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As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Se perdeu o rasto às inaugurações, fizemos-lhe uma lista das lojas que abriram portas nos últimos meses em Lisboa.

Escrito por
Mauro Gonçalves
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A agenda não dá descanso, pelo menos no que diz respeito a novas lojas em Lisboa. Para que não perca o fio à meada na hora de renovar o armário, de repensar a decoração da sala ou até mesmo de pensar numa mudança de visual, damos-lhe um lamiré das inaugurações dos últimos meses. Há espaços que dão nova vida aos bairros, enquanto outros resgatam tesouros de outras épocas e até o desafiam a pôr as mãos na massa. Mesmo para aqueles que se preocupam com a sustentabilidade, há sítios à espera de visita. As lojas abriram e nós registámos. Agora é só definir o orçamento e fazer a lista de compras, ou simplesmente deixar-se levar por este roteiro de novidades.

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Novas lojas em Lisboa

  • Compras
  • Moda
  • Castelo de São Jorge

A loja é pequena mas a montra de habilidades da anfitriã está para lá de completa. Nos expositores e prateleiras há vestuário, peças de cerâmica, jóias e pintura, tudo com a mesma assinatura – a de Sarah Sofie Norbo. Para a designer dinamarquesa, a vinda para Lisboa é o culminar de uma vida repleta de descobertas. Decorada a rigor e seguindo os princípios de minimalismo e harmonia que regem o processo criativo de Sarah, a loja guarda outras surpresas – um provador de dimensões generosas, decorado com com flores suspensas, uma linha de joalharia, também ela desenhada pela proprietária, e uma fragrância especialmente desenvolvida para o espaço, também presente nas velas que estão à venda.

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  • Estrela/Lapa/Santos

O sonho de Diego Morais ganhou forma ali para os lados da Lapa. O Zero35 é um pequeno salão dedicado a cabelos e unhas, onde o atendimento tem requintes de exclusividade. O espaço foi transformado para dar lugar a um salão acolhedor e minimal, onde as paredes têm um ar inacabado e a paleta de beges domina até o mobiliário. No total, trabalham cinco pessoas no Zero35, embora a prioridade seja sempre não juntar demasiados clientes à mesma hora. O salão não funciona à porta fechada, mas Diego quer manter uma atmosfera de exclusividade e evitar a lotação esgotada.

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  • Estrela/Lapa/Santos

A primeira imagem que se tem é de uma loja em tons terra — das paredes ao sortido de peças à venda. O ton sur ton foi levado à letra por Alessandro Radlof naquela que é a sua primeira loja a solo. Duas décadas depois de ter chegado a Portugal, mesmo com um regresso ao Brasil pelo meio, este antigo publicitário conseguiu reunir etiquetas brasileiras e criações portuguesas num único espaço.

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  • Decoração
  • Chiado

A Burel Factory aproveitou a familiaridade com o Chiado (até com a rua) para inaugurar uma segunda loja, pensada para fazer brilhar a matéria-prima nas suas 82 cores. Nas montras, a primeira pista do que podemos encontrar lá dentro — esta é uma loja dedicada à decoração e ao design de interiores, uma manifestação do crescimento desta marca criada em 2010, aquando da aquisição e recuperação da velha fábrica da Lanifícios Império, em Manteigas, por parte de Isabel Costa e João Tomás. O burel, esse material bandeira da Serra da Estrela, está presente nas mais variadas formas, das peças de tecido dobradas para criar a imagem de uma escala cromática, aos complexos pontos e recortes na origem de estofos, almofadas, biombos, cortinas e painéis.

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  • Xabregas

Ela começou a vender as primeiras peças no Instagram, ele trocou o trabalho atrás de câmaras de televisão pelas experiências em torno de tintas e prensas. Num espaço outrora votado ao abandono, Laura Porru e Pedro Abreu montaram um negócio sui generis – uma loja de roupa e acessórios em segunda mão que abre caminho para uma oficina de serigrafia que, por sua vez, traz atrelada uma pequena galeria. As paredes descascadas fazem parte do charme deste sítio. Junte-lhes móveis antigos, uma colecção de telefones encomendada ao século passado e um provador construído e decorado a partir de lixo e terá uma imagem muito próxima do que é a nova loja do Beato.

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  • Moda
  • Princípe Real

Este espaço agora dedicado à moda já foi, nos longínquos anos 70, uma padaria de bairro. Aberta há menos de um mês, a Entourage 41 é um ponto de encontro de marcas independentes: a II (Dois), marca produzida em Portugal e com uma queda para os bordados contemporâneos, a Julie, com básicos versáteis, com um toque de modernidade, confeccionados a partir de tecidos orgânicos ou de stocks parados, e ainda os sacos de Brigitte Tanaka, em organza, bordados com uma leve dose de humor e vindos directamente de Paris.

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  • Moda
  • Santos

Há ano e meio, a Mustique abria em São Bento a primeira loja física – um passo de gigante para a marca portuguesa criada em Maio de 2018 (quatro anos acabados de fazer) por Vera Caldeira e Pedro Ferraz, assente num guarda-roupa unissexo, de edições limitadas e produzido em Portugal. Agora, abriu uma segunda, em Santos, a uns agradáveis 12 minutos da de São Bento. A experiência de ter uma porta aberta ao público teve consequências e empurrou a dupla para um segundo espaço – maior, com um pé-direito alto e um projecto de arquitectura assinado por uma outra dupla. O StudioAlba de Mariana Peralta e Miguel Ortigão concebeu um espaço de paredes brancas, cimento no chão e tijolos a servirem de expositores. No minimalismo cru da nova Mustique, o que ressalta são as peças.

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  • Floristas
  • Princípe Real

Catarina Sampaio Soares é a nova florista da Embaixada do Príncipe Real. Aqui, encontramos três formatos: pequenos ramos em papel pardo prontos a entregar e feitos por Catarina (os que têm mais procura), em vaso ou aos molhos para quem prefere fazer os próprios arranjos em casa. O atelier na Rua dos Contrabandistas continua a funcionar, apenas para arranjos personalizados, como casamentos, festas, primeiras comunhões e também despedidas de solteira. Catarina passa lá muito tempo a aperfeiçoar novos trabalhos e a repor os produtos mais procurados da loja. Todos os dias, ao fim da tarde, passa no Príncipe Real para deixar novos raminhos.

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  • Lisboa

O charme da nova boutique de Campo de Ourique combina com a silhueta idealizada por Maria Veloso, uma designer de moda de 28 anos, que há três decidiu criar a própria marca de vestuário feminino. Vagarosa e atenta aos detalhes, a Wheat & Rose foi conquistando uma clientela fiel e com várias gerações. Tal como as colecções que desenha, esta é uma história que perpetua memórias de família. Produzidas em Portugal, num pequeno atelier lisboeta onde trabalham à volta de oito pessoas, as colecções da Wheat & Rose são um reflexo do gosto pessoal de Maria, mas também um exercício para criar um guarda-roupa apetecível a mulheres de várias gerações, sobretudo desde que lançou uma linha de vestidos mais acessível, aproximando a marca de um público mais jovem.

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  • Moda
  • Princípe Real

Quase três anos depois da abertura da primeira loja, em Campo de Ourique, a Otherwise soma e segue. A última novidade? Uma pequena loja no Príncipe Real, no caminho de quem chega vindo da Avenida da Liberdade. Mais do que uma nova paragem para a clientela fiel conquistada nos últimos anos, a nova morada aproxima a marca do público turístico. Dentro do novo espaço, encontramos um cenário próprio da mudança de estação. De um lado, os casacos ainda aludem à recta final do Inverno. Do outro, as camisas leves recordam que, afinal, o Verão não é uma visão assim tão distante. De manga curta ou comprida, são elas as estrelas da Otherwise, desde o primeiro dia.

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  • Decoração
  • Estrela/Lapa/Santos

Luca Colapietro, um italiano a viver em Lisboa, é o rosto atrás da Surrealejos, uma marca que pega na azulejaria portuguesa e lhe dá uma pitada de surrealismo. Troncos humanos unidos a cabeças de raposa ou pandas impecavelmente vestidos de fato e perna cruzada são algumas das imagens decalcadas nos azulejos, oriundos de uma fábrica nas Caldas da Rainha. Depois da pandemia o ter levado a fechar a primeira loja, ali para os lados do Martim Moniz, a Surrealejos renasceu junto às Janelas Verdes.

  • Saúde e beleza
  • Cabeleireiros
  • Bairro Alto

Esqueçamos o típico salão caótico, repleto de estímulos visuais e musicado por secadores e conversas de fundo. Aqui, o branco predomina, num espaço pensado para ser amplo, limpo e minimal. Os detalhes industriais – o tecto em cimento e os candeeiros metálicos – dão-lhe ares de modernidade, o lustre sobre a recepção dá o toque boémio que faltava ao Fiero. É atrás do balcão que encontramos Flávio Passos e Micael Dourado, dois mestres da cor, que também dominam a arte do corte. Desde Dezembro que os clientes de há anos vêm aqui – são mulheres, na maioria, embora Flávio tenha mais clientes homens. Do trabalho quase científico de uma balayage (80€) ou de um efeito sunkissed (madeixas a partir de 75€) aos igualmente exigentes desafios de cor, que envolvem rosas e amarelos (42€), o Fiero é uma espécie de atelier de pintura, onde também começam a chegar algumas figuras públicas, entre elas Gisela João, Joana Gama, Sérgio Praia ou Cláudia Pascoal.

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  • Alfaiates
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É preciso subir até ao primeiro andar e tocar à campainha para entrar em The Tailor. Não é por acaso. Este espaço foi pensado, desde o primeiro dia, para ser discreto, intimista e afastado dos olhares de quem passa na rua. Bruno Guerreiro e Érico Ribeiro são os anfitriões deste pequeno apartamento, convertido em atelier de alfaiataria. Mas nem só de fatos vive The Tailor. Para responder às exigências de quem só gosta de vestir por medida, as encomendas passam também por peças mais casuais (incluindo t-shirts, calças de ganga e malhas) e ainda vestuário de banho.

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  • Castelo de São Jorge

O azul profundo é, de facto, o primeiro cartão-de-visita desta pequena loja na Mouraria. Lá dentro, saltam à vista as cerâmicas, praticamente todas feitas em Portugal, mas também os tapetes felpudos, a joalharia e a ilustração. Nem tudo é português — esta loja é dedicada a marcas e artesãos do Mediterrâneo. Há ainda espaço para as ilustrações de Teresa Rego, mas também para os brincos da Sol Studio ou para os sacos e t-shirts da tunisina Lyoum.

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  • Decoração
  • Lisboa

Depois de uma loja em São Sebastião, a Kinda volta a aproximar-se do centro de Lisboa com uma nova abertura. Com uma área de 1000 metros quadrados e dois andares, a cadeia de mobiliário de decoração chegou às Amoreiras, mais precisamente ao Diana Park, mesmo em frente ao centro comercial. Lá dentro, os primeiros clientes vão encontrar a habitual selecção de mobiliário e acessórios de decoração, mas também uma loja onde são recriados diversos ambientes de uma casa. Sem o serviço de projecto, disponível na loja do Bairro Azul, a oferta foi escolhida a pensar em compras mais rápidas.

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  • Sete Rios/Praça de Espanha

Nasceu em 2018, deu o salto durante a pandemia e agora abre a primeira loja física, com mais oferta que nunca. É a Shaub & Fischer, uma marca portuguesa de óculos com preços acessíveis. A marca foi criada por Gonçalo Jorge, médico, e por Pedro Teixeira, engenheiro informático. Juntos investigaram e perceberam que não havia nada do género online – e que os preços elevados não se justificavam.

 

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  • Arte, artesanato e passatempos
  • Lisboa

A arte contemporânea é usada para refrescar texturas, cores e materiais que, juntos, contam uma história. Não é uma história qualquer, é o Alentejo apresentado sobre o branco deste pequeno espaço, com a configuração de uma montra voltada para a rua. Edgar Costa é o autor da tela amarelada que vemos numa das paredes brancas. Resulta de um trabalho moroso — uma impressão de madeira de eucalipto, com tinta natural de argila vermelha e óleo de linhaça, sobre tecido cru tingido com café e argila. As mini-tapeçarias de Alice Albergaria Borges ocupam outra das paredes. Do tear para o processo de tingimento natural do linho e do algodão, estas peças exibem os tons da terra e resultam do processo criativo da jovem autora e da própria galerista, Marie de Carvalho, que as emoldurou.

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  • Moda
  • Chiado

É a última aventura de Branko, conhecido DJ e produtor musical lisboeta. A Komum fica em pleno Chiado e junta no mesmo espaço marcas de roupa locais e independentes, ténis de culto (com alguns modelos raros pelo meio) e discos da Enchufada. "Quisemos pegar em histórias de Lisboa e transportá-las para peças de roupa. Qual é a silhueta da cidade? Como é que as pessoas evoluíram? A este hub da cultura local aliámos a cultura dos sneakers, que é algo que faz parte de mim", começa por explicar o responsável à Time Out. Um projecto independente, recanto dedicado à cultura urbana, à música e ao streetwear, a começar pela selecção de marcas de roupa: a linha recentemente lançada por Dino d'Santiago, a JAR Project, uma reinterpretação urbana e contemporânea de velhas máximas populares e as peças de edição limitada do próprio Branko, que destaca o espaço, algures entre as grandes marcas e as linhas de merchandising, como solo cada vez mais fértil para novas investidas criativas.

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  • Decoração
  • Campo de Ourique

Depois de mais de dois anos a venderem exclusivamente online, a clientes finais mas também para lojas em toda a Europa, o negócio de Marta Vieira e Bram Vingerling ganhou uma porta aberta para a rua. Agora instalada em Campo de Ourique, a Uma Cantik é uma montra do artesanato vindo do outro lado do mundo, mas não só. Os abat-jours em palhinha e as decorações de parede feitas com alang alang (vegetação que, depois de seca, é usada em artigos de artesanato) são os grandes sucessos de vendas, mas neste bazar encontramos muito mais opções de decoração: estatuetas em pedra, taças e tigelas em madeira ou casca de coco, um sortido de caixas revestidas de missangas e uma selecção de cerâmicas marroquinas alinhadas com o registo das restantes escolhas.

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  • Decoração
  • Lisboa

Tudo aquilo em que tocamos pode ser levado para casa — o lema impera entre os artigos, na maioria, feitos à mão: velas, vidros soprados, candeeiros de papel, mobiliário, mantas, joalharia, estacionário, têxteis e tapetes, entre outras opções de decoração. Hayet Graham é a curadora de serviço e define o espaço como uma "loja viva", onde todos os autores são bem-vindos e as novidades vão chegando, não fechando a porta a encomendas especiais e criações à medida de cada cliente. Há um critério decisivo: seleccionar só artesãos que trabalham de forma sustentável, com produtos recicláveis e que envolvem a comunidade local. Destaque para nomes como Paola Navone, João Maria Bernardino e Martinho Pita e para etiquetas como a Caravane, marca francesa de têxteis e decoração pela primeira vez em Portugal, mas também Wewood, Saudade Design e Sopro Jewellery.

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  • Decoração
  • Lisboa

A Poeira Botânica tem porta aberta para a rua e pano para mangas no que toca a plantas e a todo o conhecimento que elas exigem. É nesta loja inaugurada em Dezembro de 2021 que Francisca Maltez, da Azores Botanics, apresenta os seus melhores espécimes, entre eles as cicadáceas de ar robusto expostas num dos cantos. O espaço é partilhado com a Poeira, um nome já bem conhecido pelo trabalho desenvolvido da decoração e no design de interiores. Depois de alguns projectos concluídos a quatro mãos, Francisca juntou-se a Mónica Penaguião para abrir uma loja onde não faltam ideias para decorar varandas, jardins, pátios e terraços.

  • Saúde e beleza
  • Cabeleireiros
  • Grande Lisboa

A sensação de conforto é imediata nesta antiga loja de chapéus, agora convertida em muito mais do que um simples cabeleireiro. "O Minds & More é um clube de membros, onde os profissionais usam o espaço como um cowork, podem trazer os seus próprios produtos e atendem os seus clientes", explica Kasia Kosiarska, a proprietária. As paredes revestidas a madeira e o acabamento do tecto fazem deste o sítio perfeito, não só para mudar de visual como também para ouvir música. Não é por acaso que o primeiro móvel a saltar à vista tem dois gira-discos e uma pequena selecção de discos de vinil. Além de hair stylist experiente, Kasia tem carreira feita como DJ.

Mais compras em Lisboa

  • Miúdos

Agora, mais do que nunca, é tempo de apostar no que de melhor se faz por cá. Desde brinquedos científicos a propostas faça-você-mesmo ou peças tão bonitas que até para decoração servem, não faltam marcas portuguesas para entreter os miúdos. 

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  • Antiguidades

Encontrar aquela peça que a mãe deitou fora nos anos 80 ou 90 pode ser difícil e só quem o conseguiu sabe exactamente a sensação. O cheiro, o toque, a torrente nostálgica que nos invade quando, no meio de prateleiras, cabides, arcas e baús, voltamos atrás no tempo. O truque é saber onde e o que procurar – e as opções são vastas. Roupa, mobiliário, raridades, discos, a lista do revivalismo adensa-se. Fique a conhecer as melhores lojas vintage em Lisboa. Vai ver que não cheiram a naftalina, cheiram a boas e velhas histórias.

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  • Compras

As t-shirts têm origem nas peças interiores que se usavam por baixo de camisas e camisolas para aquecer o corpinho. Mas a t-shirt propriamente dita (a clássica branca de algodão) começou por ser usada por militares americanos a partir do início do século XX. Foi popularizada pelo cinema na década de 50, normalmente acompanhada pelos igualmente populares jeans, e ainda hoje é um básico indispensável de qualquer guarda-roupa. 

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  • Moda

Poucas peças são tão democráticas e transversais a géneros, idades e estilos como um par de ténis. Dão para ir trabalhar, para ir jantar fora, para sair à noite e até para dar nas vistas numa festa (e o melhor de tudo é que servem para palmilhar Lisboa e as suas sete colinas) – e não só para fazer desporto, como noutros tempos. Mas têm de ser especiais e, em Lisboa, há um punhado de lojas que se especializaram na matéria. Dos modelos mais raros das marcas que todos conhecemos a etiquetas que só os entendidos sonham ter, sem esquecer as marcas portuguesas, estas são as melhores lojas para comprar ténis em Lisboa.

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