou a guerra, os soldados adoptaram o hábito – e deram-lhe outros contornos. Um mainato servia para tudo aquilo e para “apoio”, sexo. “Para a gente se amanhar.” A expressão é de um dos homens entrevistados para a nova peça do Hotel Europa, Amores Pós-Coloniais, que se estreia quinta-feira, no Teatro D. Maria II. André Amálio e Tereza Havlickova estão a fazer a transição de uma trilogia – Portugal Não É Um País Pequeno (2015), Passa-Porte (2016) e Libertação (2017) – em que estiveram a trabalhar a nostalgia colonial, as memórias dos colonizados e os processos de independência. Teatro documental: os testemunhos levados para palco são reais. Agora iniciam um novo ciclo, dedicado aos amores, que prosseguirá em 2020 com Amores de Leste, sobre a relação de Portugal com a Europa comunista e sobre os jovens afectos ao PCP que estudaram nesses países. Talvez venha a incluir estudantes africanos. Deixarão cair a ligação ao colonialismo, mas continuarão em busca dos muitos lados de cada história, relacionando o encantamento de uns com a opressão de outros. É o que acontece aqui. Na residência artística que a

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Fevereiro
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Fevereiro

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Com a temporada em velocidade de cruzeiro, Fevereiro é mês de estreias, mas também de continuação de carreira e reposição de peças acarinhadas pelo público. Aqui vão dez peças de teatro a não perder em Fevereiro. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder
Coisas para fazer A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Pode odiar muitas coisas em Lisboa, até reconhecemos que a nossa cidade tem uma série de defeitos, mas se há coisa de que não se pode queixar é da agenda cultural. É ela que o obriga a sair porta fora quando a vontade de saltar do sofá é igual a zero. Os programadores culturais acabam-lhe com a letargia do corpo para poder aproveitar a cidade ao máximo, sobretudo no que diz respeito às exposições espalhadas por museus e galerias de Lisboa e aos espectáculos de teatro, dança ou comédia.   Aproveite o recheio desta agenda cultural de Lisboa e faça-se ao piso. Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Livros sobre Lisboa que tem de ler
Compras Livros sobre Lisboa que tem de ler

A cidade tem pano para mangas e muitas histórias para contar. E são muitos os que partilham as suas investigações, talentos, experiências e sapiência nas páginas destes livros sobre Lisboa. As edições que se seguem têm a cidade das sete colinas como pano de fundo, embora a tratem sob diferentes perspectivas, de transportes públicos, arte, cultura e roteiros a histórias de tempos idos ou a um gato aventureiro. Mas se há conclusão comum a todos estes livros sobre Lisboa, é que a cidade tem um grande potencial no papel. Recomendado: Online e gratuito, este audiotour sobre Fernando Pessoa inclui sons de outros tempos

A verdade também é traição
Notícias A verdade também é traição

Os Artistas Unidos atiram-se Do Alto da Ponte, de Arthur Miller, no São Luiz a partir desta quinta-feira. A obsessão nunca foi boa conselheira.  A luz é própria das docas nova-iorquinas nos anos 50: fosca e ténue. Estamos nos bairros adjacentes aos portos e aos barcos, há esse ambiente de vagão, de eco, sombras que saem à noite. É o que vemos da Ponte de Brooklyn, também vizinha. Numa casa modesta vive o casal Beatrice e Eddie Carbone, um estivador que criou Catherine, sobrinha órfã, como se fosse sua filha. Dito isto temos o primeiro passo para o caldo se entornar. Um homem sem filhos, tradicional, com medo da América, até um corte de cabelo consegue achar ousado. Mais ainda quando, em sua casa, acolhem Marco e Rodolpho – primos de Beatrice que vêm da Itália clandestinamente para cumprir o sonho americano – e este segundo, loirinho, se enamora com a sua sobrinha. Do Alto da Ponte, de Arthur Miller, com encenação de Jorge Silva Melo, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos para ver a partir desta quinta-feira no São Luiz. Mas esta não é uma mera história de um pseudo-pai a não gostar da pinta do cavaleiro que resgatou a sua filha-princesa. É também o reflexo dessa ida eventual ida no espelho de Eddie, que para novo é que já não vai: “É um homem que não tem filhos. E a sobrinha está a crescer, a querer sair de casa, arranjar emprego. Terá ele uma atracção sexual pela adolescente que viu crescer? Ou tem apenas medo do tempo que passa, de ver concluída a sua protecção, de fi

Há razões para viver no meio do desespero?
Notícias Há razões para viver no meio do desespero?

Todas As Coisas Maravilhosas, de Duncan Macmillan, é um monólogo que Ivo Canelas leva ao Estúdio Time Out a partir desta segunda-feira. Isto é para aprender a crescer sem antidepressivos.  Listas. Todos precisamos de listas. Aquelas que discriminam as cenouras e o vinho branco na ida ao supermercado, as outras que nos impedem de esquecer da roupa interior e do carregador de telemóvel antes de uma viagem, ou ainda aquela, quase sempre mais mental do que efectiva, das coisas que temos de fazer antes de morrer. Em Todas As Coisas Maravilhosas, texto do dramaturgo inglês Duncan Macmillan que Ivo Canelas leva ao Estúdio Time Out a partir desta segunda-feira, há uma lista que se relaciona com a morte, mas celebra a vida. À nossa frente um personagem adulto conta-nos que aos sete anos, quando a sua mãe tentou suicidar-se pela primeira vez, começou a fazer uma lista de todas as coisas maravilhosas que há na vida. Ideia que lhe apareceu em conversa com um casal de velhinhos simpáticos ao lado de uma máquina de chocolates no corredor do hospital. Velhinhos simpáticos é um dos tópicos dessa lista, ao qual se juntam gelados, guerras de água, poder ficar a ver televisão à noite depois da hora estipulada, coisas com riscas, pessoas aos trambolhões, entre tantos outros. Tudo isto com interpretação de Ivo Canelas, que assume este monólogo em diálogo estreito com o público, num cenário simples, onde cadeiras pretas se arrumam em arena: “O Macmillan procura um formato que não ponha ninguém

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Música

Dez versões jazz de “Blue Moon”
Música Dez versões jazz de “Blue Moon”

Quando esta “lua” nasceu, em 1933, pouco ou nada tinha a ver com a que conhecemos: o título era “Prayer (Oh, Lord, Make Me a Movie Star)” e deveria expressar, através de uma oração, a ambição da personagem de Jean Harlow de se tornar numa vedeta de Hollywood. A cena foi imaginada por Richard Rodgers (música) e Lorenz Hart (letra) para um filme musical da MGM, Hollywood Party (1934), uma amálgama de várias sequências independentes, cada uma delas com diferentes actores, argumentistas e realizadores, e que tinha por único fito a auto-celebração de Hollywood. A ideia não foi a lado nenhum: Harlow nem sequer entrou no filme e a canção não foi gravada. Rodgers & Hart reciclaram-na para o pouco menos olvidável filme Manhattan Melodrama, desse mesmo ano, mas a sequência em que figurava a canção, agora com nova letra e título – “It’s Just That Kind of Play” –, acabou por ser suprimida. Todavia, a MGM entendeu que fazia falta uma canção numa sequência passada num nightclub e encomendou-a a Rodgers & Hart, que requentaram a sua canção pela terceira vez, agora com o título “The Bad in Every Man”. Desta vez a canção figurou na montagem final, mas tal não significou o fim das suas metamorfoses: a MGM entendeu que a canção teria potencial comercial se sofresse algumas modificações e Hart lá foi convencido a escrever a quarta letra. O instinto do pessoal da MGM estava certo e a canção, agora com o título “Blue Moon”, tornou-se num sucesso, primeiro pela Casa Loma Orchestra e Benny Goodman

Dez clássicos do jazz para ouvir ao luar
Música Dez clássicos do jazz para ouvir ao luar

Algumas canções, mais melancólicas, traçam um retrato de solidão e melancolia, outras descrevem, com ironia, os efeitos perturbadores que o luar produz no comportamento dos casais de apaixonados. Pelas vozes de Ella Fitzgerald ou Frank Sinatra, ou pelas teclas de Dave Brubeck ou Brad Mehldau, escolhemos uma dezena de canções lunares. Identificamos os autores, o ano da criação, o que esteve na origem das composições e escolhemos as melhores interpretações para cada uma delas. Não deixamos nenhuma coordenada escondida: até os discos em que estas versões foram editadas estão aqui para que ninguém se perca. Recomendado: Dez versões clássicas de “‘Round Midnight” 

Panda Bear: "Quis fazer um disco mais vazio"
Música Panda Bear: "Quis fazer um disco mais vazio"

Noah Lennox, o homem que conhecemos como Panda Bear, é um dos mais influentes e inovadores músicos independentes deste século. A viver em Lisboa há mais de uma década, foi responsável por discos seminais como Person Pitch, de 2007, ou Merriweather Post Pavillion (2009), dos Animal Collective, mas isso não lhe subiu à cabeça. Quando nos encontramos para conversar sobre o seu novo álbum, Buoys, está a passar na rádio uma canção dos Oasis e ele está a adorar. “Esta canção é do caraças”, diz, entusiasmado e sem um pingo de ironia. Pode ser uma estrela indie, no entanto nunca deixou de ser um gajo normal. Sem manias. Recomendado: Panda Bear ainda nos consegue surpreender O Buoys é um álbum muito esparso. Não tem nada a ver com o som caleidoscópico do anterior, Panda Bear Meets the Grim Reaper. O que motivou esta mudança?Quando comecei a trabalhar no disco não sabia bem o que ia sair dali. Só sabia que ia ser diferente. Queria fazer um disco mais vazio, que não tivesse tantas vozes e harmonias empilhadas umas sobre as outras, porque sentia que já tinha feito tudo o que havia para fazer nesse registo. Não queria que fosse mais do mesmo. Este disco tem qualquer coisa de dub, porém também me lembra muito do trap triste que se anda a fazer. Tenho razão, ou estou a imaginar coisas só porque o Rusty Santos é o produtor do disco e ele anda a trabalhar com malta do trap?Não sei. Como ele estava a trabalhar nessa área, eu sabia que o disco ia reflectir o trap de alguma maneira e esta

James Blake sempre foi um chato. E chato continua
Música James Blake sempre foi um chato. E chato continua

Muita da porosa escrita sobre Assume Form, o mais recente disco de James Blake, prende- se  com o facto de, aparentemente, ser um disco mais feliz e luminoso. Segundo esta narrativa, o cantor, compositor e produtor britânico trocou Londres por Los Angeles e está feliz, ou pelo menos apaziguado, numa relação com uma actriz conhecida da televisão, Jameela Jamil, dá-se com uma data de artistas famosos – Kendrick Lamar, Frank Ocean, Kanye West, Beyoncé, Jay-Z, etc. – e começou a ter mais cuidado com a saúde mental. A té faz tweets todo indignado, a queixar-se por o caracterizarem  como “um rapaz triste”. Está um homem novo, dizem, e até é capaz de verdade. Mas dizer que o novo álbum é radicalmente diferente do que veio antes é mentira. A música de James Blake, obviamente, mudou com os anos e há uma grande diferença  entre o pós-dubstep dos primeiros EP e a pop electrónica do presente. Mesmo assim, muitas destas faixas podiam perfeitamente aparecer num disco anterior de Blake. O que não seria um problema se os discos anteriores dele não fossem uma seca. James Blake sempre foi um chato. E chato continua em Assume Form. As letras são confessionais e solipsistas, a toada é geralmente melancólica, falta força e vigor à base instrumental e às produções, mesmo quando até são teoricamente interessantes. A maior parte das canções sucedem-se e confundem-se umas com as outras, indiferenciadas e inconsequentes. No meio disto tudo, o melhor são mesmo os convidados. Moses Sumney não é

Xutos & Pontapés: "Nunca pensámos em acabar"
Música Xutos & Pontapés: "Nunca pensámos em acabar"

Os Xutos & Pontapés de 2019 não são a banda que muita gente conheceu durante quase toda a vida. Zé Pedro, guitarrista e figura icónica do grupo e do rock português, morreu em Novembro de 2017 e sente-se a sua falta. O resto da banda sente a sua falta. Sempre que o seu nome vem à baila (e é impossível evitá-lo) a tensão aumenta na sala, a conversa ganha outro peso, as palavras parecem custar mais a sair da boca. Mas a vida continua. Há 40 anos para celebrar e um novo disco, o último em que Zé Pedro tocou, para apresentar. A digressão arranca a 25 de Janeiro, o mesmo dia em que Duro chega às lojas e à internet, num Lisboa Ao Vivo esgotado há semanas. Os Xutos & Pontapés estão a tocar juntos há 40 anos. É a vossa relação mais longa? Tim: É capaz de ser a minha relação mais longa, talvez com uns meses de diferença. Porque eu conheci a minha mulher em 79 e comecei a ensaiar com os Xutos no fim de 78. Qual é o segredo para manter o entusiasmo ao longo de quatro décadas? João Cabeleira: Se houvesse segredo para isso toda a gente o fazia, não é? Gui: Há um segredo, tu é que não sabes qual é. JC: É um conjunto de factores, sei lá. Teimosia. Palermice. Falta de horizontes. E é preciso um bocadinho de sorte para se juntarem as pessoas certas para fazer o projecto certo. Neste caso, acho que foi isso que aconteceu. Mas ao longo destes 40 anos já houve alturas em que pensaram em acabar. T: Nunca pensámos em acabar. Nos anos 90 a coisa andou tremida. T: Mas não pensámos em

Dez obras para dar graças ao Todo-Poderoso
Música Dez obras para dar graças ao Todo-Poderoso

A tradição cristã atribui a autoria do texto do hino Te Deum aos santos Agostinho de Hipona e Ambrósio de Milão, no ano de 387 (o que explica que seja também conhecido como “hino ambrosiano”), mas alguns especialistas apontam antes para Aniceto, bispo de Remesiana (hoje Bela Palanka, na Sérvia), que também viveu no século IV. O hino foi musicado por diversos compositores ao longo dos séculos, a fim de abrilhantar a coroação de reis, o nascimento de príncipes ou a celebração de tratados de paz, ou em sinal de reconhecimento por tudo o que de bom se recebera durante o ano – esta prática de tocar um Te Deum no último dia do ano era corrente na Lisboa setecentista. Apresentam-se abaixo alguns dos mais notáveis Te Deum da História da Música. Recomendado: Te Deum na Igreja do Loreto

Uma história do prog rock em dez canções
Música Uma história do prog rock em dez canções

Época e local: Grã-Bretanha, de finais dos anos 60 até meados dos anos 70 Origem do nome: “prog” é uma contracção de “progressive”, o que pressupõe que o “rock progressivo” seria uma forma de rock mais sofisticada e avançada do que aquele que se ouvira até então. Sinónimos: symphonic rock (“rock sinfónico”) e art rock. A música pop-rock sempre sofrera de um complexo de inferioridade face à música clássica e ao jazz: vendia muito mais, mas faltava-lhe sofisticação e respeitabilidade. Os Beatles e os Beach Boys foram dos primeiros a recorrer a arranjos orquestrais elaborados e a tirar partido das vastas possibilidades de manipulação sonora que o estúdio oferecia, fazendo com que as sessões de gravação dos álbuns se fossem tornando cada vez mais longas e perfeccionistas. Forma: o termo “canção” usado, por conveniência, no título acima, seria visto como inadequado por músicos e público. A maioria dos grupos de prog rock abandonou a canção convencional, com três minutos de duração e assente na alternância de estrofe e refrão e investiu em longas peças compostas por múltiplas partes, minuciosamente arranjadas, por vezes com longas digressões instrumentais ou declamações solenes entre as partes cantadas. O álbum como colecção de unidades musicais desirmanadas deu lugar ao “álbum conceptual”, com as várias “peças” sujeitas a um conceito unificador, que podia ou não envolver uma narrativa. Instrumentário: a clássica trindade guitarra/baixo/bateria foi dilatada com a nova geração de

Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha
Música Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha

Os tabus, por aqui, ficam à porta. Como a gravata suspensa na maçaneta, por exemplo. Mas faça o favor de deixar as canções entrar. É que não tem jeito nenhum a música não ser a ideal num momento que se quer perfeito. E claro, trazemos-lhe opções para todos os ritmos e para todas as situações. Traga o jogo todo para a cama – ou para o carro, ou para o chão. Bom, para onde quiser, na verdade – e vá tirando a roupa porque a nossa playlist de música para sexo é meio caminho andado para entrar no mood. Recomendado: As melhores sex shops em Lisboa

Nove discos que vamos ouvir em 2019
Música Nove discos que vamos ouvir em 2019

Duro é o primeiro disco dos Xutos & Pontapés depois da morte de Zé Pedro e o primeiro grande lançamento do calendário discográfico nacional em 2019. Mas não é o único álbum português que vai marcar o primeiro trimestre. Sallim também vai lançar um novo disco em Janeiro, e em Fevereiro é a vez de ProfJam editar #FFFFFF. Em Março, A Invenção do Dia Claro, dos Capitão Fausto, vai finalmente ver a luz do dia. Também vem aí um novo disco do lisboeta adoptivo Panda Bear: Buoys sai a 8 de Fevereiro. Da colheita internacional destacam-se ainda Sharon Van Etten, Gang of Four, Weezer e American Football. Recomendado: Nove apostas musicais para 2019

Os concertos mais aguardados de 2019
Música Os concertos mais aguardados de 2019

Desde figurões da música popular brasileira como Gal Costa a veteranos da canção anglo-saxónica como Tom Jones e Rod Stewart, passando por bandas de pop-rock progressivo como os Muse, lendas do indie rock americano como os Yo La Tengo ou instituições vivas do thrash metal como os Metallica, há muita música para ouvir em 2019. E ainda há tantos nomes por confirmar. Portanto, tem de se organizar. Fazer contas à vida, olhar para o orçamento mensal e anual, escolher ao que vai, no fundo. E estamos aqui para o ajudar. Estes são os 20 concertos mais aguardados em Lisboa para 2019. Recomendado: Os melhores bares com música ao vivo em Lisboa

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As melhores escapadinhas

Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza
Hotéis Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza

Se me dão licença, tomo a liberdade de começar este texto com um relato na primeira pessoa. A tentativa tosca de manter a distância para não corromper a ética que se exige à prática jornalística obrigar-me-ia a ser uma mera espectadora de uma das melhores experiências que tive o privilégio de viver, e isso, sendo perfeitamente possível, não é o que quero fazer.  O Dá Licença, antes de ser o sítio magnífico que é, era para ser só uma casa de férias de Victor Borges e Frank Laigneau, que procuravam um pequeno refúgio no campo para onde pudessem fugir quando a vida em Paris se tornasse demasiado frenética. Acabaram por se mudar definitivamente para a antiga Herdade das Freiras, em Estremoz, depois de assistirem àquele que dizem ter sido o pôr-do-sol mais inspirador que viram na vida. De repente viram-se a braços com uma propriedade de 120 hectares com três edifícios, um olival a perder de vista, muito mato por desbravar e um potencial tremendo para dar vida à ideia acabadinha de surgir: criar uma casa aberta onde se reunissem arte e natureza nas suas formas mais puras e que pudesse ser vivida como uma viagem sensorial pelas artes e ofícios numa perspectiva simultaneamente utilitária e contemplativa.

Cerdeira Village: a criatividade mora aqui
Hotéis Cerdeira Village: a criatividade mora aqui

As previsões apontam para queda de neve na Serra da Estrela, o que significa que as estradas até à Torre vão estar cortadas. Portugal padece deste mal de não saber funcionar com condições climatéricas extremas (chove, há inundações; neva, cortam-se acessos; está calor, deixa de haver água), mas como também é um país que sabe, como nenhum outro, viver em negação permanente, todo o santo ano lá vai disto de mandar as pessoas à Serra da Estrela como se fosse possível lá chegar. Ora não é direito do cidadão comum poder ir à Serra sem ter de pernoitar no carro à beira da estrada? Pois é. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Volta a Coimbra em 24 horas
Viagens Volta a Coimbra em 24 horas

Coimbra demorou a acordar para a modernidade e viveu a última década entretida com a ideia confortável de ser uma cidade de estudantes virada para a movida nocturna. Os bares de shots e bebidas baratas com selecção musical duvidosa, néons e público acabadinho de atingir a maioridade tomaram conta do centro histórico e assim se foi vivendo até a cidade perceber que, sendo maioritariamente da população universitária, também é dos outros todos. A procura turística disparou nos últimos dois anos e com ela apareceram uma série de negócios que, juntamente com os clássicos, deram novo fôlego à vida “coimbrinha”. Traçamos-lhe o roteiro ideal pela cidade dos estudantes, terminando invariavelmente já de manhã. Só lamentamos não termos tido tempo para mais.

Os 50 melhores destinos para 2019
Viagens Os 50 melhores destinos para 2019

Dificilmente encontrará melhor guia para os seus planos de fuga. Porque para onde quer que esteja virado, há uma
Time Out lá por perto. Para fazer esta edição, chateámos gente em todos os fusos horários e pusemos a família toda a trabalhar. O resultado é um roteiro de 50 experiências, espalhadas por todo o mundo, que vale a pena ter agora. Sempre lhe dissemos que o que faz em casa é consigo, mas que o que faz na rua é connosco – seja aqui ou nos antípodas. A verdade é que dificilmente encontrará melhor parceiro para engendrar um plano de fuga do que nós. Aqui tem uma lista de 50 destinos ancorados em outras tantas experiências que vale mesmo a pena viver hoje, um pouco por todo o globo. Recomendado: Os dez bairros mais cool no mundo

Uma Casa na Arriba
Hotéis Uma Casa na Arriba

Esta é uma história que esteve quase para não acontecer. Chris Kraus, alemão, vivia em Londres até ao início do ano passado, onde trabalhava no sector bancário. Entretanto, a história do costume, apaixonou-se pelo país e mudou-se para Lisboa. Um dia decidiu que queria uma casa com um campo de basquetebol e em passeio pelas Azenhas do Mar, Sintra, reparou numa casa abandonada à beira da falésia da Praia da Aguda que lhe pareceu ter um cesto lá atrás. Não era esta de que falamos, era outra que entretanto já não se lembra onde, mas noutra prospecção de terreno, já sem grande esperança de se cruzar com um bom negócio, deu de caras com uma vivenda branca, linda, empoleirada na falésia e meteu na cabeça que havia de a comprar. Assinou o contrato em Outubro de 2017 e em Março do ano passado, num prazo histórico de cinco meses, conseguiu transformá-la no Outpost Casa das Arribas, um conjunto de cinco apartamentos de charme com cozinha e vista directa para o mar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Sintra

Escapadinhas para aprender coisas novas
Hotéis Escapadinhas para aprender coisas novas

Somos fortes em gastronomia, mas também não estamos nada mal nas artes plásticas nem na agricultura biológica. O booking lançou recentemente as tendências de viagem para 2019. Surpreendentemente, numa altura em que parece que cada vez mais se viaja só para alimentar as redes sociais, mais de 50% dos viajantes globais manifestaram preferência por destinos com hotéis onde possam desenvolver uma nova competência. Entre na onda do turismo em 2019 e aproveite que vai dar uma volta para aprender qualquer coisinha. Dizemos-lhe sete turismos onde vai com toda a certeza aprender alguma coisa nova. Recomendado: Escapadinhas gastronómicas que valem a viagem

Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar
Coisas para fazer Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar

O pão de forma é um culto com muitos anos, um pouco por todo o mundo. Símbolo de paz e de liberdade, muito associado ao movimento hippie, a carrinha da Volkswagen de 1959 continua a ser uma imagem de marca dos surfistas. Talvez por isso tenha também inspirado a popularidade das autocaravanas, que podem ser uma excelente opção para um fim-de-semana na estrada ou férias prolongadas sobre rodas. E, se pensar bem, Portugal tem grande potencial para roadtrips. Primavera ou Outono, Verão ou Inverno, é sempre altura de trocar o apartamento do Airbnb ou o tradicional hotel pela van life. Dizemos-lhe cinco autocaravanas para alugar. Recomendado:  O melhor da Costa Alentejana

Nove parques de campismo em Portugal para dormir à luz das estrelas
Hotéis Nove parques de campismo em Portugal para dormir à luz das estrelas

Quando pensamos em acampar, a indecisão ataca entre enumerar os lugares bonitos onde o podemos fazer e entrar em pânico com a parte chata de ter de o fazer, como termos de andar com o papel higiénico atrás ou demorarmos dias a lavar o pó do corpo. Mas, a verdade é que passar férias num parque de campismo já não é o que era. Há cada vez mais e melhores opções. E são muitos os encantos em dormir no meio da natureza, do ar puro à oportunidade de adormecer com uma banda sonora natural. Desde parques dedicados ao ecoturismo até aos glampings, o difícil será escolher – se existir acesso directo à praia, melhor. Desligue-se do mundo nestes parques de campismo. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Na rota do contrabando do café em Marvão
Viagens Na rota do contrabando do café em Marvão

Durante a ditadura, o café produzido em Portugal não podia sair para Espanha e, portanto, decretou o Estado Novo que qualquer tentativa de o vender por lá seria punida com pena de prisão. Ora isto para quem vivia da venda de café era um contratempo, mas nem por isso um impedimento. Lá encontraram maneira de contrabandeá-lo para o país vizinho, escapando (às vezes, outras nem por isso) às vigias apertadas de guardas e carabineiros que patrulhavam a raia. De Marvão e das aldeias vizinhas, onde na altura havia meia dúzia de torrefacções em actividade, noite sim, noite sim partiam grupos de corajosos em direcção a La Fontañera com sacos de café cru às costas. O caminho fazia-se a pé, à noite, e durava até de manhã. Eram 10 km em direcção à fronteira com Espanha com sacos de café às costas, que nem sempre lá chegavam. Os homens com os mais pesados, de 60 kg, e as mulheres com os mais pequenos, de 20 kg. O percurso de 10 km fazia-se a pé pela Serra de São Mamede adentro, no breu total, levando geralmente a noite inteira a caminhar. De Espanha trazia-se dinheiro (muito) e todo o tipo de produtos que se pudesse vender nas aldeias – a bombazine, por exemplo, na altura, valia o risco. O tempo passou e hoje aquele que é conhecido como o “Percurso do Contrabando do Café” no Alto Alentejo virou passeio turístico, apadrinhado pela Câmara Municipal de Marvão, que anualmente organiza uma caminhada comentada na primeira pessoa por quem sobreviveu à clandestinidade. Integrado na Rede de Pe

Sete sugestões de escapadinhas por Portugal
Viagens Sete sugestões de escapadinhas por Portugal

A Equipa Time Out adora a sua cidade do fundo do coração, mas às vezes sabe-lhe bem ir dar uma volta. Vai daí e fez uma selecção de sete hotéis onde a palavra de ordem é descansar. Seja em quartos com vista para o Douro, em casas nas árvores ou em tendas de luxo, seja para entrar em casas modernas de inspiração nórdica, num spa desenhado por Álvaro Siza ou provar um menu de Ljubomir Stanisic, são várias as sugestões que encontrámos para que possa passar uns dias longe de tudo. Recomendado: Os novos turismos que valem a viagem  

Os dez bairros mais cool no mundo
Viagens Os dez bairros mais cool no mundo

Ninguém se quer sentir como um turista nos dias de hoje. Viajantes experientes querem viver a cidade como os locais, e isso significa olhar para além das vistas e encontrar os melhores bairros onde dormir, comer, beber e passear. Mas o que é que dá a uma zona da cidade este factor cool de que falamos? Foi essa a questão que tivemos de colocar quando começámos a classificar todos os bairros do mundo que entraram para a lista. E como a Time Out faz 50 anos, casámos uma coisa com a outra e chegámos aos 50 melhores bairros do mundo – descubra a lista completa aqui. Para nos ajudar nesta tarefa, recorremos aos especialistas: editores e jornalistas da Time Out de todo o mundo, que conhecem as suas cidades como ninguém. Também perguntámos a mais de 15.000 pessoas em todo o mundo sobre os melhores (e mais sobrestimados) bairros nas suas cidades, no nosso City Life Index. Queríamos saber: há um burburinho sobre essa zona da cidade, com novos espaços a abrir? A maioria das pessoas poderia dar-se ao luxo de aqui morar? É um bom lugar para se ficar hospedado? E, mais importante que tudo, parece ser um lugar concorrido e com procura? De seguida, debruçamo-nos sobre os números, discutimos entre nós e chegámos àquela que consideramos ser a lista definitiva dos melhores pontos culturais e gastronómicos do planeta – que é como quem diz, os sítios para se estar em 2018. Prepare-se para esta volta ao mundo. Visitou um destes lugares? Partilhe a experiência no Instagram e identifique na fotog

City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses
Viagens City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses

Para partir já ou para planear com tempo, você decide como vai ser. São destinos clássicos com dicas mais inesperadas, perfeitos para uma fuga de fim-de-semana (ou um pouco mais). Sempre dissemos que o que faz em casa é consigo, o que faz na rua é connosco – seja aqui, ou noutro lugar qualquer do mundo. Vai daí, deixamos-lhe cinco ideias para aproveitar algum fim-de-semana grande que possa aproveitar para fazer uma escapadinha na Europa. São city breaks que vão saber a férias – bem programado nem terá de gastar muito. Recomendado: Conheça os dez bairros mais cool no mundo

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Os melhores hotéis em Lisboa

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa

Entre os melhores hotéis de Lisboa, há uns que convidam mais ao romantismo. Não é fácil encontrar um hotel que tenha jacuzzi no quarto mas a verdade é que se tiver uma banheira aos pés da cama ou no terraço, com água aquecida borbulhante, tudo fica melhor. Reunimos os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa.   RECOMENDADO: Os melhores hotéis com spa em Lisboa

Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa

Lembra-se de quando a sua avó dizia que ia à boutique? Na altura, em tempos que a fast-fashion não dominava o mundo, uma ida a uma loja de roupa era um evento com direito a um francesismo. Algumas décadas depois, o requinte do termo alargou-se à hotelaria, passando a nomear pequenos hotéis de luxo, quase sempre discretos e com uma arquitectura de autor ou de matriz histórica. Os hotéis boutique distinguem-se também pelo ambiente acolhedor e pela descontracção que leva os hóspedes a sentirem-se em casa (mesmo estando a dividir um T15 com pessoas que não conhecem). Espreite a nossa lista com os 20 melhores boutique-hotéis de Lisboa.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

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