Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Abrem à velocidade a que nascem cogumelos. Damos-lhe um guia dos melhores novos restaurantes em Lisboa, dos caldinhos vietnamitas aos petiscos brasileiros

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Phofinho
©Inês Félix

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa – é só escolher a gastronomia que mais lhe apetece hoje.

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Os melhores novos restaurantes em Lisboa

1
Selllva
©Manuel Manso
Restaurantes

Selllva

Grande Lisboa

O grupo Capricciosa tem já 12 restaurantes no seu portefólio mas faltava-lhe um conceito mais saudável. O Selllva – os três L’s não são erro, precisa de os imaginar como uma garra –, na rua Mouzinho da Silveira, perto do Marquês de Pombal, junta-se ao clã como um restaurante saudável sem ser fundamentalistas, com opções vegetarianas e veganas mas também boas propostas para quem não quer abdicar da proteína animal. Há um menu jet lag, disponível das 08.00 às 18.00, com opções que sabem bem qualquer que seja a altura do dia, e um "into the wild", com pratos das “diferentes selvas espalhadas pelo mundo”. Além da parte complementar de cafetaria, há também um bar, com lugares ao balcão, pronto a servir cocktails mais ou menos tropicais.

2
Phofinho
©Inês Félix
Restaurantes, Vietnamita

Phôfinho

Chiado/Cais do Sodré

A Praça das Flores ganhou uma nova nacionalidade com o Phôfinho, um restaurante vietnamita, pequenino, que serve apenas três phos, a sopa de noodles de arroz tradicional do Vietname. Há o de vaca (pho bo, 9€), galinha (pho ga, 9€) ou vegetariano (pho chai, 9€). Cada um chega à mesa com uma segunda taça, com os frescos prontos a acrescentar ao caldo fumegante. Pode acrescentar rebentos de soja, amendoins, hortelã, coentros, cebola roxa, lima kaffir, chili, malagueta e lima e ainda temperar com os dois molhos disponíveis em todas as mesas, o hoisin ou o sriracha.  

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3
Boato
Duarte Drago
Restaurantes

Boato

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No restaurante Boato, perto da Avenida da Liberdade, o chef Manel Perestrelo (responsável também pelo Moço dos Croissants e pelo Qura, ambos em Campo de Ourique) explora um pouco mais esta dieta antiga e acrescenta-lhe variedade. A carta divide-se em entradas, pratos de mar, naturais (vegetarianos), além de três opções de carne. Há ainda os pratos selvagens, com o arroz ou a quinoa na base.

4
Boteco
©Inês Félix
Restaurantes, Brasileiro

O Boteco

Bairro Alto

O chef Kiko Martins trouxe um best of de petiscos e pratos de tacho brasileiros para O Boteco, o novo restaurante em pleno Largo Camões, no Chiado. A primeira coisa a desviar a atenção é o enorme lustre com garrafas verde-bandeira. A segunda, ainda mais imponente, é a peça do artista Bordalo II. Está pendurada numa das paredes deste Boteco, de pé direito altíssimo e com muita luz, balcões em madeira à antiga e chão em mosaico. É um barco, que faz uma ligação entre Rio de Janeiro e Lisboa, com histórias que começam no Cristo Redentor e nas favelas e chegam a Portugal com símbolos como o eléctrico, o Castelo ou as redes de pesca. Um pouco como este restaurante que, embora seja um elogio ao Brasil, está no centro da cidade e tem produto português.

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5
Fresh Fit Food
©Duarte Drago
Restaurantes

3F Fresh Fit Food

Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Nem fado nem futebol ou Fátima. Fresh Fit Food é a proposta que Ricardo Santos e Paula Madeira trazem ao bairro de Alvalade numa cozinha simples, sem espaço a plásticos, açúcares refinados e com o desperdício em mente. A carta é o reflexo do nome, apostando na comida fresca e nos produtos da época: há bowls, tostas, ovos mexidos, hambúrgueres ou panquecas. O 3F tem também um brunch disponível todo o dia (15€), aos domingos. Panquecas, frasco de iogurte com fruta e granola ou papa de aveia com fruta, sumo do dia, tosta com abacate ou ovos mexidos e café, chá ou latte fazem o menu.

6
Plano
©Duarte Drago
Restaurantes

Plano

São Vicente 

A aventura começou em Setembro, numa cozinha ao fogo que alimentava uma mesa comunitária. Agora, o Plano de Vitor Adão, na Graça, abrigou-se num espaço de três salas. Produto português cuidadosamente trabalhado, conservas e fermentações caseiras, sazonalidade e a mesma dose de improviso são a bandeira da casa. O preço de carta do Plano ronda os 40€ por pessoa. O menu de degustação está fixo nos 60€, mais 40€ com pairing de cinco vinhos.

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7
Bloom Café
©Manuel Manso
Restaurantes

BLOOM

A zona de Alcântara está a crescer, com novas aberturas de padarias, gelatarias ou restaurantes cinco estrelas (como o Attla), mas ainda faltava um sítio para brunch, com as tostas de abacate (ainda) da moda, com boa apresentação e qualidade, ovos e bowls. Anastasia e Alex mudaram-se para Portugal há dois anos com a ideia de abrir um café/restaurante e conseguiram fazê-lo agora. Chama-se BLOOM, fica na Calçada da Pampulha, em Alcântara, e os vizinhos que por lá passam dizem que é “uma lufada de ar fresco”. No menu têm então os mais clássicos ovos Benedict, shakshukas, waffles nada tradicionais para pequenos-almoços. Para refeições mais completas, há sopas e bowls salgados. 

8
Caffè di Marzano
©Manuel Manso
Restaurantes

Caffè di Marzano

Chiado

Os donos da pizzaria Valdo Gatti abriram o Caffè di Marzano no Largo Rafael Bordalo Pinheiro. É um café, vinoteca e vermuteria, onde juntaram os pequenos-almoços nova-iorquinos às influências italianas para todo o dia. Uma espécie de pequena Little Italy, que vai mudando as propostas gastronómicas, e o próprio ambiente, ao longo do dia: de manhã encontra ovos Benedict, panquecas, paninis e uma selecção matinal de sumos prensados a frio. À noite o ambiente muda completamente e entram as tábuas de queijos, enchidos ou legumes e as pizzetas e pratos de massa fresca que se estreiam ao almoço, continuam até ao fecho, sempre bem regadas com vermutes e vinhos biológicos.

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9
Janquizinho
©Manuel Manso
Restaurantes

Jaquinzinho

Estrela/Lapa/Santos

O tio Quim é um pescador português que já viajou muito e passou por muitas zonas portuárias, especialmente asiáticas, antes de assentar numa casa modesta na rua da Esperança, na fronteira Madragoa-Santos. A personagem é fictícia mas faz parte do imaginário criado para o Jaquinzinho, um restaurante de peixe fresco. O ponto de partida da refeição são os jaquinzinhos que dão nome à casa, aqui servidos com maionese de trufa mas a carta é um cruzamento entre o Velho e o Novo Mundo, com pratos clássicos portugueses e outros onde se notam as influências das viagens deste pescador.  

10
Vizza New Age Pizzabar
©Manuel Manso
Restaurantes, Pizza

Vizza New Age Pizzabar

Chiado/Cais do Sodré

Há uma pista de dança no meio do restaurante e as pizzas são para serem regadas com cocktails. O que menos interessa, embora importe salientar, é que é tudo plant based. A massa é artesanal e de fermentação lenta e resulta em pizzas de massa fofa, consistentes e próximasdas napolitanas – só há seis opções, onde encontrará interpretações da Margherita e da Marinara, aqui Lady Mari, e outras como a Fen$shytake, com cogumelos shiitake marinados e azeite trufado (14€). Antes de partir para a pista (a partir das 23.00 baixam as luzes e aumentam o som) e para os cocktails que fazem jus ao nome New Age, vale a pena pedir a sobremesa gulosa Drive me nuts, uma pizza dobrada e barrada com Nutella vegan (5€). Esteja atento à agenda da casa nas redes sociais.

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11
daLuca
©Manuel Manso
Restaurantes, Pizza

daLuca

Estrela/Lapa/Santos

O chef Luca Salvadori, responsável pelo covil da Madragoa (o Il Covo, presença forte no guia de restaurantes da Time Out), abriu uma ristoria pizzorante. Há dois tipos de pizza, e escolhendo a cobertura é só decidir se prefere a padellino, de Turim, uma pizza mais alta e mais grossa, muito fofa no meio, feita numa panela pequenina, ou as verdadeiras napolitanas. Para fugir à pizza, há pastas frescas feitas diariamente, pratos de carne e de peixe.

12
Rei da Cachupa
Duarte Drago
Restaurantes

Fox Coffee "O Rei da Cachupa"

Grande Lisboa

Quando se passa na rua, é difícil ficar indiferente ao nome que se lê nos toldos negros: Fox Coffee – O Rei da Cachupa. Afinal, como é que um restaurante que acaba de abrir portas se coloca nesta posição soberana? “Não temos medo, aqui está mesmo o rei”, diz-nos Traciano Tarrozo, gerente do reino. Fox, o cozinheiro, está lá para comprovar, com quatro tipos de cachupa diferentes, todas servidas em tachos de barro, que chegam cheios até cima: há a de carne, mas também a de peixe (9,50€), a vegetariana (8,50€) e ainda a refogada, com um ovo estrelado por cima.

 

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13
Kai
©Inês Félix
Restaurantes, Japonês

Kai

São Sebastião

Abriu na recém-inaugurada Torre de Picoas e leva ao alto a cozinha japonesa tradicional. A premissa é que não haja fusão nem apetrechos ocidentais, e a garanti-lo está Henry Park, o chef japonês que chegou do Dubai para fazer um elogio ao peixe da nossa costa. No espaço, impera o minimalismo funcional, com apontamentos decorativos como os barris de sake usados no kagamibiraki – o ritual japonês onde a tampa dos barris é partida para posteriormente se beber o tradicional vinho de arroz – e dois frigoríficos que deixam à vista as escolhas a beber. As mesas estão pensadas apenas para nove pessoas, um contraste com o balcão, que comporta 20 lugares.  Na carta há menu executivo de almoço (25€), com sopa miso, niguiris, katsu don (costeleta de porco, repolho napa e arroz) ou kai chirashi (com peixe escolhido pelo chef em cama de arroz), que pode ser à la carte. As opções estendem-se depois aos niguiris e sashimis de atum gordo (10€/duas unidades), salmão (5€/duas unidades), pargo (8€/duas unidades) ou enguia (10€/duas unidades), aos makis como o negitoro maki (13€), tekka maki (19€) e o salmon maki (8€). 

14
BAHR
©Manuel Manso
Restaurantes

BAHR

Chiado

O BAHR é o restaurante e bar do renovado Bairro Alto Hotel e foi um dos projectos gastronómicos mais aguardados de 2019, muito por culpa do chef Nuno Mendes, responsável por todo o projecto de restauração do novo Bairro Alto Hotel, das cartas do restaurante às do bar e até mesmo à do room service. A sala do restaurante, o primeiro projecto de design de interiores do The Studio, é simples mas carregada de detalhes; já a cozinha é totalmente aberta e de frente para as mesas de jantar, a transferir aromas para a sala e a permitir que todas as interações entre cozinheiros se vejam. O menu é fluido, respeita as estações do ano, e ao jantar divide-se entre alguns snacks – que nem são finger food nem entradas, mas um mix dos dois –, entradas, os principais, os acompanhamentos e as sobremesas.

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15
Bicaense Butchers
©Duarte Drago
Restaurantes

Bicaense Butchers

Chiado/Cais do Sodré

A aposta forte é a carne, nomeadamente a maturada, de 35 dias. Um conceito pelo qual o Butchers já era conhecido. Bife à casa (15,50€/ 220 g), maminha Black Angus (12,50€) e a picanha premium Black Angus (13,50€) abrem a porta. Mas há espaço para outras criações: o magret de pato (12,90€), os secretos de porco preto bolota (12,50€) e o peito de frango do campo grelhado (9,90€), sempre acompanhados de salada bicaense e batata doce frita. Do mar chega o bacalhau com broa (11,90€), à Brás (10,90€) ou o polvo à casa (13€). E os vegetarianos também não foram esquecidos: o Beyond Burger (10,50€) e o risoto de cogumelos (9,90€) estão fixos na carta.  As tardes são preenchidas com petiscos, numa vasta seleção de sugestões que vai dos ovos mexidos (7,90€) ao carpaccio de salmão (9,90€), passando pelo taco bicaense (8,75€) com lombo e guacamole com molho picante, ou pela salada de salmão curado (10,25€). 

16
Buonapizza
©Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Buonapizza

São Sebastião

No 48 da Pinheiro Chagas há uma herança que se reinventou como uma carta de amor à gastronomia italiana. Paulo Caldeira e Anabela Carraço pegaram na morada de uma antiga padaria e trouxeram-lhe vida nova com o Buonapizza, uma aventura que faz das pizzas casa e de Itália a mesa. As pizzas são todas feitas em forno de lenha e há muita variedade. Afinal, o Buonapizza é a casa das pizzas parziale, que combinam uma pizza e um calzone num só. Nestas, há escolhas como a Diavola (10,90€), a Hawai (10,50€), a Della Terra (11€), com presunto, fiambre, parmesão, mozarela fior di latte – uma variedade de mozarela feita com leite de vaca – e molho de tomate San Marzano ou a Gamberi (13,50€). A provar há ainda os risotos, al ragu e funghi (8,95€) ou o risoto gamberi (14€). Nas pastas, o tagliatelle salmone (10€) ou o spaghetti vegetariano (8,25€) são outras das apostas e pode terminar com uma panna cotta de frutos vermelhos (4,50€), feita na casa. Se preferir, os gelados da Buonapizza são da Nannarella.

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17
Pita Gourmet
©Inês Félix
Restaurantes, Mediterrâneo

Pita Gourmet Lisboa

Estrela/Lapa/Santos

É inevitável usarmos a expressão que a língua portuguesa cunhou, portanto vamos a isso: não precisa de se ver grego para pedir estes pratos, até porque o menu chega com a tradução de 31 palavras ou expressões básicas para se armar ao pingarelho. Filippos Gavriilidis, o grego responsável pela marca Pita Gourmet em Portugal, até acha graça às tentativas. Chegou agora a Campo de Ourique e tem uma carta bem extensa e com ampla oferta de especialidades gregas. Comece pela tiropita, massa folhada filo recheada com queijo feta e servido com mel e sésamo torrado (2,30€) e siga depois para a tábua pikilia, para duas ou três pessoas, com variedade de quatro carnes grelhadas com acompanhamentos como a batata no forno, o arroz pilafi, no forno com legumes e frutos secos (19,90€).

18
Lupita
©Manuel Manso
Restaurantes, Pizza

Lupita

Grande Lisboa

Pizza não tem de ser uma coisa complicada. E farinhas e ingredientes italianos não são garantia de qualidade absoluta. Duda Ferreira abriu uma pizzaria no Cais do Sodré para demonstrar isso mesmo, enfrentando de caras quem não gosta de ananás na pizza e quem ainda pega em talheres para a comer: na Lupita as pizzas são feitas com massas de fermentação lenta e natural. É para comer com as mãos, lamber os dedos no final, beber vinhos naturais e divertir-se. 

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É um restaurante
©Manuel Manso
Restaurantes

É um restaurante

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A CRESCER – Associação de Intervenção Comunitária abriu um restaurante em Lisboa. Mais do que isso, começou um projecto-piloto de reinserção social para pessoas em situação de sem-abrigo. Tem um menu de comida de conforto e de partilha, o chef consultor é Nuno Bergonse, o executivo é David Jesus. 

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Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

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Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. O mundo é redondo como um prato e cabe inteirinho em Lisboa. Se dúvidas houvesse, demos a volta ao mundo em Lisboa com uma visita a 80 restaurantes que nos pôs a barriga a dar horas em todos os fusos horários. 

Muito Bey - Tapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

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pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

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