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Feira do Livro de Lisboa 2021
©Mariana Valle LimaFeira do Livro de Lisboa 2021

As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

Quer aproveitar a cidade e não sabe por onde começar? Descubra as melhores coisas para fazer em Lisboa este mês.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Agosto evoca dias de torra ao sol e mergulhos pelo meio. E nem todos os dias têm de ser passados na praia: há muito para fazer na cidade e não queremos guardar nada só para nós. Há exposições, um ou outro festival, algum cinema e várias actividades ao ar livre, mas também dentro de portas, para toda a família. É exactamente por isso que não há desculpas para perder a programação cultural da cidade. Fomos à procura das melhores coisas para fazer em Lisboa este mês e encontrámos mais de duas mãos cheias de exposições, concertos, espectáculos e até iniciativas gratuitas. Aproveite e viva a cidade ao máximo. 

Recomendado: As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

Coisas para fazer este mês em Lisboa

  • Teatro

Com texto de William Shakespeare, este espectáculo ao ar livre conduz-nos até à cidade de Messina, na Sicília. A trama gira em torno de um casal de namorados, Cláudio e Hero, que se confrontam com o poder destrutivo dos rumores. Segundo os costumes da época, a alegada infidelidade de Hero tornava-a indigna de noivar e até merecedora de pena capital. Mas, afinal, o perverso equívoco era obra do despeitado D. João.

  • Teatro
  • Grande Lisboa

Sempre quiseste visitar um palacete assombrado à noite? A partir de relatos acerca das histórias da Quinta da Fidalga, no Seixal, foi construído um espectáculo de terror imersivo, onde a ficção e a realidade se confundem. Entre reconstituições que ganham vida pelo elenco e relatos em áudio-guia, o público é convidado a participar e a não entrar em pânico antes do fim.

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  • Filmes
  • Xabregas

A Arroz Estúdio abriu as portas da sua casa para sessões de cinema ao ar livre na zona industrial do Beato. A programação, que se prolonga pelo menos até 30 de Agosto, inclui desde filmes de culto a clássicos alternativos: Drive (2 Ago), Cães Danados (9 Ago), Cisne Negro (16 Ago), O Grande Lebowski (23 Ago) e O Grande Hotel Budapeste (30 Ago). A entrada custa 7,90€ e é reservada a sócios, mas isso resolve-se facilmente com 3€, o preço da anuidade que lhe dá acesso a todos os eventos da associação cultural.

  • Filmes
  • Lisboa

A esplanada do restaurante 39 Degraus, na Cinemateca Portuguesa, transforma-se numa sala de cinema ao ar livre durante todo o mês de Agosto. De segunda a sábado há um ecrã exterior que exibe clássicos e filmes de culto, de My Fair Lady, de George Cukor, a Melancolia, de Lars von Trier. Ao reservar mesa e jantar no restaurante, os bilhetes são oferta.

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  • Filmes
  • Estrela/Lapa/Santos

O antigo Convento das Bernardas, onde agora se encontra o Museu da Marioneta, teve em tempos uma sala de cinema, na capela de Nossa Senhora da Nazareth. Chamava-se Cine-Esperança e, apesar de já não existir, está de volta este Verão, desta vez ao claustro, para sessões à luz das estrelas. Até 31 de Agosto, dar-se-á uso ao projector todas as quarta-feiras, sempre às 21.30. A selecção de filmes é variada, garante a organização, que promete Voltar (3 Ago), O Estagiário (10 Ago), Amigos Improváveis (17 Ago), Molière (24 Ago) e Cinema Paraíso (31 Ago). Os bilhetes têm um custo único de 3€ por sessão e incluem acesso livre, a partir das 18.00 e apenas no dia das sessões, à exposição de longa duração do Museu da Marioneta.

  • Arte
  • Arte ao ar livre
  • Marvila

O que é que a pintora Paula Rego, a cantora e compositora Carolina Deslandes, o cartoonista e humorista Hugo Van der Ding e a cozinheira Filipa Gomes têm em comum? Estão nas paredes de Marvila até 2 de Setembro. A POSTER MOSTRA está de volta para a sétima edição e junta as criações em formato poster destes e de muitos outros artistas, além dos dez vencedores da Open Call. 

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  • Música
  • Chiado

O mais vasto e ambicioso programa de Noites de Verão da Filho Único arranca só termina a 3 de Setembro, data das actuações de Alexander von Schlippenbach, pianista determinante do free-jazz europeu, e outros artistas no Goethe-Institut. Pelo meio, passa pelos jardins das Galerias Municipais – Quadrum, do Museu de Lisboa – Palácio Pimenta e do Museu Nacional de Arte Contemporânea, e pelo Anfiteatro de Pedra.

  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa

Diversão para toda a família, dentro de água e não só. É esta a promessa do Splash Seixal, que está de volta, pela quarta vez, ao Cais Fluvial. Aberto todos os dias, até 4 de Setembro, das 10.00 às 19.00, este parque conta com atracções aquáticas, um circuito de arborismo, aulas de fitness e um campo de voleibol de praia. Além de zonas de descanso, street food e música, destacam-se as diferentes atracções, sobretudo dentro de água, como uma Ilha do Surf, uma piscina grande, os populares Kamikaze e Banzai Splash e, claro, o Windsplash. O preço dos bilhetes começa nos 8€ (6€ a partir das 15.00, de segunda a sexta-feira), sendo sempre gratuito até aos dois anos. Existem também pacotes de família (dois adultos e duas crianças ou dois adultos e uma criança), que variam entre os 26€ e os 34€.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém

Alexandre Farto aka Vhils inaugurou a sua primeira exposição em nome próprio no antigo Museu da Electricidade em 2014. Oito anos depois, o artista conhecido um pouco por todo o mundo pelas suas perfurações artísticas regressa ao actual maat, desta vez com uma instalação exclusivamente em vídeo. “Prisma” agrega imagens filmadas, entre 2014 e 2020, em nove locais: Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai. Apesar de todas as imagens serem referentes a um mundo pré-pandemia, o artista acredita que se mantêm actuais e permitem uma reflexão sobre a cidade e as suas rotinas. “Prisma” está disposta num formato quase labiríntico. Somos convidados a perder-nos entre os diferentes painéis onde estão a ser transmitidos os vídeos. “É tudo filmado a dois mil frames por segundo, ou seja, cada segundo está transformado num minuto e meio, o que nos permite ver a beleza do dia-a-dia que perdemos nas nossas rotinas”, partilha o artista. A experiência imersiva é completada por uma instalação sonora da responsabilidade de soundslikenuno.

  • Filmes
  • Chiado/Cais do Sodré

Gaivotas no Pátio apresenta uma programação que inclui música, teatro e cinema. As sessões de cinema, ao ar livre, intituladas No País do Cinema têm curadoria de Os Filhos de Lumière, e têm como lema “Das janelas aos caminhos. Os motivos do cinema.” Acontencem às quartas, no Cinema no Pátio da Casa Independente, sempre às 21.30, com entrada gratuita.

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  • Coisas para fazer
  • Mercados e feiras
  • São Sebastião

A tradição cumpre-se e o Parque Eduardo VII recebe, de 25 de Agosto a 11 de Setembro, a 92.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que este ano volta a decorrer em simultâneo com a do Porto. A programação, bem como os moldes em que irá funcionar esta edição, estão ainda por divulgar. Mas no ano passado, apesar das limitações impostas pela pandemia, a feira contou com 350 mil visitantes.

  • Coisas para fazer
  • Concertos
  • Oeiras

Há 15 anos que o Somersby Out Jazz nos habitua a fins de tarde musicais na cidade de Lisboa. Este ano, o festival troca-nos as voltas e chega a Oeiras, assentando arraiais nos jardins mais icónicos do concelho. Em Agosto, decorre no Jardim da Quinta Real de Caxias. No cartaz, voltam a estar bandas nacionais de jazz, soul, funk e hip-hop, numa edição que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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  • Coisas para fazer
  • Benfica/Monsanto

Até ao final do Verão, o Monsantos Open Air recebe uma série de concertos de homenagem a alguns dos mais reconhecidos artistas e bandas internacionais, como Ed Sheeran, Elvis Presley, os Queen e os Beatles.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Parque das Nações

O direito humano à água e ao saneamento foi reconhecido pela ONU em 2010. Mas, para cerca de um terço do planeta, um gesto tão banal como abrir uma torneira e ter água potável continua a ser um sonho impossível. É urgente torná-lo realidade: eis o que diz a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento, que convida as famílias a experimentar e a descobrir as múltiplas facetas da disponibilidade e uso deste bem essencial. Do “Ciclo Desequilibrado”, que desafia a rever o impacto da acção humana no ciclo da água, até à “Mercearia da D. Rosalia”, onde a factura, que podemos mesmo imprimir e levar para casa, apresenta o nosso perfil de consumidor hídrico, há muito para descobrir sobre a regalia que é viver num “Presente com acesso a água”.

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  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos

O fotógrafo e artista multimédia taiwanês Chou Ching-hui inspirou-se no enclausuramento de um jardim zoológico para fazer uma crítica social “às gaiolas invisíveis da vida moderna”, lê-se no texto de parede da exposição “Animal Farm” (que apesar de ter o nome da obra de George Orwell não se inspira nela). Durante cinco anos, Chou Ching-hui criou cenários surrealistas e teatrais que mostram os excessos e as contradições da sociedade actual e revela-os agora na forma de fotografias de grande escala, retratos, vídeos e instalações artísticas que se estendem em duas galerias do piso térreo do Museu do Oriente. É a primeira apresentação da exposição “Animal Farm” na Europa, depois de já ter passado por Israel. 

  • Arte
  • Belém

É uma exposição antológica da obra de Miguel Telles da Gama, mas não pretende ser um resumo do seu percurso. Sem uma obediência cronológica, o Museu Berardo mostra as obras do pintor e artista plástico português a partir do fim do século e descortina as suas “múltiplas peles”, tão múltiplas como os fragmentos de palavras, imagens e cores das peças da exposição que tem a curadoria de José Luís Porfírio.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Encarnação

Lembra-se do Rajá? E do óleo Fula? Do champô Foz e das camisas Regojo? Ainda fora de portas, o Mude Museu do Design e da Moda) expõe pela primeira vez a colecção do designer Carlos Rocha. Enquanto a casa está em obras, o Mude continua a cirandar por aí e, por estes dias, fixa-se no Entreposto – edifício empresarial às portas de Moscavide, onde o acervo colossal de design gráfico da Colecção Carlos Rocha, pela primeira vez exposto, acabou por encontrar uma lógica, ainda que inusitada, afinidade.

  • Coisas para fazer
  • Belém

Com um património vegetal especializado em flora tropical, o Jardim Botânico Tropical ocupa uma área total de cerca de sete hectares, que inclui um Parque Botânico aberto ao público com cinco hectares, e encontra-se classificado como Monumento Nacional. Às terças e aos fins-de-semana, há visitas orientadas. 

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  • Coisas para fazer
  • Princípe Real

Os jardineiros e as jardineiras lisboetas são os responsáveis por cuidar diariamente das colecções dos jardins botânicos e, como seria de esperar, têm muitas histórias para contar. Nas manhãs de quarta-feira, oferecem-nos uma visita especial ao Jardim Botânico Tropical e ao Jardim Botânico de Lisboa. Basta para tal, fazer o pedido na bilheteira.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Oeiras

O prazer sexual feminino é historicamente menosprezado, mas há uma nova exposição que quer pôr o tema no centro das conversas. Desde o final de Junho que o Palácio dos Anjos, em Algés, mostra Amor Veneris – Viagem ao Prazer Sexual Feminino, a primeira iniciativa do Museu Pedagógico do Sexo (Musex). Com ou sem consentimento? É a pergunta colocada à entrada da exposição, que é também uma viagem pelo corpo e sexualidade das mulheres.

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  • Coisas para fazer
  • Santa Maria Maior

No ano em que se celebram os 40 anos da descriminalização da homossexualidade e quatro desde a consagração legal da autodeterminação de género, o Museu do Aljube Resistência e Liberdade continua a talhar o caminho pela dignidade da pessoa humana com a estreia da exposição que aborda as dinâmicas e tensões entre a repressão e as resistências de diversidade sexual e de género durante a ditadura e após a revolução. Além da mostra, há programação paralela, com um ciclo de conversas, cinema, performances e visitas orientadas.

Mais que fazer

  • Coisas para fazer

São dezenas de coisas grátis para fazer em Lisboa: afinal não queremos que deixe de aproveitar o melhor que a cidade tem apenas por ter a carteira mais vazia. Há muito para fazer à borla em Lisboa. Não acredita? Então espreite a lista que se segue. Não se vai arrepender. Já lhe dissemos que é grátis?

  • Atracções
  • Parques e jardins

Sempre que tiver tempo para arejar as ideias, opte pelo ar puro e pelos espaços que pintam a cidade de verde e faça o favor de apanhar um arzinho por aqui. Do jardim da Estrela ao pulmão verde de Lisboa – falamos do Monsanto, pois claro –, espaços verdes não faltam na cidade e mais além.

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