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As melhores lojas de decoração em Lisboa

Tirámos as medidas às melhores lojas de decoração em Lisboa. Siga o nosso roteiro e solte o decorador que há dentro de si

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lisboa tem algumas das melhores lojas de decoração mesmo à mão de semear. Dos candeeiros às cadeiras, do vintage às linhas mais contemporâneas, as novas tendências já espreitam e se a missão dos próximos tempos é mesmo redecorar então prepare-se para abrir os cordões à bolsa. Nestas lojas há universos próprios, estilos para todos os gostos, porque de quando a quando é mesmo preciso dar um novo ar à nossa casa – acredite que a decoração pode fazer toda a diferença. Estas lojas são paragens obrigatórias para quem se quer armar em especialista. 

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As melhores lojas de decoração de Lisboa

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  • Alcântara

Nasceu no Norte do país e desceu até Lisboa onde já tem duas lojas, uma na Lx Factory e outra na Embaixada do Príncipe Real. A Boa Safra é a casa que defende o design de interiores sustentável com unhas e dentes, apostando no casamento entre o know-how dos artesãos e a criatividade das novas gerações de designers. A estética minimalista impera quer no grande mobiliário como nas de decoração de interiores. A sustentabilidade é o eixo central da marca que escolhe a dedo as matérias-primas e todo o processo de fabrico é pensado para que tenha a menor pegada ecológica, com madeiras da única floresta que tem taxas de reflorestação positiva e óleos ecológicos. Todos estes princípios estão clarificados na etiqueta de cada produto que revela os oito parâmetros a que obedece a marca, desde o baixo consumo energético ao reciclável, do biodegradável ao comércio justo.

QuartoSala
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  • Chiado/Cais do Sodré

Se há marca especializada no design de mobiliário e interiores é a QuartoSala, que já soma três lojas em Lisboa – o espaço mais recente é na Boavista, em plena zona ribeirinha.  São 200m2 ocupados pela área de exposição com marcas exclusivas como as italianas Arflex, Maxalto e Zanotta, a austríaca Gebruder Thonet Vienna, as edições de clássicos pela mão dos escandinavos da karakter, e a britânica Established and Sons.

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  • Decoração
  • Chiado/Cais do Sodré

O designer e curador de arte Alexandre Neimann apaixonou-se por Portugal há nove anos, quando visitou o país pela primeira vez. A Comporta ficou-lhe no coração e foi lá que abriu primeiro um pop up e depois, em 2018, onde decide assentar arraiais, abrindo uma loja no rés do chão de uma casa e criando um apartamento ao seu gosto no andar de cima – é assim que nasce a Barracuda. É nessa loja que expõe objectos de decoração e mobiliário do século XX, misturando grandes designers, tesouros anónimos e artes decorativas portuguesas. Em 2020 trouxe uma réplica para Lisboa, na Rua de São Bento, onde em 100 metros quadrados, arcadas originais em pedra e um bom gosto desmesurado, Alexandre expõe uma escolha eclética de mobiliário do século XX, móveis de rattan, arte popular portuguesa e as suas próprias criações sob o nome de Barracuda Edition, uma colecção de objectos decorativos inspirados nas artes da terra e produzidos por artesãos portugueses.

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  • Decoração
  • Campo de Ourique

A selecção de peças da Trendy Pillows traz cor durante o ano inteiro, seja nas almofadas (como tudo começou, há dois anos e meio) feitas com os tecidos da casa, nas novas mantas, nas cerâmicas nacionais ou nos tapetes. Além do site, tem loja própria em Campo de Ourique e uma selecção jeitosa na La Place Concept Store, no Porto.

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As linhas destes objectos de design não enganam ninguém – a Util, de Manuel Amaral Netto, é uma marca pensada em português e criada para ser aquilo que o nome aclama: útil no dia-a-dia das casas. A marca acredita que cada móvel é para a vida toda e, por isso, desenham objectos que crescem com os clientes e que se adaptam às casas ao longo dos anos. Há coisas tão simples como bengaleiros, bancos, mesas, um minibar ou prateleiras. Por cá, vende-se na loja de decoração QuartoSala, ou então através do site da marca.

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  • Decoração
  • Estrela/Lapa/Santos

Mónica Penaguião é a mulher que levanta poeira, uma Poeira que é só sua. Tudo começou como uma brincadeira, em 1981, numa casa emprestada pelo tio, em Lisboa, onde vendia sofás e mesas. Assim se divertia até perceber que a coisa podia tornar-se negócio sério. A Poeira cresceu e deu um salto para o outro lado do oceano, abrindo loja também em São Paulo e no Rio de Janeiro, além da de Lisboa, isto para não falar nos projectos de design de interiores que faz por todo o mundo. Na loja é possível encontrar marcas e produtos de artistas e artesãos como Fornasetti, Marcel Wanders, Viúva Lamego, Robério Braga, Antoinette Poisson, Ricardo Fasanello, Venini e Gio Ponti. Além disso, Mónica assina uma linha própria, a DesignPoeira, com móveis, tecidos e papel de parede, candeeiros e acessórios decorativos. 

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  • Decoração
  • Santa Maria Maior

A Loja de Cá foi a primeira loja de decoração da Comporta, em 1996, e agora içou a bandeira em Lisboa, no Campo da Cebolas, pelas mãos de Simão Aguiam. Abriu numa antiga bilheteira e armazém das empresas de transporte Renex e Algartrans, onde as mesmas executavam as suas rotas para todo o país, e traz tendências de decoração dos quatro cantos do mundo, com artigos do México, Colômbia, Indonésia, Tanzânia, Turquia, Peru e  Vietname. Há plantas da Azores Botanic, peças da marca portuguesa La Paz ou da Ruby Hart.  Mantas, colchas, tapetes, almofadas em tecidos portugueses, além de malas, cestos e pequenos objectos decorativos complementam a curadoria do espaço que em 2021 passará a integrar também uma pequena mercearia com produtos bio, bebidas e petiscos.

Burel Arquitectura
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  • Chiado/Cais do Sodré

A Burel Arquitectura é mais um tentáculo da Burel Factory, que abriu na Rua do Ferragial e dedica-se exclusivamente à arquitectura e decoração de interiores. Um espaço que serve ainda como um showroom com acessórios de decoração e algumas peças de mobiliário. O burel é um tecido artesanal português, feito em lã e originário da Serra da Estrela. Deste material impermeável e versátil é possível fazer almofadas, tapetes, pufes, roupa, calçado e acessórios. Isabel Costa e João Tomás deram um twist a uma tradição beirã e geraram novas formas – sobretudo no que toca ao design.

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  • Campo de Ourique

Se dantes só tinha coordenadas a norte do país, a Banema passa a tê-las agora também directamente de Campo de Ourique, onde abriu uma concept store que quer ser um ponto de encontro entre o cliente e os artistas e artesãos. O espaço tem uma divisão entre a Banema Lab, que é uma autêntica biblioteca de materiais onde madeiras são expostas como obras de arte, e a Banema Studio, que se encarrega de formar família com marcas e artistas peculiares, capazes de produzir peças que transformam qualquer espaço onde vão parar. A Alguidar Knit, Apotheke Fragrance, Barbudo Aborrecido, Christian Haas, Davide Groppi, Design House Stockholm, Earl of East London, FG Edition, Fetch & Follow, Ferm Living, Gestalten, Haeckels, Hay, La Bruket, Papelote, Rival, The School of Life, Util, Vicara, Yuyu, Onno ou Kreafunk são alguns exemplos de marcas que pode encontrar na vasta amplitude desta loja. 

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  • São Sebastião

Do papel para o digital, os 180 anos da francesa La Redoute contam muitas histórias, e os mais de 30 anos da marca em Portugal ficam agora marcados por uma nova fase: a primeira loja física. O espaço fica nas Avenidas Novas e guarda em 400m2 as insígnias já conhecidas da marca: a colecção AM.PM. e a colecção La Redoute Intérieurs. O espaço reparte-se por dois pisos harmoniosamente decorados com as mobílias da marca, estando o espaço dividido por ambientes de sala de estar, quarto e sala de jantar. A linha AM.PM ocupa grande parte da entrada da loja até ao corredor do fundo, onde já se vislumbram peças decorativas mais caseiras. No andar de baixo da loja é onde está toda a linha La Redoute Intérieurs, bem conhecida pelos seus têxteis – muitos deles até fabricados em Portugal. Almofadas, mantas, cestos, aparadores, tapetes, cadeirões, atoalhados, espelhos ou vasos. Neste piso há ainda uma zona dedicada apenas aos quartos das crianças.  

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Criações intemporais, produção controlada e objectos duradouros – é com base nestas premissas que a portuguesa Woollã Studio opera na vertente de decoração. É no lado artesanal das suas peças que está toda a magia, reforçada pelo consumo sustentável que promovem ao fazer cada produto por encomenda, assegurando que existe zero desperdício. A aposta mais forte está nas almofadas bordadas à mão – tal como as telas também bordadas –, nas peças em terrazzo, nos candeeiros forrados a algodão, um sem-fim de coisas para comprar online e esperar que cheguem para dar nova cara à casa.

Retrox
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  • Intendente

Numa ruela anexa ao Largo do Intendente está esta pequena maravilha do mundo vintage, especializada em artigos mid-century (de 1950 a 1970). Frederico Lima mantém o negócio da Retrox vivo e diz que mais que vintage, o que vende na sua loja “tem design”. É lá que pode encontrar cadeiras incríveis estilo Bauhaus ou aqueles cadeirões egg style, típicos dos anos 60. E os aparadores de design nórdico? Perfeitos para uma decoração minimalista.

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  • Chiado/Cais do Sodré

Se entre marido e mulher não se mete a colher, neste caso mete-se uma mão cheia de portas que separam a loja de azeites D’Olival, onde está Lino Rebolo, e o novo espaço do casal, onde quem toma conta do estaminé é Helena Beghetto. Na D’Olival Casa, em São Bento, tudo o que decora as prateleiras é 100% português e artesanal, da tapeçaria à cerâmica. A loja não tem uma extensa lista de marcas, melhor até para não se confundir. A jóia da coroa são as cerâmicas, quase todas em tons muito claros e com onde em cada peça se consegue perceber a minúcia do trabalho artesão. Dominam os produtos da algarvia Casa Cubista, com os pratos e jarras em barro pincelados de cor e grandes tapeçarias, tecidas à mão naqueles teares à antiga. Por lá encontra ainda os vasos de Maria Castel-Branco, moldados de forma a parecerem sacos de papel dobrados, os posters da Arminho Studio, as colheres da Malga Ceramic Design, o recipiente de azeite do Laboratório d’Estórias, as rolhas com caras dos trabalhadores vinhateiros da Almavina ou as tábuas de madeira nobre da Nó. A única marca que foge à produção artesanal é a Castelbel, com sabonetes e ambientadores de casa.

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  • Alcântara

As almofadas tatuadas com mosaicos e motivos pop falam para o coração, mas não é difícil o batimento cardíaco acelerar perante as outras peças assinadas pela dupla João e Tiago da Pura Cal. Mais: na Lx Factory, há outros objectos, de outros designers e marcas – tudo para dar cabo da nossa saúde. Se anda a pensar dar um novo ar à sua casa, programe já uma visita. Esta é uma das melhores lojas de decoração de Lisboa.

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  • Estrela/Lapa/Santos

No Porto fica a sede desta loja que soa a uma campanhia, até porque no norte o ateliê é à porta fechada e é preciso dar-lhe uso. Só quando desceram para Lisboa, em 2019, é que finalmente assumiram que seriam aqui uma loja aberta ao público, um público que entra, toca, deambula pelo espaço e compra, ou pede ajuda num projecto de decoração de interiores, serviço que a Ding Dong presta com todo o rigor. "A loja é muito mais do que uma loja. É uma vitrine inegável da qualidade, criatividade e identidade que caracterizam os projectos desenvolvidos ao longo dos anos pelo estúdio", pode ler-se no site da Ding Dong. Há mesas, objectos de design, papéis de parede pomposos, tecidos e peças decorativas extravagantes. O melhor é entrar e ver com os seus próprios olhos.

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  • Decoração
  • Intendente
  • preço 2 de 4

Já toda a gente sabe desta história: Catarina Portas fez o milagre de ressuscitar marcas nacionais mortas há uma data de tempo. As lojas são o sonho de qualquer turista que não se contenta com um íman de frigorífico como recordação, mas também um lugar obrigatório para alfacinhas com saudades dos sabonetes Confiança e das conservas Minerva. No Intendente, a variedade é mais do que muito e vai dos brinquedos da era pré-electrónica aos estacionário que parou no tempo. Pelo caminho, há faianças, mantas, moda e mobiliário igual ao de antes, tudo 100 por cento português e com ares de outras épocas.

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  • Avenidas Novas

Se traduzirmos o nome já nos diz tudo: Jiwa Bali significa “alma de Bali”, e é nesta concept store que pode encontrar mobiliário, decoração, moda têxtil e calçado totalmente inspirado nesta ilha da Indonésia. As peças seguem uma produção orgânica, provenientes de artesãos locais – tudo para esquecer o que é descartável e dar valor ao sustentável.

Paris:Sete
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  • Santos

Em matéria de design de interiores, a Paris:Sete anda por aqui desde 1985. Uma idade respeitável, portanto, que pontifica na zona de Santos, ou Santos Design District, como em 2005 foi cunhado. Das mesas Pixie ao trio de pássaros Ichisan, não faltam ideias na Paris:Sete que provam que os detalhes são tudo. 

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  • Cais do Sodré

O ateliê já é um teenager, com 16 anos de vida e de projectos de arquitectura de interiores chave-na-mão, mas só em 2015 é que o showroom à porta fechada virou loja aberta para a rua, mais propriamente para a de São Paulo, no Cais do Sodré. É que na SAL Concept Store, da Branco sobre Branco, todas as peças de mobiliário desenhadas pela dupla Paula Laranjo e Vera Moreira têm nomes relacionados com a vida marinha: há a mesa Sardinha, os bancos Concha e Cipreia, o cadeirão Baía e a consola Cordoama.

Domo
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  • Santos

Desde 1989 no Largo de Santos, e fundada por Gabriela Pereira Monteiro, a Domo reúne peças das principais marcas de design e decoração internacionais, como a Minotti, a Fornasetti, a Edra ou a Fia. Se estes nomes não lhe dizem nada, vai sempre a tempo de um curso no vizinho IADE.

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  • Decoração
  • Cascais
  • preço 3 de 4

O império Viterbo já nós conhecemos e não é de agora. Mas o Cabinet of Curiosities, um paraíso com curadoria de Gracinha Viterbo, é um novo capítulo na história da marca. Parte do encanto deste novo espaço está na quantidade de pequenas salas. Ao percorrê-las, percebemos que formam uma espécie de país das maravilhas, onde podemos encontrar tudo e mais alguma coisa, mas sempre peças que não se encontram aí ao virar da esquina. Móveis, almofadas, candeeiros, quadros, tapetes, tudo muito em bom. Pelo meio, há também moda, flores frescas e os famosos chocolates da Mast Brothers.

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  • Cascais

Sopra um vento quente de Marrocos: é a June, com os seus tapetes Boucherouite, as suas cerâmicas coloridas e as suas molduras de vidro para pendurar na parede. E fica tudo tão bem com os candeeiros de cobre e latão, com os jarros geométricos e com as cadeiras Marcel Breuer, numa harmonia improvável que por um lado grita exotismo e por outro calma e minimalismo. Além da loja, a June é também responsável por projectos de decoração de interiores e tem mão em algumas peças completamente personalizadas a pedido do cliente.

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Gandia Blasco
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  • Santos

A marca espanhola nasceu em 1941 em Valência e é das mais conhecidas no que diz respeito a mobília de exterior. Cadeiras de piscina, enormes almofadas, mesas e até tapetes. Só falta mesmo a casa com jardim.

Fermob
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  • Santos

A especialidade da loja francesa de decoração de Santos é a mobília de jardim. Os mais atentos irão reconhecer objectos que decoram exteriores de espaços espalhados pela cidade como a esplanada do hotel Memmo do Príncipe Real.

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  • Grande Lisboa

Mónica Albuquerque nasceu e cresceu em Alvalade e orgulha-se de estar a contribuir para o seu crescimento com a Maria do Mar. O espaço é o sonho de qualquer criança (e dos pais): junta num único armazém os conceitos Lifestyle, com livros e brinquedos, Tailor, com roupa, Childcare, para bebés pequeninos e recém-mamãs, e a Warehouse, com mobília que enche as medidas dos quartos dos garotos. Nobodinoz, Ferm Living,  Oeuf, Sian & Zeng, Oliver Furniture ou a Krethaus são marcas que pode encontrar por lá entre berços, camas, candeeiros, papéis de parede, caixas ou móveis. Além da boa pinta, em comum os quatro projectos têm a luta pelo comércio justo e pela sustentabilidade. Espreite o site: é um óptimo teaser para depois fazer uma visita sem pressas.

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  • Oeiras

Abriu no Oeiras Parque, mas em versão boutique, uma loja mais pequena e com a intervenção da artista Joana Astolfi, onde o mobiliário e decoração são o foco. São 550m2 recheados de peças decorativas com inspiração dos quatro cantos do mundo e um conceito único: o de endless aisle, ou corredor infinito, traduzindo a coisa. Esta modalidade permite que os clientes explorem o vasto catálogo de opções que não estão expostas em loja, através de suportes físicos e digitais, com amostras de tecido, por exemplo, que são combinadas com uma tecnologia especial de ecrãs tácteis. A loja tem uma secção dedicada ao design de interiores, com um atendimento personalizado aos clientes que precisam de assistência lá em casa e que podem tirar partido de serviços como o Projecto de Decoração de Interiores, que é feito à medida neste Design Studio. Esta Kinda foi pensada em conjunto com a artista e arquitecta Joana Astolfi, que ofereceu o conceito à loja transformando muitas das peças decorativas e mobiliário em objectos de culto – há cenários suspensos do tecto para ficar de olho em todos os detalhes. 

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  • Lojas vintage
  • Lisboa

Manuel Domingos e Delfina Domingos começaram o negócio há nove anos como coleccionadores e acabaram como vendedores porque o espaço não era muito. A The World of Vintage é um lugar conhecido pelos neones e candeeiros que deixam qualquer um de boca aberta, mas há outras peças fazem valer a pena a visita. Se passar pelo 291 entre e espreite, é garantido que encontra aquela luz que sempre precisou.

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  • Lojas vintage
  • Marvila

Local de romaria de muitos lisboetas ao sábado, o Cantinho do Vintage e o seu irmão mais novo Mercadinho são para ir com paciência, olhos bem abertos e algum dinheiro. Tudo porque as peças estão empilhadas em mesas, estantes, carrinhos e armários e é preciso perder tempo a vasculhar. De tempos a tempos, fazem Vendas de Garagem com algumas promoções, é estar atento.

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  • Estrela/Lapa/Santos
  • preço 3 de 4

Esqueça o caos (a que até achamos uma certa piada) habitual nas lojas de design vintage. Esta não podia ser mais organizada e vai deixá-lo de olhos pregados ao tecto logo à entrada. Porquê? Porque o forte da MID MOD são os candeeiros, de mesa, de pé, mas sobretudo dos que se penduram mesmo por cima das nossas cabeças. E se uns são pura extravagância italiana, outros seguem as normas sóbrias do design nórdico. Mas sim, há mais decoração para além de luminária. No mobiliário, o produto nacional está em destaque. A Olaio e Altamira estão bem representados, embora não faça parte dos planos fechar a oferta nas peças portuguesas. 

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  • Campo de Ourique
  • preço 2 de 4

As lâmpadas e candeeiros mantêm uma atenção redobrada ao design, mas agora, em Campo de Ourique, o leque de novidades nunca vistas por cá aumentou generosamente. A Light & Store não podia fugir à grande moda das lâmpadas suspensas por cabos coloridos. Não só traz a tendência para a entrada, como dá várias opções a quem quer dar um toque moderninho lá em casa. Há lâmpadas com design exclusivo da casa, fruto das boas relações com algumas fábricas portuguesas. 

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  • Miúdos
  • Grande Lisboa

"Aiquia" ou "iquêá", as pronúncias dividem-se, mas a grafia é só uma: Ikea. É impossível falar em decoração sem vir à baila a gigante sueca, um bote salva-vidas de muito boa gente que precisa deste ou daquele retoque lá em casa. Uma cama nova, uma cómoda para o quarto dos miúdos, uma planta para a sala, novas roupinhas para as almofadas ou uma vela cheirosa (que acaba sempre por vir no carrinho de compras). Faça uso daquela máxima "lar, doce lar" e abrace a utilidade daquilo que precisa, do que precisa mais ou menos ou mesmo daquilo que não precisa. Pode fazer romarias à loja de Loures ou à de Alfragide. 

Mais compras em Lisboa

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Não se faça de difícil: visitar lojas de crianças não é um pesadelo assim tão horrível – a maioria dos pais até gosta e, cada vez mais, há lojas com cantinhos dedicados aos mais pequenos para se manterem entretidos enquanto os papás abrem os cordões à bolsa.

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  • Moda

Da alfaiataria ao streetwear, as lojas de roupa e acessórios exclusivamente dedicadas ao universo masculino estão a crescer a olhos vistos. Com a vaidade aumenta a exigência, por isso neste roteiro pelas melhores lojas para homem em Lisboa também vai encontrar algumas das mais bonitas, além daquelas famosas concept stores onde apetece perder a cabeça e comprar tudo. 

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  • Moda

A moda rebentou e ainda não deu sinais de abrandamento. Basicamente, o mundo percebeu que os ténis são calçado para toda a obra. Dão para ir trabalhar, para ir jantar fora, para sair à noite e até para dar nas vistas numa festa (e o melhor de tudo é que servem para palmilhar Lisboa e as suas sete colinas).

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