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FESTIVAIS - MEO
D.R.

Os concertos a não perder em 2024 em Lisboa, de Taylor Swift a Karol G

O ano ainda mal começou e já temos datas marcadas na agenda até ao fim de 2024. Estes são alguns dos concertos a não perder.

Luís Filipe Rodrigues
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Luís Filipe Rodrigues
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Há sempre música entre nós, como diz a canção. O que, neste caso, quer dizer que há sempre concertos em Lisboa que vale a pena ver e ouvir. O calendário já está carregado de grandes espectáculos até ao final do ano, e a lista de confirmações não vai parar de crescer. O momento mais aguardado é a estreia nacional de Taylor Swift, que esgotou estou quase instantaneamente a lotação do Estádio da Luz em duas noites consecutivas. Mas há outros concertos a não perder, como o regresso dos históricos Depeche Mode e dos Pearl Jam e o debute da reggaetonera Karol G, a primeira mulher a chegar ao topo da tabela de vendas norte-americana com um álbum integralmente cantado em espanhol. Algumas destas datas já estão esgotadas e outras para lá caminham, por isso sugerimos que não espere muito mais para comprar bilhetes. Depois é só esfregar as mãos e bater palmas.

Recomendado: Bangers atrás de bangers: os melhores discos de Taylor Swift

Os concertos em Lisboa a não perder em 2024

  • Música
  • Rock e indie

Compositor luso de uma música estranha e intrincada, que vadia entre géneros e latitudes. Exactamente dez anos depois da edição do álbum de estreia a solo, How Can We Be Joyful in a World Full of Knowledge?, volta a tocar os seus temas, do primeiro ao último, na Culturgest.

  • Música
  • Rock e indie
  • Santa Maria Maior

Grupo histórico do rock progressivo britânico, liderado e mantido por Ian Anderson desde os anos 60. Neste regresso Coliseu, vai ouvir-se RökFlöte (2023), o seu 23.º registo de estúdio.

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  • Música
  • Rap, hip hop e R&B
  • Parque das Nações

É um dos mais populares rappers dos últimos anos em Portugal. Talvez de sempre, a julgar pelos números: o seu mais recente disco, Afro Fado, bateu recordes de escutas no Spotify, e vai ser apresentado na MEO Arena, a maior sala de concertos do país, com lotação esgotada.

  • Música
  • Parque das Nações

Dave Gahan e Martin Gore são pioneiros da synthpop e do rock electrónico britânico e mundial, juntos desde 1980. Memento Mori (2023) é a sua mais recente prova de vida e dá o mote para este regresso à MEO Arena.

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  • Coisas para fazer
  • Festivais
  • São Sebastião

O festival Sónar volta a instalar-se em Lisboa, pelo terceiro ano consecutivo, nas noites de 22 e 23 e nos dias 23 e 24 de Março. Destaca-se a actuação de Oneohtrix Point Never, vulgo Daniel Lopatin, figura tutelar de uma electrónica nostálgica, ambiental e assombrada por fantasmas e memórias pop. Editou o álbum Again no ano passado, e estamos a contar os dias para voltar a vê-lo. Sevdaliza, Tommy Cash, 2manydjs, Tiga e Hudson Mohawke são outros nomes a reter.

  • Música
  • Rock e indie
  • São Sebastião

São um nome histórico do rock progressivo britânico, com actividade iniciada em 1968. No Sagres Campo Pequeno vão tocar, primeiro, alguns dos temas mais conhecidos que escreveram ao longo destes anos. Depois interpretam na íntegra o álbum Relayer, gravado há 50 anos.

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  • Música
  • Parque das Nações

Desde a década de 90 que Dave Matthews e companhia limitada combinam rock com folk, jazz, bluegrass e funk, numa espécie de jam longa e descontraída (e "longa" é mesmo a palavra-chave, com alguns concertos a durarem para cima de três horas). Regressam à MEO Arena no início de Maio, à boleia do décimo álbum, Walk Around the Moon, do ano passado.

  • Música
  • Sete Rios/Praça de Espanha

A maior estrela da actualidade estreia-se em Portugal a meio de “The Eras Tour”, uma superprodução pop que se prolonga por mais de três horas, com 44 canções espraiadas por uma dezena de actos – cada um corresponde a um disco, incluindo Lover (2019), Folklore (2020), Evermore (2020) e Midnights (2022), que não chegaram a ser apresentados ao vivo por causa da pandemia. A ideia é dar uma visão panorâmica da sua carreira, das origens country à sofisticação pop, do r&b e da electrónica da década passada à indie-folk dos álbuns de 2020.

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  • Música
  • Rock e indie
  • Parque das Nações

Por muito sucesso que tenham, os Thirty Seconds To Mars nunca vão deixar de ser vistos como a banda de Jared Leto. Não há nada a fazer. Mas o que é certo é que o grupo de Jared e o seu irmão Shannon é tão relevante como a carreira de actor do americano. No activo desde o final dos anos 90, são um fenómeno rock com pompa poética, de guitarras épicas e melodramáticas. Tocam as canções de It's the End of the World but It's a Beautiful Day (2023) na MEO Arena.

  • Música
  • Oeiras

Inspirado pelo trabalho pioneiro de Daddy Yankee, o cantor colombiano passou a última década a impor-se como um dos maiores nomes do reggaeton e da música latina. Após uma série de noites apoteóticas em festivais, apresenta-se em nome próprio no Passeio Marítimo de Algés.

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  • Música
  • Parque das Nações

É a mais brilhante estrela pop revelada nos últimos anos, capaz de fazer do soft rock, do emo, do punk e do indie rock matéria pop. No segundo álbum, Guts (2023), que traz à MEO Arena, intercala relatos de dor de corno e males de amor com momentos de empoderamento feminino.

  • Música
  • Festivais de música

A primeira edição realizou-se em 1985, no Brasil, e estreou-se em Lisboa há 20 anos, em 2004. O 20.º aniversário em Portugal celebra-se ao longo de dois fins-de-semana, com concertos de Scorpions, Evanescence (15 de Junho), Ed Sheeran, Calum Scott (16/06), Jonas Brothers, James (22/06), Doja Cat ou Camila Cabello (23/06), entre outros artistas, estrangeiros e portugueses.

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  • Música
  • Oeiras

Pioneira do punk, heroína do underground e do mainstream nova-iorquinos, poeta, escritora, ícone. Daqui a uns anos, quando se falar dela, vai pensar-se que nunca existiu. Não há pessoas assim, dirão. Mas houve, ela existiu. E vamos poder vê-la a 23 de Março, no Centro Cultural de Belém (já não há bilhetes), e a 7 de Julho no festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley.

  • Música
  • Parque das Nações

A colombiana tornou-se, em 2023, a primeira mulher a chegar ao topo da tabela de vendas norte-americana com um álbum cantado em espanhol. Na MEO Arena, como em Mañana Será Bonito, vamos ouvi-la reunir os cacos de um cartão quebrado e fazer canções que partem do reggaetón mas extravasam o género, apontando para outras geografias e músicas caribenhas e latinas.

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  • Música
  • Festivais de música
  • Oeiras

É o maior festival do Verão português. O que todos os anos ergue mais palcos, recebe mais melómanos e amontoa mais nomes no cartaz. Arcade Fire (na quinta-feira, 11 de Julho), Dua Lipa (sexta-feira, 12) e os veteranos Pearl Jam (sábado, 13) são os pontas-de-lança deste ano. A celebração dos 30 anos do clássico Last Splash, de The Breeders, é outro dos destaques.

  • Música
  • Festivais de música
  • Grande Lisboa

O Super Bock Super Rock mantém-se no Meco. O cartaz deste ano ainda está em construção, mas continua a ir além do rock que lhe dá o nome e trouxe a fama. Um dos grandes destaques é o rapper 21 Savage. Måneskin, Tom Morello e Royal Blood são outros nomes confirmados.

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  • Música
  • São Sebastião

Crooner rockabilly com 67 anos nas pernas e uma carreira que se prolonga há mais de quatro décadas, em cima dos palcos mas também à frente das câmaras. Vem cantar “Wicked Game” e outros clássicos ao Sagres Campo Pequeno.

  • Música
  • Festivais de música
  • Cascais

O Parque Marechal Carmona e o Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, voltam a receber o Cool Jazz. Que este ano arranca a 9 de Julho, com os franceses Air a tocarem o clássico Moon Safari, e termina a 31 de Julho, com mais um concerto de Jamie Cullum. Pelo meio há concertos de Dino D'Santiago, Diana Krall, Marina Sena ou Fat Freddy's Drop, entre outros artistas.

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  • Coisas para fazer
  • Festivais
  • Marvila

É o último grande festival do Verão europeu, com argumentos de peso para nos levar ao Parque da Bela Vista. A começar pelos reunidos LCD Soundsystem e a adição de The Postal Service + Death Cab For Cutie. Massive Attack, Sam Smith, Jungle, The Smile, Ana Moura e Glockenwise também se destacam.

  • Música
  • Punk e metal
  • Parque das Nações

A mais viajada banda de metal portuguesa tocou pela primeira vez no Pavilhão Atlântico em Novembro de 1998, a abrir para Marilyn Manson. Mais de 25 anos depois, estreia-se em nome próprio na maior sala de concertos do país, acompanhada pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa.

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  • Música
  • Pop
  • Parque das Nações

Jovem (mas já muito premiado) multi-instrumentista britânico que pega no jazz e faz música para as massas. Na MEO Arena, apresenta o quarto volume da série Djesse, editado este ano.

  • Música
  • Parque das Nações

Banda alemã de rock pesado e vagamente alternativo. Fez mossa em Portugal na viragem do século, antes do nu-metal começar a perder qualquer relevância. O último disco, Offline, saiu há dez anos. Mas é para recordar as canções de Proud Like a God (1997) e Don't Give Me Names (2000) que a maioria se vai dirigir à MEO Arena, embalada por uma vaga nostalgia nu-metálica.

Mais música para os seus ouvidos

  • Música

A autorreferência é um mecanismo relativamente banal na arte. Por exemplo, poemas que se queixam de como as palavras não lhes bastam para dizerem tudo o que precisam dizer, é mato. Nos textos cantados é especialmente frequente encontrar esse tipo de truque estilístico, em particular em canções que se põem a falar sobre canções de amor para, de forma mais ou menos discreta, fingirem que não são elas próprias canções de amor, bajoujas e piegas como todas as canções de amor devem ser.

  • Música

Muito haveria a dizer sobre os elementos humorísticos que se podem encontrar na composição musical. Um timbre mais exótico, um som disparatado, uma incongruência na melodia, uma surpresa no arranjo – são muitos os recursos capazes de enxertar galhofa numa pauta. Depois, claro, há a voz e o texto, os dois gatilhos mais rápidos da comédia. Nesta lista, tentámos reunir uma dezena de músicas que nos querem fazer rir, esquecendo outras que o conseguem fazer involuntariamente.

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  • Música

No tempo em que não havia Internet e a globalização ainda se fazia ouvir com delay, era comum uma canção fazer sucesso numa língua, sem que a maioria do público alguma vez percebesse que estava a trautear uma toada estrangeira. O caso mais frequente, como se adivinha, é o de uma canção que se celebriza em inglês apesar de ter sido composta em italiano, francês ou outra língua que não gruda bem nos ouvidos americanos. Mas não só. Por exemplo, “Les Champs Élysées”, que foi popularizada por Joe Dassin, fez o percurso contrário.

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