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Blink-182
Fotografia: Jack BridglandBlink-182

Os concertos a não perder em 2023

O ano ainda agora começou e já temos datas marcadas na agenda até ao fim de 2023. Estes são alguns dos concertos a não perder.

Editado por
Editores da Time Out Lisboa
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Depois da pandemia, dos cancelamentos e dos confinamentos de 2020 e 2021, os músicos voltaram finalmente a subir aos grandes palcos em 2022. Houve muitos e bons espectáculos ao vivo – para os quais já nem precisámos de nos mascarar – mas tudo indica que em 2023 vamos ver e ouvir mais e melhores concertos em Lisboa. O ano ainda agora começou e já temos estreias e regressos de peso marcados até Outubro. Alguns já esgotaram, mas ainda há bilhetes para a restante maioria. Agarre-os enquanto é tempo.

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Os concertos em Lisboa a não perder em 2023

  • Música
  • São Sebastião

Precisaram de apenas cinco anos (de 1987 a 1991) e outros tantos discos para deixar uma marca indelével no indie rock americano. Após 11 anos separados, reuniram-se em 2004, no entanto não voltaram a fazer nada que chegasse aos calcanhares dos registos originais. O mais recente, Doggerel, volta a desiludir. Mas só os clássicos já valem o preço do bilhete.

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  • Música
  • Música ao vivo
  • Parque das Nações

Lenda do rock progressivo britânico. Será sempre recordado pelos álbuns históricos que gravou e compôs com os Pink Floyd, apesar de já ter deixado o grupo há 40 anos. Estes concertos são anunciados como sendo os últimos de uma longa e celebrada carreira. Pelo sim pelo não, é ir.

  • Música
  • Fado
  • Santa Maria Maior

Uma das mais internacionais cantoras portuguesas apresenta Casa Guilhermina, belíssimo álbum do ano passado, onde para lá de fado se escutam ecos do Magrebe, semba e kizomba, o fandango e outros ritmos ibéricos, uma electrónica fantasmagórica e música urbana, pop.

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  • Música
  • Rock e indie
  • Marvila

Wayne Hussey e a sua pandilha gótica devem finalmente dar estes muitas vezes adiados concertos em Portugal em 2023. A primeira parte dos espectáculos, estará por conta dos também veteranos Gene Loves Jezebel.

  • Música
  • Brasileira
  • São Sebastião

O histórico e justamente celebrado cantor, compositor e escritor brasileiro vem a Portugal perguntar: “Que tal um samba?”. A resposta do público, que esgotou os bilhetes mal foram postos à venda, foi um unânime “vamos a isso”. Mônica Salmaso é a sua convidada especial.

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  • Música
  • Oeiras

Banda americana de pop assoulapada (bom trocadilho? Péssimo trocadilho? Você decide). Lançaram em 2021 JORDI, o último registo de inéditos, cujas vendas e streams ficaram muito aquém do número de memes partilhados e concebidos a partir de uma série de mensagens enviadas pelo vocalista Adam Levine a uma garota, no ano passado.

  • Música
  • Oeiras

Os Mötley Crüe são um dos expoentes máximos do hair metal americano. Já os Def Leppard foram um dos nomes mais internacionais e mediáticos da chamada new wave of british heavy metal. Andam a tocar juntos em estádios e grandes recintos como o Passeio Marítimo de Algés.

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  • Música
  • Pop
  • Oeiras

O antigo membro dos One Direction cresceu e tornou-se um melhor escritor de canções. Está de volta a Portugal para apresentar o álbum Harry’s House (2022). Com Wet Leg na primeira parte.

  • Música
  • Parque das Nações

Tom DeLonge, Mark Hoppus e Travis Barker, os três membros da formação clássica dos Blink-182, reuniram-se em 2022 e lançaram um novo single juntos, “Edging”. Este ano vão gravar um novo álbum e tocar em Lisboa.

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  • Música
  • Portuguesa
  • Parque das Nações

São os mais populares escritores de canções dos últimos anos em Portugal e verdadeiros papa-coliseus – esgotaram as icónicas salas do Porto e Lisboa 28 vezes em 2016; essas noites foram imortalizadas no duplo-álbum 28 Noites Ao Vivo nos Coliseus. Reencontram-se agora em salas maiores, no Porto, em Lisboa e até nos Açores, para não terem de tocar tantas vezes seguidas.

Mais música para os seus ouvidos

  • Música

A autorreferência é um mecanismo relativamente banal na arte. Por exemplo, poemas que se queixam de como as palavras não lhes bastam para dizerem tudo o que precisam dizer, é mato. Nos textos cantados é especialmente frequente encontrar esse tipo de truque estilístico, em particular em canções que se põem a falar sobre canções de amor para, de forma mais ou menos discreta, fingirem que não são elas próprias canções de amor, bajoujas e piegas como todas as canções de amor devem ser.

  • Música

Não consta de nenhuma das letras, mas a palavra da moda atravessa todas estas canções. Aqui fala-se de resistência e esperança, optimismo e perseverança, confiança e tenacidade: em suma, fala-se de resiliência, palavra que por estes dias se consome mais do que álcool gel. Eis então uma playlist feita de canções inspiradoras e motivacionais, espécie de vacina contra toda a sorte de atribulações, borrascas, contrariedades, dissabores, e outros sinónimos de coisas chatas, que podíamos continuar a ordenar alfabeticamente até chegarmos a zaragatoa.

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  • Música

No tempo em que não havia Internet e a globalização ainda se fazia ouvir com delay, era comum uma canção fazer sucesso numa língua, sem que a maioria do público alguma vez percebesse que estava a trautear uma toada estrangeira. O caso mais frequente, como se adivinha, é o de uma canção que se celebriza em inglês apesar de ter sido composta em italiano, francês ou outra língua que não gruda bem nos ouvidos americanos. Mas não só. Por exemplo, “Les Champs Élysées”, que foi popularizada por Joe Dassin, fez o percurso contrário.

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