Marisqueira do Pateo
Rita Chantre | Lulas à basca
Rita Chantre

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

As novidades multiplicam-se na cidade. Conheça as mesas mais recentes que tem mesmo de manter debaixo de olho.

Hugo Torres
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As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor e de fast food, para peixe, marisco, neo-tascas e os mais diversos projectos internacionais. Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. Não fique desactualizado e faça uma reserva – tem muito por onde escolher. 

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Os melhores novos restaurantes em Lisboa

  • Português
  • Campo de Ourique

Comida de conforto portuguesa com técnica de chef. O restaurante de Hugo Candeias em Campo de Ourique poderia ser sintetizado assim. Com serviço ininterrupto (está aberto todos os dias desde o almoço até ao final do jantar), este Avó tem uma carta com muitos clássicos e algumas surpresas, do pastel de massa tenra ao bolinho de bacalhau em tempura. Nos pratos principais, listam-se o xerém de lingueirão, o empadão de rabo de boi e propostas de partilha como cuscos de Vinhais com língua de vaca e frango na púcara. Nas sobremesas, serve-se a sericaia quente e a inescapável tarte basca do chef. A garrafeira é composta exclusivamente de vinhos nacionais. Dividido em duas zonas, a sala e a luminosa esplanada interior (que pode ser fechada para eventos), o espaço é grande e tem ares de casa antiga, decorado com objectos antigos, naperons e muita madeira. E não falta a mesa comunitária.

  • Belém

Abriu em Maio de 2026 para que os chefs Zé Costa e Tiago Brito pudessem dar largas à criatividade e partilhar as respectivas sensibilidades gastronómicas, cozinhando à vista de todos. À hora de jantar, há duas experiências à escolha. O menu Pé de Cabra divide-se em sete momentos e é uma espécie de introdução ao mundo de ambos, repleto de viagens e sabores diferentes. O menu Cabra Cega tem todos os pratos do menu anterior e mais três sugestões (uma entrada, um prato principal e uma sobremesa). A ideia é que as pessoas cheguem às cegas, já que confiar nos chefs faz parte da experiência.

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  • Português
  • São Sebastião

Nos antigos estúdios da RTP, em plena Avenida 5 de Outubro, honra-se a memória do que ali se transmitiu, mas também os melhores ingredientes e sabores nacionais. A cozinha do Cenário, restaurante do Vip Grand Lisboa Hotel & Spa, está a cargo do chef António Mendes, que veio de Viseu para Lisboa para preparar coisas como costeleta de sardinha e gaspacho, pastéis de massa tenra, terra negra do mar (que junta robalo, miso, arroz carolino negro, ostra cozida, algas e piclkes de cebola roxa) e arroz de forno com chambão fumado, franguinho ou cachaço. O menu apresenta-se como um "guião gastronómico", dividindo-se entre capítulos como Bastidores, Emissão de Abertura ou Última Emissão. É neste último que estão as sobremesas como mousse de cacau 100% ou leite creme queimado e rabanada.

  • Alcântara

Resultado de uma parceria entre o Grupo Esporão (responsável pela Herdade do Esporão, no Alentejo, famosa pelos vinhos e azeites) e o ISA (Instituto Superior de Agronomia), sete hectares da Tapada da Ajuda transformaram-se na Geradora, que é muito mais do que um restaurante: é um museu, uma loja e um bar de cervejas explorado pela Musa. Com uma sala com 52 lugares e esplanada com mais 25, tem o chef Manuel Liebaut (que passou pelo Loco e pelo Fogo, de Alexandre Silva) ao comando dos tachos. O menu é curto e sazonal, com apenas seis entradas, seis pratos e quatro sobremesas. No piso de baixo está uma garrafeira e sala de provas (que pode servir de sala privada para 24 pessoas). Fique atento à agenda cultural de concertos e workshops. 

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  • Cafés
  • Lisboa

Tal como aconteceu quando inauguraram o primeiro café no Príncipe Real, Dmitriy Burovik e Alina Moleshtianu queriam que as pessoas sentissem que “estão na quinta da avó”. É por isso mesmo que, no segundo espaço do Instant Crunch, a esplanada interior está coberta de plantas e trepadeiras, e tem até uma horta de ervas aromáticas (que são usadas na preparação das bebidas e dos pratos). Afastada do rebuliço diário da rua, é sem dúvida o lugar mais procurado para estar no café. Mas há outras razões para lá ir e a carta, pensada pelo chef ucraniano Andrii Boyarskiy, é uma delas. Conte com tosta de queijo cheddar e kimchi caseiro; waffle de rosbife, queijo creme e ovo escalfado; shakshuka, prato típico israelita que leva ovos escalfados com molho de tomate, e pão a acompanhar; e muitas outras opções de brunch. Há ainda café de especialidade, matcha, vinhos portugueses, limonada e kombucha caseiras.  

  • Chiado

Instalado no coração do Chiado, no histórico espaço que outrora acolheu a perfumaria David & David e a primeira loja A Vida Portuguesa, o Isabella é um restaurante sóbrio e acolhedor integrado no Flora Chiado Apartments. Com assinatura do chef Ricardo Leite, a cozinha foca-se na exaltação do produto de época, de proximidade e de micro-produtores, cruzando a memória afectiva do receituário tradicional português com influências internacionais. O ambiente intimista e elegante, onde predomina o preto em contraste com a monumentalidade dos arcos pombalinos, estende-se até à mesa através de uma detalhada colecção de cerâmica artesanal feita à mão por criativos de todo o país. A experiência completa-se com uma robusta carta de vinhos desenhada pelo sommelier Pedro Nogueira, com centenas de referências, todas elas servidas a copo.

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  • Mafra/Ericeira

Mesmo antes de abrir portas, no Verão de 2026, dificilmente encontraria um restaurante com mais hype do que Kau Barbecue, na Malveira. Depois de anos de pop-ups e presença em festivais como Rock in Rio e NOS Alive, este projecto ganha casa própria num espaço construído de raiz por Rui e Vera Matias, criadores da marca. Conhecido pelo barbecue texano e pelo brisket, o serviço incluí carne cortada na hora e pago ao peso. O menu inclui vários cortes fumados, refeições dignas de um BBQ texano e ainda opções para vegetarianos.

  • Turco
  • Cascais

O Kokini, em Cascais, nasceu pela mão de A. Turgay Gülay para dar a conhecer a gastronomia e a cultura caseira da Turquia. Num ambiente acolhedor, o restaurante oferece um ritual de boas-vindas com água de colónia, mezzes e carnes de confecção lenta, como o frango com castanhas ou o cordeiro no forno. O menu inclui ainda sopas, saladas, börek e baklava, a par de um menu de degustação. O espaço convida à partilha com música, jogos de gamão e café turco ou rakı.

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  • Português
  • Santa Maria Maior

O ambiente é descontraído. A sala, um quadrado amplo adornado com pratos e travessas nas paredes, pode tornar-se barulhenta nas noites mais concorridas, o que dá ao KerAlho a informalidade que esperamos dele. A casa tem apenas dois pratos principais: os clássicos bitoque e bacalhau à Brás. Já o menu das entradas é bem mais composto, com pastéis de bacalhau, ovos mexidos com chouriço, amêijoas à moda da casa, croquetes, e Camarão KerAlho. Entre as sobremesas reina a mousse de chocolate.

  • Japonês
  • Chiado/Cais do Sodré

Chama-se Kouji Ramen & Bar porque junta dois conceitos em dois pisos: no primeiro funciona o restaurante e, no segundo, está instalado um bar de cocktails asiáticos de assinatura. Há oito ramen à escolha e o menu apresenta fotos de cada um para que seja mais fácil identificá-los. Há um menu de almoço, até porque, além de ser turística, esta é uma zona com muitos escritórios. No menu de cocktails de autor estão o mist of edo, com vodka, flor de cerejeira, limão e líchia; o kumori, com gin e lima kaffir; ou o yukan, com whisky, gengibre, wasabi e whisky de mel, aquele que desperta mais curiosidade.

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  • Italiano
  • Beato

Depois do Gancho, Louise Bourrat e Marco Cossu abriram um segundo restaurante de bairro, desta vez na Penha de França. Chamaram-lhe Mammarua, uma expressão da Sardenha, ilha natal de Marco, que significa “a tua mãe”. Sempre que possível, os produtos vêm da Sardenha. Já as massas são quase todas feitas na casa (a excepção é a muito trabalhosa fregola). As receitas são as tradicionais, embora com um toque da chef. Na secção de entradas, encontramos azeitonas marinadas, focaccia e carasau com ricotta di pecora, ostras do Sado e tábuas de queijos e enchidos. Do lado dos pratos principais, destaque para os malloreddus, a fregola sarda e a pasta vongole, mas também para os ravioli de batata, burro (manteiga) e salvia.

  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Um dos pratos favoritos de quem vai à marisqueira no Pátio Bagatela, perto das Amoreiras, são as lulas à basca, servidas com batata frita e ovo estrelado. São uma reinterpretação da lagosta (ou lavagante) à basca, ex-libris da Nunes Real Marisqueira, onde o chef Manuel Costa trabalhou durante 24 anos até abrir a Marisqueira do Pateo com Manuel Ribeiro. Logo à entrada, encontra uma montra recheada com tudo aquilo que se espera de uma boa marisqueira: diferentes variedades de camarão e gamba, carabineiro, sapateira, percebes. Uns passos adiante, no centro da sala, salta à vista o aquário, com outros bichos do mar, como a lagosta. Num dia quente, o melhor é comer uma destas iguarias na esplanada, que senta cerca de 60 pessoas. Para terminar nada como um prego do lombo – ou de lavagante – no pão, ou um bife do lombo à tuga. Também há outros pratos de carne e de tacho.

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  • Japonês
  • Lisboa

O conceito é simples. Na mesa estão dois códigos QR. Primeiro, liga-se ao Wi-Fi do restaurante; segundo, acede-se à carta. A partir daqui, basta escolher o que pretende comer, juntar o item ao carrinho e fazer a encomenda. Em poucos minutos, chegam gyozas grelhadas, temaki, sashimi e tempura. Os dois pedaços de camarão são de um tamanho bem acima da média. Vêm envolvidos numa crosta estaladiça que deixou a gordura na cozinha, trazendo para o prato apenas a crocância. Estamos no Miyazaki, onde pode repetir tudo as vezes que quiser.

  • Lumiar

A história deste sítio começa na vela. Isto porque João Matos Rosa e Fernando Kuo praticam este desporto desde pequenos e foi assim que se conheceram. Entre viagens e navegações no mar, os dois amigos decidiram que estava na hora de ter um projecto paralelo. E nasceu o Moshi Moshi, um restaurante de inspiração asiática em Telheiras. No Inverno, um dos best-sellers da carta é o ramen. O caldo com cogumelos shitake, bambu marinado, couve pak choi, edamame, cebolinho e alga noori pode levar frango, camarão, barriga de porco ou novilho. Mas há outros favoritos, como a poke e o donburi de barriga de porco, ou as entradas, como as gyosas, os har kao, que são dumplings de camarão, a tempura de camarão, ou o tataki de atum. Há ainda baos, temakis e hot rolls.    

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  • Santos

Um ano depois de abrirem um bar de ostras e cocktails na Costa da Caparica, Maryam Aboukhater e Ryan Barth-Dwyer quiseram trazer um pouco do espírito da praia para o centro de Lisboa. O segundo espaço do Myra – uma "ostraria" com um apetite especial por ambientes de festa –, instalou-se em Santos, com parte das propostas que já eram servidas na Margem Sul, mas também com novidades. As ostras, claro, não podem faltar, mas também há ceviche de peixe do dia, salada de verdes e picles, dumplings caseiros e frango shawarma. Do lado dos cocktails, há umas quantas invenções. Destaque para a Citrus Mezcalita e para o Ginja Sour.

  • Italiano
  • Baixa Pombalina

Aqui, só há uma palavra (e sabor) para decorar: nduja. É este enchido italiano que domina o menu e todo o conceito do NdujaMe, o terceiro espaço de Giuseppe Pezzano, um calabrês orgulhoso com ganas de partilhar com o mundo o que de melhor se faz na sua região italiana. Depois de Utrecht, nos Países Baixos, e Seattle, nos EUA, foi a vez de Lisboa ficar a conhecer a especialidade preparada com os cortes mais gordurosos do porco, pimentas vermelhas, pimentão picante da Calábria, sal e especiarias. As focaccias dominam a carta, mas também há pinsas, tábuas que juntam vários enchidos e sobremesas italianas. Para quem quer levar para casa, vende-se não só a estrela da casa, nduja, mas também guanciale, mortadela de Bolonha, capocollo, prosciutto di Parma e spianata.

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  • Pizza
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A equipa responsável por esta pizzaria é a mesma do Vegan Junkies, no prédio ao lado, uma hamburgueria vegana que foi conquistando o bairro. Aliás, foi nas personalidades locais que o menu se inspirou. A tia Celeste tem tomate San Marzano, mozzarella fior di latte, barriga de porco fumada, sementes de sésamo e cebolinhos. A fazer-lhe companhia estão a vegana D.ª Catarina, com cogumelos porcini, pleurotus e Paris, além de nozes e gremolata, a Sr. César, com béchamel com infusão de porcini, queijo edam, cogumelos salteados, fiambre e queijo peccorino, e a Sr. Fernando, que é picante mas suportável para os mais sensíveis. Tem tomate San Marzano, mozzarella fior di latte, salame picante, stracciatella, pickles de cebola e mel picante.

  • Ostras
  • Chiado

Três amigos juntaram-se para abrir um restaurante no Chiado que segue duas regras: os produtos têm de ser nacionais e sazonais. As ostras estão no centro da festa, mas há outras propostas, do marisco fresco (percebes e ouriços no seu tempo) à sopa de peixe, salada de polvo e chouriço ou bacalhau à Brás. Obrigatórios são o arroz caldoso de ostra e o cachorro de polvo e wasabi. Na carta de bebidas brilham os champanhes e espumantes e nas sobremesas, um trio difícil de desempatar: tarte basca, brownie de chocolate e crème brûlée 100% vegan.

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  • Lisboa

Depois do Hachiko Ramen by Honda, no Martim Moniz, Rajesh Jwarchan ou, como é mais conhecido, o chef Honda abriu um restaurante dedicado ao okonomiyaki, "panqueca" salgada japonesa, típica de Hiroshima e Osaka. Neste espaço bastante reduzido, onde as paredes estão revestidas de desenhos de manga, o chef confecciona não só okonomiyaki, como também yakiniku (um tipo de barbecue japonês), frango karage, caril udon com carne de vaca, ou katsu de porco ou frango. E tal como acontece com a "panqueca", os restantes pratos da ementa são servidos em combinados, que incluem um prato principal e dois ou três acompanhamentos, a preços acessíveis (custam todos 12,99€).  

  • Italiano
  • Estoril

A Pizzaria Santarita, no Estoril, eleva a pizza a refeição gastronómica através de uma massa leve com 48 horas de fermentação, feita com farinha biológica de Alenquer. O projecto une o chef brasileiro Vinicius Braune, Bruna Lombardo e Romina Lamassa (do Lamassa Pasta Fresca) que construíram um menu que inclui clássicos como a pizza margherita, opções menos convencionais como a pizza de pêra, presunto e mel, e sobremesas como o tiramisù caseiro e o surpreendente entremèt di limone.

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  • Espaço gastronómico
  • Oeiras

O Recreio ocupa uma área de 600 metros quadrados em plena zona empresarial de Miraflores. Tem cerca de 250 lugares, entre sala e exterior, um número que tende a aproximar-se das três centenas à medida que se vai arrumando a casa. Na esplanada, a mancha rosa (das mesas e cadeiras portuguesas da Adico) contrasta com o verde de paredes e plantas. Contemplar é inevitável, mas não o principal motivo para se vir aqui. Na hora de ceder aos apetites do estômago, há várias opções neste food hall – as especialidades de pequeno almoço e refeições leves do Amélia, as sandes do Let's Pastrami e smash burgers do Street, a cozinha panasiática do Soão, as pizzas da Patife, as almôndegas da Polpetta Cosmica e as carnes tenras do Atalho. Conte ainda com um bar com mais de 50 referências e cocktails e com um balcão da Santini para garantir a sobremesa.

  • Santos

Onde outrora funcionou a mercearia e garrafeira Comida Independente, mora agora o Salón, projecto do chef argentino Segundo Farrell, dono da La Joya Cantina, com mais dois sócios. Num espaço limpo e despretencioso, as atenções estão na comida – um menu curto e focado no produto – e no vinho. Afinal, o restaurante ostenta uma carta com cerca de uma centena de referências, na maioria portuguesas e com muitos vinhos naturais pelo meio. À mesa (ou ao balcão) petisca-se, sobretudo. Uma vez por mês, o Salón recebe um chef convidado.

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  • Lumiar

Quem já entrou no Space Bites, em Telheiras, sabe que a decoração do restaurante é inspirada no Espaço. E o mesmo acontece com os hambúrgueres, que são prensados em formato de ovni e vão buscar os seus nomes a planetas ou galáxias. No menu, há oito opções de hambúrgueres, feitos com pão de batata doce. O Galaxico é o clássico, com queijo, alface, tomate e molho; o BacoNova, que leva queijo, bacon, cebola caramelizada, alface, tomate e molho, e o HashSolo, que leva queijo, cebola panada, hash browns, tomate e molho são os mais populares. Mas o PicaX talvez seja o mais inovador: tem picanha grelhada, ananás grelhado, queijo branco e molho especial.  

  • Japonês
  • Carcavelos

O Soan Sushi Kaiseki aposta numa gastronomia japonesa pura, focada no produto e sem artifícios visuais. Com uma oferta centrada no peixe fresco de elevada qualidade, a carta apresenta combinados tradicionais, entradas como o Kimuchi Especial e o Natsu Dengaku, menus executivos ao almoço e menus de degustação.

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  • Português
  • Parque das Nações

Nas traseiras do Oceanário e com vista para o rio, este restaurante do grupo SushiCafé no Parque das Nações recupera um espaço que estava fechado há uma década e enche-o de sabores tradicionais. Aqui tudo pode (e deve) ser partilhado – do chouriço de porco assado à salada de polvo, tártaro de carne, pica-pau de novilho ou amêijoas à Bulhão Pato. Continuando no mar, há bacalhau à Brás, arroz de polvo e filete de robalo; no campeonato da carne, a barriga de porco com puré de chalota, o bife à portuguesa e o típico bitoque são as sugestões.

  • Asiático contemporâneo
  • Cascais

Junto à Baía de Cascais, onde durante décadas morou a histórica pastelaria Bijou, o restaurante Takumi traz uma proposta de cozinha chinesa e japonesa à discrição, mas servida à mesa e preparada no momento. Esqueça o tradicional buffet: aqui prioriza-se a frescura dos ingredientes, o rigor de execução e o cuidado estético na apresentação de cada prato. As opções vão desde as criações frias de sushi e sashimi às propostas quentes da gastronomia tradicional chinesa como as sopas, os grelhados na chapa teppan e pratos reconfortantes como o pato com laranja. Para acompanhar há bebidas de autor, cocktails e sake.

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  • Cais do Sodré

Especializada em frango, aves e produtos da granja, a Tasca Bica é o projecto gastronómico de Victor Vieira, natural do sudeste brasileiro, com várias experiências pela Ásia e ainda uma passagem pelo MasterChef Brasil. A ementa está dividida entre opções de partilha – pensadas para comer com as mãos – e pratos extra condimentados. Também não esquece a coquetelaria, com algumas receitas originais.

  • Estrela/Lapa/Santos

Na cozinha, é o chef brasileiro João Elias que toma conta dos pedidos. Por dia, vendem-se entre 40 a 50 sanduíches. Existe a clássica, de inspiração italiana e americana, que leva mortadela, salame, presunto, queijo provolone, pimento assado, cebola em conserva, rúcula e maionese da casa, e uma vegetariana, com beringela assada, mozzarella, pimento assado, rúcula, pesto, maionese da casa e redução de balsâmico. A Dill Mayo, com peito de peru, queijo suíço, pimentos doces em conserva, pickles de endro, alface iceberg e maionese de endro; e a Honey Mustard, ligeiramente picante, com peru fumado, queijo suíço, jalapeños em conserva, alface iceberg, maionese da casa, mostarda, mel e tomilho, são igualmente saborosas.

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  • São Vicente 

Dinah Setton e Alexandra Sarabanda conheceram-se quando trabalhavam no Estrela da Bica. A primeira como chefe de sala, a segunda como chef de cozinha. Quando Dinah viu um antigo apartamento à venda na Graça, em frente à Voz do Operário, não quis passar a oportunidade e lançou o desafio de abrir um restaurante à amiga, que aceitou prontamente. O Voz Gastrobar é o resultado desta colaboração. É descontraído e familiar, tal e qual uma casa. Há quem se sente no sofá enquanto espera ou nas mesas na sala de jantar a comer, ou então no balcão da cozinha, onde pode ver a chef Alexandra a finalizar os pratos. A cozinha, de bases portuguesas, é criativa e de partilha. O pastel de pernil, os mexilhões com caril vermelho, pico de gallo e massinhas, e a beterraba, cenoura e laranja com creme de queijo, ervas e amêndoas tostadas são algumas das propostas da ementa, que muda com alguma frequência. 

  • Japonês
  • Chiado/Cais do Sodré

Parte da experiência de preparar um ramen está à vista no Yokocho, que tem um balcão virado para a cozinha aberta, com o empratamento a ser feito a escassos centímetros do cliente. O Yokocho de Tiago Penão (chef com estrela Michelin) acomoda uns 40 lugares, distribuídos entre mesas e balcão, numa sala que se inspira na cultura urbana contemporânea japonesa, com referências ao hip-hop e a artistas como o norte-americano Kaws, bastante popular no Japão. Sobre os ramens de assinatura, Penão justifica as escolhas: “São os clássicos. Dois estilo Tóquio – o Shio e o Shoyu Chintan –, o Tori Paitan, que é mais do norte, e o Tonkotsu, que é da região de Hakata.”

Mais que comer

  • Peruano

Não é por acaso que a gastronomia peruana é tida por muitos como a mais rica da América Latina. No Peru, fazem-se coisas deliciosas como ceviches, tiraditos ou causas. Foi o Qosqo, junto à Sé, que nos apresentou esta cozinha há mais de dez anos. Mais tarde, o chef Kiko, com A Cevicheria, tornou-a ainda mais famosa. Entretanto, foram aparecendo outros espaços surpreendentes na cidade: de projectos focados em comida de rua a propostas de fusão nipo-peruana. Há várias opções para explorar (incluindo em Cascais). Siga o nosso guia e marque mesa nos melhores restaurantes peruanos em Lisboa.

Nem sempre há tempo e nem sempre dá jeito, mas é possível trocar a marmita por uma refeição num bom restaurante sem ter de gastar um dinheirão. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Nomenclaturas à parte, o que importa é saber que estes menus costumam ser opções mais amigas da carteira e, por vezes, a maneira mais económica de conhecer um restaurante. Reunimos 11 sítios, que vão da cozinha tradicional portuguesa à asiática, onde pode encontrar belos menus de almoço.  

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  • Pan-asiático

A escolha entre um pho vietnamita, um pad thai tailandês, um ramen japonês ou um caril indiano deixou de ser obrigatória. Os restaurantes pan-asiáticos assumem o compromisso de pôr a Ásia (quase) toda na mesma carta, combinando street food e muita comida de conforto, onde não faltam pratos agridoces e picantes. Lisboa acompanha a tendência e não lhe faltam moradas onde as gyozas e os baos dividem o protagonismo com a maior naturalidade. Para o ajudar a navegar nesta rota de sabores intensos, escolhemos os oito melhores restaurantes pan-asiáticos em Lisboa. 

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