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Como fazer amigos em Lisboa
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Os 50 melhores destinos para 2019
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As festividades passaram, mas não pense que vai recuperar dos abusos gastronómicos, muito menos cortar no açúcar. O Chocolate em Lisboa volta a ocupar o...

Lisboa provou e aprovou 150 restaurantes (e seis são de topo)
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Concurso gastronómico promovido pela Câmara Municipal de Lisboa distinguiu 150 restaurantes. Apenas seis foram dignos de receber o maior troféu – os “3...

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A maioria dos fregueses que participou na iniciativa da junta quer ver criada a zona 045 da EMEL, numa área que se estende da Avenida do Colégio Militar ao...

#ouvidonometro: o melhor que ouvimos esta semana
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  + Quer saber o melhor que ouvimos na semana passada? Espreite aqui.

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Coisas para fazer em Lisboa

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Actividades ao ar livre em Lisboa
Coisas para fazer Actividades ao ar livre em Lisboa

A preguiça fica dentro de casa – é uma ordem. O convite para aproveitar o melhor que a cidade tem para oferecer é nosso, só precisa de o aceitar e encarar a natureza como a premissa principal para estas actividades ao ar livre. Sim, até porque Lisboa não se faz só de museus, restaurantes ou lojas. A lista com sugestões de actividades ao ar livre não o vai deixar ficar curvado sobre si mesmo no sofá. Só precisa de saber conjugar os verbos caminhar, pedalar, descobrir ou esplanadar – depois fica com a agenda preenchida, em qualquer estação do ano. Recomendado: Coisas incríveis para fazer em Lisboa

18 coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana
Coisas para fazer 18 coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Grátis é a palavra mágica que todos gostamos de ouvir. Quando tem uma cidade a rebentar pelas costuras de coisas grátis para fazer, a solução certamente não é ficar fechado em casa à espera que lhe chovam ideias no colo. Trazemos-lhe sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que Lisboa tem para oferecer esta semana, seja visitar exposições ou mercados, picar o ponto numa festa ou ir a um concerto. Isto tudo e mais um pouco sem ter de abrir os cordões à bolsa. Vai ficar surpreendido com a quantidade de coisas grátis que há para fazer na cidade. Recomendado: Roteiro de arte urbana em Lisboa

Os melhores sítios para fingir que está de Erasmus
Bares Os melhores sítios para fingir que está de Erasmus

Quem foi, não esquece. Quem não foi, pode ir sem gastar um tostão. Para sermos justos, se calhar terá de dispensar uns trocos ou, por que não, cravar as bebidas ao amigo do lado, mas não é preciso apanhar um avião para aproveitar a noite como um estudante em Erasmus: basta ir até ao Bairro Alto ou ao Cais do Sodré ou, quem diria, à Mediateca do Instituto Franco-Português. Atenção, senhor de cinquenta anos e um rabo de cavalo que nos está a ler agora: as dicas que se seguem só são válidas para jovens cronologicamente aptos a fazer Erasmus e não devem ser aplicadas à sua crise de meia-idade. Sim, o seu carro descapotável é muito impressionante, mas deixe-nos em paz. Adiante. É possível fazer Erasmus na nossa própria cidade. O importante é fazer amigos estrangeiros: é a maneira mais pelintra de viajar. Aprende outras línguas, outros costumes e outra gastronomia sem sair de Lisboa. Um conselho? Acautele o fígado, porque em certos locais terá de beber tequila como se fosse água. Recomendado:  Cursos para viajantes: voar, pedalar e dar à língua

Gosta de livros? Descubra os clubes de leitura e tertúlias em Lisboa
Coisas para fazer Gosta de livros? Descubra os clubes de leitura e tertúlias em Lisboa

O maior e mais antigo clube de leitura do mundo chama-se missa e repete-se todos os domingos, sempre com o mesmo livro: a Bíblia. Mas quem procura alternativas laicas e gosta de variar, há muito por onde escolher: da Casa Fernando Pessoa, com clubes dedicados ao poeta, à livraria Baobá, um projecto da editora Orfeu Negro, com sessões de histórias aos sábados. Há sobretudo poesia, mas também contos infantis, banda desenhada, José Saramago e romances. Não se esqueça: ler não tem de acontecer só entre trocas de metro, à noite antes de ir dormir ou nas férias de Verão. E não precisa de o fazer sozinho, palavra de escuteiro. Recomendado:  Roteiro de livrarias independentes em Lisboa

Agarrá-los pelo estômago: os melhores cursos de cozinha em Lisboa
Coisas para fazer Agarrá-los pelo estômago: os melhores cursos de cozinha em Lisboa

O homem, a mulher, os miúdos, os amigos. Todos queremos comer e beber bem. Estamos prontos para sermos arrebatados por um prato feito como mandam as regras, um petisco inesperado ou um cocktail conversador. Qualquer altura é boa. Podem mandar vir de onde quiserem: do Japão, da Índia, da China ou até de outras origens portuguesas. O importante é homenagear estas belas gastronomias – e a nossa, pois claro – e dar conforto às barrigas, sejam elas de freiras ou de cidadãos sem hábitos cinzentos. Chega de conversa: vamos aos cursos antes que a vontade esfrie. Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Roteiro de livrarias independentes em Lisboa
Coisas para fazer Roteiro de livrarias independentes em Lisboa

Sítios onde é pouco provável que encontre um exemplar de “Maria Vieira no País do Facebook” mas de certeza que tropeça numa obra de Konsalik. Já agora, por que raio há tantos livros de Konsalik à venda em Lisboa? Não sabemos a resposta a essa pergunta, mas sabemos bem quais são as nossas livrarias independentes preferidas. Nota: uma livraria independente é uma loja de venda de livros que não está presa a uma cadeia, um franchising, um conglomerado ou qualquer tipo de substantivo colectivo usado para designar agremiações do género. A nossa lista também não inclui alfarrabismos de qualquer espécie. Recomendado: Dos códices e incunábulos ao Harry Potter: uma viagem pelas bibliotecas em Lisboa

Odeia ginásios?  Experimente treinar ao ar livre em Lisboa
Coisas para fazer Odeia ginásios? Experimente treinar ao ar livre em Lisboa

O treino ao ar livre e em grupo deixou ser uma moda para passar a ser parte do cenário lisboeta. Depois de ler as nossas propostas, se vir um pelotão à beira-rio ou gente a subir e descer bancos de jardim, já sabe de onde vêm. Praticar exercício físico fora de quatro paredes pode ser a solução perfeita para quem não gosta de treinar enfiado dentro de um ginásio. À beira-mar ou tirando partido dos altos e baixos de Lisboa, conheça mais de dez grupos para treinar ao ar livre e aproveite para fazer amigos. Mas sem pressas, porque a amizade é um músculo que tem de se treinar.  Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa

Nove lojas de música em Lisboa para partir os pratos
Compras Nove lojas de música em Lisboa para partir os pratos

Já sabe que lojas de discos de vinil tem de visitar em Lisboa. Não se lembra? Já fizemos essa lista, é só rever a matéria dada. Mas se está a sentir a criatividade a bater-lhe no peito, precisa de saber onde pode comprar instrumentos musicais ou bater uns pratos sem levar para casa (sim, há uma loja onde é possível). E aproveitamos para lhe dizer onde encontra a gravata perfeita para oferecer àquele amigo que é doido por música. Não se preocupe: estivemos a explorar a cidade e encontrámos os melhores sítios. Temos uma fábrica da música, um museu e até uma Loja com História – mas as sugestões continuam. Só tem de escolher. E, pelo caminho, pode pôr a música em altos berros. Só não se esqueça dos fones. Recomendado: Dez lojas para comprar discos vinil em Lisboa

O roteiro perfeito no Poço dos Negros
Coisas para fazer O roteiro perfeito no Poço dos Negros

O bairro é pequeno, mas não pode ser medido aos palmos. Dos bares e restaurantes às lojas e pólos culturais, nos últimos anos, a Rua do Poço dos Negros e arredores (que é como quem diz as transversais) ganhou nova vida e vale a pena tirar um dia para explorar as ruas e travessas, a meio caminho entre Santos e o Cais do Sodré. Há lá de tudo: design português, teatro, burlesco, café de especialidade e especialidades dos quatro cantos do mundo. Apanhe o eléctrico 28 e use este roteiro para desbravar uam das zonas mais cool da cidade. Recomendado: Conheça Lisboa bairro a bairro 

21 paragens obrigatórias em Santos e na Madragoa
Coisas para fazer 21 paragens obrigatórias em Santos e na Madragoa

Andar de bairro em bairro é descobrir o que cada um tem de melhor: Santos foi considerado o Distrito do Design no já longe ano de 2005 e a vizinha Madragoa ganha nova vida todos os dias. Depois da tão esperada abertura dos portões de ferro do Jardim de Santos, já não há desculpas para não explorar uma zona de clássicos, como o teatro A Barraca, mas onde também não param de florescer novidades. São cafés da moda, museus e galerias de arte contemporânea, bares e mercearias. E ali tão perto, na rota do icónico elétrico 28, um dos triângulos mais apetecíveis da cidade, louvado até pelo guia Lonely Planet.  Recomendado: As melhores lojas de decoração e design em Santos

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer
Compras As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Reunimos as melhores lojas que abriram nos meses quentes para que não perca o fio à meada na hora de renovar a artilharia toda lá de casa, dos moveis às plantas. Há lojas em grandes palácios e outras que vão buscar inspiração ao outro lado do mundo. Mesmo para aqueles que se preocupam com a sustentabilidade há lojas à espera da visita. Ou mesmo aquelas loiças para a casa que nunca parecem ser suficientes. As lojas abriram e nós registámos. Agora é só abrir os cordões à bolsa e decidir que caminho vai tomar. Recomendado: Os melhores sítios para fazer compras em Lisboa

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Comer & Beber

Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Ter de comer as verduras todas até ao fim com sacrifício é coisa da infância e nos melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa é também coisa do passado. Não vai encontrar aqui vegetais cozidos sem sal, tofu grelhado sem graça ou aquela omelete de última hora servida com salada mista para quem não come carne nem peixe. Se não acredita, explore esta lista com os 18 melhores restaurantes vegetarianos da cidade capazes de tornar as couves de bruxelas em verdadeiras estrelas de passerelle – e que, ainda por cima, lhe vão fazer bem à saudinha.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Os melhores sítios para comer dim sum
Restaurantes Os melhores sítios para comer dim sum

Lisboa é cada vez mais do mundo, carregadinha de bandeiras no mapa gastronómico da cidade. Tornou-se um oásis para comer especialidades mexicanas, coreanas, americanas, indianas, chinesas. Os dim sum – aqueles raviólis chineses escorregadios, cozinhados ao vapor ou fritos e servidos em cestinhos de bambu – são uma dessas especialidades que encontramos tanto em restaurantes de topo desta gastronomia como no nosso equivalente a tasca chinesa. Descubra aqui quais os melhores sítios para comer dim sum na cidade e marque mesa para celebrar o Ano Novo Chinês com dim sums recheados com camarão, com porco ou até champanhe e lavagante. Recomendado: Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Há um novo bistro com pratos e petiscos no Le Consulat
Notícias Há um novo bistro com pratos e petiscos no Le Consulat

O Le Consulat já era bar, hotel, restaurante e galeria no mesmo espaço – mas ainda não estava completo. O chef André Magalhães (Taberna Fina), que aqui faz uma parceria com Guilherme Spalk (que fica à frente da equipa), sentou-nos novamente à mesa, desta feita no bar do hotel, e apresentou o mais democrático menu para entreter a boca enquanto a vida se deixa beber. A morada é a mesma, os cocktails, mocktails e vinhos permanecem como a razão de ser da casa, mas a incursão ao primeiro andar do Le Consulat ganhou novos argumentos. André Magalhães, o chef responsável pela Taberna Fina, e Guilherme Spalk, o chef executivo responsável pela equipa, alargaram a cozinha ao bar e o resultado é um menu de bistro que cruza influências externas e o que de melhor existe na portugalidade, na procura por um conceito mais simples. Às tábuas – de enchidos, queijo e mista – junta-se agora uma carta com opções que vão da burrata com focaccia caseira (6€) ao bacalhau com broa e alho (10€).   Burrata com focaccia caseira Armando Ribeiro   Com preços que oscilam entre os 5€ e os 12€, e doses generosas, nas entradas há maçã granny smith com queijo de cabra (9€), ceviche de vieiras (12€), pimentos padrón (5€) ou umas bruschetas de tomate e queijo bocconcini (8€). Mais à frente, as opções do chef passam pela massa conchiglioni de alho negro e trufa (12€), vazia com parmesão (9€) ou o surpreendente arroz de polvo (12€) com ovos mexidos, uma das estrelas da companhia, sem descurar os camarões

Três sítios para comer “huevos rancheros”
Restaurantes Três sítios para comer “huevos rancheros”

Um prato com ovos entra logo à partida na categoria de comfort food. Estes não são típicos portugueses mas entram já em vantagem nessa lista. Aconchegam qualquer estômago, quer decida comê-los ao pequeno-almoço, como se faz no México – de onde vem a receita original –, quer os coma a qualquer outra hora do dia. À tortilha de milho que serve de base juntam-se os ovos fritos, cobertos com molho de tomate picante (cujo grau pode variar e fazê-lo gritar Arriva Mexico!). A acompanhar estão habitualmente o feijão, o arroz mexicano ou fatias de abacate, a colorir e a dar pujança ao prato. Recomendado: Os melhores sítios para comer ovos Benedict em Lisboa

Terrapão: há uma nova padaria artesanal no mercado de Arroios
Notícias Terrapão: há uma nova padaria artesanal no mercado de Arroios

Pão a pão se vai criando em Lisboa um novo modelo de panificação, artesanal, de fermentações lentas e naturais. A Terrapão, a nova padaria no Mercado de Arroios, é a mais recente neste campeonato. A primeira vez que João Celestino fez pão em casa, seguindo as regras do antigamente, com farinha, água e sal, fermentação lenta e levedura natural, soube-lhe ao da avó, também padeira. Um travo mais ácido, um cheiro diferente daqueles que se encontra em qualquer superfície comercial. E percebeu que até era boa ideia sair do mundo do vídeo e começar uma vida como padeiro. O primeiro trabalho foi para Marta Figueiredo, cozinheira e dona do restaurante Estrela da Bica, em meados de 2014, ainda a revolução do pão como a conhecemos hoje não estava instaurada. Cinco anos depois, João está de volta das massas na Terrapão, a padaria que Marta e a sócia Rita abriram no Mercado de Arroios no final de Dezembro.   João Celestino, o padeiro de serviço Fotografia: Inês Félix   As primeiras fornadas saíram no fim-de-semana antes do Natal, numa versão de teste e soft opening, e repetiram no fim de ano, antes de começarem a abrir diariamente. Têm quatro pães fixos: o pão da casa, com trigo branco, barbela do Oeste, centeio integral e espelta integral biológico (3,20€), o de isco trigo, com trigo branco e barbela do Oeste (3€), com uma fermentação a frio que anda a rondar as 20 horas – em aparência são muito semelhantes, apenas com dois cortes ou um quadrado desenhado a diferenciar, mas é

Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias
Restaurantes Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

Um cozido à portuguesa por dia, não sabe o bem que lhe fazia – no frio do Inverno ou mesmo sob o calor abrasador do Verão, para os mais aficionados. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional. De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração, de 5€ a 20€ por dose. Aqui vão sete restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo.  Recomendado: Tascas a não perder em Lisboa

Lebanese Corner: este libanês desmistifica a fast-food
Notícias Lebanese Corner: este libanês desmistifica a fast-food

A fórmula é simples: os produtos são quase todos caseiros e o sabor diferente quer mesmo elevar a bandeira acima de qualquer estigma de fast-food. Por lá, Mohamed traz um bocadinho da cozinha do país de origem à Lisboa multicultural e, com a ajuda da mulher, vai transformando cada ingrediente numa experiência. Trabalhou numa empresa de import-export em Lisboa e apaixonou-se pela cidade. Os pais, em Londres, deixaram-no dividido quanto à morada de um espaço seu, mas a capital portuguesa acabou por ser a opção e, depois de muita negociação, o Lebanese Corner abriu portas no Largo do Rato. "A ideia que tive foi que Lisboa era muito limitada em termos de comida libanesa, havia dois ou três. Há muitos kebabs mas são muito diferentes daquilo que fazemos, no pão, nos molhos. E a minha mulher fez alguma pressão para abrir alguma coisa cá", diz-nos Mohamed.   Zaatar Fotografia: Duarte Drago   "Sabíamos que ia ser [um desafio], tivemos de introduzir a comida ao público português", conta. Era preciso explicar a diferença entre outros pratos de outros países que são, à partida, semelhantes a estes – portanto explicar-lhes pelo sabor, pelas texturas –, além de explicar cada ingrediente. O menu não peca por exagero, evitando aqueles minutos de indecisão, e o espaço é uma ode ao minimalismo. Neste pequeno canto do Líbano em Lisboa, tudo o que é feito tem o propósito assumido de ser bom. Mohamed diz-nos que ainda há pormenores a finalizar para que possam servir todos os pratos.

Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining (com experiências que começam logo no elevador, numa viagem de 50 segundos) ou conceitos mais democráticos, restaurantes asiáticos com caldinhos fumegantes ou boa comida portuguesa; queremos ficar sentados no restaurante a apreciar as vistas, ou pegar e levar para casa. Isto sem esquecer os novos espaços para comer uma das refeições preferidas dos lisboetas, o brunch. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os restaurantes que vão abrir no início de 2019
Restaurantes Os restaurantes que vão abrir no início de 2019

2018 foi um ano feliz para a restauração lisboeta, com muitas aberturas e estreias gastronómicas de outras bandas (ora espreita aqui os 80 melhores restaurantes do mundo em Lisboa). Feito este balanço, as expectativas estão altas para 2019. Ainda mais com este levantar do véu que fazemos aqui: o início do ano vai trazer um novo templo para amantes ramen, que passou de supper club a restaurante, mais cozinha contemporânea, boas carnes ou um novo conceito em que tudo passa pelas brasas, até as bebidas. Isto sem esquecer os aperitivos, aquele conceito de bebida after work que cada vez tem mais fãs, ou um bom docinho para finalizar a refeição, com uma catedral dedicada a um doce tradicional português. Espreite aqui os restaurantes que estamos à espera que abram já no início de 2019. Recomendado: O melhor que comemos em 2018

Restaurantes para o pedido de casamento em Lisboa
Restaurantes Restaurantes para o pedido de casamento em Lisboa

Já todos sabemos, um passo em falso e pode ir tudo por água abaixo. Por isso respire fundo que nós temos a solução: restaurantes com vista para o rio ou para o mar, com aquários de medusas ou com pátios interiores, com massagens ou pratos de trufas. Todos eles românticos q.b. para que o momento do "sim" seja especial. Fizemos-lhe uma lista com os melhores restaurantes para o pedido de casamento em Lisboa onde pode ser lamechas à vontade. Só não vale enfiar o anel numa flute de espumante. Boa sorte. Recomendado: 10 coisas românticas para fazer em Lisboa

As esplanadas mais quentes em Lisboa
Restaurantes As esplanadas mais quentes em Lisboa

O Inverno chegou em força mas connosco não faz farinha. Reunimos à lareira os diminutivos que espantam o frio – mantinha, chazinho, sopinha, escapadinha –, esfregámos as mãos e saímos à rua com tudo. É certo que a cidade pode estar gelada mas há sempre uma alternativa de lugares aconchegantes e nós não queremos que perca um grau que seja. Por isso, vista – temporariamente – o casaco, pegue nas luvas, no gorro, no cachecol e prepare-se para os tirar assim que chegar a uma das esplanadas mais quentes em Lisboa que lhe recomendamos. Recomendado:  Sete bares para fugir ao frio e à chuva

Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining (com experiências que começam logo no elevador, numa viagem de 50 segundos) ou conceitos mais democráticos, restaurantes asiáticos com caldinhos fumegantes ou boa comida portuguesa; queremos ficar sentados no restaurante a apreciar as vistas, ou pegar e levar para casa. Isto sem esquecer os novos espaços para comer uma das refeições preferidas dos lisboetas, o brunch. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Janeiro
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Janeiro

Chegou o frio mas o ambiente na Academia Time Out não arrefece. Em Janeiro, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o ano em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas pizzas deliciosas? Toca a vestir o avental. 

Nova colecção Outono-Inverno do Time Out Bar
Bares Nova colecção Outono-Inverno do Time Out Bar

Muda a temperatura, muda a carta de cocktails do Time Out Bar. Apresentamos cinco novidades para acompanhar a nova estação, mas há mais na nova carta. É a colecção Outono/Inverno, por isso não se deixe vencer pelo frio e aventure-se no Time Out Market, onde há sempre muita coisa a acontecer. Pica daqui, pica dali. O difícil vai ser vir embora. Não resista e prova um destes novos cocktails. Se não souber o que escolher, deixe-se guiar por quem sabe e está ali para satisfazer os seus gostos. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

Comida para todos
Restaurantes Comida para todos

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

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Bilheteira Time Out

A Pior Comédia do Mundo
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A Pior Comédia do Mundo

E se de repente a porta dos bastidores se abrisse e o espectador tivesse acesso ao que por lá se passa? Foi a partir deste pressuposto que Michael Frayan escreveu esta comédia agora encenada por Fernando Gomes. O objectivo é, claro, fazer rir, através de um “olhar alucinante sobre o teatro e as loucuras e devaneios dos que o fazem, cujas tendências para crises descontroladas de ego, falhas de memória e alguma promiscuidade, transformam cada actuação numa verdadeira aventura de alto risco” interpretada, além do encenador, por Ana Cloe, Cristóvão Campos, Elsa Galvão, Inês Aires Pereira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes, Paula Só e Samuel Alves.

Joan Baez
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Joan Baez

Com mais de 60 anos de carreira, marcados pelo activismo por várias e justas causas, Joan Baez é uma referência da música folk e da canção de protesto americana. No primeiro de Fevereiro regressa ao Coliseu dos Recreios, naquela que é anunciada como a sua última digressão. O alinhamento não estará, ainda assim, circunscrito ao seu valoroso passado, que esta mulher ainda tem coisas para dizer e editou em 2018 o primeiro álbum de música nova em dez anos, Whistle Down the Wind.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
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Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Não há uma sem duas, nem duas sem três. Depois de Harry Potter e a Pedra Filosofal, de Chris Columbus, ter sido exibido na então MEO Arena, em 2017, com acompanhamento ao vivo da Orquestra Filarmónica das Beiras, e, este ano, a mesma orquestra ter acompanhado Harry Potter e a Câmara dos Segredos ao vivo, na mesma sala, chega a vez de ver e ouvir o terceiro filme da série: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Como nas ocasiões anteriores, o filme de Alfonso Cuarón será acompanhado pela Orquestra Filarmonia das Beiras, enquanto é projectado num ecrã de 20 metros de largura e 8 de altura, em alta definição.

Snow Patrol
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Snow Patrol

Os Snow Patrol são uma banda de pop-rock com uma pegada global, apesar de não venderem tantos discos (nem terem tantos streams) como alguns dos seus correligionários. Regressaram às prateleiras em 2018, com Wildness, sete anos depois do anterior Fallen Empires (2011) e 20 anos depois da estreia com o álbum Songs for Polarbears. Em Julho vieram ao NOS Alive e voltam a Lisboa em Fevereiro do próximo ano.

A História do Hip-Hop Tuga
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A História do Hip-Hop Tuga

O espectáculo "A História do Hip-Hop" foi apresentado pela primeira vez em 2017, no Sumol Summer Fest. Era para ter sido um concerto único, mas a pedido de muitas famílias vai repetir-se a 8 de Março na Altice Arena. A ideia é a mesma de 2017: juntar em palco alguns dos maiores nomes do hip-hop nacional ao longo dos últimos 25 anos, num concerto que é uma aula de história rimada. E ritmada.  O elenco é vasto e inclui rappers como Ace, Presto, Bispo, Black Company, Bob Da Rage Sense, Boss AC, Capicua, Carlão, Chullage, Dealema, Deau, Dillaz, General D, GROGNation, Holly Hood, Micro, NBC, Nerve, NGA, Phoenix, RDC, Piruka, ProfJam, RDC, Sam The Kid, Sanryse & Blasph, Sir Scratch, SP & Wilson, Tekilla, Tribruto, Vado Mas Ki Ás, Wet Bed Gang e Xeg. E ainda os DJs Bomberjack, Cruzfader, Kronic e Nel Assassin, os bboys 12 Macacos e Gaiolin City Breakers e os writers Nomem e Youthone, numa celebração do hip-hop em todas as suas vertentes.

Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits
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Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits

Ao contrário da maior parte das bandas de rock dos anos 70, não são muitos os humoristas com suficiente material para uma digressão de greatest hits. Mas Jimmy Carr tem um catálogo tão vasto e recheado de piadas arriscadas e bem afiadas que se pode dar ao luxo de escolher as melhores para as datas de "The Best Of, Gold, Ultimate, Greatest Hits Tour".  É uma presença regular na televisão britânica e um dos comediantes (de stand-up e não só) mais atarefados do país: sempre em digressão, sempre a escrever e ainda assim com tempo para apresentar uma série de programas na televisão, como 8 Out of 10 Cats ou The Big Fat Quiz of the Year. Além disso, o seu riso de cano entupido reconhece-se a um quilómetro de distância.

Salvador Sobral
icon-location-pin Santa Maria Maior
Salvador Sobral

Salvador Sobral vai dar o primeiro concerto em nome próprio no Coliseu de Lisboa a 10 de Maio do próximo ano. A ideia é apresentar um novo álbum de originais, a editar em Março. O cantor português encontra-se, de momento, a trabalhar no novo disco, que deve incluir os singles "Mano a Mano" e "Cerca del Mar". Em palco, no Coliseu de Lisboa, será acompanhado pelos cúmplices Júlio Resende, no piano, André Rosinha, no contrabaixo, e Bruno Pedroso, na bateria.

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

Escolher é excluir. Quando a escolha é óbvia é sinal de que a oferta não é famosa. Mas acontece que cada vez mais temos sentido dificuldade em decidir o que fica de fora quando apontamos o dedo ao melhor da cultura, do entretenimento e do consumo em Lisboa. Por outras palavras, anda a custar-nos escolher. Ora, isto pode querer dizer uma de duas coisas: que o nosso trabalho piorou visivelmente ou que a oferta melhorou a olhos vistos. Permita-nos escolher a segunda hipótese (o que, lá está, é uma forma discreta de excluir a primeira). Esta edição é um bom exemplo disso. Quisemos voltar ao tema dos brunches, porque a coisa não só não passou de moda como se entranhou nos costumes dos lisboetas e as novidades sucedem-se a ritmo diário. Acabámos com uma lista de 70 que mais parece um recenseamento. Mas acredite, isto é apenas uma selecção do melhor que descobrimos entre a oferta que se agigantou e aprimorou na cidade. Para ajudar, incluímos uma promoção especial 2por1 que lhe oferece dez brunches para duas pessoas pelo preço de uma. E com isto resumimos o melhor que queremos ser para si: descoberta, escolha e partilha. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. Esta revista vale um brunch em dez sítios: Chérie Paloma, Leitaria da Quinta do Paço, Casinha Boutique Café, Charlie Bistro, Foodprintz, Kaffeehaus, La Boulangerie, Naked, Tease Bakery e The Decadente.

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

Guia de Hotéis 2019
Guia de Hotéis 2019

A Time Out diz-lhe tudo sobre a sua cidade, incluindo como fugir dela. Desde o final de 2017 que todas as nossas edições em Lisboa e no Porto fecham com um Plano de Fuga e ao fim  de tanta viagem somamos já um bom repertório de evasões e escapadinhas para todos os pontos do país. É dessa experiência que nasce a primeira edição deste guia. São mais de 70 hotéis, turismos rurais e guesthouses para descobrir por todo o país. E estes hotéis são dos melhores. É verdade, confessamos, que a tentação de subtrair uma letrinha à frase anterior é grande. Mas dizer apenas que estes hotéis são os melhores do país não seria justo nem sério. Eles são, isso sim, os melhores de entre os muitos que a equipa da Time Out experimentou ou revisitou ao longo de 2018 e que recomenda vivamente para 2019. Quase todas essas experiências, importa dizer, foram tidas a convite e quase todas as estadias  oferecidas. Mas em nenhuma delas aceitámos reserva para uma boa avaliação ou deixámos a nossa palavra de caução. Aconteceu-nos, aliás, não escrever sobre lugares onde estivemos a convite. O que significa que sempre que escrevemos sobre um hotel, estamos já a recomendá-lo e que, de entre todos eles, estes mereceram distinção. E que, portanto, o que tem em mãos é um roteiro de grandes refúgios, feito por uma equipa de gente séria, embora um tanto vadia e dada a escapadinhas, que apenas escreve sobre o que experimenta, conhece, escolhe e avalia pessoalmente. E isso permite-nos, sem hesitação, colocar todos

Lisbon for Visitors
Notícias Lisbon for Visitors

Em 2010 a Time Out fez uma capa com o título “Tem turistas em casa?”. No mesmo ano do tremor de terra no Haiti, do eclipse solar mais longo do terceiro milénio, da vitória da selecção espanhola no Mundial da África do Sul, e do fenómeno Wikileaks, o turista era, como o amor no filme de Sofia Coppola, um lugar estranho. Nesse número há uma ilustração de uma nave espacial a sobrevoar uma casa, dotando o turista de um passaporte intergaláctico. Em oito anos Lisboa escalou tendências e tornou-se destino obrigatório de quem quer conhecer uma cidade do velho mundo repleta de mundos novos. Passear em toda a terra dos alfacinhas (os "little lettuce" dos anglo-saxónicos), e não apenas na Baixa ou em Alfama transformou-se num encontro de culturas e de linguagens: uma Torre de Babel, como a que está no Museu Nacional de Arte Antiga, pintada por Joos Momper II. É a pensar nesses aliens legais, lá dizia o Sting, que a Time Out voltou a criar uma revista com o melhor de Lisboa para quem a visita. Está escrita em inglês mas destina-se a todos os que queiram descobrir a nossa cidade. Podem começar por entrar em 101 portas lisboetas e desvendar o que escondem, almoçar numa tasca, percorrer as lojas da Avenida, provar um dos 21 pratos que seleccionámos no Time Out Market, beber um copo ao fim do dia e ver até onde a noite os leva. No dia seguinte basta abrir outra vez a revista e seguir pistas novas, podendo, quem sabe, acabar o dia a comer um travesseiro em Sintra ou a brindar com um vinho

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Cinema e televisão

Vamos querer devorar estas dez séries em 2019
Filmes Vamos querer devorar estas dez séries em 2019

É inevitável falar em A Guerra dos Tronos quando se fala de televisão em 2019. Afinal, a estreia da oitava e última temporada da série de fantasia medieval da HBO (transmitida pelo canal SyFy em Portugal), em Abril, vai ser o grande momento televisivo do ano. Mas há mais séries para ver, incluindo Stranger Things, outro fenómeno mediático, que volta a 4 de Julho. Entre os regressos mais aguardados estão ainda Brooklyn Nine-Nine, O Justiceiro e (ainda sem data) Mr. Robot. E há novidades como Umbrella Academy e The Boys, duas séries de super-heróis fora do baralho. Ou, para algo completamente diferente, The Central Park Five, a minissérie de Ava DuVernay (a realizadora de Selma), sobre cinco adolescentes afro-americanos injustamente condenados pela violação de uma mulher branca em 1989. Recomendado: As melhores séries de 2018

Os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema
Filmes Os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema

Astérix e Obélix, as personagens do Mundo Lego, o cão favorito da Rainha de Inglaterra, uma gata gorda e mimada chamada Marnie, Mary, uma menina inglesa, um rapazinho japonês com quatro anos, um castor muito trabalhador e um gato muito brincalhão, eis alguns dos heróis das várias longas-metragens de animação que se vão estrear em Portugal daqui até ao mês de Abril, quando se celebra a Páscoa. Alguns destes filmes chegam dos EUA, mas há também entre eles produções e co-produções europeias, envolvendo países como a Inglaterra, a Bélgica, a Alemanha ou a Rússia, e ainda títulos japoneses. Eis os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema.  Recomendado: 101 coisas para fazer em Lisboa com crianças

Seis razões para ligar a televisão esta semana
Filmes Seis razões para ligar a televisão esta semana

Somos adeptos de passeios pela cidade, idas ao cinema (consulte aqui os filmes em cartaz esta semana), e ao teatro (olhe a quantidade de peças que pode ver este mês), jantares fora (com tantos restaurantes novos, porque vai sujar os tachos lá de casa?), concertos e uns bons copos. Mas admitimos que, de vez em quando, sabe bem ficar em casa agrafado à televisão. Para que não desperdice estes valiosos momentos de zapping, damos-lhe as melhores razões para ligar a televisão esta semana. Porque há programas que ainda vale a pena ver em directo e estreias que não vai querer perder. Recomendado: Os filmes em cartaz esta semana

Cinema alternativo em Lisboa esta semana
Filmes Cinema alternativo em Lisboa esta semana

Se é daqueles que não deixa passar uma estreia, pode espreitar aqui os filmes em cartaz esta semana, mas se é um verdadeiro cinéfilo (ou um aspirante a), deve ter em mente que algumas pérolas do cinema escapam às grandes salas. São clássicos para ver e rever – ou apenas filmes fora da rota comercial – e por isso fora dos grandes centros comerciais.  Todas as semanas damos-lhe três sugestões de cinema alternativo em Lisboa, habitualmente fora das grandes salas. Não perca a oportunidade de ver (ou rever) alguns filmes obrigatórios, grandes clássicos ou filmes fora da rota comercial. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

As actrizes e os actores com mais Óscares
Filmes As actrizes e os actores com mais Óscares

Foram muitos os actores e actrizes que, desde 1929, data da primeira cerimónia dos prémios, ganharam um Óscar. Pouco mais de 40 conseguiram levar para casa duas estatuetas da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood ao longo da sua carreira. Mas mais do que isso? Quase nenhuns. Katharine Hepburn é a actriz mais premiada, tendo recebido quatro Óscares de Melhor Actriz entre 1934 (por Glória de Um Dia) e 1982 (por A Casa do Lago). Depois vêm Daniel Day-Lewis, Meryl Streep, Jack Nicholson, Ingrid Bergman e Walter Brennan – o único que nunca foi eleito melhor actor principal, vencendo apenas por papéis secundários. São muito poucos os actores com mais Óscares. É um clube muito restrito e é pouco provável que alguém se junte a ele quando tudo acontecer nos Óscares de 2019. Talvez para o ano. Recomendado: Grandes actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar

Brexit: como entender os ingleses em sete filmes e duas séries
Filmes Brexit: como entender os ingleses em sete filmes e duas séries

Sentido da insularidade, desconfiança do estrangeiro e do continente, repressão dos sentimentos, atitude estóica e impassibilidade perante as pequenas e grandes adversidades, excesso de formalidade, consciência da divisão de classes, gosto pela excentricidade. São características tão vincadas do modo de ser inglês, que acabaram por se transformar em clichés (e em força motriz do Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia). Os próprios ingleses são os primeiros a reconhecê-las e a usá-las como matéria literária, no cinema, na televisão e na cultura popular em geral. Eis, entre os muitos que existem, sete filmes e duas séries de televisão que expressam, em vários registos, essa tão única e peculiar englishness. Recomendado: Os cinco melhores mercados de Londres

As estreias de cinema que não pode perder no início do ano
Filmes As estreias de cinema que não pode perder no início do ano

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas. Robert Redford diz adeus ao cinema em O Cavalheiro com Arma, Clint Eastwood regressa como realizador e actor em Correio de Droga, o francês Jacques Audiard traz-nos um western filmado na Europa com vedetas americanas em Os Irmãos Sisters, a Espanha é o cenário de Todos lo Saben, do oscarizado iraniano Asghar Farhadi, Christian Bale personifica o ex-Vice-Presidente dos EUA Dick Cheney em Vice, Margot Robbie e Saoirse Ronan são rainhas, primas e inimigas em Mary, Rainha dos Escoceses. Estes são apenas alguns dos filmes que vamos poder ver logo nos dois primeiros meses do próximo ano.   Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

As melhores séries de 2018
Filmes As melhores séries de 2018

Sem surpresa, o ano de 2018 foi profícuo na televisão. São cada vez mais os nomes grandes de Hollywood, entre actores e realizadores, a aventurarem-se no pequeno ecrã (ou nos vários ecrãs). Uma consequência do crescente investimento dos canais nas suas produções. Em 2018 estrearam-se séries como há muito não acontecia e estas dez foram as melhores que vimos e até Portugal parece ter finalmente acordado para esta realidade. Sara não passou despercebida e ainda bem. Esperamos que seja apenas o início de uma era dourada também para a ficção nacional.  Recomendado: Os dez melhores filmes de 2018

Os melhores filmes portugueses de 2018
Filmes Os melhores filmes portugueses de 2018

Ao longo dos últimos 12 meses, não se estrearam nem se fizeram em Portugal tantos filmes memoráveis como em 2017 – não houve nada que fosse comparável a Fátima, de João Canijo, São Jorge, de Marco Martins, ou Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, todos do ano passado. Todavia houve uns quantos filmes que se distinguiram na ficção e no documentário. Casos de Colo, de Teresa Villaverde, Ramiro, de Manuel Mozo e Ruth, de António Pinhão Botelho, ou ainda O Espectador Espantado, de Edgar Pêra, e O Labirinto da Saudade, de Miguel Gonçalves Mendes. Recomendado: Os melhores filmes de 2018

Os melhores filmes de 2018
Filmes Os melhores filmes de 2018

É bom fazer balanços. Olhar para trás e pensar no melhor e no pior seja do que for. Neste caso, do que vimos no cinema. Houve filmes maus, assim-assim, bons e muitos bons. E, entre estes últimos, destacaram-se estes dez, de diferentes géneros e proveniências. Dos melhores filmes de 2018, metade são americanos – de 15.17 Destino Paris, de Clint Eastwood, a Fahrenheit 11/9, de Michael Moore, passando por Linha Fantasma, de Paul Thomas Anderson – e o resto veio da Europa – como Guerra Fria, de Pawel Pawlikowski, ou Frantz, de François Ozon – e da Ásia – por exemplo, O Lamento, de Nia Hong-jin. Recomendado: Os melhores filmes portugueses de 2018

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Arte e Cultura

A verdade também é traição
Notícias A verdade também é traição

Os Artistas Unidos atiram-se Do Alto da Ponte, de Arthur Miller, no São Luiz a partir desta quinta-feira. A obsessão nunca foi boa conselheira.  A luz é própria das docas nova-iorquinas nos anos 50: fosca e ténue. Estamos nos bairros adjacentes aos portos e aos barcos, há esse ambiente de vagão, de eco, sombras que saem à noite. É o que vemos da Ponte de Brooklyn, também vizinha. Numa casa modesta vive o casal Beatrice e Eddie Carbone, um estivador que criou Catherine, sobrinha órfã, como se fosse sua filha. Dito isto temos o primeiro passo para o caldo se entornar. Um homem sem filhos, tradicional, com medo da América, até um corte de cabelo consegue achar ousado. Mais ainda quando, em sua casa, acolhem Marco e Rodolpho – primos de Beatrice que vêm da Itália clandestinamente para cumprir o sonho americano – e este segundo, loirinho, se enamora com a sua sobrinha. Do Alto da Ponte, de Arthur Miller, com encenação de Jorge Silva Melo, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos para ver a partir desta quinta-feira no São Luiz. Mas esta não é uma mera história de um pseudo-pai a não gostar da pinta do cavaleiro que resgatou a sua filha-princesa. É também o reflexo dessa ida eventual ida no espelho de Eddie, que para novo é que já não vai: “É um homem que não tem filhos. E a sobrinha está a crescer, a querer sair de casa, arranjar emprego. Terá ele uma atracção sexual pela adolescente que viu crescer? Ou tem apenas medo do tempo que passa, de ver concluída a sua protecção, de fi

As peças de teatro para ver esta semana
Teatro As peças de teatro para ver esta semana

Como dizer? É mais ou menos aquela coisa do, vá lá, não seja forreta, vá lá, não seja preguiçoso. Se vemos tantos filmes no cinema, se vamos a tantos bares e restaurantes, mercados e exposições, qual a justificação para não irmos mais vezes ao teatro? Esta é a nossa forma, delicada, de lhe dizer para se fazer à cena, para se fazer ao palco. Sim, que mostrar-se solidário perante a comunidade artística fica bem, mas sabe a pouco. A agenda cultural de Lisboa está ao rubro, com muitas peças boas para ver. Estas são as que pode ver já esta semana. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder  

Há razões para viver no meio do desespero?
Notícias Há razões para viver no meio do desespero?

Todas As Coisas Maravilhosas, de Duncan Macmillan, é um monólogo que Ivo Canelas leva ao Estúdio Time Out a partir desta segunda-feira. Isto é para aprender a crescer sem antidepressivos.  Listas. Todos precisamos de listas. Aquelas que discriminam as cenouras e o vinho branco na ida ao supermercado, as outras que nos impedem de esquecer da roupa interior e do carregador de telemóvel antes de uma viagem, ou ainda aquela, quase sempre mais mental do que efectiva, das coisas que temos de fazer antes de morrer. Em Todas As Coisas Maravilhosas, texto do dramaturgo inglês Duncan Macmillan que Ivo Canelas leva ao Estúdio Time Out a partir desta segunda-feira, há uma lista que se relaciona com a morte, mas celebra a vida. À nossa frente um personagem adulto conta-nos que aos sete anos, quando a sua mãe tentou suicidar-se pela primeira vez, começou a fazer uma lista de todas as coisas maravilhosas que há na vida. Ideia que lhe apareceu em conversa com um casal de velhinhos simpáticos ao lado de uma máquina de chocolates no corredor do hospital. Velhinhos simpáticos é um dos tópicos dessa lista, ao qual se juntam gelados, guerras de água, poder ficar a ver televisão à noite depois da hora estipulada, coisas com riscas, pessoas aos trambolhões, entre tantos outros. Tudo isto com interpretação de Ivo Canelas, que assume este monólogo em diálogo estreito com o público, num cenário simples, onde cadeiras pretas se arrumam em arena: “O Macmillan procura um formato que não ponha ninguém

Três peças de teatro para levar os miúdos
Miúdos Três peças de teatro para levar os miúdos

Há uma infinidade de coisas que pode fazer com os miúdos em Lisboa durante este mês. Uma delas é ir ao teatro. Ensina-os a estar atentos para perceberem as histórias (de encantar ou não) e a tirar conclusões. Estas são grandes ideias para gente pequena e decorrem em vários cenários, ora numa sala de teatro, ora ao ar livre. O que interessa é que tire a canalha de casa. Temos três sugestões feitas por medida para as crianças. Três peças de teatro infantil. Aproveite antes que saiam de cena. Se eles andarem aborrecidos, a culpa não é nossa. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães e bem divertidos

Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
Coisas para fazer Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa

Vhils, Bordalo II, Aka Corleone, ±MaisMenos±, Tamara Alves ou Mário Belém são alguns dos nomes mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. A eles juntam-se artistas de todo o mundo, que escolhem Lisboa para servir de tela aos mais variados estilos e mensagens. Se por um lado Lisboa está em guerra com taggers com pouco talento para a coisa – e que fazem questão de espalhar assinaturas por tudo quanto é sítio –, por outro a cidade é cada vez mais um museu a céu aberto de belíssimas obras de arte urbana. Embarque connosco num passeio alternativo pela cidade. Recomendado: Sítios alternativos em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Roteiro de arte grátis em Lisboa
Coisas para fazer Roteiro de arte grátis em Lisboa

Lisboa é fértil nas mais variadas manifestações artísticas, fora e dentro de portas. São murais, fachadas, esculturas em jardins, intervenções em lojas, paredes de hotéis ou monumentos históricos. Da próxima vez que passear por um jardim, que entrar numa loja de roupa ou que se sentar à mesa para jantar, olhe bem à sua volta. As manifestações de arte estão um pouco por todo o lado em Lisboa e estas têm entrada livre. À superfície, ou debaixo de terra, venha daí (praticamente) sem gastar um tostão. Só ainda não temos arte a esvoaçar nos céus (fica a dica). Aí segue o roteiro de arte grátis em Lisboa. Recomendado: Conheça estes museus grátis em Lisboa e arredores

As melhores peças de teatro de 2018
Teatro As melhores peças de teatro de 2018

Todas as semanas fazemos questão de lhe mostrar que o teatro continua vivo e bem vivo em Lisboa com sugestões de peças para ver. Mesmo com a falta de apoios e com muitas estruturas a lutare por se manterem de pé, a qualidade do teatro não tem sido afectada e isso é de louvar. 2018 foi um bom ano para as artes de palco – até nos meses mais parados, Lisboa manteve um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estiveram tão pouco tempo em cena que foi preciso correr para ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Contas feitas, estas foram as melhores peças de teatro de 2018. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder

As peças de teatro em Lisboa a não perder
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Estas são as peças de teatro em Lisboa a não perder. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses
Teatro As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses

Assim como as férias dos políticos e as compras do regresso às aulas, há tradições que são para manter. Setembro já cruzou a porta do quintal e com ele voltam os teatros e as suas programações. Por aqui, esticamos isto até ao final do ano, porque a rentrée teatral vai sempre mais longe. Sim, nas próximas linhas dizemos o que não pode perder nos palcos da cidade até Dezembro, para se organizar com tempo suficiente para não utilizar a falta de tempo como desculpa para falhar. Que venha de lá esse teatro. Do Teatro Nacional D. Maria II à Culturgest, são sete as casas de teatro (e dança) que analisamos para levantar o pano para os próximos meses em cena. Espreite e aponte o que mais lhe entusiasma. Estas são as peças de teatro que tem de ver nos próximos meses. Como perceberá, os palcos estão em grande. E as cadeiras chamam por nós. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder

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Música

Uma história do prog rock em dez canções
Música Uma história do prog rock em dez canções

Época e local: Grã-Bretanha, de finais dos anos 60 até meados dos anos 70 Origem do nome: “prog” é uma contracção de “progressive”, o que pressupõe que o “rock progressivo” seria uma forma de rock mais sofisticada e avançada do que aquele que se ouvira até então. Sinónimos: symphonic rock (“rock sinfónico”) e art rock. A música pop-rock sempre sofrera de um complexo de inferioridade face à música clássica e ao jazz: vendia muito mais, mas faltava-lhe sofisticação e respeitabilidade. Os Beatles e os Beach Boys foram dos primeiros a recorrer a arranjos orquestrais elaborados e a tirar partido das vastas possibilidades de manipulação sonora que o estúdio oferecia, fazendo com que as sessões de gravação dos álbuns se fossem tornando cada vez mais longas e perfeccionistas. Forma: o termo “canção” usado, por conveniência, no título acima, seria visto como inadequado por músicos e público. A maioria dos grupos de prog rock abandonou a canção convencional, com três minutos de duração e assente na alternância de estrofe e refrão e investiu em longas peças compostas por múltiplas partes, minuciosamente arranjadas, por vezes com longas digressões instrumentais ou declamações solenes entre as partes cantadas. O álbum como colecção de unidades musicais desirmanadas deu lugar ao “álbum conceptual”, com as várias “peças” sujeitas a um conceito unificador, que podia ou não envolver uma narrativa. Instrumentário: a clássica trindade guitarra/baixo/bateria foi dilatada com a nova geração de

Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha
Música Whole lotta love: as músicas para sexo que lhe vão dar uma mãozinha

Os tabus, por aqui, ficam à porta. Como a gravata suspensa na maçaneta, por exemplo. Mas faça o favor de deixar as canções entrar. É que não tem jeito nenhum a música não ser a ideal num momento que se quer perfeito. E claro, trazemos-lhe opções para todos os ritmos e para todas as situações. Traga o jogo todo para a cama – ou para o carro, ou para o chão. Bom, para onde quiser, na verdade – e vá tirando a roupa porque a nossa playlist de música para sexo é meio caminho andado para entrar no mood. Recomendado: As melhores sex shops em Lisboa

Nove discos que vamos ouvir em 2019
Música Nove discos que vamos ouvir em 2019

Duro é o primeiro disco dos Xutos & Pontapés depois da morte de Zé Pedro e o primeiro grande lançamento do calendário discográfico nacional em 2019. Mas não é o único álbum português que vai marcar o primeiro trimestre. Sallim também vai lançar um novo disco em Janeiro, e em Fevereiro é a vez de ProfJam editar #FFFFFF. Em Março, A Invenção do Dia Claro, dos Capitão Fausto, vai finalmente ver a luz do dia. Também vem aí um novo disco do lisboeta adoptivo Panda Bear: Buoys sai a 8 de Fevereiro. Da colheita internacional destacam-se ainda Sharon Van Etten, Gang of Four, Weezer e American Football. Recomendado: Nove apostas musicais para 2019

Os concertos mais aguardados de 2019
Música Os concertos mais aguardados de 2019

Desde figurões da música popular brasileira como Gal Costa a veteranos da canção anglo-saxónica como Tom Jones e Rod Stewart, passando por bandas de pop-rock progressivo como os Muse, lendas do indie rock americano como os Yo La Tengo ou instituições vivas do thrash metal como os Metallica, há muita música para ouvir em 2019. E ainda há tantos nomes por confirmar. Portanto, tem de se organizar. Fazer contas à vida, olhar para o orçamento mensal e anual, escolher ao que vai, no fundo. E estamos aqui para o ajudar. Estes são os 20 concertos mais aguardados em Lisboa para 2019. Recomendado: Os melhores bares com música ao vivo em Lisboa

Ano novo, música nova: 9 apostas musicais para 2019
Música Ano novo, música nova: 9 apostas musicais para 2019

Da pop ao rock, da folk à electrónica, do r&b ao free jazz e não só – independentemente das preferências e opções estéticas não param de nascer e se revelar novos músicos e projectos em Portugal. Está bem que nem todos vão receber a mesma atenção, e muito menos agradar ao(s) mesmo(s) público(s), mas o que é certo é que Catarina Branco, Cate, Daxuva, Don Pie Pie, Jasmim, Macaia, Meera, Sequoia Guzmán e Terebentina merecem ouvidos atentos. E vão mostrar o que valem, seja em disco ou ao vivo, em 2019.  Recomendado: Os concertos mais aguardados de 2019

O melhor da música de 2018
Música O melhor da música de 2018

A vida de um crítico de música não é fácil. Todas as semanas passam pelos ouvidos de quem faz disto a vida muitos discos maus, e mais ainda que são apenas banais. No entanto, de vez em quando, há um disco que faz tudo valer a pena. E depois outro. E mais outro. E outro... Chegado o fim do ano, são esses que são reunidos em listas. Porque o que é bom merece ser celebrado. Na música portuguesa e fora dela, no universo pop-rock, bem como no jazz e clássica, isto foi o melhor da música em 2018.  Recomendado: Os melhores filmes de 2018

Concertos em Lisboa em Janeiro
Música Concertos em Lisboa em Janeiro

Ano novo, vida nova. Pelo menos é o que se diz. Janeiro é altura de balanços, de mudanças e promessas de melhoramento pessoal que não tardam muito a ser quebradas. Talvez por isso, ou por causa do frio que se costuma sentir, os concertos não abundam – a agenda ainda vai encher-se um pouco mais, de semana para semana, mas não muito. O que não quer dizer que não haja quem se esforce para nos fazer sair de casa. E é gente boa. De Gal Costa e Steven Wilson (dos Porcupine Tree) à fadista Aldina Duarte, passando por Rokia Traoré ou Mulatu Astatke, entre outros. Recomendado: Concertos em Lisboa

Pedro Abrunhosa: “O amor é uma forma de resistência”
Música Pedro Abrunhosa: “O amor é uma forma de resistência”

Depois de cinco anos de silêncio discográfico, Pedro Abrunhosa está de volta com um novo álbum, Espiritual. E surge bem acompanhado, com convidados como Lucinda Williams, Lila Downs, Carla Bruni ou Ney Matogrosso, entre outros. Antes do concerto de terça-feira, no Capitólio, falámos sobre o novo disco e os novos populismos. Tens uma data de convidados neste disco, incluindo seis duetos. Como é que estas pessoas todas aparecem aqui? Tudo começa comigo a escrever uma música. E, quando ela está feita, há timbres que começo a imaginar ali. Penso logo: “aqui estou a ouvir a Lucinda Williams”; “aqui estou a ouvir a Carla Bruni”... Depois é uma questão de falar com as pessoas, e de elas aceitarem. Por exemplo, a Lucinda Williams. É uma lenda viva, e eu sou um grande fã dela. Mandei- -lhe a música e, para meu espanto, passados 15 dias estava cá a canção gravada por ela. Foi tudo muito natural, portanto. Claro. E tive de me controlar, porque se não o disco ficava só com duetos. Queria muito ter convidado o Palma, e há aqui duas ou três canções que iam ficar maravilhosas com ele, mas não deu por causa disso. Foi pena. Os convidados trabalham todos em géneros diferentes. Tens aqui malta do country, do jazz, do fado, da música francesa e da América Latina. Foi fácil meteres pessoas com referências tão diversas a cantarem a tua música? Para mim, só há dois estilos de música, como dizia o Duke Ellington: a boa e a má. Acho que é uma coisa que nós todos de alguma maneira subscrevem

José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"
Música José Mário Branco: "Ainda é só inquietação, inquietação"

A comemoração dos 50 anos de carreira já valeu um álbum de inéditos, a reedição integral da sua discografia e uma nova colectânea. Aqui, pouco se fala disso. Nesta tarde em sua casa, fala-se de música e política, porque uma sempre levou à outra. Fala-se do fado que não mais foi o mesmo, depois que o músico que lhe tinha aversão se apaixonou por uma mulher apaixonada pela canção. Fala-se de um mundo que não se recomenda e que o deixa sem saber o que dizer, mesmo que não se cale quando começa a falar disso. Fala-se sobretudo da inquietação que não passa. Eis José Mário Branco, 76 anos, do Porto, muito mais vivo que morto. Contai com isto dele, para cantar e para o resto. José Mário Branco, 76 anos, do Porto, muito mais vivo do que morto…Precisamente. Freguesia de Santo ildefonso, Ordem da Trindade, atrás da Câmara Municipal. Número 4, segundo andar. Nascido em 1942, Maio, mês das flores. Comemorar 50 anos de carreira. Se tivesse que adivinhar, diria que tiveram de o convencer...O motivo passa-me completamente ao lado, confesso. Havia um tipo que tinha um grupo em Oeiras… como é que ele se chamava?... Bem, um grupo de teatro semi-profissional lá no auditório em Oeiras. De repente telefonava-me e dizia: “ó Zé Mário, no dia tal, gostava de fazer aqui uma homenagem a propósito dos 17 anos e seis meses da publicação da tua música tal. Depois telefonava ao Carlos Paulo a convidar para uma homenagem dos 23 anos de carreira. Fazia isso com actores, músicos, etc. É um bocado isto. Ar

Márcia: "A música é o meu divã"
Música Márcia: "A música é o meu divã"

A volta da mesa, a olhar para o cd: Isto ainda faz sentido?Faz. Qual?Sem isto, para mim, era como se o disco não existisse. É importante o suporte físico. Se isto não há noção de obra, de todo?Fica disperso. É como a quantidade de fotografias que tens no iphone, a quantidade de conversas que tens no email, no whatsapp. Consegues ter dez conversas ao mesmo tempo em janelinhas. Acontece-me, reconheço, não consigo não responder… isto é mais saudável. Os objectos são saudáveis?Não os objectos, não… sou desprendida dos objectos. Mas como artista - não só como cantora, eu vi das Belas Artes, fiz Pintura, fiz Desenho - o material físico é importante… O analógico.Sim. Se não às tantas é tudo muito virtual. Como é que as Bela Artes e o Cinema, que também estudaste, te influenciaram?Fiz um documentário muito pessoal, que se chamava Mana, precisamente sobre a minha irmã. As pessoas desconfiaram: que disparate isto não vai ter piada nenhuma. No final acabou por ser uma surpresa, toda a gente acabou por adorar o documentário. E aí percebi que talvez o meu caminho era falar do meu universo íntimo. E as artes plásticas?Eu habituei-me muito a evadir-me dos sítios onde me sentia aborrecida. Foi assim que comecei a fazer pintura e foi assim que comecei a fazer música. Em ambos os casos a mesma matriz... Imaginar cenários.Isso, imaginar que estou noutro cenário. Um prazer no outro sítio onde não estou. Neste disco há uma sensação transversal de sentimentos de medo, de perd

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As melhores escapadinhas

Escapadinhas para aprender coisas novas
Hotéis Escapadinhas para aprender coisas novas

Somos fortes em gastronomia, mas também não estamos nada mal nas artes plásticas nem na agricultura biológica. O booking lançou recentemente as tendências de viagem para 2019. Surpreendentemente, numa altura em que parece que cada vez mais se viaja só para alimentar as redes sociais, mais de 50% dos viajantes globais manifestaram preferência por destinos com hotéis onde possam desenvolver uma nova competência. Entre na onda do turismo em 2019 e aproveite que vai dar uma volta para aprender qualquer coisinha. Dizemos-lhe sete turismos onde vai com toda a certeza aprender alguma coisa nova. Recomendado: Escapadinhas gastronómicas que valem a viagem

Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar
Coisas para fazer Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar

O pão de forma é um culto com muitos anos, um pouco por todo o mundo. Símbolo de paz e de liberdade, muito associado ao movimento hippie, a carrinha da Volkswagen de 1959 continua a ser uma imagem de marca dos surfistas. Talvez por isso tenha também inspirado a popularidade das autocaravanas, que podem ser uma excelente opção para um fim-de-semana na estrada ou férias prolongadas sobre rodas. E, se pensar bem, Portugal tem grande potencial para roadtrips. Primavera ou Outono, Verão ou Inverno, é sempre altura de trocar o apartamento do Airbnb ou o tradicional hotel pela van life. Dizemos-lhe cinco autocaravanas para alugar. Recomendado:  O melhor da Costa Alentejana

Nove parques de campismo em Portugal para dormir à luz das estrelas
Hotéis Nove parques de campismo em Portugal para dormir à luz das estrelas

Quando pensamos em acampar, a indecisão ataca entre enumerar os lugares bonitos onde o podemos fazer e entrar em pânico com a parte chata de ter de o fazer, como termos de andar com o papel higiénico atrás ou demorarmos dias a lavar o pó do corpo. Mas, a verdade é que passar férias num parque de campismo já não é o que era. Há cada vez mais e melhores opções. E são muitos os encantos em dormir no meio da natureza, do ar puro à oportunidade de adormecer com uma banda sonora natural. Desde parques dedicados ao ecoturismo até aos glampings, o difícil será escolher – se existir acesso directo à praia, melhor. Desligue-se do mundo nestes parques de campismo. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Na rota do contrabando do café em Marvão
Viagens Na rota do contrabando do café em Marvão

Durante a ditadura, o café produzido em Portugal não podia sair para Espanha e, portanto, decretou o Estado Novo que qualquer tentativa de o vender por lá seria punida com pena de prisão. Ora isto para quem vivia da venda de café era um contratempo, mas nem por isso um impedimento. Lá encontraram maneira de contrabandeá-lo para o país vizinho, escapando (às vezes, outras nem por isso) às vigias apertadas de guardas e carabineiros que patrulhavam a raia. De Marvão e das aldeias vizinhas, onde na altura havia meia dúzia de torrefacções em actividade, noite sim, noite sim partiam grupos de corajosos em direcção a La Fontañera com sacos de café cru às costas. O caminho fazia-se a pé, à noite, e durava até de manhã. Eram 10 km em direcção à fronteira com Espanha com sacos de café às costas, que nem sempre lá chegavam. Os homens com os mais pesados, de 60 kg, e as mulheres com os mais pequenos, de 20 kg. O percurso de 10 km fazia-se a pé pela Serra de São Mamede adentro, no breu total, levando geralmente a noite inteira a caminhar. De Espanha trazia-se dinheiro (muito) e todo o tipo de produtos que se pudesse vender nas aldeias – a bombazine, por exemplo, na altura, valia o risco. O tempo passou e hoje aquele que é conhecido como o “Percurso do Contrabando do Café” no Alto Alentejo virou passeio turístico, apadrinhado pela Câmara Municipal de Marvão, que anualmente organiza uma caminhada comentada na primeira pessoa por quem sobreviveu à clandestinidade. Integrado na Rede de Pe

Sete sugestões de escapadinhas por Portugal
Viagens Sete sugestões de escapadinhas por Portugal

A Equipa Time Out adora a sua cidade do fundo do coração, mas às vezes sabe-lhe bem ir dar uma volta. Vai daí e fez uma selecção de sete hotéis onde a palavra de ordem é descansar. Seja em quartos com vista para o Douro, em casas nas árvores ou em tendas de luxo, seja para entrar em casas modernas de inspiração nórdica, num spa desenhado por Álvaro Siza ou provar um menu de Ljubomir Stanisic, são várias as sugestões que encontrámos para que possa passar uns dias longe de tudo. Recomendado: Os novos turismos que valem a viagem  

Os dez bairros mais cool no mundo
Viagens Os dez bairros mais cool no mundo

Ninguém se quer sentir como um turista nos dias de hoje. Viajantes experientes querem viver a cidade como os locais, e isso significa olhar para além das vistas e encontrar os melhores bairros onde dormir, comer, beber e passear. Mas o que é que dá a uma zona da cidade este factor cool de que falamos? Foi essa a questão que tivemos de colocar quando começámos a classificar todos os bairros do mundo que entraram para a lista. E como a Time Out faz 50 anos, casámos uma coisa com a outra e chegámos aos 50 melhores bairros do mundo – descubra a lista completa aqui. Para nos ajudar nesta tarefa, recorremos aos especialistas: editores e jornalistas da Time Out de todo o mundo, que conhecem as suas cidades como ninguém. Também perguntámos a mais de 15.000 pessoas em todo o mundo sobre os melhores (e mais sobrestimados) bairros nas suas cidades, no nosso City Life Index. Queríamos saber: há um burburinho sobre essa zona da cidade, com novos espaços a abrir? A maioria das pessoas poderia dar-se ao luxo de aqui morar? É um bom lugar para se ficar hospedado? E, mais importante que tudo, parece ser um lugar concorrido e com procura? De seguida, debruçamo-nos sobre os números, discutimos entre nós e chegámos àquela que consideramos ser a lista definitiva dos melhores pontos culturais e gastronómicos do planeta – que é como quem diz, os sítios para se estar em 2018. Prepare-se para esta volta ao mundo. Visitou um destes lugares? Partilhe a experiência no Instagram e identifique na fotog

City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses
Viagens City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses

Para partir já ou para planear com tempo, você decide como vai ser. São destinos clássicos com dicas mais inesperadas, perfeitos para uma fuga de fim-de-semana (ou um pouco mais). Sempre dissemos que o que faz em casa é consigo, o que faz na rua é connosco – seja aqui, ou noutro lugar qualquer do mundo. Vai daí, deixamos-lhe cinco ideias para aproveitar algum fim-de-semana grande que possa aproveitar para fazer uma escapadinha na Europa. São city breaks que vão saber a férias – bem programado nem terá de gastar muito. Recomendado: Conheça os dez bairros mais cool no mundo

Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer no Estoril
Coisas para fazer Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer no Estoril

Aqui mesmo ao lado de Lisboa, do monte até ao mar, o Estoril tem muito para descobrir, seja qual for a estação do ano. Escondido entre Cascais e a Parede, durante anos foi a estância balnear mais luxuosa da Linha – sem esquer São Pedro do Estoril e São João do Estoril, também com muito para fazer. Comer, comprar, passear: eis as melhores coisas para fazer no Estoril, sozinho, com amigos ou em família. Siga o nosso roteiro, para uma passagem por um destino intemporal. Vá por nós, uma escapadinha na Linha sabe sempre bem. Recomendado: As melhores praias da linha de Cascais

Quarteirão: 5 motivos para visitar o bairro alternativo de Ponta Delgada
Viagens Quarteirão: 5 motivos para visitar o bairro alternativo de Ponta Delgada

As ruas Carvalho Araújo, Pedro Homem e D’Água, no centro histórico de Ponta Delgada, foram recuperadas e ganharam uma nova vida. O projecto Quarteirão agrega uma série de espaços como galerias, estúdios, livrarias, bares, ateliês, restaurantes e até uma tipografia. Há mais: uma praça com bancos desenhados pelo colectivo de arquitectos italianos Orizzontale para o Festival Walk & Talk, e onde qualquer um se pode sentar e mergulhar na cultura e arte local. O objectivo é continuar a trazer as indústrias criativas para o centro da cidade — e, para tal, o Quarteirão está num bom caminho. Damos-lhe cinco bons motivos para lá passar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em São Miguel

Os dez lugares mais bonitos de Madrid
Viagens Os dez lugares mais bonitos de Madrid

Quando se fala de lugares bonitos em Madrid é difícil que não pensemos logo em parques e jardins onde se está bem em qualquer altura do ano. Também há os edifícios históricos sobre os quais já ouvimos falar em alguma ocasião, e com razão. O que muita gente não sabe é que não é preciso sair de Madrid para encontrar lugares pouco habituais, como um jardim que parece saído do deserto do Arizona ou um “hospital” onde se cuida do património artístico de Espanha e que só pelo seu valor arquitectónico faz parte do património nacional. Esta é uma selecção de lugares bonitos que merecem ser conhecidos numa visita a Madrid. Recomendado: Cinco coisas para fazer em Madrid

Nove experiências obrigatórias em Munique
Viagens Nove experiências obrigatórias em Munique

Se Berlim é conhecida pela sua vida animada, Munique é muitas vezes deixada de fora dos elogios à Alemanha. No entanto, nos últimos anos, a cidade tem conseguido reinventar-se. Do ponto de vista arquitectónico, os edifícios históricos, marcados pela guerra, ganham agora uma nova vida como parte de um plano de recuperação levado a cabo pela cidade. Acrescente-se uma economia em crescimento, impulsionada por grandes empresas como a BMW, grandes centros culturais e uma cultura gastronómica apaixonada – além da cerveja, cerveja e mais cerveja. Munique continua no topo das listas das melhores cidades para viver no mundo. Eis, as melhores coisas para fazer em Munique.

Tome Nota: Le Guess Who? — a melhor razão para ir à Holanda
Viagens Tome Nota: Le Guess Who? — a melhor razão para ir à Holanda

Esqueça as coffeeshops, as tulipas, os museus e as bicicletas. Em Novembro há um bom motivo para viajar até Utrecht e chama-se Le Guess Who? Marque já as datas: de 8 a 11 de Novembro a 12ª edição do Le Guess Who? regressa a Utrecht, a meia hora de comboio de Amesterdão, na Holanda, para um festival de quatro dias em duas dezenas de salas da cidade, de igrejas a galerias, de armazéns a teatros. Recomendado: City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses

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Os melhores hotéis em Lisboa

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa

Entre os melhores hotéis de Lisboa, há uns que convidam mais ao romantismo. Não é fácil encontrar um hotel que tenha jacuzzi no quarto mas a verdade é que se tiver uma banheira aos pés da cama ou no terraço, com água aquecida borbulhante, tudo fica melhor. Reunimos os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa.   RECOMENDADO: Os melhores hotéis com spa em Lisboa

Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa

Lembra-se de quando a sua avó dizia que ia à boutique? Na altura, em tempos que a fast-fashion não dominava o mundo, uma ida a uma loja de roupa era um evento com direito a um francesismo. Algumas décadas depois, o requinte do termo alargou-se à hotelaria, passando a nomear pequenos hotéis de luxo, quase sempre discretos e com uma arquitectura de autor ou de matriz histórica. Os hotéis boutique distinguem-se também pelo ambiente acolhedor e pela descontracção que leva os hóspedes a sentirem-se em casa (mesmo estando a dividir um T15 com pessoas que não conhecem). Espreite a nossa lista com os 20 melhores boutique-hotéis de Lisboa.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

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