Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Abrem à velocidade a que nascem cogumelos. Damos-lhe um guia dos melhores novos restaurantes em Lisboa, do de peixe ao terapêutico

Big Fish
©Inês Félix
Por Inês Garcia |
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A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, restaurantes com muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa.

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Os melhores novos restaurantes em Lisboa

1
Tsukiji
©Manuel Manso
Restaurantes, Japonês

Tsukiji

icon-location-pin Belém

Paulo Morais, o chef português que há mais anos trabalha a cozinha japonesa, tem um novo restaurante em Belém mais virado para os oceanos, mas sempre com a Ásia em mente. Ao contrário do Kanazawa, onde mantém mantém uma cozinha kaiseki (o menu de degustação equivalente à alta-cozinha ocidental) e uns exclusivos oito lugares ao balcão, nesta nova aventura em Belém mostra outro registo, sempre com o foco no peixe e no mar, mas mais ocidental e descontraído. Há 90 lugares (um número que vai subir para cerca de 120 quando o espaço ganhar uma esplanada) e três áreas de refeição, com uma forte componente de showcooking.

2
Big Fish
©Inês Félix
Restaurantes, Havaiano

Big Fish Poké Bar

icon-location-pin Cais do Sodré

O novo poké bar da cidade tem malgas de peixe fresco para comer sem pressas, acompanhadas por cocktails e sakés. Chama-se Big Fish Poké e é o novo restaurante com chancela Multifood em parceria com a marca Poke OG, de Miami, no Cais do Sodré. Este é um sítio de pokés mais sofisticado e para comer sem pressas. Ao leme do novo projecto do grupo está o chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, o restaurante de carnes a meia dúzia de passos deste poké bar, e Filipe Narciso, que será o chef residente. A carta do restaurante tem nove pokés – os do irmão de Miami e mais duas criações com “um toque português”.

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3
Blue
©Manuel Manso
Restaurantes, Fusão

Blue

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A intervenção no número 2 da Rodrigo da Fonseca levou um ano mas, no fim, chegou com uma novidade. No Blue, o novo restaurante do piso térreo do The Vintage Hotel, combina-se o que de melhor existe na gastronomia portuguesa com elementos de fusão, tudo pela mão de João Silva, o chef também responsável pelo Lumi Rooftop. A premissa era uma cozinha não pretensiosa, "descontraída, onde se possa reunir os amigos", combinando o que de melhor há em Portugal com "técnicas e produtos de outros países, pontualmente", começa por dizer o chef, que antes de assumir o desafio no Blue, passou por espaços como a Quinta do Arneiro, o Vila Vita, o Bela Vista ou o São Gabriel, Almancil. A carta tem opções que vão do mar à horta e chega em três menus: o diário, disponível de manhã à noite, o buffet de almoço (16€), com bebida, café e sobremesa incluída e as opções de jantar. Para começar há creme de abóbora com amêndoa e queijo feta (5€), hummus de beterraba, grão e azeitonas do Alentejo (5,75€) ou chips de batata doce com molho de ervas, molho de mostarda e chutney de maçã (5€). Nas saladas, a de polvo com com batata doce, rúcula e pimento assado (9€) é boa aposta.

4
O Frade
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

O Frade

icon-location-pin Belém

Carlos Afonso e Sérgio Frade fizeram da Calçada da Ajuda o epicentro da cozinha alentejana. N'O Frade, apelido de família que em Beja encheu as mesas no restaurante com o mesmo nome, a especialidade é o tradicional português, com pratos que se fazem de uma mistura que chega de Trás-os-Montes ao Algarve. A carta tem a comida de infância destes primos e os sabores que sempre os acompanharam, no percurso pessoal ou profissional. Nos pratos, maioritariamente para partilhar, os petiscos marcam passo. Há coentrada de coelho (8,50€), chouriço alentejano (7,50€) ou estupeta de atum (7€). Mas também os ovos mexidos com tubaras (8€), os rojões (7€), o lombo de porco preto (7€) ou os pimentos assados (6€) fazem parte. 

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5
Capim Limão
©Inês Félix
Restaurantes

Capim Limão

icon-location-pin Lisboa

O nome é em português do Brasil, o projecto é de uma brasileira e de um português, mas é difícil rotular este restaurante de Picoas com uma só gastronomia. No Capim Limão (erva-príncipe, em português de Portugal) há comida de conforto, pratos aparentemente simples mas bem temperados e muita técnica por trás, da moquequinha de camarão ao filet mignon com batata gratin. A carta é curta – não passa as seis opções quer seja nas entradas, saladas, pratos principais ou sobremesas, para não criar dificuldade na hora da escolha.

6
Santo Graal
©Inês Félix
Restaurantes, Hambúrgueres

Santo Graal Burger & Grill

icon-location-pin Lisboa

O Santo Graal aparece como resultado do teste de uma série de conceitos e ideias. "Quando comecei a pensar a ideia de uma hamburgueria, estava à procura de uma temática para brincar com os nomes dos pratos." No Brasil, ficou conhecido como o melhor hambúrguer da cidade, e a explicação, diz, passa por compreender a gastronomia "como algo onde as pessoas têm que viver uma experiência, é isso que eu quero na minha casa." Na carta, tudo começa com o tira gosto. Há frango Teobaldo (7,90€) com molho bravo, ou as tiras parrillera (8,90€) com carne de vaca em tira de queijo provolone e chimichurri. Na grelha, o bife parrillero completo é o grande favorito e vem de duas formas: simples (8,50€) ou com queijo provolone e chimichurri (9,90€). Pode também optar pelo salmão (9,90€) ou pelo frango (8,50€), tudo com dois acompanhamentos e um molho à escolha. Se o assunto for hambúrgueres, o ex-líbris, há um total de nove opções, todos eles com sugestões de harmonização.  No capítulo das sobremesas, a cuca cremosa (2,90€) é o argumento principal, mas há também creme catalana (2,90€), duo de brigadeiro (2,90€) ou gelado de nata com calda de frutos vermelhos suavemente picante (3,90€). Para fechar, e porque o Brasil está sempre presente, as capirinhas também são opção.

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7
The Therapist
©Manuel Manso
Restaurantes

Therapist

icon-location-pin Alcântara

A clínica de terapias não convencionais da Lx Factory deixou de ter apenas uma cafetaria complementar ao projecto no início de 2019 – foi feito um upgrade e tornou-se o primeiro restaurante terapêutico em Portugal, com um menu adaptado à necessidade de cada pessoa. Os pratos no menu estão escritos a quatro cores diferentes – os azuis correspondem ao menu pensado para a mente, com um boost de antioxidantes para evitar o cansaço e melhorar o humor e aconselha-se uma massagem (a partir de 20€, à escolha entre shiatsu, osteopatia, deep tissue, desportiva ou relaxamento); a rosa estão as propostas para o reforço de proteínas e gorduras boas para dar força e energia, com uma consulta de nutrição recomendada (45€); a amarelo os pratos que ajudam a fortalecer o sistema imunitário, com propriedades anti-inflamatórias (a terapia recomendada é uma consulta de naturopatia, 80€) e a verde é o menu para um detox do organismo, com fibras, probióticos e prebióticos para ajudar a digestão e a regular o sistema (aqui aconselham-lhe a acupuntura, a partir de 30€).  

8
Meat Me
©Inês Félix
Restaurantes

Meat Me

icon-location-pin Grande Lisboa

O nome do novo projecto do grupo Sea Me dedicado ao mundo da carne, no Chiado, entre o Teatro São Luiz e o São Carlos, é um convite: Meat Me. O nome é um convite: Meat Me. O chef é Tomás Pires, discípulo de Aimé Barroyer (mentor de outros grandes chefs portugueses e responsável pela cozinha do Pestana Palace), André Morgado é o sous chef e responsável da pastelaria e há ainda um sommelier de carnes, Bruno Fortuna, o melhor amigo do cliente na hora de escolher o corte e o tipo de carne, para lhe falar sobre os tamanhos das peças e as quantidades ideais para determinado número de pessoas. A carta está dividida por animais: começa na vaca e no boi — há cinco cortes, dois individuais, o beijinho (200 gramas, 17€), e o lombo de novilho (250 gramas, 27€), e três ao quilo, a vazia wagyu com osso do Chile (195€/kg), o chuletón de vaca (125€/kg) e o chuletón de boi (235€/kg), estes últimos do El Capricho, um restaurante e quinta perto de Léon, em Espanha, considerado por muitas publicações internacionais, como a Time, o produtor da melhor carne do mundo. Depois há o porco, que vem de Montaraz, no Baixo Alentejo, e é criado ao ar livre, e as aves. Há três formas diferentes de confeccionar – no mais tradicional josper, que apesar de ser uma marca é mais associado ao barbecue americano, a parrilla espanhola e a robata (aqui utilizada para os pratos de peixe, que também existem: um polvo barbecue, um atum chimichurri e carabineiros com aioli picante).

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9
Rei da China
©DR
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Rei da China

icon-location-pin Chiado

Rei da China é o primeiro de dois conceitos que José Avillez abriu no Chiado em parceria com o chef argentino especializado em cozinha asiática Estanislao Carenzo. Funciona num formato mais rápido com lugares ao balcão e uma forte componente de take-away. É um bar de sopas com preços bastante acessíveis, semelhantes aos de uma carrinha de street food  o foco são as supersopas, feitas de raiz. Há três, a pho bo do loi, um caldo perfumado de vitela em duas cozeduras, mexilhão, massa de arroz e muitas ervas (8,50€), a dandan mian, um caldo de cogumelos com massa de trigo caseira, molho de amendoim, feijão verde e azeite de malagueta (8,50€) e o ramen de porco, com um supercaldo de galinha do campo, cachaço assado, massa de trigo caseira, grelos e ovo marinado (9€). Há ainda as sandes vietnamitas bánh mì, com alcatra panada, picles asiáticos, pepino, agrião e coentros, a fazer lembrar a nossa sandes de panado (6,50€) ou outra com beringela frita (5,80€), chamuças de caril de grão de bico (2€) bolinhos de bacalhau à tailandesa (1,80€) e um escabeche de algas e abóbora assada (2,50€). Tudo preparado para pegar e levar e fazer uma refeição completa sem grandes formalidades.

10
L'Origine
©Inês Félix
Restaurantes, Italiano

L'Origine

icon-location-pin Parque das Nações

O L’Origine abriu no Parque das Nações pelas mãos do pizzaiolo Roberto Mezzepelle e Chakall, ambos sempre com Itália ao peito e no prato. Há entradas obrigatórias como as focaccias e bruschettas, as burratas e os carpaccios – prove o di manzo com carne de boi. As pizzas são a jóia da coroa e pode escolher as de massa tradicional, beterraba ou massa preta de carvão vegetal.

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11
Casa dos Prazeres Avillez
©Duarte Drago
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Casa dos Prazeres

icon-location-pin Chiado

A Casa dos Prazeres, para lá das portas de serviço do Rei da China, é o segundo conceito que José Avillez abriu com o chef argentino Estanislao Carenzo. É uma cozinha que explora e aprofunda a ligação gastronómica entre Portugal e Ásia. Passando as portas, ao lado do balcão do Rei da China, além de um sentimento de transgressão, o comensal vai sentir que entrou num sítio completamente diferente. Há veludos, cadeirões confortáveis e um balcão de bar com cocktails que seguem a linha luso-asiática, como o Gimlet lisboeta, com gin, lima kaffir e ginjinha (10€).Do bar, tem de subir umas escadas, com alforrecas em néon suspensas a iluminar o caminho, para chegar à sala de refeições da Casa dos Prazeres. Ambiente intimista, aberto só para jantares. O menu divide-se em pequenos pratos, pratos e caris, acompanhamentos e sobremesas, feitos com produtos maioritariamente portugueses mas interpretados de maneira asiática. Há um menu de degustação sugerido para não ter de tomar decisões difíceis (65€ para duas pessoas).

12
Ajitama Ramen Bistro
©Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Ajitama Ramen Bistro

icon-location-pin Grande Lisboa

A brincadeira do supper club de ramen de António Carvalhão e João Ferreira correu tão bem que acabou em restaurante à séria. Entretanto estiveram 17 dias no Japão num curso intensivo com o sensei Takeshi Koitani, no curso de Ramen Chefs da Rajuku, uma das melhores escolas do país, e voltaram mais prós, preparados para abrir o Ajitama Ramen Bistro, na Avenida Duque de Loulé. Aqui têm um menu muito mais completo, com entradas e cinco ramens diferentes, apresentados no menu do menos intenso para o mais intenso, uma escala que nada tem a ver com picante mas sim com o sabor do caldo. Além do ramen, têm dois outros pratos japoneses, um caril japonês e o gyudon, com carne de vaca fatiada com base de arroz japonês. Aconselhamos a acompanhar tudo com um dos sete cocktails, da Sakerinha de morango a algumas reinterpretações de bebidas clássicas mas com destilados japoneses, como o Mojichu, a versão japonesa do mojito, com shoshu e ginger beer.  

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13
Os Papagaios
© Manuel Manso
Restaurantes

Os Papagaios

icon-location-pin Lisboa

Serviu como casa de comes e bebes às gentes que davam vida ao mercado mas acabou perdido no tempo. Joana Amado pegou-lhe, mudou espaço, nome, carta, e devolveu ao bairro de Arroios uma das suas casas mais emblemáticas. Para começar o dia, há granola caseira com iogurte grego e fruta da época (3,70€) ou panquecas de lentilhas e grão com salada e pasta de tomate (3,50€). Tem uma secção só para os ovos, sejam eles estrelados, mexidos com tomate e cogumelos ou omelete. Aoalmoço,paraentrada,ospeixinhosdahorta(3€)são referência. A canja (2,20€) não sai da carta, e nos pratos, há opção do dia (7,50€), meia desfeita de bacalhau com cebola caramelizada (9€) ou caril de vegetais com arroz (7€).

14
100 Maneiras, Ljubomir Stanisic
Fabrice Demoulin/100 Maneiras
Restaurantes

100

icon-location-pin Bairro Alto

O novo 100 de Ljubomir Stanisic é uma viagem empolgante, com muito rock, não apenas pelo mundo, mas pela vida do chef. O restaurante tem um ambiente íntimo e sofisticado, mas ao mesmo tempo descontraído. Há um menu de degustação (110€, sem bebidas) que se estende por sete momentos, todos eles identificados como se de um livro se tratasse: em capa, prefácios, capítulos, posfácio e conclusão. O conselho é que vá com tempo, que ninguém lê um livro a correr. E lembre-se que este livro está sempre a ser rescrito e uma ou outra coisa pode mudar na experiência para respeitar a sazonalidade e a disponibilidade dos ingredientes. Nesta cozinha, o chef só abre o livro com o que é fresco e da época.

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15
Mamasan
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Mamasan

icon-location-pin Grande Lisboa

Este restaurante é japonês mas escusa de perguntar por peças de sushi. O Mamasan é um restaurante especializado em yakitori, um termo que se refere a comida em pequenos espetos, grelhados em carvão. No Japão, os restaurantes especializados em yakitori são habitualmente espaços pequenos, só com lugares ao balcão. Aqui há o balcão, com vista para a grelha a carvão, feita a medida em Portugal mas seguindo o modelo da mais tradicional grelha japonesa. O menu é pequeno e foca-se nas opções “na grelha”, com as espetadas com frango, cachaço de porco preto, camarão selvagem algarvio com lima e chili, ostras do Sado (6,50€) ou duas opções vegetarianas, couve coração e manteiga de chili ou beringela. 

16
Umami
©Duarte Drago
Restaurantes, Steakhouse

Umami

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Chuletón, tomahawk, t-bone ou tornedó são algumas das estrelas da companhia. Mas no Umami, o restaurante onde as carnes maturadas e os cocktails são par irremediável, o objectivo é atingir a perfeição entre a roda dos sabores. Comece pela tábua mista (16€) ou pelo torricado de pica-pau com couli de pimentos (8€) antes de se aventurar nos pesos pesados: o tomahawk, maturado de black angus para dois (55€), o t-bone maturado também para dois (40€) ou o chuletón maturado em pedra de sal dos Himalaias (44€). Noutra vertente, mais mar, tem o polvo confitado com esmagada de batata doce e tomate cherry assado (22€) ou o lombo de atum com puré de grão e emulsão de salicórnia (24€) são as opções do mar. 

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17
Altar
©Duarte Drago
Restaurantes, Italiano

Altar

icon-location-pin Castelo de São Jorge

O espaço é simples, a decoração minimalista não há quadros nem luzes de parede por imposição patrimonial. A carta foi pensada em conjunto com o chef Roberto Mezzepelle, que trouxe ao Altar o conceito de massa maturada. Nas entradas, as burratas são o grande destaque mas também há bruschettas ou um bom prato de presunto de porco preto com focaccia romana. As pizzas, brancas (sem molho de tomate) ou da casa, são personalizáveis e podem ser feitas com uma base de carvão vegetal. Na hora da sobremesa peça o tiramisú ou a panna cotta com frutos vermelhos. 

18
Paco Bigotes
©Manuel Manso
Restaurantes, Mexicano

Paco Bigotes

icon-location-pin Grande Lisboa

A nova taqueria chama-se Paco Bigotes, fica em São Pedro do Estoril, e é fiel à comida mexicana. Há botanas para partilhar, dois ceviches, tostadas (e aqui é preciso desde já aceitar que se vai sujar as mãos – e vai ser bom) – são tortilhas crocantes, fritas, com tudo no topo: tanto podem ser de atum fresco (7,50€) como de frango desfiado (6,50€). Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. São todos feitos com tortilhas de milho azul (não estranhe a cor). Atenção às malaguetas e bota abaixo com uma margarita de manga (4,50€). Ou um shot de Mezcal, que a dona, mexicana, diz que não faz ressaca como a tequilla.

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19
Mamasan
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Mamasan

icon-location-pin Grande Lisboa

Este restaurante é japonês mas escusa de perguntar por peças de sushi. O Mamasan é um restaurante especializado em yakitori, um termo que se refere a comida em pequenos espetos, grelhados em carvão. No Japão, os restaurantes especializados em yakitori são habitualmente espaços pequenos, só com lugares ao balcão. Aqui há o balcão, com vista para a grelha a carvão, feita a medida em Portugal mas seguindo o modelo da mais tradicional grelha japonesa. O menu é pequeno e foca-se nas opções “na grelha”, com as espetadas com frango, cachaço de porco preto, camarão selvagem algarvio com lima e chili, ostras do Sado (6,50€) ou duas opções vegetarianas, couve coração e manteiga de chili ou beringela. 

Comer o mundo em Lisboa

Ararate
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Os 80 melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. O mundo é redondo como um prato e cabe inteirinho em Lisboa. Se dúvidas houvesse, demos a volta ao mundo em Lisboa com uma visita a 80 restaurantes que nos pôs a barriga a dar horas em todos os fusos horários. Dizemos-lhe onde comer em Lisboa a comida internacional. Aperte o cinto e atire-se aos melhores restaurantes do mundo em Lisboa.

Muito Bey - Tapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Esqueça as mil e uma noites e coloque o mindset mais nos mil e um pratos. Temos Turquia, Líbano, Síria e o estilo do Médio Oriente inteiro: muitos pratos para partilhar e o pão como estrela da mesa. Nem precisa de pegar na bússola para rumar a Oriente, basta pegar nesta lista e orientar-se por estes restaurantes do Médio Oriente em Lisboa.

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pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  

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