Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Abrem à velocidade a que nascem cogumelos. Damos-lhe um guia dos melhores novos restaurantes em Lisboa, dos especialistas em sushi aos kebabs

Dallas
©Inês Félix
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A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses, entre os quais encontrará sushi com o peixe mais fresco e o dedo do chef Kiko, kebabs diferentes dos que está habituado, bons hambúrgueres ou tostas e ninhos de abacate bem saborosos. Não se sinta desactualizado e marque já mesa – é só escolher a gastronomia que mais lhe apetece hoje.

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Os melhores novos restaurantes em Lisboa

1
East Mambo
©Marisa Cardoso
Restaurantes

East Mambo

icon-location-pin São Sebastião

Bernardo Agrela saiu do fine dining da Cave 23 e entrou no maravilhoso mundo dos kebabs, tornando-os mais do que comida tapa-buracos num espaço pequenino perto de São Sebastião. Escusa de pedir a carta – kebabs é fast food, e por isso exigia-se que o sítio fosse rápido. Na parede estão quatro menus: o um tem kebab e bebida (10€), ao dois acrescem as batatas com dupla fritura (12€), o três tem tudo isto e um mix de entradas (15€) e o quatro tem sopa, salada e bebida (6,50€).

2
Dallas
©Inês Félix
Restaurantes, Americano

Dallas

icon-location-pin Cais do Sodré

Hambúrgueres é assunto sério. No Dallas, o novo restaurante do Cais do Sodré, fazem-nos à boa maneira americana, com carne orgânica e brioche grelhado no momento. “Hambúrgueres: o pilar de qualquer pequeno-almoço nutritivo.” Jules Winnfield, a personagem de Samuel L. Jackson em Pulp Fiction, disse-o enquanto mastigava um suculento hambúrguer da cadeia havaiana de hambúrgueres Big Kahuna. No Dallas ainda não se comem hambúrgueres logo pela manhã, mas pode encarnar a personagem do filme de 1994 de Quentin Tarantino – afinal a inspiração para a decoração vintage do espaço vem de lá e até vai conseguir tirar uma fotografia sentado numa das cabines com sofás vermelhos, ao estilo do clássico diner, antes de pedir um dos hambúrgueres da casa.

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3
Fauna e Flora
©Manuel Manso
Restaurantes

Fauna&Flora LACS

icon-location-pin Lisboa

Muita vegetação natural, entre mini palmeiras, suculentas, cactos e outras plantas bem verdinhas penduradas em floreiras, outras mais coloridas, mesas em madeira antiga e um balcão feito com portas em tons pastel. A essência do Fauna&Flora, o café/restaurante que abriu no final de 2017 no eixo Madragoa-Santos e se tornou um sucesso para pequenos-almoços e brunches à la carte (e para actualizar as redes), mantém-se no segundo espaço nos Anjos, no edifício do co-work LACS.

4
A Barra Japonesa
©Duarte Drago
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Barra Japonesa d'O Asiático

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Kiko Martins quis que O Asiático perdesse o lado mais formal e algo “intimidante”, como reconhece que era. As janelas estão agora abertas e deixa de ser um mistério o que fica para lá das portas escurecidas, com um segurança à porta: dá até para espreitar o bonito pátio interior ao fundo. Não foi só um querido, mudei a casa para tornar o espaço luminoso – na entrada, onde antes estava só uma espécie de lounge e as casas de banho, abriu A Barra Japonesa, um balcão de 11 lugares com “sushi contemporâneo”. Aqui respeitam a tradição japonesa ao máximo mas dão-lhe um toque mais moderno, que se nota na introdução de ingredientes como o foie gras em gunkans, a carne wagyu, a maionese de alga codium ou o citrino kumquat como topping de um niguiri.

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5
Atira-te ó bife
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Atira-te ó Bife

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Manuel Cambournac, Gonçalo Mineiro e Maria de Fátima Costa, os três sócios, quiseram pegar na ideia dos bifes clássicos e criar um conceito moderno, para almoços mas também jantares prolongados de amigos. Há três bifes: o de pojadouro (10€), acém (14€) e lombo (18€), todos com 160 a 180 gramas, e acompanhados com batatas fritas em palitos e um dos molhos, à escolha entre o clássico, o de queijo roquefort, mostarda dijon, cogumelos marron ou o da casa, feito com manjericão fresco. Além destes cortes, têm um bife Wellington individual (24€), ao invés de ser servido fatiado.

6
JNcQUOI Asia
©Inês Félix
Restaurantes, Asiático contemporâneo

JNcQUOI Asia

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. O projecto é assinado por Lázaro Rosa Violán, o nome responsável pelo primeira aventura do grupo, o JNcQUOI Avenida, e destaca-se pelos interiores sofisticados e ambientes casuais de funcionalidade eclética. Ao todo são quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. Na carta, há especialidades das quatro regiões: do sushi à robata, passando pelo tandoori e terminando com criações de chef para a sobremesa como o cheesecake de queijo de cabra com bolachas de canela e gengibre (9€) ou o pão de ló chinês (9€). À noite, o plano é outro. A luz do espaço muda e o ambiente transforma-se, dando vida à mesa de DJ que complementa a zona do bar, estendendo a vida até às 02.00.

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7
Essencial
©Duarte Drago
Restaurantes

Essencial

icon-location-pin Grande Lisboa

Na cozinha de André Lança Cordeiro impera um minimalismo delicado que nos ensina uma máxima incontornável: menos é mais. Depois da aventura no Local, o chef português regressou ao activo com um novo desafio, o restaurante Essencial, e mostra-nos, pelo caminho, que é mesmo na simplicidade que podemos encontrar as melhores coisas da vida. Na carta, os pratos são uma ode ao minimalismo, sem que a parte gustativa e visual seja descurada. Lavagante e daikon (11€), pâté en croûte e pickles (9€), flor de curgete recheada (7€), linguado com couve coração (19€) e bochechas de porco, cantarelos e batata (17€) são algumas das referências. À sobremesa, não há como escapar ao incrível mil-folhas com caramelo salgado (5€).  

8
The Garage Smokehouse & BBQ
@Manuel Manso
Restaurantes

The Garage-Smokehouse & BBQ

icon-location-pin Alcântara

Nasceram em Albuquerque, no Novo México, mas o amor por Lisboa havia de dar-lhes uma morada permanente do lado de cá do Atlântico. Depois da passagem por Frankfurt, os irmãos Ikelman fizeram-se à estrada para trazer o melhor da tradição caseira do barbecue. No espaço de uma antiga tasca em Alcântara, abriram o The Garage – Smokehouse & BBQ, onde carne é rainha e a banda sonora um acompanhamento. Há clássicos como o brisket, a carne do peito de boi, os secretos de porco preto servidos com molho bbq caseiro ou a pulled pork sandwich (8€), servida com batatas fritas, coleslaw e pickle caseiro. Aos domingos, o brunch é o forte com um menu abreviado com preços entre os 9€ e os 13€. Tudo isto é servido num imaginário recortado das road trip americanas. 

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9
Avocado House
©Manuel Manso
Restaurantes

Avocado House

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Na Avocado House, um restaurante onde todos os pratos levam abacate, das panquecas ao hambúrguer, dá para actualizar as suas redes sociais. E se no início o mais difícil foi criar um menu completo, depois o problema foi tornar a carta mais concisa. As cascas do abacate são utilizadas como taças para os “abacatados”, com bacon caramelizado, ovos mexidos, cebolinho, endro e salada de gaspacho (6,80€), uma minissalada caprese, com abacate, pesto, mozarela, tomate cherry e manjericão (6,90€) ou uma versão vegan com grão de bico, lentilhas, tomate, cebola, coentros e salada de gaspacho (6,60€). A escolha continua com saladas com influência internacional, servidas a partir das 12.00, como a sok yacha salad, da Turquia, feita com arroz preto integral, za’atar, requeijão, abacate, espinafres, alface, romã e molho de mostarda dijon (10,80€). Há opções com mais substância, como os hambúrgueres servidos no meio de um abacate ou entre pão de espinafres e caril (entre os 9,90€ e os 11,90€) e tártaros e ceviches, como o salmon tartare, com abacate e arroz preto (12,60€) ou o de filet mignon, com gema de ovo, abacate, pickles e chips de batata doce (15,50€). A partir das 19.00, há tacos. À sobremesa, prove o avo tuga, com abacate, vinho do Porto, açúcar amarelo, canela e chocolate (4,60€), o cheesecake (4,90€) ou a mousse de chocolate, feita com tâmaras, cacau, banana e abacate (4,80€).  

10
Memoria
©Inês Félix
Restaurantes, Italiano

Memoria

icon-location-pin Campo de Ourique

O grupo Non Basta abriu o italiano Memoria para apelar às recordações de almoços em família na infância, um restaurante com mais produtos italianos, uma série de novos pratos e a valorização do aperitivo Spritz. O espaço não podia ser mais diferente dos outros restaurantes do grupo: o interior é mais estreito, em tons rosados, com mesas com tampos de mármore. Mas o ex-líbris são os dois logradouros que foram transformados numa enorme esplanada. Quando espreitar a carta vai reconhecer alguns dos pratos mais icónicos do Pasta Non Basta, mas há muito mais. A ementa tem uma selecção de queijos e enchidos italianos, para começar a petiscar, entradas como a burrata cremosa e fresca com pesto e prosciutto, bruschettas e uma categoria nova – pratos para dividir, servidos em travessas como nos almoços de família. Uma dose serve para três pessoas.

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11
Queimado
©Inês Félix
Restaurantes

Queimado

icon-location-pin Bairro Alto

Neste restaurante é tudo cozinhado ou terminado no carvão, mas não vale a pena levar o nome à letra – nada vai sair queimado. Aos almoços há um menu a 14€, com entrada, prato e bebida, sempre a rodar. Já o menu de jantar é de partilha, tem nove opções, só usa produtos locais e regionais e vai mudando consoante as estações do ano – tudo a preços acessíveis e com a recomendação de três a quatro pratos para duas pessoas. Ao domingo há “uma espécie de brunch”, com comida composta.

12
Chutnify
©Inês Félix
Restaurantes, Indiano

Chutnify Bairro Azul

icon-location-pin Grande Lisboa

Não tem as especialidades do forno tandoor, não tem o naan caseiro, mas tem uma esplanada e todos os bestsellers do primeiro Chutnify, o restaurante indiano moderno que Aparna Aurora trouxe de Berlim para Lisboa em 2017. O conceito é exactamente o mesmo: comer com as mãos (não negam talheres a ninguém, mas esta é a forma mais autêntica) sem vergonhas e partilhar todas as especialidades.

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13
Crack Kids, Taco Shop #1
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

Taco Shop #1

icon-location-pin Cais do Sodré

Não foi longe, mas fez diferente. Na Crack Kids Lisboa, a antiga Montana que surgiu de cara lavada, não só mudou a arte como mudou quem serve à mesa: o Pistola y Corazón abriu aqui um irmão mais novo, a Taco Shop #1. A taqueria resume-se a dois balcões – um para a comida, outro para as bebidas – onde poucas são as mãos a medir, e quem manda na cozinha é Paulina Loya, que veio da cidade de León, no estado mexicano de Guanajuato para liderar as tropas.  Os tacos são a prata da casa neste filme mexicano e vêm sempre em dose tripla. Há os de Camarones a La Diabla (10€) com camarões salteados e chile Arból e alho, servidos com pickles de cebola roxa ou os de Carnitas Bañadas (9,50€) com carnitas de porco, queijo derretido, e banhados com salsa verde e guacamole – ambos servidos no Pistola mas com receitas diferentes. Pode atirar-se ainda aos tacos de Sweet Papas (7€), de batata doce com tomilho, milho frito, queijo seco, servido com salsa de chile Habanero e amêndoa. No balcão das bebidas, serve-se café de filtro vindo do Café de Finca, e se há coisa que sai que nem pãezinhos frescos são os slushies, os granizados coloridos com álcool feitos com ingredientes frescos, sem qualquer tipo de aditivos. Para ajudar a empurrar, ainda há vinhos naturais da Rebel Rebel, livres de químicos desde a uva até à garrafa, a tradicional horchata ou o Jarrito de Toranja, uma soda mexicana de Toranja.

14
Taberna do Calhau
©Duarte Drago
Restaurantes, Português

Taberna do Calhau

icon-location-pin Grande Lisboa

O chef Leopoldo Garcia Calhau andou um ano em busca dos melhores produtos e produtores, mas também da decoração mais adequada para recriar o ambiente de uma taberna tipicamente alentejana no coração da Mouraria. Eis a Taberna do Calhau. Sopa de beldroegas, gaspacho, cabeça de xara, borrego no pão. Estes clássicos da nossa gastronomia estão todos nesta Taberna, onde a cozinha alentejana é quem mais ordena, ainda que nem todos os pratos sejam Alentejo à primeira vista. Leopoldo Garcia Calhau, chef orgulhoso das suas raízes (e agora do seu nome forte, sentimento mais difícil em criança, confessa), quer que os clientes mergulhem o pão no molho sem vergonhas, se sintam em casa, bebam bom vinho e, no fim, comprem quer as garrafas de vinho, quer os azeites do couvert. A Taberna do Calhau, num largo da Mouraria, é um projecto pequeno, mas com um lado pedagógico. E além de restaurante é garrafeira e loja de azeites.

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15
Qura
©Manuel Manso
Restaurantes

Qura

icon-location-pin Grande Lisboa

Manel Perestrelo pensou este restaurante como uma taberna portuguesa modernizada, onde a refeição, de partilha, gira em torno de uma garrafa de vinho, a Qura, um  rosé produzido em parceria com Diogo Reis, da Quinta do Sanguinhal, no Bombarral, sem muito álcool, nem muito seco nem muito doce, e numa cor que contrasta bem com rosés mais pálidos. É servido bem fresco e a primeira rodada neste restaurante em Campo de Ourique, para o qual foi feito de propósito, é por conta da casa. Há um balcão com oito lugares, que o chef quer usar também para ter mais contacto com os clientes, e mais de duas dezenas de lugares em mesas montadas com loiças em azul e branco, uma de cada nação, à antiga.

16
Grenache
©Duarte Drago
Restaurantes

Grenache

icon-location-pin Castelo de São Jorge

No Pátio de Dom Fradique há um recanto de existência minimalista. E é aí, no coração do renovado Palácio Belmonte, vizinho do Castelo de São Jorge, que Philippe Gelfi mostra a sua cozinha, uma mescla onde a escola francesa e a liberdade criativa se encontram. A carta passa obrigatoriamente pelo respeito à sazonalidade. Pode optar pelos menus de degustação, de seis ou oito pratos (64€ ou 82€).

Comer o mundo em Lisboa

Ararate
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Os 80 melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. O mundo é redondo como um prato e cabe inteirinho em Lisboa. Se dúvidas houvesse, demos a volta ao mundo em Lisboa com uma visita a 80 restaurantes que nos pôs a barriga a dar horas em todos os fusos horários. Dizemos-lhe onde comer em Lisboa a comida internacional. Aperte o cinto e atire-se aos melhores restaurantes do mundo em Lisboa.

Muito Bey - Tapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Esqueça as mil e uma noites e coloque o mindset mais nos mil e um pratos. Temos Turquia, Líbano, Síria e o estilo do Médio Oriente inteiro: muitos pratos para partilhar e o pão como estrela da mesa. Nem precisa de pegar na bússola para rumar a Oriente, basta pegar nesta lista e orientar-se por estes restaurantes do Médio Oriente em Lisboa.

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pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  

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