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O novo hotel na Costa da Caparica abriu no fim de Outubro e dois dos sócios têm o bar TR3s, no Príncipe Real. Está aberto a não-hóspedes, com sauna gay e...

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Entalado entre a Cantina Peruana e o Za'atar – ambos de José Avillez – está o Espada, um novo restaurante de petiscos do mar inspirados nas cozinhas do...

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Coisas para fazer em Lisboa

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Cinco ideias para aproveitar já o Outono
Coisas para fazer Cinco ideias para aproveitar já o Outono

Já é tempo de as folhas começarem a cair, ainda que pareça que estamos a viver um Outono disfarçado de Primavera-quase-Verão. Pode ficar a conhecer as últimas novidades para aproveitar a estação, ou até mesmo abrigar-se numa esplanada nas noites mais frescas, mas o que nunca se pode esquecer é da agenda que a cidade tem para lhe oferecer. Aos aficionados da banda desenhada ou àqueles que preferem os videojogos, aos consumidores de cultura compulsivos e àqueles que gostam de um bom concerto gratuito. Há coisas a acontecer para todos os gostos. Vale tudo, menos ficar em casa. Recomendado: Sete novidades para descobrir durante o Outono

Sete passeios em Lisboa para fazer esta semana
Coisas para fazer Sete passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). Quanto ao kit de sobrevivência, calçado e roupa confortável são recomendação da praxe. Combine o melhor dos cenários com a história e o exercício físico e desfrute dos melhores passeios e caminhadas. Recomendado: Os melhores passeios para fazer em Lisboa

Eco Market: saiba o que não pode perder neste mercado ecológico
Coisas para fazer Eco Market: saiba o que não pode perder neste mercado ecológico

À terceira é de vez e a aposta é em grande. O Eco Market pegou nas trouxas e mudou-se para Marvila. Este sábado e domingo, 27 e 28, o mercado assenta arraiais nos 3000 m² do armazém One 16, e traz consigo uma dose generosa de workshops e palestras à la carte e marcas 100% bio e ecológicas. As edições anteriores, que encheram os pavilhões da Lx Factory, já tinham dado sinais das dores de crescimento: a primeira reuniu 10 mil pessoas, e a parada subiu no ano passado com 19 mil. Foi com base nos números que as irmãs Rita e Cátia Curica, fundadoras da Organii e mentoras do Eco Market, decidiram dar o salto. “Sentimos que o espaço que tínhamos na Lx Factory já não dava para os nossos objectivos. Queríamos alargar a oferta de workshops e palestras e o sítio era pequeno”, explica Cátia. “Deixámos de ser só um mercado com banquinhas, temos agora uma responsabilidade acrescida na parte da educação para um eco lifestyle, é essa a mensagem que queremos passar.” Para este ano, além das mais de 30 palestras e workshops que se juntam a mais de 100 marcas, as manas contam receber uma remessa de curiosos e seguidores destas práticas orientados para os verbos de acção: comprar, aprender e comer. “Finalmente há cada vez mais pessoas interessadas neste tema, já não chegam ali como se fossem uma tábua rasa. Já se informam, já lêem sobre o assunto e já põem algumas coisas em prática”, refere. “O importante é perceber que não é complexo, que se começarem com pequenos passos conseguem entender qu

Os melhores mercados em Lisboa este fim-de-semana
Coisas para fazer Os melhores mercados em Lisboa este fim-de-semana

Roupa, calçado, acessórios, livros, material para a praia para aproveitar e dar uns mergulhos. Pode contar com cada uma destas coisas nos mercados deste fim-de-semana. Mercados em Lisboa há muitos e nós dizemos-lhe aqueles que não pode perder. É só ir e começar a rechear o armário com as novidades das colecções Outono-Inverno que começam a chegar aos charriots. A viagem começa em Cascais, segue para Alvalade e acaba no Bairro Alto, pode correr as capelinhas todas. Afinal, ir ao mercado é sempre uma óptima desculpa para pôr o pé na rua e aproveitar este sol de Lisboa, enquanto ainda é Outono disfarçado de Verão. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

As melhores lojas de decoração em Lisboa
Compras As melhores lojas de decoração em Lisboa

Lisboa tem algumas das melhores lojas de decoração mesmo à mão de semear. Dos candeeiros às cadeiras, do vintage às linhas mais contemporâneas, as novas tendências já espreitam e se a missão dos próximos tempos é mesmo redecorar então prepare-se para abrir os cordões à bolsa. Nestas lojas há universos próprios, estilos para todos os gostos, porque de quando a quando é mesmo preciso dar um novo ar à nossa casa – acredite que a decoração pode fazer toda a diferença. Estas lojas são paragens obrigatórias para quem se quer armar em especialista.  Recomendado: As melhores concept stores em Lisboa

Os 22 melhores parques e jardins em Lisboa
Coisas para fazer Os 22 melhores parques e jardins em Lisboa

Em Lisboa há parques para todos os gostos e nós escolhemos os melhores para brincar com os miúdos, ler um livro ou fazer um piquenique, independentemente da altura do ano. Afinal todos os dias são bons para uma pausa num destes parques e jardins de Lisboa. Do jardim da Estrela ao pulmão verde de Lisboa – falamos do Monsanto, pois claro –, espaços verdes não faltam na cidade. Com parques infantis, espaços para praticar desporto e correr ou simplesmente para se deixar estar. Vale tudo, menos ficar em casa. Recomendado: Gaste calorias sem gastar dinheiro nestes ginásios ao ar livre em Lisboa

Tire a trela ao cão e deixe-o brincar nestes parques caninos em Lisboa
Coisas para fazer Tire a trela ao cão e deixe-o brincar nestes parques caninos em Lisboa

Nem todos têm aquele espaço exterior lá em casa ideal para atirar a bola um bocado mais além da mesa da sala de jantar. Lisboa está bem servida de espaços verdes e em alguns começam a nascer pequenos núcleos totalmente dedicados à espécie Canis lupus familiaris que agora pode ser um bocadinho mais feliz na cidade. Equipamentos para treino, água para saciar a sede e até casas de banho para patudos. Descubra (ou relembre) estes parques caninos em Lisboa onde pode levar o seu animal de estimação e delicie-se a vê-lo fazer novos amigos. Recomendado: Conhece o gato mais famoso da Colina de Santana? A sua vida deu um livro

Sete novidades de Outono a não perder
Coisas para fazer Sete novidades de Outono a não perder

Salas para partir a loiça toda, pão ao domicílio, um mercado renovado ou escadas rolantes ao ar livre são algumas das novidades que deram o pontapé de saída para mais uma estação, antecipando-se mesmo à queda das folhas dos plátanos. Afinal, há muitos motivos para ficarmos felizes com a chegada do Outono, sem contar com o fresquinho que a cidade já andava a pedir há algum tempo. Mas mesmo com a baixa das temperaturas está convidado a derreter-se com estas sugestões. Estas são as sete novidades de Outono que não pode perder. Recomendado: Os melhores sítios para estudar em Lisboa

Mistérios e curiosidades: os maiores segredos de Lisboa
Coisas para fazer Mistérios e curiosidades: os maiores segredos de Lisboa

A cidade é rica em questões intrigantes e curiosidades trancadas a sete chaves. Destapamos os segredos de Lisboa, dos mais bem guardados aos que, na verdade, todos sabem. Somos conhecidos pelos nossos tops – “os melhores disto”, “os mais daquilo” –, por isso não podíamos deixar de partilhar com os nossos leitores outro top. O mais esquivo de todos: o top secret. Ao longo dos anos fomos acumulando mistérios, confidências e respostas para as questões mais intrigantes. Podíamos ter ficado em silêncio, fundar uma espécie de maçonaria dos curiosos ou fechar os factos mais interessantes num cofre. Mas não fomos capazes. Damos com a boca no trombone – e o resultado é esta sinfonia de curiosidades.  Recomendado: Acha que sabe tudo sobre Lisboa?

Cinco coisas que não sabe sobre o Castelo de São Jorge
Coisas para fazer Cinco coisas que não sabe sobre o Castelo de São Jorge

É um castelo medieval com cerca de 80 anos. Confuso? Passamos a explicar: o castelo que vemos hoje foi reconstruído entre 1938 e 1940 a partir das fundações da fortaleza original – que foi abaixo várias vezes, como numa partida má de Jenga. Até aos anos 40 o topo da colina era ocupado por estruturas militares e ruínas. Pode organizar lá uma festa de anos. Há um programa de festas de aniversário para crianças dos 6 aos 12 anos chamado Aventuras no Castelo. Aos fins-de-semana e feriados a garotada pode lanchar e descobrir o mundo dos cavaleiros, reis e princesas numa visita guiada por D. Sancho e D. Urraca. Infelizmente não são os fantasmas dos monarcas mas sim dois técnicos de museologia e património.  É gratuito para os lisboetas. Residentes no concelho de Lisboa não pagam entrada no Castelo de São Jorge, mas atenção: é preciso apresentar o cartão do cidadão e saber o PIN. O bilhete normal fica a 8,50€, por isso se calhar vale a pena ir procurar o verso do envelope onde escreveu despreocupadamente o código, que a seguir guardou numa caixa que pode agora estar no sótão por detrás daquela porta que ninguém abre. Tem lá dentro uma câmara obscura. Podemos descrevê-la como uma espécie primitiva de videovigilância: um sistema de lentes e espelhos que reproduz em tempo real um panorama 360º da cidade. A qualidade da imagem depende das condições meteorológicas. Esta sexta-feira os canhões voltam a disparar. Não se assuste, não é uma tentativa de acertar no nariz do Cristo Rei ou

Roteiro de livrarias independentes em Lisboa
Coisas para fazer Roteiro de livrarias independentes em Lisboa

Sítios onde é pouco provável que encontre um exemplar de “Maria Vieira no País do Facebook” mas de certeza que tropeça numa obra de Konsalik. Já agora, por que raio há tantos livros de Konsalik à venda em Lisboa? Não sabemos a resposta a essa pergunta, mas sabemos bem quais são as nossas livrarias independentes preferidas. Nota: uma livraria independente é uma loja de venda de livros que não está presa a uma cadeia, um franchising, um conglomerado ou qualquer tipo de substantivo colectivo usado para designar agremiações do género. A nossa lista também não inclui alfarrabismos de qualquer espécie. Recomendado: Dos códices e incunábulos ao Harry Potter: uma viagem pelas bibliotecas em Lisboa

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Comer & Beber

Três sítios para comer mexilhões
Restaurantes Três sítios para comer mexilhões

A expressão popular diz que quem se lixa é sempre o mexilhão e neste caso é literal: o bivalve acabou sempre no tacho. Há várias maneiras de o comer. Na Bélgica, onde é petisco e refeição tradicional para almoços em família, os mexilhões são cozidos em molho de vinho branco, manteiga e ervas, e acompanham com batatas fritas, mergulhadas no caldo em que os frutos do mar foram preparados. Por cá não damos tanta atenção a esta combinação improvável mexilhão-batata frita, mas há sítios que a homenageiam e arriscam em outros molhos exóticos.  Se for mais purista, marque na agenda a tradição anual da apanha do mexilhão na sexta-feira santa nas praias do concelho de Sintra. Recomendado: As melhores cervejarias em Lisboa

Estes restaurantes em Algés valem a viagem
Restaurantes Estes restaurantes em Algés valem a viagem

Com vista para o Tejo, Algés está entre o centro da cidade e as praias da Linha e esconde muito para comer – mergulhos aqui só gastronómicos, atenção. Siga o nosso roteiro por restaurantes japoneses, mexicanos, ou do mais tradicional que existe. Há de tudo aqui, em conta ou mais carotes, dependendo daquilo que procura. Alguns são já bem conhecidos. A verdade é que há várias razões para rumar a Algés e sentar-se a uma destas mesas. E desde já se aconselha que faça também uma visita ao Mercado de Algés. Se entretanto se entusiasmar, continue a vasculhar as melhores bancas da cidade.  Recomendado: Oito paragens obrigatórias em Algés

Os melhores petiscos em Lisboa até dez euros
Restaurantes Os melhores petiscos em Lisboa até dez euros

Comer fora é caro. Cada vez mais. Mas restam alguns verdadeiros achados. Andámos atrás das melhores pechinchas que se vendem na cidade e olhando para esta lista de 15 pratos, tem de tudo um pouco para petiscar à grande, sem ficar com fome ou com dores na carteira. Tem desde um prato de noodles asiáticos mais ou menos picantes à mais tradicional sandes serrana com presunto alentejano e o cremoso queijo da Serra. Petiscos em Lisboa até dez euros mas que fazem uma viagem pelo mundo: começando no nosso Portugal, neste guia temos paragens no Japão, Israel ou Índia. Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até dez euros

Três sítios para comer mil-folhas
Restaurantes Três sítios para comer mil-folhas

Mil-folhas há muitos, mas como estes nem por isso. São feitos ao melhor estilo francês, com diferentes camadas trabalhadas com todo o cuidado. São gulosos, bem recheados e com a massa no ponto, estaladiça q.p.. Seja de baunilha, frutos vermelhos, limão ou chocolate, nestes três sítios que lhe sugerimos um mil-folhas nunca desilude e compõe qualquer lanche (ou pequeno-almoço se é daqueles que precisa de uma boa dose de acúçar para arrancar o dia). Prepare-se é para sujar as mãos, mas o é que isso comparado com o bem que sabe? 

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa
Restaurantes Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Todos sabemos que o pequeno-almoço é aquela refeição que nunca devemos saltar mas os médicos defendem também que não devemos ficar mais do que duas a três horas sem comer e por isso há que cumprir a recomendação. Comece já a pensar onde vai lanchar. Seja durante uma tarde de trabalho, para matar saudades daquele amigo ou familiar e pôr conversa em dia, ou ao fim-de-semana para ficar toda a tarde a relaxar. Nestes sítios para lanchar em Lisboa sai sempre revigorado e/ou de barriga cheia: estamos a falar de pain au chocolat, croissants, merendas mistas, cupcakes, bowls, éclairs doces ou salgados... e por aí fora.

As melhores esplanadas para o Outono em Lisboa
Coisas para fazer As melhores esplanadas para o Outono em Lisboa

Somos bons esplanadores e não é o Outono que nos vai fazer sair da cadeira ao lusco-fusco. Pelo contrário. Não deixe que os fins de tarde escuros o façam ir logo para casa e aproveite happy hours, esplanadas com aquecedores ou com aquela mantinha que já cai bem pelas costas. Saia de casa mas abrigue-se de brisas leves, ventanias e do briol que já se sente à noite numa destas esplanadas: temos propostas à beira-rio, nas alturas ou outras mais escondidas dentro de edifícios. Das já clássicas às novidades mais recentes, estas são as melhores esplanadas para o Outono em Lisboa. Recomendado: Onde comer bem no Príncipe Real

Os melhores pães em Lisboa
Restaurantes Os melhores pães em Lisboa

Dos mais simples – de trigo limpo, farinha amparo –, aos levedados da breca. Das novas padarias artesanais que estão na mó de cima, com o elogio à fermentação natural e lenta, às clássicas com quem ninguém se atreve a fazer farinha. Corremos a cidade, puxámos pelo miolo, pusemos as mãos na massa e só não nos levantámos de madrugada para ir ter com os padeiros. Aqui vai poder conhecer os melhores pães em Lisboa. Compre, fatiado ou não, e faça um brilharete naquele jantar de amigos (leve um queijinho e uma garrafa de vinho). Recomendado: As melhores pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa
Restaurantes Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Todos sabemos que o pequeno-almoço é aquela refeição que nunca devemos saltar mas os médicos defendem que não devemos ficar mais do que duas a três horas sem comer e há que cumprir a recomendação. Comece já a pensar onde vai lanchar. Seja durante uma tarde de trabalho, para matar saudades daquele amigo ou familiar e pôr conversa em dia, ou ao fim-de-semana para ficar toda a tarde a relaxar, nestes sítios para lanchar em Lisboa sai sempre revigorado e/ou de barriga cheia: estamos a falar de pain au chocolat, croissants, merendas mistas, cupcakes, bowls, éclairs doces ou salgados... e por aí fora. Recomendado: Os melhores pequenos-almoços em Lisboa

Cinco novos restaurantes no Príncipe Real onde vale a pena marcar mesa
Restaurantes Cinco novos restaurantes no Príncipe Real onde vale a pena marcar mesa

O Príncipe Real responde a toda uma linhagem no que diz respeito à restauração, tudo isto a um ritmo difícil de acompanhar. Nos últimos tempos, as novas aberturas deram alento ao bairro da moda que ganhou novas bandeiras no mapa de faca e garfo: dos sabores da Grécia ao Líbano, com muito prato tradicional português à mistura.  Há muito por descobrir e provar, e para todas as carteiras, descanse. Pode ficar-se pelo frango frito (para comer à mão e sem vergonhas) ou atirar-se ao bacalhau todos os dias das mais variadas formas, ou ficar-se pelo novo conceito de kebab do it yourself. Vá com fome, portanto.  Recomendado: As novidades que tem mesmo de conhecer no Príncipe Real

Os novos restaurantes vegan em Lisboa
Restaurantes Os novos restaurantes vegan em Lisboa

A cidade está mais atenta ao mundo vegetal, com menos preconceitos acerca de ingredientes e sabores e com mais curiosidade. Prova disso é a nova oferta de restaurantes inteiramente vegan que tem aparecido na cidade. Nos novos restaurantes vegan em Lisboa, alimentos de origem animal não entram. Ou seja, esqueça a carne, peixe, lacticínios, ovos... mas descubra novas combinações (e até pode tirar umas ideias para fazer lá em casa). Estes restaurantes abriram todos no último ano e temos a certeza que até o ano findar, mais virão. Vá, sem medos, e olhe para a carta sem hesitações, mesmo que continue a ser um carnívoro inveterado.     Recomendado: Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Sete restaurantes em Lisboa que parecem um jardim
Restaurantes Sete restaurantes em Lisboa que parecem um jardim

Se há coisa que não falta nesta cidade são parques e jardins para se refastelar, mas os espaços verdes não se esgotam ao ar livre. Lisboa soma e segue nos restaurantes onde crescem verdadeiras selvas urbanas lá dentro, o verde é o Pantone predominante e compõe o cenário perfeito para um momento instagramável. Em cima da mesa, no chão, presas à parede tipo jardim vertical ou suspensas no tecto, as verduras saltam de todos os cantos. Se possível, peça juntamente com a refeição um dicionário de A a Z para perceber a flora que habita nestes espaços.  Recomendado: 11 restaurantes vegan em Lisboa que tem de conhecer

Três sítios para comer mac 'n' cheese
Restaurantes Três sítios para comer mac 'n' cheese

Macarrão e queijo. Muito queijo. É #foodporn (guarde a hashtag para as redes) e é, indiscutivelmente, comida de conforto para um dia de ressaca, para o estômago ficar aconchegado depois de um dia difícil ou pelo simples prazer do queijo. Mac 'n' cheese é um casamento vencedor em qualquer parte do mundo mas o primeiro sítio em que alguém se dedicou a este prato foi no Canadá. Entretanto pode ser comido sozinho ou como acompanhamento de proteínas diferentes. O prato tornou-se conhecido na cozinha americana durante a Grande Depressão, quando era vendido ao desbarato em pequenas doses. Nestes restaurantes o mac 'n' cheese é feito como manda a receita original, com vários tipos de queijo e, em alguns, com outros ingredientes a dar textura e crocância, do cebolinho ao pão torrado. Recomendado: As melhores padarias em Lisboa

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Novembro
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Novembro

Chegou o frio mas o ambiente na Academia Time Out não arrefece. Em Novembro, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. Para dar a volta ao mundo, não precisa de fazer as malas: basta vestir o avental e embarcar nos workshops de cozinhas como a de Cuba ou a de Itália. Se antes de viajar para longe, prefere aprender as bases nacionais, vai encontrar aulas sobre  pratos tradicionais portugueses incontornáveis, como os pastéis de nata ou de bacalhau. Os miúdos não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas pizzas? Toca a vestir o avental. 

Os pratos mais lisboetas do Time Out Market
Restaurantes Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

Tanto para escolher e não sabe por onde começar? E umas pataniscas e peixinhos da horta para início de conversa. Amêijoas à bulhão pato a seguir e um bacalhau à brás e uns ovos verdes de bacalhau para continuar, sem esquecer o clássico do prego para terminar. Por fim, um docinho: o pastel de nata da Manteigaria, cujas fornadas estão sempre a sair. Debaixo do mesmo tecto, o Time Out Market reúne muito do melhor de Lisboa. Mas há uns pratos que são mais alfacinhas do que outros. São esses que destacamos esta semana. Recomendado: Time Out Market – o melhor dos próximos dias

Comida para todos
Restaurantes Comida para todos

Dez mil metros quadrados. Dezenas de restaurantes. Chefs famosos e premiados. O Time Out Market pode ser um verdadeiro tormento para os mais indecisos. Mas podemos aumentar ainda mais o grau de dificuldade na hora de escolher o que comer no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré: alergias, intolerâncias e regimes alimentares especiais, vegan ou vegetarianos. E agora? Andámos de restaurante em restaurante, falámos com chefs, picámos daqui e dali – tudo para encontrar os melhores pratos para todos (até para os mais gulosos que não passam sem uma boa sobremesa). Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias  

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Bilheteira Time Out

Super Bock em Stock
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Super Bock em Stock

O festival em trânsito da Avenida da Liberdade, outrora conhecido como Vodafone Mexefest, mudou de nome. Ou melhor, voltou a ser conhecido pelo nome original: Super Bock em Stock. De entre os nomes já revelados para esta edição destacam-se Johnny Marr, Elvis Perkins, The Harpoonist & the Axe Murderer e U.S. Girls.

Gisela João
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Gisela João

Gisela João é, hoje, uma das melhores fadistas portuguesas, capaz mesmo de cativar gente desligada do fado. Os sentimentos que canta são universais e intemporais, mas a forma como os comunica é só dela. E tem o condão de se superar a si própria, de disco para disco e de concerto para concerto. Nestas datas no Centro Cultural de Belém, porém, não se vai propriamente cantar o fado. Respondendo a um desafio lançado pela organização, vai dar um concerto de Natal inspirado no Songbook americano, com uma envolvência cénica diferente e especial.

Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits
icon-location-pin Avenida da Liberdade
Jimmy Carr - The Best Of Ultimate Gold Greatest Hits

Ao contrário da maior parte das bandas de rock dos anos 70, não são muitos os humoristas com suficiente material para uma digressão de greatest hits. Mas Jimmy Carr tem um catálogo tão vasto e recheado de piadas arriscadas e bem afiadas que se pode dar ao luxo de escolher as melhores para as datas de "The Best Of, Gold, Ultimate, Greatest Hits Tour".  É uma presença regular na televisão britânica e um dos comediantes (de stand-up e não só) mais atarefados do país: sempre em digressão, sempre a escrever e ainda assim com tempo para apresentar uma série de programas na televisão, como 8 Out of 10 Cats ou The Big Fat Quiz of the Year. Além disso, o seu riso de cano entupido reconhece-se a um quilómetro de distância.

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

O tempo é relativo e o mau tempo não é excepção. Falar em mau tempo com máxima de 20 graus e o Sol à espreita pode parecer só uma birra a alguém de fora. Mas quem está fora não racha lenha e a nós já vai apetecendo lareira. A verdade é que o tempo mudou, para pior e para menos. Já vai chovendo, arrefecendo, moendo, e no dia em que esta edição vê a luz do dia, a noite chega às 17.24. Ora, sabendo como esta coisa de pensar em jantar à hora do lanche deprime qualquer lisboeta, esta semana prescrevemos a nossa terapêutica para a época. Temos novidades quentinhas e acabadinhas de sair, ideias para o fazer sair de casa sem sair do conforto, programas para fechar um dia curto que pareceu longo demais. Temos toda uma colecção Outono-Inverno de razões para continuar a viver esta cidade em absoluto apesar do relativo mau tempo. Vá por nós, saia para a rua e aconchegue-se. Não perca ainda as nossas ofertas 2 por 1. Esta revista vale: uma refeição no Lumi Rooftop Bar & Restaurant, um pastel de feijão da Fábrica do Pastel de Feijão, um tratamento do Wip Hairport, uma aula na Prema Yoga, uma noite no Monte do Giestal e uma refeição n'O Prego da Peixaria Algés.

Lisbon for Visitors
Notícias Lisbon for Visitors

Em 2010 a Time Out fez uma capa com o título “Tem turistas em casa?”. No mesmo ano do tremor de terra no Haiti, do eclipse solar mais longo do terceiro milénio, da vitória da selecção espanhola no Mundial da África do Sul, e do fenómeno Wikileaks, o turista era, como o amor no filme de Sofia Coppola, um lugar estranho. Nesse número há uma ilustração de uma nave espacial a sobrevoar uma casa, dotando o turista de um passaporte intergaláctico. Em oito anos Lisboa escalou tendências e tornou-se destino obrigatório de quem quer conhecer uma cidade do velho mundo repleta de mundos novos. Passear em toda a terra dos alfacinhas (os "little lettuce" dos anglo-saxónicos), e não apenas na Baixa ou em Alfama transformou-se num encontro de culturas e de linguagens: uma Torre de Babel, como a que está no Museu Nacional de Arte Antiga, pintada por Joos Momper II. É a pensar nesses aliens legais, lá dizia o Sting, que a Time Out voltou a criar uma revista com o melhor de Lisboa para quem a visita. Está escrita em inglês mas destina-se a todos os que queiram descobrir a nossa cidade. Podem começar por entrar em 101 portas lisboetas e desvendar o que escondem, almoçar numa tasca, percorrer as lojas da Avenida, provar um dos 21 pratos que seleccionámos no Time Out Market, beber um copo ao fim do dia e ver até onde a noite os leva. No dia seguinte basta abrir outra vez a revista e seguir pistas novas, podendo, quem sabe, acabar o dia a comer um travesseiro em Sintra ou a brindar com um vinho

Estrada Nacional 2: Guia 2018/2019
Coisas para fazer Estrada Nacional 2: Guia 2018/2019

Quando pensamos em férias, pensamos em praia. Quando pensamos em road trips, pensamos numa viagem longa pela costa Alentejana. Ou, os mais ambiciosos, numa ida aos EUA para fazer a route 66. Em Portugal, quando pegamos no carro é para ir de A a B - não é para percorrer o alfabeto todo. Podemos dizer, armados em chatos, que não há cultura de fruição rodoviária em Portugal. Podemos. Mas não podemos dizer que nos faltam oportunidades para percorrer grandes extenções de alcatrão. Sobretudo quando temos entre nós uma das maiores e mais antigas estradas do mundo: a Estrada Nacional 2. São 738 quilómetros que fatiam o país ao meio, mas que ainda não existem enquanto roteiro turístico - é só alcatrão, uns marcos quilométricos à beira da estrada, umas faixas a promover este itinerário e nada mais. Este guia da Time Out quer convidar toda a gente a fazer-se à estrada, a conhecer a EN2 e a explorar Portugal. É, também, uma forma de promover o interior do país e fazer com que a expressão "interior do país" deixe de significar apenas desertificação, esquecimento e pobreza. Há muitos "portugais" dentro de Portugal e estão todos unidos por uma linha de setecentros e tal quilómetros que vai de Chaves a Faro. Da próxima vez que pensar em férias, pense na EN2.  À venda em todo o país.PVP:3,90€.

O Melhor dos Açores: Guia 2018-2019
Coisas para fazer O Melhor dos Açores: Guia 2018-2019

Os Açores são certificados pela natureza. Esta ideia feliz serve de mote à promoção de um destino que durante muito tempo escapou à mira do turismo de grande porte. Ainda há dois anos, quando lançámos a primeira edição deste guia, era um pouco assim. Os turistas viam-se menos, os guias nem vê-los. Tudo isso foi mudando rapidamente e hoje as ilhas recebem já muito mais gente do que exportam. Mas os açorianos insistem em manter um licenciamento que levou milhares de anos a garantir e os Açores continuam certificados pela natureza. Na expedição deste ano, certificámo-nos disso. Impressiona o cuidado com que aqui se abraça um turismo que se agiganta, a forma extremosa como toda a gente cuida ainda e sempre de cada pedaço desta terra como se fosse o seu quintal. Num tempo em que o turismo precisa de repensar caminhos, talvez valha a pena fazer um desvio de 1500 km em busca de ideias. Nós trazemos de lá mais umas quantas que guardamos para si nesta terceira edição da Time Out mais ocidental da Europa. Garantimos-lhe que nada do que pode encontrar nestas 80 páginas é menos do que inesquecível. Mas o melhor é mesmo ir lá certificar-se disso. À venda em todo o país.PVP: 3,90€.

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Cinema e televisão

Sete filmes sobre mulheres assaltantes
Filmes Sete filmes sobre mulheres assaltantes

Não são só os homens que levam a cabo ousados assaltos no cinema. Nos sete filmes desta selecção, há mulheres que se juntam para concretizar roubos de todo o tipo, ou que então lideram homens (e dão-lhes a volta ao mesmo tempo). Jamie Lee Curtis, Jada Pinkett Smith, Queen Latifah, Diane Keaton, Katie Holmes, Kristen Stewart, Emma Watson, Sandra Bullock ou Cate Blanchett são algumas das actrizes que personificam essas mulheres, em títulos que não se limitam à acção, ao suspense e ao drama, incluindo também algumas comédias, caso de Um Peixe Chamado Wanda ou Apanhem Essa Garota.   Recomendado: Vinganças femininas no cinema

Cinema alternativo em Lisboa esta semana
Filmes Cinema alternativo em Lisboa esta semana

Se é daqueles que não deixa passar uma estreia, pode espreitar aqui os filmes em cartaz esta semana, mas se é um verdadeiro cinéfilo (ou um aspirante a), deve ter em mente que algumas pérolas do cinema escapam às grandes salas. São clássicos para ver e rever – ou apenas filmes fora da rota comercial – e por isso fora dos grandes centros comerciais.  Todas as semanas damos-lhe três sugestões de cinema alternativo em Lisboa, habitualmente fora das grandes salas. Não perca a oportunidade de ver (ou rever) alguns filmes obrigatórios, grandes clássicos ou filmes fora da rota comercial. Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Os filmes mais pirateados de sempre
Filmes Os filmes mais pirateados de sempre

Cinismo à parte – quem nunca pecou que atire a primeira pedra – descarregar filmes sem pagar (sem contar com a pornografia) é uma das práticas mais correntes entre os internautas. Cada um tem a sua explicação, mas, convenhamos, embora nem sempre seja ilegal, a maior parte das vezes que sacamos um filme estamos a praticar um acto de pirataria. E fazemo-lo conscientemente. Como a Time Out não anda aqui pela moral, mas pelos factos, procurámos os ditos. Encontrámos o quê? Segundo as contas do site TorrentFreak, 212 milhões de downloads ilegais, e isto só dos 15 filmes mais populares. E continua a contar. Recomendado: Sete filmes sobre internet e redes sociais que o vão fazer ter medo do Google  

Seis filmes portugueses para ver até ao Natal
Filmes Seis filmes portugueses para ver até ao Natal

Comédias, dramas, adaptações literárias, histórias passadas nas décadas de 30, de 50 ou nos nossos dias, politicamente empenhadas, com mochila social ou sem outras intenções que não sejam entreter e divertir. Eis, num breve resumo, aquilo que podemos esperar dos seis filmes portugueses que vão chegar às salas entre o próximo mês de Novembro e o Natal. E temos obras de realizadores estreantes, como Bruno Gascon e o seu Carga, e de consagrados, como António-Pedro Vasconcelos, com Parque Mayer. A interpretar estas fitas, muitas caras conhecidas: Alexandra Lencastre, Maria Rueff, Carloto Cotta, Vitor Norte. Adriano Luz e Miguel Guilherme. Recomendado: Sete filmes portugueses tão maus que até fazem doer  

Filmes de animação que não pode perder na Netflix
Filmes Filmes de animação que não pode perder na Netflix

Há muitos filmes para crianças na Netflix, mas o cinema de animação há muito que não é apenas para os mais pequenos. Os filmes animados tornaram-se num dos géneros mais populares em todo o mundo, onde trabalham algumas das melhores mentes criativas do cinema, e onde a inspiração cómica, um registo habitual, é muitas vezes genial. Há carências óbvias no catálogo de filmes de animação da Netflix em Portugal, no entanto, em comparação com a parca oferta de bons filmes de outros géneros no serviço de streaming, a selecção destaca-se pela positiva. Recomendado: Os piores e os melhores filmes da Disney  

Clássicos de cinema para totós. Os melhores filmes dos anos 80
Filmes Clássicos de cinema para totós. Os melhores filmes dos anos 80

Na bilheteira, os anos 80 foram a década de Steven Spielberg e George Lucas. O cinema de grande espectáculo, sem vergonha de efeitos especiais, afirmou-se logo no início da nova era de Hollywood. Nem sempre para pior. Mas como não há acção sem reacção, ao lado ou noutras paragens singrava uma outra maneira de entender a sétima arte: Kagemusha – A Sombra do Guerreiro (1980), de Akira Kurosawa, Fitzcarraldo (1982), de Werner Herzog, Veludo Azul (1986), de David Lynch, ou No Trilho da Droga (1989), de Gus Van Sant, são bons exemplos disso. Recomendado: Clássicos de cinema para totós

Clássicos de cinema para totós. Os melhores filmes dos anos 70
Filmes Clássicos de cinema para totós. Os melhores filmes dos anos 70

Na década de 1970 o olhar de Hollywood mudou. E o sistema dos estúdios foi substituído por um cinema mais estético e politicamente atrevido, por um lado, enquanto, por outro, começava a era dos blockbusters e o triunfo do cinema de entretenimento e efeitos especiais. Entre os melhores filmes dos 70 encontram-se, entre outros, clássicos como MASH (1970), de Robert Altman, Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese, Annie Hall (1977), de Woody Allen, ou Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola – e quem é que não adora o cheiro a napalm pela manhã? Recomendado: Clássicos de cinema para totós

"Sara" estreia na RTP2: será esta a melhor série portuguesa de sempre?
Filmes "Sara" estreia na RTP2: será esta a melhor série portuguesa de sempre?

Ela bem tenta, mas não consegue. Sara Moreno (Beatriz Batarda) tem os sacos lacrimais sequinhos, dali já não pinga mais uma gota. O que é problemático para uma grande actriz trágica como ela, e logo em cheio numa cena fundamental do filme que está a rodar. Incapaz de chorar, fartinha de chorar, Sara toma uma decisão drástica: manda às malvas o filme, o realizador, toda a gente, e vai para casa repensar a sua vida. E por pressão do seu possessivo agente, Sara, a actriz “séria” do cinema de “autor” e do teatro “intelectual”, acaba por fazer o impensável: entrar numa telenovela. E mal sabe o que a espera. Este é o ponto de partida de Sara, a série em oito episódios que a RTP 2 estreia no domingo, às 22.15. Escrita por Marco Martins, Bruno Nogueira (a partir de uma ideia deste) e Ricardo Adolfo, Sara é a estreia do realizador de Alice e São Jorge na ficção televisiva, e de Beatriz Batarda a fazer televisão em Portugal. E mescla de forma brilhante vários registos, da comédia à tragédia, passando pela sátira ao meio artístico (e em especial às telenovelas), e faz o retrato ora hilariante, ora dilacerante, de uma mulher que vai passar por uma série de provações profissionais, pessoais e familiares. E tudo com qualidade de cinema. “Como venho do cinema e nunca tinha feito televisão, fiz uma série como se fizesse cinema. No fundo, foi como fazer três longas-metragens num tempo mais contido mas tentando manter todo o meu processo de rigor”, conta-nos Marco Martins. “A própria monta

Dez filmes para perceber o Brasil – do fim da ditadura à democracia
Filmes Dez filmes para perceber o Brasil – do fim da ditadura à democracia

Cineastas como Hector Babenco, Guel Arrais ou Walter Salles estão representados nesta segunda lista de dez filmes brasileiros fundamentais, que abrange um período que vai da década de 80 até aos nossos dias. Um espaço de tempo em que quer a sociedade brasileira, quer o seu cinema, passaram por várias alterações, a mais importante das quais foi o final do regime militar e a subsequente entrada numa era de democracia e de liberdades civis, que os filmes documentaram. Mas a baixa política, a violência e a corrupção endémicas à vida brasileira também mereceram a devida atenção dos realizadores. Recomendado: Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro

Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro
Filmes Dez filmes para começar a ver cinema brasileiro

Cineastas como Humberto Mauro, Lima Barreto, José Pedro de Andrade, Glauber Rocha, Ruy Guerra ou Anselmo Duarte estão representados nesta lista de dez filmes brasileiros fundamentais. A cinematografia do Brasil tem passado por várias vicissitudes ao longo da sua existência, reflectindo a própria situação do país ao longo dos séculos XX e XXI. Tem também a respectiva repercussão na vida política, social e cultural nacional deste imenso país, como o testemunham fitas como Rio, 40 Graus, O Assalto ao Trem Pagador, Deus e o Diabo na Terra do Sol ou Toda Nudez Será Castigada. Recomendado: 25 filmes portugueses obrigatórios

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Arte e Cultura

As peças de teatro para ver esta semana
Teatro As peças de teatro para ver esta semana

Como dizer? É mais ou menos aquela coisa do, vá lá, não seja forreta, vá lá, não seja preguiçoso. Se vemos tantos filmes no cinema, se vamos a tantos bares e restaurantes, mercados e exposições, qual a justificação para não irmos mais vezes ao teatro? Esta é a nossa forma, delicada, de lhe dizer para se fazer à cena, para se fazer ao palco. Sim, que mostrar-se solidário perante a comunidade artística fica bem, mas sabe a pouco. A agenda cultural de Lisboa está ao rubro, com muitas peças boas para ver. Estas são as que pode ver já esta semana.    Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder  

Tudo aqui é rock, até Brecht. Não sabia? Vá a Almada
Notícias Tudo aqui é rock, até Brecht. Não sabia? Vá a Almada

Peter Kleinert, encenador alemão, volta a Almada, de novo com Brecht. É a velha questão do ser bom ou pagar as contas. Em 1981, Peter Kleinert, encenador alemão, fez com a Companhia de Teatro de Almada o espectáculo “A excepção e a regra”, de Bertolt Brecht. Recentemente, a mesma companhia voltou a cruzar-se com este nome, no site da Schaubühne, uma das casas de teatro mais importantes do mundo, em Berlim. Enviaram-lhe um mail para que viesse assistir ao Festival de Almada, Kleinert veio e no último dia de festival perguntaram-lhe se gostaria de voltar a trabalhar com eles. “Gostei do festival e vendo as condições do teatro, a estrutura, disse ‘sim, porque não?’”, conta. E ditou a história – mais a vontade de Kleinert, que quer o teatro realista, efervescente, narrativo – que voltasse a ser Brecht. A Boa Alma de Sé-Chuão estreia esta sexta-feira no Teatro Municipal Joaquim Benite, onde fica até 11 de Novembro. Tal como na altura, o elenco é compostos por vários jovens actores nacionais escolhidos por Kleinert num casting em Maio. Mas essa é das poucas semelhanças entre os dois momentos: “O espaço é muito maior, agrada-me todas estas possibilidades de som, de luz, de design de palco, nesse aspecto é muito diferente. Em 1981 estávamos num pequeno espaço em Almada Velha, eles não tinham dinheiro. Essa é a grande diferença. Para mim o mais importante no teatro são os actores, na altura tive um elenco maravilhoso, tal como agora, nesse aspecto não há diferenças.” Larguemos agor

Do Porto para Lisboa: a juventude revolucionária ocupa o D. Maria II
Notícias Do Porto para Lisboa: a juventude revolucionária ocupa o D. Maria II

O Grande Tratado de Encenação, do Teatro Experimental do Porto, estreou em Abril de 2017 no Porto e desce agora até ao D. Maria II. É o primeiro capítulo de uma trilogia sobre a juventude inquieta do Portugal das décadas de 50, 70 e 90.  O Portugal jovem e revolucionário da luta antifascista. O Portugal jovem e revolucionário da luta pela “revolução cultural”. O Portugal jovem e revolucionário da luta contra as propinas, contra um país a ser esfaqueado por Cavaco Silva, da agricultura às pescas, com dinheiro de Bruxelas e um sorriso na cara (e as hemorragias perduram). O Grande Tratado de Encenação, criação do Teatro Experimental do Porto (TEP), é o primeiro capítulo de uma trilogia sobre a juventude inquieta de um Portugal de outros tempos – mais precisamente das décadas de 50, 70 e 90 –, mas sempre a ver o que acontece em 2018. É sobre jovens a sacudir ideias e a sonhar em voz alta dentro de um sótão, a pensar em “como fazer um espectáculo de teatro, em como fazer um país”, resume o encenador Gonçalo Amorim. Tudo isto para ver até dia 27 no Teatro Nacional D. Maria II. O primeiro round faz-se com os olhos postos nos anos 50. E no teatro. Não é por acaso que um dos pontos de partida foi o livro O Pequeno Tratado da Encenação (1962), de António Pedro, um dos nomes ligados à fundação do TEP. A ponte com o presente é óbvia, nota Gonçalo Amorim. “O surgimento do TEP é uma coisa incrível mas leva 50 anos de atraso em relação à Europa. O António Pedro entra de cabeça no Brecht,

As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses
Teatro As peças de teatro que tem de ver nos próximos meses

Assim como as férias dos políticos e as compras do regresso às aulas, há tradições que são para manter. Setembro já cruzou a porta do quintal e com ele voltam os teatros e as suas programações. Por aqui, esticamos isto até ao final do ano, porque a rentrée teatral vai sempre mais longe. Sim, nas próximas linhas dizemos o que não pode perder nos palcos da cidade até Dezembro, para se organizar com tempo suficiente para não utilizar a falta de tempo como desculpa para falhar. Que venha de lá esse teatro. Do Teatro Nacional D. Maria II à Culturgest, são sete as casas de teatro (e dança) que analisamos para levantar o pano para os próximos meses em cena. Espreite e aponte o que mais lhe entusiasma. Estas são as peças de teatro que tem de ver nos próximos meses. Como perceberá, os palcos estão em grande. E as cadeiras chamam por nós. Recomendado: As peças de teatro em Lisboa a não perder

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Música

Márcia: "A música é o meu divã"
Música Márcia: "A música é o meu divã"

A volta da mesa, a olhar para o cd: Isto ainda faz sentido?Faz. Qual?Sem isto, para mim, era como se o disco não existisse. É importante o suporte físico. Se isto não há noção de obra, de todo?Fica disperso. É como a quantidade de fotografias que tens no iphone, a quantidade de conversas que tens no email, no whatsapp. Consegues ter dez conversas ao mesmo tempo em janelinhas. Acontece-me, reconheço, não consigo não responder… isto é mais saudável. Os objectos são saudáveis?Não os objectos, não… sou desprendida dos objectos. Mas como artista - não só como cantora, eu vi das Belas Artes, fiz Pintura, fiz Desenho - o material físico é importante… O analógico.Sim. Se não às tantas é tudo muito virtual. Como é que as Bela Artes e o Cinema, que também estudaste, te influenciaram?Fiz um documentário muito pessoal, que se chamava Mana, precisamente sobre a minha irmã. As pessoas desconfiaram: que disparate isto não vai ter piada nenhuma. No final acabou por ser uma surpresa, toda a gente acabou por adorar o documentário. E aí percebi que talvez o meu caminho era falar do meu universo íntimo. E as artes plásticas?Eu habituei-me muito a evadir-me dos sítios onde me sentia aborrecida. Foi assim que comecei a fazer pintura e foi assim que comecei a fazer música. Em ambos os casos a mesma matriz... Imaginar cenários.Isso, imaginar que estou noutro cenário. Um prazer no outro sítio onde não estou. Neste disco há uma sensação transversal de sentimentos de medo, de perd

Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Novembro
Música Concertos gratuitos de Jazz & Clássica em Novembro

Os concertos gratuitos do mês dão especial destaque a Claude Debussy, compositor de quem se assinala este ano o aniversário da morte, e aos compositores clássicos brasileiros, que não se resumem a Heitor Villa-Lobos. Mas também há espaço para portugueses e arménios. Depois, ainda tem por onde escolher entre os mais nomes sonantes nomes da música: Bach, Mozart, Brahms, Haydn ou Mendelssohn. E ouvir as suas composições ao vivo, um pouco por toda a cidade de Lisboa, não custa um cêntimo. Basta querer – e pôr os ouvidos ao caminho. Recomendado: Os oito melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Os melhores concertos em Lisboa esta semana
Música Os melhores concertos em Lisboa esta semana

Por toda a cidade há concertos. Há bandas de rock e suas derivações, artistas populares de diferentes proveniências, metais leves e pesados, música portuguesa e estrangeira, inevitavelmente americana mas não só. Há concertos para todos os gostos e carteiras, é o que queremos dizer. Só que nem todos são iguais. Alguns valem mais a pena do que o resto, uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, e por isso toda a informação ajuda. Siga as nossas sugestões dos melhores concertos em Lisboa esta semana. Recomendado: Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana
Música Os melhores concertos de jazz e clássica em Lisboa esta semana

Em igrejas barrocas profusamente decoradas com talha dourada e no espaço despido de antigas fábricas. Em grandes auditórios e em bares tão pequenos que os músicos ocupam metade do espaço disponível. Por um saxofonista solitário e pelos cem músicos de uma orquestra sinfónica. Por músicos que há mais de meio século pisam os mais prestigiados palcos do mundo e miúdos que ainda andam na escola. Visando recriar com máxima fidelidade as sonoridades de tempos passados ou apostando na miscigenação, desfazendo barreiras, sobrepondo épocas e baralhando geografias. Com música minuciosamente ensaiada ou criada no momento por músicos que se encontram pela primeira vez. Há concertos de jazz e música clássica em Lisboa para todos os gostos e circunstâncias e esta selecção reflecte essa variedade. Recomendado: Os melhores concertos em Lisboa esta semana

13 discos indispensáveis de jazz português
Música 13 discos indispensáveis de jazz português

O jazz em português está bem e recomenda-se. A prova disto são estes 13 discos que lhe trazemos para que não perca fio à meada. Não sabe por onde começar? Da famosa dupla Maria João e Mário Laginha, a Carlos Bica e Azul, passando por L.U.M.E. ou Júlio Resende, estes são alguns dos nomes que constam desta lista de discos indispensáveis de jazz português. Porque nunca é demais lembrar que o nacional é bom e precisa de ser ouvido, como estes discos o confirmam. Já sabe por onde começar? Recomendado: 12 pianistas de jazz portugueses que precisa de ouvir

Anna Calvi: “Estou farta de ver mulheres a serem caçadas”
Música Anna Calvi: “Estou farta de ver mulheres a serem caçadas”

O novo álbum da cantora britânica Anna Calvi, Hunter, é uma boa surpresa. O registo é assumidamente queer e aborda abertamente questões que, até agora, se encontravam apenas nas entrelinhas do seu trabalho, ou melhor, de algumas canções. É natural, por isso, que a nossa conversa sobre o disco e o concerto de sábado, no Capitólio, tenha sido dominada por essas questões de género. Tal como, segundo palavras da própria, “foi natural” que as mesmas questões dominassem o disco.  O teu anterior álbum, One Breath, saiu há cinco anos. Porque demoraste tanto tempo a gravar o seu sucessor? Desta vez quis fazer o disco com mais calma. Quis garantir que podia dar a cara por ele e sentir-me orgulhosa do que fiz, e por isso não isso não quis apressar o processo. Fazer a melhor música possível foi mais importante do que despachar-me a lançar um disco. Já estavas a trabalhar nisto há três anos, quando disseste que não querias mostrar as canções que estavas a fazer ninguém porque tinhas medo de que as ideias dos outros afectassem a tua opinião. Como é que elas mudaram – se é que o fizeram – depois de as mostrares ao teu produtor e à banda? Sou muito solitária quando trabalho. Depois, quando toco com a banda, as faixas ganham uma nova vida. Mudam de maneiras que eu não estava à espera, e é por isso que é tão entusiasmante tocar com outros músicos. Mas, como tinha maquetes muito detalhadas, o coração da canção manteve-se o mesmo. Nessa entrevista de há três anos também se lia a dada altura

As melhores músicas dos anos 80
Música As melhores músicas dos anos 80

As melhores músicas dos 80 vão continuar a ouvir-se durante muitos e muitos anos. É natural. Afinal, a década deu-nos grandes hinos pop, canções de karaoke intemporais e algumas das melhores músicas para fazer exercício. Sem exagero. E, de Whitney Houston ("I Wanna Dance with Somebody") aos Tears For Fears ("Everybody Wants to Rule the World"), passando por Michael Jackson ("Beat It"), a lisboeta adoptiva Madonna ("Into The Groove"), Prince ("When Doves Cry"), Bruce Springsteen ("Dancing in the Dark") e outros nomes inevitáveis, há música para todos os gostos nesta lista. Recomendado: 10 grandes discos com 50 anos

Os discos para ouvir até ao final do ano
Música Os discos para ouvir até ao final do ano

Há vários grandes lançamentos nacionais agendados para os próximos meses, ainda que sem títulos nem datas finais. Em Outubro, o popular fadista/cantor de música popular António Zambujo vai lançar o primeiro álbum de originais desde Rua da Emenda, de 2014. Boss AC, que este ano já nos deu o EP Patrão, também deve editar um novo disco pela Universal, tal como Luísa Sobral. E em Novembro é a vez de Pedro Abrunhosa partilhar com o público o sucessor de Contramão, de 2013. O mais aguardado, porém, é mesmo o primeiro álbum em nome próprio de Manel Cruz, ex-Ornatos Violeta, que também deve sair este ano. Na colheita estrangeira destacam-se os novos discos dos Mudhoney, Cat Power, Elvis Costello & The Imposters e mais gente boa.

Os concertos mais aguardados até ao final do ano
Música Os concertos mais aguardados até ao final do ano

Desde figurões do samba como Zeca Pagodinho a históricos cantauroes portugueses como Fausto Bordalo Dias (ainda por cima a cantar a sua trilogia sobre a diáspora), passando por nomes cruciais da música anglo-saxónica como os Low, há muita música para ouvir até ao final do ano. Portanto, tem de se organizar. Não faz contas para as suas contas? Não cria tópicos e lembretes telefónicos para bater tudo certo e o orçamento esticar até ao final de cada mês? É encarar os concertos como o IMI ou o IUC e escolher ao que vai. Recomendado: Sete canções indie para a rentrée

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As melhores escapadinhas

Sete sugestões de escapadinhas por Portugal
Viagens Sete sugestões de escapadinhas por Portugal

A Equipa Time Out adora a sua cidade do fundo do coração, mas às vezes sabe-lhe bem ir dar uma volta. Vai daí e fez uma selecção de sete hotéis onde a palavra de ordem é descansar. Seja em quartos com vista para o Douro, em casas nas árvores ou em tendas de luxo, seja para entrar em casas modernas de inspiração nórdica, num spa desenhado por Álvaro Siza ou provar um menu de Ljubomir Stanisic, são várias as sugestões que encontrámos para que possa passar uns dias longe de tudo. Recomendado: Os novos turismos que valem a viagem  

Os dez bairros mais cool no mundo
Viagens Os dez bairros mais cool no mundo

Ninguém se quer sentir como um turista nos dias de hoje. Viajantes experientes querem viver a cidade como os locais, e isso significa olhar para além das vistas e encontrar os melhores bairros onde dormir, comer, beber e passear. Mas o que é que dá a uma zona da cidade este factor cool de que falamos? Foi essa a questão que tivemos de colocar quando começámos a classificar todos os bairros do mundo que entraram para a lista. E como a Time Out faz 50 anos, casámos uma coisa com a outra e chegámos aos 50 melhores bairros do mundo – descubra a lista completa aqui. Para nos ajudar nesta tarefa, recorremos aos especialistas: editores e jornalistas da Time Out de todo o mundo, que conhecem as suas cidades como ninguém. Também perguntámos a mais de 15.000 pessoas em todo o mundo sobre os melhores (e mais sobrestimados) bairros nas suas cidades, no nosso City Life Index. Queríamos saber: há um burburinho sobre essa zona da cidade, com novos espaços a abrir? A maioria das pessoas poderia dar-se ao luxo de aqui morar? É um bom lugar para se ficar hospedado? E, mais importante que tudo, parece ser um lugar concorrido e com procura? De seguida, debruçamo-nos sobre os números, discutimos entre nós e chegámos àquela que consideramos ser a lista definitiva dos melhores pontos culturais e gastronómicos do planeta – que é como quem diz, os sítios para se estar em 2018. Prepare-se para esta volta ao mundo. Visitou um destes lugares? Partilhe a experiência no Instagram e identifique na fotog

City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses
Viagens City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses

Para partir já ou para planear com tempo, você decide como vai ser. São destinos clássicos com dicas mais inesperadas, perfeitos para uma fuga de fim-de-semana (ou um pouco mais). Sempre dissemos que o que faz em casa é consigo, o que faz na rua é connosco – seja aqui, ou noutro lugar qualquer do mundo. Vai daí, deixamos-lhe cinco ideias para aproveitar algum fim-de-semana grande que possa aproveitar para fazer uma escapadinha na Europa. São city breaks que vão saber a férias – bem programado nem terá de gastar muito. Recomendado: Conheça os dez bairros mais cool no mundo

Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer no Estoril
Coisas para fazer Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer no Estoril

Aqui mesmo ao lado de Lisboa, do monte até ao mar, o Estoril tem muito para descobrir, seja qual for a estação do ano. Escondido entre Cascais e a Parede, durante anos foi a estância balnear mais luxuosa da Linha – sem esquer São Pedro do Estoril e São João do Estoril, também com muito para fazer. Comer, comprar, passear: eis as melhores coisas para fazer no Estoril, sozinho, com amigos ou em família. Siga o nosso roteiro, para uma passagem por um destino intemporal. Vá por nós, uma escapadinha na Linha sabe sempre bem. Recomendado: As melhores praias da linha de Cascais

Quarteirão: 5 motivos para visitar o bairro alternativo de Ponta Delgada
Viagens Quarteirão: 5 motivos para visitar o bairro alternativo de Ponta Delgada

As ruas Carvalho Araújo, Pedro Homem e D’Água, no centro histórico de Ponta Delgada, foram recuperadas e ganharam uma nova vida. O projecto Quarteirão agrega uma série de espaços como galerias, estúdios, livrarias, bares, ateliês, restaurantes e até uma tipografia. Há mais: uma praça com bancos desenhados pelo colectivo de arquitectos italianos Orizzontale para o Festival Walk & Talk, e onde qualquer um se pode sentar e mergulhar na cultura e arte local. O objectivo é continuar a trazer as indústrias criativas para o centro da cidade — e, para tal, o Quarteirão está num bom caminho. Damos-lhe cinco bons motivos para lá passar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em São Miguel

Os dez lugares mais bonitos de Madrid
Viagens Os dez lugares mais bonitos de Madrid

Quando se fala de lugares bonitos em Madrid é difícil que não pensemos logo em parques e jardins onde se está bem em qualquer altura do ano. Também há os edifícios históricos sobre os quais já ouvimos falar em alguma ocasião, e com razão. O que muita gente não sabe é que não é preciso sair de Madrid para encontrar lugares pouco habituais, como um jardim que parece saído do deserto do Arizona ou um “hospital” onde se cuida do património artístico de Espanha e que só pelo seu valor arquitectónico faz parte do património nacional. Esta é uma selecção de lugares bonitos que merecem ser conhecidos numa visita a Madrid. Recomendado: Cinco coisas para fazer em Madrid

Nove experiências obrigatórias em Munique
Viagens Nove experiências obrigatórias em Munique

Se Berlim é conhecida pela sua vida animada, Munique é muitas vezes deixada de fora dos elogios à Alemanha. No entanto, nos últimos anos, a cidade tem conseguido reinventar-se. Do ponto de vista arquitectónico, os edifícios históricos, marcados pela guerra, ganham agora uma nova vida como parte de um plano de recuperação levado a cabo pela cidade. Acrescente-se uma economia em crescimento, impulsionada por grandes empresas como a BMW, grandes centros culturais e uma cultura gastronómica apaixonada – além da cerveja, cerveja e mais cerveja. Munique continua no topo das listas das melhores cidades para viver no mundo. Eis, as melhores coisas para fazer em Munique.

Tome Nota: Le Guess Who? — a melhor razão para ir à Holanda
Viagens Tome Nota: Le Guess Who? — a melhor razão para ir à Holanda

Esqueça as coffeeshops, as tulipas, os museus e as bicicletas. Em Novembro há um bom motivo para viajar até Utrecht e chama-se Le Guess Who? Marque já as datas: de 8 a 11 de Novembro a 12ª edição do Le Guess Who? regressa a Utrecht, a meia hora de comboio de Amesterdão, na Holanda, para um festival de quatro dias em duas dezenas de salas da cidade, de igrejas a galerias, de armazéns a teatros. Recomendado: City Breaks. Cinco escapadinhas urbanas para os próximos meses

Cinco bebidas que valem a viagem
Viagens Cinco bebidas que valem a viagem

Escapadinha de fim-de-semana ou viagem mais longa, na hora de escolher o destino de uma viagem há muitos factores a influenciar, da comida local às atracções, museus e parques ou jardins. É inevitável. Se é fã de gin, cerveja, whiskey ou vodka, damos-lhe cinco sugestões de viagens para a Europa para juntar ao roteiro de viagem. São cinco bebidas que têm destilarias e museus a contar a sua história e com uma parte interactiva ou até de masterclasses para aperfeiçoar os dotes de bartender em casa. Em Inglaterra, beba gin; em Dublin opte por uma cerveja ou um copo de whiskey; dê um pulinho à Amesterdão para conhecer as raízes de outra cerveja ou faça all in em Varsóvia, no museu da vodka. Recomendado: Comidas e bebidas fofinhas em Tóquio

Escapadinha ao Porto: sete sugestões que valem a viagem
Viagens Escapadinha ao Porto: sete sugestões que valem a viagem

São tantas as razões para uma viagem ao Porto que a dificuldade está em reduzir o leque de opções. Afunilámos a lista para sete sugestões que podem ser visitadas ou sempre, no caso da loja Banema Lab, ou quase sempre, no caso das exposições, peças de teatro e concertos. Espreite a Iconic Images — mostra fotográfica dedicada ao músico David Bowie que toma conta do Arrábida Shopping —, ou vá pelo seu próprio pé perceber se a polémica em torno da obra de Robert Mapplethorpe, artista que alargou os horizontes da fotografia de nu e que ocupa o Museu de Serralves até Janeiro, tem razão de ser.  Recomendados: Os melhores hotéis no Porto

Descobrir os Açores: as melhores coisas para fazer no Pico
Viagens Descobrir os Açores: as melhores coisas para fazer no Pico

Um estratovulcão de 2531 metros de altitude, a montanha mais alta de Portugal, o ponto mais elevado da dorsal meso-atlântica. O Pico é imponente, mas por detrás de um perfil duro está uma ilha delicada que vale a pena descobrir com calma. Todas as ilhas são, na verdade, montanhas no meio do Oceano. Mas esta parece representar esse facto da forma mais dramática possível – “estão a ver? É assim que se faz uma ilha.” Para além das lições de geologia, o Pico ensina-nos muita coisa sobre vinhos e baleias. Recomendado: 8 coisas a não perder na Terceira

Guia de Praias de Portugal
Coisas para fazer Guia de Praias de Portugal

Estas são as melhores praias de Portugal. De alto a baixo, são 850 quilómetros de areal. Não o corremos todo de uma vez. Fomos correndo. Mas reunimos todos esses quilómetros de areia, sol e sal num guia pensado para o orientar à beira-mar. Pelo meio, descubra ainda os restaurantes e bares de praia para se pôr à sombra a petiscar e a beber um copo. Encontre-nos também nas bancas e guarde-nos no porta-luvas. Recomendado: Guia de Viagens

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Os melhores hotéis em Lisboa

Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu
Hotéis Tivoli Palácio de Seteais: à noite no museu

Alerta excêntricos, criados de um dia para o outro ou não: uma das grandes novidades do Tivoli Palácio de Seteais é o programa “Own a Palace for a Day” (30 mil euros), que, como o próprio nome indica, permite que o hotel de luxo em Sintra seja vosso por um dia. Todo vosso: os 30 quartos (incluindo a impressionante suite diplomática e os cinco quartos deluxe), os salões cheios de frescos e outras obras de arte impecavelmente recuperadas e restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo, os jardins ao estilo francês e a piscina com vista para o mar de um lado e para o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros do outro.

Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel
Hotéis Regresso ao passado: o Maxime renasceu como hotel

"Já fui aqui tão feliz". As palavras são de um antigo cliente do bar, que, entrando porta adentro, foi assolado por boas memórias. Quem conta o episódio é António Gonçalves, administrador do Grupo Hotéis Real, cadeia que não só devolveu o Maxime a Lisboa (embora reinventado) como ampliou a experiência. E ampliar a experiência significou ocupar os pisos superiores do edifício, outrora com escritórios e onde agora encontramos 70 quartos standard (um deles para pessoas com mobilidade reduzida) e mais cinco temáticos com 25 metros quadrados cada. Já subimos o elevador. Vale a pena voltar atrás: a experiência começa logo à entrada com um peepshow. Numa parede, encontra um pequeno buraco a que vai querer dedicar um segundo ou dois: é que ao espreitar vemos uma criação da artista Diana Coelho, profissional do cruzamento entre as artes performativas e visuais, que aqui nos diz que as paredes têm ouvidos. Ao espreitar por esse buraquinho vemos um vídeo com caras bem conhecidas: Humphrey Bogart ou Sean Connery, sentados à mesa e rodeados de bailarinas. Uma peça inspirada em factos verídicos por alturas da II Guerra Mundial, quando Lisboa era um ninho de espiões e as bailarinas vendiam informações de uns a outros. Logo a seguir, não uma cara mas uma peça também conhecida dos antigos clientes. O grande balcão do Maxime está lá, aquela que chegou a ser a maior barra da Europa não foi a lado nenhum, num espaço que acumula como bar e restaurante (liderado pelo chef Luca Bordino) e onde se

Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica
Hotéis Neya Hotel Lisboa: pegada e dormida ecológica

Preparado para uma estadia ecológica no meio da cidade?  Carimbado com selos de sustentabilidade e ecologia, o Neya é um eco-hotel que aquece a própria água, faz reciclagem de resíduos e tem bicicletas para os hóspedes. Quem dorme por aqui vai carregar o peso das responsabilidades sociais e ambientais – e ninguém fica ilibado no que toca ao futuro do planeta. 

12 novos hotéis em Lisboa
Hotéis 12 novos hotéis em Lisboa

Cama, mesa e roupa lavada pode ser um objectivo de vida tão válido como sonhar com uma casa no campo ou um saudoso emprego das 9 às 5. Pernoitar num hotel pode ajudar a alcançar a meta, ou sonho, de não ter de fazer a cama, de preparar uma refeição ou de engomar a roupa. E a cidade está cheia deles, alguns ainda a cheirar a novo. O mais recente inaugurou no início de Outubro e renova uma das mais antigas casas dedicada ao burlesco de Lisboa: o Maxime, na Praça da Alegria. Recomendado: Os 18 melhores hotéis com SPA em Lisboa

Os melhores hotéis em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis em Lisboa

Passa por cá a correr ou vem para ficar? Quer namorar ou fazer amigos? Traz a família toda a reboque ou chega só e abandonado? Saiu-lhe o Euromilhões ou já está a contar tostões? Seja qual for o seu perfil de turista e o seu ideal de férias, juntámos os melhores hotéis em Lisboa para todos – nenhum com menos de 9 na pontuação atribuída pelos hóspedes no Booking. Escolha o seu preferido e faça bom proveito.

Hotéis bons e baratos em Lisboa
Hotéis Hotéis bons e baratos em Lisboa

Hotéis em Lisboa há muitos e difícil é arranjar uma boa pechincha. Andámos à caça de hotéis baratos em Lisboa e descobrimos oito bons, com preços entre os 50 e os 70 euros por noite. Se o preço não for um problema, espreite os melhores hotéis de luxo em Lisboa. E se vier em clima de romance, vale a pena espreitar os melhores hotéis românticos em Lisboa.

Os melhores hotéis românticos em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis românticos em Lisboa

Que Lisboa é a cidade mais romântica já nós sabíamos, mas que tinha tantos hotéis para levar as escapadinhas românticas a um novo nível foi uma surpresa. Seja com pequenos-almoços na cama ou vistas de cortar a respiração, os melhores hotéis românticos em Lisboa não desiludem.

Os melhores hotéis de luxo em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis de luxo em Lisboa

Dos clássicos incontornáveis que já pertencem à história da cidade, aos mais recentes que apostam no design ou no conceito boutique, estes são os melhores hotéis de luxo em Lisboa. Destinados a um público alvo muito específico, com sangue azulado a correr-lhe nas veias, estes hotéis nasceram e existem para todos os que se recusam a abdicar dos seus caprichos.

Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa
Hotéis Os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa

Entre os melhores hotéis de Lisboa, há uns que convidam mais ao romantismo. Não é fácil encontrar um hotel que tenha jacuzzi no quarto mas a verdade é que se tiver uma banheira aos pés da cama ou no terraço, com água aquecida borbulhante, tudo fica melhor. Reunimos os melhores hotéis com jacuzzi no quarto em Lisboa.   RECOMENDADO: Os melhores hotéis com spa em Lisboa

Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa
Hotéis Os 20 melhores hotéis boutique em Lisboa

Lembra-se de quando a sua avó dizia que ia à boutique? Na altura, em tempos que a fast-fashion não dominava o mundo, uma ida a uma loja de roupa era um evento com direito a um francesismo. Algumas décadas depois, o requinte do termo alargou-se à hotelaria, passando a nomear pequenos hotéis de luxo, quase sempre discretos e com uma arquitectura de autor ou de matriz histórica. Os hotéis boutique distinguem-se também pelo ambiente acolhedor e pela descontracção que leva os hóspedes a sentirem-se em casa (mesmo estando a dividir um T15 com pessoas que não conhecem). Espreite a nossa lista com os 20 melhores boutique-hotéis de Lisboa.  Recomendado: Os 14 melhores hotéis com piscina em Lisboa

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