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Loja de Cá
Loja de Cá

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Se perdeu uma série de novas moradas, fizemos-lhe uma lista das novas lojas em Lisboa para o pôr a par de tudo

Por Francisca Dias Real
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Reunimos as melhores lojas que abriram nos últimos meses (sim, mesmo no meio da tempestade houve novidade) para que não perca o fio à meada na hora de renovar a artilharia lá de casa. Há lojas que dão nova vida aos bairros e outras que vão buscar inspiração ao outro lado do mundo ou a outras épocas. Mesmo para aqueles que se preocupam com a sustentabilidade há sítios à espera de visita. As lojas abriram e nós registámos. Agora é só abrir os cordões à bolsa e decidir que caminho vai tomar.

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Novas lojas em Lisboa

Mustique
Mustique
Gabriell Vieira

Mustique

Compras Chiado/Cais do Sodré

Aconteceu tudo muito depressa: um dia, os amigos de infância e sócios Vera Caldeira e Pedro Ferraz saíram para tomar o pequeno-almoço e repararam num espaço com potencial para se transformar na casa da marca de camisas que criaram em 2018 e que até aqui só tinha morada online ou em concept stores. A Mustique abriu portas perto da Igreja de Santa Catarina, onde antigamente estava uma livraria escura, dando agora lugar a um espaço claro e luminoso, pensado pela designer Mafalda Matos, com um charriot gigante em ferro, que ocupa uma parede quase toda, móveis de nogueira portuguesa, um sofá, cactos e muitas fotografias. Fizeram sucesso com as camisas com estampados coloridos – e com a loja física, lançam a primeira colecção de Outono/Inverno: Après-Summer. As camisolas e casacos quentinhos são produzidos em Portugal, mais precisamente em Aveiro, ao contrário das camisas que vêm de Jaipur.

Loja de Cá
Loja de Cá
Loja de Cá

Loja de Cá

Compras Decoração Santa Maria Maior

A Loja de Cá foi a primeira loja de decoração da Comporta, em 1996, e agora içou a bandeira em Lisboa, no Campo da Cebolas, pelas mãos de Simão Aguiam. Abriu numa antiga bilheteira e armazém das empresas de transporte Renex e Algartrans, onde as mesmas executavam as suas rotas para todo o país, e traz tendências de decoração dos quatro cantos do mundo, com artigos do México, Colômbia, Indonésia, Tanzânia, Turquia, Peru e  Vietname. Há plantas da Azores Botanic, peças da marca portuguesa La Paz ou da Ruby Hart.  Mantas, colchas, tapetes, almofadas em tecidos portugueses, além de malas, cestos e pequenos objectos decorativos complementam a curadoria do espaço que em 2021 passará a integrar também uma pequena mercearia com produtos bio, bebidas e petiscos.

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Lusco Fusco
Lusco Fusco
Gabriell Vieira

Lusco Fusco

Coisas para fazer Beato

A arquitectura, a cerâmica e a ilustração vivem debaixo do mesmo tecto desta loja-ateliê perto da Alameda. A montra envidraçada da Lusco Fusco deixa à vista a pequena aldeia de artes gráficas que por ali nasceu para dar palco a artistas portugueses com ilustrações, livros, posters, postais e até peças de cerâmica. A loja, com apenas 15m2, é o pequeno mundo encantado da ilustração que por ali se apresenta em vários formatos: serigrafias, risografias, prints, postais, livros e t-shirts. Mas a ilustração rapidamente se entrelaça com as cerâmicas da LAU, a marca própria de Cláudia Fidalgo, a arquitecta dos sete ofícios à frente do espaço, que dão vida à grande montra para a rua que é o chamariz da casa. Há quadros na parede já emoldurados e mais uma infinidade de formatos e tamanhos expostos e prontos a colorirem a parede de outra casa. Há trabalhos da Oficina do Cego – onde Cláudia já esteve –, obras da editora Triciclo, Hugo Oliveira, Studio Adamastor, Joana Pardal, Mmmariana Vale, Júlio Dolbeth, Marcos Martos, José Feitor, Ana Seixas, Bina Tangerina, Carolina Maria, Mariana Rio, Clara Não, Mariana Malhão, Angelina Velosa ou Henriette Arcelin. Nos bastidores há espaço para workshops para quem gosta de pôr as mãos na massa e no papel.

Marvel Mission
Marvel Mission
Marvel Entertainment, LLC

Marvel Mission

Coisas para fazer Grande Lisboa

A Marvel Mission abriu no centro comercial UBBO, antigo Dolce Vita Tejo, na Amadora. O espaço de 1200m2 destaca-se sobretudo por integrar escape rooms, realidade virtual e realidade aumentada em diferentes missões, que vão poder ser usufruídas por todos (a partir dos 13 anos), mas que ainda não estão em funcionamento devido às actuais restrições sanitárias. O centro de lazer e experiências conta ainda com uma loja, uma sala para eventos e uma zona para crianças a partir dos cinco anos, onde será possível celebrar aniversários temáticos, inspirados em três personagens diferentes do universo Marvel, o Homem-Aranha, o Pantera Negra e a Shuri.

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DaLua
DaLua
Gabriell Vieira

DaLua

Compras Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A concept store DaLua nasceu num cantinho escondido junto ao Marquês de Pombal. Lá dentro, roupas, malas, joalharia, decoração e arte unem-se para transformar esta nova loja num ponto de encontro de marcas emergentes, novos designers e lisboetas. A proprietária é a brasileira Nelita Leclery, que se instalou em Lisboa, há já cinco anos, depois de uma vida a viajar pelo mundo. E o jogo de cortinas em rosa seco que rodeia toda o espaço interior funciona como a imagem de marca da casa – abrem e fecham, cobrem e deixam a descoberto as prateleiras da loja. Por lá encontra a roupa japonesa e delicada da Shinyaseki, as peças da Yoshi Kondo, as malhas parisienses da Hartford, as camisas da portuguesa Flirts, as jóias de Carlos Penna e as de Ivo Minoni, os óculos de Gustavo Eyewear ou os acessórios da EveSome.

Poppies
Poppies
Gabriell Vieira

Poppies

Compras Chiado

Tarefa improvável: sair desta loja sem trazer nada para casa. A Poppies abriu na Rua do Alecrim, no Chiado, e serve de montra a peças de autor e de design utilitário de marcas portuguesas e internacionais, que são o presente perfeito pró menino e prá menina. Gostam de se afirmar como uma gift shop, mas em bom, com marcas escolhidas a dedo. O negócio é familiar e nasceu da paixão dos seus criadores – um empresário, uma relações públicas e um publicitário – pela arte, arquitectura e, claro, pelo design. Por lá encontra marcas como Thomas Poganitsch, Maria Rita Pires, Vicara, Monk & Anna, Benedita Formosinho, Notabag, CandleCan, Seletti, Räder, Zuny, Hoptimist, Mishmash, Memo Bottle, DOIY, Moxon, Lovi, Uashmama, Inês Telles, La Mollla, Orikomi, Piffany Copenhagen, Musg, Elou, Carapau, Luckies Of London, SoSo ou a Candylab Toys. 

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Moleke
Moleke
Moleke/Facebook

Moleke

Compras Campo de Ourique

Foram buscar o nome ao Brasil, onde moleque é sinónimo de criança pequena que cresce à solta, mas Carla Mendes e Margarida Roseiro são portuguesas, assim como a marca de calçado infantil que criaram, a Moleke. Apesar de também já calçarem adolescentes e adultos, os mocassins feitos à mão, em pele de qualidade e sem químicos, foram pensados para os primeiros passos dos bebés. Com produção em pequenas quantidades, o cliente tem a oportunidade de escolher desde a cor da camurça a alguns pormenores dos sapatos, com solas anti-derrapantes, que são tão maleáveis quanto confortáveis. Existiam apenas online mas 2020 foi o ano em que finalmente abriram um pequeno espaço, em Campo de Ourique, que serve de showroom e loja, para poder experimentar, ver ao vivo os modelos, comprar ou recolher encomendas. 

Barracuda
Barracuda
Barracuda

Barracuda - Lisboa

Compras Decoração Chiado/Cais do Sodré

O designer e curador de arte Alexandre Neimann apaixonou-se por Portugal há nove anos, quando visitou o país pela primeira vez. A Comporta ficou-lhe no coração e foi lá que abriu primeiro um pop up e depois, em 2018, onde decide assentar arraiais, abrindo uma loja no rés do chão de uma casa e criando um apartamento ao seu gosto no andar de cima – é assim que nasce a Barracuda. É nessa loja que expõe objectos de decoração e mobiliário do século XX, misturando grandes designers, tesouros anónimos e artes decorativas portuguesas. Em 2020 trouxe uma réplica para Lisboa, na Rua de São Bento, onde em 100 metros quadrados, arcadas originais em pedra e um bom gosto desmesurado, Alexandre expõe uma escolha eclética de mobiliário do século XX, móveis de rattan, arte popular portuguesa e as suas próprias criações sob o nome de Barracuda Edition, uma colecção de objectos decorativos inspirados nas artes da terra e produzidos por artesãos portugueses.

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Plantae
Plantae
Gabriell Vieira

Plantae

Compras Campo de Ourique
Abriu no bairro de Campo de Ourique e, mais do que uma loja, quer ser um ateliê botânico, que vende e ensina os clientes, que dá assistência às plantas e ainda faz nascer novos rebentos, naquilo a que chamam de maternidade. Os sócios Bernardo Costa, Rita Rodrigues, Gonçalo Fernandes e Lisa Santos encontraram numa antiga mercearia uma casa para as verduras, com umas boas dezenas de metros quadrados divididos em três zonas distintas. A oficina criativa (ou maternidade) está à disposição dos clientes com terra, vasos e materiais, quer seja para gerar novas plantas ou replantar espécies. Mais ao fundo a loja vai acolher uma biblioteca botânica, com uma zona para tertúlias. Enfim, são pau para toda a obra – e toda a planta.

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Dez marcas portuguesas que apostam no essencial: t-shirts

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As t-shirts têm origem nas peças interiores que se usavam por baixo de camisas e camisolas para aquecer o corpinho. Mas a t-shirt propriamente dita (a clássica branca de algodão) começou por ser usada por militares americanos a partir do início do século XX. Foi popularizada pelo cinema na década de 50, normalmente acompanhada pelos igualmente populares jeans, e ainda hoje é um básico indispensável de qualquer guarda-roupa. 

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