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Coisas para fazer em Lisboa

Time Out e Huawei apresentam: as horas extraordinárias de Lisboa
Coisas para fazer Time Out e Huawei apresentam: as horas extraordinárias de Lisboa

O Tejo divide. É verdade que une todo o mundo num consenso de admiração, que se confunde com Lisboa, que ninguém fica indiferente à imensidão das águas. Mas divide. Não é como esses rios cintados que atravessam cidades apenas para as unir em duas margens. Cá, o lado de lá é mesmo outro lugar. E é olhando do lado de lá, de um outro lugar, que se conseguem alguns dos melhores postais desta cidade.  No tempo dos dias grandes, continuamos em busca de imagens perfeitas de Lisboa. Depois de a olharmos a todas as horas, quisemos olhá-la por inteiro, ganhar distância para a ver melhor. E uma vez mais, fazêmo-lo usando apenas um smartphone. Eis o Tejo e Lisboa vistos da outra margem pelas lentes do Huawei P30 Pro. Percorremos a rua do Ginjal ao fim do dia, partindo do cais onde atracam os cacilheiros. São dez minutos de viagem até aqui, vindos do Cais do Sodré. E não haverá melhor balcão para contemplar a cidade num fim de dia de Agosto. Desde o Farol do Bugio, escondido já na contraluz do poente, até à cúpula do Panteão Nacional, ainda com o azul da tarde sobre o lado nascente, estende-se o admirável horizonte da frente ribeirinha de Lisboa. Um balcão perfeito para contemplar a cidade de fora e explorar as potencialidades do Huawei P30 Pro, desde o zoom óptico até 10X (e uma capacidade máxima de zoom até 50X), à Inteligência Artificial HDR+ que permite obter imagens em contraluz com uma definição notável.

13 sítios em Lisboa que são mais do que parecem
Coisas para fazer 13 sítios em Lisboa que são mais do que parecem

Uma loja que é café, um cabeleireiro que é bar, um cowork que é galeria – podíamos continuar a enumerar. Estes espaços são mais do que uma coisa, portanto é fácil de perceber que aqui nada é só aquilo que parece. E não, isto não é nenhuma adivinha para o confundir. Há cada vez mais lugares na cidade que não se contentam em ser apenas uma coisa, espaços que se desdobram em mais do que uma vocação. A propósito de algumas novidades, fizemos uma selecção dos melhores exemplares deste género sem género definido. Para connosco à descoberta.   Recomendado: Os sítios mais alternativos em Lisboa

Praias pet friendly perto de Lisboa para brincadeiras dentro e fora de água
Coisas para fazer Praias pet friendly perto de Lisboa para brincadeiras dentro e fora de água

Se quer ir à praia com o seu cão, não se preocupe: as regras são simples. Nas praias concessionadas, com nadador salvador e infra-estruturas de apoio, só o pode fazer fora da época balnear, que costuma iniciar a 1 de Junho e terminar a 30 de Setembro. Nas praias não-concessionadas, pode fazê-lo durante todo o ano, a não ser que haja sinalética devidamente homologada, com um número de série, a restringir o acesso aos animais e um edital legitimando tal proibição. Quando é proibido, a coima pode chegar aos 2500 euros. Mas não se esqueça: nada disto se aplica no caso de cães de assistência, que podem acompanhar o seu dono em qualquer circunstância. Depois há as outras regras, as da etiqueta, para proporcionar conforto ao seu cãopanheiro e não incomodar os outros veraneantes. Deve levar um chapéu-de-sol, um bebedouro com água fresca, brinquedos para o entreter e sacos para apanhar as suas necessidades. O resto é brincadeira. Aproveite estas praias pet friendly perto de Lisboa. Recomendado: Sítios para adoptar cães em Lisboa e ganhar um amigo para a vida

Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa
Filmes Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

É Verão, os dias já estão mais quentes e as noites tendem a ficar agradáveis demais para serem passadas em frente à televisão. Vá arejar para um cinema ao ar livre em Lisboa, com vista para as estrelas no ecrã e no céu – é um programa perfeito quer esteja sozinho ou acompanhado, mesmo que às vezes seja aconselhável uma manta. Por isso, não hesite: arranje o melhor lugar e vista um casaco se a noite ficar fresquinha. De clássicos do cinema a filmes acabadinhos de sair dos Óscares, em bares com vista ou nos melhores parques e jardins da cidade, este ano volta a valer a pena trocar o escurinho do cinema pelo céu estrelado para assistir a grandes filmes ao ar livre. Recomendado: O melhor do Verão em Lisboa

Ideias para aproveitar os 220 dias de sol em Lisboa
Coisas para fazer Ideias para aproveitar os 220 dias de sol em Lisboa

Bem sabemos que a chuva faz falta, mas é um facto que somos abençoados pelo sol. E se assim é, não vale a pena ficar fechado em casa ou sair de casa de gabardine à espera que chova. Eis algumas ideias para aproveitar os 220 dias de sol em Lisboa: terraços para fazer a fotossíntese, jardins para se estender, novos gelados para provar, caracóis para lamber os dedos, cestas recheadas para fazer um piquenique à maneira, petiscos de Verão, mergulhos em água doce e outros em água salgada. Mais ninguém, além de Lisboa, tem aquela relação tu-cá-tu-lá com um astro que ainda por cima é rei. Vamos tentar viver ao máximo a companhia de sua majestade? Aqui tem muitas ideias para aproveitar o Sol em Lisboa.  Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros

Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa
Coisas para fazer Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Aviso prévio: este artigo é impróprio para cardíacos. Os níveis de adrenalina prometem subir só de ler. É que saltar para o Tejo, entrar num quarto escuro para fazer amigos ou numa sala para partir tudo, fazer coastering, ganhar coragem para um corte de cabelo (mesmo) radical, saltar de asa delta ou passear pela serra de Sintra à noite não é para meninos. Não tem medo e gosta de se pôr à prova? Veio ao sítio certo. Destemidos da cidade: aqui estão as coisas mais radicais para fazer em Lisboa – e riscar da bucket list. Recomendado: Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

Os melhores mercados de fim-de-semana em Lisboa
Coisas para fazer Os melhores mercados de fim-de-semana em Lisboa

Bem que pode regalar-se com compras no Chiado, em Campo de Ourique ou na boutique mais chique do seu bairro, mas não há nada como os mercados de rua. E olhe que há muitos mercados e feiras a visitar em Lisboa. Uma banca de produtos biológicos aqui, uma banca com roupinha em segunda mão, bem vintage, daquela do baú dos avós. Todos têm muitos tesouros por explorar. Todos os meses, durante o fim-de-semana há mercados que se repetem, seja no primeiro domingo de cada mês ou no último sábado. Complete a sua agenda dos dias de descanso e descubra onde pode enfeirar ao sábado e domingo sem dar com o nariz na porta. Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

As 20 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica
Coisas para fazer As 20 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

Demos corda aos sapatos para lhe trazer um apanhado do que há de melhor para fazer na Estrada de Benfica, uma importante artéria da cidade que se estende ao longo de duas freguesias: Benfica e São Domingos de Benfica. Ainda se sente um forte pulsar da vida de bairro nos cafés, restaurantes, mercearias, padarias e em lojas de todos os tamanhos e feitios (o que nos lembra de uma chamada Xanel que vende roupa lingerie e moda para senhoras). O mundo da pastelaria é forte nesta estrada e parece ser um dos novos pólos das mercerarias que apostam na venda a granel com a abertura de duas novas lojas que se juntam nesta estrada a duas históricas mercearias finas. Há ainda dois antigos palácios que estão à sua espera, os melhores locais para se sentar a descansar se decidir fazer o mesmo que nós e percorrer a estrada de uma assentada só. Recomendado: Carta de amor a Benfica por Nuno Markl  

As melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros
Coisas para fazer As melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros

O dinheiro não estica. As carteiras estão tão leves que ameaçam levantar voo e os nossos bolsos são um buraco negro de onde não escapam quaisquer poupanças. Mas é possível aproveitar o melhor que a cidade tem para nos dar sem gastar uma nota (ou gastando uma apenas). Uma nota de dez euros é um rectângulo colorido a que podemos dar muitos usos: serve para fazer origami, usar como marcador de livro ou como guardanapo. Isto são tudo péssimas ideias de como usar 10 euros. As boas ideias vêm já a seguir. Descubra as melhores coisas para fazer em Lisboa até dez euros. Recomendado: Os melhores petiscos em Lisboa até dez euros

O melhor das Festas de Lisboa 2019
Coisas para fazer O melhor das Festas de Lisboa 2019

Desocupe a sua agenda porque vai precisar de espaço (e de muita energia) para o que se segue. Junho é provavelmente o mês em que os lisboetas menos dormem (ai arraiais, arraiais) mas é também o mês em que as olheiras são melhor toleradas no local trabalho, portanto comece por descontrair e siga os nossos conselhos até ao fim. As Festas de Lisboa arrancam oficialmente a 1 de Junho e só nos vão deixar descansar lá para o final do mês, com um belo de um concerto de despedida a cargo de Manuela Azevedo, Ana Bacalhau, Conan Osiris, Lena D'Água, Paulo Bragança e Selma Uamusse, num tributo a António Variações. O Lu.Ca, o teatro municipal totalmente dedicado à criançada, faz um ano, o São Luiz faz 125, e pelo meio há bandas filarmónicas, exposições, uma trezena ao santo casamenteiro, fado do bom no Castelo e coros a soar pela cidade. Isto tudo a acompanhar os arraiais infinitos e as marchas populares.   Recomendado: O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Os melhores parques infantis em Lisboa para pôr os miúdos a brincar
Miúdos Os melhores parques infantis em Lisboa para pôr os miúdos a brincar

Não há nada que eles gostem mais do que uma ida aos baloiços. Os olhos até brilham quando lhes dizemos as palavras mágicas: "Queres ir ao parque?". É que nem é preciso dizer mais nada, nem precisam de saber onde – tudo o que lhes interessa é que vão correr e brincar num sítio onde não faltam baloiços e escorregas. E foi por isso que corremos os parques infantis em Lisboa à procura dos melhores. E não temos dúvidas em dizer que a criançada vai ser feliz em qualquer um destes parques infantis. Para que não falte nada, saímos do centro e pusemos um pé nos arredores – até porque cidades como a Amadora têm apostado nos parques infantis.  Recomendado: Restaurantes com área infantil em Lisboa para refeições felizes

Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa
Coisas para fazer Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa

Gosta de dar um bom mergulho na piscina, mas recusa-se a esvaziar a carteira para o fazer? Depois de explorar as melhores piscinas em Lisboa, partimos em busca das que refrescam as ideias e o corpinho sem dar cabo da conta bancária. Se pensa que no centro da cidade não há piscinas onde possa mergulhar, afaste essa ideia. Dá para ir de Carnide às Olaias e ainda dar um salto até Oeiras ou ao Estoril. Por isso, o melhor é começar à procura do protector solar, agarrar na toalha e preparar-se para dar uns mergulhos sem grandes preocupações. Recomendado: As melhores piscinas para dar um mergulhos em Lisboa

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Comer & Beber

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  Recomendado: Onde comer os melhores tacos em Lisboa

Três sítios para comer carne maturada
Restaurantes Três sítios para comer carne maturada

Carne maturada é uma carne desidratada em ambiente controlado onde a temperatura e a humidade são factores essenciais: a primeira não deve ultrapassar os dois ou três graus, enquanto a humidade deve ser zero. Nestes três sítios pode fincar o dente num belo naco de carne maturada Carnívoro assumido? Marque mesa num dos melhores restaurantes de carne em Lisboa 

Os melhores restaurantes para comer sushi em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes para comer sushi em Lisboa

Quando falamos de sushi, é provável que ainda encontre algumas pedras no caminho: há quem continue a torcer o nariz ao peixe cru e quem ainda tenha dificuldades em separar o trigo do joio — que é como quem diz, em destacar o bom trabalho de sushimen sérios. Uma coisa é certa: a base tem de ter o peixe bem fresco, trabalhado em fatias de sashimi, em rolos com alga ou sem alga, temakis e por aí fora, sempre com um arroz bem temperado. Nesta lista também vai encontrar opções de sushi de fusão, que apesar de ser diabolizado por muitos é bem aceite junto de algumas pessoas com a mente aberta.  Recomendado: Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

Sítios para provar comida sem glúten em Lisboa
Restaurantes Sítios para provar comida sem glúten em Lisboa

Estima-se que a intolerância seja conhecida há pelo menos 1800 anos, mas só nas últimas décadas começámos a dar-lhe especial atenção. O glúten, nome dado ao conjunto das proteínas insolúveis presentes em cereais como o trigo, o centeio ou a cevada, é um inimigo silencioso que em Portugal se vai contornando cada vez melhor – e em Lisboa já há muitas opções certificadas como seguras. Na lista que se segue, onde todos os restaurantes são certificados como aptos para celíacos pela Associação Portuguesa de Celíacos, só tem de se preocupar com o saborear. Estes são os sítios para provar comida sem glúten em Lisboa. Recomendado: Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa
Restaurantes Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

O Verão ainda está longe, mas basta o sol brilhar e a temperatura subir um pouco que um gelado torna-se logo no melhor aliado. Desde os de fruta, de pêra, limão ou framboesa, aos clássicos, como pistáchio, straciatella ou bolacha maria, o céu é o limite no mundo dos gelados (ou gelatos, que as perdições italianas são cada vez mais na cidade). E a verdade é que a lista das melhores gelatarias não pára de engordar de ano para ano. Nesta selecção, tem das mais antigas às mais recentes, incluindo o lugar perfeito (talvez o único) para apreciar um gelado alcoólico servido em cocktail ou como shot. Coma (ou beba) rápido, antes que derreta. Recomendado: Três sítios para comer gelados de rolinho

Os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa

Nesta lista estão os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa. Há aqueles que têm uma vista incrível e servem um fine dining perfeito para ocasiões especiais, com luzes baixas, ambiente intimista, uma música calma. Mas nem todos os jantares a dois têm de ser necessariamente românticos e sossegados. Se optar pela vertente mais descontraída e quiser um encontro num sítio da moda, com boa comida e bom ambiente, para ir cantarolando umas músicas durante a refeição e sair da monotonia, aqui também encontra boas opções. O que interessa é estar sempre bem acompanhado. Recomendado: Nos restaurantes com vista em Lisboa não olhe só para o prato

Três sítios para comer cuscuz
Restaurantes Três sítios para comer cuscuz

É um prato pequenino com bolinhas amarelas, considerado como o prato típico nacional de Marrocos, elaborado com sêmola e água e muitas vezes desvalorizado como sensaborão – o truque está nos temperos. Se à primeira vista é prato simples e rápido de fazer, torná-lo realmente saboroso pode demorar algumas horas. Pode apostar nas especiarias, à boa maneira tradicional, ou acrescentar proteínas diferentes, das carnes variadas ao marisco e legumes.  Dê uma oportunidade a este prato e prove-o em restaurantes dedicados ora à culinária marroquina ora em exclusivo ao cuscuz, ou aceite esta sugestão saudável num restaurante italiano. Recomendado: Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Onde comer sardinha assada em Lisboa
Restaurantes Onde comer sardinha assada em Lisboa

Junho em Lisboa significa cheiro a sardinha assada pela cidade. Assim que finda Maio, é ver grelhas improvisadas montadas nas traseiras de restaurantes e nos arraiais cidade fora. Podem ainda não estar gordinhas – atenção a isso, que o que nós queremos é que estejam prateadas e corpulentas, para as tirar da grelha direitas para o pão e deixás-la escorrer tudo o que podem, tirar a pele com a ponta dos dedos e limpar-lhe a espinha. Isto enquanto se ouve música pimba de qualidade e se põem manjericos ao luar. Se prefere o recato de um restaurante em vez do alarido de um arraial, escolha um destes sítios para comer sardinha assada em Lisboa, bem perto dos festões para poder fazer seguir a noite.  Recomendado: Os melhores restaurantes de peixe e marisco

Avillez fecha três restaurantes em Lisboa
Notícias Avillez fecha três restaurantes em Lisboa

Os restaurantes Za’atar, Pitaria e Cantina Zé Avillez fecharam as portas no começo de Junho de forma discreta. O chef português contava já com 18 restaurantes em Lisboa. O Za’atar era o mais recente dos três restaurantes que José Avillez fechou este mês. Abriu em Setembro, em parceria com o chef libanês Joe Barza, e acrescentou uma bandeira gastronómica ao leque de restaurantes que o português tem na cidade. O fecho, justifica o responsável de comunicação do grupo à Time Out, “foi uma decisão da gestão”, acrescentando que se decidiu abrir outro conceito nesse mesmo espaço, no próximo ano. Depois da notícia deste encerramento, o Expresso avança o fecho de outros dois, a Pitaria, um projecto mais pequeno, em frente ao Bairro do Avillez, no coração do Chiado, com uma carta feita inteiramente de pitas, inaugurado em Fevereiro de 2018. Ao Expresso, o grupo acrescenta que este espaço, “à semelhança do Za’atar, que cumpriu os objectivos delineados, teve o seu sucesso, mas não se justificava que continuasse aberto”. A terceira baixa é a Cantina Zé Avillez, o restaurante que abriu em Março de 2018 na Rua dos Bacalhoeiros, com um registo de “cantina contemporânea com uma cozinha portuguesa familiar” e também encerra agora permanentemente. No lugar da Pitaria, tal como no do Za’atar, deverão surgir novos projectos mas não há nada previsto para o espaço do Campo das Cebolas. A notícia do encerramento destes três restaurantes surge um mês depois da abertura do quarto Cantinho do Avil

Os melhores brunches buffet em Lisboa
Restaurantes Os melhores brunches buffet em Lisboa

O brunch deixou de ser refeição única de fins-de-semana, bem sabemos e apoiamos. Mas esta refeição em formato buffet pede que vá sem qualquer limitação horária e que fique almoçado, lanchado e, às tantas, até jantado para o resto do dia. Nestes restaurantes com brunch buffet em Lisboa pode começar com variedades de pães e waffles, panquecas, ovos e depois entrar numa fase mais séria da refeição – e transformá-la realmente num almoço tardio e corpulento. Não estamos a falar só dos salgados e as tábuas de queijos e enchidos já lá foram. Estamos a falar de pratos compostos, dos de peixe aos de carnes, e sobremesas bem completas. Liberte a agenda e marque já mesa num destes brunches buffet. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Os melhores sítios para beber chá de bolhas
Restaurantes Os melhores sítios para beber chá de bolhas

O chá de bolhas é uma invenção que já vem de 1980, altura em que apareceu pela primeira vez em Taiwan. Existem imensas variedades disponíveis, dos chás de fruta aos chás de leite, servidos gelados ou quentes, com pequenas bolhas feitas de tapioca, com uma textura tipo goma, que são depois sugadas com palhinhas largas. A receita original asiática é precisamente um chá de leite, menos doce e feita com leite, chá preto e pérolas de tapioca, que acabam por dar mais textura do que propriamente sabor. Depois há outra versão, com bolinhas mais frágeis, que são esferificações que rebentam na boca, de vários sabores, como lichia, maracujá ou caramelo. A equipa Time Out sorveu a receita original de chá de bolhas e indica-lhe os seis sítios onde pode ir perceber do que estamos a falar. Recomendado: Os melhores sítios para comer gelados de rolinho

Os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa
Restaurantes Os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa

Este é o roteiro perfeito para quem não é egoísta à mesa e gosta mesmo é de partilhar tudo, das amêijoas aos petiscos mais internacionais. Para almoçaradas de amigos, finais da tarde depois da praia, para melhorar dias de chuva, para lanches ajantarados ou até para jantares fora de horas. A arte de picar é bem típica portuguesa e calha bem a qualquer hora do dia ou qualquer refeição. Descubra aqui os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa, peça uma série de pratinhos em vez de um prato principal só para si e partilhe sem vergonha.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

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O melhor do Time Out Market

Time Out Market: o melhor dos próximos dias
Coisas para fazer Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida.  Mas há mais: a Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e até um curso de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. No final, se planear bem, ainda consegue apanhar um mercado, uma festa ou um concerto no Estúdio ou mesmo no food hall.  Dê uma espreitadela à programação do Mercado da Ribeira. Eis o melhor dos próximos dias no Time Out Market Recomendado: Fim-de-semana perfeito em Lisboa

Os restaurantes do Time Out Market Lisboa
Restaurantes Os restaurantes do Time Out Market Lisboa

Uma revista que se come. Consegue imaginar uma coisa assim? O Time Out Market Lisboa, no Cais do Sodré, é a revista Time Out Lisboa em 3D, para comer e beber em vez de folhear e ler. Para não se perder entre as páginas do Mercado da Ribeira – perdão! Os balcões e restaurantes – fazemos-lhe uma visita guiada pelo espaço que reúne o melhor da cidade debaixo do mesmo tecto. Há uma ala de chefs, muitos deles premiados com estrelas Michelin, e especialidades para todas as horas e todos os gostos, para todas as idades e até para todas as alergias e intolerâncias.  Recomendado: Time Out Market - o melhor dos próximos dias

Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Junho
Coisas para fazer Os workshops de cozinha da Academia Time Out a não perder em Junho

O ambiente na Academia Time Out nunca arrefece. Em Abril, a agenda de cursos de cozinha está bem recheada, à espera apenas de gente com vontade de pôr as mãos na massa. A Academia Time Out tem uma agenda perfeita para quem quer arrancar o mês em grande com workshops que dão a volta ao mundo. Aproveite e aprenda as melhores dicas para uma mesa farta. Os miúdos, como sempre, não foram esquecidos e para eles também há aulas de volta dos tachos: que tal aprender a fazer umas panquecas fofinhas? Toca a vestir o avental. Recomendado: Coisas para fazer em Abril em Lisboa

O melhor do Time Out Market para miúdos
Restaurantes O melhor do Time Out Market para miúdos

O melhor da cidade debaixo do mesmo tecto? Os miúdos vão lá querer perder uma coisa destas. O Time Out Market, no Cais do Sodré, está preparado para todas as famílias, incluindo as que têm elementos esquisitinhos na hora de comer. Até porque a experiência neste espaço com dez mil metros quadrados não se resume aos comes e bebes: há uma escola de cozinha onde os pequenos chefs podem apurar os seus dotes culinários e uma loja d'A Vida Portuguesa onde vale a pena descobrir brinquedos de outros tempos. Fique ainda atento à agenda do Mercado da Ribeira, onde também vão surgindo espectáculos infantis. Recomendado: Os pratos mais lisboetas do Time Out Market  

Três receitas do Time Out Market Lisboa
Restaurantes Três receitas do Time Out Market Lisboa

Dentro do Time Out Market há uma escola de cozinha para aprender pratos de várias gastronomias – pode ir consultando a agenda aqui – mas se ficou com a pulga atrás da orelha quando foi comer a um dos restaurantes do food court e até dá dá um pezinho na cozinha lá de casa, descubra aqui três receitas fáceis (relativamente, vá) de fazer em casa. Pode começar pelos croquetes de queijo de cabra e cebola caramelizada da Croqueteria, para uma entrada salgadinha, seguir para o bife tártaro asiático da Tartar-ia, bem fresco, e acabar com um dos pregos clássicos do Prego da Peixaria. Siga as receitas passo a passo nestes vídeos. Recomendado: Os pratos mais lisboetas do Time Out Market

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Bilheteira Time Out

Uber Eats Battle by Time Out
icon-location-pin Princípe Real
Uber Eats Battle by Time Out

A Time Out juntou-se à Uber Eats para organizar as primeiras grandes batalhas de comida de Lisboa. Frente a frente vão estar restaurantes mexicanos, japoneses e hamburguerias, que fazem parte dos restaurantes disponíveis na plataforma Uber Eats, a competir entre si pelo prémio de melhor da cidade no seu segmento. Os embates acontecem a 6 e 13 de Setembro, no Museu de História Natural, e os vencedores são escolhidos por si. Os bilhetes já estão à venda. No dia 6 de Setembro há logo dois confrontos: um entre restaurantes japoneses, outro entre restaurantes mexicanos. Em cada um deles teremos três restaurantes em competição, e o ambiente só não vai ser de cortar à faca porque antes da decisão final, enquanto come e bebe, há música e animação garantida. Do lado oriental, entram na competição o Aruki, irmão mais novo da Confraria; o Izanagi, do grupo Sushi Café; e o Gunkan, que tem todos os clássicos japoneses. Do lado latino, teremos o El Taco Chingón, cujo nome pode traduzir-se por “o taco fixe”; o Contrabando, com “sabores e cores das Américas”; e o El Cabrón, especialista em tacos e burritos. Neste dia, depois de peças de sushi com peixe fresco e tacos picantes, terá ainda de arranjar um espacinho para os gelados da Nannarella, que terá as sobremesas a seu cargo. No dia 13, a batalha é exclusivamente entre hambúrgueres. Estão confirmadas as presenças do B’Perfect Burgers, o Hamburg The Burger House, o LX Burger, os Vegana Burgers e o The Smokery. Os bilhetes custam 25€ por

Esplendor na Relva
icon-location-pin Sintra
Esplendor na Relva

O título é roubado à obra de Elia Kazan, o primeiro filme com que João Mário Grilo estreou a programação em 2017. Dois anos depois, esta é já a terceira edição em que o realizador português volta a ser responsável pelo cartaz. De regresso ao Palácio de Monserrate, o ciclo de cinema começa na primeira sexta-feira de Agosto, conta com quatro mãos cheias de filmes e a melhor parte do programa acontece à noite (21.30) e ao ar livre, num anfiteatro natural com vista para a serra de Sintra. Os bilhetes vão dos 3,50€ (dos seis aos 18 anos) aos 5€ e, durante as sessões, o Palácio estará também aberto para visita, a partir das 20.00. Pode esperar clássicos como Casablanca (1942), 2001: Odisseia no Espaço (1968), Taxi Driver (1976) ou Annie Hall (1977). Existem ainda matinés infantis aos domingos, às 16.00, e sessões mistério, sempre aos sábados, sempre às 00.00, no auditório do Palácio de Monserrate. Parque e Palácio de Monserrate. De 2 a 31 de Agosto. Sex 21.30 (relvado), Sáb 21.30 (relvado) e 00.00 (auditório) e Dom 16.00 (auditório).

Comic-Con Portugal'19
icon-location-pin Oeiras
Comic-Con Portugal'19

Durante quatro dias, artistas nacionais e internacionais de cinema, televisão, banda desenhada, literatura, cosplay, videojogos, música e Youtube vão passar pelo maior festival de cultura pop do país e estarão presentes em painéis Q&A com os fãs, sessões de autógrafos e fotografias. Para além disto, vão ainda haver exposições temáticas, antestreias exclusivas, torneios de videojogos, concursos de cosplay, venda de merchandising e muitas outras surpresas.

O Sol da Caparica 2019
icon-location-pin Grande Lisboa
O Sol da Caparica 2019

Desde a primeira edição, em 2014, que Sol da Caparica aposta em cartazes feitos (sobretudo) de música em português. E o alinhamento que este ano se perfila no Parque Urbano da Costa não é excepção. São quatro dias de animação, de quinta a domingo, a piscar o olho a famílias inteiras. Entre os nomes confirmados contam-se Anselmo Ralph, Linda Martini, Carlão, Luís Represas, Boss AC ou Capitão Fausto, entre muitos outros.

LISB-ON 2019
icon-location-pin São Sebastião
LISB-ON 2019

Os anos passam e o Lisb-On continua. Não desarma. Sempre com o intuito de dar mais aos seus jardineiros. Este ano, mais uma vez, a organização vai trazer a Lisboa uma enxurrada de bons nomes (mais ou menos) ligados ao universo da electrónica, como Carl Craig, Idjut Boys, Marcel Dettman, Masters at Work, Ten City, Horse Meat Disco ou Róisín Murphy, entre outros. Todos ao Parque Eduardo VII.

Michael Bublé
icon-location-pin Parque das Nações
Michael Bublé

O cantor de jazz-pop canadiano Michael Bublé regressa à Altice Arena a 30 de Setembro e 1 de Outubro para apresentar o álbum Love, editado em Novembro do ano passado pela Reprise. Será a quinta vez que o homem sobe ao palco da sala anteriormente conhecida como MEO Arena. Sempre com lotações esgotadas.

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O melhor de Lisboa, bairro a bairro

Parque das Nações
Coisas para fazer Parque das Nações

Esqueça o sentimento de culpa caso decida refastelar-se numa das mesas que se seguem. É que depois do repasto não faltam quilómetros e mais quilómetros de áreas verdes para fazer a digestão a preceito. Para os mais atléticos, aconselhamos a saltar cedinho da cama ou a aproveitar o melhor da vista ao cair do dia. Em plena zona oriental da cidade, o Parque das Nações é um convite descarado à boa vida, com opções gastronómicas, culturais, desportivas e de lazer. Aproveite o melhor de um bairro que é para toda a família.   Recomendado: As melhores coisas para fazer à beira rio

Alvalade
Coisas para fazer Alvalade

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. 

Santos e Madragoa
Santos e Madragoa

Um jardim pronto, cafés da moda, gelados a chamar pelo Verão, restaurantes imperdíveis e muito mais. Venha daí por Santos e Madragoa.

Chiado
Chiado

Corremos o bairro de uma ponta à outra e reunimos o melhor do Chiado nesta lista. Lojas, restaurantes, hotéis. Estas são as melhores coisas para fazer no Chiado.

Avenida de Roma
Avenida de Roma

Dez sítios que fazem da Avenida de Roma um dos melhores bairros para viver em Lisboa.

Baixa
Baixa

Finte as armadilhas para turistas e descubra pérolas históricas e um fresquíssimo hype traçado a régua e esquadro que quer devolver a Baixa aos lisboetas.

Lx Factory
Lx Factory

Peças de decoração, oficinas criativas, jogos com temática burlesca, vista para o Tejo, noites encantadas e muito mais. Explore esta cidade dentro da cidade com as nossas sugestões de coisas para fazer na Lx Factory.

Príncipe Real
Príncipe Real

Por muito que se conheça e palmilhe o bairro, há sempre qualquer coisa para descobrir.

Alcântara
Alcântara

Se passa por lá sempre que ruma ao ocidente da cidade, desta vez pare e descubra o melhor de Alcântara.

Graça
Graça

Dos restaurantes aos bares, este bairro tem um encanto especial. Descubra o melhor da Graça

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Não perca, já nas bancas

A Time Out desta semana
Coisas para fazer A Time Out desta semana

“O surf consiste na condução de pranchas de poliuretano e fibra de vidro através da rebentação das praias, com exercício de um perfeito equilíbrio e aproveitamento da força das ondas”, lia-se no Diário de Notícias a 21 de Maio de 1977. Era o relato da primeira prova nacional, que acontecia em Ribeira d’Ilhas, na Ericeira, vila reconhecida oficialmente em 2011 pela organização Save the Waves Coalition como a primeira reserva de surf da Europa e a segunda do mundo (desde então mais outras nove se qualificaram, distribuídas pela América Latina, EUA e Austrália). O local – que anos mais tarde foi palco de campeonatos do mundo e assistiu a duas vitórias marcantes de Tiago Pires – era então frequentado quase apenas por surfistas, que, com umas bandeirolas e cadeiras emprestadas pela Junta de Freguesia, fizeram a primeira competição de que há rasto. Hoje, 42 anos depois, a vila e o surf evoluíram para uma relação séria, sendo este desporto o principal impulsionador de negócios na zona, entre hotéis, restaurantes, bares, lojas e escolas. Para quem não lá vai há uns tempos, a quantidade de novidades é impressionante e um bom pretexto para uma visita em breve, ainda durante o Verão – tudo o que precisa de saber encontra-se nas páginas seguintes. Arme-se em surfista ou em turista e vá lá passar uns dias.

Olhá Time Out Miúdos 2019!
Notícias Olhá Time Out Miúdos 2019!

O mundo é o bairro da minha infância. O bairro onde crescemos – com o café onde vamos buscar o pão todas as manhãs, o parque onde baloiçamos quase até tocar com os pés no céu e a costureira que nos trata das bainhas desfeitas de tanto brincar – é o nosso mundo até ultrapassarmos fronteiras e ganharmos mais mundo. Em Lisboa, cada bairro é um mundo de possibilidades para as famílias explorarem juntas, com cada vez mais atracções e actividades para os miúdos crescerem. Ficarem a postos para o mundo lá fora. É isso que pode descobrir nas páginas deste guia de sobrevivência para pais alfacinhas. Mas há mais, muito mais: as estreias de cinema que não podem perder até ao final do ano, as melhores gelatarias da cidade para se lambuzarem, as lojas e marcas que juntam estilo a sustentabilidade, ideias para apagar as velas em grande, escapadinhas a menos de uma hora de Lisboa (o mais difícil vai ser enfiá-los no carro...) e até um livro de actividades com 20 curiosidades sobre os animais do Jardim Zoológico. Time Out Miúdos, já nas bancas.  3€ + As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa

Time Out 2POR1: as ofertas desta semana
Coisas para fazer Time Out 2POR1: as ofertas desta semana

Todas as semanas, a Time Out Lisboa tem as melhores ofertas da cidade a preço de saldo. Venha descobri-las e, aconteça o que acontecer, não perca o 2por1 desta semana. + A Time Out desta semana

Guia dos melhores restaurantes de Lisboa
Notícias Guia dos melhores restaurantes de Lisboa

Saíram 16, entraram 36, mas ficaram os mesmos. Podia ser o princípio de uma adivinha bem engendrada ou o final de uma conta mal feita, mas é apenas o resumo desta edição do Guia de Restaurantes de Lisboa da Time Out. Este ano, além dos 150 melhores restaurantes e das 25 melhores tascas, acrescentamos 20 apostas. São casas que não abriram há tempo suficiente para entrar nestas contas e que não tivemos tempo oportunidade de criticar, mas que já experimentámos ou que, por experiência, apostamos que vão valer a pena. Porquê fazer esta ginástica? Recapitulemos então. Os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições - o mesmo é dizer, como qualquer cliente – e, na melhor parte dos casos, repetem a visita antes de se pronunciar. Acresce que nenhum restaurante é criticado antes de cumprir três meses de porta aberta e, por princípio, nenhum é aclamado com cinco estrelas ou despachado com apenas uma sem que um segundo crítico subscreva essa avaliação. Já sabia de tudo isto? É provável que sim. Estes últimos 470 caracteres são descaradamente copiados do guia do ano passado. Mas podiam também ter sido roubados à edição do ano anterior a esse ou à de outro antes ainda. Porque há onze anos que a Time Out faz questão de repetir esta cartilha em tudo o que faz e de a respeitar sem cedências. O que é que isso vale? Ainda e sempre, é a si que cabe dizer.   Os guias do Porto e de Lisboa Fotografia: Inês Félix     O que temos, contas redondas

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Cinema e televisão

As melhores séries do momento
Filmes As melhores séries do momento

Com o aparecimento das plataformas de streaming, cada vez mais pessoas começaram a ver cada vez mais séries. Seja em grandes maratonas durante os dias de semana que, pela manhã, são denunciadas pelas olheiras, ou em fins-de-semana passados no conforto do lar. As narrativas que hoje nos chegam são algumas das melhores que já agraciaram o pequeno ecrã e a tendência parece ser continuar a esticar a corda em busca de mais e melhor material. Seja o tema um desastre nuclear que ainda não tinha chegado de forma justa à ficção ou uma pequena cidade no meio do Indiana que procura explicações para acontecimentos bizarros, estamos hoje perante uma era dourada. Estas são as melhores séries do momento. Recomendado: As séries originais Netflix que tem de ver

Quatro séries para ver em Julho
Filmes Quatro séries para ver em Julho

Este mês faz-se de regressos fortes e emotivos e o desafio vai ser conseguir manter a agenda social com tanta televisão de qualidade para ser vista. A Netflix leva claramente a melhor em Julho com três apostas difíceis de bater: Stranger Things, La Casa de Papel e Orange Is The New Black. São três das suas séries mais vistas e sem episódios novos há mais de um ano. Por sorte (ou nem tanto), estreiam em semanas diferentes, para nos dar tempo de irmos devorando uma a uma. Mas há mais: a SIC Radical, que habitualmente não entra nas nossas contas, tem vindo a apostar na ficção estrangeira de qualidade que, aparentemente, tem sido votada ao esquecimento. Este mês traz-nos, por exemplo, a série italiana Romanzo Criminale. Eis as séries que não pode mesmo perder em Julho. Recomendado: As melhores séries do momento

As 13 séries na HBO que vale a pena ver
Filmes As 13 séries na HBO que vale a pena ver

Se a vida já estava difícil com tanta oferta, com a chegada da HBO ficou ainda mais complicado gerir a agenda – e não falamos apenas da vida social, mas do calendário de estreias de séries. A pensar nisso, fizemos-lhe uma selecção das séries na HBO que vale a pena ver e que nunca o farão perder tempo. Recuperamos os clássicos que não pode perder e as novidades que têm dado que falar. De Os Sopranos e A Guerra dos Tronos até ao mais recente fenómeno Chernobyl, estas são as 13 séries na HBO que vai gostar de ver. Recomendado: As melhores séries do momento   

Dez filmes com os Beatles e muitos beatlemaníacos
Filmes Dez filmes com os Beatles e muitos beatlemaníacos

Em Yesterday, o novo filme de Danny Boyle que se estreia em Portugal esta semana, o protagonista, um cantor e compositor pop frustrado, é lançado para um mundo em que os Beatles nunca existiram. Para contrariar uma tal visão de pesadelo, fomos buscar uma dezena de filmes com os Beatles, entre ficções, animações e documentários, e que incluem clássicos como a estreia dos Fab Four no cinema, que em Portugal teve um título surreal, Os Quatro Cabeleiras do Após-Calipso, a animação de culto O Submarino Amarelo ou a comédia Beatlemania, realizada por Robert Zemeckis em 1978. Recomendado: Sete filmes sobre músicos

Chamam-lhe série, mas 'Golpe de Sorte' é uma telenovela
Filmes Chamam-lhe série, mas 'Golpe de Sorte' é uma telenovela

★☆☆☆☆ “Ninguém fala noutra coisa.” “A série que vai mudar as suas noites”, proclama, com a conhecida modéstia das televisões generalistas, a voz off da SIC a propósito de Golpe de Sorte (SIC, Seg a Sex 21.45). Como se a SIC tivesse estreado o equivalente português de Black Mirror, Downton Abbey ou A Agência Clandestina, ou ao menos conseguido emular a histórica Sara de Marco Martins na RTP. Mas vai-se a ver e a muito trombeteada “série” não passa de uma telenovela de bolso, muito mal camuflada de “ficção nacional”, condensada em duas dezenas de episódios em vez de se arrastar pelos 365 da praxe. Golpe de Sorte tem uma heroína pobre, honesta e muito trabalhadora que ganha o Euromilhões e anda à procura de um bebé que lhe foi tirado quando era nova; tem uma vilã interesseira e pérfida; tem um casal de vigaristas; tem uma ceguinha; passa-se numa localidade cheia de personagens de cartão e cola (as velhas beatas, o padre “modernaço”, o autarca ridículo, etc.); banha em molho de canções pirosas; e é protagonizada por uma selecção de actores e actrizes estimáveis e veteranos, e de carinhas larocas e panões. Ou seja, chamam-lhe série, mas Golpe de Sorte tem mais do que ar de telenovela, mexe-se como uma telenovela, sabe a telenovela, soa a telenovela, passa em horário de telenovela. A única diferença é que é, misericordiosamente, mais curtinha.

As estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano
Filmes As estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano

Entre os filmes portugueses que têm a sua estreia confirmada até final do ano, há dois sobre cantores: Variações, uma biografia de António Variações, e Tony, um documentário biográfico sobre Tony Carreira, este assinado pelo experiente Jorge Pelicano. A estes juntam-se uma rara fita histórica, Viriato; Linhas Tortas, assinado por Rita Nunes; Tristeza e Alegria na Vida das Girafas, originalmente uma peça de teatro agora transposta para o cinema por Tiago Guedes, e ainda António Um Dois Três, uma produção entre Portugal e o Brasil, rodada em Lisboa por um realizador brasileiro e com actores dos dois países. Aponte estas estreias de filmes portugueses que não pode perder até ao final do ano. Recomendado: Oito filmes portugueses tão maus que até fazem doer  

Os melhores filmes de Brad Pitt
Filmes Os melhores filmes de Brad Pitt

Falar de William Bradley Pitt é falar de pedaços cinematográficos como Snatch – Porcos e Diamantes, Sete Pecados Mortais ou Clube de Combate. É, também, falar do Óscar que nunca recebeu, e de toda a injustiça que nesse tópico possa caber. Mas isso não o impediu de continuar a dar vida a histórias icónicas – personagem atrás de personagem, a carreira de Pitt foi-se fazendo com escolhas serpenteantes de papéis, cruzando caminhos com alguns dos nomes mais importantes da indústria. Tarantino, os irmãos Coen, Soderbergh, Ridley Scott ou  Fincher fizeram-nos chegar clássicos onde as prestações do oklahoman se imortalizaram. E esta é a lista que o mostra, com os melhores filmes de Brad Pitt. Recomendado: Os melhores filmes de Keanu Reeves

13 séries novas da Netflix que vale a pena ver
Filmes 13 séries novas da Netflix que vale a pena ver

Não é possível falar de séries sem falar do serviço de streaming. É muito graças à forte aposta da Netflix na produção audiovisual que o panorama televisivo melhorou nos últimos anos. É a nova era dourada da televisão. Todas as semanas se estreiam no popular serviço de streaming séries e filmes que não se encontram em mais lado nenhum. O difícil muitas vezes é, na verdade, acompanhar o ritmo. Como escolher o que ver quando a opção é tanta? Damos-lhe uma ajuda, apontando as séries novas da Netflix que vale a pena ver.  Recomendado: Dez séries originais Netflix que tem de ver

Cinco séries para ver em Junho
Filmes Cinco séries para ver em Junho

Agora que A Guerra dos Tronos chegou ao fim, os canais de televisão e serviços de streaming voltam a apostar forte na sua programação. Não é por acaso: competir com o maior fenómeno televisivo pode ser uma luta inglória. Mas a verdade é que assim ficamos todos a ganhar porque temos sempre televisão de qualidade para ver. Acabada a luta pelo trono, voltamos a ter tempo para outras séries e Junho promete dificultar-nos a vida, especialmente com alguns regressos muito desejados como Big Little Lies na HBO ou The Handmaid’s Tale no NOS Play. Aí vão cinco séries para ver em Junho. Recomendado: As estreias de cinema que não pode perder até ao fim do Verão

Sete aventuras de Aladino no cinema
Filmes Sete aventuras de Aladino no cinema

Estreia-se esta semana a versão com actores e efeitos digitais de Aladdin, da Disney, após a animação de 1992 em que Robin Williams brilhou no papel do Génio da Lâmpada (Will Smith é agora o seu substituto). Só que Aladino já apareceu antes por várias vezes no cinema, quer em filmes de imagem real, quer noutras animações. Fomos buscar sete fitas em que o herói das Mil e Uma Noites foi protagonista – de uma produção norte-americana muda de 1917, interpretada por crianças, até três comédias francófonas, passando por uma versão feita na antiga União Soviética.  Recomendado: As sequelas e os remakes mais aguardados da Disney

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Arte e Cultura

Cinco exposições em Lisboa a não perder nos próximos meses
Arte Cinco exposições em Lisboa a não perder nos próximos meses

A agenda de exposições em Lisboa vai de vento em popa. Há cinco, pelo menos, que não pode mesmo perder. Pode deitar o olho (e meter a mão na consciência) numa exposição que homenageia os 20 anos de carreira do artista Vasco Araújo no MAAT ou aventurar-se a descodificar quem é o misterioso Banksy e pensar sobre as suas reinvidicações. Já o Museu da Marioneta presta uma homenagem ao teatro de marionetas chinês, enquanto o Jardim Botânico recebe com peças feitas a partir de lixo encontrado na costa portuguesa. Recomendado: Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Banksy é um génio ou um vândalo? Descubra a resposta na Cordoaria Nacional
Notícias Banksy é um génio ou um vândalo? Descubra a resposta na Cordoaria Nacional

Têm autor, mas não há rosto por trás delas. Mais de 70 obras de Banksy chegam à Cordoaria Nacional esta sexta-feira cedidas não pelo artista mas por vários coleccionadores privados. “Banksy: genious or vandal?” é a primeira grande exposição em Portugal de obras do artista britânico a quem nunca ninguém viu o rosto – e que mesmo assim consegue trocar as voltas ao mundo com os seus constantes manifestos artísticos. Esculturas, stencils em telas, serigrafias, instalações, vídeos e fotografias, tudo originais que vêm parar a Lisboa e que por aqui vão ficar até 27 de Outubro. “Lisboa tem uma óptima geografia e é uma das cidades com mais cultura de street art, por isso fazia sentido trazer para cá uma exposição como esta”, explica Alexander Nachkebiya, curador da mostra que tem a chancela da Everything is New em colaboração com a britânica Lilley Fine Art / Galeria de Arte Contemporânea. “É uma grande oportunidade tanto para os lisboetas como para os turistas verem uma mostra com esta dimensão” – diz, contando que foram já mais de 600 mil as pessoas que viram “Banksy: genious or vandal?”, que já esteve em Moscovo, São Petersburgo e Madrid. Sem surpresa, esta exposição traz colada a si o selo de “não autorizada”, ou não fosse esta a luta habitual de Banksy. A arte urbana deve ser pública e gratuita, defende o artista, conhecido pelo seu trabalho de forte cariz social e político, sem esquecer nunca o sarcasmo. No seu site, Banksy faz questão de apontar todas as exposições “fake”

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Junho
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Junho

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, muitas delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Portanto, não há crise, porque entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro que não se podem perder em Junho. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder
Coisas para fazer A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Pode odiar muitas coisas em Lisboa, até reconhecemos que a nossa cidade tem uma série de defeitos, mas se há coisa de que não se pode queixar é da agenda cultural. É ela que o obriga a sair porta fora quando a vontade de saltar do sofá é igual a zero. Os programadores culturais acabam-lhe com a letargia do corpo para poder aproveitar a cidade ao máximo, sobretudo no que diz respeito às exposições espalhadas por museus e galerias de Lisboa e aos espectáculos de teatro, dança ou comédia.   Aproveite o recheio desta agenda cultural de Lisboa e faça-se ao piso. Recomendado: Os melhores eventos em Lisboa em Maio

Teatro para resistir à loucura e continuar a viver
Notícias Teatro para resistir à loucura e continuar a viver

Ballyturk, de Enda Walsh é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, que estreia esta quarta-feira. Um jogo para não cedermos à insanidade. Estamos num armazém feito casa, com tudo que uma casa requer: micro-ondas, frigorífico, móveis que servem de dispensa para latas de ervilhas, um duche, uma bicicleta de ginásio, um guarda-roupa de tamanho considerável, uma mesa e duas cadeiras. Tem tudo menos porta. Como vieram estes dois homens aqui parar, não sabemos. Sabemos que, se estão aqui, têm que se entreter. Cereais ao pequeno-almoço, exercício físico a seguir e um pezinho de dança. Há isso e há Ballyturk, uma aldeia irlandesa de três ruas, recriada com os seus poucos habitantes e estereótipos – para neles encarnar e prosseguir –, que dá nome à peça. Ballyturk, de Enda Walsh, é o novo espectáculo dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, para ver a partir desta quarta-feira no Teatro da Politécnica. A relação com o dramaturgo e encenador irlandês não é nova. Em 2004, Walsh deu um seminário de encenação para a companhia lisboeta, que, desde aí, fez seis espectáculos seus, incluindo Ballyturk, cujo manuscrito enviou para os Artistas Unidos, dizendo-lhes que gostaria que a fizessem. “Adoro Enda Walsh e esta estranha mistura irlandesa entre o cómico de salão rasca com a metafísica”, diz o encenador. “Acho A Farsa da Rua W [que Silva Melo encenou em 2011 na Politécnica] uma das grandes obras-primas destes tempos pós-Beckett. E se já pr

Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama
Notícias Nicolau Breyner, Marina Mota, Diogo Infante: Lisboa tem um Passeio da Fama

A Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, é agora lugar de passagem obrigatória para os amantes do teatro. Maria do Céu Guerra, Eunice Muñoz, Luís Miguel Cintra, Nicolau Breyner e Ruy de Carvalho são alguns dos 35 nomes já gravados na calçada portuguesa do Jardim Alfredo Keil. No Dia Mundial do Teatro, a Freguesia de Santo António celebra a arte junto das pessoas, com a inauguração de um Passeio da Fama, na Praça da Alegria. A cerimónia está marcada para as 17.30 e contará com a presença de alguns dos artistas homenageados, como Diogo Infante, Fernando Mendes, José Raposo e Marina Mota. “Há nomes incontornáveis, mas quisemos também dar espaço aos que ainda estão entre nós”, diz à Time Out Vasco Morgado, presidente da Junta de Freguesia de Santo António e actual director artístico do Teatro Villaret. Com fortes ligações ao mundo do espectáculo, é ainda filho da actriz Vera Mónica e neto da actriz Laura Alves e do actor Vasco Morgado, já representados nesta calçada portuguesa. Fotografia: Duarte Drago Na freguesia lisboeta com mais teatros por metro quadrado, esta “é uma homenagem a todos os que dedicam a vida aos palcos” e haverá por isso lugar para cenógrafos, produtores e contrarregras. “Queremos iniciar uma tradição na cidade com um projecto permanente, mas que ainda não está fechado”, explica Vasco Morgado. “A ideia é, para o ano, acrescentar mais nomes.” Fotografia: Duarte Drago Com um investimento de cerca de três mil euros, o Passeio da Fama foi fe

Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”
Comédia Herman José: “É mais difícil ser consensual do que controverso”

Foi preciso esperar até aos 64 anos para subir em nome próprio ao palco do Coliseu de Lisboa. Herman José, referência da cultura popular e ídolo de meio país (será mais?), estreia-se no palco lisboeta a 12 e 13 de Abril. Não há drama nem mágoa por só agora acontecer, “com Amália foi a mesma coisa”. A espera permitiu, na verdade, aprimorar o espectáculo que o tem posto na estrada. Apesar de ainda faltar pouco mais de um mês para Herman de Big Band em Ris-te, o artista tem-se dedicado à imprensa. Quando nos sentámos com Herman José, já o humorista tinha perdido a conta às entrevistas. Mesmo assim, não contou o tempo, nem perdeu a piada ou o charme. Tem sido um dia difícil? Como o espaço é benigno e a causa é muito gira não me chateia nada. Mas ainda tem paciência para dias assim? Ou agora é que tem paciência? Acho que agora dou um bocadinho mais de valor. A pessoa quando é nova é tudo um grande enfado. Ai, que maçada, estão estas pessoas a pedir autógrafos. Às vezes, quando os meus colegas mais novos se vêm queixar, aquelas miúdas das novelas, eu digo: ó filha, vai para Badajoz que já ninguém te conhece. A razão que nos traz aqui é tão simpática. O espectáculo que vou fazer aqui é uma maneira de homenagear os fiéis, aqueles que querem muito estar com o artista. São momentos tão simpáticos que falar neles é uma coisa agradável. Isso é fruto da experiência? Temos obrigação de descobrir quais são os mecanismos de compensação do processo de envelhecimento. Na juventude é tud

Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor
Comédia Jimmy Carr: É o público que define os limites do humor

Tem uma gargalhada característica, um sentido de humor próprio e piadas rápidas, conhecidas por one liners. Já gozou com crianças com síndrome de Down, soldados feridos no Afeganistão e Reeva Steenkamp, assassinada por Oscar Pistorius – três exemplos do humor negro e desconcertante de Jimmy Carr. O britânico, um dos mais destacados humoristas da actualidade, vem pela primeira vez a Portugal. Tem quatro sessões marcadas em Lisboa (uma das quais é uma entrevista com Ricardo Araújo Pereira), esta sexta-feira e sábado no Cinema São Jorge, mais uma em Braga (17) e outra no Porto (18). Em Lisboa, a primeira data anunciada esgotou em menos de 24 horas, um feito que não é novidade para Carr, que anda há mais de um ano em digressão pelo mundo com o seu The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits. O nome diz tudo: é o melhor daquilo que já fez e que pode ser visto também na Netflix, onde tem ainda o espectáculo de stand-up Funny Business e o programa The Fix. Apanhámo-lo entre voos, a caminho de Nova Iorque, antes de chegar a Lisboa. Nunca pára? Não. Tem sido uma digressão muito ocupada. No ano passado, acho que fui a 30 países, apanhei cerca de 165 voos. Estou sempre a viajar. Acho que é aquela coisa encantadora de as pessoas quererem ouvir as piadas e estarem dispostas a ir ter com elas. Adoro este trabalho. Quando é que tudo começou? Oh, meu deus, foi no virar do século, por volta de 2000. Já foi há 18, 19 anos que comecei na comédia. Tive um bom emprego durante um temp

Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal
Notícias Almada dá palco às más notícias que não vêm no jornal

A nova criação da Companhia de Teatro de Almada é um texto e encenação de Rodrigo Francisco. Fenda, que se estreia esta sexta-feira no Teatro Municipal Joaquim Benite, é o declínio do jornalismo e das relações humanas. Sentada na cama, Catarina come arroz de bacalhau à meia-noite e meia. Imaginamos que não tenha tido tempo para o fazer antes. Leva umavida madrasta, de jornalista prestigiada, de rosto da informação e do comentário, sem horários, praticamente sem privacidade. E Fenda – o novo espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, com texto e encenação de Rodrigo Francisco, que nunca havia levado a palco um texto de sua autoria – joga muito com o binómio privacidade/espaço público. Através de uma cenografia (de Jean-Guy Lecat) rapidamente mutável, as mesmas paredes e diferentes perspectivas dão-nos a sala de Catarina ou o estúdio onde comenta mais um naufrágio ao largo de Lampedusa. Há câmaras de televisão e projecção de vídeo, que servem para nos deixar ver melhor. Pontos de vista para um mundo onde não se está bem, como sublinha Rodrigo Francisco. “Acho que passa por este texto um certo mal-estar, que é mais ou menos comum a nós todos, pessoas que nos preocupamos com estas coisas, a certa altura na conversa entre a jornalista e o patrão ela diz: ‘A sensação que eu tenho é que isto que andamos a fazer já não faz sentido, vem aí outra coisa’. Essa outra coisa que vem aí, que tem que ver com a ascensão dos populismos, é algo que ainda não entendemos mas que nos faz sent

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março
Teatro As peças de teatro em Lisboa a não perder em Março

Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, grande parte delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, Lisboa tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Podemos dizer que há de tudo nesta selecção, em constante actualização. Há companhias históricas, mas também emergentes. Nomes bem conhecidos e outros sobre os quais ainda vai ouvir falar garantidamente. Está à espera de quê para ir ao teatro? Março é tanto mês de continuação de carreiras, como de estreias. E não é avaro na diversidade das propostas que apresenta, venham elas dos clássicos ou tenham sido acabadas de escrever – se calhar é a Primavera à espreita. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

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Música

MEO Sudoeste: seis concertos a não perder
Música MEO Sudoeste: seis concertos a não perder

Nos últimos anos, o MEO Sudoeste reinventou-se. Já foi um festival de Verão de referência, povoado ao longo de sucessivas edições por nomes como PJ Harvey, Sonic Youth, Belle & Sebastian ou Gilberto Gil, entre muitos outros, mas hoje é uma coisa diferente. Um festival mais adolescente e onde as guitarras foram substituídas por electrónicas e hip-hop, sem os nomes que fizeram durante anos as delícias dos críticos de música e dos fãs mais velhos. Este ano, o campismo abre as portas a 3 de Agosto, e há DJ sets a partir dessa altura. Mas o começo oficial está marcado para dia 6 e o palco principal só é inaugurado no dia 7. Dia 10, as férias na Zambujeira do Mar chegam ao fim. Pelo meio, há concertos a não perder. Como estes. Recomendado: MEO Sudoeste: seis coisas para fazer enquanto o seu filho dança

Deus é mulher, Deus é Elza
Música Deus é mulher, Deus é Elza

Pobre, mulher e negra. “Tinha tudo para não dar certo”, diz Elza Soares – e, em muitas medidas, não deu. A sua história divide-se entre o sucesso como sambista e exploradora de novas sonoridades para a MPB, entre uma carreira recheada e as sucessivas tragédias da vida pessoal: a morte de quatro filhos, a viuvez à saída da adolescência, a violência do casamento com Garrincha, estrela de futebol cujo alcoolismo o matou a ele, de cirrose, e à mãe dela, em 1969, num acidente de carro (que o jogador conduzia embriagado), o exílio. Resistiu sempre. Avançou sempre. Quando seria expectável que se entregasse aos êxitos e vivesse do prestígio como intérprete, Elza surpreendeu com o primeiro disco de originais, A Mulher do Fim do Mundo (2015). Uma bomba. Deus É Mulher (2018) confirmou o renascimento tardio. Nunca soou tão jovem, tão estimulante. Nunca deu tão certo. Nesta quarta-feira, a cantora brasileira volta a actuar em Lisboa, dois anos depois dos concertos no Coliseu dos Recreios e no NOS Primavera Sound, no Porto. Meses antes, em Novembro de 2016, deixou exultante quem a viu no Vodafone Mexefest, também no Coliseu. Desta feita, actua no Capitólio, com um cenário diferente: o caldeirão violeta de A Mulher do Fim do Mundo dá lugar à entidade criadora de todas as coisas, à luz divina – e feminina – de Deus É Mulher (mantendo no alinhamento canções do disco anterior). A trupe paulistana liderada por Guilherme Kastrup, o director musical responsável por esta nova vida de Elza, contin

Os concertos que Dino d’Santiago não quer perder no Super Bock Super Rock
Notícias Os concertos que Dino d’Santiago não quer perder no Super Bock Super Rock

É um mundo novo aquele que Dino d’Santiago vive, e Madonna não tem nada a ver com isso. Desde que editou Mundo Nôbu no final do ano passado que o músico não tem parado – de dar concertos e de surpreender. E é por isso também que o concerto no Super Bock Super Rock promete ser especial (Qui 20.00).  “O alinhamento vai ser quase todo novo”, diz-nos Dino, contando que o concerto no festival vai servir também de celebração a tudo o que lhe tem acontecido. “E vai ser um momento para marcar a internacionalização”, acrescenta, revelando ter assinado com uma agência londrina.  “Além disso, a Alexandra Moura tem estado a preparar uma roupa nova para o Super Bock Super Rock.” A parceria entre Dino d’Santiago e a designer de moda não é de agora: desde que editou Mundo Nôbu que o músico tem aparecido com várias peças de Moura. “Vai ser lindo”, não hesita em dizer, sem esconder o entusiasmo por actuar no Meco.  No dia em que sobe ao palco, o nome maior é Lana del Rey (Qui 00.15), concerto que Dino não quer perder. “Quero perceber como é que a música dela funciona no festival”, diz, sem esquecer os portugueses Conan Osiris (Qui 22.30) e Branko (Qui 21.45), com quem tem colaborado. “Sei que estão a apostar forte para o Super Bock”, diz.  Já no segundo dia, as atenções de Dino viram-se para o canadiano Kaytranada (Sex 01.15), nome grande do hip-hop. “Não quero mesmo falhar. Estou a falar de ver lá à frente.”  Mas é no último dia que o músico quer ver mais concertos. Começa logo

Super Bock Super Rock: nove concertos a não perder
Música Super Bock Super Rock: nove concertos a não perder

Depois de quatro anos no Parque das Nações, em Lisboa, o Super Bock Super Rock está de volta à Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco – onde já tinha estado entre 2010 e 2014. O cartaz, esse, segue na mesma direcção dos últimos anos. Ou seja, o rock que dá o nome ao festival é cada vez menos importante e o cardápio de artistas mais abrangente. Entre os trunfos desta 25ª edição estão os cabeças de cartaz Lana Del Rey, Phoenix e Migos, além de nomes como Cat Power, Calexico & Iron and Wine, Janelle Monáe ou os portugueses Conan Osiris, Capitão Fausto e Profjam. Recomendado: Guia completo dos festivais de Verão

Milton Nascimento: “Nos dias de hoje, só a música salva”
Música Milton Nascimento: “Nos dias de hoje, só a música salva”

A história de Milton Nascimento é uma síntese da beleza, do sofrimento e da diversidade do povo brasileiro. Nasceu em 1942 na Tijuca, no Rio de Janeiro, filho de uma empregada doméstica que foi abandonada grávida pelo namorado. Antes de completar dois anos, a sua mãe morreu com tuberculose. Foi adoptado por um casal de classe média e mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais. Sendo uma das poucas crianças negras naquela pequena cidade, sofreu diariamente com o preconceito. A música indígena e as canções rurais do seu estado adoptivo influenciaram os anos de crescimento e reverberaram nas suas canções. A carreira começou a projectar-se internacionalmente quando o saxofonista americano Wayne Shorter, colega de Miles Davis, o convidou a gravar um disco em 1975. Mas antes disso já tinha editado alguns álbuns a solo e participou numa das mais belas obras do património da música brasileira, o Clube da Esquina. Foi um acaso feliz, o encontro destes amigos. Estavam no local certo, à hora certa. Em 1963, Milton Nascimento foi para Belo Horizonte, onde conheceu músicos e letristas como Lô Borges, Beto Guedes, Fernando Brant, Flávio Venturini, Toninho Horta, Wagner Tiso, Tavinho Moura, Tavito, Robertinho Silva e Luiz Alves. Com eles formou um colectivo que se juntava para tocar na esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis no bairro de Santa Tereza. À procura de paz, o grupo acabaria por compor a maioria do alinhamento do primeiro disco na praia deserta de Piratininga, no Rio de Jan

O flamenco mais cubano de Lisboa é de Diego El Gavi
Notícias O flamenco mais cubano de Lisboa é de Diego El Gavi

Diego El Gavi quer quebrar as barreiras que apartam a cultura cigana e, a partir do flamenco, criou um disco atlântico. Vai apresentá-lo esta quinta-feira no São Luiz. Depois do concerto, vai “desmistificar a cultura cigana”. “Há males que vêm por bem.” Em 2018, Diego El Gavi perdeu “o trabalho de um ou dois anos”. O disco em que se propunha abrir o flamenco ao mundo – ao jazz, ao bolero, à salsa e ao montuno – perdeu-se na memória de um computador infecto. As gravações ficaram inacessíveis, cortesia de um daqueles vírus que não se vêem ao microscópio. “Senti-me tão triste!” Confidenciou o infortúnio a Ricardo José Lopes. O produtor “ficou sensibilizado”. Abriu-lhe as portas do estúdio e foi gravar com ele. “As condições eram muito melhores e houve tempo para repensar algumas coisas”, diz Diego, mais satisfeito com o resultado da segunda tentativa do que com o que havia da primeira. Nesta quinta-feira, vamos poder confirmá-lo na apresentação ao vivo de Puerta del Alma, no São Luiz. “As pessoas estão a precisar de uma injecção de coisas novas. Não é música que ouçamos todos os dias.” Diego pegou no flamenco e abordou-o através do jazz latino e dos ritmos quentes da música cubana. Não é um disco fechado num género, insiste, “é world music”. Ao vivo, tal como no estúdio, é acompanhado por Paulo Croft (guitarra), Victor Zamora (piano), Carlos Mil-Homens (percussão), Léo Espinosa (baixo) e Ricardo Pinto (trompete). A Fábrica Braço de Prata é um dos palcos habituais do grupo. Za

“A música, a poesia e a filosofia sempre me salvaram. Até de mim próprio”
Música “A música, a poesia e a filosofia sempre me salvaram. Até de mim próprio”

Ao longo de cinco discos, Ricardo Ribeiro fez o que se esperaria de um fadista: cantou o fado. O sexto trabalho é muito diferente. Respeitosa Mente, feito com o pianista João Paulo Esteves da Silva e o percussionista Jarrod Cagwin, é uma viagem de difícil catalogação pela extensa cultura do Mediterrâneo. Saiu no final de Abril, mas só agora subirá ao palco do Centro Cultural de Belém. Não o preocupa que as ciosas gentes do fado gostem ou não desta deriva. O que o deixa “nervoso” é que vai tocar guitarra ao vivo. As escovas e o piano que se ouvem a abrir o disco, em “Depois de Ti”, estão lá para abrir caminho por entre quem vai a contar com um disco de fado?Sim. O disco nasce de uma necessidade interior de cantar outra música e outra poesia. Seguia o João Paulo [Esteves da Silva] como músico, compositor e poeta, e quando nos conhecemos pessoalmente em 2016 (ele participou no Hoje é Assim, Amanhã Não Sei), sentimos um desejo muito particular de fazer algo muito nosso. A percussão veio depois: quando preciso da nobreza e da delicadeza do ritmo é Jarrod [Cagwin] com quem conto.
 Há poucos anos, dizia que não fazia planos para não estragar os planos que a vida poderia ter para si, citando Agostinho da Silva. Dizia-o a propósito de Hoje é Assim, Amanhã Não Sei, um título premonitório.A arte é a exaltação da liberdade total. As artes não têm regras. Gosto muito de etimologia e vou sempre à procura da natureza essencial das palavras. Regra significa fechar, bloquear a determinado p

Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian
Música Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian

A temporada 2019/20 da Fundação Gulbenkian é marcada por três efemérides – os 150 anos do nascimento de Calouste Gulbenkian, os 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven e os 50 anos de Michel Corboz à frente do Coro Gulbenkian – e por um regresso – o de Maria João Pires, com três recitais, em piano solo, em piano a quatro mãos e num programa de canções arménias. O concerto inaugural só terá lugar a 7 de Setembro, mas, atendendo ao padrão dos anos anteriores, é previsível que os concertos mais apetitosos esgotem muito rapidamente, pelo que convirá estar atento, caso contrário corre o risco de, quando regressar de férias e acabar de remover os últimos restos de areia infiltrados no seus pertences pessoais, descobrir que já não há lugares livres para os seus favoritos. Como sempre, os fãs de ópera poderão contar com a temporada Met Opera Live in HD, com transmissões directas a partir da Metropolitan Opera de Nova Iorque, sempre com elencos vocais de luxo e encenações requintadas. Os concertos abaixo listados têm todos lugar no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, embora a temporada Gulbenkian tenha algumas ramificações noutros locais de Lisboa. Recomendado: Jazz em Agosto – O jazz vai à luta

Ed Motta: “Não quero vender-me na minha arte”
Notícias Ed Motta: “Não quero vender-me na minha arte”

Na mala cabem três décadas de carreira e 16 discos de originais, pautados por uma elasticidade que o leva do jazz à electrónica, mas Ed Motta não quer ficar por aqui. O músico brasileiro, que passa pelo Capitólio esta segunda-feira, discute a música que faz e ouve, os tempos e a forma como nunca abdicou da liberdade criativa. Entrar na cabeça de um melómano é sempre uma tarefa ingrata. A música discute-se como um jardim de prazeres plenos onde cada acorde é identificado e cada arranjo devolvido ao respectivo autor, sem pontas soltas ou descuidos eufóricos de “nunca ninguém fez isto antes”. Ed Motta é um melómano. O cicerone da modernidade que guarda no passado todas as referências que lhe fazem a música do presente e do futuro, contidas numa colecção pessoal que ultrapassa os trinta mil discos. “É uma necessidade de comunicação que eu tenho. Não só a colecção de discos mas a colecção de filmes também. Vejo um filme por dia e quando descanso vejo dois. Mas geralmente vejo-o porque gosto de ler sobre o filme depois, pesquisar”. A obsessão com o passado é omnipresente e ele justifica-a com a qualidade. Não é que a música de agora não lhe sirva ao ouvido ou que a sensação nostálgica seja assoberbante. É crónico. “Em 1988 eu já não ouvia música daquela época, era sempre o mote: o menino de 16 anos que não gosta dos anos 80. Eram essas as chamadas de imprensa. Imagina com 47, estou muito pior”. Isso levou-o a um percurso nem sempre consensual com o público da pátria verde, azul e

Guia completo dos festivais de Verão
Música Guia completo dos festivais de Verão

Os festivais de música estão para o Verão como a chuva está para o Inverno: sabe bem de vez em quando, e mesmo quem não gosta reconhece que faz falta. Ao contrário da chuva, no entanto, há cada vez mais e maiores festivais. E há para todos os gostos. Desde megaproduções, como o NOS Alive, a festivais um pouco mais pequenos mas ainda assim grandes, como o Super Bock Super Rock e o Vodafone Paredes de Coura, e eventos mais especializados como o Jazz em Agosto, o Festival Forte ou o FMM Sines. É só escolher. Recomendado: Concertos em Lisboa

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As melhores escapadinhas

Roteiro perfeito em Tavira: relaxar, comer, visitar, repetir
Coisas para fazer Roteiro perfeito em Tavira: relaxar, comer, visitar, repetir

Tavira estende-se ao longo do rio Gilão, que chega ao mar através das entradas das lagoas do Parque Natural da Ria Formosa, onde se incluem todas as praias do concelho. Encantadora, esta cidade-postal distingue-se de outros destinos no Algarve pelas ruas estreitas, casas tradicionais caiadas de branco e um céu onde raramente aparecem nuvens. Fundada por fenícios, que construíram uma espessa muralha na colina hoje designada de Santa Maria, da qual ainda restam vestígios, Tavira é ainda fruto de influências romanas, islâmicas e cristãs e a sua história foi marcada tanto por momentos de prosperidade como de declínio e estabilidade. Lições de história à parte, fomos à procura do melhor da cidade, mas também do concelho, de Cabanas de Tavira a Santa Luzia, a autodenominada “Capital do Polvo”. Este é o roteiro perfeito: onde ficar e onde ir, desde os espaços culturais a não perder e as praias mais paradísiacas aos melhores restaurantes e ao sítio certo para dançar até de madrugada ou, se preferir, beber um copo e pôr a conversa em dia. Recomendado: Descobrir a Ria Formosa: guia essencial para um dia de passeio

Descobrir a Ria Formosa: guia essencial para um dia de passeio
Viagens Descobrir a Ria Formosa: guia essencial para um dia de passeio

A Quinta dos Perfumes, um agroturismo de luxo em Cabanas de Tavira, foi o ponto de partida para uma visita à cidade. Em apenas 10 minutos de bicicleta chegámos ao porto de recreio com destino marcado para o centro da cidade. Por lá, vimos Tavira com olhos de ver, descobrimos a arquitectura do centro histórico, sentámo-nos a comer o peixe mais fresco da região e ainda embarcamos num tuk tuk que nos levou pelas salinas e por uma visita guiada pela pesca de atum. Recomendado: Quinta dos perfumes: na paz das laranjeiras

Três passeios na natureza para ir com a família
Viagens Três passeios na natureza para ir com a família

A Primavera anda a brincar às escondidas e agora que chegámos àquela fase transitória em que é perfeitamente aceitável sair de casa de camisola de gola alta e sandálias, é também altura de começar a pensar em programas ao ar livre. Haverá sempre esplanadas para ocupar, pedaços de relva para se sentar e zonas ribeirinhas para ficar a ver as vistas e apanhar um solinho mas para quem, como nós, sofre de bicho-carpinteirite, é preciso muito mais para sentir que se aproveitou bem o tempo. Podíamos sugerir que subisse até ao Gerês para se maravilhar com o Parque Nacional mais bonito de que há memória mas os 405 km que separam Lisboa do destino não são especialmente motivadores para escapadinhas rápidas. Bem mais perto da capital há muito verde para explorar e muitas actividades para o entreter a si e à sua família – pensava que nos tínhamos esquecido dos miúdos, não era? Pois que não. Nestes parques que sugerimos encontra entretém para todas as idades e programação para um dia inteiro de passeio. Há programas de aventura, passeios de bicicleta por paisagens intocadas e até visitas culturais ao ar livre. Agarre na mochila, calce os ténis, prepare as pernas e venha daí.Recomendado: Três quartos de hotel onde tem de dormir uma vez na vida