O melhor guia de Lisboa

Restaurantes, bares, concertos, exposições, lojas, eventos e muito mais na agenda de Lisboa

O Peixe em Lisboa nada para o Pavilhão Carlos Lopes
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O Peixe em Lisboa nada para o Pavilhão Carlos Lopes

O maior festival gastronómico de peixe e marisco da cidade regressa entre os dias 30 de Março e 9 de Abril e à 10.ª edição muda-se para o novo Pavilhão Carlos Lopes. Juntámos tudo e fizemos um guia dividido por categorias  As maiores novidades A mudança de sítio, naturalmente. O Peixe em Lisboa começou em 2008 e instalou-se no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço (só duas vezes é que mudou de sítio). No Pavilhão Carlos Lopes vai ter cozinhas mais amplas e um maior número de lugares sentados (não precisa de ir logo a correr, há 497 lugares);  Um concurso de pataniscas. “É uma receita muito lisboeta e quisemos dar oportunidade a quem andar a fazer boas pataniscas na cidade”, justificou Duarte Calvão, presidente do Peixe em Lisboa, durante a conferência de imprensa de apresentação do festival. Coube ao gastrónomo Virgílio Gomes a árdua tarefa de andar cidade fora a comer pataniscas e seleccionar as que vão a concurso. Dia 3 de Abril há prova cega (diz que é preciso ter bom aspecto, massa crocante, não ter gorduras, ter bom sabor e consistência) e será eleita a melhor. Os chefs O salão nobre do Pavilhão Carlos Lopes tem as paredes meio despidas e ainda está frio mas não tarda nada vai transformar-se em auditório com cozinha e capacidade para 120 curiosos gastronómicos ouvirem atentamente chefs portugueses e internacionais. Todos os dias há palestra (e algumas com degustação). Tome nota: Rodrigo Castelo da taberna Ó Balcão (1 de Abril às 15.30), Milton Anes do Lab/Arola (1 de

Compras em Lisboa: O que nos levou à falência este mês
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Compras em Lisboa: O que nos levou à falência este mês

Março foi um mês e tanto no que toca a compras em Lisboa. O Príncipe Real ganhou uma nova jóia da coroa, a Vintage Department, a Castelbel abriu a sua primeira loja própria (no mesmo bairro) e a Ó! Galeria, cheia de pinta, escolheu a capital para estrear um novo conceito de mini concept store. Entusiasmado? Verifique o saldo bancário antes de continuar a ler e descubra quais as lojas que foram notícia na Time Out Lisboa, durante o mês de Março.

Grátis em Lisboa esta semana
Coisas para fazer

Grátis em Lisboa esta semana

Trazemos-lhe cinco sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que a cidade tem para oferecer esta semana.

A Time Out desta semana
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A Time Out desta semana

Romântica ou radical, bucólica ou moderna, misteriosa ou espalhafatosa, Sintra tem servido de inspiração a autores de todo o tipo de livros, de cenário a todo o tipo de filmes e de destino a todo o tipo de turistas. Mais uma vez subimos a serra para descobrir o melhor da vila e mais uma vez voltámos enfeitiçados por este paraíso a menos de uma hora de Lisboa, um paraíso que pode ser verde ou azul (do mar), mas que é quase sempre cinzento – a cor onde mora o seu verdadeiro encanto.   Na revista desta semana, encontra 40 coisas para fazer em Sintra agora: pode ir cumprimentar a mais-do-que-estilosa Nazaré Pinela à Bang Bang e sair de lá com uma tatuagem nova, pode levar os miúdos a uma livraria que também é uma casa de chá, pode renovar as loiças da cozinha, estoirar o ordenado com um chef estrelado ou arranjar emprego no encantador Café Saudade, onde mora um dos melhores brunches da zona. Pode fazer um piquenique nas alturas, um passeio de bicicleta de três horas ou o percurso do fotogénico eléctrico que brilha na capa da Time Out: chega a Primavera e ele volta a fazer viagens desde a vila até à Praia das Maçãs, em Colares. Faça o que fizer em Sintra, não gaste as energias todas, porque quando voltar, a cidade espera-o com a 10ª edição do Peixe em Lisboa, que nadou para o Pavilhão Carlos Lopes e que conta com um concurso de pataniscas; com o regresso de Luís Severo, que dá um dos concertos da semana; com o novíssimo Leopold, o restaurante do Palácio Belmonte onde o chef Tiag

Nintendo Switch: Uma consola para todas as situações
Coisas para fazer

Nintendo Switch: Uma consola para todas as situações

A Nintendo Switch tem muito que se lhe diga. É diferente daquilo a que estamos acostumados, mas insere-se no mesmo contínuo que as anteriores consolas da Nintendo, sejam domésticas ou portáteis, que lhe serviram de inspiração. Uma máquina versátil, que tanto pode ser ligada à televisão e jogada como uma consola doméstica tradicional, como pode ser portátil. Ou talvez seja o contrário, uma portátil que, quando é preciso, abraça a televisão. É uma consola deste tempo, em que estamos habituados a relacionar-nos com o entretenimento em vários contextos, e nesse sentido adapta-se às nossas necessidades e rotinas – pode ser jogada em sessões rápidas de cinco, sete minutos, com calma durante uma ou duas horas, ou em maratonas de mais de sete horas. Claro que isto não serviria de muito se não tivesse (e fosse ter cada vez mais) jogos que se adaptam a diferentes situações. Os jogos, já se sabe, são o mais importante.

Últimas notícias

Lisboa tem uma loja só de patinhos de borracha
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Lisboa tem uma loja só de patinhos de borracha

A Lisbon Duck Store abriu há menos de um mês e quem passa à porta não fica indiferente, seja lisboeta ou turista. O produto é só um: patos de borracha. Há 180 diferentes e vão do amarelo clássico a personagens de filmes, profissões variadas, animais e celebridades mundiais. A ideia não é inédita, embora à frente desta loja estejam dois portugueses. A primeira Duck Store abriu há dois anos em Amesterdão, mas foi em Barcelona que um dos sócios deu de caras com este negócio tão específico. Entre os best sellers estão o pato unicórnio, a versão Darth Vader e o casal de noivos. Os patos são mesmo a única atracção da loja, por isso, há mais a caminho. A maioria (os que flutuam, de facto) custa 8,95€, mas há sempre as miniaturas a 5€. As edições especiais e limitadas também existem e custam 18€. Felizmente, entrar e fotografar os espécimes é grátis. Rua da Madalena, 54. 96 501 5240. Seg-Dom 10.00-20.00. Saiba mais sobre a Lisbon Duck Store na revista da próxima semana.

Bolaño vive nos lançamentos de 2017
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Bolaño vive nos lançamentos de 2017

Póstumo é uma palavra que soa como “o nome de um gladiador romano”, dizia Roberto Bolaño numa das últimas entrevistas, em 2003, à Playboy mexicana. “Um gladiador invicto. Ou ao menos assim quer crer o pobre Póstumo, para se valorizar”, acrescentou ainda. O engrandecimento (ou não) de Bolaño com as obras que os seus herdeiros têm permitido que se publiquem postumamente divide os críticos e os leitores desde a publicação de 2666 em 2004 – o livro parecia manuscrito para ser uma série e foi publicado, em vez disso, num só volume de cerca de mil páginas. A ideia de capitalização da morte e da obra por parte do escritor não demorou a estalar, e agora que estão nas livrarias os projectos a que Bolaño não deu o OK, não vale a pena ficar na ignorância: o escritor que não se dizia chileno, mexicano ou espanhol mas sim latino-americano tem este ano em Portugal uma série de lançamentos especiais. O tiro de partida foi dado com a chegada às livrarias em Março de O Espírito da Ficção Científica, a obra póstuma escrita nos anos 1980 e publicada no final do ano passado pela Alfaguara da América Latina e Espanha. Saiu do imenso baú do escritor que morreu aos 50 anos e só começou a publicar aos 43, embora construísse obra desde os 17, entre contos, cartas e esboços, e voltou a trazer para a equação a questão do vil metal, ainda não tinha sido apresentada a edição final na Feira do Livro de Guadalajara, no México. A Quetzal, que publica Bolaño em Portugal, promete ainda para este ano a publ

Ofertas 'Dois por Um' com a Time Out desta semana – 29 de Março a 4 de Abril
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Ofertas 'Dois por Um' com a Time Out desta semana – 29 de Março a 4 de Abril

Quem não gosta de um "leve dois, pague um"? Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem cinco ofertas do melhor da cidade a preço de saldo. Descubra os restaurantes, lojas, espectáculos ou experiências desta edição e corra para as bancas. 1. REFEIÇÃO – Coelho da Rocha50% de desconto na compra do menu pré-definido para duas pessoas (paga 80€ por menu no valor de 160€). Oferta válida de 29 de Março a 4 de Abril de 2017, mediante reserva e apresentação do vale que consta na edição impressa da revista desta semana. Fotografia: Manuel Manso É um clássico de Campo de Ourique. E de Lisboa, na verdade. Existe há três décadas, há dois anos mudou de gerência, mas a comida portuguesa continua a chegar à mesa, agora reencarnada num menu revigorado e pensado ao pormenor. Com uma aposta clara em petiscos, não descura os pratos principais e em todos o chef Bruno Luís vai buscar inspiração à gastronomia de norte a sul do país. E o chef preparou um generoso menu exclusivo para este 2por1. E para duas pessoas. Depois de provar um espumante Cava, vão chegar à sua mesa os petiscos: pão de alho torrado, empadas de galinha, cogumelos recheados, peixinhos da horta e do mar, ovos de farinheira e um prato de presunto Barrancos. Seguem-se os pratos principais: camarões fritos com arroz de alho e bife da vazia maturado com batatas fritas. Tudo isto pode ser empurrado com água, sumo ou com uma garrafa de vinho alentejano Hereditas, tinto ou branco. Rua Coelho da Rocha, 104. 21 390 0855. Seg-Sáb 12.0

Contra uma “Disney do pombalino” em Lisboa
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Contra uma “Disney do pombalino” em Lisboa

Toda a gente sabe que o que não falta em Lisboa são hotéis de charme. E há mais um na calha, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Até aqui tudo bem. O problema é que para isto acontecer, vai ser demolido um prédio dos anos 1970, com uma fachada de linhas modernistas e painéis de azulejos de autor, e construído outro, novo, de estilo neo-pombalino. Na Assembleia Municipal de Lisboa foram várias as vozes a insurgir-se contra a demolição. Entre pedidos para que Lisboa “não se transforme numa Disney do pombalino”, e para que mantenha a autenticidade, os peticionários criticaram o projecto da empresa de investimentos imobiliários Coporgest – que quer transformar este e o prédio contíguo numa unidade hoteleira de cinco estrelas – e realçaram a importância do revestimento de azulejos do prédio construído entre 1974 e 1977. Os azulejos foram desenhados pelo ceramista António Vasconcelos Lapa e têm motivos geométricos em tons de azul, amarelo e branco. Em Assembleia Municipal, foi aprovada a recomendação contra a demolição. A bola agora está do lado da Câmara Municipal de Lisboa.    + Os melhores hotéis boutique em Lisboa  

Uma sardinhada no trabalho? Mande o seu chefe ler isto
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Uma sardinhada no trabalho? Mande o seu chefe ler isto

Se acha que consegue convencer o patrão a organizar uma sardinhada no trabalho, óptimo. Agora só falta contactar a Peixaria Centenária, porque eles tratam de tudo.     Se a pessoa se esmerar no olfacto, até parece que já sente o aroma saído dos grelhadores no ar. Alfacinhas, vocês sabem como é. A contagem para a festas da cidade já arrancou e as almas suspiram por sardinhas e outros petiscos.  Agora imagine que consegue convencer o seu chefe a entrar no espírito e até a antecipar a quadra. Seria perfeito se não tivesse que tratar de tudo, correcto? Errado. O leitor só tem que sujar os dedos se decidir comer à mão, porque a Peixaria Centenária é que faz o resto.  "Sardinhada na Firma", assim se chama o conceito ao melhor estilo chave na mão. Eles tratam da sardinha assada e do grelhador, e claro que não ficamos por aqui, senão isto não passaria de mais um banal almoço de trabalho. Há arraial com decoração a preceito, "música de alto gabarito e bebida com fartura. E se virem que tal, também se leva um organista!".  Para tratar da festarola, pegue no telefone ou corra para o email. Peixaria Centenária. 917 441 524. correio@peixariacentenaria.pt   + Habemus Grande Marcha de Lisboa. Comece já a decorar a letra vencedora.   

Mais notícias do Blog

Viva a Primavera

10 sinais de que a Primavera chegou a Lisboa
Coisas para fazer

10 sinais de que a Primavera chegou a Lisboa

Chegou a Primavera – e todos os alfacinhas sabem, mesmo que ainda não tenham aberto o seu Facebook. Descubra aqui 10 sinais de que a nova estação invadiu Lisboa e não perca a Time Out da próxima quarta-feira, com piqueniques, esplanadas, quiosques, cocktails, mercados e tendências da Primavera 2017. 

Esplanadas em Lisboa: petiscar, beber e contemplar
Restaurantes

Esplanadas em Lisboa: petiscar, beber e contemplar

[ES-PLA-NA-DAR] v. | acto de permanecer sentado ao ar livre na companhia de um refresco; forma de socialização que requer apenas duas pessoas e duas cadeiras; técnica de fotossíntese muito popular entre os humanos; modalidade de exibição dos Jogos Olímpicos de 2020 (proposta da Time Out Lisboa no dia em que arranca a Primavera 2017). 

20 tendências de moda para a Primavera
Compras

20 tendências de moda para a Primavera

Vá por nós: sem estas dez peças no guarda-roupa, vai continuar preso ao Inverno. As tendências de moda para a Primavera estão aí e valem cada minuto perdido a tentar encaixá-las no dress code de todos os dias. Elas querem-se com folhos, ombros de fora (os dois ou apenas um) e malas bem grandes. Eles amanham-se com muitas riscas, calções curtos e mochilas dignas de escuteiro. O amarelo não tem género e é o denominador comum da estação.

Seis ideias para aproveitar os 60 minutos extra
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Seis ideias para aproveitar os 60 minutos extra

Na madrugada do próximo domingo, dia 26 de Março, vamos mudar para o horário de Verão. Por isso, não se esqueça de adiantar os ponteiros do relógio mais 60 minutos.

10 canções pop primaveris
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10 canções pop primaveris

Simon & Garfunkel e The Beatles ou os contemporâneos Noel and the Whale e The Divine Comedy inspiraram-se na Primavera para criar algumas das melhores canções pop de sempre. Festeje a chegada da nova estação com os phones nas orelhas e o volume no máximo. 

Oito coisas que aprendemos sobre hortas biológicas com Mariano Bueno
Coisas para fazer

Oito coisas que aprendemos sobre hortas biológicas com Mariano Bueno

Mariano Bueno garante que quem se mete nisto do cultivo biológico, sofre menos de stress e sente-se melhor – fala por experiência própria, afinal, antes de se dedicar à agricultura biológica e se converter ao vegetarianismo, tinha 90 e muitos quilos, problemas de cansaço e muitas alergias. Agora vive numa quinta a 200 quilómetros de Barcelona e é um dos maiores especialistas em agricultura biológica do mundo. O seu novo livro A Horta-Jardim Biológica (da ArtePlural Edições,19,90€) acaba de ser lançado em Portugal e Mariano veio a uma escola em Lisboa ensinar algumas técnicas às crianças, porque é de pequenino que se torce o pepino. Reunimos oito coisas que aprendemos sobre hortas biológicas com Mariano Bueno.

Comer e beber em Lisboa

Os três melhores sítios para comer Dim Sum
Restaurantes

Os três melhores sítios para comer Dim Sum

Lisboa é cada vez mais um oásis para comer especialidades chinesas (benditos Visa Gold). Descubra aqui quais os melhores sítios para comer Dim Sum na cidade. 

Concurso da Patanisca de Lisboa: quatro sítios para comer a iguaria
Restaurantes

Concurso da Patanisca de Lisboa: quatro sítios para comer a iguaria

A bela da patanisca anda pelos restaurantes e casas dos lisboetas há muitos anos e nunca teve grandes homenagens. Vai daí, à 10.ª edição, o Peixe em Lisboa resolveu organizar um concurso de pataniscas – mas ao contrário do que acontece com o concurso do Melhor Pastel de Nata (5 de Abril), onde cada casa pode candidatar-se ao título, foi o gastrónomo Virgílio Gomes que seleccionou previamente os 10 restaurantes com as 10 melhores pataniscas da cidade.  Enquanto os jurados não as atacam – e vão ter muito que comer para avaliar o aspecto, o crocante da massa, o sabor, a consistência do interior, a ausência de gorduras e o sabor global – nós fomos provar quatro e fazemos uma antevisão do que vem lá.  Não prometemos que seja ouvido, mas se quiser ir dar o seu bitaite, o concurso decorre dia 3 de Abril. Este dia é também o “dia económico” do evento, o que significa que por 15€ (o valor da entrada diária) tem direito a um consumo de 12€ ao longo do dia no recinto e a assistir a este concurso.  Pavilhão Carlos Lopes (Av. Sidónio Pais, 16). Leia mais sobre a 10.ª edição do Peixe em Lisboa na revista que chega quarta-feira às bancas. 

Os pastéis do Rive-Rouge para comer na nova esplanada
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Os pastéis do Rive-Rouge para comer na nova esplanada

O Rive-Rouge, filho mais novo de Manuel Reis, abriu no primeiro andar do Time Out Market em Novembro para dar música a partir das 17.00. Agora dá as boas-vindas à Primavera com uma esplanada com vista para a Praça D. Luís, que abre já esta quinta-feira. É para petiscos e bebidas ao final da tarde no piso de baixo e pezinho de dança no andar de cima, quando já tiver o estômago reconfortado. Por isso, tem uma carta própria, assinada pela chef Manuela Brandão do vizinho Pap’Açorda. Fotografia: Arlindo Camacho     Os pastéis Rive-Rouge são o especial da casa. Parecem pequenas empadas com uma capa vermelha e há de vários sabores: sapateira e pickles, peixe com tomate, aves com juliana de alface, vitela e feijão, legumes, cogumelos ou choco frito com aioli. E também há um para a sobremesa: é recheado com mousse de chocolate e salpicado com purpurinas vermelhas. Na carta há ainda gambas panadas com molho picante, amêijoas à bulhão pato com pão torrado, prego de alcatra no pão, costeletas de borrego panadas ou croquetes de pato com mostarda. Praça D. Luís I (Cais do Sodré). Ter-Dom 17.00-21.00.

Brunch estrelado com vista para Lisboa
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Brunch estrelado com vista para Lisboa

O restaurante em questão é o Eleven, sob o leme do chef Joachim Koerper, e acaba de lançar o primeiro brunch com estrela Michelin de Lisboa. Servido só aos sábados, o preço anda nos 29€ por pessoa com tudo incluído, e o que tem de saber antes de avançar na leitura sobre o infindável número de pratos que vai chegando à mesa ao longo da refeição – afinal isto é um restaurante de alta cozinha e há luxos que não se perdem –, é que convém reservar ou chegar à hora em que começa a ser servido, 12.30 em ponto, para conseguir lugar à janela, nas melhores mesas da sala.  Apesar de ser uma novidade fresquinha no Eleven, não é a primeira vez que servem brunch. "Fizemos uma experiência há oito anos, mas não pegou", conta Miguel Júdice, um dos responsáveis do restaurante. Agora, e pela enchente do último sábado, percebe-se que a situação é 100% inversa.   Ao meio-dia e meia metade da sala do Eleven está pronta para receber o brunch, a outra fica reservada aos almoços convencionais. "É uma forma de dar a conhecer o restaurante de maneira diferente. Mas continuamos a servir almoços ao mesmo tempo." Por mesa posta para receber o brunch entenda-se o seguinte: um cesto com vários pães caseiros, como o de nozes, o de cereais ou o branco, um cesto com croissants, mini bolas de Berlim, mini-madalenas e palmiers, manteiga, uma compota de abóbora caseira e uma de morango.         As festividades começam com um serviço de sumo de laranja natural, café e leite quentes – bom, se for uma pesso

Saiba de outros sítios onde comer e beber na cidade

Críticas de restaurantes

Café Garrett
Restaurantes

Café Garrett

Dia de semana, 21.00. Avenida da Liberdade cheia. Festival no São Jorge, concerto no Coliseu, parque de estacionamento dos Restauradores completo, trânsito de hora de ponta a gerar caos e apitadelas, Rossio com um considerável número de turistas e zero pessoas no Café Garrett. Minto. Quatro: um cozinheiro, um empregado, a minha companhia e eu. Nem mais uma mosca. À volta, ensaios para aquilo que suponho ser uma peça de teatro itinerante. Gente a entrar e sair das portas ao lado – note-se que nenhuma entrou para o restaurante –, vozes altas a fazer muito eco no foyer, mas mesmo assim a dar alguma vida ao restaurante que se instalou há uns meses no Teatro Nacional Dona Maria II. Não fossem elas e o barulho de fundo seria o dos carros e autocarros a passar na rua. Chegou a ementa, pedi recomendações ao empregado e tudo o que recebi foi um “não sei, isso depende muito do gosto das pessoas” (a sério?). Mas depois de ter visto a incredulidade estampada na minha cara rectificou a resposta com algum jeitinho e lá fui encaminhado para um prato principal, na linha do que é uma das apostas da casa, o peixe. Só que nem sequer enquanto esperava pelo começo da refeição fui inquirido sobre a vontade de trincar umas azeitonas, um pão, uns amendoins, uma garrafita de água, nada – e não era por excesso de trabalho. Ora não só faltava gente, uma música de fundo qualquer e ambiente, como faltava algo para entreter o estômago. E foi nessa onda de faltas/falhas (servem as duas) de serviço e vi

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Costa do Malabar
Restaurantes

Costa do Malabar

Era uma terça-feira à noite e nada me preparara para aquilo. Cheguei pelas 19.45 e mal passei a porta veio um empregado afogueado. “Tem reserva?” Não tinha. Ninguém tem reserva para um restaurante indiano a uma terça-feira à noite, pensei. “Estamos cheios, desculpe”. Sucedera o seguinte. Na semana anterior, várias publicações com noticiário gastronómico (incluindo esta) haviam anunciado com estrondo o aparecimento de uma coisa nova, algo nunca visto nas mesas lisboetas: um indiano que não era só caris e basmatis. O embaixador ia lá, a comunidade vegans-freaks ia lá, os artistas iam lá, tudo a correr a Arroios como se fosse uma festa trance em Kerala. Não desisti e dias depois voltei com marcação. O delírio começou com a carta. Havia dosas, as famosas panquecas de arroz e lentilhas; e havia parottas, pão achatado com manteiga ghee. Nos caris, destacava-se o de peixe, um dos pratos típicos do sudoeste da Índia, região costeira que dá nome ao sítio. De resto, não faltavam exemplos da dieta ayurvédica praticada pelos autóctones: óptimos pastéis de vegetais, sopa rasam de coentros, bolos de feijão preto e especiarias. Provou-se tudo isto e mais. Os “masala peanuts” (Ó sr. embaixador, será que não dá para emprestar um tradutor?), os masala peanuts, dizia, provocaram os primeiros aplausos – amendoins fritos e depois temperados com cebola e coentros. O resto da refeição percorreu toda a carta, com mais altos (chamuças, caril de borrego, sopa de lentilhas…) do que baixos (tapioca

A Time Out diz
  • 3 /5 estrelas
Loco
Restaurantes

Loco

De início houve alguma bazófia e era fácil embirrar com o sítio. Quando alguém sente necessidade de proclamar a sua “corrente criativa constante”, frequentemente acaba sozinho num onanismo preguiçoso gritando aleivosias contra os brutos lá fora. Ninguém gritou no Loco mas a reacção a um projecto que se apresentava com “um outro nível conceptual”, “uma experiência total”, foi vigorosa. Um respeitável crítico gastronómico espanhol foi quem primeiro disse “nem tanto”. Depois de uma visita a Lisboa, Carlos Maribona escreveu no blogue do jornal ABC um texto amargo. Nem a cozinha do chef Alexandre Silva era assim tão original, nem a comida era assim tão boa, nem a meta-culinária se recomendava. O crítico achou pouca graça, sobretudo, a ser servido à boca. A coisa descambaria numa subpolémica: de um lado os que queriam ser servidos à boca, do outro os que não queriam. Em qualquer caso, Espanha punha a foice em seara alheia. O terramotozinho na comunidade lusa foi imediato. Bloggers e facebookers espalharam a sua indignação contra o invasor espanhol. Gente pronta a marchar pelos povos de todos os feitios malhou no irmão ibérico como se fosse 14 de Agosto de 1385. Toda a gente perdeu a clarividência. Toda, menos Alexandre Silva. O texto de Maribona não deitou abaixo o chef, apresentado à nação em 2012, com a vitória no concurso Top Chef, da RTP. Silva já enfrentara dias difíceis e pareceu sempre aprender com os erros. O seu restaurante mais ambicioso, o Bocca, fechou pouco depois

A Time Out diz
  • 5 /5 estrelas
Clube de Jornalistas
Restaurantes

Clube de Jornalistas

Nada do que veio para a mesa estava abaixo de razoável, mas houve um prato que entrou directamente para a lista das melhores coisas que provei este ano. A beringela com caramelo de miso e pistáchio foi uma revelação extraordinária, diferente de tudo, uma aliança entre Japão e Médio Oriente, entre doce e salgado – um desses raros momentos em que a cozinha de fusão funciona e nos faz feliz. O chef Ivan Fernandes antecipou aliás o êxtase, afastando qualquer dúvida sobre o efeito do prato. Vindo da cozinha, atirou-o para a mesa antes mesmo de a comida chegar. “Podem agradecer a quem pediu a beringela”. E agradecemos, sendo certo que o empregado nos dirigiu para ali e muito bem. Dito isto, convém assinalar que a carta tem algumas viagens atribuladas. São os casos de um salmão que vai cozinhar o acompanhamento de legumes à Tailândia e ainda leva um molho teriyaki do Japão (17€); e da “costelinha” de borrego, nascida nos Pirenéus (19€), depois transportada para o Brasil onde carrega farofa, aterrando por fim entre a Síria e o Egipto para um baba ganoush (mousse à base de beringela e tahini, a pasta de sésamo torrada). Bem mais segura a deslocação do Brasil para Itália (ou será o contrário?), no risoto de moqueca de camarão (16,5€), que ganhou com o molho picante da casa, também ele um globetrotter, com sabor forte a gengibre. As sobremesas foram o menos bom de tudo, coisas sem alma, básicas, algumas pouco frescas, clara influência do Brasil. Ajuda a perceber tudo isto a biograf

A Time Out diz
  • 4 /5 estrelas

Hotéis em Lisboa

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis

Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis

Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis bons e baratos em Lisboa e descobrimos oito, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis

Os melhores hotéis boutique em Lisboa

Que em Lisboa não faltam hotéis toda a gente sabe. E que o número de hotéis aumentou consideravelmente nos últimos anos, consequência do hype mundial à volta da nossa cidade, também. Assim, passámos a pente fino tudo quanto é unidade hoteleira para lhe trazer os melhores hotéis de charme em Lisboa.  Considerados o parente rico do Bed&Breakfast e da típica pousada, os hotéis boutique distinguem-se pela personalidade e ambiente acolhedor. Mais pequenos do que os das grandes cadeias internacionais, vivem quase sempre sustentados num projecto arquitectónico diferenciado ou instalados num edifício histórico. O ambiente descontraído, muitas vezes criado pelos proprietários, pretende levar os hóspedes a sentirem-se em casa. Estes são os melhores hotéis boutique em Lisboa – cada um deles, um excelente pretexto para fugir à rotina.

Os melhores bares de hotel em Lisboa
Hotéis

Os melhores bares de hotel em Lisboa

De Alfama a Belém, há boas razões para explorar os hotéis que se seguem. E já sabe que se beber um copo a mais, tem sempre a opção de fazer check in. Estes são os melhores bares de hotel em Lisboa.

Coisas para fazer em Lisboa

36 coisas que precisa de saber sobre o Trumps
Gay

36 coisas que precisa de saber sobre o Trumps

A abertura foi adiada por causa da morte de Sá Carneiro e desde Dezembro de 1981, quando o Trumps foi inaugurado, histórias não faltam para contar. Algumas foram compiladas num livro, que chega agora às lojas. Outras ainda são segredo. 

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Abril
Teatro

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Abril

Entre a Rússia de Maximo Gorki e a Kinshasa de Gintersdorfer/Klaßen vai mais do que a distância e o tempo. São duas maneiras de ver a vida e o teatro quase totalmente distintas, porém ambas intervindo sobre a sua realidade, na sua época. A diferença é, aliás, o que há de comum entre as peças de teatro em Lisboa que seguem – e às quais deve estar atento durante o mês de Abril.  

Depois das seis
Coisas para fazer

Depois das seis

Esta semana, desatamos numa contaria, uma espécie de berreiro de histórias boas, celebramos o teatro no seu dia, passamos pelo grande ecrã e seguimos eruditos no São Carlos.

10 coisas para fazer no LisbonWeek
Coisas para fazer

10 coisas para fazer no LisbonWeek

Cinema, visitas guiadas, dança, música, arte urbana ao pontapé: tudo isto e muito mais chegam para o convencer a rumar ao Lumiar? Vá, não seja calão, o LisbonWeek promove uma semana de empreitada no bairro. O objectivo não é cansar-se destas ruas e espaços que talvez nunca tenha conhecido na vida, é precisamente o contrário: ver tudo, esgotar todas as soluções e propostas sem sair de gatas. Se assim for, pense que é bom sinal. Deixamos-lhe dez hipóteses de programas, mas há mais, bem mais.

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
Música

Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Alguns valem mais a pena do que outros, por isso siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana.

10 sítios para correr em Lisboa
Coisas para fazer

10 sítios para correr em Lisboa

Matas, parques, zonas ribeirinhas. Basta escolher o cenário mais apelativo para começar, ou continuar, a correr em Lisboa. Decore as dez paragens que se seguem e fique em forma num instante. 

Mais coisas para fazer na cidade

Filmes e Séries

Os 5 melhores papéis de Bryan Cranston
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Os 5 melhores papéis de Bryan Cranston

Nasceu na Califórnia, em 1956. Aos 19 anos, decidiu fazer os Estados Unidos de uma ponta à outra, de mota, com o seu irmão. Foi nessa viagem que acumulou uma série de experiências, essenciais na hora de interpretar o que veio depois.  Recentemente, sobretudo depois de Breaking Bad, participou em filmes como Argo (2012), Godzilla (2014), Trumbo (2015) e vai ainda entrar num dos filmes mais esperados do ano: Power Rangers. Mas há outros de que talvez não se recorde. Lembra-se de Shannon, em Drive (2011), patrão do motorista (feito por Ryan Gosling) com mais estilo do cinema? E o Coronal do Departamento de Guerra, em Resgate do Soldado Ryan? Pois é. Se procurar bem, vai encontrar Cranston por aí. Felizmente.   

Novos Olhares na Cinemateca – Parte II
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Novos Olhares na Cinemateca – Parte II

Curtas e longas-metragens, realizadores mais e menos conhecidos, mais e menos premiados. Mas, neste início de novo programa, a mesma constante maneira de ver o país.

Os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema
Filmes

Os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema

Começamos com Smurfs e acabamos com Emojis. Pelo caminho, conhecemos órfãos sonhadores, matamos saudades de carros e Minions e até acompanhamos o mais atribulado pedido de casamento de sempre. Estes são os desenhos animados que estamos desejosos que cheguem ao cinema. 

Prémios Sophia: E os vencedores são…
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Prémios Sophia: E os vencedores são…

A entrega dos prémios da Academia Portuguesa de Cinema, entre a festa e a contestação à política governamental para o sector, devidamente moderada por alguma solenidade, teve vários vencedores nas muitas categorias disponíveis. Mas nove troféus… Quer dizer, colocam Ivo Ferreira e a escrita de Lobo Antunes bem à frente do pelotão.

Os melhores papéis de Scarlett Johansson
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Os melhores papéis de Scarlett Johansson

Scarlett Johansson começou a fazer filmes ainda quando ainda era criança, e já foi dirigida por nomes como Woody Allen, Sofia Coppola ou Spike Jonze, tendo entrado em comédias, dramas, produções de época ou de ficção científica. 

As 15 melhores séries de comédia de sempre
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As 15 melhores séries de comédia de sempre

Os rankings são relativos, mas depois de reunirmos um conselho de estado de consultores e loucos de séries televisivas, chegámos a estas 15. Portanto, se vai começar a disparar insultos e a pedir justificações para as suas séries de comédia preferidas não estarem aqui avisamos já que não vai ter sucesso. São estas. E pedimos desculpa a todas as outras. Mais um alerta à tripulação: elas não estão por nenhuma ordem. Ria-se connosco.