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NOS Alive 2019
Duarte DragoNOS Alive

Festivais de Verão. Meia dúzia de bilhetes para comprar à confiança

Ainda falta confirmar muitos nomes, mas já se conhecem alguns dos principais trunfos dos festivais deste Verão. E pelo menos um já tem o cartaz praticamente fechado.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Depois de dois anos sem festivais de Verão, em 2022 voltámos finalmente a pisar os seus recintos. Mas o que encontrámos foram espectros – concertos que chegaram com dois anos de atraso, versões remendadas dos cartazes bem superiores originalmente anunciados, alinhamentos a roçarem o raquitismo. Este ano, porém, os festivais vão regressar com a força e os cartazes a que nos habituámos antes de acontecer o que aconteceu em 2020. Pelo menos a julgar pelo que já se conhece do Primavera Sound, do NOS Alive, do Super Bock Super Rock, do MEO Marés Vivas, do Vodafone Paredes de Coura e do MEO Kalorama. Isto, claro, partindo do princípio que a pior das décadas não tem mais uma tragédia à nossa espera ao virar da esquina. Esperemos que não.

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Os melhores festivais de Verão

  • Música
  • Festivais de música

Uma pessoa olha para o cartaz do Primavera Sound portuense e para o seu homólogo espanhol e sente a falta de alguns dos nomes mais interessantes. Claro que o alinhamento, com Kendrick Lamar, Rosalía, Pet Shop Boys, Blur, Built To Spill, Alvvays, Jockstrap e muito mais é capaz de ser o melhor que vemos em Portugal este ano. Mas podia ser melhor. Tão melhor.

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  • Oeiras

Num evento com a dimensão do NOS Alive, há sempre muita música por onde escolher. Para todos os gostos. No cartaz deste ano encontramos os Red Hot Chili Peppers, Arctic Monkeys, Queens of the Stone Age, The Black Keys, Angel Olsen, IDLES, Lizzo e não só.

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  • Grande Lisboa

Parece que é desta que o Super Bock Super Rock vai voltar ao Meco – a não ser que um desastre natural volte a salvar os festivaleiros, como em 2022. O cartaz começa a ganhar forma com The 1975, Franz Ferdinand, James Murphy e Black Country, New Road no topo.

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  • Festivais de música

A edição deste ano do MEO Marés Vivas arrisca-se a ser a maior de sempre. No topo do cartaz destacam-se os regressados Da Weasel, o astro de reggaetón colombiano J Balvin e os irlandeses The Script. O contingente português, por agora, resume-se a Os Quatro e Meia, Jorge Palma, Slow J e Fernando Daniel. Mas ainda falta confirmar muitos nomes.

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Mais música para os seus ouvidos

  • Música

A autorreferência é um mecanismo relativamente banal na arte. Por exemplo, poemas que se queixam de como as palavras não lhes bastam para dizerem tudo o que precisam dizer, é mato. Nos textos cantados é especialmente frequente encontrar esse tipo de truque estilístico, em particular em canções que se põem a falar sobre canções de amor para, de forma mais ou menos discreta, fingirem que não são elas próprias canções de amor, bajoujas e piegas como todas as canções de amor devem ser.

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Não consta de nenhuma das letras, mas a palavra da moda atravessa todas estas canções. Aqui fala-se de resistência e esperança, optimismo e perseverança, confiança e tenacidade: em suma, fala-se de resiliência, palavra que por estes dias se consome mais do que álcool gel. Eis então uma playlist feita de canções inspiradoras e motivacionais, espécie de vacina contra toda a sorte de atribulações, borrascas, contrariedades, dissabores, e outros sinónimos de coisas chatas, que podíamos continuar a ordenar alfabeticamente até chegarmos a zaragatoa.

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  • Música

No tempo em que não havia Internet e a globalização ainda se fazia ouvir com delay, era comum uma canção fazer sucesso numa língua, sem que a maioria do público alguma vez percebesse que estava a trautear uma toada estrangeira. O caso mais frequente, como se adivinha, é o de uma canção que se celebriza em inglês apesar de ter sido composta em italiano, francês ou outra língua que não gruda bem nos ouvidos americanos. Mas não só. Por exemplo, “Les Champs Élysées”, que foi popularizada por Joe Dassin, fez o percurso contrário.

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