Grenache The Bistro
Rita Chantre | Espargos com emulsão de alho selvagem no Grenache The Bistro
Rita Chantre

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

As novidades multiplicam-se na cidade. Conheça as mesas mais recentes que tem mesmo de manter debaixo de olho.

Hugo Torres
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As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor, de fogo, para peixe fresco, neo-tascas e os mais diversos projectos de cozinha internacional. Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. Não fique desactualizado e faça uma reserva – tem muito por onde escolher. 

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Os melhores novos restaurantes em Lisboa

  • Português
  • Cascais

Onde antes morava o Don Alfonso 1890 fica agora o Ardea. O restaurante do hotel Legacy troca assim a alta cozinha italiana por comida de conforto portuguesa. “Hotel chique não é sinónimo de comida bonita e de plástico. Podemos comer bem, como na casa dos avós”, descreve o chef José Luíz Diniz, que serve coisas como sopa de peixe à Cascais, filetes de pescada com arroz de tomate malandrinho, naco de atum à Bulhão Pato, vazia de boi à portuguesa ou bochechas de porco preto com puré de batata doce. Na decoração não se mexeu: ficaram o papel de parede em tons damasco e tijolo, com garças e flores, os enormes candeeiros com franjas e o tapete e tecto com o mesmo padrão colorido. E na carta resistiram algumas pastas e pizzas, como o spaguetti Don Alfonso, com molho de tomate fresco, parmesão, manjericão e limão, e as clássicas Margherita, Diavola e Prosciutto e Rúcula.

  • Parque das Nações

O Biclaque nasceu em 2016 no Pena Park Hotel, em Ribeira de Pena, e desde então tem vindo a expandir-se pelo país, com conceitos ligeiramente diferentes. Em 2022, abriu em Chaves, perto da Ponte de Trajano, e em 2025, no Parque das Nações. Na cozinha está Vítor Miranda, que quer mostrar o que de melhor o receituário tradicional português tem para dar – nas suas palavras, “comida saloia, boa comida com estrutura e sabor”. Há uma preferência pelos produtos de pequenos produtores locais, especialmente do Norte, que desenvolvem algumas das propostas da carta: o presunto de pato curado e, a verdadeira estrela, a alheira de rabo de boi e cogumelos. Os pratos principais incluem bife de alcatra com presunto e mostarda, cabrito estufado, arroz de polvo no forno, ou bacalhau frito. Nas sobremesas, há gelado frito de doce de ovos com canela e tigelada com creme mascarpone e doce de ovos.      

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  • Bistrôs
  • Santa Maria Maior

Instalado no espaço do histórico Cinema Olympia, o Bistrô Olympia propõe-se a recuperar o glamour dos anos 1920. Com uma sumptuosa decoração art déco, o restaurante aposta na gastronomia tradicional francesa com uma ementa que convida a provar pratos de conforto intemporais, destacando-se a sopa de cebola, o bife tártaro, o magret de pato ou o incontornável boeuf bourguignon. Para terminar, há crème brûlée e profiteroles, tudo acompanhado por uma carta de cocktails perfeitamente alinhada com o espírito da época.

  • Espaço gastronómico
  • Chiado

A ligação entre arte e gastronomia dita as regras do Cícero, restaurante que começou em Campo de Ourique e se mudou em 2025 para o Chiado. Por um lado, é a colecção privada de Paulo Macedo, com natural foco no pintor modernista Cícero Dias, que faz do espaço uma autêntica galeria. Por outro, a carta desenhada por Alessandra Montagne e executada por Felipe Neves, que cruza técnicas francesas, produtos portugueses e o receituário do Brasil, exige igualmente uma dedicação e sensibilidade. Disponível à carta ou em dois menus degustação (um dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. Nos principais, o pato em texturas encontra o jambu e o tucupi, enquanto o peixe do dia é servida com castanha-do-pará.

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  • Argentino
  • Chiado/Cais do Sodré

O Consentido é um verdadeiro negócio familiar com especialidades argentinas, pequeno-almoço e brunch. A carta prioriza também produtos portugueses. O café é da Torra, o chá e matcha da Companhia Portugueza do Chá, a cerveja artesanal da marca alentejana Barona, e a kombucha d’Aquela Kombucha. Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos.

  • Cascais

O Farol Hotel, assente sobre as falésias de Cascais, renovou a sua oferta gastronómica e de bar. O antigo restaurante deu lugar ao ELEMENT6, capitaneado pelo chef Sebastian Fritye, cujo conceito gira em torno do fogo, do carvão e da precisão técnica da grelha, destacando desde pratos de peixe fresco à carne Wagyu. Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes.

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  • Alvalade

Quem não vive na zona ou quem passa por ali desatentamente pode não estar a par, mas existe um restaurante de smash burgers na Avenida dos Estados Unidos da América. Está um pouco escondido – fica situado no pórtico de um dos prédios residenciais desta rua, em frente a um pequeno espaço verde – e chama-se Epic Smash Burger. No menu, encontra cinco opções, entre elas, o Epic, que leva queijo, alface, cebola, pickles e o molho caseiro; o Spicy Smash, que tem queijo, cebola, pickles de jalapeños e maionese picante; e o American Burger, com queijo, bacon, cebola caramelizada, ovo estrelado e um molho semelhante ao do Epic. Uma das sobremesas disponíveis é o açaí, que tem uma estação de self-service. Os clientes escolhem um copo, servem-se do açaí e escolhem os toppings que quiserem, entre granola, coco ralado, bolacha, leite condensado ou mel. No final, é levar o copo ao balcão e pagar.  

  • Estrela/Lapa/Santos

Projecto do grupo Visabeira, o Gare ocupa a antiga Gare Marítima de Alcântara, revelando uma esplanada Terrazza Martini e uma sala envidraçada de frente para a Ponte 25 de Abril. Com consultoria da Casa Arouquesa, a carta tem como protagonistas a carne e os produtos portugueses, com particular destaque para o filé à Jefferson, a vitela assada no forno e os croquetes de vitela. Para acompanhar, existem opções de vinhos da Casa da Ínsua. A refeição termina com sobremesas caseiras, como o pudim de côco, servidas em loiça Vista Alegre.

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  • Estrela/Lapa/Santos

Não há entradas nem pratos principais. Tudo é para comer e partilhar à medida que vai chegando à mesa. É assim no país de origem dos proprietários e é assim no restaurante que abriram em Lisboa: o Georgia. A decoração inclui tecidos, bonecos e instrumentos tradicionais e na cozinha, as receitas não tiveram qualquer adaptação para agradar ao paladar português. O adjaruli – um pão em forma de barco, recheado com queijo, manteiga e ovo, é finalizado à frente do cliente; o colorido pkhaleuli traz três bolas de espinafres, beterraba e alho francês; e para os apreciadores de carne há khinkali, uma espécie de dumplings para comer à mão. Muitos dos ingredientes, como as especiarias e o queijo, vêm da Georgia. Assim como o vinho. Nas sobremesas, brilham o pelamushi e o torti de khinkali. Impornunciáveis, mas deliciosos. 

  • Bistrôs
  • Beato

Irmão mais descontraído do estrelado Grenache, este bistrô nos Anjos tem assinatura do chef Philippe Gelfi e aposta na comida de conforto, aplicando técnicas francesas a produtos portugueses. A ementa sazonal sugere a partilha, destacando clássicos como a terrine de campagne, o bife tártaro, o tutano ou o risotto verde. A acompanhar os pratos, a garrafeira tem cerca de 500 referências de vinhos e champanhes. Além da sala principal aberta para a rua, o espaço esconde um lounge no piso superior, ideal para desfrutar da música e de um copo ao final do dia.

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  • Chiado

Instalado no coração do Chiado, no histórico espaço que outrora acolheu a perfumaria David & David e a primeira loja A Vida Portuguesa, o Isabella é um restaurante sóbrio e acolhedor integrado no Flora Chiado Apartments. Com assinatura do chef Ricardo Leite, a cozinha foca-se na exaltação do produto de época, de proximidade e de micro-produtores, cruzando a memória afectiva do receituário tradicional português com influências internacionais. O ambiente intimista e elegante, onde predomina o preto em contraste com a monumentalidade dos arcos pombalinos, estende-se até à mesa através de uma detalhada colecção de cerâmica artesanal feita à mão por criativos de todo o país. A experiência completa-se com uma robusta carta de vinhos desenhada pelo sommelier Pedro Nogueira, com centenas de referências, todas elas servidas a copo.

  • Pan-asiático
  • Belém

O Palácio do Governador, em Belém, sacudiu as amarras da alta cozinha para abraçar um registo muito mais relaxado. O antigo restaurante do hotel, o Po Tat, deu lugar ao Kan.jo, um conceito pan-asiático focado na partilha e inspirado na street food, que mantém o chef André Santos ao leme. O novo espaço, que inclui um terraço com vista de rio, funciona agora de forma ininterrupta. Durante a tarde, a carta sugere petiscos ágeis como baos de bacalhau, wontons fritos ou gulosos katsu-sandos. Ao jantar, as opções ganham outra substância com pratos de conforto que vão dos aromáticos pad thais aos caris, amiúde pontuados por subtis piscares de olho ao receituário nacional.

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  • Mexicano
  • Alcântara

Onde antes se servia tex-mex, há agora cozinha mexicana mais autêntica. Do Mex Factory ficou o ringue de boxe no meio da sala e especialidades como o guacamole, a tostada de atún e os churros com doce de leite. A nova vida passa por quesadillas al pastor, tacos de rib eye e tartes três leches ou de queso. Nos cocktails há o simples mezcalita, com mezcal e lima, ou o qué chingon, com rum, triple sec, canela, sumos de lima, de abacaxi e maracujá. As margaritas podem ser de lima, manga, maracujá ou morango e há ainda sangrias, vinhos, mojitos e cervejas, bem como opções sem álcool, como o mocktail de goiaba. Quando o bom tempo dá sinais de vida, pedem-se brindes na esplanada enquadrada pela arte urbana de Pedro Peixe ou no terraço.

  • Português
  • Cascais

Situado na Parede, o LaMusik combina de forma harmoniosa a gastronomia portuguesa de autor com uma programação musical intimista. O projecto, idealizado pelo agente musical Rodrigo Balona, oferece um ambiente acolhedor, onde a direcção da cozinha cabe ao chef David da Conceição. Na ementa, cujos nomes são inspirados por terminologia musical, destacam-se reinterpretações como o Bacalhau à LaMusik ou o entrecôte com alecrim. Para acompanhar as sessões acústicas de jazz, bossa nova e soul, há uma criativa carta de cocktails de assinatura inspirada em ícones da música mundial.

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  • Baixa Pombalina

A música é animada, a decoração exuberante. As plantas percorrem todo o espaço, tal e qual uma selva urbana, e há cadeiras e mesas com diferentes padrões, além de sofás de cores garridas. O destaque, ainda assim, vai para a parede do fundo da sala que, bem colorida, está pintada de animais, plantas e folhas verdes, e formas e elementos que remetem para a restante decoração. É assim que se apresenta o restaurante Luzzi, que fica no sexto andar do hotel Andaz Lisbon. A proposta do chef Bruno Alves é criar pratos com influências que chegam de países asiáticos, africanos e americanos, ligados à história e cultura portuguesas. Há desde coxinha de galinha e picanha fumada em pão de queijo a salada de polvo e chamuça. Também temos gnocchi de batata doce, ragu de conchas, com sapateira e vieira grelhada e moqueca com camarão grelhado, farofa de caju e arroz de coentros, arroz de pato, borrego e carne de churrasco. 

  • Fusão
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea. A carta funde o receituário japonês com a formação francesa de Mário Ribeiro e, pela acolhedora sala de tons terracota e azul-escuro, vão cruzando o restaurante pratos como o crocante de camarão com maionese de beringela, o carpaccio de lírio dos Açores trufado e os gunkans de foie gras com atum ou de vieiras flamejadas em moscatel de Setúbal.

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  • Da Europa de Leste
  • Cascais

Com raízes ucranianas, mas focado na cozinha mediterrânea, este restaurante rejeita rótulos e aposta em ingredientes locais para criar uma comida quotidiana. O menu combina pratos do Leste europeu — como o borscht ou o frango à Kiev — e sabores locais, ajudando aqueles que estão longe do país que chamam casa a matar saudades. Aberto todos os dias, o seu objectivo é integrar-se na comunidade local através de boa comida e jantares longos.

  • Coreano
  • Cascais

Na Marina de Cascais, o Omonni traz a verdadeira essência da gastronomia coreana à Linha. O projecto da empresária Kelly Choi afasta-se da comida rápida e homenageia as receitas artesanais da sua mãe, com molhos importados directamente da Coreia e vegetais locais. Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul.

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  • Estoril

Criado pelos irmãos Santos e Ágata Trzaska, o projecto une uma peixaria de bairro a um espaço de petiscos frescos de Peniche. Instalado no Largo Amália Rodrigues, o local atraiu a comunidade e, com o calor, convida a refeições ligeiras — como ostras, sapateira e ceviche — acompanhadas por um copo de vinho, ideal para o pós-praia. O objectivo é manter o espírito local e realizar eventos de degustação.

  • São Sebastião

O Pinch, bistro e bar onde marisco é rei, tem duas vidas: durante o dia é calmo; à noite é animado. Muda a música, mudam os uniformes (de rosa para verde) e muda a carta – alguns pratos só estão disponíveis até às 18.00, como a omelete francesa com lagosta, a rabanada francesa ou a sopa tailandesa tom yam. Ao final do dia, as luzes baixam e entram em cena os pratos e petiscos que abrem caminho para os cocktails, como a gilda de anchovas, o lobster roll, o crab roll, os croquetes de camarão, a sando de frango frito ou a smash sandwich. Para beber, há coisas como o Starfall, com gin, cachaça, sake, sumo fresco de carambola, maçã, chá de trigo sarraceno, lima e uma pitada de sal; o Picante, com tequila, mezcal, manga, jalapeño, goiaba, licor Ancho Reyes Verde, lima e uma esfera com uma malagueta lá dentro; e o Shell Sip (12€), que junta vodka de ananás, uva, melão, yuzu e flor de sabugueiro num copo alto com uma concha. O verde escuro domina o espaço onde se destacam um espelho com frases a vermelho, como se tivessem sido escritas com batom, e um mosaico de um caranguejo e uma lagosta a brindarem. 

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  • Oeiras

O Rivage é um dois-em-um: restaurante de inspiração francesa e clube nocturno com vista para o rio. A cozinha é liderada pelo chef Ricardo Galves, que cruza a base gaulesa com influências e produtos portugueses. A elegante ementa sugere propostas como rissóis de berbigão, tártaro de novilho, robalo com beurre blanc ou magret de pato. No piso inferior, a experiência prolonga-se pela noite dentro no Nox, um clube de dança dedicado à música electrónica.

  • Chinês
  • Intendente

No Intendente, o Sihi Mama Dumplings é um restaurante despretensioso dedicado à cozinha tradicional chinesa, onde os bolinhos de massa recheados e feitos de forma artesanal são os protagonistas. Na ementa, os dumplings chegam à mesa cozidos a vapor ou fritos na frigideira, acompanhados por caldos ricos e outras especialidades que remetem para a gastronomia de rua de Xangai.

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  • Italiano
  • Baixa Pombalina

Situado junto à Igreja de São Nicolau, o Trama é o novo projecto do chef Kelvin Muñoz (Grano). Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. A ementa tem propostas como o pappardelle com ragù de costela (marcado por um inusitado toque de café) ou o tortelloni de camarão e leite de coco. Para terminar, o tiramisù ganha uma nova dimensão com a adição de miso, perfeito para saborear na companhia de um dos cocktails de assinatura da casa. Nos dias de calor, vale a pena aproveitar a esplanada tranquila do Trama para descansar do rebuliço turístico da Baixa.

  • Carcavelos

Este um novo restaurante pode ser inspirado nas tabernas japonesas, mas a decoração e a temática vai beber exclusivamente ao anime de piratas, One Piece. O projecto é de Jin Huang, de 25 anos, que usa a sua formação em Gestão para redefinir a percepção da gastronomia nipónica em Portugal, indo além do sushi. O menu foca-se em grelhados tradicionais e caldos de confecção lenta, destacando-se os yakitoris, o caril japonês e o ramen (cujo caldo ferve 24 horas). Há menus de almoço e de estudante.

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  • Japonês
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Nos antigos armazéns de vinho do restaurante A Gina nasceu o Zō Omakase. Com apenas 15 lugares ao balcão, serve um menu de 15 momentos onde brilha o que o mar dá. Thalles Boniatti é o anfitrião e prefere a versão mais pura da cozinha japonesa, sem excesso de sal, açúcar, molhos ou fusão. O sashimi e os nigiris são bons exemplo disso, com uma apresentação minimalista que pode incluir peixe galo de Sesimbra, dourada do Algarve, lírio dos Açores, cavala de Sesimbra, carapau ou atum com ovas de polvo secas (butargas). O menu muda todos os dias (consoante o peixe) e todas as estações (consoante o tempo) – mas há pratos de assinatura a manter, como o pudim chaomushi, com camarão tigre, molho de soja e sake, cogumelos e cebolinho; a vieira com beurre blanc de vinagre de arroz envelhecido e sake seco; ou o unagui no kabayaki, com enguia grelhada muito crocante. 

Mais que comer

  • Peruano

Não é por acaso que a gastronomia peruana é tida por muitos como a mais rica da América Latina. No Peru, fazem-se coisas deliciosas como ceviches, tiraditos ou causas. Foi o Qosqo, junto à Sé, que nos apresentou esta cozinha há mais de dez anos. Mais tarde, o chef Kiko, com A Cevicheria, tornou-a ainda mais famosa. Entretanto, foram aparecendo outros espaços surpreendentes na cidade: de projectos focados em comida de rua a propostas de fusão nipo-peruana. Há várias opções para explorar (incluindo em Cascais). Siga o nosso guia e marque mesa nos melhores restaurantes peruanos em Lisboa.

Nem sempre há tempo e nem sempre dá jeito, mas é possível trocar a marmita por uma refeição num bom restaurante sem ter de gastar um dinheirão. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Nomenclaturas à parte, o que importa é saber que estes menus costumam ser opções mais amigas da carteira e, por vezes, a maneira mais económica de conhecer um restaurante. Reunimos 11 sítios, que vão da cozinha tradicional portuguesa à asiática, onde pode encontrar belos menus de almoço.  

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  • Pan-asiático

A escolha entre um pho vietnamita, um pad thai tailandês, um ramen japonês ou um caril indiano deixou de ser obrigatória. Os restaurantes pan-asiáticos assumem o compromisso de pôr a Ásia (quase) toda na mesma carta, combinando street food e muita comida de conforto, onde não faltam pratos agridoces e picantes. Lisboa acompanha a tendência e não lhe faltam moradas onde as gyozas e os baos dividem o protagonismo com a maior naturalidade. Para o ajudar a navegar nesta rota de sabores intensos, escolhemos os oito melhores restaurantes pan-asiáticos em Lisboa

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