Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right O melhor guia de Lisboa
Os melhores petiscos baratos em Lisboa
Os melhores petiscos baratos em Lisboa icon-chevron-right
Onde está Lisboa no novo álbum de Madonna?
Onde está Lisboa no novo álbum de Madonna? icon-chevron-right
As melhores padarias em Lisboa
As melhores padarias em Lisboa icon-chevron-right

Últimas notícias

Tasca da Esquina celebra dez anos com menu especial
Notícias Tasca da Esquina celebra dez anos com menu especial

Antes de as tascas voltarem à ribalta e várias publicações internacionais discorrerem sobre este tipo de restaurante bem português, Vítor Sobral abriu a...

O melhor de Itália em Lisboa num festival grátis de três dias
Notícias O melhor de Itália em Lisboa num festival grátis de três dias

Passar pelo Centro de Congressos de Lisboa no final deste mês será como viajar a Itália, na Via del Babuino, uma das ruas mais glamourosas de Roma. Durante...

#ouvidonometro: o melhor que ouvimos esta semana
Notícias #ouvidonometro: o melhor que ouvimos esta semana

  + Quer saber o melhor que ouvimos na semana passada? Espreite aqui. 

Lusco-Fusco: cinema ao ar livre, jantares, concertos e teatro no Polo Cultural Gaivotas
Notícias Lusco-Fusco: cinema ao ar livre, jantares, concertos e teatro no Polo Cultural Gaivotas

O portão do Polo Cultural Gaivotas abre-se de novo para receber o Lusco-Fusco. De Julho a Setembro, as noites são mais longas e por isso a proposta é que as...

Street Fest regressa à Alameda com música e comida de rua
Notícias Street Fest regressa à Alameda com música e comida de rua

O Verão pede arruadas para aproveitar o bom tempo e, mesmo depois de um mês de Santos Populares, não há descanso. O Street Fest está de volta a 6 e 7 de...

Gangue de La Casa de Papel tem um novo membro e o presidente português já lhe telefonou
Notícias Gangue de La Casa de Papel tem um novo membro e o presidente português já lhe telefonou

“Desta vez não é pelo dinheiro. É pela família.” Foi com este mote que chegou o trailer da terceira temporada de La Casa de Papel. Agora foi anunciado o novo...

Seagull Method Café: gaivotas em terra, waffles no Príncipe Real
Notícias Seagull Method Café: gaivotas em terra, waffles no Príncipe Real

O janelão enorme, com uma mesinha e umas quantas flores, denuncia o Seagull Method Café, no Príncipe Real, o novo projecto dos donos do minimalista Heim, de...

Better Together: uma pop up store com as marcas portuguesas Le Mot e Sienna
Notícias Better Together: uma pop up store com as marcas portuguesas Le Mot e Sienna

As marcas portuguesas andam a dar cartas no mercado nacional e internacional. A Le Mot e a Sienna são dois exemplos de sucesso que juntam os trapinhos para...

O Bar da Odete tem uma nova carta e um blogue para descomplicar o vinho
Notícias O Bar da Odete tem uma nova carta e um blogue para descomplicar o vinho

A crítica de vinhos Odete Cascais anunciou esta quarta-feira o lançamento de um blogue. As histórias, curiosidades e dicas sobre vinhos chegam acompanhadas...

Dark: o carrossel do tempo está de regresso à Netflix
Notícias Dark: o carrossel do tempo está de regresso à Netflix

Com a chancela Netflix, é a produção que pôs a Alemanha na rota das séries imperdíveis. A segunda temporada está a chegar e falámos com os actores Louis...

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Coisas para fazer em Lisboa

Time Out e Huawei apresentam: as horas extraordinárias de Lisboa
Coisas para fazer Time Out e Huawei apresentam: as horas extraordinárias de Lisboa

Esta página é uma declaração de amor a Lisboa – se é que a Time Out alguma vez foi outra coisa. Mas esta página, em concreto, é especial. Especial porque diferente na forma de olhar a cidade, no momento em que a olha e, sobretudo, no modo como a regista. Neste tempo dos dias grandes, procuramos captar imagens perfeitas das horas extraordinárias de Lisboa e reunir uma colecção de postais que registam a sua luz única. E fazêmo-lo usando apenas um smartphone – mas não um smartphone qualquer. Eis o melhor da cidade captado pelas lentes do novo Huawei P30 Pro. Começamos em dois lugares privilegiados para testemunhar o amanhecer em Lisboa. Junto ao MAAT, à beira-rio, e no miradouro de Santa Luzia, junto às Portas do Sol. Nas mãos dos fotógrafos da Time Out, o Huawei P30 Pro demonstra todo o potencial das suas quatro câmaras Leica e revela um novo patamar na fotografia com smartphones. No caso, exploramos a objectiva ultra grande angular de 20MP (mais de 120 graus de distância focal de 16mm), para conseguir uma perspectiva abrangente. O resultado são imagens com a qualidade que, confessamos, apenas julgávamos possível com máquinas profissionais. O resto é paisagem. A incomparável paisagem de Lisboa. 

Guia para os Santos Populares em Lisboa
Coisas para fazer Guia para os Santos Populares em Lisboa

Está na hora de receber as Festas de Lisboa de braços abertos e pernas prontas para bailar. No mês preferido dos alfacinhas, as ruas da cidade enchem-se de bandeirolas coloridas, manjericos cheirosos, sardinha assada a saltar na grelha e imperiais fresquinhas. Em tudo o que é bairro celebra-se o Santo António com música popular, marchas e dança aos pares. Este é o guia para sobreviver aos Santos Populares em Lisboa e descobrir os melhores arraiais, bailaricos e festas da cidade sem se perder nem desistir de sair à rua. Recomendado: As melhores coisas para fazer este mês em Lisboa

Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa
Coisas para fazer Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Aviso prévio: este artigo é impróprio para cardíacos. Os níveis de adrenalina prometem subir só de ler. É que saltar para o Tejo, entrar num quarto escuro para fazer amigos ou numa sala para partir tudo, fazer coastering, ganhar coragem para um corte de cabelo (mesmo) radical, saltar de asa delta ou passear pela serra de Sintra à noite não é para meninos. Não tem medo e gosta de se pôr à prova? Veio ao sítio certo. Destemidos da cidade: aqui estão as coisas mais radicais para fazer em Lisboa – e riscar da bucket list. Recomendado: Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

Os melhores mercados de fim-de-semana em Lisboa
Coisas para fazer Os melhores mercados de fim-de-semana em Lisboa

Bem que pode regalar-se com compras no Chiado, em Campo de Ourique ou na boutique mais chique do seu bairro, mas não há nada como os mercados de rua. E olhe que há muitos mercados e feiras a visitar em Lisboa. Uma banca de produtos biológicos aqui, uma banca com roupinha em segunda mão, bem vintage, daquela do baú dos avós. Todos têm muitos tesouros por explorar. Todos os meses, durante o fim-de-semana há mercados que se repetem, seja no primeiro domingo de cada mês ou no último sábado. Complete a sua agenda dos dias de descanso e descubra onde pode enfeirar ao sábado e domingo sem dar com o nariz na porta. Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

As 20 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica
Coisas para fazer As 20 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

Demos corda aos sapatos para lhe trazer um apanhado do que há de melhor para fazer na Estrada de Benfica, uma importante artéria da cidade que se estende ao longo de duas freguesias: Benfica e São Domingos de Benfica. Ainda se sente um forte pulsar da vida de bairro nos cafés, restaurantes, mercearias, padarias e em lojas de todos os tamanhos e feitios (o que nos lembra de uma chamada Xanel que vende roupa lingerie e moda para senhoras). O mundo da pastelaria é forte nesta estrada e parece ser um dos novos pólos das mercerarias que apostam na venda a granel com a abertura de duas novas lojas que se juntam nesta estrada a duas históricas mercearias finas. Há ainda dois antigos palácios que estão à sua espera, os melhores locais para se sentar a descansar se decidir fazer o mesmo que nós e percorrer a estrada de uma assentada só. Recomendado: Carta de amor a Benfica por Nuno Markl  

As melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros
Coisas para fazer As melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros

O dinheiro não estica. As carteiras estão tão leves que ameaçam levantar voo e os nossos bolsos são um buraco negro de onde não escapam quaisquer poupanças. Mas é possível aproveitar o melhor que a cidade tem para nos dar sem gastar uma nota (ou gastando uma apenas). Uma nota de dez euros é um rectângulo colorido a que podemos dar muitos usos: serve para fazer origami, usar como marcador de livro ou como guardanapo. Isto são tudo péssimas ideias de como usar 10 euros. As boas ideias vêm já a seguir. Descubra as melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros. Recomendado: Os melhores petiscos em Lisboa até dez euros

O melhor das Festas de Lisboa 2019
Coisas para fazer O melhor das Festas de Lisboa 2019

Desocupe a sua agenda porque vai precisar de espaço (e de muita energia) para o que se segue. Junho é provavelmente o mês em que os lisboetas menos dormem (ai arraiais, arraiais) mas é também o mês em que as olheiras são melhor toleradas no local trabalho, portanto comece por descontrair e siga os nossos conselhos até ao fim. As Festas de Lisboa arrancam oficialmente a 1 de Junho e só nos vão deixar descansar lá para o final do mês, com um belo de um concerto de despedida a cargo de Manuela Azevedo, Ana Bacalhau, Conan Osiris, Lena D'Água, Paulo Bragança e Selma Uamusse, num tributo a António Variações. O Lu.Ca, o teatro municipal totalmente dedicado à criançada, faz um ano, o São Luiz faz 125, e pelo meio há bandas filarmónicas, exposições, uma trezena ao santo casamenteiro, fado do bom no Castelo e coros a soar pela cidade. Isto tudo a acompanhar os arraiais infinitos e as marchas populares.   Recomendado: O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Os melhores parques infantis em Lisboa para pôr os miúdos a brincar
Miúdos Os melhores parques infantis em Lisboa para pôr os miúdos a brincar

Não há nada que eles gostem mais do que uma ida aos baloiços. Os olhos até brilham quando lhes dizemos as palavras mágicas: "Queres ir ao parque?". É que nem é preciso dizer mais nada, nem precisam de saber onde – tudo o que lhes interessa é que vão correr e brincar num sítio onde não faltam baloiços e escorregas. E foi por isso que corremos os parques infantis em Lisboa à procura dos melhores. E não temos dúvidas em dizer que a criançada vai ser feliz em qualquer um destes parques infantis. Para que não falte nada, saímos do centro e pusemos um pé nos arredores – até porque cidades como a Amadora têm apostado nos parques infantis.  Recomendado: Restaurantes com área infantil em Lisboa para refeições felizes

Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa
Coisas para fazer Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa

Gosta de dar um bom mergulho na piscina, mas recusa-se a esvaziar a carteira para o fazer? Depois de explorar as melhores piscinas em Lisboa, partimos em busca das que refrescam as ideias e o corpinho sem dar cabo da conta bancária. Se pensa que no centro da cidade não há piscinas onde possa mergulhar, afaste essa ideia. Dá para ir de Carnide às Olaias e ainda dar um salto até Oeiras ou ao Estoril. Por isso, o melhor é começar à procura do protector solar, agarrar na toalha e preparar-se para dar uns mergulhos sem grandes preocupações. Recomendado: As melhores piscinas para dar um mergulhos em Lisboa

As melhores retrosarias e lojas de tecidos em Lisboa
Compras As melhores retrosarias e lojas de tecidos em Lisboa

Se chegou até si a agulha e não afastou o seu dedal, então é porque mergulhou à séria no universo do corte e costura. Agora, tal como daquelas vezes em que preparava o regresso à escola, vai precisar de fazer uma lista: antes de se atirar às agulhas há toda uma panóplia de material que precisa de ter, seja iniciante ou profissional na coisa. Linhas, lãs, fechos, botões, agulhas, tesouras, molas, máquinas de costura, dedais, é um sem-fim de bugigangas. E depois precisa da matéria-prima, que é como quem diz os tecidos – e esses dão pano para mangas (e mais qualquer coisita, vá). Descubra onde se pode abastecer de tudo o que seja retrosaria e onde estãos as melhores lojas de tecidos em Lisboa. Recomendado: Os melhores cursos e escolas de costura em Lisboa

Cursos de Verão em Lisboa para bronzear as skills
Coisas para fazer Cursos de Verão em Lisboa para bronzear as skills

Quando pensa em Verão é inevitável pensar em banhos de sol – a não ser, claro, que vá de férias para a Antártida. De qualquer das formas, é certo e sabido que nos meses mais quentes a maior parte da população só quer é descanso. Mas relaxar não tem de significar passar os dias a dormir, a mergulhar ou a comer saladas, gelados e marisco. Pode muito bem aproveitar para aprender coisas novas nos famosos cursos estivais. Das línguas às artes e às ferramentas digitais, há muito conhecimento para desbravar. Já para não falar que é sempre uma boa forma de conhecer pessoas novas e alargar o círculo de amigos. Não sabe o que fazer? Inscreva-se nestes cursos de Verão em Lisboa. Recomendado: Cursos e workshops que não pode perder em Lisboa

O maravilhoso mundo dos azulejos em Lisboa
Coisas para fazer O maravilhoso mundo dos azulejos em Lisboa

Os azulejos fazem parte da identidade gráfica da cidade e lá vão contando histórias do passado de Lisboa. Os primeiros azulejos hispano-mouriscos foram importados de Sevilha por volta de 1503, mas o seu uso foi democratizado após o grande terramoto de 1755, quando muitos aproveitaram azulejos dos escombros para decorarem as suas casas, longe de serem palácios. Não demoraram muito tempo a ser produzidos em Lisboa e são hoje (e desde há muito tempo, na verdade) um dos cartões de apresentação da cidade. Os criativos da cidade vão trazendo esta arte para o século XXI, e assim, em Lisboa, podemos saltitar entre quadradinhos de outros tempos e contemporâneos. Recomendado: Os museus mais estranhos de Lisboa

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Comer & Beber

Mesas Bohemia: a melhor cozinha de Arouca vem até Lisboa
Restaurantes Mesas Bohemia: a melhor cozinha de Arouca vem até Lisboa

Mal passado, médio-mal ou médio-bem? Amantes de boa carne são capazes de andar quilómetros para encontrar um naco suculento e tenro, daqueles que se desfazem na boca – e os olhos começam a brilhar quando falamos dos animais de raça arouquesa, cuja carne tem um sabor intenso, realçado na grelha. O restaurante Assembleia Arouca, no centro histórico de Arouca, perto de Aveiro, a zona nobre da carne bovina, de origem demarcada e certificada, vai trazer esses nacos (e não só) até Lisboa nos dias 28, 29 e 30 de Junho, em mais uma edição do projecto gastronómico Mesas Bohemia, o evento que tem trazido os melhores restaurantes do país até à capital, fazendo um casamento entre a melhor cozinha portuguesa e a melhor cerveja. Vamos a apresentações: desde 2012 que o chef Nuno Costa mostra, no Assembleia Arouca, os pratos tradicionais da região, mas aos clássicos junta tendências mais contemporâneas, com combinações de sabores diferentes. Nesta vinda a Lisboa vai trazer a melhor carne, de animais criados nos pastos do Douro Litoral – os tenros pastos e os frescos rios são dois dos motivos que fazem com que as vacas arouquesas não sofram de stress. Enquanto a vitela de Arouca não lhe chega ao prato, prove a chouriça da região que Nuno Costa traz de entrada. Segue-se a aba de vitela de Arouca, grelhada no osso com arroz de feijão, que apesar de ser um corte menos nobre, é bastante saboroso. A história secular da região de Arouca celebra-se à mesa com a costeleta e posta com batata a murro

Três sítios para comer cuscuz
Restaurantes Três sítios para comer cuscuz

É um prato pequenino com bolinhas amarelas, considerado como o prato típico nacional de Marrocos, elaborado com sêmola e água e muitas vezes desvalorizado como sensaborão – o truque está nos temperos. Se à primeira vista é prato simples e rápido de fazer, torná-lo realmente saboroso pode demorar algumas horas. Pode apostar nas especiarias, à boa maneira tradicional, ou acrescentar proteínas diferentes, das carnes variadas ao marisco e legumes.  Dê uma oportunidade a este prato e prove-o em restaurantes dedicados ora à culinária marroquina ora em exclusivo ao cuscuz, ou aceite esta sugestão saudável num restaurante italiano. Recomendado: Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Onde comer sardinha assada em Lisboa
Restaurantes Onde comer sardinha assada em Lisboa

Junho em Lisboa significa cheiro a sardinha assada pela cidade. Assim que finda Maio, é ver grelhas improvisadas montadas nas traseiras de restaurantes e nos arraiais cidade fora. Podem ainda não estar gordinhas – atenção a isso, que o que nós queremos é que estejam prateadas e corpulentas, para as tirar da grelha direitas para o pão e deixás-la escorrer tudo o que podem, tirar a pele com a ponta dos dedos e limpar-lhe a espinha. Isto enquanto se ouve música pimba de qualidade e se põem manjericos ao luar. Se prefere o recato de um restaurante em vez do alarido de um arraial, escolha um destes sítios para comer sardinha assada em Lisboa, bem perto dos festões para poder fazer seguir a noite.  Recomendado: Os melhores restaurantes de peixe e marisco

Avillez fecha três restaurantes em Lisboa
Notícias Avillez fecha três restaurantes em Lisboa

Os restaurantes Za’atar, Pitaria e Cantina Zé Avillez fecharam as portas no começo de Junho de forma discreta. O chef português contava já com 18 restaurantes em Lisboa. O Za’atar era o mais recente dos três restaurantes que José Avillez fechou este mês. Abriu em Setembro, em parceria com o chef libanês Joe Barza, e acrescentou uma bandeira gastronómica ao leque de restaurantes que o português tem na cidade. O fecho, justifica o responsável de comunicação do grupo à Time Out, “foi uma decisão da gestão”, acrescentando que se decidiu abrir outro conceito nesse mesmo espaço, no próximo ano. Depois da notícia deste encerramento, o Expresso avança o fecho de outros dois, a Pitaria, um projecto mais pequeno, em frente ao Bairro do Avillez, no coração do Chiado, com uma carta feita inteiramente de pitas, inaugurado em Fevereiro de 2018. Ao Expresso, o grupo acrescenta que este espaço, “à semelhança do Za’atar, que cumpriu os objectivos delineados, teve o seu sucesso, mas não se justificava que continuasse aberto”. A terceira baixa é a Cantina Zé Avillez, o restaurante que abriu em Março de 2018 na Rua dos Bacalhoeiros, com um registo de “cantina contemporânea com uma cozinha portuguesa familiar” e também encerra agora permanentemente. No lugar da Pitaria, tal como no do Za’atar, deverão surgir novos projectos mas não há nada previsto para o espaço do Campo das Cebolas. A notícia do encerramento destes três restaurantes surge um mês depois da abertura do quarto Cantinho do Avil

Os melhores brunches buffet em Lisboa
Restaurantes Os melhores brunches buffet em Lisboa

O brunch deixou de ser refeição única de fins-de-semana, bem sabemos e apoiamos. Mas esta refeição em formato buffet pede que vá sem qualquer limitação horária e que fique almoçado, lanchado e, às tantas, até jantado para o resto do dia. Nestes restaurantes com brunch buffet em Lisboa pode começar com variedades de pães e waffles, panquecas, ovos e depois entrar numa fase mais séria da refeição – e transformá-la realmente num almoço tardio e corpulento. Não estamos a falar só dos salgados e as tábuas de queijos e enchidos já lá foram. Estamos a falar de pratos compostos, dos de peixe aos de carnes, e sobremesas bem completas. Liberte a agenda e marque já mesa num destes brunches buffet. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Os melhores sítios para beber chá de bolhas
Restaurantes Os melhores sítios para beber chá de bolhas

O chá de bolhas é uma invenção que já vem de 1980, altura em que apareceu pela primeira vez em Taiwan. Existem imensas variedades disponíveis, dos chás de fruta aos chás de leite, servidos gelados ou quentes, com pequenas bolhas feitas de tapioca, com uma textura tipo goma, que são depois sugadas com palhinhas largas. A receita original asiática é precisamente um chá de leite, menos doce e feita com leite, chá preto e pérolas de tapioca, que acabam por dar mais textura do que propriamente sabor. Depois há outra versão, com bolinhas mais frágeis, que são esferificações que rebentam na boca, de vários sabores, como lichia, maracujá ou caramelo. A equipa Time Out sorveu a receita original de chá de bolhas e indica-lhe os seis sítios onde pode ir perceber do que estamos a falar. Recomendado: Os melhores sítios para comer gelados de rolinho

Os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa

Este é o roteiro perfeito para quem não é egoísta à mesa e gosta mesmo é de partilhar tudo, das amêijoas aos petiscos mais internacionais. Para almoçaradas de amigos, finais da tarde depois da praia, para melhorar dias de chuva, para lanches ajantarados ou até para jantares fora de horas. A arte de picar é bem típica portuguesa e calha bem a qualquer hora do dia ou qualquer refeição. Descubra aqui os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa, peça uma série de pratinhos em vez de um prato principal só para si e partilhe sem vergonha.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores restaurantes no Estoril
Restaurantes Os melhores restaurantes no Estoril

Fica a um tirinho de Lisboa, entre Cascais e a Parede e durante anos foi a estância balnear mais luxuosa da Linha (não nos esquecemos também de São Pedro do Estoril e São João do Estoril). Hoje, além de praias, tem bons sítios para comer, ir às compras e passear, a dois passos do mar ou mesmo no meio da vila apalaçada. Nesta lista encontra os melhores restaurantes no Estoril para almoçar ou jantar, desde os espaços mais clássicos até aos mais modernos e saudáveis – passando por tascas e restaurantes de fusão .  Recomendado: As melhores coisas para fazer no Estoril

Todos os restaurantes de José Avillez em Lisboa
Restaurantes Todos os restaurantes de José Avillez em Lisboa

José Avillez não gosta de reclamar o título de super-chef ou de todo poderoso e prefere não ver o seu grupo e conjunto de restaurantes como um império. Mas verdade seja dita: é o único no país que conta com mais de duas dezenas de restaurantes, tem 18 em Lisboa, dois no Porto, um no Dubai. Mesmo internacionalmente, o feito não é assim tão comum. Mas não fica por aqui: em Maio abriu um novo Cantinho do Avillez em Cascais e tem outro projecto previsto para a vila, que será essencialmente de peixe e marisco. Com todos estes restaurantes em Lisboa pode andar bem mais de uma semana a comer pratos assinados pelo chef.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Sítios para comer caracóis em Lisboa
Restaurantes Sítios para comer caracóis em Lisboa

A época do petisco rastejante começa oficialmente em Maio, o primeiro mês sem R – dizem os especialistas que, apesar de não ser regra absoluta, é nestes meses mais quentes e solarengos que o caracol é melhor, porque com o chuva o bicho começa a meter-se dentro da terra. Ainda assim, a maioria dos caracóis que se servem em Portugal vêm de Marrocos, onde é proibido usar pesticidas e a garantia da qualidade deste petisco é maior. Corremos a cidade à procura de cafés e cervejarias que já estão a servir caracoladas e dizemos-lhe oito sítios onde pode comer caracóis em Lisboa.  Recomendado: Novas esplanadas para esta Primavera

Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Restaurantes Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, restaurantes com muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os restaurantes em Almada que vale a pena conhecer
Restaurantes Os restaurantes em Almada que vale a pena conhecer

Do outro lado do rio há mesas com cozinhas do mundo para descobrir, da cantina italiana com pratos típicos de Piemonte e as pizzas em forno de lenha aos japoneses com peças de sushi sem confusão e carnes maturadas. Sem nuncar esquecer a nossa boa comida tradicional portuguesa, da tipicamente alentejana à do Minho. Não se deixe intimidar pelas filas e os relatos de trânsito da ponte 25 de Abril, até porque enquanto não há táxis aquáticos tem cacilheiros com percursos rápidos no Tejo para chegar a Cacilhas – daí a Almada é um tirinho. Explore a outra margem e marque mesa nestes restaurantes em Almada. Recomendado: Dez restaurantes em Cacilhas que tem de conhecer

icon-chevron-right
icon-chevron-right

O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Já conhece o novo Chef do Time Out Market?
Notícias Já conhece o novo Chef do Time Out Market?

Não é de carne e osso e não está na ala dos chefs. “Chef” é o nome da primeira loja de comida pronta de Lisboa que chegou agora ao mercado com as suas famosas empadas. Quando o Chef abriu em 1977, ainda os chefs rockstars eram uma miragem e contavam-se pelos dedos de uma mão os verdadeiros chefs da cidade (cozinheiros havia muitos). Ainda assim, este “Chef – Comida Pronta” proporcionou muitas boas refeições a Lisboa durante todos estes anos de vida. O Chef, primeira loja de comida pronta para levar para casa, abriu portas na Rua Borges Carneiro (Lapa), dois anos após o 25 de Abril, pelas mãos de várias sócias, entre as quais Helena Corrêa de Barros, fotógrafa reconhecida, mãe e avó das actuais gerentes. Mais tarde, Helena Corrêa de Barros acabou por ficar sozinha à frente do negócio. Quando faleceu, o Chef foi parar às mãos da filha e actual dona, Margarida Vaz Pinto, e hoje são as suas filhas, Sofia Rebelo de Andrade e Marta Ramalho Ortigão, que conduzem os destinos do Chef. E foram elas que aceitaram este convite para virem para o Time Out Market com as empadas do Chef. Inês Félix “O Chef é uma empresa familiar de comida familiar”, diz Sofia Rebelo de Andrade. “Temos os clássicos, como o rosbife, os crepes, as empadas, as pies (empadas grandes), os bacalhaus, e uma vasta pastelaria e doçaria. E os nossos clientes procuram-nos exactamente por esta comida de conforto que dizem fazer lembrar-lhes a infância, a avó, a mãe…”, conclui. Para esta nova aventura no mercado

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Junho
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Junho

O ambiente na Academia Time Out nunca arrefece. Em Abril, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o mês em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas panquecas fofinhas? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Abril em Lisboa

Os novos clássicos no Monte Mar
Notícias Os novos clássicos no Monte Mar

2019 trouxe uma nova vida ao restaurante do Monte Mar no Time Out Market. Primeiro com uma nova decoração, depois com novidades na carta. No Monte Mar do Mercado não há uma esplanada com o rio Tejo ao lado (apesar de este estar muito perto), nem as ondas do mar do Guincho a bater, mas há tudo o resto que tornou este restaurante num clássico de Lisboa, já lá vão mais de 40 anos. A começar pelos famosos filetes de pescada com arroz de berbigão, acompanhados por um molho tártaro. Desde que abriu no Mercado em 2014, que este prato continua a ser um dos mais pedidos. Talvez por culpa de clientes que seguem as recomendações da Time Out: “se só puder experimentar uma coisa neste restaurante, este é o prato”. Depois da renovação do espaço em Janeiro que implicou um corte com a imagem anterior – uma garrafeira em destaque, uma maior transparência que permite ver toda a cozinha e a introdução de alguns elementos náuticos –, e aproximou muito mais este espaço dos outros dois restaurantes do grupo, também a carta foi alvo de novidades, que na verdade, não são mais do que clássicos do restaurante original.    Bacalhau à lagareiro Inês Félix   O bacalhau e o polvo à lagareiro (15€ e 16€) encabeçam a lista das novidades, mas há concorrência para o prato estrela da casa. Os filetes de polvo com arroz de alho (16€) são uma das novidades que promete transformar-se num dos favoritos.   Filetes de polvo Inês Félix   E porque no Monte Mar peixe e marisco devem sempre vir aco

Queridos, mudámos o Mercado
Restaurantes Queridos, mudámos o Mercado

Estão abertos quase 365 dias por ano, de tal forma que até podiam ser chamados de “o mercado que nunca dorme”, mas há alturas em que é preciso mesmo fechar portas para fazer trabalhos de manutenção que vão melhorar a experiência de quem os visita. Foi o que aconteceu em Janeiro quando o Time Out Market fechou dois dias para limpeza e manutenção e, em alguns espaços, parecem ter passado aqueles programas do tipo “extreme makeover”. Ficam os resultados para apreciação. Recomendado: Time Out Market: o melhor dos próximos dias

As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market
Restaurantes As melhores bebidas para se aquecer no Time Out Market

Há quem corra, quem se cole à lareira ou ao aquecedor, ou quem dê saltinhos, tudo em prol de aquecer nos dias mais frios. No Time Out Market temos outras ideias para fazer subir a temperatura corporal. Com ou sem álcool, é como quiser e lhe apetecer. Não é novidade que por aqui não falta nada, seja vinho quente ou chocolate quente ou até mesmo um chá com Licor Beirão (sim, leu bem). Aí vão três bebidas para se aquecer no Time Out Market. Recomendado: Time Out Market – O melhor dos próximos dias

As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market
Restaurantes As melhores combinações com vinho do Porto no Time Out Market

Se dúvidas existissem de que o quiosque da Taylor’s, que abriu no Time Out Market, foi um óptimo casamento, aqui ficam as provas de que os vinhos do Porto de uma das mais antigas marcas do mundo casam bem com qualquer produto do Mercado. Recomendado: O Time Out Market tem agora um quiosque dedicado ao vinho do Porto

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Bilheteira Time Out

The Color Run
icon-location-pin Oeiras
The Color Run

Partida, lagarta, fugida. A corrida mais feliz do planeta está de regresso a Portugal, desta vez inspirada pelos mais destemidos super-heróis....

O Pior Espectáculo do Mundo
icon-location-pin Parque das Nações
O Pior Espectáculo do Mundo

A brincar, a brincar – e bem que podemos dizer isto porque eles fazem humor – os Commedia a La Carte celebraram 18 anos de carreira em 2018,...

Kool & The Gang
icon-location-pin Parque das Nações
Kool & The Gang

Os Kool & the Gang lançaram o primeiro álbum, homónimo, há 50 anos. De então para cá, venderam milhões...

Julio Iglesias
icon-location-pin Parque das Nações
Julio Iglesias

Julio Iglesias é uma das figuras mais populares da história da música latina. Uma verdadeira estrela internacional que vendeu mais de...

Festival MED 2019
Música Festival MED 2019

No início do Verão, cabe todo o mundo em Loulé. É assim há 15 anos e o mérito é do Festival...

Taste of Portugal: Pastéis de Nata
icon-location-pin Cais do Sodré
Taste of Portugal: Pastéis de Nata

O Pastel de Nata é o clássico mais amado da pastelaria portuguesa e um clássico da programação da Academia. Descubra a...

O Fantasma da Ópera
icon-location-pin São Sebastião
O Fantasma da Ópera

Le Fantôme de l'Opéra, de Gaston Leroux, é um romance francês de ficção gótica, ofuscado pelo sucesso da sua...

Comic-Con Portugal'19
icon-location-pin Oeiras
Comic-Con Portugal'19

Durante quatro dias, artistas nacionais e internacionais de cinema, televisão, banda desenhada, literatura, cosplay, videojogos, música e...

EDPCOOLJAZZ: Music For All
icon-location-pin Cascais
EDPCOOLJAZZ: Music For All

Concerto solidário no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais. Com os portugueses The Black Mamba no topo do cartaz, ainda à...

xPropaganda
icon-location-pin Cais do Sodré
xPropaganda

Susanne Freytag e Claudia Brücken, do grupo de synthpop alemão xPropaganda, popular nos anos 80, sobem ao palco do Estúdio Time Out a 25...

icon-chevron-right
icon-chevron-right

O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

Esta é aquela altura do ano em que voltamos a ouvir a “Sol da Caparica” dos Peste & Sida. É uma canção juvenil e divertida, que capta com rigor o entusiasmo das viagens Lisboa-Costa, mas omite o martírio que é o trajecto no sentido inverso. Será que podemos exigir à banda uma canção sobre filas de trânsito, longas esperas e carros antigos com ares condicionados avariados? Apesar das questões rodoviárias, a Costa da Caparica é a nossa praia. Destino de férias, de fins-de-semana, de finais de tarde. O lugar de que nos lembramos sempre que os termómetros passam os 25 graus. Esta semana voltámos a trazer areia para dentro do carro, a dizer “a água está boa” com os dentes a bater e a ficar mais tarde na praia para evitar o trânsito. Que é outro fenómeno, já agora, que a canção dos Peste & Sida não aborda. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. 

Olhá Time Out Miúdos 2019!
Notícias Olhá Time Out Miúdos 2019!

O mundo é o bairro da minha infância. O bairro onde crescemos – com o café onde vamos buscar o pão todas as manhãs, o parque onde baloiçamos quase até tocar com os pés no céu e a costureira que nos trata das bainhas desfeitas de tanto brincar – é o nosso mundo até ultrapassarmos fronteiras e ganharmos mais mundo. Em Lisboa, cada bairro é um mundo de possibilidades para as famílias explorarem juntas, com cada vez mais atracções e actividades para os miúdos crescerem. Ficarem a postos para o mundo lá fora. É isso que pode descobrir nas páginas deste guia de sobrevivência para pais alfacinhas. Mas há mais, muito mais: as estreias de cinema que não podem perder até ao final do ano, as melhores gelatarias da cidade para se lambuzarem, as lojas e marcas que juntam estilo a sustentabilidade, ideias para apagar as velas em grande, escapadinhas a menos de uma hora de Lisboa (o mais difícil vai ser enfiá-los no carro...) e até um livro de actividades com 20 curiosidades sobre os animais do Jardim Zoológico. Time Out Miúdos, já nas bancas.  3€ + As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Cinema e televisão

Chamam-lhe série, mas 'Golpe de Sorte' é uma telenovela
Filmes Chamam-lhe série, mas 'Golpe de Sorte' é uma telenovela

★☆☆☆☆ “Ninguém fala noutra coisa.” “A série que vai mudar as suas noites”, proclama, com a conhecida modéstia das televisões generalistas, a voz off da SIC a propósito de Golpe de Sorte (SIC, Seg a Sex 21.45). Como se a SIC tivesse estreado o equivalente português de Black Mirror, Downton Abbey ou A Agência Clandestina, ou ao menos conseguido emular a histórica Sara de Marco Martins na RTP. Mas vai-se a ver e a muito trombeteada “série” não passa de uma telenovela de bolso, muito mal camuflada de “ficção nacional”, condensada em duas dezenas de episódios em vez de se arrastar pelos 365 da praxe. Golpe de Sorte tem uma heroína pobre, honesta e muito trabalhadora que ganha o Euromilhões e anda à procura de um bebé que lhe foi tirado quando era nova; tem uma vilã interesseira e pérfida; tem um casal de vigaristas; tem uma ceguinha; passa-se numa localidade cheia de personagens de cartão e cola (as velhas beatas, o padre “modernaço”, o autarca ridículo, etc.); banha em molho de canções pirosas; e é protagonizada por uma selecção de actores e actrizes estimáveis e veteranos, e de carinhas larocas e panões. Ou seja, chamam-lhe série, mas Golpe de Sorte tem mais do que ar de telenovela, mexe-se como uma telenovela, sabe a telenovela, soa a telenovela, passa em horário de telenovela. A única diferença é que é, misericordiosamente, mais curtinha.

As estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano
Filmes As estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano

Entre os filmes portugueses que têm a sua estreia confirmada até final do ano, há dois sobre cantores: Variações, uma biografia de António Variações, e Tony, um documentário biográfico sobre Tony Carreira, este assinado pelo experiente Jorge Pelicano. A estes juntam-se uma rara fita histórica, Viriato; Linhas Tortas, assinado por Rita Nunes; Tristeza e Alegria na Vida das Girafas, originalmente uma peça de teatro agora transposta para o cinema por Tiago Guedes, e ainda António Um Dois Três, uma produção entre Portugal e o Brasil, rodada em Lisboa por um realizador brasileiro e com actores dos dois países. Aponte estas estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano. Recomendado: Oito filmes portugueses tão maus que até fazem doer  

Os melhores filmes de Brad Pitt
Filmes Os melhores filmes de Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

13 séries novas da Netflix que vale a pena ver
Filmes 13 séries novas da Netflix que vale a pena ver

Não é possível falar de séries sem falar do serviço de streaming. É muito graças à forte aposta da Netflix na produção audiovisual que o panorama televisivo melhorou nos últimos anos. É a nova era dourada da televisão. Todas as semanas se estreiam no popular serviço de streaming séries e filmes que não se encontram em mais lado nenhum. O difícil muitas vezes é, na verdade, acompanhar o ritmo. Como escolher o que ver quando a opção é tanta? Damos-lhe uma ajuda, apontando as séries novas da Netflix que vale a pena ver.  Recomendado: Dez séries originais Netflix que tem de ver

Cinco séries para ver em Junho
Filmes Cinco séries para ver em Junho

Agora que A Guerra dos Tronos chegou ao fim, os canais de televisão e serviços de streaming voltam a apostar forte na sua programação. Não é por acaso: competir com o maior fenómeno televisivo pode ser uma luta inglória. Mas a verdade é que assim ficamos todos a ganhar porque temos sempre televisão de qualidade para ver. Acabada a luta pelo trono, voltamos a ter tempo para outras séries e Junho promete dificultar-nos a vida, especialmente com alguns regressos muito desejados como Big Little Lies na HBO ou The Handmaid’s Tale no NOS Play. Aí vão cinco séries para ver em Junho. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

Sete aventuras de Aladino no cinema
Filmes Sete aventuras de Aladino no cinema

Estreia-se esta semana a versão com actores e efeitos digitais de Aladdin, da Disney, após a animação de 1992 em que Robin Williams brilhou no papel do Génio da Lâmpada (Will Smith é agora o seu substituto). Só que Aladino já apareceu antes por várias vezes no cinema, quer em filmes de imagem real, quer noutras animações. Fomos buscar sete fitas em que o herói das Mil e Uma Noites foi protagonista – de uma produção norte-americana muda de 1917, interpretada por crianças, até três comédias francófonas, passando por uma versão feita na antiga União Soviética.  Recomendado: As sequelas e os remakes mais aguardados da Disney

13 séries novas da Netflix que vale a pena ver
Filmes 13 séries novas da Netflix que vale a pena ver

Não é possível falar de séries sem falar do serviço de streaming. É muito graças à forte aposta da Netflix na produção audiovisual que o panorama televisivo melhorou nos últimos anos. É a nova era dourada da televisão. Todas as semanas se estreiam no popular serviço de streaming séries e filmes que não se encontram em mais lado nenhum. O difícil muitas vezes é, na verdade, acompanhar o ritmo. Como escolher o que ver quando a opção é tanta? Damos-lhe uma ajuda, apontando as séries novas da Netflix que vale a pena ver.  Recomendado: Dez séries originais Netflix que tem de ver

Filmes para jovens ou para quem ainda vive na adolescência
Filmes Filmes para jovens ou para quem ainda vive na adolescência

Encontramos todo o tipo de jovens nos filmes desta lista de estreias estivais, feitos a pensar numa faixa de espectadores entre os 10 e os 20 anos: bem-comportados ou estouvados, sobredotados, aventureiros, ignorantes quanto às suas origens e desejosos de as conhecer, traumatizados por acontecimentos trágicos, ou às voltas com os problemas e as dores característicos desta fase da vida. São produções americanas e europeias, que desmentem a ideia que existe no espírito de muitos segundo a qual os filmes para jovens se resumem às grandes produções de super-heróis e às longas-metragens de animação. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão
Filmes As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

A conversar é que a gente se entende. A pensar nisso, damos-lhe uma dezena de bons tópicos de conversa – em forma de estreias de cinema – para não ficar de fora das discussões cinematográficas. Há muito tempo que os meses do calor deixaram de ser reservados às reposições. Os filmes continuam a estrear-se pelo Verão adentro e até Setembro estão anunciados vários que prometem. É o caso de Era Uma Vez... Em Hollywood, de Quentin Tarantino, que vai concorrer no Festival de Cannes, Variações, sobre a vida de António Variações, o novo Rei Leão, da Disney, Homem-Aranha: Longe de Casa, onde Spidey vai de férias para a Europa, uma versão contemporânea da história da Branca de Neve, com Isabelle Huppert no papel de madrasta má, ou o filme de Downton Abbey. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Quiz Marvel: Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?
Filmes Quiz Marvel: Acha que sabe tudo sobre o Universo Cinematográfico da Marvel?

Vingadores: Endgame é a continuação directa de Vingadores: Guerra do Infinito, de 2018, e o culminar de uma longa narrativa heróica que se desdobrou por 11 anos e 21 outros filmes. Responda a este quiz para perceber se está pronto para ver o novo blockbuster dos irmãos Anthony e Joe Russo, nos cinemas a partir de 25 de Abril, ou se tem de (re)ver os filmes anteriores. Loading... // (function(i,s,o,g,r,a,m){var ql=document.querySelectorAll('A[quiz],DIV[quiz],A[data-quiz],DIV[data-quiz]'); if(ql){if(ql.length){for(var k=0;k

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Arte e Cultura

Banksy é um génio ou um vândalo? Descubra a resposta na Cordoaria Nacional
Notícias Banksy é um génio ou um vândalo? Descubra a resposta na Cordoaria Nacional

Têm autor, mas não há rosto por trás delas. Mais de 70 obras de Banksy chegam à Cordoaria Nacional esta sexta-feira cedidas não pelo artista mas por vários coleccionadores privados. “Banksy: genious or vandal?” é a primeira grande exposição em Portugal de obras do artista britânico a quem nunca ninguém viu o rosto – e que mesmo assim consegue trocar as voltas ao mundo com os seus constantes manifestos artísticos. Esculturas, stencils em telas, serigrafias, instalações, vídeos e fotografias, tudo originais que vêm parar a Lisboa e que por aqui vão ficar até 27 de Outubro. “Lisboa tem uma óptima geografia e é uma das cidades com mais cultura de street art, por isso fazia sentido trazer para cá uma exposição como esta”, explica Alexander Nachkebiya, curador da mostra que tem a chancela da Everything is New em colaboração com a britânica Lilley Fine Art / Galeria de Arte Contemporânea. “É uma grande oportunidade tanto para os lisboetas como para os turistas verem uma mostra com esta dimensão” – diz, contando que foram já mais de 600 mil as pessoas que viram “Banksy: genious or vandal?”, que já esteve em Moscovo, São Petersburgo e Madrid. Sem surpresa, esta exposição traz colada a si o selo de “não autorizada”, ou não fosse esta a luta habitual de Banksy. A arte urbana deve ser pública e gratuita, defende o artista, conhecido pelo seu trabalho de forte cariz social e político, sem esquecer nunca o sarcasmo. No seu site, Banksy faz questão de apontar todas as exposições “fake”

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder
Coisas para fazer A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Pode odiar muitas coisas em Lisboa, até reconhecemos que a nossa cidade tem uma série de defeitos, mas se há coisa de que não se pode queixar é da agenda cultural. É ela que o obriga a sair porta fora quando a vontade de saltar do sofá é igual a zero. Os programadores culturais acabam-lhe com a letargia do corpo para poder aproveitar a cidade ao máximo, sobretudo no que diz respeito às exposições espalhadas por museus e galerias de Lisboa e aos espectáculos de teatro, dança ou comédia.   Aproveite o recheio desta agenda cultural de Lisboa e faça-se ao piso. Recomendado: Os melhores eventos em Lisboa em Maio

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Mas Shakespeare, se já é um habitual, desta vez está indiscutivelmente em vantagem. O panorama no entanto é variado. Portanto, não há crise, porque entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro que não se podem perder em Maio. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Teatro para resistir à loucura e continuar a viver
Notícias Teatro para resistir à loucura e continuar a viver

Ballyturk, de Enda Walsh é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, que estreia esta quarta-feira. Um jogo para não cedermos à insanidade. Estamos num armazém feito casa, com tudo que uma casa requer: micro-ondas, frigorífico, móveis que servem de dispensa para latas de ervilhas, um duche, uma bicicleta de ginásio, um guarda-roupa de tamanho considerável, uma mesa e duas cadeiras. Tem tudo menos porta. Como vieram estes dois homens aqui parar, não sabemos. Sabemos que, se estão aqui, têm que se entreter. Cereais ao pequeno-almoço, exercício físico a seguir e um pezinho de dança. Há isso e há Ballyturk, uma aldeia irlandesa de três ruas, recriada com os seus poucos habitantes e estereótipos – para neles encarnar e prosseguir –, que dá nome à peça. Ballyturk, de Enda Walsh, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, para ver a partir desta quarta-feira no Teatro da Politécnica. A relação com o dramaturgo e encenador irlandês não é nova. Em 2004, Walsh deu um seminário de encenação para a companhia lisboeta, que, desde aí, fez seis espectáculos seus, incluindo Ballyturk, cujo manuscrito enviou para os Artistas Unidos, dizendo-lhes que gostaria que a fizessem. “Adoro Enda Walsh e esta estranha mistura irlandesa entre o cómico de salão rasca com a metafísica”, diz o encenador. “Acho A Farsa da Rua W [que Silva Melo encenou em 2011 na Politécnica] uma das grandes obras-primas destes tempos pós-Beckett. E se já pr

Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama
Notícias Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama

A Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, é agora lugar de passagem obrigatória para os amantes do teatro. Maria do Céu Guerra, Eunice Muñoz, Luís Miguel Cintra, Nicolau Breyner e Ruy de Carvalho são alguns dos 35 nomes já gravados na calçada portuguesa do Jardim Alfredo Keil. No Dia Mundial do Teatro, a Freguesia de Santo António celebra a arte junto das pessoas, com a inauguração de um Passeio da Fama, na Praça da Alegria. A cerimónia está marcada para as 17.30 e contará com a presença de alguns dos artistas homenageados, como Diogo Infante, Fernando Mendes, José Raposo e Marina Mota. “Há nomes incontornáveis, mas quisemos também dar espaço aos que ainda estão entre nós”, diz à Time Out Vasco Morgado, presidente da Junta de Freguesia de Santo António e actual director artístico do Teatro Villaret. Com fortes ligações ao mundo do espectáculo, é ainda filho da actriz Vera Mónica e neto da actriz Laura Alves e do actor Vasco Morgado, já representados nesta calçada portuguesa. Fotografia: Duarte Drago Na freguesia lisboeta com mais teatros por metro quadrado, esta “é uma homenagem a todos os que dedicam a vida aos palcos” e haverá por isso lugar para cenógrafos, produtores e contrarregras. “Queremos iniciar uma tradição na cidade com um projecto permanente, mas que ainda não está fechado”, explica Vasco Morgado. “A ideia é, para o ano, acrescentar mais nomes.” Fotografia: Duarte Drago Com um investimento de cerca de três mil euros, o Passeio da Fama foi fe

Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”
Comédia Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”

Foi preciso esperar até aos 64 anos para subir em nome próprio ao palco do Coliseu de Lisboa. Herman José, referência da cultura popular e ídolo de meio país (será mais?), estreia-se no palco lisboeta a 12 e 13 de Abril. Não há drama nem mágoa por só agora acontecer, “com Amália foi a mesma coisa”. A espera permitiu, na verdade, aprimorar o espectáculo que o tem posto na estrada. Apesar de ainda faltar pouco mais de um mês para Herman de Big Band em Ris-te, o artista tem-se dedicado à imprensa. Quando nos sentámos com Herman José, já o humorista tinha perdido a conta às entrevistas. Mesmo assim, não contou o tempo, nem perdeu a piada ou o charme. Tem sido um dia difícil? Como o espaço é benigno e a causa é muito gira não me chateia nada. Mas ainda tem paciência para dias assim? Ou agora é que tem paciência? Acho que agora dou um bocadinho mais de valor. A pessoa quando é nova é tudo um grande enfado. Ai, que maçada, estão estas pessoas a pedir autógrafos. Às vezes, quando os meus colegas mais novos se vêm queixar, aquelas miúdas das novelas, eu digo: ó filha, vai para Badajoz que já ninguém te conhece. A razão que nos traz aqui é tão simpática. O espectáculo que vou fazer aqui é uma maneira de homenagear os fiéis, aqueles que querem muito estar com o artista. São momentos tão simpáticos que falar neles é uma coisa agradável. Isso é fruto da experiência? Temos obrigação de descobrir quais são os mecanismos de compensação do processo de envelhecimento. Na juventude é tud

Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor
Comédia Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor

Tem uma gargalhada característica, um sentido de humor próprio e piadas rápidas, conhecidas por one liners. Já gozou com crianças com síndrome de Down, soldados feridos no Afeganistão e Reeva Steenkamp, assassinada por Oscar Pistorius – três exemplos do humor negro e desconcertante de Jimmy Carr. O britânico, um dos mais destacados humoristas da actualidade, vem pela primeira vez a Portugal. Tem quatro sessões marcadas em Lisboa (uma das quais é uma entrevista com Ricardo Araújo Pereira), esta sexta-feira e sábado no Cinema São Jorge, mais uma em Braga (17) e outra no Porto (18). Em Lisboa, a primeira data anunciada esgotou em menos de 24 horas, um feito que não é novidade para Carr, que anda há mais de um ano em digressão pelo mundo com o seu The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits. O nome diz tudo: é o melhor daquilo que já fez e que pode ser visto também na Netflix, onde tem ainda o espectáculo de stand-up Funny Business e o programa The Fix. Apanhámo-lo entre voos, a caminho de Nova Iorque, antes de chegar a Lisboa. Nunca pára? Não. Tem sido uma digressão muito ocupada. No ano passado, acho que fui a 30 países, apanhei cerca de 165 voos. Estou sempre a viajar. Acho que é aquela coisa encantadora de as pessoas quererem ouvir as piadas e estarem dispostas a ir ter com elas. Adoro este trabalho. Quando é que tudo começou? Oh, meu deus, foi no virar do século, por volta de 2000. Já foi há 18, 19 anos que comecei na comédia. Tive um bom emprego durante um temp

Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal
Notícias Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal

A nova criação da Companhia de Teatro de Almada é um texto e encenação de Rodrigo Francisco. Fenda, que se estreia esta sexta-feira no Teatro Municipal Joaquim Benite, é o declínio do jornalismo e das relações humanas. Sentada na cama, Catarina come arroz de bacalhau à meia-noite e meia. Imaginamos que não tenha tido tempo para o fazer antes. Leva umavida madrasta, de jornalista prestigiada, de rosto da informação e do comentário, sem horários, praticamente sem privacidade. E Fenda – o novo espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, com texto e encenação de Rodrigo Francisco, que nunca havia levado a palco um texto de sua autoria – joga muito com o binómio privacidade/espaço público. Através de uma cenografia (de Jean-Guy Lecat) rapidamente mutável, as mesmas paredes e diferentes perspectivas dão-nos a sala de Catarina ou o estúdio onde comenta mais um naufrágio ao largo de Lampedusa. Há câmaras de televisão e projecção de vídeo, que servem para nos deixar ver melhor. Pontos de vista para um mundo onde não se está bem, como sublinha Rodrigo Francisco. “Acho que passa por este texto um certo mal-estar, que é mais ou menos comum a nós todos, pessoas que nos preocupamos com estas coisas, a certa altura na conversa entre a jornalista e o patrão ela diz: ‘A sensação que eu tenho é que isto que andamos a fazer já não faz sentido, vem aí outra coisa’. Essa outra coisa que vem aí, que tem que ver com a ascensão dos populismos, é algo que ainda não entendemos mas que nos faz sent

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Março é tanto mês de continuação de carreiras, como de estreias. E não é avaro na diversidade das propostas que apresenta, venham elas dos clássicos ou tenham sido acabadas de escrever – se calhar é a Primavera à espreita. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”
Teatro Miguel Loureiro: “Não me apetece fazer programa político ou autoral”

A Sala Garrett do Teatro Nacional Dona Maria II recebe Frei Luís de Sousa, obra central do teatro português, escrita por quem dá nome à sala onde agora se apresenta: Almeida Garrett. Fala-nos de ser português, de um fantasma que afinal estava vivo, do casamento de D. Madalena de Vilhena e de Manuel Sousa Coutinho, assombrado por D. João Portugal, que se julgava morto na Batalha de Alcácer Quibir. E fala-nos de política. Ainda que isso não seja aquilo que mais importa a Miguel Loureiro, encenador do espectáculo que estreia esta sexta-feira e fica até dia 7 de Abril."" Lembra-se da primeira vez que leu Frei Luís de Sousa?Foi na escola. Gostei. Não tinha gostado d’Os Lusíadas, da lírica, e deste gostei, não só porque tinha várias personagens, era teatro, mas porque se lia muito bem, tinha essa coisa do romeiro, do fantasma, do “há-de saber-se no mundo que ainda há um português em Portugal”, aquelas coisas que nos habituámos a ouvir e depois encontrei a referência. Gosto do Garrett, ao contrário do Camilo Castelo Branco, que me custou mais. Quando aparece a vontade de fazer isto?Foi o José Luís Ferreira, que me desafiou a fazer, ele tinha um projecto que era desafiar outros encenadores a fazer coisas como O Livro do Desassossego, assim marcos ligados à nacionalidade ou ao pulsar português. Achei um piadão à proposta. E como gosto do lirismo do texto, da acepção que tem, aceitei. Era para ser um coisa mais pequena, com duas ou três personagens, e depois o Tiago Rodrigues inter

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Música

“A música, a poesia e a filosofia sempre me salvaram. Até de mim próprio”
Música “A música, a poesia e a filosofia sempre me salvaram. Até de mim próprio”

Ao longo de cinco discos, Ricardo Ribeiro fez o que se esperaria de um fadista: cantou o fado. O sexto trabalho é muito diferente. Respeitosa Mente, feito com o pianista João Paulo Esteves da Silva e o percussionista Jarrod Cagwin, é uma viagem de difícil catalogação pela extensa cultura do Mediterrâneo. Saiu no final de Abril, mas só agora subirá ao palco do Centro Cultural de Belém. Não o preocupa que as ciosas gentes do fado gostem ou não desta deriva. O que o deixa “nervoso” é que vai tocar guitarra ao vivo. As escovas e o piano que se ouvem a abrir o disco, em “Depois de Ti”, estão lá para abrir caminho por entre quem vai a contar com um disco de fado?Sim. O disco nasce de uma necessidade interior de cantar outra música e outra poesia. Seguia o João Paulo [Esteves da Silva] como músico, compositor e poeta, e quando nos conhecemos pessoalmente em 2016 (ele participou no Hoje é Assim, Amanhã Não Sei), sentimos um desejo muito particular de fazer algo muito nosso. A percussão veio depois: quando preciso da nobreza e da delicadeza do ritmo é Jarrod [Cagwin] com quem conto.
 Há poucos anos, dizia que não fazia planos para não estragar os planos que a vida poderia ter para si, citando Agostinho da Silva. Dizia-o a propósito de Hoje é Assim, Amanhã Não Sei, um título premonitório.A arte é a exaltação da liberdade total. As artes não têm regras. Gosto muito de etimologia e vou sempre à procura da natureza essencial das palavras. Regra significa fechar, bloquear a determinado p

Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian
Música Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian

A temporada 2019/20 da Fundação Gulbenkian é marcada por três efemérides – os 150 anos do nascimento de Calouste Gulbenkian, os 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven e os 50 anos de Michel Corboz à frente do Coro Gulbenkian – e por um regresso – o de Maria João Pires, com três recitais, em piano solo, em piano a quatro mãos e num programa de canções arménias. O concerto inaugural só terá lugar a 7 de Setembro, mas, atendendo ao padrão dos anos anteriores, é previsível que os concertos mais apetitosos esgotem muito rapidamente, pelo que convirá estar atento, caso contrário corre o risco de, quando regressar de férias e acabar de remover os últimos restos de areia infiltrados no seus pertences pessoais, descobrir que já não há lugares livres para os seus favoritos. Como sempre, os fãs de ópera poderão contar com a temporada Met Opera Live in HD, com transmissões directas a partir da Metropolitan Opera de Nova Iorque, sempre com elencos vocais de luxo e encenações requintadas. Os concertos abaixo listados têm todos lugar no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, embora a temporada Gulbenkian tenha algumas ramificações noutros locais de Lisboa. Recomendado: Jazz em Agosto – O jazz vai à luta

Ed Motta: “Não quero vender-me na minha arte”
Notícias Ed Motta: “Não quero vender-me na minha arte”

Na mala cabem três décadas de carreira e 16 discos de originais, pautados por uma elasticidade que o leva do jazz à electrónica, mas Ed Motta não quer ficar por aqui. O músico brasileiro, que passa pelo Capitólio esta segunda-feira, discute a música que faz e ouve, os tempos e a forma como nunca abdicou da liberdade criativa. Entrar na cabeça de um melómano é sempre uma tarefa ingrata. A música discute-se como um jardim de prazeres plenos onde cada acorde é identificado e cada arranjo devolvido ao respectivo autor, sem pontas soltas ou descuidos eufóricos de “nunca ninguém fez isto antes”. Ed Motta é um melómano. O cicerone da modernidade que guarda no passado todas as referências que lhe fazem a música do presente e do futuro, contidas numa colecção pessoal que ultrapassa os trinta mil discos. “É uma necessidade de comunicação que eu tenho. Não só a colecção de discos mas a colecção de filmes também. Vejo um filme por dia e quando descanso vejo dois. Mas geralmente vejo-o porque gosto de ler sobre o filme depois, pesquisar”. A obsessão com o passado é omnipresente e ele justifica-a com a qualidade. Não é que a música de agora não lhe sirva ao ouvido ou que a sensação nostálgica seja assoberbante. É crónico. “Em 1988 eu já não ouvia música daquela época, era sempre o mote: o menino de 16 anos que não gosta dos anos 80. Eram essas as chamadas de imprensa. Imagina com 47, estou muito pior”. Isso levou-o a um percurso nem sempre consensual com o público da pátria verde, azul e

Guia completo dos festivais de Verão
Música Guia completo dos festivais de Verão

Os festivais de música estão para o Verão como a chuva está para o Inverno: sabe bem de vez em quando, e mesmo quem não gosta reconhece que faz falta. Ao contrário da chuva, no entanto, há cada vez mais e maiores festivais. E há para todos os gostos. Desde megaproduções, como o NOS Alive, a festivais um pouco mais pequenos mas ainda assim grandes, como o Super Bock Super Rock e o Vodafone Paredes de Coura, e eventos mais especializados como o Jazz em Agosto, o Festival Forte ou o FMM Sines. É só escolher. Recomendado: Concertos em Lisboa

Concertos em Lisboa em Maio
Música Concertos em Lisboa em Maio

Os antigos diziam que Maio era o mês das trovoadas. Sobre isso não podemos dizer muito mais – recomenda-se uma visita ao Instituto Português do Mar e Atmosfera –, mas faça chuva ou faça sol, vale a pena sair de casa para assistir a uns quantos concertos em Lisboa. Desde Manel Cruz, a apresentar o primeiro disco em nome próprio, e os Metallica, de regressso à capital para um concerto no Estádio do Restelo, a Ed Motta, também de volta para um concerto no Estúdio Time Out, passando pelos Backstreet Boys, Roberto Carlos, Martinho da Vila, Dead Can Dance e mais gente boa. Recomendado: Concertos em Lisboa – Os melhores concertos mês a mês

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Maio
Música Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Maio

“No belo mês de Maio/ Quando todos os botões desabrocham/ No meu coração/ Ascende o amor/ No belo mês de Maio/ Quando todas as aves cantam/ Confessei-lhe/ Os meus anseios e desejos” – assim corre o Lied “No Belo Mês de Maio” (“Im Wunderschönen Monat Mai”), com música de Robert Schumann e texto de Heinrich Heine, que faz parte da colecção Dichterliebe op.48, que é o núcleo central de um recital de canto e piano no Museu da Música. Além desta sublime “música da época”, não falta música de épocas muito variadas, nomeadamente do barroco, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direcção de Alfredo Bernardini, a oferecer uma sumptuosa selecção de música de Vivaldi e de um dos filhos de Bach no Museu do Dinheiro, num concerto que faz uma ponte entre Veneza e Hamburgo e que não deve ser perdido a não ser por motivo de força maior (como ter viagem marcada para Veneza). Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder em Maio

Os monstruosos Metallica explicados a miúdos (e a snobes de bigodinho)
Música Os monstruosos Metallica explicados a miúdos (e a snobes de bigodinho)

O mundo era mais simples em 1981. Os países dividiam-se em dois, três blocos; os anos tinham quatro estações; as tribos urbanas topavam-se a léguas. Uma década antes de Seattle e do grunge, São Francisco viu nascer um grupo de bandas que ficaram para a história como “bay area thrashers”: Metallica, Slayer, Testament, Megadeth. Miúdos que ouviam New Wave of British Heavy Metal (Diamond Head, Iron Maiden, Judas Priest) e hardcore (Black Flag, Misfits, Suicidal Tendencies), e queriam tocar, mas mais alto, mais rápido e com mais violência. Os Metallica conquistaram coraçõesao primeiro disco: Kill’em All, 1983. Dave Mustaine, futuro fundador dos Megadeth, fora despedido – e substituído pelo guitarrista Kirk Hammett. Cliff Burton impressionava com “(Anesthesia) – Pulling Teeth”, um solo de baixo que era todo um tema. James Hetfield seduzia com riffs e letras que vinham de um lugar obscuro, furioso e tresloucado. Lars Ulrich puxava tudo a galope, à bateria, sempre vaidoso. Ride The Lightning (1984) e Master of Puppets (1986), o magnum opus desta era, seguiram este caminho. Depois Burton morreu, na estrada, entrou Jason Newsted e ...And Justice For All (1988) tornou-se o último disco por que ficaram a suspirar os fãs da velha guarda. A explosão deu-se em 1991. Os Metallica fizeram concessões com o álbum homónimo (popularizado como The Black Album) e o rock possante e orelhudo de “Enter Sandman” ou “Wherever I May Roam”, mais as power ballads “Nothing Else Matters” e “The Unforgiven

Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco
Notícias Gravações inéditas de José Afonso saltam de colecções privadas para disco

A Tradisom revela as gravações de dois concertos, feitas em 1968 e 1980. A edição, com dois CD e um vinil, é acompanhada por um livro de Adelino Gomes. Há nova música de José Afonso para ouvir, agora que começam a celebrar-se os 90 anos do seu nascimento. Nova, salvo seja. José Afonso Ao Vivo não dá a ouvir nenhuma canção que nunca tivesse sido gravada, mas reúne dois concertos que nunca tinham sido oficialmente editados e documentam diferentes momentos da carreira do mais importante cantor português. A primeira actuação foi gravada no Maio de 1968 em Coimbra, com José Afonso a trovar e Rui Pato na viola, sob o olhar atento da PIDE. A segunda foi registada em 23 de Fevereiro de 1980, em Carreço, anos depois do PREC e com a Aliança Democrática já no governo. Chegam-nos numa edição de coleccionador limitada a 4000 cópias, numeradas, que inclui um livro, escrito pelo jornalista Adelino Gomes, dois CD cada um com o seu concerto, e um disco de vinil, com a sessão de Coimbra. O preço ronda os 60€. Por enquanto, nada disto se encontra nas plataformas de streaming, mas vai estar lá, “para as pessoas que não têm possibilidades de comprar desfrutarem da coisa”, de acordo com José Moças, da Tradisom, que editou e descobriu estas gravações. “Se eu só fizesse esta edição, o Zeca saía da tumba e ia-nos bater. Dizia: ‘Vocês estão só a fazer merdas para ricos ou quê? Como é que que é?’.” Os concertos faziam parte das colecções privadas de dois melómanos. As gravações de Carreço estavam n

Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”
Música Fernando Tordo: “Conan Osiris não me interessa absolutamente nada”

Se houvesse um bolo de aniversário, veríamos Fernando Tordo a soprar as velas, satisfeito, e a distribuir vénias pelos convidados. É o que o cantor faz no seu novo disco, Duetos – Diz-me Com Quem Cantas, em que celebra os 70 anos de vida e os 50 de compositor, e o que volta a fazer nesta entrevista. Tem elogios a distribuir pelos 17 cantores e músicos que o acompanham – mas não é meigo com a indústria, os media e a geração mais nova. Cinquenta anos de carreira é uma marca admirável. Dificilmente se consegue resumir num disco – mesmo que se incluam 17 canções.Cinquenta e quatro. Cinquenta desde que sou compositor. Os outros quatro ficaram nos grupos de rock e pop. Algumas destas canções são muito conhecidas, outras são canções de que eu gosto e que ficaram [perdidas] dentro de discos. No tempo do vinil, a malta da rádio punha a primeira e, se gostava, nunca mais punha outra. Estoiravam-se 11 ou 12 canções. Fui buscar alguns desses estoiros. Mas importante para mim era celebrar o 70.º aniversário e convidar gente de quem gosto muito e gente que nem sequer conhecia. Quem é que não conhecia?Conheci o Héber Marques no estúdio [“Adeus Tristeza”]. E ainda não conheço a Capicua. Faz a "Tourada". Pensei que seria giro pôr alguém a dizer isto. Oriento-me muito com o Francisco Maria [o filho mais novo], que me falou dela. Ela estava muito grávida, mas felizmente estava a gravar no Porto. Mandei o instrumental e ela gravou o que eu queria. Ouvindo esta versão, parece que a “Tourada” f

Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil
Música Nando Reis vem a Lisboa matar saudades do Brasil

Titãs, Marisa Monte, Cássia Eller, Skank, Jorge Ben Jor. Como músico, cantor, compositor ou produtor, Nando Reis está ligado a todos estes notáveis da música brasileira. Vale a pena começar por pôr as cartas na mesa. 

icon-chevron-right
icon-chevron-right

As melhores escapadinhas

Descobrir a Ria Formosa: guia essencial para um dia de passeio
Viagens Descobrir a Ria Formosa: guia essencial para um dia de passeio

A Quinta dos Perfumes, um agroturismo de luxo em Cabanas de Tavira, foi o ponto de partida para uma visita à cidade. Em apenas 10 minutos de bicicleta chegámos ao porto de recreio com destino marcado para o centro da cidade. Por lá, vimos Tavira com olhos de ver, descobrimos a arquitectura do centro histórico, sentámo-nos a comer o peixe mais fresco da região e ainda embarcamos num tuk tuk que nos levou pelas salinas e por uma visita guiada pela pesca de atum. Recomendado: Quinta dos perfumes: na paz das laranjeiras

Três passeios na natureza para ir com a família
Viagens Três passeios na natureza para ir com a família

A Primavera anda a brincar às escondidas e agora que chegámos àquela fase transitória em que é perfeitamente aceitável sair de casa de camisola de gola alta e sandálias, é também altura de começar a pensar em programas ao ar livre. Haverá sempre esplanadas para ocupar, pedaços de relva para se sentar e zonas ribeirinhas para ficar a ver as vistas e apanhar um solinho mas para quem, como nós, sofre de bicho-carpinteirite, é preciso muito mais para sentir que se aproveitou bem o tempo. Podíamos sugerir que subisse até ao Gerês para se maravilhar com o Parque Nacional mais bonito de que há memória mas os 405 km que separam Lisboa do destino não são especialmente motivadores para escapadinhas rápidas. Bem mais perto da capital há muito verde para explorar e muitas actividades para o entreter a si e à sua família – pensava que nos tínhamos esquecido dos miúdos, não era? Pois que não. Nestes parques que sugerimos encontra entretém para todas as idades e programação para um dia inteiro de passeio. Há programas de aventura, passeios de bicicleta por paisagens intocadas e até visitas culturais ao ar livre. Agarre na mochila, calce os ténis, prepare as pernas e venha daí.Recomendado: Três quartos de hotel onde tem de dormir uma vez na vida

Três quartos de hotel onde tem que dormir uma vez na vida
Hotéis Três quartos de hotel onde tem que dormir uma vez na vida

Quando se finaliza a reserva para uma escapadinha, o sentimento que predomina é mais ou menos este: ir, estar, fazer o menos possível e aproveitar para pôr o sono em dia. Como boa declaração de intenções que é, muitas vezes acaba por ser só isso mesmo, uma ideia idílica que rapidamente se transforma num plano completamente ao lado. A pessoa vai para não se cansar mas depois há os passeios a cavalo, as provas de vinho, os workshops de pintura de azulejos, as visitas à quinta pedagógica, os almoços e jantares naquela tasca que o cunhado do primo garantiu ser a melhor da região e quando se dá por ela já são horas de voltar a casa e descanso nem vê-lo. Isto não é vida para ninguém. Às vezes é preciso parar. Relaxar. Dormir, sobretudo.  Cumpra finalmente o desejo de tirar uns dias para não sair da cama. Nestes três quartos de hotel encontra a desculpa perfeita para desligar, morrer para a vida e ressuscitar ao terceiro dia.

Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar
Hotéis Vilalara Thalassa Resort: o paraíso existe e tem vista para o mar

O Vilalara Thalassa Resort mudou a paisagem e a oferta turística do Algarve ao estacionar o primeiro resort de luxo numa falésia em cima do mar. Já lá vão 50 anos.  Imaginar o Algarve há 50 anos é um daqueles exercícios de memória que a maior parte de nós não consegue completar. Somos filhos dos anos 70, 80  e 90, conhecemos o sul do país já como estância balnear, epicentro da movida estival e anfitrião dos Verões mais loucos de Portugal. Longe, portanto, da região desertificada e profundamente rural que sobrevivia quase em exclusivo da pesca e da agricultura. Foi só nos anos 60, ainda no rescaldo da ditadura, que o país (e o resto da Europa) começou a despertar para o potencial turístico do Algarve. Praias de areia branca e mar cristalino, temperaturas acima da média todo o ano, gastronomia rica em peixe e marisco frescos e muito, mas mesmo muito, território por explorar. Recomendado: Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho
Hotéis Três hotéis termais em Portugal para ficar de molho

– Vamos aproveitar os feriados da Páscoa para ir dar uma volta?– Não posso, já tenho coisas combinadas. – Vais de férias?– Vou para as termas. – A sério? Esta conversa podia remeter para meados do século passado com interlocutores que seriam, seguramente, pessoas de meia-idade, mas não foi assim que aconteceu. A troca de ideias deu-se entre duas pessoas com menos de 30 anos e deixou, como se percebe, uma delas num misto de espanto/desilusão/preconceito. Termas não é cool, nunca foi, e só agora é que a hotelaria parece estar a despertar para o fenómeno. Quem vai religiosamente todos anos às termas jura a pés juntos que é das melhores coisas de sempre e que não há tratamento de spa que consiga bater um banho de imersão com massagem ou as piscinas com jactos aquecidas a 36°C. Imagine-se sete dias de molho a cuidar de si. De repente não parece assim tão descabido tirar uns dias para ir às termas. Calha bem, já que a época termal acaba de abrir, mesmo a tempo de uma Páscoa alternativa. Na rota das águas milagrosas encontrámos três hotéis termais para onde íamos já outra vez.Recomendado: Spas em Lisboa - é possível relaxar na cidade

Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore
Hotéis Alentejo Màrmoris Hotel & Spa: coração de mármore

Quem vê de fora não imagina o que esconde o seu interior. A sobriedade do Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, o antigo lagar da Cooperativa dos Olivicultores de Vila Viçosa, é um contraste absoluto daquilo que encontramos para lá das portas: uma ode ao mármore, em tons brancos e pretos com apontamentos dourados aqui e ali. Mas nem por isso o ambiente é frio, desde logo porque somos recebidos de tal forma que nos sentimos imediatamente aconchegados. E começa logo no check-in, onde nem precisamos de perder tempo. Tudo o que temos de fazer é escolher a bebida de boas-vindas que nos vai acompanhar para a sala comum onde virão depois ter connosco com o quarto já atribuído. Se dúvidas existissem, o tom fica estabelecido: a atenção e o conforto do hóspede são a prioridade deste hotel que não parece ter 44 quartos, espalhados por três pisos, tal é a tranquilidade e o sentimento de exclusividade – mesmo num fim-de-semana cheio de famílias e crianças desejosas de mergulharem na piscina interior aquecida (mas lá chegaremos). Não é por acaso que o Alentejo Màrmoris Hotel & Spa, de portas abertas desde 2013, entrou para a reputada lista dos Small Luxury Hotels of the World. 

Grand House: os loucos anos 20 no Algarve
Hotéis Grand House: os loucos anos 20 no Algarve

Em 1999, o anúncio televisivo do atum Ramirez mandava-nos para a cozinha para testar novas receitas para além de rissóis, saladas e sandes com “a carne do mar”. O século XXI entretanto tornou-se profícuo no desenrascanço culinário e os arrozes e massas tornaram-se o destino óbvio da conserva de atum. Com isto tudo perdemos o rumo deste texto e demos por nós no site da marca a vasculhar o separador de receitas só para percebermos que dá para fazer bacalhau no forno com as postas em conserva, batatas recheadas com sardinhas em azeite ou, o que mais nos impressionou, ervilhas estufadas com carpaccio de polvo – o de lata, entenda-se. Recomendado: Escapadinhas de Lisboa – os melhores novos turismos

Viagem ao centro da Terra no Torel 1884
Hotéis Viagem ao centro da Terra no Torel 1884

Em A Viagem do Elefante, José Saramago conta a história de Salomão, um elefante nascido em Goa a viver em Lisboa, em meados do século XVI, que D. João III decide oferecer ao primo, Maximiliano da Áustria, como presente de casamento. A história é real com uns pozinhos de ficção, que o autor decidiu juntar ao enredo para atacar, entre outras coisas, a necessidade que Portugal tinha, na altura, de parecer bem no contexto europeu, mostrando e ofertando as riquezas usurpadas – perdão, trazidas – das geografias longínquas por onde o império ia passando. Recomendado: Os melhores hotéis no Porto

Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza
Hotéis Dá Licença: o maior elogio à arte e à natureza

Se me dão licença, tomo a liberdade de começar este texto com um relato na primeira pessoa. A tentativa tosca de manter a distância para não corromper a ética que se exige à prática jornalística obrigar-me-ia a ser uma mera espectadora de uma das melhores experiências que tive o privilégio de viver, e isso, sendo perfeitamente possível, não é o que quero fazer.  O Dá Licença, antes de ser o sítio magnífico que é, era para ser só uma casa de férias de Victor Borges e Frank Laigneau, que procuravam um pequeno refúgio no campo para onde pudessem fugir quando a vida em Paris se tornasse demasiado frenética. Acabaram por se mudar definitivamente para a antiga Herdade das Freiras, em Estremoz, depois de assistirem àquele que dizem ter sido o pôr-do-sol mais inspirador que viram na vida. De repente viram-se a braços com uma propriedade de 120 hectares com três edifícios, um olival a perder de vista, muito mato por desbravar e um potencial tremendo para dar vida à ideia acabadinha de surgir: criar uma casa aberta onde se reunissem arte e natureza nas suas formas mais puras e que pudesse ser vivida como uma viagem sensorial pelas artes e ofícios numa perspectiva simultaneamente utilitária e contemplativa.

Cerdeira Village: a criatividade mora aqui
Hotéis Cerdeira Village: a criatividade mora aqui

As previsões apontam para queda de neve na Serra da Estrela, o que significa que as estradas até à Torre vão estar cortadas. Portugal padece deste mal de não saber funcionar com condições climatéricas extremas (chove, há inundações; neva, cortam-se acessos; está calor, deixa de haver água), mas como também é um país que sabe, como nenhum outro, viver em negação permanente, todo o santo ano lá vai disto de mandar as pessoas à Serra da Estrela como se fosse possível lá chegar. Ora não é direito do cidadão comum poder ir à Serra sem ter de pernoitar no carro à beira da estrada? Pois é. Recomendado: Paraísos perto de Lisboa

Volta a Coimbra em 24 horas
Viagens Volta a Coimbra em 24 horas

Coimbra demorou a acordar para a modernidade e viveu a última década entretida com a ideia confortável de ser uma cidade de estudantes virada para a movida nocturna. Os bares de shots e bebidas baratas com selecção musical duvidosa, néons e público acabadinho de atingir a maioridade tomaram conta do centro histórico e assim se foi vivendo até a cidade perceber que, sendo maioritariamente da população universitária, também é dos outros todos. A procura turística disparou nos últimos dois anos e com ela apareceram uma série de negócios que, juntamente com os clássicos, deram novo fôlego à vida “coimbrinha”. Traçamos-lhe o roteiro ideal pela cidade dos estudantes, terminando invariavelmente já de manhã. Só lamentamos não termos tido tempo para mais.

Os 50 melhores destinos para 2019
Viagens Os 50 melhores destinos para 2019

Dificilmente encontrará melhor guia para os seus planos de fuga. Porque para onde quer que esteja virado, há uma
Time Out lá por perto. Para fazer esta edição, chateámos gente em todos os fusos horários e pusemos a família toda a trabalhar. O resultado é um roteiro de 50 experiências, espalhadas por todo o mundo, que vale a pena ter agora. Sempre lhe dissemos que o que faz em casa é consigo, mas que o que faz na rua é connosco – seja aqui ou nos antípodas. A verdade é que dificilmente encontrará melhor parceiro para engendrar um plano de fuga do que nós. Aqui tem uma lista de 50 destinos ancorados em outras tantas experiências que vale mesmo a pena viver hoje, um pouco por todo o globo. Recomendado: Os dez bairros mais cool no mundo

icon-chevron-right
icon-chevron-right

Os melhores hotéis em Lisboa

Os 19 melhores hotéis com spa em Lisboa
Hotéis Os 19 melhores hotéis com spa em Lisboa

Férias nem sempre são sinónimo de apanhar um avião e estender a toalha num areal qualquer por este mundo fora ou calcorrear uma grande capital europeia de manhã à noite, com medo de voltar para casa sem se ter visitado todos os highlights do momento. Por vezes convém aproveitar aqueles dias fora do escritório para simplesmente relaxar. Encoste-se para trás, coloque o pepino nos olhos, vista um confortável roupão e aprecie a música zen nos melhores hotéis com spa em Lisboa. Não se vai arrepender: afinal, são várias as razões para trocar o vale dos lençóis por estes hotéis. Recomendado: Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa
Hotéis Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

Meter água é das expressões mais cobiçadas durante as semanas e meses que se seguem. No fundo, sempre que o sol aparece e o tempo aquece. A cidade está cheia de fabulosos tanques, para se banhar em grande estilo e espreguiçar à vontade. Há muito para aproveitar nos hotéis de Lisboa sem precisar para isso de fazer check-in. Um mergulho nas piscinas, é só uma delas. Estes são os melhores hotéis com piscina em Lisboa. Seja para um, dois ou três mergulhos. Tudo o que quiser. Acredite que nem se vai lembrar que a praia existe. Recomendado: Os melhores hotéis em Lisboa

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

icon-chevron-right
icon-chevron-right