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Cursos e workshops em Lisboa que não pode perder
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Oito ovos da Páscoa para oferecer
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Uma carta aberta à TV ligada no restaurante
Notícias Uma carta aberta à TV ligada no restaurante

Vamos parar um momento para pensar em todos os televisores ligados em tascos, snack-bares e pastelarias. Emitem 12 horas por dia, muitas vezes em “mute”,...

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Bárbara Natário e Chrystal queriam um café com pequeno-almoço para todas as horas do dia mas não queriam entrar só no conceito da moda. No Magnólia, em São...

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Bruno e André Santos estão de regresso aos discos. Cartografamos o território sonoro do Vol. 3, entre guitarras, pedais e cordofones madeirenses. Bruno...

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É primavera e os jardins estão mais verdes e floridos que nunca. Também na montra da banca da L’Éclair é primavera. Chegaram os novos sabores de éclaires. A...

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Quem depois do piquenique se tiver aventurado para lá do relvado da Tapada das Necessidades há-de se ter deparado com três pequenas casinhas quadrangulares,...

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Como já é habitual, Lisboa recebe a exposição do World Press Photo. A mostra com as fotografias do concurso deste ano estará patente no Museu Nacional de...

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Esta quinta-feira, a artista brasileira sobe ao palco do Estúdio Time Out para apresentar o seu concerto de voz e violão, uma estreia em Portugal. O seu...

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Coisas para fazer em Lisboa

Propostas gratuitas para celebrar o Dia dos Monumentos e Sítios
Coisas para fazer Propostas gratuitas para celebrar o Dia dos Monumentos e Sítios

Entradas gratuitas, visitas guiadas e passeios pouco óbvios pela cidade. Esta quinta-feira, 18, assinala-se o
 Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, sob alçada da Direcção-Geral do Património Cultural, e há dezenas de actividades agendadas por Lisboa, enquadradas no tema Património 
e Paisagem Rural. Subir ao miradouro das Amoreiras sem pagar, assistir a um concerto de jazz no interior do Museu dos Coches ou aproveitar o Palácio Nacional de Queluz à noite. Para o orientar, traçámos este roteiro completo para se armar em turista sem sair de Lisboa. Ponha-se nos sítios. Recomendado: Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa  

As melhores corridas em Lisboa para dar corda aos sapatos
Desporto As melhores corridas em Lisboa para dar corda aos sapatos

Cordões bem apertados, dorsais no peito e toca a correr que se faz tarde. Com um ano novo em mãos, porque não pôr já em prática a resolução (tantas vezes adiada) de fazer mais exercício? A melhor maneira de mandar o tédio embora é mesmo dar corda aos sapatos – sozinho, com a sua cara metade ou até com o seu melhor amigo de quatro patas. O que é preciso é vontade. Deite o olho à agenda das melhores corridas do ano, em Lisboa e arredores, e deixe a preguiça em 2018. E, se não tiver fôlego, também há caminhadas, para aproveitar as melhores vistas da cidade. Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa

Coisas alternativas para fazer em Lisboa
Coisas para fazer Coisas alternativas para fazer em Lisboa

Sair do trabalho e beber um copo no mesmo sitio de sempre, ir ao cinema, ver uma exposição ou um concerto, enfim, são coisas que toda a gente faz e nós até ajudamos nessa tarefa todas as semanas por aqui. Mas há quem queira mais, quem queira sair da rotina e aventurar-se noutras práticas – de coisas alternativas, diga-se. O conceito é lato, bem sabemos, e tudo depende do que cada um faz no seu dia-a-dia para uma coisa ser alternativa ou não. Ainda assim, reunimos nesta lista uma série de coisas alternativas para fazer em Lisboa, coisas que fogem da norma e que não fazem, certamente, parte do seu habitual rodopio citadino.  Recomendado: Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Quer ser barista? Espreite estes cursos de café em Lisboa
Coisas para fazer Quer ser barista? Espreite estes cursos de café em Lisboa

Quando se fala em café de especialidade, fala-se também de aromas, de acidez, de notas florais, de triagem dos melhores grãos e por aí fora. Aprender tudo sobre café é também tornar-se um pequeno cientista de laboratório, um conhecedor profundo das melhores características do café, da colheita até à chavena. Sabe distinguir um robusta de um arábica? Sabe qual é o ponto de torra ideal para o café de filtro ou café expresso? É mesmo preciso um curso e em Lisboa começa a ter algumas opções para aprender uma das profissões da moda. Ora, espreite estes cursos de café em Lisboa. Recomendado: E você, sabe qual é a maneira mais complicada de pedir um café?

Férias da Páscoa: já sabe o que vai fazer aos miúdos?
Miúdos Férias da Páscoa: já sabe o que vai fazer aos miúdos?

Folares, amêndoas, ovos de chocolate... A Páscoa tem coisas deliciosas. Os filhos fechados em casa durante duas semanas não são uma delas. Eles contam os dias para as férias com o maior dos entusiasmos ao mesmo tempo que os pais desesperam sem saber como lhes ocupar tanto tempo livre. Para que possa respirar de alívio, fizemos o trabalho de casa e damos-lhe vários programas para entreter os miúdos durante a Páscoa. Se eles andarem aborrecidos, a culpa não é nossa. Se ainda não sabe como lhes ocupar as férias da Páscoa, aqui encontra actividades para todos os gostos e bolsos. Recomendado: No Palácio do Correio-Mor, liberte os miúdos nesta caça aos ovos da Páscoa

Conheça estes cursos de maquilhagem em Lisboa
Coisas para fazer Conheça estes cursos de maquilhagem em Lisboa

Ter um aparador em casa recheadinho de maquilhagem que lhe serve de stand de trabalho para se embonecar todos os dias é o ponto de partida para admitir que sofre de um fanatismo qualquer perante pincéis, batons, sombras, bases, iluminadores, blushes ou eyeliner. Se é sempre requisitada para maquilhar as amigas para aquela ocasião especial também é um sinal de que, talvez, a maquilhagem ocupe um grande espaço na sua vida. Porque não aperfeiçoar a técnica? Nada tema, porém, se não dá uma para a caixa, porque estes cursos de maquilhagem em Lisboa ajudam qualquer um a entrar neste mundo e a sair como uma verdadeira profissional. Desde maquilhagem mais simples, à indústria da moda e do cinema, conheça estes cursos de maquilhagem em Lisboa. Recomendado: Time Out Market: workshops de cozinha da Academia Time Out  

Dê ao pedal: sítios onde alugar bicicletas em Lisboa
Coisas para fazer Dê ao pedal: sítios onde alugar bicicletas em Lisboa

Há quem passe o dia a cantarolar a velha música dos Queen “I want to ride my bicycle/ I want to ride my bike” sem duas rodas em casa que possa usar. Mas, se por acaso sente que está na hora de tirar a barriga de misérias no que toca a pedalar, tome nota. O CicloviasLX mapeou todas as pistas para velocípedes existentes na cidade, os sítios onde pode apanhar uma bicicleta e as informações práticas como as regras de utilização em transportes públicos. Funciona estilo Wikipedia, por isso também pode dar o seu contributo. No site da Câmara Municipal de Lisboa, também há um mapa das vias para bicicletas já existentes e das que estão planeadas até 2021, ano em que Lisboa chegará aos 200 km de extensão de ciclovias. Se fica atrapalhado com tanta informação, esta lista diz-lhe, sem complicações, onde e como alugar bicicletas. Se for moderno-alternativo e preferir deslizar, há uns quantos sítios onde se arranja uma segway. Recomendado: As melhores lojas de bicicletas de Lisboa

Seis passeios em Lisboa para fazer esta semana
Coisas para fazer Seis passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). Quanto ao kit de sobrevivência, calçado e roupa confortável são recomendação da praxe. Combine o melhor dos cenários com a história e o exercício físico e desfrute dos melhores passeios e caminhadas. Recomendado: Os melhores passeios para fazer em Lisboa

O vintage hoje: os eventos para ter debaixo de olho
Coisas para fazer O vintage hoje: os eventos para ter debaixo de olho

Segue-se uma agenda que não cheira a mofo, mas podia pelo tempo a que cada evento remete. São feiras, festivais e mercados para se entreter e olhar para a frente, com um pé no passado. Dos grandes bólides e carros desportivos aos vinis, uma das mais notáveis expressões de culto do vintage. Se quiser enfeirar, tem sempre mercados fixos na cidade, seja no primeiro fim-de-semana do mês ou todas as terças, as banquinhas e charriots com trapinhos em 2.ª mão e vintage estão lá prontos para serem levados para casa.  Aqui tem uma mão cheia de oportunidades de olhar para trás e fazer agora.  Recomendado: As lojas vintage em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Roteiro de livrarias independentes em Lisboa
Coisas para fazer Roteiro de livrarias independentes em Lisboa

Sítios onde é pouco provável que encontre um exemplar de “Maria Vieira no País do Facebook” mas de certeza que tropeça numa obra de Konsalik. Já agora, por que raio há tantos livros de Konsalik à venda em Lisboa? Não sabemos a resposta a essa pergunta, mas sabemos bem quais são as nossas livrarias independentes preferidas. Nota: uma livraria independente é uma loja de venda de livros que não está presa a uma cadeia, um franchising, um conglomerado ou qualquer tipo de substantivo colectivo usado para designar agremiações do género. A nossa lista também não inclui alfarrabismos de qualquer espécie. Recomendado: Dos códices e incunábulos ao Harry Potter: uma viagem pelas bibliotecas em Lisboa

Descubra o melhor da agenda cultural de Cascais
Coisas para fazer Descubra o melhor da agenda cultural de Cascais

Do EDPCOOLJAZZ aos grandes poetas portugueses, passando, claro, pela incontornável Casa das Histórias da Paula Rego. A agenda cultural de Cascais está preenchidérrima e há himalaias de coisas para fazer em Cascais nos próximos meses. É também bastante provável, senão certo, que esta lista que lhe apresentamos agora vá crescendo nas próximas semanas e nos próximos meses – como sempre, estamos cá para acompanhar o cada vez mais acelerado ritmo da vila e seus arredores. Uma coisa é certa: há muitas coisas para fazer em Cascais até ao final do ano. Recomendado: Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer em Cascais

Três sítios para fazer tatuagens vintage em Lisboa
Coisas para fazer Três sítios para fazer tatuagens vintage em Lisboa

Amor de mãe, um coração vermelho, rosas em volta e uma flecha: podia começar assim a história da sua próxima tatuagem, uma espécie de viagem kitsch com agulhas e cores garridas. Pintar a pele à moda antiga é uma opção para quem gosta de viver o presente com um pezinho no passado, noutras épocas, diga-se. Estes estúdios de tatuagens em Lisboa foram bater à porta dos clássicos, dos corações e das âncoras aos punhais e piratas, o tempo das pin-ups e dos marinheiros ainda vive e pode ser eternizado num qualquer cantinho de epiderme.  Recomendado: Os melhores estúdios de tatuagens em Lisboa

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Comer & Beber

Três sítios para comer húngaros
Restaurantes Três sítios para comer húngaros

Em forma de coração, estrela, personagens do universo Disney ou nas versões mais clássicas redonda ou ligeiramente alongado. Certamente já terá comido uma destas bolachas húngaras em algum destes formatos – até porque são um dos clássicos do sortido de miniaturas das festas de anos. À hora do lanche ou simplesmente para acompanhar o café com um doce, não menospreze os húngaros. Quando estão frescos e no ponto são bolachas macia, como se de um bolinho se tratasse, recheadas ora com marmelada ora com doce de fruta, e com cobertura em chocolate negro. Recomendado: Os melhores sítios para comer mousse de chocolate em Lisboa

Restaurantes em Lisboa para o domingo de Páscoa
Restaurantes Restaurantes em Lisboa para o domingo de Páscoa

Num pequeno-almoço com o famoso coelho, num brunch ou num almoço prolongado, aproveite o dia em família num destes restaurantes que selecionámos em Lisboa para o domingo de Páscoa. Há desde os menus mais tradicionais, com perna de borrego e cabrito assado acabando nos folares e nas amêndoas, às reinterpretações mais robuscadas. Aqui pode encontrar opções para todos os gostos e para todos os tipos de grupos, temos várias opções para os mais pequenos com as famosas caças ao ovo e outras programações a pensar neles. Dê descanso à sua cozinha nesta Páscoa e escolha uma destas opções.  Recomendado: Coisas para fazer no domingo de Páscoa em Lisboa

Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Esqueça as mil e uma noites: aqui o que interessa são os mil e um pratos. É que estamos a falar de comida do Médio Oriente, onde as opções são mais que muitas e a gastronomia é um caso sério. Do hummus ao falafel, da baklava ao moutabal, no mapa temos Turquia, Líbano ou Síria, e claro, muitos pratos para partilhar e o pão como estrela da mesa. A cidade rendeu-se e nem precisa de pegar na bússola para rumar a Oriente, basta pegar nesta lista dos melhores restaurantes do Médio Oriente e seguir caminho por Lisboa. Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes franceses em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes franceses em Lisboa

Esta lista dos melhores restaurantes franceses em Lisboa é uma homenagem à boa gastronomia gaulesa e um guia para encontrar pratos típicos como soup a l’oignon, confit de canard ou uma valente entrecôte. E com jeitinho ainda lhe damos restaurantes de autor onde a técnica francesa nunca se dispensa. Tendo em conta o léxico que decora a carta de cada uma destas casas, optar por um restaurante francês para o almoço ou jantar é também optar pelo enriquecimento do vocabulário daquela que é considerada uma das línguas mais propícias ao romance. Carregue nos erres e bon appétit. Recomendado: Os melhores sítios para comer sopa de cebola em Lisboa

Os melhores restaurantes italianos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes italianos em Lisboa

Mamma Mia! Pode começar já a treinar o seu sotaque italiano e a exercitar os dedos, porque nos melhores restaurantes italianos em Lisboa vai ter muito para falar com as mãos em sinal de apreço depois de comer os pratos mais típicos. Nesta lista vai encontrar desde burratas cremosas, pizzas em forno de lenha com bases de massa de fermentação lenta, massas frescas feitas no momento e que até pode levar para casa, ou sobremesas como o tiramisù ou pannacotta. Viaje connosco do Norte ao Sul de Itália, sem tirar os pés da cidade.   Recomendado: As melhores pizzas em Lisboa

Os melhores restaurantes argentinos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes argentinos em Lisboa

Dentro da gastronomia mais típica argentina, as carnes são o maior trunfo do país. Há bife chorizo (o chorizo é um dos cortes mais nobres na carne bovina argentina), parrilladas com diversos tipos de carne e linguiças na brasa, o lomo, uma carne macia cozinhado consoante a região ou as empanadas, petisco bem recheado com sabores mais ou menos exóticos (e com q.b de picantinho, mas sempre bem temperado). À hora da sobremesa, o melhor é nem pensar em calorias, que a ideia é lambuzar-se com dulce de leche e alfajores. Prove de tudo um pouco nestes restaurantes argentinos em Lisboa. Recomendado: Os melhores sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos, restaurantes mexicanos, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi ou boa comida portuguesa com o bacalhau como estrela. Queremos ficar sentados no restaurante a apreciar as vistas, ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Avillez abre Casa dos Prazeres e apresenta-nos ao Rei da China
Notícias Avillez abre Casa dos Prazeres e apresenta-nos ao Rei da China

José Avillez em dois por um: o chef português convidou o argentino Estanislao Carenzo para abrir um restaurante luso-asiático em Lisboa mas, em vez de um, são dois espaços. Três, se contar com o bar. No coração do Chiado. O Rei da China abre esta quarta-feira, 27 de Março, em soft-opening. A Casa dos Prazeres abre na próxima terça-feira. Embarcámos em mais uma viagem ao império.  Avillez é já o rei do Chiado mas o império tem-se alargado, tanto pelo país, com conceitos de autor e projectos étnicos com chefs internacionais, como também além-fronteiras – o primeiro restaurante fora de Portugal abriu há semanas, uma Tasca portuguesa num hotel de luxo no Dubai. Em Lisboa, a expansão prossegue e desta vez abre não um mas dois restaurantes com um argentino especializado em cozinha asiática: o Rei da China, um formato mais rápido com lugares ao balcão e uma forte componente de take-away, e a Casa dos Prazeres, para lá das portas de serviço deste primeiro espaço, uma cozinha que explora e aprofunda a ligação gastronómica entre Portugal e Ásia.   O Rei da China tem uma forte componente de take-away Fotografia: Duarte Drago   A dias da inauguração, ainda com mercadoria a chegar e tudo entaipado, a alguns metros de distância da Pitaria (outro conceito de Avillez, só de pitas do Médio Oriente), Estanislao Carenzo está a comandar todas as operações. Conheceu José Avillez em 2011, durante uma viagem ao México, e começaram as primeiras conversas para uma parceria em Lisboa. Carenz

Os melhores quiosques em Lisboa
Coisas para fazer Os melhores quiosques em Lisboa

Já lá vai o tempo em que os quiosques eram sinónimo de jornais e caramelos. Os quiosques não exigem mesa marcada com três dias de antecedência e estão sempre de esplanadas postas para nos acolher no final de um dia de trabalho, quando a luz ainda não escasseia, seja para uma cerveja fresca, um cocktail ou um petisco. E quando achávamos que já estava bom, eis que nascem novos quiosques, com refeições saudáveis, cadeiras para praticar o bronze e um cartaz de festas diversas. Na dúvida, são estes os melhores quiosques em Lisboa para começar bem o dia ou para o terminar com um brinde à cidade. É só escolher. Recomendado: Dez sinais de que a Primavera chegou a Lisboa

Meat Me: do franguinho ao chuletón de topo
Notícias Meat Me: do franguinho ao chuletón de topo

O muito ansiado novo projecto do grupo Sea Me dedicado ao mundo da carne abriu finalmente as portas no Chiado, entre o Teatro São Luiz e o São Carlos. O nome é um convite: Meat Me. Este restaurante não é um one man show, ainda que a carne seja o elemento condutor do espectáculo – há várias personagens principais no novo Meat Me, no Chiado. Vamos às primeiras apresentações, depois a outros detalhes e protagonistas. Começamos pelo chef, Tomás Pires, discípulo de Aimé Barroyer (mentor de outros grandes chefs portugueses e responsável pela cozinha do Pestana Palace), que tem André Morgado como sous chef e responsável da pastelaria. Depois há um sommelier de carnes, Bruno Fortuna, o melhor amigo do cliente na hora de escolher o corte e o tipo de carne, para lhe falar sobre os tamanhos das peças e as quantidades ideais para determinado número de pessoas. E aqui é onde entra um nome de peso, José Gordon, o dono da bodega El Capricho, um restaurante e quinta perto de Léon, em Espanha, considerado por muitas publicações internacionais, como a Time, o produtor da melhor carne do mundo e um mestre da parrilla. E ainda não falámos do porco preto, do wagyu ou das aves. Já lá vamos.   O balcão das carnes do Meat Me, onde vai estar o sommelier das carnes Fotografia: Inês Félix        “A nossa carta está dividida por animais. Começa na vaca e no boi, depois temos o porco e as aves”, apresenta Tomás, de volta de uma tábua com peças de carne vermelha gigantescas. O primeiro contact

Pratos de bacalhau a não perder em Lisboa
Restaurantes Pratos de bacalhau a não perder em Lisboa

É um dos ingredientes mais famosos da cozinha tradicional portuguesa e embora alguns sejam muito clássicos na hora de o cozinhar, não faltam pratos com bacalhau para comer em Lisboa, bem criativos (ora descubra neste lista aquele que tem um molho de galinha assada) e com ingredientes diferentes. Aqui dizemos-lhe nove pratos que tem mesmo de provar, cobrindo vários tipos de restaurantes, da tasca à cozinha de chef, com passagem pelo quiosque para apanhar um salgadinho. O certo é que esta é a nossa comida de conforto. Se o que lhe apetece é bacalhau, então deixe-se guiar por nós.   Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Santuário Cucina: o novo supper club de comida italiana
Notícias Santuário Cucina: o novo supper club de comida italiana

A siciliana Alessandra Lauria mudou-se para Portugal em Novembro e encontrou uma casa para mostrar a sua especialidade: a massa fresca. No Santuário Cucina, faz workshops e jantares à porta fechada. Pusemos as mãos na massa no novo supper club da cidade. Isto não é um restaurante e o mais provável é chegar e ver Alessandra ainda com as mãos na massa, cheia de farinha, enquanto estica, corta e molda orecchiette, um tipo de massa fresca sem ovos com a forma de uma pequena orelha. Mas também podem ser gnocchi ou raviólis, depende do dia e da ocasião. Num primeiro andar luminoso e arejado em Santos nasceu o Santuário Cucina, um espaço que quer ser um supper club italiano mas também escola de cozinha, com workshops de pasta.    Há workshops dados por Alessandra Lauria Fotografia: Inês Félix   “Juntar pessoas à volta de uma mesa é uma coisa sagrada para mim. Não interessa o que tens na mesa, mas interessa estares a aproveitar, chegares a diferentes culturas e partilhares conhecimento”, diz Alessandra Lauria, em Lisboa desde Novembro. Chegou à capital para trabalhar no Ruvida, o restaurante pequenino de massa fresca que abriu em Alcântara no início deste ano, mas nos entretantos não quis ficar parada e começou a dar workshops de massa e a conhecer pessoas – pelo meio encontrou Ana Paula Várzea, a responsável do antigo CoolCook Club e do actual Santuário Cinematoca do piso de baixo, deu nova vida ao espaço da escola de cozinha e conheceu os donos do In Bocca al Lupo, o rest

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Já conhece o novo Chef do Time Out Market?
Notícias Já conhece o novo Chef do Time Out Market?

Não é de carne e osso e não está na ala dos chefs. “Chef” é o nome da primeira loja de comida pronta de Lisboa que chegou agora ao mercado com as suas famosas empadas. Quando o Chef abriu em 1977, ainda os chefs rockstars eram uma miragem e contavam-se pelos dedos de uma mão os verdadeiros chefs da cidade (cozinheiros havia muitos). Ainda assim, este “Chef – Comida Pronta” proporcionou muitas boas refeições a Lisboa durante todos estes anos de vida. O Chef, primeira loja de comida pronta para levar para casa, abriu portas na Rua Borges Carneiro (Lapa), dois anos após o 25 de Abril, pelas mãos de várias sócias, entre as quais Helena Corrêa de Barros, fotógrafa reconhecida, mãe e avó das actuais gerentes. Mais tarde, Helena Corrêa de Barros acabou por ficar sozinha à frente do negócio. Quando faleceu, o Chef foi parar às mãos da filha e actual dona, Margarida Vaz Pinto, e hoje são as suas filhas, Sofia Rebelo de Andrade e Marta Ramalho Ortigão, que conduzem os destinos do Chef. E foram elas que aceitaram este convite para virem para o Time Out Market com as empadas do Chef. Inês Félix “O Chef é uma empresa familiar de comida familiar”, diz Sofia Rebelo de Andrade. “Temos os clássicos, como o rosbife, os crepes, as empadas, as pies (empadas grandes), os bacalhaus, e uma vasta pastelaria e doçaria. E os nossos clientes procuram-nos exactamente por esta comida de conforto que dizem fazer lembrar-lhes a infância, a avó, a mãe…”, conclui. Para esta nova aventura no mercado

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Abril
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Abril

O ambiente na Academia Time Out nunca arrefece. Em Abril, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o mês em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas panquecas fofinhas? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Abril em Lisboa

Os novos clássicos no Monte Mar
Notícias Os novos clássicos no Monte Mar

2019 trouxe uma nova vida ao restaurante do Monte Mar no Time Out Market. Primeiro com uma nova decoração, depois com novidades na carta. No Monte Mar do Mercado não há uma esplanada com o rio Tejo ao lado (apesar de este estar muito perto), nem as ondas do mar do Guincho a bater, mas há tudo o resto que tornou este restaurante num clássico de Lisboa, já lá vão mais de 40 anos. A começar pelos famosos filetes de pescada com arroz de berbigão, acompanhados por um molho tártaro. Desde que abriu no Mercado em 2014, que este prato continua a ser um dos mais pedidos. Talvez por culpa de clientes que seguem as recomendações da Time Out: “se só puder experimentar uma coisa neste restaurante, este é o prato”. Depois da renovação do espaço em Janeiro que implicou um corte com a imagem anterior – uma garrafeira em destaque, uma maior transparência que permite ver toda a cozinha e a introdução de alguns elementos náuticos –, e aproximou muito mais este espaço dos outros dois restaurantes do grupo, também a carta foi alvo de novidades, que na verdade, não são mais do que clássicos do restaurante original.    Bacalhau à lagareiro Inês Félix   O bacalhau e o polvo à lagareiro (15€ e 16€) encabeçam a lista das novidades, mas há concorrência para o prato estrela da casa. Os filetes de polvo com arroz de alho (16€) são uma das novidades que promete transformar-se num dos favoritos.   Filetes de polvo Inês Félix   E porque no Monte Mar peixe e marisco devem sempre vir aco

Queridos, mudámos o Mercado
Restaurantes Queridos, mudámos o Mercado

Estão abertos quase 365 dias por ano, de tal forma que até podiam ser chamados de “o mercado que nunca dorme”, mas há alturas em que é preciso mesmo fechar portas para fazer trabalhos de manutenção que vão melhorar a experiência de quem os visita. Foi o que aconteceu em Janeiro quando o Time Out Market fechou dois dias para limpeza e manutenção e, em alguns espaços, parecem ter passado aqueles programas do tipo “extreme makeover”. Ficam os resultados para apreciação. Recomendado: Time Out Market: o melhor dos próximos dias

As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market
Restaurantes As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market

Há quem corra, quem se cole à lareira ou ao aquecedor, ou quem dê saltinhos, tudo em prol de aquecer nos dias mais frios. No Time Out Market temos outras ideias para fazer subir a temperatura corporal. Com ou sem álcool, é como quiser e lhe apetecer. Não é novidade que por aqui não falta nada, seja vinho quente ou chocolate quente ou até mesmo um chá com Licor Beirão (sim, leu bem). Aí vão três bebidas para se aquecer no Time Out Market. Recomendado: Time Out Market – O melhor dos próximos dias

As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market
Restaurantes As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market

Se dúvidas existissem de que o quiosque da Taylor’s, que abriu no Time Out Market, foi um óptimo casamento, aqui ficam as provas de que os vinhos do Porto de uma das mais antigas marcas do mundo casam bem com qualquer produto do Mercado. Recomendado: O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

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Bilheteira Time Out

O Feiticeiro de Oz
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O Feiticeiro de Oz

Dorothy e os seus sapatinhos vermelhos estão de volta, desta vez a Carnide ao Teatro Armando Cortez, pelas mãos do Teatro Infantil de Lisboa....

Mumford & Sons
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Mumford & Sons

Os britânicos Mumford & Sons são uma das mais populares bandas de guitarras dos últimos dez anos. Lançaram o primeiro...

dEUS
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dEUS

Os dEUS estabeleceram uma relação especial com Portugal ao longo dos anos, e são uma presença regular no país. Mas o...

Procol Harum
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Procol Harum

Os Procol Harum são um nome histórico do rock progressivo britânico. Assinalaram os 50 anos da edição do primeiro...

Emília
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Emília

Depois de já ter feito textos de Shakespeare, Tim Crouch ou Sarah Kane, a Palco13 atira-se agora a um original, feito em criação...

#Emigrantes
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#Emigrantes

A partir de Fernando Pessoa, Al Berto e Slawomir Mrozek, Ricardo Boléo leva-nos a #Emigrantes, espectáculo que quer reflectir essa...

Ballyturk
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Ballyturk

Enda Walsh escreveu e, mais uma vez, os Artistas Unidos apresentam uma peça do dramaturgo irlandês. Com encenação de Jorge Silva...

Romeu e Julieta
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Romeu e Julieta

Isto, mês sem Shakespeare, em Lisboa, não é mês não é nada. Portanto, com versão cénica e...

Taste of Portugal: Pastéis de Nata
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Taste of Portugal: Pastéis de Nata

O Pastel de Nata é o clássico mais amado da pastelaria portuguesa e um clássico da programação da Academia. Descubra a...

XIII Aniversário Primeira Linha
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XIII Aniversário Primeira Linha

A produtora portuense Primeira Linha faz anos, mas é o público quem recebe as prendas. Os rappers cariocas BK (na foto) e Sain, do colectivo...

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

Lembram-se de quando chegávamos a um restaurante lisboeta, perguntávamos qual era a opção vegetariana e o empregado respondia, muito solícito: “Podemos fazer-lhe uma omelete de fiambre!”. Parece que foi há muito tempo, mas nem uma década passou desde que assistimos perplexos a vários “se calhar janto uma salada mista” ou a refeições 100% vegan à base de batatas fritas e ketchup: “Se faz favor, é um cachorro sem salsicha”.Os tempos mudaram. Evitar produtos de origem animal deixou de ser uma esquisitice ou uma mania. Os vegans, outrora vistos como marcianos, são agora acolhidos com um sorriso. A oferta da cidade é hoje tão vasta e apetitosa que nos faz duvidar se os extraterrestres, afinal, não somos nós. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. Esta revista vale uma refeição na Tasca da Esquina, um bilhete MEO na Kidzania, um artigo da Couve, um menu da Pikikos e um cacto da Vintage Cactus.

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

Guia de Hotéis 2019
Guia de Hotéis 2019

A Time Out diz-lhe tudo sobre a sua cidade, incluindo como fugir dela. Desde o final de 2017 que todas as nossas edições em Lisboa e no Porto fecham com um Plano de Fuga e ao fim  de tanta viagem somamos já um bom repertório de evasões e escapadinhas para todos os pontos do país. É dessa experiência que nasce a primeira edição deste guia. São mais de 70 hotéis, turismos rurais e guesthouses para descobrir por todo o país. E estes hotéis são dos melhores. É verdade, confessamos, que a tentação de subtrair uma letrinha à frase anterior é grande. Mas dizer apenas que estes hotéis são os melhores do país não seria justo nem sério. Eles são, isso sim, os melhores de entre os muitos que a equipa da Time Out experimentou ou revisitou ao longo de 2018 e que recomenda vivamente para 2019. Quase todas essas experiências, importa dizer, foram tidas a convite e quase todas as estadias  oferecidas. Mas em nenhuma delas aceitámos reserva para uma boa avaliação ou deixámos a nossa palavra de caução. Aconteceu-nos, aliás, não escrever sobre lugares onde estivemos a convite. O que significa que sempre que escrevemos sobre um hotel, estamos já a recomendá-lo e que, de entre todos eles, estes mereceram distinção. E que, portanto, o que tem em mãos é um roteiro de grandes refúgios, feito por uma equipa de gente séria, embora um tanto vadia e dada a escapadinhas, que apenas escreve sobre o que experimenta, conhece, escolhe e avalia pessoalmente. E isso permite-nos, sem hesitação, colocar todos

Lisbon for Visitors
Notícias Lisbon for Visitors

Em 2010 a Time Out fez uma capa com o título “Tem turistas em casa?”. No mesmo ano do tremor de terra no Haiti, do eclipse solar mais longo do terceiro milénio, da vitória da selecção espanhola no Mundial da África do Sul, e do fenómeno Wikileaks, o turista era, como o amor no filme de Sofia Coppola, um lugar estranho. Nesse número há uma ilustração de uma nave espacial a sobrevoar uma casa, dotando o turista de um passaporte intergaláctico. Em oito anos Lisboa escalou tendências e tornou-se destino obrigatório de quem quer conhecer uma cidade do velho mundo repleta de mundos novos. Passear em toda a terra dos alfacinhas (os "little lettuce" dos anglo-saxónicos), e não apenas na Baixa ou em Alfama transformou-se num encontro de culturas e de linguagens: uma Torre de Babel, como a que está no Museu Nacional de Arte Antiga, pintada por Joos Momper II. É a pensar nesses aliens legais, lá dizia o Sting, que a Time Out voltou a criar uma revista com o melhor de Lisboa para quem a visita. Está escrita em inglês mas destina-se a todos os que queiram descobrir a nossa cidade. Podem começar por entrar em 101 portas lisboetas e desvendar o que escondem, almoçar numa tasca, percorrer as lojas da Avenida, provar um dos 21 pratos que seleccionámos no Time Out Market, beber um copo ao fim do dia e ver até onde a noite os leva. No dia seguinte basta abrir outra vez a revista e seguir pistas novas, podendo, quem sabe, acabar o dia a comer um travesseiro em Sintra ou a brindar com um vinho

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Cinema e televisão

Quem vai ganhar A Guerra dos Tronos?
Filmes Quem vai ganhar A Guerra dos Tronos?

Restam cada vez menos pretendentes ao trono de Westeros. Mas alguém vai ter de se sentar nele quando A Guerra dos Tronos chegar ao fim, na madrugada de 18 para 19 de Maio, partindo do princípio que os mortos-vivos não matam toda a gente. Antes do início da oitava e última temporada, que se estreia de 14 para 15 de Abril no Syfy e no serviço de streaming HBO Portugal, especulamos sobre o que aguarda os protagonistas da série (e um par de personagens secundárias). Recomendado: Tudo o que sabemos sobre a última temporada de A Guerra dos Tronos

Acha que sabe tudo sobre A Guerra dos Tronos?
Filmes Acha que sabe tudo sobre A Guerra dos Tronos?

A última temporada de A Guerra dos Tronos estreia-se dia 14 de Abril na HBO e no Syfy, e desde o dia 8 o canal vai transmitir todos os episódios da série numa longa maratona. Faça este quiz para perceber se está pronto para a nova temporada ou precisa de rever a matéria dada.   Loading... // (function(i,s,o,g,r,a,m){var ql=document.querySelectorAll('A[quiz],DIV[quiz],A[data-quiz],DIV[data-quiz]'); if(ql){if(ql.length){for(var k=0;k

Os melhores filmes de Liam Neeson
Filmes Os melhores filmes de Liam Neeson

Liam Neeson é um actor que trabalha. Este ano, tem cinco filmes em várias fases de elaboração, uns já concluídos e outros em pré-produção, e ainda mais um anunciado, onde irá interpretar Philip Marlowe, o lendário detective privado criado por Raymond Chandler. Neeson estreou-se no cinema no início dos anos 80, depois de se ter distinguido no palco e ter experimentado a televisão, e nunca mais parou desde então. Faz uma média de quatro filmes por ano, tudo para mais, nada para menos. Recordamos aqui um punhado dos seus melhores papéis, de Vingança Sem Rosto ao recente Silêncio. São estes os melhores filmes de Liam Neeson. Recomendado: Os filmes de vingança que influenciaram "Vendeta"

“The Little Drummer Girl”: actriz e agente secreta
Notícias “The Little Drummer Girl”: actriz e agente secreta

Vimos os primeiros dois episódios de The Little Drummer Girl, a nova adaptação do livro de John Le Carré, realizada por Park Chan-wook, e gostámos do que vimos. A série começa este domingo no AMC. Em 1983, John Le Carré publicou The Little Drummer Girl (A Rapariga do Tambor, na tradução portuguesa), um livro de espionagem em que o autor inglês se afastava das intrigas centradas na Guerra Fria, para contar uma história em que a situação no Médio Oriente ocupava o centro das atenções. A principal protagonista é Charmian Ross – Charlie, para os amigos – uma jovem e anónima actriz inglesa com simpatias de extrema-esquerda, que se vê recrutada e treinada pelos serviços de espionagem israelita, a Mossad. A função de Charlie é, servindo-se dos seus dotes de representação, fingir-se de simpatizante fervorosa da causa palestiniana, infiltrar-se numa rede bombista que tem vindo a fazer atentados sangrentos na Europa contra alvos judeus e ajudar a capturar o líder da organização, o misterioso Khalil, homem carismático e com grande sucesso entre as mulheres. Esta obra de Le Carré foi muito bem recebida pela crítica, tendo mesmo sido referida por alguns como sendo um livro que transcendia o género de espionagem, apresentando qualidades da melhor literatura mainstream. Muito antes da adaptação televisiva de The Little Drummer Girl que o AMC estreia domingo, realizada pelo sul-coreano Park Chan-wook, autor, entre outros filmes, da célebre ‘Trilogia da Vingança’ (Sympathy for Mr. Venge

As séries originais Netflix que tem de ver
Filmes As séries originais Netflix que tem de ver

Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são as séries originais Netflix que tem de ver. Recomendado: 11 filmes originais Netflix que tem de ver

Os dez melhores filmes de espiões
Filmes Os dez melhores filmes de espiões

A espionagem atraiu desde cedo o interesse dos cineastas e das televisões, sendo muitas as fitas e as séries de televisão sobre o tema. O canal AMC, por exemplo, estreou agora The Little Drummer Girl, uma série baseada no livro A Rapariga do Tambor, de John Le Carré. A propósito disso seleccionámos uma dezena de filmes de espiões que são marcos na história deste género, e vêm assinados por nomes como Alfred Hitchcock, Fritz Lang, John Frankenheimer ou Martin Ritt. E não podia de modo algum faltar uma fita do inafundável James Bond. Recomendado: Dez filmes sobre Marte e sobre os marcianos

Os melhores filmes de carros que o cinema nos deu
Filmes Os melhores filmes de carros que o cinema nos deu

Quando Henry Ford começou a comercializar o Modelo T, a história do transporte mudou irremediavelmente. O carro passou a integrar o quotidiano, alterou hábitos, criou oportunidades e conduziu-nos a curiosidade, à medida que a tecnologia avançava. A sétima arte não lhe ficou indiferente, elevando-o ao patamar do quase-fetichismo em trabalhos como Velocidade Furiosa ou 60 Segundos, ou transformando-o numa parte indispensável ao personagem como em Taxi Driver ou À Prova de Morte. É certo que "um filme de carros" pode querer dizer muita coisa, e que o chapéu sob o tema é extenso, mas nesta lista dos melhores filmes de carros que o cinema nos deu mostramos-lhe o que de melhor foi feito, em jeito de homenagem, a esse quase-adereço fundamental a tantos. Recomendado: Os melhores filmes policiais

Os melhores filmes de Leonardo DiCaprio
Filmes Os melhores filmes de Leonardo DiCaprio

À beira de fazer 45 anos, Leonardo Wilhelm DiCaprio é uma das poucas figuras do cinema americano que pode reivindicar o estatuto de estrela de cinema e ser, ao mesmo tempo, um actor considerado e respeitado. DiCaprio conseguiu ultrapassar a imagem de ídolo juvenil adquirida no início da carreira, sobretudo graças à sua participação em Titanic, e distinguir-se sob a direcção de vários dos mais exigentes realizadores de Hollywood. Enquanto esperamos pela estreia do seu novo filme, Once Upon a Time in Hollywood, de Quentin Tarantino, onde contracena com Brad Pitt, seleccionámos oito dos seus papéis imperdíveis. São os melhores filmes de Leonardo DiCaprio. Recomendado: Os melhores filmes de Kate Winslet

Dez documentários na Netflix que não pode perder
Filmes Dez documentários na Netflix que não pode perder

A Netflix tem apostado bastante nos documentários ao longo dos anos, comprando os direitos exclusivos de muitos dos títulos do género que geram burburinho no circuito de festivais norte-americano, com especial destaque para Sundance. O que quer dizer que há muitos e bons documentários para ver no serviço de streaming. Estes são alguns dos melhores documentários na Netflix que não pode perder, da vida de Nina Simone à missão dos Coletes Brancos na Síria, até ao misterioso caso nunca resolvido da menina norte-americana JonBenét Ramsey, que morreu em 1996. Recomendado: Dez séries originais Netflix que tem de ver

De Castle a Absentia, Stana Katic é uma mulher com missão
Notícias De Castle a Absentia, Stana Katic é uma mulher com missão

Foi preciso esperar dois anos para Absentia ganhar novos episódios. A história de Emily Byrne, a agente do FBI dada como morta que reaparece seis anos depois sem se lembrar de nada, continua. Sem revelar spoilers, falámos com a protagonista Stana Katic, a eterna Kate Beckett de Castle. O que podemos esperar da segunda temporada? Quero muito que as pessoas vejam os novos episódios, têm muito mais acção. O suspense que os personagens carregam vai ser levado para outro nível. Como é que se preparou para este papel? Há muitas actrizes que se queixam da falta de personagens femininas fortes. Estou entusiasmada por dar vida a uma personagem que é tão complexa como persistente e acontece que é uma mulher. Uma vez ouvi o George R.R. Martin dizer que não escrevia personagens femininas ou masculinas, escrevia sobre seres humanos. É universal. Isto para dizer que esta é a história de um personagem que passou por algo muito extremo. Ela é mais um anti-heroi. Sim, uma espécie de Cavaleiro das Trevas. Como é que alguém se prepara para isso? É interessante, esta é uma história que, para mim, é mais uma novela gráfica do que uma história como o True Detective. E como é tão extremo foi precisar ligar isso às experiências do mundo real. Olhámos para as histórias dos heróis da Segunda Guerra Mundial, as pessoas que sobreviveram àquelas experiências horríveis. Já toda a gente passou por algum trauma. E depois há histórias como o Taken, onde o Liam Neeson tenta proteger a filha. De algum

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Arte e Cultura

Oito livros infantis que todos os miúdos deviam ter em casa
Miúdos Oito livros infantis que todos os miúdos deviam ter em casa

Livros nunca são demais e é bom que os miúdos apanhem o gosto desde cedo. A verdade é que nem precisam de saber ler para se maravilharem com as páginas ilustradas. Estes livros infantis juntam prosa curta, verso ou quase dispensam o texto, mas nunca a ilustração aprimorada e cheia de bons esconderijos. Permita-se abrir a boca de espanto com estas histórias em mundos alternativos. Deixamos-lhe oito sugestões de livros infantis que convencem até os adultos, mesmo aquele que é para ensinar a desenhar (está sempre a tempo de aprender). Recomendado: Livrarias para crianças em Lisboa que tem mesmo de visitar

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Abril
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Abril

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Mas Shakespeare leva alguma vantagem na programação teatral de Abril. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Aí vão as peças de teatro em Lisboa a não perder em Abril. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Teatro para resistir à loucura e continuar a viver
Notícias Teatro para resistir à loucura e continuar a viver

Ballyturk, de Enda Walsh é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, que estreia esta quarta-feira. Um jogo para não cedermos à insanidade. Estamos num armazém feito casa, com tudo que uma casa requer: micro-ondas, frigorífico, móveis que servem de dispensa para latas de ervilhas, um duche, uma bicicleta de ginásio, um guarda-roupa de tamanho considerável, uma mesa e duas cadeiras. Tem tudo menos porta. Como vieram estes dois homens aqui parar, não sabemos. Sabemos que, se estão aqui, têm que se entreter. Cereais ao pequeno-almoço, exercício físico a seguir e um pezinho de dança. Há isso e há Ballyturk, uma aldeia irlandesa de três ruas, recriada com os seus poucos habitantes e estereótipos – para neles encarnar e prosseguir –, que dá nome à peça. Ballyturk, de Enda Walsh, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, para ver a partir desta quarta-feira no Teatro da Politécnica. A relação com o dramaturgo e encenador irlandês não é nova. Em 2004, Walsh deu um seminário de encenação para a companhia lisboeta, que, desde aí, fez seis espectáculos seus, incluindo Ballyturk, cujo manuscrito enviou para os Artistas Unidos, dizendo-lhes que gostaria que a fizessem. “Adoro Enda Walsh e esta estranha mistura irlandesa entre o cómico de salão rasca com a metafísica”, diz o encenador. “Acho A Farsa da Rua W [que Silva Melo encenou em 2011 na Politécnica] uma das grandes obras-primas destes tempos pós-Beckett. E se já pr

Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama
Notícias Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama

A Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, é agora lugar de passagem obrigatória para os amantes do teatro. Maria do Céu Guerra, Eunice Muñoz, Luís Miguel Cintra, Nicolau Breyner e Ruy de Carvalho são alguns dos 35 nomes já gravados na calçada portuguesa do Jardim Alfredo Keil. No Dia Mundial do Teatro, a Freguesia de Santo António celebra a arte junto das pessoas, com a inauguração de um Passeio da Fama, na Praça da Alegria. A cerimónia está marcada para as 17.30 e contará com a presença de alguns dos artistas homenageados, como Diogo Infante, Fernando Mendes, José Raposo e Marina Mota. “Há nomes incontornáveis, mas quisemos também dar espaço aos que ainda estão entre nós”, diz à Time Out Vasco Morgado, presidente da Junta de Freguesia de Santo António e actual director artístico do Teatro Villaret. Com fortes ligações ao mundo do espectáculo, é ainda filho da actriz Vera Mónica e neto da actriz Laura Alves e do actor Vasco Morgado, já representados nesta calçada portuguesa. Fotografia: Duarte Drago Na freguesia lisboeta com mais teatros por metro quadrado, esta “é uma homenagem a todos os que dedicam a vida aos palcos” e haverá por isso lugar para cenógrafos, produtores e contrarregras. “Queremos iniciar uma tradição na cidade com um projecto permanente, mas que ainda não está fechado”, explica Vasco Morgado. “A ideia é, para o ano, acrescentar mais nomes.” Fotografia: Duarte Drago Com um investimento de cerca de três mil euros, o Passeio da Fama foi fe

Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”
Comédia Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”

Foi preciso esperar até aos 64 anos para subir em nome próprio ao palco do Coliseu de Lisboa. Herman José, referência da cultura popular e ídolo de meio país (será mais?), estreia-se no palco lisboeta a 12 e 13 de Abril. Não há drama nem mágoa por só agora acontecer, “com Amália foi a mesma coisa”. A espera permitiu, na verdade, aprimorar o espectáculo que o tem posto na estrada. Apesar de ainda faltar pouco mais de um mês para Herman de Big Band em Ris-te, o artista tem-se dedicado à imprensa. Quando nos sentámos com Herman José, já o humorista tinha perdido a conta às entrevistas. Mesmo assim, não contou o tempo, nem perdeu a piada ou o charme. Tem sido um dia difícil? Como o espaço é benigno e a causa é muito gira não me chateia nada. Mas ainda tem paciência para dias assim? Ou agora é que tem paciência? Acho que agora dou um bocadinho mais de valor. A pessoa quando é nova é tudo um grande enfado. Ai, que maçada, estão estas pessoas a pedir autógrafos. Às vezes, quando os meus colegas mais novos se vêm queixar, aquelas miúdas das novelas, eu digo: ó filha, vai para Badajoz que já ninguém te conhece. A razão que nos traz aqui é tão simpática. O espectáculo que vou fazer aqui é uma maneira de homenagear os fiéis, aqueles que querem muito estar com o artista. São momentos tão simpáticos que falar neles é uma coisa agradável. Isso é fruto da experiência? Temos obrigação de descobrir quais são os mecanismos de compensação do processo de envelhecimento. Na juventude é tud

Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor
Comédia Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor

Tem uma gargalhada característica, um sentido de humor próprio e piadas rápidas, conhecidas por one liners. Já gozou com crianças com síndrome de Down, soldados feridos no Afeganistão e Reeva Steenkamp, assassinada por Oscar Pistorius – três exemplos do humor negro e desconcertante de Jimmy Carr. O britânico, um dos mais destacados humoristas da actualidade, vem pela primeira vez a Portugal. Tem quatro sessões marcadas em Lisboa (uma das quais é uma entrevista com Ricardo Araújo Pereira), esta sexta-feira e sábado no Cinema São Jorge, mais uma em Braga (17) e outra no Porto (18). Em Lisboa, a primeira data anunciada esgotou em menos de 24 horas, um feito que não é novidade para Carr, que anda há mais de um ano em digressão pelo mundo com o seu The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits. O nome diz tudo: é o melhor daquilo que já fez e que pode ser visto também na Netflix, onde tem ainda o espectáculo de stand-up Funny Business e o programa The Fix. Apanhámo-lo entre voos, a caminho de Nova Iorque, antes de chegar a Lisboa. Nunca pára? Não. Tem sido uma digressão muito ocupada. No ano passado, acho que fui a 30 países, apanhei cerca de 165 voos. Estou sempre a viajar. Acho que é aquela coisa encantadora de as pessoas quererem ouvir as piadas e estarem dispostas a ir ter com elas. Adoro este trabalho. Quando é que tudo começou? Oh, meu deus, foi no virar do século, por volta de 2000. Já foi há 18, 19 anos que comecei na comédia. Tive um bom emprego durante um temp

Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal
Notícias Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal

A nova criação da Companhia de Teatro de Almada é um texto e encenação de Rodrigo Francisco. Fenda, que se estreia esta sexta-feira no Teatro Municipal Joaquim Benite, é o declínio do jornalismo e das relações humanas. Sentada na cama, Catarina come arroz de bacalhau à meia-noite e meia. Imaginamos que não tenha tido tempo para o fazer antes. Leva umavida madrasta, de jornalista prestigiada, de rosto da informação e do comentário, sem horários, praticamente sem privacidade. E Fenda – o novo espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, com texto e encenação de Rodrigo Francisco, que nunca havia levado a palco um texto de sua autoria – joga muito com o binómio privacidade/espaço público. Através de uma cenografia (de Jean-Guy Lecat) rapidamente mutável, as mesmas paredes e diferentes perspectivas dão-nos a sala de Catarina ou o estúdio onde comenta mais um naufrágio ao largo de Lampedusa. Há câmaras de televisão e projecção de vídeo, que servem para nos deixar ver melhor. Pontos de vista para um mundo onde não se está bem, como sublinha Rodrigo Francisco. “Acho que passa por este texto um certo mal-estar, que é mais ou menos comum a nós todos, pessoas que nos preocupamos com estas coisas, a certa altura na conversa entre a jornalista e o patrão ela diz: ‘A sensação que eu tenho é que isto que andamos a fazer já não faz sentido, vem aí outra coisa’. Essa outra coisa que vem aí, que tem que ver com a ascensão dos populismos, é algo que ainda não entendemos mas que nos faz sent

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Março é tanto mês de continuação de carreiras, como de estreias. E não é avaro na diversidade das propostas que apresenta, venham elas dos clássicos ou tenham sido acabadas de escrever – se calhar é a Primavera à espreita. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”
Teatro Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”

A Sala Garrett do Teatro Nacional Dona Maria II recebe Frei Luís de Sousa, obra central do teatro português, escrita por quem dá nome à sala onde agora se apresenta: Almeida Garrett. Fala-nos de ser português, de um fantasma que afinal estava vivo, do casamento de D. Madalena de Vilhena e de Manuel Sousa Coutinho, assombrado por D. João Portugal, que se julgava morto na Batalha de Alcácer Quibir. E fala-nos de política. Ainda que isso não seja aquilo que mais importa a Miguel Loureiro, encenador do espectáculo que estreia esta sexta-feira e fica até dia 7 de Abril."" Lembra-se da primeira vez que leu Frei Luís de Sousa?Foi na escola. Gostei. Não tinha gostado d’Os Lusíadas, da lírica, e deste gostei, não só porque tinha várias personagens, era teatro, mas porque se lia muito bem, tinha essa coisa do romeiro, do fantasma, do “há-de saber-se no mundo que ainda há um português em Portugal”, aquelas coisas que nos habituámos a ouvir e depois encontrei a referência. Gosto do Garrett, ao contrário do Camilo Castelo Branco, que me custou mais. Quando aparece a vontade de fazer isto?Foi o José Luís Ferreira, que me desafiou a fazer, ele tinha um projecto que era desafiar outros encenadores a fazer coisas como O Livro do Desassossego, assim marcos ligados à nacionalidade ou ao pulsar português. Achei um piadão à proposta. E como gosto do lirismo do texto, da acepção que tem, aceitei. Era para ser um coisa mais pequena, com duas ou três personagens, e depois o Tiago Rodrigues inter

“That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância
Notícias “That’s All Folks”: uma exposição para os adultos lembrarem a infância

De uma colecção de telas de arte sacra pode nascer um imaginário, quase infantil, de personagens animadas bem conhecidas – tanto pelos adultos, como pelos mais novos. Foi mais ou menos essa a ideia da artista Filipa Sáragga quando trouxe de volta à vida uma série de telas destruídas e as transformou em obras com personagens da Disney, Warner Bros e do universo de Hergé ou de Elzie Crisler Segar. São 14 no total, entre obras mais pequenas e outras maiores que a estatura média de uma pessoa, que formam “That’s All Folks”, a exposição que inaugura esta quinta, 21, no ateliê e galeria de Filipa, em Belém. A história podia começar com aquela lengalenga de “Professora, o cão comeu os meus trabalhos de casa”. Mudavam apenas as circunstâncias reais da situação, porque a culpa não morreria solteira. Há três anos, a artista tinha acabado a tal colecção de arte sacra, pronta a ser apresentada, mas o seu cão pôs um travão à coisa. Fotografia: Manuel Manso “Na altura, pintava na garagem dos meus pais e nós tínhamos um cão, ainda novinho. Precisamente na semana em que eu acabo as telas, ele fica fechado na garagem e destrói tudo. Panos de três metros todos desfeitos em pedaços”, conta-nos Filipa que, deparando-se com o cenário de guerra, arrumou o assunto e guardou as sobras artísticas para outra altura. Só há um ano e picos, quando se mudou para a Rua da Junqueira para montar o seu ateliê, é que voltou a deitar mãos às obras para virar a arte sacra do avesso. “Quando reencontr

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Música

Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco
Notícias Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco

A Tradisom revela as gravações de dois concertos, feitas em 1968 e 1980. A edição, com dois CD e um vinil, é acompanhada por um livro de Adelino Gomes. Há nova música de José Afonso para ouvir, agora que começam a celebrar-se os 90 anos do seu nascimento. Nova, salvo seja. José Afonso Ao Vivo não dá a ouvir nenhuma canção que nunca tivesse sido gravada, mas reúne dois concertos que nunca tinham sido oficialmente editados e documentam diferentes momentos da carreira do mais importante cantor português. A primeira actuação foi gravada no Maio de 1968 em Coimbra, com José Afonso a trovar e Rui Pato na viola, sob o olhar atento da PIDE. A segunda foi registada em 23 de Fevereiro de 1980, em Carreço, anos depois do PREC e com a Aliança Democrática já no governo. Chegam-nos numa edição de coleccionador limitada a 4000 cópias, numeradas, que inclui um livro, escrito pelo jornalista Adelino Gomes, dois CD cada um com o seu concerto, e um disco de vinil, com a sessão de Coimbra. O preço ronda os 60€. Por enquanto, nada disto se encontra nas plataformas de streaming, mas vai estar lá, “para as pessoas que não têm possibilidades de comprar desfrutarem da coisa”, de acordo com José Moças, da Tradisom, que editou e descobriu estas gravações. “Se eu só fizesse esta edição, o Zeca saía da tumba e ia-nos bater. Dizia: ‘Vocês estão só a fazer merdas para ricos ou quê? Como é que que é?’.” Os concertos faziam parte das colecções privadas de dois melómanos. As gravações de Carreço estavam n

Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”
Música Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”

Se houvesse um bolo de aniversário, veríamos Fernando Tordo a soprar as velas, satisfeito, e a distribuir vénias pelos convidados. É o que o cantor faz no seu novo disco, Duetos – Diz-me Com Quem Cantas, em que celebra os 70 anos de vida e os 50 de compositor, e o que volta a fazer nesta entrevista. Tem elogios a distribuir pelos 17 cantores e músicos que o acompanham – mas não é meigo com a indústria, os media e a geração mais nova. Cinquenta anos de carreira é uma marca admirável. Dificilmente se consegue resumir num disco – mesmo que se incluam 17 canções.Cinquenta e quatro. Cinquenta desde que sou compositor. Os outros quatro ficaram nos grupos de rock e pop. Algumas destas canções são muito conhecidas, outras são canções de que eu gosto e que ficaram [perdidas] dentro de discos. No tempo do vinil, a malta da rádio punha a primeira e, se gostava, nunca mais punha outra. Estoiravam-se 11 ou 12 canções. Fui buscar alguns desses estoiros. Mas importante para mim era celebrar o 70.º aniversário e convidar gente de quem gosto muito e gente que nem sequer conhecia. Quem é que não conhecia?Conheci o Héber Marques no estúdio [“Adeus Tristeza”]. E ainda não conheço a Capicua. Faz a "Tourada". Pensei que seria giro pôr alguém a dizer isto. Oriento-me muito com o Francisco Maria [o filho mais novo], que me falou dela. Ela estava muito grávida, mas felizmente estava a gravar no Porto. Mandei o instrumental e ela gravou o que eu queria. Ouvindo esta versão, parece que a “Tourada” f

24 sugestões para os Dias da Música 2019 que vão encher Belém
Música 24 sugestões para os Dias da Música 2019 que vão encher Belém

Os Dias da Música voltam a encher o Centro Cultural de Belém, entre 26 e 28 de Abril. O tema deste ano é William Shakespeare, um colosso literário que serviu de inspiração a muitos compositores. Os Dias da Música propriamente ditos são precedidos do Festival Jovem, na quinta-feira, 25, que tem o mesmo tema mas assenta em intérpretes jovens. Como é usual, este evento central da programação do CCB inclui, além dos concertos, masterclasses, concertos para famílias e para bebés e outras actividades paralelas. Os preços variam entre os 4€ e os 14,5€. Recomendado: Dez óperas oitocentistas inspiradas em Shakespeare

Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil
Música Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil

Titãs, Marisa Monte, Cássia Eller, Skank, Jorge Ben Jor. Como músico, cantor, compositor ou produtor, Nando Reis está ligado a todos estes notáveis da música brasileira. Vale a pena começar por pôr as cartas na mesa. 

Os Capitão Fausto ensinam-nos a respirar com alegria
Música Os Capitão Fausto ensinam-nos a respirar com alegria

Entre o Minho e Nova Iorque dos trópicos. O quarto disco dos Capitão Fausto, A Invenção do Dia Claro, foi gravado em trânsito. E o resultado são canções tão luminosas quanto possível, focadas no quotidiano e no pouco que podemos fazer para o melhorar. O concerto de apresentação no Capitólio, dia 6, está esgotado. O amanhã chegou – e é bom. O que aconteceu para decidirem gravar em São Paulo? Manuel Palha – Queríamos ir ao Brasil fazer qualquer coisa. E surgiu a oportunidade através da Red Bull, que tem estúdios em muitas cidades. Escolhemos São Paulo. O estúdio fica no meio de betão, numa zona deteriorada e poluída.  Esse ambiente não influenciou um disco que se pretendia mais solar?Coro: Não.MP – O sol estava sempre presente. Aquilo é relativamente central. Íamos a pé. Demorávamos dez minutos. E esse passeio matinal era sempre bonito.Francisco Ferreira – O estúdio é no meio de imensa confusão de cimento, mas o espaço em si, uma antiga central eléctrica, parece um pequeno oásis. Tem um terraço incrível, por cima do trânsito todo. Lá dentro é muito calminho, tem imensos espaços amplos. Entrávamos lá e estávamos noutro sítio. Quanto tempo ficaram? Domingos Coimbra – A gravar, 11 dias. Chegámos três dias antes e ainda fomos para o Rio de férias. MP – No total, para aí 20 dias.  A primeira canção, “Certeza”, termina quase em música de salão. É fruto das colaborações que encontraram no Brasil? Tomás Wallenstein – Na verdade, aconteceu aqui [em Lisboa], na fase de mistura. Houv

Samuel Úria: "Não sonhava viver da música"
Música Samuel Úria: "Não sonhava viver da música"

Samuel Úria foi um dos pioneiros da FlorCaveira e subiu a pulso do underground para o mainstream nacional. Entre quarta-feira e domingo, vai estar no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, a tocar as canções do EP Marcha Atroz, lançado no ano passado. Sempre bem acompanhado pelos amigos Márcia (quarta), Gisela João (quinta), Tiago Guillul (sexta), Benjamim (sábado) e Joana Espadinha (domingo). Antes dos concertos, encontrámo-nos na Graça, onde viveu durante anos. Vais dar cinco concertos em Lisboa nesta semana e ainda conseguias esgotar mais um ou dois dias se quisesses. Estavas à espera disto?Para ser sincero, fomos para uma sala mais pequena mesmo para fazer esta espécie de residência em que conseguíssemos estar vários dias com a casa mais ou menos preenchida. De alguma forma, havia já esse planeamento. Porque é que querias fazer uma coisa mais pequena?Por um lado, queria fazer essa espécie de residência. É muito confortável para um músico fazer concertos seguidos, sem ter de montar os instrumentos todos os dias e sem ter de fazer som. E não conseguia fazer isso numa sala muito grande, porque não sou o André Rieu nem o [António] Zambujo. Por outro lado, tem a ver com o cariz do próprio EP que estamos a apresentar, gravado com o Miguel Ferreira, que vai estar comigo em palco. O Marcha Atroz tem um som muito cru, parece pouco trabalhado. Eram canções que tinhas enfiadas numa gaveta e decidiste gravar só para ter qualquer coisa nova a acompanhar as reedições do ano passa

Dez bandas indie americanas dos anos 80
Música Dez bandas indie americanas dos anos 80

Houve quem nunca conseguisse – ou quisesse – ultrapassar o estatuto de “banda de culto”, conhecida apenas de uma pequena hoste de fãs, e houve outros que foram ascendendo no firmamento e passaram a encher estádios. O público “não-especializado” provavelmente não terá ouvido falar de Tuxedomoon ou de Hüsker Dü, mas não há quem não tenha trauteado canções de R.E.M. e Pixies, e Sonic Youth e Yo La Tengo continuaram a fazer excelentes discos muito para lá dos anos 80. Também rvale a pena recordar Wall of Voodoo, Violent Femmes, Throwing Muses e American Music Club. Recomendado: Uma história do pós-punk britânico em dez canções  

Dez óperas oitocentistas inspiradas em Shakespeare
Música Dez óperas oitocentistas inspiradas em Shakespeare

Poucos dramaturgos forneceram inspiração aos compositores como Shakespeare – estima-se em cerca de 300 o número de óperas baseadas nas suas peças. Nem todos os libretistas recorreram directamente à fonte, preferindo trabalhar a partir de adaptações teatrais, às quais impuseram, por sua vez, cortes, enxertos e distorções, pelo que os conhecedores da obra de Shakespeare se aperceberão de várias discrepâncias. O Roméo et Juliette de Gounod sobe ao palco do Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, retomando o enredo de Romeu e Julieta. É um pretexto para lembrar algumas das muitas óperas inspiradas nas peças do Bardo. Recomendado: Sete peças clássicas inspiradas em Romeu e Julieta

Oito videoclips que fizeram história
Música Oito videoclips que fizeram história

A ideia de criar um filme breve para promover uma canção através da televisão é antiga e não tem um momento inicial identificável – ainda que Tony Bennett reclame ter sido o primeiro a fazê-lo com “Stranger in Paradise”, de 1956. Os Beatles não foram certamente os primeiros, mas estiveram na vanguarda na produção de videoclips em moldes similares aos actuais e a ter apreciável difusão. Claro que os videoclips pioneiros – mesmo os das bandas mais afamadas e com maiores orçamentos – têm hoje um ar ingénuo e amador e só com a MTV, nos anos 80, emergiu uma nova cultura visual e o videoclip ganhou a sofisticação que hoje conhecemos. Até lá houve um longo percurso de aprendizagem. Recomendado: Uma história do trip hop em 10 (+1) canções

O bairro de Stereossauro tem hip-hop com fado dentro
Música O bairro de Stereossauro tem hip-hop com fado dentro

Quando Stereossauro entrou no arquivo da Valentim de Carvalho, parecia um adulto numa loja de doces: um lambão criterioso. Tinha à sua frente as gravações originais da Valentim de Carvalho, a que a editora, numa abertura sem precedentes, lhe deu acesso privilegiado. “Já levava uma ideia do que me iria interessar mais”, diz o DJ e produtor. Pegava num tema e levava-o a Fernando Rascão. O técnico, que o acompanhava e “conhece aquele catálogo de trás para a frente”, afinava a selecção: “Neste estilo, nesta velocidade, com este ambiente ou com esta emoção, tens este e este, a melhor gravação é de 77.” Os olhos ainda brilham ao contar esta história. Passaram quase dois anos. Uma colaboração que não está na ficha técnica de Bairro da Ponte, mas fundamental para o álbum que é apresentado ao vivo nesta quinta-feira, 28, no Lux. Um concerto-festa cheio de convidados. Gisela João é uma delas. E uma das muitas vozes do fado que participam no disco. Ouvimo-la em “Vento”, um original escrito especificamente para a sua voz, carregado de mágoa, gutural. “Fiz o exercício de ouvir os dois álbuns dela e perceber as escalas em que ela andava mais frequentemente. Percebi que havia uma escala que ela repetia sete ou oito vezes. E isso foi a base para fazer uma sequência de acordes muito minimal”, recorda Stereossauro. “Gravei só as teclas, os acordes de piano e enviei-lhe. E passei à parte de escrever a letra. O arranque foi muito difícil: era a primeira vez. Não fazia ideia por onde começar. Se

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As melhores escapadinhas

Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar
Hotéis Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar

O Vilalara Thalassa Resort mudou a paisagem e a oferta turística do Algarve ao estacionar o primeiro resort de luxo numa falésia em cima do mar. Já lá vão 50 anos.  Imaginar o Algarve há 50 anos é um daqueles exercícios de memória que a maior parte de nós não consegue completar. Somos filhos dos anos 70, 80  e 90, conhecemos o sul do país já como estância balnear, epicentro da movida estival e anfitrião dos Verões mais loucos de Portugal. Longe, portanto, da região desertificada e profundamente rural que sobrevivia quase em exclusivo da pesca e da agricultura. Foi só nos anos 60, ainda no rescaldo da ditadura, que o país (e o resto da Europa) começou a despertar para o potencial turístico do Algarve. Praias de areia branca e mar cristalino, temperaturas acima da média todo o ano, gastronomia rica em peixe e marisco frescos e muito, mas mesmo muito, território por explorar. Recomendado: Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho
Hotéis Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

– Vamos aproveitar os feriados da Páscoa para ir dar uma volta?– Não posso, já tenho coisas combinadas. – Vais de férias?– Vou para as termas. – A sério? Esta conversa podia remeter para meados do século passado com interlocutores que seriam, seguramente, pessoas de meia-idade, mas não foi assim que aconteceu. A troca de ideias deu-se entre duas pessoas com menos de 30 anos e deixou, como se percebe, uma delas num misto de espanto/desilusão/preconceito. Termas não é cool, nunca foi, e só agora é que a hotelaria parece estar a despertar para o fenómeno. Quem vai religiosamente todos anos às termas jura a pés juntos que é das melhores coisas de sempre e que não há tratamento de spa que consiga bater um banho de imersão com massagem ou as piscinas com jactos aquecidas a 36°C. Imagine-se sete dias de molho a cuidar de si. De repente não parece assim tão descabido tirar uns dias para ir às termas. Calha bem, já que a época termal acaba de abrir, mesmo a tempo de uma Páscoa alternativa. Na rota das águas milagrosas encontrámos três hotéis termais para onde íamos já outra vez.Recomendado: Spas em Lisboa - é possível relaxar na cidade

Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore
Hotéis Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore

Quem vê de fora não imagina o que esconde o seu interior. A sobriedade do Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, o antigo lagar da Cooperativa dos Olivicultores de Vila Viçosa, é um contraste absoluto daquilo que encontramos para lá das portas: uma ode ao mármore, em tons brancos e pretos com apontamentos dourados aqui e ali. Mas nem por isso o ambiente é frio, desde logo porque somos recebidos de tal forma que nos sentimos imediatamente aconchegados. E começa logo no check-in, onde nem precisamos de perder tempo. Tudo o que temos de fazer é escolher a bebida de boas-vindas que nos vai acompanhar para a sala comum onde virão depois ter connosco com o quarto já atribuído. Se dúvidas existissem, o tom fica estabelecido: a atenção e o conforto do hóspede são a prioridade deste hotel que não parece ter 44 quartos, espalhados por três pisos, tal é a tranquilidade e o sentimento de exclusividade – mesmo num fim-de-semana cheio de famílias e crianças desejosas de mergulharem na piscina interior aquecida (mas lá chegaremos). Não é por acaso que o Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, de portas abertas desde 2013, entrou para a reputada lista dos Small Luxury Hotels of the World. 

Grand House: os loucos anos 20 no Algarve
Hotéis Grand House: os loucos anos 20 no Algarve

Em 1999, o anúncio televisivo do atum Ramirez mandava-nos para a cozinha para testar novas receitas para além de rissóis, saladas e sandes com “a carne do mar”. O século XXI entretanto tornou-se profícuo no desenrascanço culinário e os arrozes e massas tornaram-se o destino óbvio da conserva de atum. Com isto tudo perdemos o rumo deste texto e demos por nós no site da marca a vasculhar o separador de receitas só para percebermos que dá para fazer bacalhau no forno com as postas em conserva, batatas recheadas com sardinhas em azeite ou, o que mais nos impressionou, ervilhas estufadas com carpaccio de polvo – o de lata, entenda-se. Recomendado: Escapadinhas de Lisboa – os melhores novos turismos

Viagem ao centro da Terra no Torel 1884
Hotéis Viagem ao centro da Terra no Torel 1884

Em A Viagem do Elefante, José Saramago conta a história de Salomão, um elefante nascido em Goa a viver em Lisboa, em meados do século XVI, que D. João III decide oferecer ao primo, Maximiliano da Áustria, como presente de casamento. A história é real com uns pozinhos de ficção, que o autor decidiu juntar ao enredo para atacar, entre outras coisas, a necessidade que Portugal tinha, na altura, de parecer bem no contexto europeu, mostrando e ofertando as riquezas usurpadas – perdão, trazidas – das geografias longínquas por onde o império ia passando. Recomendado: Os melhores hotéis no Porto

Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza
Hotéis Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza

Se me dão licença, tomo a liberdade de começar este texto com um relato na primeira pessoa. A tentativa tosca de manter a distância para não corromper a ética que se exige à prática jornalística obrigar-me-ia a ser uma mera espectadora de uma das melhores experiências que tive o privilégio de viver, e isso, sendo perfeitamente possível, não é o que quero fazer.  O Dá Licença, antes de ser o sítio magnífico que é, era para ser só uma casa de férias de Victor Borges e Frank Laigneau, que procuravam um pequeno refúgio no campo para onde pudessem fugir quando a vida em Paris se tornasse demasiado frenética. Acabaram por se mudar definitivamente para a antiga Herdade das Freiras, em Estremoz, depois de assistirem àquele que dizem ter sido o pôr-do-sol mais inspirador que viram na vida. De repente viram-se a braços com uma propriedade de 120 hectares com três edifícios, um olival a perder de vista, muito mato por desbravar e um potencial tremendo para dar vida à ideia acabadinha de surgir: criar uma casa aberta onde se reunissem arte e natureza nas suas formas mais puras e que pudesse ser vivida como uma viagem sensorial pelas artes e ofícios numa perspectiva simultaneamente utilitária e contemplativa.

Cerdeira Village: a criatividade mora aqui
Hotéis Cerdeira Village: a criatividade mora aqui

As previsões apontam para queda de neve na Serra da Estrela, o que significa que as estradas até à Torre vão estar cortadas. Portugal padece deste mal de não saber funcionar com condições climatéricas extremas (chove, há inundações; neva, cortam-se acessos; está calor, deixa de haver água), mas como também é um país que sabe, como nenhum outro, viver em negação permanente, todo o santo ano lá vai disto de mandar as pessoas à Serra da Estrela como se fosse possível lá chegar. Ora não é direito do cidadão comum poder ir à Serra sem ter de pernoitar no carro à beira da estrada? Pois é. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Volta a Coimbra em 24 horas
Viagens Volta a Coimbra em 24 horas

Coimbra demorou a acordar para a modernidade e viveu a última década entretida com a ideia confortável de ser uma cidade de estudantes virada para a movida nocturna. Os bares de shots e bebidas baratas com selecção musical duvidosa, néons e público acabadinho de atingir a maioridade tomaram conta do centro histórico e assim se foi vivendo até a cidade perceber que, sendo maioritariamente da população universitária, também é dos outros todos. A procura turística disparou nos últimos dois anos e com ela apareceram uma série de negócios que, juntamente com os clássicos, deram novo fôlego à vida “coimbrinha”. Traçamos-lhe o roteiro ideal pela cidade dos estudantes, terminando invariavelmente já de manhã. Só lamentamos não termos tido tempo para mais.

Os 50 melhores destinos para 2019
Viagens Os 50 melhores destinos para 2019

Dificilmente encontrará melhor guia para os seus planos de fuga. Porque para onde quer que esteja virado, há uma
Time Out lá por perto. Para fazer esta edição, chateámos gente em todos os fusos horários e pusemos a família toda a trabalhar. O resultado é um roteiro de 50 experiências, espalhadas por todo o mundo, que vale a pena ter agora. Sempre lhe dissemos que o que faz em casa é consigo, mas que o que faz na rua é connosco – seja aqui ou nos antípodas. A verdade é que dificilmente encontrará melhor parceiro para engendrar um plano de fuga do que nós. Aqui tem uma lista de 50 destinos ancorados em outras tantas experiências que vale mesmo a pena viver hoje, um pouco por todo o globo. Recomendado: Os dez bairros mais cool no mundo

Uma Casa na Arriba
Hotéis Uma Casa na Arriba

Esta é uma história que esteve quase para não acontecer. Chris Kraus, alemão, vivia em Londres até ao início do ano passado, onde trabalhava no sector bancário. Entretanto, a história do costume, apaixonou-se pelo país e mudou-se para Lisboa. Um dia decidiu que queria uma casa com um campo de basquetebol e em passeio pelas Azenhas do Mar, Sintra, reparou numa casa abandonada à beira da falésia da Praia da Aguda que lhe pareceu ter um cesto lá atrás. Não era esta de que falamos, era outra que entretanto já não se lembra onde, mas noutra prospecção de terreno, já sem grande esperança de se cruzar com um bom negócio, deu de caras com uma vivenda branca, linda, empoleirada na falésia e meteu na cabeça que havia de a comprar. Assinou o contrato em Outubro de 2017 e em Março do ano passado, num prazo histórico de cinco meses, conseguiu transformá-la no Outpost Casa das Arribas, um conjunto de cinco apartamentos de charme com cozinha e vista directa para o mar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Sintra

Escapadinhas para aprender coisas novas
Hotéis Escapadinhas para aprender coisas novas

Somos fortes em gastronomia, mas também não estamos nada mal nas artes plásticas nem na agricultura biológica. O booking lançou recentemente as tendências de viagem para 2019. Surpreendentemente, numa altura em que parece que cada vez mais se viaja só para alimentar as redes sociais, mais de 50% dos viajantes globais manifestaram preferência por destinos com hotéis onde possam desenvolver uma nova competência. Entre na onda do turismo em 2019 e aproveite que vai dar uma volta para aprender qualquer coisinha. Dizemos-lhe sete turismos onde vai com toda a certeza aprender alguma coisa nova. Recomendado: Escapadinhas gastronómicas que valem a viagem

Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar
Coisas para fazer Férias de sonho sobre rodas: cinco autocaravanas para alugar

O pão de forma é um culto com muitos anos, um pouco por todo o mundo. Símbolo de paz e de liberdade, muito associado ao movimento hippie, a carrinha da Volkswagen de 1959 continua a ser uma imagem de marca dos surfistas. Talvez por isso tenha também inspirado a popularidade das autocaravanas, que podem ser uma excelente opção para um fim-de-semana na estrada ou férias prolongadas sobre rodas. E, se pensar bem, Portugal tem grande potencial para roadtrips. Primavera ou Outono, Verão ou Inverno, é sempre altura de trocar o apartamento do Airbnb ou o tradicional hotel pela van life. Dizemos-lhe cinco autocaravanas para alugar. Recomendado:  O melhor da Costa Alentejana

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Os melhores hotéis em Lisboa

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa

Entre os melhores hotéis de Lisboa, há uns que convidam mais ao romantismo. Não é fácil encontrar um hotel que tenha jacuzzi no quarto mas a verdade é que se tiver uma banheira aos pés da cama ou no terraço, com água aquecida borbulhante, tudo fica melhor. Reunimos os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa.   RECOMENDADO: Os melhores hotéis com spa em Lisboa

Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa

Lembra-se de quando a sua avó dizia que ia à boutique? Na altura, em tempos que a fast-fashion não dominava o mundo, uma ida a uma loja de roupa era um evento com direito a um francesismo. Algumas décadas depois, o requinte do termo alargou-se à hotelaria, passando a nomear pequenos hotéis de luxo, quase sempre discretos e com uma arquitectura de autor ou de matriz histórica. Os hotéis boutique distinguem-se também pelo ambiente acolhedor e pela descontracção que leva os hóspedes a sentirem-se em casa (mesmo estando a dividir um T15 com pessoas que não conhecem). Espreite a nossa lista com os 20 melhores boutique-hotéis de Lisboa.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

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